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	<title>Agência Social de Notícias &#187; IDHM</title>
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		<title>Novo Atlas do Desenvolvimento Humano do PNUD mostra menor distância entre regiões metropolitanas brasileiras</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 16:28:34 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou nesta terça-feira, 25 de novembro, o Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras. O Atlas mostra que houve uma redução da distância em desenvolvimento entre as regiões metropolitanas localizadas no Nordeste e aquelas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Entretanto, a publicação confirma que, no interior de cada região metropolitana, existem muitas desigualdades, em termos de renda, escolaridade e esperança de vida ao nascer.</p>
<p>Segundo o Atlas, as Regiões Metropolitanas de São Paulo, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Vitória são as de maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Manaus, Belém, Fortaleza, Natal e Recife são as RMs com menor IDHM. O Atlas resulta de parrceria entre o PNUD, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP). Os dados são calculados com base nos Censos Demográficos de 2000 e 2010, do IBGE.</p>
<p>O Atlas contempla a evolução dos indicadores de desenvolvimento humano entre 2000 e 2010 em 16 Regiões Metropolitanas Brasileiras. Além disso, faz uma radiografia do IDH de sub-regiões dentro dessas regiões metropolitanas, denominadas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs).</p>
<p>Na primeira etapa do projeto foram reunidas informações de 16 RMs: Belém, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória.</p>
<p>“Para além de evidenciar o fato de que o país ainda tem um caminho a percorrer na redução das desigualdades em suas cidades, a intenção do Atlas é justamente ajudar no estabelecimento de políticas inclusivas que tenham como fim a melhoria das condições de vida das pessoas”, afirmou o representante residente do PNUD no Brasil, Jorge Chediek.</p>
<p align="LEFT">O conceito de desenvolvimento humano, bem como sua medida, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), foram apresentados em 1990, no primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), idealizado pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, com a colaboração do economista Amartya Sen.</p>
<p align="LEFT">O IDH é composto por três indicadores, a expectativa de vida ao nascer, o acesso à educação e o padrão de vida, incluindo renda. Quanto mais próximo de 1, maior o IDH. Em 2012, o PNUD Brasil, o Ipea e a Fundação João Pinheiro começaram parceria para adaptar a metodologia do IDH Global para calcular o IDH Municipal (IDHM) dos 5.565 municípios brasileiros. Esse cálculo foi realizado a partir das informações dos três últimos Censos Demográficos do IBGE – 1991, 2000 e 2010. Agora foi calculado o IDH de 16 das regiões metropolitanas brasileiras.</p>
<div>Entre 2000 e 2010, a diferença entre a Região Metropolitana de IDHM mais elevado (São Paulo) e a RM de IDHM mais baixo (Manaus) caiu de 22,1% para 10,3%. Em termos de IDHM, portanto, observa o PNUD, as regiões metropolitanas estão menos desiguais em 2010 do que estavam em 2000.</div>
<div>Por outro lado, existem desigualdades marcantes no interior das regiões pesquisadas. Abaixo, o IDH de cada uma das regiões metropolitanas pesquisadas.</div>
<div></div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="144"><strong>Região Metropolitana</strong></td>
<td width="144"><strong>IDH 2000</strong></td>
<td width="144"><strong>IDH 2010</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="144">São Paulo</td>
<td width="144">0,714</td>
<td width="144">0,794</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">DF</td>
<td width="144">0,680</td>
<td width="144">0,792</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Curitiba</td>
<td width="144">0,698</td>
<td width="144">0,783</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Belo Horizonte</td>
<td width="144">0,682</td>
<td width="144">0,774</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Vitória</td>
<td width="144">0,678</td>
<td width="144">0,772</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Rio de Janeiro</td>
<td width="144">0,686</td>
<td width="144">0,771</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Goiânia</td>
<td width="144">0,667</td>
<td width="144">0,769</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Cuiabá</td>
<td width="144">0,668</td>
<td width="144">0,767</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Porto Alegre</td>
<td width="144">0,685</td>
<td width="144">0,762</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">São Luis</td>
<td width="144">0,642</td>
<td width="144">0,755</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Salvador</td>
<td width="144">0,636</td>
<td width="144">0,743</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Recife</td>
<td width="144">0,627</td>
<td width="144">0,734</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Natal</td>
<td width="144">0,625</td>
<td width="144">0,733</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Fortaleza</td>
<td width="144">0,622</td>
<td width="144">0,732</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Belém</td>
<td width="144">0,621</td>
<td width="144">0,729</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Manaus</td>
<td width="144">0,585</td>
<td width="144">0,720</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras, 2014</p>
</div>
<p align="LEFT">
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