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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Imigrante africano em Campinas</title>
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		<title>Campinas caminha para ter Centro e Protocolo de Acolhimento ao Imigrante Africano</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 20:11:08 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A estruturação de um Centro e de um Protocolo de Acolhimento ao Imigrante Africano em Campinas estará em discussão nesta quarta-feira, 27 de maio, a partir das 14 horas, em evento que faz parte da Semana de Solidariedade aos Povos Africanos. O evento acontece no auditório da Faculdade de Educação da Unicamp e a proposta de estruturação do Centro e Protocolo de Acolhimento ao Imigrante Africano é da Comissão Especial de Estudos da Lei 10.639/03 da Câmara Municipal e do Fórum de Educação e Diversidade das Relações Étnico Raciais.</p>
<p>Segundo o vereador Carlão do PT, a proposta de estruturação do Centro e do Protocolo nasceu da série de denúncias que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal &#8211; presidida por ele &#8211; tem recebido, a respeito de atos de violência praticados contra imigrantes africanos que estão vivendo em Campinas, como estudantes ou trabalhadores. &#8220;Existem muitos relatos de dificuldades, que serão apresentados pelos próprios imigrantes no evento na Unicamp&#8221;, diz o vereador.</p>
<p>A ideia, de acordo com Carlão do PT, é inicialmente montar um Centro de Acolhimento ao Imigrante Africano, e também ao imigrante haitiano que também está chegando a Campinas. &#8220;Mas depois a ideia seria transformar este espaço em um Centro de Referência, como parte de uma política de acolhimento ao imigrante em geral na cidade&#8221;, afirma o vereador, lembrando que Campinas é uma cidade cada vez mais globalizada, em função da presença de Viracopos e outros fatores.</p>
<p>&#8220;É preciso ter um protocolo de atendimento, para que o imigrante tenha informações e seja acolhido de forma adequada, evitando que ele seja vítima de qualquer tipo de violência, como de eventuais aproveitadores&#8221;, diz o parlamentar. &#8220;Os imigrantes têm o direito de preservar sua cultura, seus valores, enfim, devem ter todos os seus direitos humanos respeitados&#8221;, completa.</p>
<p>A discussão acontecerá no evento denominado “Diálogo com o Imigrante Africano”. A Prefeitura de Campinas será representada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania. Segundo os organizadores da Semana (CEE e Fórum), dados não oficiais indicam a presença de aproximadamente trezentos africanos no Distrito de Barão Geraldo, muitos deles estudantes da Unicamp, e muitos vêm enfrentando dificuldades.</p>
<p>A CEE da Câmara é presidida pelo vereador Carlão do PT. O Fórum de Educação e Diversidade das Relações Étnico Raciais (composto por representantes de diversos segmentos, como movimento negro, professores, universidades, Câmara Municipal e Prefeitura) foi criado em março de 2014, tendo como principal objetivo trabalhar pelo ensino regular da história e cultura africana e afro-brasileira em todas as escolas de ensino fundamental e médio da cidade, conforme previsto na Lei 10.639/03.</p>
<div id="attachment_1504" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Raça-004.jpg"><img class="size-large wp-image-1504" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Raça-004-1024x768.jpg" alt="Carlão do PT (centro da foto) preside a Comissão Especial de Estudos sobre a implementação da Lei 10.639 em Campinas (foto José Pedro Martins)" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Carlão do PT (centro da foto) preside a Comissão Especial de Estudos sobre a implementação da Lei 10.639 em Campinas (foto José Pedro Martins)</p></div>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Lei 10.639/03 -</strong> Outro tema da Semana de Solidariedade aos Povos Africanos é justamente o ensino da história e cultura africana, afro-brasileira e indígena nas escolas de Ensino Fundamental e Médio (incluído na Lei de Diretrizes e Bases da Educação por meio das leis 10.639/03 e 11.645/08). O assunto será discutido especificamente no “Seminário Caminhos Para Uma Educação Inclusiva e Democrática: Contribuições na Consolidação das Leis 10.639/03 e 11.645/08”, dia 29, às 19 horas, no Plenário da Câmara Municipal. </span><b><br />
</b><br />
O Seminário é dirigido a profissionais de Educação que atuam na cidade, nas redes pública e privada, e contará com palestra do Professor Doutor Ramatis Jacino. A avaliação da CEE e do Fórum é de que o cotidiano escolar ainda mostra um currículo eurocêntrico e a ausência da história afro-brasileira. Com o objetivo de compreender quais as dificuldades enfrentadas para aplicação desses ensinamentos, durante o Seminário está previsto o lançamento de um Questionário a ser aplicado aos professores da rede pública municipal. &#8220;Pretendemos que seja uma pesquisa que dê os fundamentos para uma política efetiva de cumprimento da legislação, para que o ensino da história e cultura africana, afro-brasileira e indígena chegue realmente na ponta, nos alunos do ensino fundamental e médio&#8221;, diz Carlão do PT.</p>
<p>A Semana de Solidariedade aos Povos Africanos começou na segunda-feira, 25 de maio, com o Diálogo Brasil/África e a Educação, na Câmara Municipal. Nesta terça-feira, dia 26, às 19 horas, acontece a Mesa de Diálogo sobre o Racismo, a partir das 19 horas, na <span style="color: #000000;">CEPIR &#8211; Coordenaria Especial da Igualdade Racial (r</span>ua General Osório nº 490 &#8211; Centro).</p>
<p>A Semana prossegue nesta quarta, com o evento na Unicamp, e na quinta-feira, dia 28, às 19 horas, com a Homenagem à Mãe Criadeira  e Ogan, no Plenário Sylvia Pascoal da Câmara Municipal. E termina na sexta, 29, às 19 horas, com o Seminário &#8220;Caminhos Para Uma Educação Inclusiva e Democrática: Contribuições na Consolidação das Leis 10.639/03 e 11.645/08&#8243;, no Plenário José Maria Matozinho da Câmara Municipal.</p>
<p>A realização da Semana é da Comissão Especial de Estudos da Lei 10.639/03 da Câmara Municipal de Campinas e Fórum de Educação e Diversidade das Relações Étnico Raciais, com as parcerias das secretarias municipais de Educação, Cultura, Assistência Social e Cidadania e de Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo. Parcerias também da CEPIR, do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra, da Associação das Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e da Fundação Municipal para a Educação Comunitária (Fumec).</p>
<p>A Comissão Especial de Estudos da Lei 10.639/03 tem promovido uma série de debates na Câmara Municipal e outros espaços. Um dos eventos contou com a presença da ex-ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro.</p>
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