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	<title>Agência Social de Notícias &#187; INPE</title>
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		<title>Ano começa com recorde de queimadas no Brasil na década segundo o INPE</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 20:02:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[INPE]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos cinco primeiros dias de 2015 foram identificadas 661 grandes queimadas no Brasil, 54% a mais do que o mesmo período desde 2010, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Com 59,4% dos casos, o Cerrado é o bioma com maior número de queimadas nesses cinco primeiros dias do ano, vindo em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nos cinco primeiros dias de 2015 foram identificadas 661 grandes queimadas no Brasil, 54% a mais do que o mesmo período desde 2010, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Com 59,4% dos casos, o Cerrado é o bioma com maior número de queimadas nesses cinco primeiros dias do ano, vindo em seguida a Amazônia, com 25%. É mais um claro indício de que as chuvas, em pleno Verão, continuam irregulares, apontando para mais um ano de estiagem, com exceção de algumas regiões, como o Sul do país.</p>
<p>Em 2014, segundo o INPE, foram registradas 183528 queimadas no Brasil, cerca de 50% a mais do que em 2013, quando foram identificadas 115520. O total em 2014 foi o oitavo maior desde 1998. O maior número foi verificado em 2010, com 249291 queimadas.</p>
<p>No estado de São Paulo, um dos mais atingidos pela estiagem em 2014, foram 4717 queimadas, mais do que o dobro do total de 2055 em 2013. O total em 2014 foi o terceiro maior em São Paulo desde 1998, ainda segundo o INPE.</p>
<p>O Pará foi o estado com maior número de queimadas em 2014. Foram 35921, sexto maior número desde 1998 de acordo com o INPE.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Temperatura chega a 34.3°C em Campinas e estiagem volta a preocupar</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2014 23:17:15 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[A temperatura máxima em Campinas chegou a 34.3°C neste sábado, 27 de dezembro, às 17h20, segundo o Cepagri/Unicamp. Depois de três dias seguidos com chuvas intensas no início do verão, já faz 72 horas que não chove no município. Mesma situação em todo estado de São Paulo, que depois das chuvas intensas volta a atenção ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A temperatura máxima em Campinas chegou a <span style="color: #150091; font-family: Arial; font-size: small;">34.3°C</span> neste sábado, 27 de dezembro, às 17h20, segundo o Cepagri/Unicamp. Depois de três dias seguidos com chuvas intensas no início do verão, já faz 72 horas que não chove no município. Mesma situação em todo estado de São Paulo, que depois das chuvas intensas volta a atenção para a estiagem que continua afetando as condições de abastecimento. Os reservatórios do Cantareira, depois de dois dias de elevação &#8211; após oito meses de queda &#8211; voltaram a ficar estacionados, em 7,4%, índice muito baixo para a época. Se não houver uma importante recuperação até janeiro, a crise hídrica em 2015 será ainda maior na região mais populosa do país.</p>
<p>Segundo o Cepagri, o total de chuva registrado entre 23 e 24 de dezembro na estação meteorológica da Unicamp está entre os cinco maiores volumes diários já registrados: 18 de fevereiro de 2003, 104,8 milímetros (mm); 02 de outubro de 2001, 110,4 mm; 11 de março de 1999 = 107,6mm e 25 de dezembro de 1997 = 126,5 mm. O total acumulado até agora no mês é de 230,2 mm superando a média histórica, que é de 204mm.</p>
<p>Entretanto, há 72 horas não chove, em Campinas e outras regiões de São Paulo, o que volta a preocupar em termos das condições de abastecimento no estado. O mesmo em outras regiões do país. Até a sexta-feira, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foram registradas 181.798 queimadas no Brasil desde primeiro de janeiro, ou 58% a mais do que no mesmo período de 2013.</p>
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		<title>Crise hídrica, desmatamento, UCs, Brasil fora de tratado: destaques ambientais de 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2014 15:08:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sistema Cantareira]]></category>
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		<description><![CDATA[A crise hídrica que atingiu São Paulo e várias regiões do país, o menor desmatamento na Amazônia depois da retomada, o primeiro leilão de energia solar, novas Unidades de Conservação, preocupação com o licenciamento ambiental e o Brasil fora do Protocolo de Nagoya sobre uso da biodiversidade: destaques ambientais brasileiros de 2014, segundo a Agência ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A crise hídrica que atingiu São Paulo e várias regiões do país, o menor desmatamento na Amazônia depois da retomada, o primeiro leilão de energia solar, novas Unidades de Conservação, preocupação com o licenciamento ambiental e o Brasil fora do Protocolo de Nagoya sobre uso da biodiversidade: destaques ambientais brasileiros de 2014, segundo a Agência Social de Notícias.</p>
<p><strong>1. Crise hídrica -</strong> Uma crise hídrica histórica atingiu grande parte do país em 2014, mas com destaque para o esvaziamento do Sistema Cantareira, conjunto de reservatórios formados por águas da bacia do rio Piracicaba e que abastece metade da Grande São Paulo, além de ter conexão com o abastecimento na região de Campinas. Desde o dia 16 de maio a Sabesp, empresa estatal que administra o Cantareira, utiliza o Volume Morto do Cantareira para garantir a continuidade do abastecimento, ainda assim prejudicado em muitas regiões da Grande São Paulo. A partir de 24 de outubro passou a ser utilizada a segunda cota do Volume Morto. Depois de meses, o nível do Cantareira voltou a subir com as chuvas da entrada do Verão, atingindo 7,2% neste 25 de dezembro. Especialistas como o professor Dr.Antônio Carlos Zuffo, do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp, entendem que houve equívocos de planejamento no gerenciamento do Cantareira. A Agência Nacional de Águas (ANA), órgão federal, e o Departamento Estadual de Águas e Energia Elétrica (DAEE), têm emitido várias deliberações sobre a operação do Cantareira ao longo do ano. Em algumas de suas deliberações a ANA questionou ações da Sabesp no gerenciamento dos reservatórios. O temor é o de que o Cantareira chegue com níveis muito baixos no início de 2015, o que indicaria uma crise hídrica ainda maior no próximo ano na região mais populosa, rica e industrializada do país.</p>
<p><strong>2. Desmatamento na Amazônia</strong> &#8211; No dia 26 de novembro o Ministério do Meio Ambiente divulgou os números do desmatamento na Amazônia entre agosto de 2013 e julho de 2014, com base em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Segundo o governo foram desmatados 4.848 quilômetros quadrados de vegetação no período na Amazônia, 18% a menos do que os 5.891  km² de 2013, quando houve uma preocupante retomada do crescimento do desmatamento em 28,8% em relação a 2012, ano em que foi de 4.571 km². Desde 2004 havia quedas sucessivas no desmatamento na Amazônia, com exceção de 2008, quando foram desmatados 12.911 km², contra 11.651 km² em 2007. Ainda assim o desmatamento é alto na Amazônia e também em outros biomas, sobretudo no Cerrado, que já teve mais da metade da vegetação suprimida.</p>
<div id="attachment_1210" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Pantanal4.jpg"><img class="size-large wp-image-1210" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Pantanal4-1024x768.jpg" alt="Área do Pantanal considerada patrimônio mundial: bioma rico em biodiversidade  (Foto José Pedro Martins) " width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Área do Pantanal considerada patrimônio mundial: bioma rico em biodiversidade (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>3. <strong>Brasil fora do Protocolo de Nagoya</strong> &#8211;  Entrou em vigor no dia 12 de outubro o Protocolo de Nagoya sobre Acesso a Recursos Genéticos <span class="hps">e a Partilha Equitativa</span> J<span class="hps">usta dos Benefícios</span> D<span class="hps">ecorrentes da sua Utilização. O Protocolo de Nagoya está vinculado à</span><span class="hps"> Convenção</span> <span class="hps">sobre a Diversidade Biológica</span> <span class="hps">(CDB)</span> e representa, segundo seus objetivos oficiais, “<span class="hps">um</span> <span class="hps">mecanismo para garantir que</span> <span class="hps">o acesso e a</span> <span class="hps">repartição dos benefícios</span> <span class="hps">a partir do</span> <span class="hps">uso de recursos genéticos</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">conhecimentos tradicionais associados</span>, <span class="hps">aconteçam</span> <span class="hps">em um contexto</span> <span class="hps">de transparência e com</span> <span class="hps">equidade”.</span> A entrada em vigor deste Protocolo interessa muito ao Brasil, que tem a maior biodiversidade do planeta, e em particular às comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas, mas o país ainda não ratificou o documento.<br />
O Protocolo de Nagoya foi adotado pela Conferência das Partes (COP-10) da CDB, a 29 de outubro de 2010, em Nagoya, Japão. A abertura para assinaturas dos estados nacionais foi a 2 de fevereiro de 2011.  Ele entraria em vigor 90 dias depois do depósito do 50º instrumento de ratificação, aceitação, aprovação ou adesão por parte de estados nacionais. Este prazo venceu dia 12 de outubro de 2014, e o Protocolo entrou em vigor. O Protocolo já recebeu mais de 50 ratificações. O Brasil ainda não ratificou o documento, o que diminui a sua força nas negociações internacionais. A ratificação encontra resistências da bancada ruralista no Congresso Nacional.</p>
<p>4.<strong> Unidades de Conservação</strong> &#8211; Entre 10 e 17 de outubro o Diário Oficial da União publicou atos do governo federal criando sete Unidades de Conservação no país. Foram criados os Parques Nacionais da Serra do Gandarela (MG), com 31,2 mil hectares; do Guaricana (PR), com 49,3 mil hectares; Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Nascentes Geraizeiras (MG), com 38,1 mil hectares; três Resex marinhas no litoral do Pará: Mocapajuba, com cerca de 21 mil hectares; Mestre Lucindo, com 26,4 mil hectares; e Cuinarana, com 11 mil hectares. E finalmente a Reserva de Alto Maués (AM), com 668.160 hectares. Além disso, houve a ampliação da Resex marinha Araí-Peroba, litoral do Pará, de 11,5 mil hectares para 50,5 mil hectares, e da Reserva Extrativista (Resex) do Médio Juruá (AM) de 256,9 mil para 286,9 mil hectares. No total,  925 mil hectares foram acrescentados ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Até 15 de março de  1985, data da posse do presidente José Sarney, tinham sido criadas 84 Unidades de Conservação no Brasil. A partir desta data, foram criadas 51 UCs no governo Sarney, 14 no governo Fernando Collor de Mello, 1 no governo Itamar Franco, 81 nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, 77 nos dois mandatos de Luis Inácio Lula da Silva e 11 no governo de Dilma Rousseff. Em termos de extensão territorial das UCs, os governos com maior área total abrangida foram os de Luis Inácio Lula da Silva (26,700 milhões de ha) e Fernando Henrique Cardoso (21,5 milhões de ha). O Brasil conta no total com 312 Unidades de Conservação federais.</p>
<p><strong>5. Primeiro leilão de energia solar</strong> &#8211; No dia 31 de outubro foi realizado o primeiro leilão de energia solar na história do país que tem sol quase o ano todo.  Foram vendidos 1.048 megawatts de energia referentes a 31 novos projetos, sendo que 889,7 MW já estarão agregados na rede a partir de 2017, conforme dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).  O preço-médio de energia solar praticado no leilão foi de R$ 215,12 por megawatt-hora (MWh). Os parques solares negociados estão situados nos estados de Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo.</p>
<div id="attachment_1073" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CampinasCalor_0027.jpg"><img class="size-large wp-image-1073" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CampinasCalor_0027-1024x682.jpg" alt="Brasil teve primeiro leilão de energia solar: fonte do futuro que já chegou (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Brasil teve primeiro leilão de energia solar: fonte do futuro que já chegou (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>6. Licenciamento ambiental</strong> &#8211;  Organizações ambientalistas de todo país estão preocupados com os processos de licenciamento ambiental praticados pelas três esferas de governo, federal, estaduais e municipais. Este é um dos maiores desafios para garantir o planejamento urbano e a qualidade de vida, na opinião de ambientalistas como o Dr.Paulo Jorge Moraes Figueiredo, diretor da Sociedade para Defesa do Meio Ambiente de Piracicaba (SODEMAP) e professor da Unimep. A SODEMAP é uma das onze entidades ambientalistas eleitas para compor o próximo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), entre 2015-17.   “Os processos de licenciamento estão cada vez mais precários, diminuíram de prazo, diminuiu muito o controle e a participação por parte da sociedade”, afirmou o dirigente da SODEMAP em entrevista exclusiva para a Agência Social de Notícias.</p>
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		<title>Crise hídrica: Cantareira atinge perigosos 8% de capacidade e risco de apagão também aumenta</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2014 18:20:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Cantareira]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Cantareira atingiu neste domingo, 7 de dezembro, perigosos 8% de capacidade em seus reservatórios. A continuar a queda diária do volume dos reservatórios, a capacidade seria de 5% no final de dezembro, indicando um caos no abastecimento público de água em 2015, na região mais rica e populosa do país. Os reservatórios das hidrelétricas também estão em situação crítica, aumentando a cada dia o risco de apagão. O número de queimadas explode na maior parte do país.</p>
<p>Formados pelas águas da bacia do rio Piracicaba, o Sistema Cantareira abastece metade da Grande São Paulo. Desde maio de 2014 está sendo utilizado o Volume Morto do Cantareira. Na época o volume era de 8,2% e com o acréscimo de 18,5% a capacidade passou a 26,7%. As chuvas continuaram abaixo da média histórica e desde 24 de outubro a Sabesp, que gerencia o Cantareira, passou a usar a segunda cota do Volume Morto, ou seja, 10,7%. Com isso o volume passou a 13,6%, em queda desde então.</p>
<p>As soluções acenadas ainda são de médio e longo prazo, como a construção do Sistema São Lourenço, que ficaria pronto em 2017. Nesta semana foi anunciado o aporte de R$ 2,6 bilhões para o São Lourenço, sendo a maior parte de recursos federais. Será uma obra com o modelo da parceria público-privada.</p>
<p>Outros reservatórios que abastecem a Grande São Paulo continuam em queda. O Sistema Alto Tietê chegou a 4,8% neste domingo. O Sistema Guarapiranga está em 32,0%, e o Sistema Cotia, em 29,7%.</p>
<p>Os reservatórios de algumas das principais hidrelétricas brasileiras também estão caindo de volume. Na sexta-feira, dia 5, os reservatórios do Sistema Interligado Nacional estavam com 24,01% de capacidade.</p>
<p>Até este sábado, 6 de dezembro, foram registrados 176.101 focos de queimadas no Brasil, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), representando 62% a mais do que o mesmo período em 2013. No estado de São Paulo já foram 4667 focos, 136% a mais do que no ano passado. Já é o segundo maior número de queimadas em São Paulo no século 21,  perdendo apenas para os 5194 no mesmo período em 2010.</p>
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		<title>IBGE faz mapeamento da agressividade climática na Amazônia Legal</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 18:26:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[INPE]]></category>
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		<description><![CDATA[Noroeste do Amazonas, áreas centrais do Mato Grosso próximas a Cuiabá, entornos de Boa Vista (RR) e Palmas (TO) e boa parte do Maranhão. Estas são as áreas de maior potencial de agressividade climática na Amazônia Legal, de acordo com mapa divulgado nesta segunda-feira, 17 de novembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Noroeste do Amazonas, áreas centrais do Mato Grosso próximas a Cuiabá, entornos de Boa Vista (RR) e Palmas (TO) e boa parte do Maranhão. Estas são as áreas de maior potencial de agressividade climática na Amazônia Legal, de acordo com mapa divulgado nesta segunda-feira, 17 de novembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As áreas de maior potencial de agressividade climática no Mato Grosso, Tocantins e Maranhão coincidem com os territórios destes estados incluídos no chamado Arco do Desmatamento. Os espaços que compõem o Arco são aqueles de avanço da fronteira agrícola e onde estão os maiores índices de desmatamento na Amazônia Legal. A identificação das áreas de maior potencial de agressividade climática contribuirá para políticas públicas que ajudem na melhoria das condições ambientais nesses espaços.</p>
<p>Para desenhar o mapa do Potencial de Agressividade Climática na Amazônia Legal, foram utilizados dados levantados em 326 estações meteorológicas, coletados durante três décadas (1960 a 1990), além de informações da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do próprio IBGE. O mapa faz parte dos estudos derivados do Diagnóstico Ambiental da Amazônia Legal.</p>
<p>O mapa foi composto, então, conjugando-se as variáveis climáticas, ajustadas às características de relevo e da cobertura vegetal da Amazônia Legal, que ameniza os efeitos do clima. Sem essa cobertura, o potencial de agressividade climática torna-se maior, com maiores impactos para a população local e para o próprio meio ambiente.</p>
<p>Com base na integração e análise de todas as variáveis, foram estabelecidas três grandes classes de agressividade (alta, média e baixa), subdivididas em níveis (fatores), segundo a combinação dos elementos: índice de concentração de chuvas; números de meses com excesso, número de meses com deficiência e totais médios anuais de chuva.</p>
<p>A divulgação do mapa de Potencial de Agressividade Climática na Amazônia Legal ocorre no momento em que o governo brasileiro está intensificando as medidas para interromper a retomada &#8211; verificada nos últimos monitoramentos &#8211; do desmatamento na Amazônia. No último dia 7 de novembro, foi anunciado, por exemplo, foi anunciado um acordo de cooperação entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), visando o aperfeiçoamento das ações de detecção de degradação da vegetação na Amazônia e que aumentará a efetividade das ações de combate ao desmatamento na região, através da integração entre os órgãos.</p>
<p>Na oportunidade foi anunciado o novo Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real, o Deter B, cujos dados serão disponibilizados trimestralmente, em fevereiro, maio, agosto e novembro de 2015. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o novo sistema fará com maior precisão o monitoramento da Amazônia. Com o Deter B, será possível enxergar áreas de até 6,25 hectares onde houve mudança de paisagem. Antes, o sistema identificava áreas de, no mínimo, 25 hectares.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>São Paulo tem número recorde de queimadas do século 21 em outubro</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Oct 2014 20:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cepagri]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>

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		<description><![CDATA[Com somente 19 dias, outubro de 2014 já registra o maior número de queimadas para o mês durante o século 21, segundo o monitoramento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Já foram detectados 755 focos no mês, superando os recordes anteriores, de 647 pontos, em 2000, e de 619, em 2002. Os 755 focos de outubro ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com somente 19 dias, outubro de 2014 já registra o maior número de queimadas para o mês durante o século 21, segundo o monitoramento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Já foram detectados 755 focos no mês, superando os recordes anteriores, de 647 pontos, em 2000, e de 619, em 2002. Os 755 focos de outubro de 2014 já são seis vezes o total de queimadas no mesmo mês em 2013, de 127.</p>
<p>Em 2014, já foram identificadas 4472 queimadas no estado de São Paulo, número maior do que todos os anos de 2013 (2055), 2012 (2159) e 2011 (3573). O total de queimadas no estado até 19 de outubro só é superado, no século 21, pelo ano de 2010, com 5194 focos, contando todos os meses. Com a forte estiagem em curso, é muito provável que 2014 seja o ano com maior número de queimadas no século em São Paulo.</p>
<p>As temperaturas também têm batido recordes no estado de São Paulo. Na sexta-feira, dia 17, a cidade de São Paulo teve o recorde de  37,8ºC, verificado na estação no Mirante de Santana do Instituto Nacional e Meteorologia (Inmet). Em Campinas, também foi registrado na sexta-feira, dia 17, com 38,1ºC, às 14h50, e segundo a Defesa Civil a umidade relativa do ar atingiu 15,2%, por volta das 15h.</p>
<p>Segundo o Cepagri, da Unicamp, a temperatura mais alta verificada na Primavera em Campinas era de 37,8ºCem setembro de 1961 e novembro de 1985.  A previsão do Cepagri é de ocorrência na segunda-feira, dia 20, de nebulosidade elevada, com pancadas de chuva. Há possibilidade de temporais, alerta o Cepagri.</p>
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		<title>Brasil tem mais de 4 mil queimadas em dois dias e metade acontece no Cerrado</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 21:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais da metade das 4 mil queimadas registradas nos últimos dois dias no Brasil acontece no Cerrado, justamente o bioma mais afetado pela devastação no país, conforme alertou documento da a COP-12, décima segunda reunião dos países que assinaram a Convenção da Diversidade Biológica (CDB), encerrada nesta sexta-feira, 17 de outubro, em Pyeongchang, na Coréia do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mais da metade das 4 mil queimadas registradas nos últimos dois dias no Brasil acontece no Cerrado, justamente o bioma mais afetado pela devastação no país, conforme alertou documento da a COP-12, décima segunda reunião dos países que assinaram a Convenção da Diversidade Biológica (CDB), encerrada nesta sexta-feira, 17 de outubro, em Pyeongchang, na Coréia do Sul.</p>
<p>Tocantins, no coração do Cerrado brasileiro, tem sido afetado especialmente pelas queimadas nos últimos dois dias, segundo dados do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE). Conforme o monitoramento do INPE, três dos cinco municípios com maior número de queimadas nas últimas 48 horas no país são de Tocantins: Formoso do Araguaia (48 pontos de queimada), Paraná (32) e Lagoa da Confusão (24).</p>
<p>Os outros dois municípios entre os cinco são Corumbá, no Mato Grosso do Sul, com 42 focos, e Mansidão, na Bahia, com 29.</p>
<p>O documento “Perspectiva Mundial sobre a Diversidade Biológica 4″, lançado em Pyeongchang, na Coréia do Sul, afirma que no Cerrado &#8220;as taxas de desmatamento continuam altas”. Mais de 50% do Cerrado já foram desmatados e convertidos em área agrícola, nota o documento. O relatório observa que “os aumentos projetados na produção agrícola do Brasil podem ser obtidos facilmente dentro da área existente dedicada a cultivos e terras de pastagem com aumentos plausíveis na produtividade destas terras, permitindo a restauração florestal”.</p>
<p>Segundo maior bioma brasileiro, com 2 milhões de quilômetros quadrados e cobrindo 22% do território nacional, o Cerrado passa por muitas ameaças, como o aumento do desmatamento e o avanço da fronteira agrícola para exportação de grãos e pastagem para gado bovino.</p>
<p>39% do território correspondem a áreas com uso humano e 0,60% são cobertos por água. A vegetação nativa florestal responde por 37% do território e a vegetação nativa não florestal, por 23%. De fato, o Cerrado é o bioma mais ameaçado pela expansão da fronteira agrícola, que tem ocorrido de forma acelerada no Brasil. Entre 1940 e 2006, a área total com atividades agropecuárias no Brasil cresceu de 1,5 milhão para 2,5 milhão de quilômetros quadrados, segundo o IBGE. Com 11 mil espécies de plantas nativas, sendo 4.400 endêmicas, o Cerrado é a savana mais rica em biodiversidade no planeta.</p>
<p>A  COP-12, décima segunda reunião dos países que assinaram a Convenção da Diversidade Biológica (CDB), foi encerrada nesta sexta-feira, em Pyeongchang, na Coréia do Sul, com o conjunto de países se comprometendo a <span class="hps">intensificar</span> <span class="hps">ações para alcançar</span>, <span class="hps">até o final</span> <span class="hps">da década,</span> <span class="hps">as Metas</span> <span class="hps">de Aichi</span> <span class="hps">de Biodiversidade, a</span><span class="hps">provadas</span> <span class="hps">há quatro anos,</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">contribuir</span> <span class="hps">para</span> <span class="hps">a agenda de desenvolvimento</span> <span class="hps">sustentável.</span> <span class="hps">Um dos principais resultados</span> da COP-12 <span class="hps">foi o acordo entre</span> <span class="hps">os governos</span> <span class="hps">sobre os recursos financeiros</span> <span class="hps">para apoiar a</span> execução <span class="hps">do</span> <span class="hps">Plano Estratégico, que objetiva colocar em pratica as Metas de Aichi, metas estabelecidas para a proteção da diversidade biológica, conforme previsto na Convenção. </span></p>
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		<title>Queimadas avançam por todo Brasil e fecham Parque Nacional da Serra do Cipó (MG)</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 20:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O agravamento das queimadas tem provocado a ampliação do número de queimadas em várias regiões do Brasil. Nesta quarta-feira, 15 de outubro, o Parque Nacional da Serra do Cipó (MG) foi fechado em função do incêndio que atinge a unidade de conservação desde o sábado, dia 11. Outras áreas protegidas e espaços públicos têm sido ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O agravamento das queimadas tem provocado a ampliação do número de queimadas em várias regiões do Brasil. Nesta quarta-feira, 15 de outubro, o Parque Nacional da Serra do Cipó (MG) foi fechado em função do incêndio que atinge a unidade de conservação desde o sábado, dia 11. Outras áreas protegidas e espaços públicos têm sido atingidos por queimadas, como uma que atingiu o Parque Ecológico Mons.Emilio José Salim, em Campinas (SP), na manhã de hoje. Defesa Civil e Corpo de Bombeiros atuaram no combate ao fogo. Uma mata próxima a condomínio em Sumaré também foi atingida por incêndio. O Brasil já registrou 136.098 focos de incêndio até ontem, 14 de outubro, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Foram 11 mil focos somente na última semana.</p>
<p>A Serra da Cantareira, na Grande São Paulo, é atingida por um grande incêndio deste a noite de domingo, dia 12 de outubro. O Parque Nacional da Serra dos Órgãos, na Região Serrana do Rio de Janeiro, queima há nove dias.</p>
<p>O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) estima que entre 2 mil e 2.500 hectares do Parque Nacional da Serra do Cipó já foram queimados. A superintendente executiva da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), Dalce Ricas, entende que o governador de Minas Gerais, a presidente Dilma Rousseff, secretários municipais, ministros e deputados deveriam visitar as áreas queimadas.</p>
<p>&#8220;Eles deveriam sair do ar condicionado de suas salas e ver a desolação mortal deixada pelo fogo. Com boa parte do país queimando, no debate de ontem, os dois candidatos à presidência sequer mencionaram as alterações climáticas que ameaçam o planeta. Quem sabe assim acreditariam que vivem no planeta Terra&#8221;, ironizou a representante da Amda. Ela se refere ao primeiro debate na televisão entre os candidatos em segundo turno à Presidência, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) na noite desta terça-feira, 14 de outubro.</p>
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		<title>Queimadas sobem 63% no Brasil em 2014 e Mato Grosso é o campeão</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2014 21:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As queimadas cresceram 63% em 2014 (até 8 de outubro), em relação ao mesmo período do ano passado e o estado do Mato Grosso é o líder no ranking. As informações são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que também detectou um aumento de 14% das queimadas em todo continente, com destaque para a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As queimadas cresceram 63% em 2014 (até 8 de outubro), em relação ao mesmo período do ano passado e o estado do Mato Grosso é o líder no ranking. As informações são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que também detectou um aumento de 14% das queimadas em todo continente, com destaque para a Guiana Francesa, onde o incremento anual foi de 271%.</p>
<p>Segundo o monitoramento do INPE, foram 125.389 queimadas no Brasil de 1 de janeiro a 8 de outubro deste ano, contra 76.561 no ano passado. 2014 já é o terceiro maior em número de queimadas desde 2009, atrás de 2010, com 208.283, e de 2012, com 150.961.</p>
<p>O Mato Grosso é o estado líder em queimadas neste ano, com 23.132, 52% a mais do que no mesmo período do ano passado. Em segundo lugar está o Pará, com 18.649, ou impressionantes 148% a mais do que no ano passado, proporção menor que os 177% de aumento no Rio de Janeiro e dos 171% no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Na América Latina, o Brasil lidera em número de queimadas, estando a Venezuela com 20.107 pontos em segundo lugar e a Colômbia em terceiro, com 12.245. Foram 205.062 queimadas no total no continente até 8 de outubro de 2014, quarta-feira.</p>
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