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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Gases de Efeito Estufa</title>
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		<title>Cúpula do Clima chega ao último dia com alto risco de fracasso e proposta brasileira não tem consenso</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 21:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[COP-20 Lima]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Conferência das Partes (COP-20) da Convenção das Mudanças Climáticas chega ao último dia nesta sexta-feira, 12 de dezembro, com alto risco de fracasso nas negociações. Um indicador dessa possibilidade é o fato de que nesta quinta-feira, 11, os diplomatas e ministros do Meio Ambiente presentes na capital peruana chegaram a consenso (a moeda preferida na diplomacia internacional) sobre apenas um dos parágrafos de um texto inflado, que já superou 60 páginas. A missão dos representantes dos mais de 190 países-parte da Convenção chegaram a Lima com o desafio de redigir um rascunho para as negociações que se estenderão em 2015, até a COP-21, em Paris, quando então seria fechado um grande acordo global pela redução das emissões de gases de efeito-estufa.</p>
<p>Existe desacordo sobre fontes de financiamento, transferência de tecnologia, modelos de mitigação e, sobretudo, em torno do princípio defendido pela maioria dos países em desenvolvimento, o das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Por este princípio, os países que mais contribuíram historicamente para as emissões de gases-estufa (e cujos efeitos já estão sendo sentidos em todo planeta) seriam aqueles que teriam a responsabilidade de fazer mais cortes nas emissões. Entretanto, esses países, liderados por Estados Unidos, Japão, Canadá e Austrália, têm pressionado para que os países em desenvolvimento também fazem cortes importantes nas emissões.</p>
<p>Na reunião desta quarta-feira, por exemplo, a União Europeia propôs fixar a meta de limite do aumento da  temperatura global nas próximas décadas em 2 ou 1,5C.  Falando em nome dos países insulares, aqueles mais ameaçados pelo aquecimento global, que tem levado ao aumento do nível dos oceanos, deixou clara a sua oposição ao nível de 2 graus centígrados. Este limite já seria uma catástrofe para os países-ilha, segundo muitos cientistas.</p>
<p>Polêmica também em relação à forma de mitigação das mudanças climáticas. O grupo africano propôs a inclusão no texto de uma abertura para oportunidades de mitigação diferenciadas em países desenvolvidos e em desenvolvimento, o que recebeu a oposição da Austrália. A mesma Austrália contestou a proposta da Bolívia, de inclusão de uma referência à troca de informação sobre o orçamento global de emissões de gases-estufa.</p>
<p>Divergências, da mesma maneira, em relação à proposta considerada inovadora do Brasil na Cúpula do Clima em Lima. A proposta brasileira é a criação de uma “moeda do clima” como um dos instrumentos para reduzir as emissões que agravam o efeito-estufa. Na proposta brasileira, essa “moeda” é descrita como uma “unidade de valor financeiro conversível, com a finalidade de atrair investimentos e promover ainda mais a implementação de políticas nacionais de desenvolvimento sustentável” pelos países-partes da Convenção das Mudanças Climáticas. A “moeda” traduziria os esforços voluntários dos países em antecipar as metas de redução de emissões de gases-estufa, como o dióxido de carbono (CO2).</p>
<p>A proposta foi recebida com simpatia pela União Europeia e a Aliança Independente da América Latina e Caribe (AILAC). UE e Colômbia, falando pela AILAC, disseram que a proposta era útil e que poderia ser considerada nas novas negociações, em 2015. A AILAC foi criada há dois anos, por países com interesses comuns e que vêm mantendo uma posição independente tanto de um conjunto de países em desenvolvimento como de países desenvolvidos. A Aliança é formada por Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Panamá e Peru.</p>
<p>Por outro lado, a proposta brasileira foi recebida com desconfiança por alguns países, como  a China, hoje o maior emissor de gases-estufa, tendo superado os Estados Unidos. Falando em nome de outra aliança formada na &#8220;geopolítica das negociações do clima&#8221;, a aliança LMDC (sigla em inglês para Grupo dos Países em Desenvolvimento com Afinidades), a China acentuou que haveria o risco, com a proposta brasileira, do foco ficar nas ações voluntárias, e não naquelas obrigatórias, as chamadas vinculantes na nomenclatura diplomática. A LMDC é formada ainda por Arábia Saudita, Bolívia, Equador, Filipinas, Índia e Venezuela.</p>
<p>O último dia da COP-20 em Lima será, então, mais &#8220;quente&#8221; do que os antecessores. Um fracasso na capital peruana seria um péssimo sinal para o ano crítico de 2015.</p>
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		<title>Região Metropolitana de Campinas terá inventário de emissões de gases de efeito-estufa</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 15:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[CPFL Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Gases de Efeito Estufa]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças climáticas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Região Metropolitana de Campinas (RMC) terá o primeiro inventário de emissão de gases de efeito-estufa com recorte regional, como parte da elaboração de uma política metropolitana de combate às mudanças climáticas e transição para a economia baseada em energia renovável e sustentável. A decisão foi tomada na última reunião da Agência Metropolitana de Campinas (AGEMCAMP) e estará em discussão no workshop &#8220;Mudanças climáticas: qual o papel das cidades paulistas” nesta terça-feira, dia 11 de novembro, no auditório da CPFL Cultura, em Campinas. O evento vai debater ferramentas e instrumentos que as cidades paulistas podem utilizar na prevenção às mudanças climáticas e efeitos associados, como a escassez hídrica e a crise no abastecimento de água em curso no estado.</p>
<p>O polo petroquímico de Paulínia, a frota automotiva de toda a região, o parque industrial regional e as emissões provocadas por mudanças no uso da terra farão parte do inventário regional. Um <strong>Primeiro Inventário de Emissões Antrópicas de Gases de Efeito Estufa Diretos e Indiretos do Estado de São Paulo</strong>, projeto coordenado e realizado pelo PROCLIMA/CETESB/SMA, com apoio da Embaixada Britânica no Brasil, já foi realizado para o período de 1990 a 2008.</p>
<p>O inventário reuniu estimativas de emissões de Gases de Efeito Estufa-GEE ocorridas no território paulista entre 1990 e 2008, com base na metodologia aprovada pelo IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. As estimativas incluem não apenas os seis gases listados pelo Protocolo de Kyoto (CO<sub>2</sub>, CH<sub>4</sub>, N<sub>2</sub>O, PFCs, HFCs, SF<sub>6</sub>), mas também os CFCs e HCFCs, gases destruidores da camada de ozônio, regulamentados pelo Protocolo de Montreal e com alto potencial de aquecimento global.</p>
<p>O estudo mostrou que o estado de São Paulo, responsável por cerca de 33% do PIB brasileiro, emitiu no período 6,5% dos gases de efeito estufa (GEE) no Brasil. O estudo mostrou ainda que, entre 1990 e 2008, as emissões totais de dióxido de carbono (CO2) aumentaram 63% em São Paulo.</p>
<p><strong>Workshop em Campinas</strong> &#8211; <span style="face: 'Verdana,;';">O evento desta terça-feira em Campinas é uma realização do Carbon Disclosure Project (CDP) em parceria com a Prefeitura de Campinas, CPFL e a Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), e reunirá secretários de meio ambiente, acadêmicos e empresas para debater os riscos, as oportunidades e os efeitos das mudanças climáticas no estado de São Paulo.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> <span style="face: 'Verdana,;';">Como um dos efeitos dessas mudanças destaca-se a atual crise hídrica, que afeta o abastecimento da população em geral, do comércio e da indústria paulistas. </span><span style="face: 'Verdana,;';">Uma pesquisa da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) aponta, por exemplo, que para 65% das empresas ouvidas, a interrupção no fornecimento de água irá impactar no faturamento (<a href="http://az545403.vo.msecnd.net/uploads/2014/07/rumos-racionamento-de-agua_3016.pdf" target="_blank">http://az545403.vo.msecnd.net/uploads/2014/07/rumos-racionamento-de-agua_3016.pdf</a>) e cerca de 3 mil postos de trabalho podem ser fechados.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman;">“</span><span style="face: 'Verdana,;';">A expectativa é a melhor possível por Campinas sediar essa importante iniciativa, no momento em que nos preparamos para realizar nosso primeiro inventário de emissões de gases de efeito estufa com recorte regional, para todas as cidades da RMC, conforme a ultima reunião da AGEMCAMP&#8221;, afirma Rogério Menezes, secretário do Verde de Campinas e vice-presidente da ANAMMA-SP.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">O workshop irá debater este e outros desafios e contará com a participação de representantes de prefeituras paulistas e estudiosos do tema, entre eles, o professor de Ciências Atmosféricas da USP, Tércio Ambrizzi.</span></p>
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