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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente</title>
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		<title>Pesquisador britânico contesta em Campinas níveis de exposição a glifosato considerados &#8220;seguros&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 23:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Ética da Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[Os níveis de exposição a glifosato, usados por diversos países, foram questionados nesta terça-feira, 9 de dezembro, em Campinas, pelo pesquisador britânico Dr.Michael Antoniou, do King´s College, de Londres, durante o evento do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente. Agricultura e Agrotóxicos foi o tema central da última sessão de 2014 do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os níveis de exposição a glifosato, usados por diversos países, foram questionados nesta terça-feira, 9 de dezembro, em Campinas, pelo pesquisador britânico Dr.Michael Antoniou, do King´s College, de Londres, durante o evento do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente. Agricultura e Agrotóxicos foi o tema central da última sessão de 2014 do Fórum, realizada no Centro Boldrini, com a participação de renomados especialistas internacionais.</p>
<p>Chefe da área de Biologia Nuclear do King´s College, o Dr.Michael Antoniou é um dos maiores nomes em pesquisas sobre terapias gênicas e organismos geneticamente modificados. Seus trabalhos têm sido fundamentais para a modificação de posturas na Comunidade Europeia sobre a aceitação dos OGMs.</p>
<p>O pesquisador destacou em Campinas que o glifosato merece destaque por ser o mais usado pesticida no mundo, inclusive no Brasil. Ele observou que 80% dos organismos geneticamente modificados são tolerantes a glifosato, presente por exemplo nas culturas de soja, milho, canola e algodão geneticamente modificadas nos Estados Unidos.</p>
<div id="attachment_1570" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/141209_124_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1570" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/141209_124_1800-1024x680.jpg" alt="Dra.Silvia Brandalise: incidência de câncer em crianças e jovens está aumentando" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dra.Silvia Brandalise: incidência de câncer em crianças e jovens está aumentando</p></div>
<p>Uma primeira dúvida levantada pelo cientista britânico: &#8220;Por que diferentes países, que têm acesso às mesmas evidências científicas sobre o produto, utilizam diferentes níveis considerados seguros de exposição a glifosato?&#8221;. Ele citou os casos da Comunidade Europeia, cuja Ingestão Diária Aceitável (ADI) de glifosato é de 0.3 mg/kg, contra uma ADI de 1 mg/kg na Rússia e China e de 1.75 mg/kg nos Estados Unidos &#8211; quase seis vezes portanto do que na Europa.</p>
<p>No Brasil a ADI prevista em lei é de 0.042 mg/kg, o que mereceu o comentário do Dr.Antoniou: &#8220;Os reguladores brasileiros parecem ter sido mais verdadeiros em admitir as evidências científicas sobre os efeitos do glifosato&#8221;.</p>
<p>O pesquisador ressaltou que os estudos já realizados sobre glifosato mostram que diferentes doses têm consideráveis impactos. Doses muito elevadas em ratos, por exemplo, mostraram uma rápida absorção pelo trato gastrintestinal a partir de <span class="hps">soluções</span> <span class="hps">aquosas</span> <span class="hps atn">(</span>23-40%) e d<span class="hps">ifusão</span> <span class="hps">fácil</span> <span class="hps">para os tecidos. <b>[</b>In: </span><b>Brewster et al., 1991; </b><b>Anadon</b><b> et al., 2009]</b></p>
<div id="attachment_1571" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/141209_030_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1571" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/141209_030_1800-1024x680.jpg" alt="Professor Mohamed: Princípio da Precaução em relação a transgênicos" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Mohamed: Princípio da Precaução em relação a transgênicos</p></div>
<p>De acordo com o Dr.Antoniou, é importante notar que é i<span class="hps">mpossível determinar</span> a <span class="hps">bioacumulação</span> <span class="hps">de </span><span class="hps">exposições</span> a<span class="hps"> doses únicas de glifosato. Do mesmo modo, notou que a Ingestão Diária Aceitável, considerada pelos diferentes países, &#8220;</span><span class="hps">nunca</span> foi <span class="hps">testada em bases a</span><span class="hps"> longo prazo&#8221;. </span><br />
Segundo o cientista, existem várias evidências sobre o efeito do glifosato como disruptor endócrino, por exemplo bloqueando a ligação do hormônio ao receptor e prevenindo a ativação de genes. Também teria o impacto de fazer a ligação no lugar do hormônio e mimetizar os seus efeitos.</p>
<p>O Dr.Antoniou citou alguns experimentos sobre efeitos do glifosato. Um deles foi o de que c<span class="hps">oelhos</span> <span class="hps">alimentados com soja</span> geneticamente modificada apresentaram <span class="hps">distúrbios da função</span> <span class="hps">de enzimas</span> <span class="hps">no</span> <span class="hps">rim e coração (In: </span>Tudisco <i>et al</i>., 2006). <span class="hps"> Outro foi o relacionado a r</span><span class="hps">atos</span> <span class="hps">alimentados com soja geneticamente modificada, apresentando</span> <span class="hps">perturbações no</span> <span class="hps">fígado, pâncreas e</span> funções dos <span class="hps">testículos, além de formação</span> <span class="hps">anormal d</span><span class="hps">os núcleos</span> <span class="hps">e nucléolos</span> <span class="hps">de células</span> <span class="hps">do fígado</span>, o que indicaria <span class="hps">um aumento do metabolismo</span> <span class="hps">e</span> alteração <span class="hps">potencial</span><span class="hps"> das</span> <span class="hps">expressões do gene. (In: </span>Malatesta <i>et al</i>., 2002; Malatesta <i>et al</i>., 2003; Vecchio <i>et al</i>., 2004).</p>
<p><span class="hps">&#8220;Há muitas evidências dos impactos do glifosato como disruptor endócrino, </span>podendo ter efeitos com níveis <span class="hps">extremamente baixos</span> <span class="hps">de exposição</span> por<span class="hps"> tempo</span> <span class="hps">prolongado&#8221;, afirmou o pesquisador. Ele citou como efeitos a i</span><span class="hps">nterferência</span> <span class="hps">no ácido retinóico (aumento da ação do ácido e </span><span class="hps">defeitos congênitos) e i</span><span class="hps">nterferência</span> <span class="hps">no estrogênio (pela a</span><span class="hps">ção</span> que <span class="hps">imita</span> <span class="hps">o estrogênio e d</span><span class="hps">anos em órgãos,</span> <span class="hps">tumores).</span></p>
<p>Sempre citando várias pesquisas, o Dr.Antoniou salientou que o <span class="hps">glifosato</span> <span class="hps">causou</span> <span class="hps">malformações em</span> <span class="hps">embriões de galinha</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">do sapo em</span> <span class="hps">doses</span> <span class="hps">muito abaixo</span> <span class="hps">(~</span> <span class="hps">96ppm</span>) d<span class="hps">aquelas utilizadas na</span> <span class="hps">pulverização agrícola. (In: <b>Paganelli</b><b> A et al., 2010). </b>Nestes experimentos, os animais apresentaram defeitos de desenvolvimento neuronais e cranianos.</span></p>
<div id="attachment_1572" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/141209_056_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1572" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/141209_056_1800-1024x680.jpg" alt="Dra.Nise Yamagushi: fundamental o cuidado com lavradores expostos a agrotóxicos" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dra.Nise Yamagushi: fundamental o cuidado com lavradores expostos a agrotóxicos</p></div>
<p><span class="hps">Em</span> <span class="hps">experimentos in vitro</span> com<span class="hps"> células humanas</span>, citou o pesquisador, os herbicidas <span class="hps">glifosato a</span> <span class="hps">0,5</span> <span class="hps">ppm</span> <span class="hps">afetaram a</span> <span class="hps">ação dos andrógenos</span>, <span class="hps">os hormônios</span> <span class="hps">masculinos,</span> <span class="hps">e interromperam</span> <span class="hps">a ação e</span> <span class="hps">formação de</span> <span class="hps">estrógenos</span>, os hormônios <span class="hps">femininos</span><span class="hps atn"> (In: </span>Gasnier <span class="hps">C</span> <span class="hps">et</span> <span class="hps">al.</span>, 2009).</p>
<p>Na ausência de pesquisas oficiais, lembrou o Dr.Antoniou, organizações não-governamentais europeias promoveram um estudo sobre a presença de glifosato em urinas de cidadãos. Foram examinadas urinas de 182 pessoas, em 18 países, e 44% foram positivas a glifosato, indo da presença de 0.16 μg/L na Suíça a 1.82 μg/L na Letônia.</p>
<p><span class="hps">O britânico citou ainda estudos sobre a relação entre a introdução de cultivos geneticamente modificados e</span> <span class="hps">glifosato</span> <span class="hps">e a deterioração</span> <span class="hps">da saúde</span> <span class="hps">nos Estados Unidos</span> (In: <b>S</b><b>wanson NL et al. (2014) </b><i>Journal of Organic Systems</i>, <b>9</b>: 6-37.)</p>
<p>Os estudos, segundo o especialista do King´s College, mostraram que desde o início do uso do glifosato na soja no começo da década de 1990, houve aumento da incidência do câncer de fígado nos Estados Unidos. O mesmo com a incidência de câncer de rim no mesmo período.</p>
<p>Diante de tantas evidências científicas (e ele citou muitas outras no encontro em Campinas), o Dr.Michael Antoniou fez várias sugestões, para se determinar os reais níveis seguros de exposição a glifosato, como: realização de e<span class="hps">xtensas pesquisas</span> <span class="hps">de biomonitoramento</span> <span class="hps">em várias</span> <span class="hps atn">matrizes (</span>urina, sangue, <span class="hps">leite materno</span>) e <span class="hps">setores da população</span> <span class="hps">(adultos</span>, crianças, <span class="hps">crianças;</span> <span class="hps">urbanas</span> <span class="hps">vs</span> <span class="hps">rural</span>); e<span class="hps">studos de longo prazo</span> <span class="hps">de toxicidade em animais</span> <span class="hps">de laboratório</span> com <span class="hps">glifosato e</span> <span class="hps">formulações</span> <span class="hps">de herbicidas</span> <span class="hps">à base de glifosato acima e abaixo nos níveis considerados aceitáveis de ingestão diária; avaliação c</span><span class="hps">ompleta da</span> <span class="hps">capacidade</span> <span class="hps">de disrupção do sistema endócrino</span> <span class="hps">do glifosato de forma</span> <span class="hps">isolada e em combinação</span> <span class="hps">com outros pesticidas</span> <span class="hps">em níveis</span> <span class="hps">ambientalmente relevantes</span> <span class="hps">de</span> <span class="hps">exposições; e</span> <span class="hps">investigação de</span> <span class="hps">mecanismos epigenéticos</span>, incluindo efeitos <span class="hps">multigeracionais</span>.<br />
Enquanto isso, segundo o Princípio da Precaução, ele consideraria prudente a restrição do uso <span class="hps">de</span> <span class="hps">herbicidas à base de glifosato, com o banimento das </span><span class="hps">fumigações</span> <span class="hps">aéreas, não utilizá-lo como dess</span><span class="hps">ecante</span> <span class="hps">pré</span><span class="atn">-</span>colheita e banimento dos <span class="hps">usos domésticos</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">urbanos.</span></p>
<p>A última sessão do ano do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança contou com outros especialistas no evento no Centro Boldrini. A presidente do Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, citou vários estudos mostrando o aumento da incidência de câncer em criança e adolescente nas últimas décadas. O professor Mohamed Habib, com muitos anos de pesquisa no tema, destacou a urgência de maior controle da sociedade sobre pesquisas com organismos geneticamente modificados. A Dra.Nise Hitomi Yamagushi, da USP, pediu maior atenção à exposição de trabalhadores rurais a agrotóxicos. Josiana Arippol, da Ética da Terra, acentuou o imperativo de que &#8220;a economia não deve prevalecer sobre a vida&#8221;.</p>
<div id="attachment_1573" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/141209_025_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1573" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/141209_025_1800-1024x680.jpg" alt="Josiana Arippol, da Ética da Terra: economia não deve prevalecer sobre a vida " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Josiana Arippol, da Ética da Terra: economia não deve prevalecer sobre a vida</p></div>
<p>O Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, como explica a presidente do Centro Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, tem o objetivo de “chamar a atenção da sociedade, a partir da divulgação de estudos científicos, sobre a possível associação de fatores ambientais no aumento da incidência de câncer da criança e do adolescente”. O Fórum terá continuidade em 2015, com novos eventos e discussões pela Internet.</p>
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		<title>Ministério da Saúde quer saber impacto de agrotóxicos: tema em debate neste dia 9 em Campinas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2014 20:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde está iniciando a implementação do Observatório da Politica Nacional de Saúde Integral para População do Campo e Floresta (Obteia), para saber, entre outros elementos, os impactos dos agrotóxicos na saúde do trabalhador rural. A polêmica questão dos agrotóxicos estará em debate nesta terça-feira, dia 9, a partir das 9 horas, em Campinas, no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde está iniciando a implementação do Observatório da Politica Nacional de Saúde Integral para População do Campo e Floresta (Obteia), para saber, entre outros elementos, os impactos dos agrotóxicos na saúde do trabalhador rural. A polêmica questão dos agrotóxicos estará em debate nesta terça-feira, dia 9, a partir das 9 horas, em Campinas, no Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, que terá a participação de pesquisadores de renome internacional no tema.</p>
<p>O propósito do Ministério da Saúde é identificar, entre outros pontos, as dificuldades de acesso aos serviços de saúde e como melhorar esse atendimento às populações do campo, floresta e das águas. O Observatório e a pesquisa associada estão sendo desenvolvidos em parceria pelo Departamento de Apoio à Gestão Participativa da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (DAGEP/SGEP/MS) e pelo Núcleo de Estudos de Saúde Pública da Universidade de Brasília (Nesp/UnB), com o acompanhamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Grupo da Terra.</p>
<p><strong>Debate em Campinas</strong> &#8211; “Agricultura e agrotóxicos” é o tema do próximo encontro do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, neste dia 9 de dezembro, terça-feira, a partir das 9 horas, no auditório do Centro Infantil “Domingos A.Boldrini”, em Campinas, que terá a participação de especialistas de renome a atuação internacional.</p>
<p>O debate terá a presença da presidente do Centro Infantil Domingos A. Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, do biólogo Dr.Mohamed Habib, da oncologista e imunologista clínica Dra. Nise Hitomi Yamagushi e do Dr.Michael Antoniou, do King´s College, de Londres. O Dr.Michael Antoniou participará no evento pelo apoio da organização Ética da Terra.</p>
<p>O professor Dr.Mohamed Habib é agrônomo, com mestrado e doutorado em Biologia, na área de Entomologia. Foi diretor em duas gestões do Instituto de Biologia da Unicamp. Também foi pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da mesma Universidade. Publicou mais de duas centenas de trabalhos em periódicos de circulação internacional e em anais de congressos. Orientou mais de 40 teses. Mohamed recebeu títulos como de &#8220;Grande Defensor da Ecologia&#8221;, concedido pela Câmara Municipal de Campinas, em 1984; Medalha dos Direitos Humanos, pela Presidência da República, em 1998; e Cidadão Campineiro, pela Câmara Municipal de Campinas, em 1999. Assessorou organismos nacionais e internacionais dentro de sua especialidade. Controle biológico de pragas e agroecologia são duas áreas em que ele continua atuando.</p>
<p>A Dra.Nise Hitomi Yamagushi é oncologista e imunologista clínica com mestrado e doutorado em Medicina na área de câncer pela USP. Tem título de especialista pela ESMO-European Society of Medical Oncology, e do Board americano ECFMGES. Coordenou a área de Prevenção e Promoção de Saúde do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Fundação Faculdade de Medicina da USP  e foi representante do gabinete do Ministro da Saúde para o Estado de São Paulo. Membro do “International Affairs Committee” da American Society of Clinical Oncology, desenvolve os projetos de Academic Clinical Trials e participa do grupo de trabalho de formação de conhecimento em “low and middle income countries” em conjunto com especialistas mundiais. Participa do Board do International Prevention and Research Institute com sede em Lyon, de projetos para a European Comission em “Building Capacities for low and middle income countries”, além de projetos de farmacogenômica e diversidade genética do câncer na área de câncer de pulmão e outros projetos internacionais de prevenção do câncer e mantém intenso intercâmbio científico com o MD Anderson Cancer Center. Criadora e Executive Chair da “Latin American Conferences on Lung Cancer”.</p>
<p>O Dr.Michael Antoniou é bioquímico pela Universidade de Oxford e PhD pela Universidade de Reading. Desde 1998 é professor do Kings College, de Londres, onde é chefe da área de Biologia Nuclear. Tem vários projetos em terapia genética e pesquisas com organismos geneticamente modificados.</p>
<p>Como explica a presidente do Centro Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, o Fórum tem o objetivo de “chamar a atenção da sociedade, a partir da divulgação de estudos científicos, sobre a possível associação de fatores ambientais no aumento da incidência de câncer da criança e do adolescente”. O Fórum tem apoio do    Consórcio Internacional Coorte de Câncer Infantil (I4C), da Organização Mundial da Saúde (OMS), e outras instituições científicas, contribuindo para a instalação do tema na agenda governamental, empresarial, da sociedade civil e da mídia e incidindo na formulação de políticas públicas respectivas.</p>
<p>O Centro Boldrini está participando de estudo visando mapear a associação de fatores ambientais, culturais, sociais  e a ocorrência de câncer na criança e no adolescente. Segundo a Dra.Silvia Brandalise, a meta do estudo é construir um banco de dados de exposições e ocorrência de câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis (DNCT), a partir de uma amostra de 100 mil crianças em Campinas e região. Este contingente fará parte de uma amostra total de mais de um milhão de crianças que serão monitoradas em todo mundo, em um projeto do International Childhood Cancer Cohort Consortium (I4C), ligado à Organização Mundial da Saúde.</p>
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		<title>Especialista do King´s College, de Londres, no debate sobre agricultura e agrotóxicos em Campinas</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2014 15:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Boldrini]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos principais especialistas mundiais em Biologia Nuclear, terapias genéticas e pesquisas com organismos geneticamente modificados, o Dr.Michael Antoniou, do King´s College, de Londres, será um dos debatedores na terça-feira, 9 de dezembro, a partir das 9 horas, em mais um evento do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, em Campinas. Com ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais especialistas mundiais em Biologia Nuclear, terapias genéticas e pesquisas com organismos geneticamente modificados, o Dr.Michael Antoniou, do King´s College, de Londres, será um dos debatedores na terça-feira, 9 de dezembro, a partir das 9 horas, em mais um evento do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, em Campinas. Com o tema Agricultura e Agrotóxicos, o evento será no auditório do Centro Infantil Boldrini e terá a presença de outros especialistas de renome internacional.</p>
<p>O debate terá a participação da presidente do Centro Infantil Domingos A. Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, do biólogo Dr.Mohamed Habib, da oncologista e imunologista clínica Dra. Nise Hitomi Yamagushi e do Dr.Michael Antoniou, do King´s College, de Londres.</p>
<p>A alimentação saudável é fundamental para a prevenção ao câncer em todas as idades, incluindo crianças e adolescentes. Desde o início do século 21, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) desenvolve a Estratégia Global sobre Alimentação, para a difusão de alimentos saudáveis, como forma de prevenir várias doenças, inclusive cânceres.</p>
<p>Segundo a OMS, as doenças não transmissíveis (DNT) são responsáveis por quase 60% das mortes em todo o mundo e 45% da morbidade global. A alimentação inadequada, junto com a inatividade física e o fumo, estão entre os principais fatores de risco preveníveis de DNT. Um consumo diário suficiente de frutas e verduras pode ajudar a prevenir DNT como cardiopatias, diabetes tipo 2, obesidade e certos tipos de câncer.</p>
<p><strong>Os debatedores</strong> – Os debatedores no encontro do dia 9 de dezembro, do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, têm longa e rica trajetória na discussão sobre alimentação, agrotóxicos e câncer.</p>
<p>O professor Dr.Mohamed Habib é agrônomo, com mestrado e doutorado em Biologia, na área de Entomologia. Foi diretor em duas gestões do Instituto de Biologia da Unicamp. Também foi pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da mesma Universidade. Publicou mais de duas centenas de trabalhos em periódicos de circulação internacional e em anais de congressos. Orientou mais de 40 teses. Mohamed recebeu títulos como de &#8220;Grande Defensor da Ecologia&#8221;, concedido pela Câmara Municipal de Campinas, em 1984; Medalha dos Direitos Humanos, pela Presidência da República, em 1998; e Cidadão Campineiro, pela Câmara Municipal de Campinas, em 1999. Assessorou organismos nacionais e internacionais dentro de sua especialidade. Controle biológico de pragas e agroecologia são duas áreas em que ele continua atuando.</p>
<p>A Dra.Nise Hitomi Yamagushi é oncologista e imunologista clínica com mestrado e doutorado em Medicina na área de câncer pela USP. Tem título de especialista pela ESMO-European Society of Medical Oncology, e do Board americano ECFMGES. Coordenou a área de Prevenção e Promoção de Saúde do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Fundação Faculdade de Medicina da USP  e foi representante do gabinete do Ministro da Saúde para o Estado de São Paulo. Membro do “International Affairs Committee” da American Society of Clinical Oncology, desenvolve os projetos de Academic Clinical Trials e participa do grupo de trabalho de formação de conhecimento em “low and middle income countries” em conjunto com especialistas mundiais. Participa do Board do International Prevention and Research Institute com sede em Lyon, de projetos para a European Comission em “Building Capacities for low and middle income countries”, além de projetos de farmacogenômica e diversidade genética do câncer na área de câncer de pulmão e outros projetos internacionais de prevenção do câncer e mantém intenso intercâmbio científico com o MD Anderson Cancer Center. Criadora e Executive Chair da “Latin American Conferences on Lung Cancer”.</p>
<p>O Dr.Michael Antoniou (presença a confirmar) é bioquímico pela Universidade de Oxford e PhD pela Universidade de Reading. Desde 1998 é professor do Kings College, de Londres, onde é chefe da área de Biologia Nuclear. Tem vários projetos em terapia genética e pesquisas com organismos geneticamente modificados.</p>
<p><strong>Fórum</strong> &#8211; O Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança foi lançado no dia 6 de agosto, com uma conferência do Dr.Paulo Affonso Leme Machado, referência internacional em Direito Ambiental, área da qual ele é um dos pioneiros. Ele falou sobre o Princípio da Precaução. No dia 31 de outubro, o Fórum promoveu o primeiro debate público após a divulgação da Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos (LINACH), publicada através de Portaria Interministerial no Diário Oficial da União do dia 08 de outubro.</p>
<p>Como explica a presidente do Centro Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, o Fórum tem o objetivo de “chamar a atenção da sociedade, a partir da divulgação de estudos científicos, sobre a possível associação de fatores ambientais no aumento da incidência de câncer da criança e do adolescente”.</p>
<p>O propósito da iniciativa é que seja um fórum permanente de debates e reflexões a respeito das implicações científicas, éticas, legais, culturais, pedagógicas, sociais e estéticas sobre a relação entre meio ambiente e câncer da criança, com apoio do Consórcio Internacional Coorte de Câncer Infantil (I4C), da Organização Mundial da Saúde (OMS), e outras instituições científicas, contribuindo para a instalação do tema na agenda governamental, empresarial, da sociedade civil e da mídia e incidindo na formulação de políticas públicas respectivas.</p>
<p>O Centro Boldrini está participando de estudo visando mapear a associação de fatores ambientais, culturais, sociais  e a ocorrência de câncer na criança e no adolescente. Segundo a Dra.Silvia Brandalise, a meta do estudo é construir um banco de dados de exposições e ocorrência de câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis (DNCT), a partir de uma amostra de 100 mil crianças em Campinas e região. Este contingente fará parte de uma amostra total de mais de um milhão de crianças que serão monitoradas em todo mundo, em um projeto do International Childhood Cancer Cohort Consortium (I4C), ligado à Organização Mundial da Saú</p>
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		<title>Brasileiro consome 5,2 litros de agrotóxico por ano: tema em debate dia 9 em Campinas</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 18:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Boldrini]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[O brasileiro consome 5,2 litros de agrotóxico por ano, denunciaram nesta semana membros da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida. A Campanha promoveu várias mobilizações, em função do Dia Mundial de Luta contra os Agrotóxicos, lembrado a 3 de dezembro, data em que aconteceu a tragédia em Bhopal, na Índia, em 1984. Agricultura ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro consome 5,2 litros de agrotóxico por ano, denunciaram nesta semana membros da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida. A Campanha promoveu várias mobilizações, em função do Dia Mundial de Luta contra os Agrotóxicos, lembrado a 3 de dezembro, data em que aconteceu a tragédia em Bhopal, na Índia, em 1984. Agricultura e Agrotóxicos é o tema do próximo evento do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, dia 9 de dezembro, terça-feira, pela manhã, no Centro Infantil Boldrini, em Campinas.</p>
<p>No último dia 14 de novembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou o relatório final do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, indicando que entre as amostras de abobrinha, alface, feijão, fubá de milho, tomate e uva, 25% apresentaram irregularidades. Segundo o relatório, 1,9% dos alimentos avaliados tinham uma quantidade de agrotóxico acima do limite, e em 23% foram encontrados resíduos de produtos não autorizados para a cultura do alimento.</p>
<p><strong>Fórum</strong> &#8211;  “Agricultura e agrotóxicos” é o tema do próximo encontro do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, no dia 9 de dezembro, terça-feira, a partir das 9 horas, no auditório do Centro Infantil “Domingos A.Boldrini”, em Campinas, que terá a participação de especialistas de renome a atuação internacional. O debate terá a presença da presidente do Centro Infantil Domingos A. Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, do biólogo Dr.Mohamed Habib, e da oncologista e imunologista clínica Dra. Nise Hitomi Yamagushi.</p>
<p>O professor Dr.Mohamed Habib é agrônomo, com mestrado e doutorado em Biologia, na área de Entomologia. Foi diretor em duas gestões do Instituto de Biologia da Unicamp. Também foi pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da mesma Universidade. Publicou mais de duas centenas de trabalhos em periódicos de circulação internacional e em anais de congressos. Orientou mais de 40 teses. Mohamed recebeu títulos como de “Grande Defensor da Ecologia”, concedido pela Câmara Municipal de Campinas, em 1984; Medalha dos Direitos Humanos, pela Presidência da República, em 1998; e Cidadão Campineiro, pela Câmara Municipal de Campinas, em 1999. Assessorou organismos nacionais e internacionais dentro de sua especialidade. Controle biológico de pragas e agroecologia são duas áreas em que ele continua atuando.</p>
<p>A Dra.Nise Hitomi Yamagushi é oncologista e imunologista clínica com mestrado e doutorado em Medicina na área de câncer pela USP. Tem título de especialista pela ESMO-European Society of Medical Oncology, e do Board americano ECFMGES. Coordenou a área de Prevenção e Promoção de Saúde do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Fundação Faculdade de Medicina da USP  e foi representante do gabinete do Ministro da Saúde para o Estado de São Paulo. Membro do “International Affairs Committee” da American Society of Clinical Oncology, desenvolve os projetos de Academic Clinical Trials e participa do grupo de trabalho de formação de conhecimento em “low and middle income countries” em conjunto com especialistas mundiais. Participa do Board do International Prevention and Research Institute com sede em Lyon, de projetos para a European Comission em “Building Capacities for low and middle income countries”, além de projetos de farmacogenômica e diversidade genética do câncer na área de câncer de pulmão e outros projetos internacionais de prevenção do câncer e mantém intenso intercâmbio científico com o MD Anderson Cancer Center. Criadora e Executive Chair da “Latin American Conferences on Lung Cancer”.</p>
<div id="attachment_1474" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Mohamed.jpg"><img class="size-large wp-image-1474" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Mohamed-1024x680.jpg" alt="O biólogo Mohamed Habib será um dos debatedores no dia 9 de dezembro no Boldrini " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O biólogo Mohamed Habib será um dos debatedores no dia 9 de dezembro no Boldrini</p></div>
<p>O Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança foi lançado no dia 6 de agosto, com uma conferência do Dr.Paulo Affonso Leme Machado, referência internacional em Direito Ambiental, área da qual ele é um dos pioneiros. Ele falou sobre o Princípio da Precaução. No dia 31 de outubro, o Fórum promoveu o primeiro debate público após a divulgação da Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos (LINACH), publicada através de Portaria Interministerial no Diário Oficial da União do dia 08 de outubro. Como explica a presidente do Centro Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, o Fórum tem o objetivo de “chamar a atenção da sociedade, a partir da divulgação de estudos científicos, sobre a possível associação de fatores ambientais no aumento da incidência de câncer da criança e do adolescente”.</p>
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		<title>Fórum terá especialistas internacionais para debater agricultura e agrotóxicos em Campinas</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 11:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[“Agricultura e agrotóxicos” é o tema do próximo encontro do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, no dia 9 de dezembro, terça-feira, a partir das 9 horas, no auditório do Centro Infantil “Domingos A.Boldrini”, em Campinas, que terá a participação de especialistas de renome a atuação internacional. O debate terá a presença ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Agricultura e agrotóxicos” é o tema do próximo encontro do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, no dia 9 de dezembro, terça-feira, a partir das 9 horas, no auditório do Centro Infantil “Domingos A.Boldrini”, em Campinas, que terá a participação de especialistas de renome a atuação internacional. O debate terá a presença da presidente do Centro Infantil Domingos A. Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, do biólogo Dr.Mohamed Habib, da oncologista e imunologista clínica Dra. Nise Hitomi Yamagushi e do Dr.Michael Antoniou, do Kings College, de Londres, que vem ao Brasil com apoio da organização Ética da Terra.</p>
<p>A alimentação saudável é fundamental para a prevenção ao câncer de cólon e obesidade. Desde o início do século 21, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) desenvolve a Estratégia Global sobre Alimentação, para a difusão de alimentos saudáveis, como forma de prevenir várias doenças, inclusive cânceres.</p>
<p>Segundo a OMS, as doenças não transmissíveis (DNT) são responsáveis por quase 60% das mortes em todo o mundo e 45% da morbidade global. A alimentação inadequada, junto com a inatividade física e o fumo, estão entre os principais fatores de risco previsíveis de DNT, como diversos tipos de cânceres.</p>
<p><strong>Os debatedores</strong> – Os debatedores no encontro do dia 9 de dezembro, do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, têm longa e rica trajetória na discussão sobre agricultura, agrotóxicos e câncer.</p>
<p>O professor Dr.Mohamed Habib é agrônomo, com mestrado e doutorado em Biologia, na área de Entomologia. Foi diretor em duas gestões do Instituto de Biologia da Unicamp. Também foi pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da mesma Universidade. Publicou mais de duas centenas de trabalhos em periódicos de circulação internacional e em anais de congressos. Orientou mais de 40 teses. Mohamed recebeu títulos como de &#8220;Grande Defensor da Ecologia&#8221;, concedido pela Câmara Municipal de Campinas, em 1984; Medalha dos Direitos Humanos, pela Presidência da República, em 1998; e Cidadão Campineiro, pela Câmara Municipal de Campinas, em 1999. Assessorou organismos nacionais e internacionais dentro de sua especialidade. Controle biológico de pragas e agroecologia são duas áreas em que ele continua atuando.</p>
<p>A Dra.Nise Hitomi Yamagushi é oncologista e imunologista clínica com mestrado e doutorado em Medicina na área de câncer pela USP. Tem título de especialista pela ESMO-European Society of Medical Oncology, e do Board americano ECFMGES. Coordenou a área de Prevenção e Promoção de Saúde do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Fundação Faculdade de Medicina da USP  e foi representante do gabinete do Ministro da Saúde para o Estado de São Paulo. Membro do “International Affairs Committee” da American Society of Clinical Oncology, desenvolve os projetos de Academic Clinical Trials e participa do grupo de trabalho de formação de conhecimento em “low and middle income countries” em conjunto com especialistas mundiais. Participa do Board do International Prevention and Research Institute com sede em Lyon, de projetos para a European Comission em “Building Capacities for low and middle income countries”, além de projetos de farmacogenômica e diversidade genética do câncer na área de câncer de pulmão e outros projetos internacionais de prevenção do câncer e mantém intenso intercâmbio científico com o MD Anderson Cancer Center. Criadora e Executive Chair da “Latin American Conferences on Lung Cancer”.</p>
<p>O Dr.Michael Antoniou (presença a confirmar) é bioquímico pela Universidade de Oxford e PhD pela Universidade de Reading. Desde 1998 é professor do Kings College, de Londres, onde é chefe da área de Biologia Nuclear. Tem vários projetos em terapia genética e pesquisas com organismos geneticamente modificados.</p>
<div id="attachment_896" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Forum1-2.jpg"><img class="size-large wp-image-896" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Forum1-2-1024x680.jpg" alt="Dra.Silvia Brandalise alerta para aumento da incidência de câncer em crianças e adolescentes" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dra.Silvia Brandalise alerta para aumento da incidência de câncer em crianças e adolescentes</p></div>
<p><strong>Fórum</strong> &#8211; O Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança foi lançado no dia 6 de agosto, com uma conferência do Dr.Paulo Affonso Leme Machado, referência internacional em Direito Ambiental, área da qual ele é um dos pioneiros. Ele falou sobre o Princípio da Precaução. No dia 31 de outubro, o Fórum promoveu o primeiro debate público após a divulgação da Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos (LINACH), publicada através de Portaria Interministerial no Diário Oficial da União do dia 08 de outubro.</p>
<p>Como explica a presidente do Centro Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, o Fórum tem o objetivo de “chamar a atenção da sociedade, a partir da divulgação de estudos científicos, sobre a possível associação de fatores ambientais no aumento da incidência de câncer da criança e do adolescente”.</p>
<p>O propósito da iniciativa é que seja um fórum permanente de debates e reflexões a respeito das implicações científicas, éticas, legais, culturais, pedagógicas, sociais e estéticas sobre a relação entre meio ambiente e câncer da criança, com apoio do Consórcio Internacional Coorte de Câncer Infantil (I4C), da Organização Mundial da Saúde (OMS), e outras instituições científicas, contribuindo para a instalação do tema na agenda governamental, empresarial, da sociedade civil e da mídia e incidindo na formulação de políticas públicas respectivas.</p>
<p>O Centro Boldrini está participando de estudo visando mapear a associação de fatores ambientais, culturais, sociais  e a ocorrência de câncer na criança e no adolescente. Segundo a Dra.Silvia Brandalise, a meta do estudo é construir um banco de dados de exposições e ocorrência de câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis (DNCT), a partir de uma amostra de 100 mil crianças em Campinas e região. Este contingente fará parte de uma amostra total de mais de um milhão de crianças que serão monitoradas em todo mundo, em um projeto do International Childhood Cancer Cohort Consortium (I4C), ligado à Organização Mundial da Saúde.</p>
<div id="attachment_895" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Forum5-2.jpg"><img class="size-large wp-image-895" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Forum5-2-1024x680.jpg" alt="Especialistas de renome internacional têm participado do Fórum, como o Dr. Paulo Affonso Machado " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Especialistas de renome internacional têm participado do Fórum, como o Dr. Paulo Affonso Machado</p></div>
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		<title>Campinas terá primeiro debate nacional sobre lista de agentes cancerígenos</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2014 13:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 31 de outubro, sexta-feira, Campinas terá o primeiro debate público sobre a Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos (LINACH), após sua publicação através de Portaria Interministerial no Diário Oficial da União do dia 08 de outubro. O debate acontecerá durante o segundo encontro do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 31 de outubro, sexta-feira, Campinas terá o primeiro debate público sobre a Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos (LINACH), após sua publicação através de Portaria Interministerial no Diário Oficial da União do dia 08 de outubro. O debate acontecerá durante o segundo encontro do Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança e do Adolescente, a partir da 9h30, no auditório do Centro Infantil Domingos A.Boldrini.</p>
<p>O debate terá a participação da presidente do Centro Infantil Domingos A. Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, e do médico e sanitarista Dr.Carlos Eduardo Abrahão, especialista em Gestão Ambiental, ex-presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente (Comdema) e ex-coordenador de Saúde Ambiental do Município de Campinas.</p>
<p>A Lista Nacional dos Agentes Cancerígenos para Humanos (LINACH) foi publicada através da Portaria Interministerial nº 9, dos Ministérios da Saúde, Trabalho e Emprego e Previdência Social, é foi confeccionada com base na classificação dos grupos da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC), agência especializada sobre câncer da Organização Mundial de Saúde.</p>
<p>A Portaria Interministerial nº 9, editada no dia 07 de outubro, afirma que a Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos considera o Decreto nº 7.602, de 7 de novembro de 2011, que dispõe sobre a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST), e o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PLANSAT), disponível no sítio eletrônico http://portal.mte.gov.br/geral/plano-nacional-de-segurança-e-saude-no-trabalho-plansat.htm, em particular a ação definida como de curto prazo sob número 4.4.1, referente à estratégia 4.4 do Objetivo 4.</p>
<p>O Objetivo 4 trata da Adoção de Medidas Especiais para Atividades Laborais Submetidas a Alto Risco de Doenças e Acidentes do Trabalho. A Estratégia 4.4 prevê a Criação e Aperfeiçoamento, pelos Ministérios da Saúde, Trabalho e Emprego, e Previdência Social, em Conjunto, de Listas de Fatores de Risco e Agentes Nocivos Responsáveis por Elevada Incidência e/ou Prevalência de Agravos à Saúde Relacionados ao Trabalho. E a ação 4.4.4 estipula justamente o &#8220;Estabelecimento e divulgação de listagem nacional de substâncias carcinogênicas&#8221;.</p>
<p>A Portaria Interministerial também assinala que a publicação da Lista considera “a elevada incidência de câncer no Brasil” e “os estudos científicos existentes e a lista de agentes cancerígenos da Agência Internacional para a Investigação do Câncer (IARC), da Organização Mundial da Saúde (OMS)”.</p>
<p>A Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos (LINACH) será então, nos termos da Portaria, uma referência para formulação de políticas públicas. Os agentes cancerígenos de que trata a LINACH, de segundo a Portaria, são classificados de acordo com os seguintes grupos: I &#8211; Grupo 1 &#8211; carcinogênicos para humanos; II &#8211; Grupo 2A &#8211; provavelmente carcinogênicos para humanos; e III &#8211; Grupo 2B &#8211; possivelmente carcinogênicos para humanos. A LINACH será atualizada semestralmente. Na Lista estão várias substâncias usadas na formulação de agrotóxicos, Negro de Fumo, ácidos, metais pesados e amianto, entre outros agentes.</p>
<p><strong>Fórum</strong> &#8211; O Fórum Meio Ambiente e Câncer da Criança foi lançado no dia 6 de agosto, com uma conferência do Dr.Paulo Affonso Leme Machado, referência internacional em Direito Ambiental, área da qual ele é um dos pioneiros. O Dr.Paulo Affonso falou sobre &#8220;Sadia qualidade de vida e Princípios da Prevenção e da Precaução&#8221;. Ele defendeu o direito à informação e à participação popular, em questões que dizem respeito à qualidade de vida e saúde ambiental.</p>
<p>Como explica a presidente do Centro Boldrini, Dra.Silvia Brandalise, o Fórum tem o objetivo de “chamar a atenção da sociedade, a partir da divulgação de estudos científicos, sobre a possível associação de fatores ambientais no aumento da incidência de câncer da criança e do adolescente”.</p>
<p>O propósito da iniciativa, segundo seus organizadores, é que seja um fórum permanente de debates e reflexões a respeito das implicações científicas, éticas, legais, culturais, pedagógicas, sociais e estéticas sobre a relação entre meio ambiente e câncer da criança, com apoio do Consórcio Internacional Coorte de Câncer Infantil (I4C), da Organização Mundial da Saúde (OMS), e outras instituições científicas, contribuindo para a instalação do tema na agenda governamental, empresarial, da sociedade civil e da mídia e incidindo na formulação de políticas públicas respectivas.</p>
<p>O Centro Boldrini está participando de estudo visando mapear a associação de fatores ambientais, culturais, sociais  e a ocorrência de câncer na criança e no adolescente. Segundo a Dra.Silvia Brandalise, a meta do estudo é construir um banco de dados de exposições e ocorrência de câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis (DNCT), a partir de uma amostra de 100 mil crianças em Campinas e região. Este contingente fará parte de uma amostra total de mais de um milhão de crianças que serão monitoradas em todo mundo, em um projeto do International Childhood Cancer Cohort Consortium (I4C), ligado à Organização Mundial da Saúde.</p>
<div id="attachment_896" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Forum1-2.jpg"><img class="size-large wp-image-896" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Forum1-2-1024x680.jpg" alt="Dra.Silvia Brandalise alerta para aumento da incidência de câncer em crianças e adolescentes" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dra.Silvia Brandalise alerta para aumento da incidência de câncer em crianças e adolescentes</p></div>
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