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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Justiça Paz e Integridade da Criação</title>
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	<description>Notícias</description>
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		<title>A recusa do Vaticano ao convite do CMI para programa ecológico e a mudança com a Laudato si</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2015 17:00:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[JPIC]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Paz e Integridade da Criação]]></category>

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		<description><![CDATA[A encíclica Laudato si, do papa Francisco, lançada a 18 de junho de 2015, marcou o ingresso oficial do Vaticano, e com muita força e repercussão, na discussão ambiental planetária. Mas a Santa Sé poderia estar há muito mais tempo nesse debate, se tivesse aceito o convite para participar do Programa Justiça, Paz e Integridade ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A encíclica <strong>Laudato si,</strong> do papa Francisco, lançada a 18 de junho de 2015, marcou o ingresso oficial do Vaticano, e com muita força e repercussão, na discussão ambiental planetária. Mas a Santa Sé poderia estar há muito mais tempo nesse debate, se tivesse aceito o convite para participar do Programa Justiça, Paz e Integridade da Criação (JPIC) do Conselho Mundial de Igrejas (CMI).</p>
<p>Sediado em Genebra, Suíça, o CMI é a principal organização ecumênica internacional, reunindo mais de 350 Igrejas, como as chamadas denominações evangélicas históricas. O apelo que resultou no Programa JPIC foi feito na Assembleia do CMI em Vancouver, Canadá, em 1983.</p>
<p><span class="hps">A declaração de Vancouver indica aquela que deveria ser, para o CMI, a única </span><span class="hps">resposta</span> <span class="hps">cristã</span> possível naquele<span class="hps"> momento histórico, de acúmulo de arsenal atômico pelas grandes potências, que poderia levar a humanidade à autodestruição</span>: &#8221; <span class="hps">O</span> <span class="hps">alicerce desta</span> <span class="hps">ênfase deve ser</span> <span class="hps">confessando</span> <span class="hps">Cristo como a</span> <span class="hps">vida do mundo</span> <span class="hps">e da resistência</span> <span class="hps">cristã aos</span> <span class="hps">poderes da morte</span> do <span class="hps">racismo, do sexismo</span>, da <span class="hps">opressão de castas</span>, da exploração económica, o militarismo, as violações dos <span class="hps">direitos humanos e</span> o<span class="hps"> mau uso</span> <span class="hps">da ciência</span> <span class="hps">e tecnologia.</span><span class="hps atn">&#8220;</span></p>
<p>O encontro em Vancouver evoluiu o processo que resultou no JPIC. Em 1988, uma mensagem do Comitê Executivo do CMI fez a convocação para uma grande conferência de Igrejas sobre o JPIC, com o propósito de &#8220;fazer afirmações teológicas sobre justiça, paz e integridade da criação, e para identificar as principais ameaças à vida nestas três áreas e mostrar sua interconexão, e para <span title="and propose to the churches acts of mutual commitment in response to them”.">propor às Igrejas atos de compromisso mútuo em resposta a elas&#8221;. </span>A conferência foi marcada para Seul, Coreia do Sul, em março de 1990.</p>
<p>Ainda em janeiro de 1987, o então secretário-geral do CMI, Emilio Castro, fez convite formal ao Vaticano para participar como convidado do encontro em Seul. A Igreja Católica não é membro oficial do CMI. A resposta do Vaticano, então sob João Paulo II, foi dada em dezembro de 1987 e foi negativa, argumentando com as diferenças de perspectiva entre o CMI e a Santa Sé.</p>
<p>A posição do Vaticano não impediu que organizações católicas europeias, e mesmo conferências nacionais de bispos, participassem de encontros relacionados ao processo do JPIC, como um evento em Basileia, Suíça, em maio de 1989. O CMI não desistiu e em setembro de 1988 fez novo convite ao Vaticano, com o pedido de que fossem indicados 50 representantes católicos na conferência de Seul.</p>
<p>Com algum atraso o Vaticano respondeu que poderia enviar 20 representantes, mas o mal estar já estava consolidado e Emilio Castro não se furtou de fazer críticas públicas à postura da mais alta hierarquia católica. A delegação do Vaticano também deixou claro que não iria apoiar oficialmente o que foi aprovado em Seul, na medida em que algumas de suas afirmações &#8220;eram dificilmente conciliáveis com a doutrina católica&#8221;.</p>
<p>Esses gestos motivaram muitas críticas entre os setores católicos mais progressistas, e que há anos já vinham alertando para a importância e gravidade das questões ambientais, que também deveriam merecer atenção e posicionamento dos cristãos. Uma das vozes mais críticas nesse sentido foi a do missionário irlandês Sean McDonagh, que viveu durante muitos anos nas Filipinas e é considerado um dos pioneiros do ambientalismo contemporâneo.</p>
<p>Em 1986 McDonagh lançou uma obra que se tornou clássica, &#8220;To Care for the Earth: a Call to a New Theology&#8221;, e na qual propunha uma &#8220;nova história do universo&#8221;, como forma de questionar a visão cientificista que tem prevalecido como paradigma da ordem tecno-industrial. Uma das alternativas propostas pelo religioso &#8211; que trabalhou com os aborígenes T`Boli, na ilha filipina de Mindanao &#8211; é que o cristianismo aprenda com as tradições indígenas e, com isso, contribua para a reformulação de seu modo de ver a vida humana e a natureza.</p>
<p>Há décadas, portanto, o sacerdote columbano Sean McDonagh é uma voz de referência no meio católico, sobre questões ambientais. E foi com essa credencial que criticou a posição do Vaticano sobre o processo de Justiça, Paz e Integridade da Criação do Conselho Mundial de Igrejas.</p>
<p>&#8220;Em um mundo inundado com notícias da devastação ecológica na Europa Oriental, América Latina e Sudeste Asiático, a fome na África e na guerra no Oriente Médio, o processo de Justiça e Paz é um farol de esperança e um modo concreto de ajudar os cristãos de todas as Igrejas promover a paz, a justiça e uma administração responsável da criação de Deus&#8221;, escreveu o missionário irlandês. &#8220;Ninguém sugeriria que o processo é perfeito ou que a Santa Sé não poderia trazer uma dimensão enriquecedora para o debate. Mas isso não vai acontecer enquanto ele permanecer à margem&#8221;, afirmou, ainda na década de 1990.</p>
<p>Mas houve mudanças importantes na cúpula católica, com o papado de Francisco, e uma nova postura é anunciada, com a publicação da encíclica <strong>Laudato sí</strong>. O próprio Sean McDonagh foi uma das vozes ouvidas na elaboração da encíclica. &#8220;O que o papa Francisco Francisco apresenta é uma doutrina um tanto revolucionária. E ela está muito à frente de onde a Igreja Católica se encontra em termos de ministérios que se preocupam com meio ambiente nas paróquias e dioceses locais&#8221;, comentou.</p>
<p>McDonagh continua defendendo uma mudança radical de olhar do mundo católico para a questão ecológica, e entende que <strong>Laudato sí</strong> pode ser um importante impulso nesse sentido. A expectativa é de toda comunidade internacional, pois os desafios apontados pelas mudanças climáticas, pela erosão da biodiversidade, crise hídrica, entre outras questões, exige amplo envolvimento na busca de soluções.<strong> (Por José Pedro Martins)</strong></p>
<div id="attachment_5491" style="width: 984px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Seul2.jpg"><img class="size-full wp-image-5491" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Seul2.jpg" alt="Arte no final do encontro em Seul, pela justiça, paz e integridade da criação (Foto José Pedro Martins)" width="974" height="571" /></a><p class="wp-caption-text">Arte no final do encontro em Seul, pela justiça, paz e integridade da criação (Foto José Pedro Martins)</p></div>
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		<title>Programa do Conselho Mundial de Igrejas discute ecologia desde a década de 1980</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2015 21:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Mundial de Igrejas (CMI)]]></category>
		<category><![CDATA[JPIC]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Paz e Integridade da Criação]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Questões ecológicas são discutidas pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI) desde a década de 1980, no âmbito de seu Programa Justiça, Paz e Integridade da Criação (JPIC). Sediado em Genebra, Suíça, o CMI é a principal organização ecumênica internacional, reunindo mais de 350 Igrejas, como as chamadas denominações evangélicas históricas. Neste âmbito religioso, portanto, o CMI antecedeu e muito ao Vaticano, que entrou oficialmente e com força no debate ambiental planetário em 2015, com a encíclica <strong>Laudato si</strong>, do papa Francisco.</p>
<p>O apelo que resultou no Programa JPIC foi feito na Assembleia do CMI em Vancouver, Canadá, em 1983. Era o auge da Guerra Fria, a disputa entre capitalismo e comunismo liderada, respectivamente, pelos Estados Unidos e União Soviética, e que consumia bilhões de dólares anuais na corrida armamentista entre as grandes potências. Com o acúmulo do arsenal atômico, nunca a humanidade esteve tão próxima da autodestruição.</p>
<p>&#8220;A humanidade está vivendo agora nas sombras escuras de uma corrida armamentista e de sistemas de injustiça mais difundidos que o mundo <span title="ever known.">já conheceu. </span><span title="Never before has the human race been as close as it is now to total self-destruction.">Nunca antes a raça humana esteve tão próxima como agora da autodestruição total. </span><span title="Never before have so many lived in the grip of deprivation and oppression.”">Nunca antes tantos viveram sob o domínio de privação e opressão &#8220;, afirmou uma mensagem aprovada em Vancouver.</span></p>
<p><span class="hps">A contundente declaração aprovada na cidade canadense prosseguia com um apelo às Igrejas cristãs: &#8220;As igrejas</span> <span class="hps">hoje</span> <span class="hps">são chamados</span> <span class="hps">a confessar</span> <span class="hps">novamente</span> <span class="hps">sua fé e</span> <span class="hps">arrepender-se</span> <span class="hps">pelos tempos</span> <span class="hps">em que os cristãos</span> <span class="hps">têm-se mantido</span> <span class="hps">em silêncio diante</span> <span class="hps">da injustiça</span> <span class="hps">ou</span> <span class="hps">ameaças à paz</span>. <span class="hps">A visão bíblica</span> <span class="hps">da paz com</span> <span class="hps">justiça para todos</span> <span class="hps">não</span> <span class="hps">é uma das várias</span> <span class="hps">opções para</span> <span class="hps">os seguidores de</span> <span class="hps">Cristo, mas</span> <span class="hps">é um imperativo</span> <span class="hps">para os nossos tempos</span> <span class="hps">&#8220;.</span></p>
<p><span class="hps">E o documento acrescentava, nos termos daquela que deveria ser, para o CMI, a única </span><span class="hps">resposta</span> <span class="hps">cristã</span> possível naquele<span class="hps"> momento</span>: &#8221; <span class="hps">O</span> <span class="hps">alicerce desta</span> <span class="hps">ênfase deve ser</span> <span class="hps">confessando</span> <span class="hps">Cristo como a</span> <span class="hps">vida do mundo</span> <span class="hps">e da resistência</span> <span class="hps">cristã aos</span> <span class="hps">poderes da morte</span> do <span class="hps">racismo, do sexismo</span>, da <span class="hps">opressão de castas</span>, da exploração económica, o militarismo, as violações dos <span class="hps">direitos humanos e</span> o<span class="hps"> mau uso</span> <span class="hps">da ciência</span> <span class="hps">e tecnologia.</span><span class="hps atn">&#8220;</span></p>
<div id="attachment_5484" style="width: 893px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Seul3.jpg"><img class="size-full wp-image-5484" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Seul3.jpg" alt="Atividade cultural no encerramento do encontro em Seul: pela justiça, paz e integridade da criação (Foto José Pedro Martins)" width="883" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Atividade cultural no encerramento do encontro em Seul: pela justiça, paz e integridade da criação (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Desta declaração de Vancouver evoluiu o processo que resultou no JPIC. Em 1988, uma mensagem do Comitê Executivo do CMI fez a convocação para uma grande conferência de Igrejas sobre o JPIC, com o propósito de &#8220;fazer afirmações teológicas sobre justiça, paz e integridade da criação, e para identificar as principais ameaças à vida nestas três áreas e mostrar sua interconexão, e para <span title="and propose to the churches acts of mutual commitment in response to them”.">propor às Igrejas atos de compromisso mútuo em resposta a elas&#8221;.</span></p>
<p>A conferência foi marcada para Seul, Coreia do Sul, um lugar muito simbólico, porque era um dos territórios em que a corrida armamentista entre capitalismo e comunismo deixou suas marcas, com a divisão de um país e de milhares de famílias. O encontro aconteceu em março de 1990, e foi convocado para discutir três grandes questões centrais, que deveriam resultar em pactos na comunidade cristã para equacioná-las: (1) A corrida armamentista, que consumia anualmente bilhões de dólares, que poderiam ser investidos em programas sociais em benefício de milhões de pessoas. (2) A dívida externa do então ainda chamado Terceiro Mundo, que igualmente consumia bilhões de dólares, destinados aos cofres de organizações financeiras internacionais. (3) O aquecimento global, ameaça que se tornava cada vez mais inquietante para cientistas, ambientalistas e outros setores sociais. Em 1988, por exemplo, a ONU havia criado o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).</p>
<p>E, de fato, a conferência de Seul discutiu profundamente as três questões globais, resultando em pactos respectivos, mas pela firme ação de Igrejas africanas outro tema essencial foi debatido, com o estabelecimento de um quarto pacto, contra o racismo em geral e o apartheid na África do Sul em particular. A ação ecumênica foi tão eficaz que contribuiu para as pressões que levaram ao fim do apartheid no mesmo ano de 1990.</p>
<p>A nova assembleia do CMI, em Canberra, Austrália, em 1991, deu ainda mais destaque ao processo JPIC, que resultou em um Programa amplo, que movimentou as Igrejas cristãs do campo evangélico nas décadas seguintes. Em função desse processo, o CMI esteve ativo na preparação da histórica Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92 ou Eco-92, realizada no Rio de Janeiro, em junho de 1992. Em 1995, uma petição patrocinada pelo Conselho Mundial de Igrejas foi assinada por 500 mil pessoas e entregue na primeira Conferência das Partes (COP-1) da Convenção das Mudanças Climáticas, realizada em Bonn, Alemanha. Em 1999 foi editada a publicação &#8220;A Terra como Mãe&#8221;, resultado do trabalho de uma equipe de especialistas e com referências a questões ambientais globais e aos povos indígenas.</p>
<p><span class="hps atn">&#8220;</span>Para <span class="hps">analisar e refletir</span> <span class="hps">sobre a justiça</span>, a paz e a <span class="hps">criação, em</span> <span class="hps">sua</span> <span class="hps">interrelação</span>, <span class="hps">para promover os valores</span> <span class="hps">e práticas</span> <span class="hps">que contribuem para uma</span> <span class="hps">cultura de paz,</span> <span class="hps">e trabalhar</span> <span class="hps">em direção a uma</span> <span class="hps">cultura de solidariedade</span> <span class="hps">com os jovens</span>, mulheres, <span class="hps">povos indígenas e</span> povos <span class="hps">racialmente</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">etnicamente</span> <span class="hps">oprimidos</span><span class="hps">&#8220;. Esta tornou-se a missão do processo Justiça, Paz e Integridade da Criação, que continua animando as Igrejas e organizações ligadas ao CMI, como ocorreu durante a recente COP-21, em Paris.<strong> (Por José Pedro Martins)</strong></span></p>
<div id="attachment_5468" style="width: 997px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Seul.jpg"><img class="size-full wp-image-5468" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Seul.jpg" alt="Crianças nas ruas de Seul, em março de 1990: cidade foi escolhida por ser simbólica da Guerra Fria que dividiu o mundo e países (Foto José Pedro Martins) " width="987" height="701" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças nas ruas de Seul, em março de 1990: cidade foi escolhida por ser simbólica da Guerra Fria que dividiu o mundo e países (Foto José Pedro Martins)</p></div>
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