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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Livros</title>
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		<title>Livro sobre fotos em câmera artesanal, conhecida como pinhole, é lançado hoje em Campinas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 20:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma sociedade onde cada mergulho é um flash e cada esquina serve de plano de fundo para um selfie, a artista visual Ana Angélica Costa percorre o caminho inverso e lança hoje, no Dia da Fotografia, o livro ‘Possibilidades da Câmera Obscura’. A obra reúne trabalhos de produção de fotos em câmeras artesanais &#8211; mais ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma sociedade onde cada mergulho é um flash e cada esquina serve de plano de fundo para um selfie, a artista visual Ana Angélica Costa percorre o caminho inverso e lança hoje, no Dia da Fotografia, o livro ‘Possibilidades da Câmera Obscura’. A obra reúne trabalhos de produção de fotos em câmeras artesanais &#8211; mais conhecido como pinhole &#8211; em diferentes cantos do Brasil.</p>
<p>O lançamento em Campinas acontece na Livraria da Vila, no Shopping Galleria, com palestra gratuita, das 19h às 19h30, sobre as “Possibilidades da câmera obscura na arte e na educação’, seguida por bate-papo com a autora e mesa de autógrafos, até 21h30.</p>
<p>Um deleite para os amantes da fotografia, a obra vai além das imagens e conta, em suas 262 páginas, a relação com a fotografia pinhole e o percurso que cada um dos coautores percorreu ao desenvolver seu trabalho.</p>
<p>“Uma forte característica do uso de câmeras pinhole é permitir que o fotógrafo interfira nos processos de construção da câmera e da imagem resultante, permitindo à fotografia adquirir sentidos diversos daqueles contemporâneos ao momento da sua invenção. A fotografia pinhole constitui  hoje um profícuo território de pesquisa para artistas e educadores”, explica Ana Angélica Costa.</p>
<p>A programação do lançamento começará, às 19h, com a palestra ‘Possibilidades da câmera obscura na arte e na educação’, ministrado por Ana Angélica, organizadora do livro. Nele, os participantes aprenderão como funciona o fenômeno da câmera obscura e sua utilização nos campos da arte e da educação. Também serão apresentados e discutidos alguns trabalhos desenvolvidos no Brasil nos últimos anos. Logo após, haverá bate-papo sobre o processo de construção do livro ‘Possibildades da Câmera Obscura’.</p>
<p>Sobre  Pinhole: Esta  técnica fotográfica utiliza um processo de produção de imagens sem necessidade do uso de câmeras convencionais. Estas são substituídas por materiais simples como latas de alumínio ou caixas de sapatos que recebem um pequeno furo de agulha  no lugar das lentes.  Através desse buraco entra a luz e se forma a imagem.</p>
<p>A artista visual Ana Angélica Costa é fundadora do Projeto Subsolo (<a href="http://www.projetosubsolo.com/">www.projetosubsolo.com</a>), ganhadora do XIII Prêmio Marc Ferrez de Fotografia Funarte e do I Edital de Programa de Fomento à Cultura Carioca, da Secretaria Municipal de Cultura na categoria de Artes Visuais. Seu livro foi produzido com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro e da Funarte (Fundação Nacional das Artes).</p>
<p>Lançamento do livro ‘Possibilidades da câmera obscura’’</p>
<p>Data: 19/08/2015</p>
<p>Classificação: Livre</p>
<p>Local: Livraria da Vila – Shopping Galleria – Rodovia D Pedro I s/nº &#8211; Jardim Nilopolis, Campinas, SP</p>
<p>Programação</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Palestra Possibilidades da câmera obscura na arte e na educação</span></p>
<p>Horário: 19h às 19h30</p>
<p>90 vagas</p>
<p>Lançamento do livro Possibilidades da câmera obscura</p>
<p>Horário: 19h30 às 21h30</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Para dar vida à biblioteca pública, bibliotecária conta estórias e ganha apoio da comunidade</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2015 14:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca pública]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço público]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Era uma vez, uma contadora de estórias que vivia dentro de um bosque&#8230; Foi contando e recontando suas estórias, povoando as mentes das crianças com personagens de contos de fadas e trazendo para a vida real um mundo mais bonito de se ver que a bibliotecária Márcia Regina Basso Miklos passou 28 ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>Era uma vez, uma contadora de estórias que vivia dentro de um bosque&#8230;</p>
<p>Foi contando e recontando suas estórias, povoando as mentes das crianças com personagens de contos de fadas e trazendo para a vida real um mundo mais bonito de se ver que a bibliotecária Márcia Regina Basso Miklos passou 28 anos de sua vida a cuidar da Biblioteca Pública Infantil Monteiro Lobato, dentro do Bosque dos Italianos, em Campinas. Agora que chegou a hora de se aposentar, Márcia se dá conta da longevidade de seu trabalho ao receber visitas e homenagens de avós, pais e filhos que mergulharam no seu mundo onírico e repassaram suas experiências para as futuras gerações.</p>
<p>“Guardei as carteirinhas das crianças desde 1985. Tem gente que sai daqui chorando, porque trazia os filhos e agora traz os netos. Quem entra em uma biblioteca precisa sair emocionado”, diz Márcia em um dos seus últimos dias de trabalho na Biblioteca Monteiro Lobato, que integra o sistema municipal de bibliotecas públicas de Campinas composto por apenas cinco unidades fixas e um ônibus biblioteca itinerante.</p>
<p>Nascida em Campinas, Márcia lembra que não teve muita leitura na sua infância, mas já gostava do lúdico e das fadas. Não imaginava que um dia seria declarada ‘Fada Madrinha’ pelo poeta João Proteti. “Tudo que construí foi com muito amor e com a ajuda de todos”, falou Márcia durante a homenagem que recebeu da Associação Amigos do Bosque dos Italianos, na presença de pais, crianças, integrantes da Associação e da Secretaria Municipal de Cultura.</p>
<div id="attachment_4186" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/CAM03820.jpg"><img class="size-large wp-image-4186" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/CAM03820-1024x759.jpg" alt="Associação de Moradores Amigos do Bosque dos Italianos e a equipe da Secretaria  Municipal de Cultura fez homenagem a Márcia Regina pelos 28 dedicados à biblioteca; a bibliotecária vai se aposentar e já deixa saudade no bosque" width="618" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">A Associação dos Amigos do Bosque dos Italianos e a equipe da Secretaria Municipal de Cultura fizeram homenagem a Márcia Regina pelos 28 dedicados à biblioteca; a bibliotecária vai se aposentar e já deixa saudade no bosque</p></div>
<p><strong>Fazer a criança gostar</strong></p>
<p>Quando concluiu seu curso de Biblioteconomia na PUC-Campinas na década de 70, Márcia lembra que não se imaginava trabalhando com crianças. “Eu não sabia que tinha essa habilidade. Entrei aqui e pensei: será que tenho jeito pra isso? O que vou fazer?”, conta a sua história. A bibliotecária diz que definiu como meta fazer as crianças gostarem de ir à biblioteca. Recorreu ao curso de teatro que fez na adolescência e começou a contar estórias para as crianças.</p>
<div id="attachment_4185" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MarciaBiblioteca_0224xxxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-4185" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MarciaBiblioteca_0224xxxxx-1024x682.jpg" alt="Márcia definiu como desafio fazer com que as crianças tivessem algum tipo de emoção na biblioteca, uma experiência marcante, e começou a contar estórias: &quot;A criança quando vem não quer entrar, depois ela não quer sair&quot;   Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia definiu como desafio fazer com que as crianças tivessem algum tipo de emoção na biblioteca, uma experiência marcante, e começou a contar estórias: &#8220;A criança quando vem não quer entrar, depois ela não quer sair&#8221; (Foto: Adriano Rosa)</p></div>
<p>Com cada grupo de alunos que chega à biblioteca, ela bate um papo e apresenta o Baú de Surpresas. E assim começa a aventura. “A criança quando vem não quer entrar, depois ela não quer sair. É isso que eu quero, que saia falando do lugar. Sou apaixonada pelo que faço e estou realizada profissionalmente , porque eu sei que ajudei muita gente aqui”, fala com convicção, lembrando de mães que queriam livros sobre educação dos filhos, e ela encontrava; livros sobre como fazer a criança escovar os dentes, ela também achava; ou sobre criança que chora muito, e lá estava na biblioteca. “Eu ajudei através dos livros.” Márcia também organizou uma hemeroteca e durante 20 anos reuniu textos sobre curiosidades como quem descobriu o chiclete, ou por quê se come chocolate na Páscoa, como surgiu o sapato, por quê a cigarra canta e morre&#8230;</p>
<p><strong>De geração em geração</strong></p>
<p>No meio da festa, lá estava Ricardo Rosada Bárbara de Oliveira, de 8 anos, morador do Jardim Chapadão e frequentador da biblioteca desde os 6 anos. “Ela (Márcia) é legal porque mostra e empresta os livros”, explica Ricardo. “É uma boa biblioteca. Tem gibis antigos aqui, sabia?” A sua mãe, Andrea Rosada, de 39 anos, visitava o mesmo espaço quando tinha 11 anos, levada por sua mãe. “Antes de ter meu filho, eu trouxe também um sobrinho, que hoje tem 17 anos. E eu já trouxe meus alunos”, relata a mãe e professora. “Faz parte de minhas lembranças de infância, um lugar que eu gostava, um refúgio”, diz Andrea, que conheceu ali autores como Monteiro Lobato, Ruth Rocha e Ziraldo.</p>
<div id="attachment_4182" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/CAM03816.jpg"><img class="size-large wp-image-4182" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/CAM03816-1024x759.jpg" alt="Ricardo, de 8 anos, conheceu muitos livros e gibis apresentados por Márcia, que fez o mesmo com Andrea, mãe de Ricardo" width="618" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo, de 8 anos, conheceu muitos livros e gibis apresentados por Márcia, que fez o mesmo com Andrea, mãe de Ricardo</p></div>
<p>“É muito importante manter um espaço como esse. Chegou a ser fechado, mas graças à Associação de Moradores ela reabriu”, conta a mãe de Ricardo. Para ela, deveria haver bibliotecas em espaços públicos mais frequentados, como o Parque Taquaral. “Aqui no bosque você pode ler, brincar, fazer caminhada, fazer piquenique. É um espaço público onde podemos levar as crianças.”</p>
<p><strong>Cinco unidades para mais de 1 milhão</strong></p>
<p>A coordenadora setorial de Bibliotecas Municipais da Secretaria de Cultura de Campinas, Marinês de Campos Ribeiro, concorda com Andrea. “Sabemos que são poucas, mas existem muitas bibliotecas comunitárias e temos o ônibus itinerante, que nos permite atender 40 bairros. É uma forma de incentivar a leitura”, afirma a coordenadora. Segundo ela, vai ser difícil achar alguém que substitua a bibliotecária Márcia. “Precisa ser dinâmico, ter visão, saber atender pais e filhos, estar atento a tudo e fazer a criança viajar aqui dentro.”</p>
<p>Marinês é responsável pelas bibliotecas municipais “Prof. Ernesto Manoel Zink” (Centro), “Guilherme de Almeida” (Sousas), “Joaquim de Castro Tibiriçá” (Bonfim), “Monteiro Lobato” (Jardim Chapadão) e Espaço Cultural Cora Coralina (Vila Padre Anchieta), além do ônibus biblioteca.</p>
<p>A bibliotecária Márcia diz que se preocupa com a continuidade do seu trabalho realizado a duras penas, sempre com apoio de moradores e frequentadores da biblioteca que garantiram a sobrevivência do espaço. Aos 64 anos, ela acha que está em boa hora para se aposentar, mas não tem certeza se vai conseguir ficar longe do seu trabalho. “Eu vou sentir muita falta. Minha vida foi aqui. Já me fizeram propostas para continuar, mas vou dar um tempo para depois avaliar.”</p>
<div id="attachment_4193" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MarciaBiblioteca_0153xxxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-4193" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MarciaBiblioteca_0153xxxxx-1024x682.jpg" alt="A biblioteca possui um acervo de mais de 4.400 livros, além de gibis, discos, brinquedos e jogos  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">A biblioteca possui um acervo de mais de 4.400 livros, além de gibis, discos, brinquedos e jogos (Foto: Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Salva pela ação de moradores</strong></p>
<p>Desde 1985 a unidade “Monteiro Lobato” está instalada no Bosque dos Italianos, após transferência do Bosque dos Jequitibás. Hoje são mais de 4.400 livros,  além de jogos, discos, gibis e brinquedos. Mas houve muita pedra no caminho de lá até aqui, conta Madalena Meloni de Oliveira, da Associação dos Amigos do Bosque, fundada em 2001. A biblioteca foi fechada em 2008 devido ao péssimo estado de conservação.</p>
<p>“Não dava para usar, o prédio estava abandonado, a Associação estava preocupada com a conservação e nós mesmos colocávamos lona plástica para proteger os livros. Com recursos da própria associação, doações de comerciantes e outras empresas, conseguimos levantar a verba para a reforma e a prefeitura entrou com a mão de obra. Também conseguimos que a Sanasa adotasse o Bosque, entre 2008 e 2013. A reforma iniciou em 2011 e terminou em 2012.”</p>
<div id="attachment_4192" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MarciaBiblioteca_0317xxxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-4192" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MarciaBiblioteca_0317xxxxx-1024x682.jpg" alt="A Biblioteca Monteiro Lobato ficou fechada durante quatro anos, entre 2008 e 2012, durante reforma que ampliou o espaço e garantiu a preservação do espaço de lazer e cultura  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">A Biblioteca Monteiro Lobato ficou fechada entre 2008 e 2012 para reforma e ampliação; Associação de moradores levantou a verba e a prefeitura entrou com a mão de obra. Espaço público de lazer e cultura foi salvo pela ação da comunidade (Foto: Adriano Rosa)</p></div>
<p>Para Paulo Ferreira de Camargo, da Associação de Moradores, tudo aconteceu graças à pressão e ação dos moradores. “Entramos com a cara e a coragem. E neste período a nossa bibliotecária (Márcia) foi transferida para a Estação Cultura, mas depois voltou”, diz Paulo. Márcia lembra que a biblioteca realmente sobreviveu graças ao empenho e engajamento dos moradores. “Se eu precisava de lâmpada, eles cuidavam de colocar. A verdade é que isso daqui deveria acontecer em outros lugares de Campinas. Depende muito da ação da comunidade”, conclui a contadora de estórias, que começa agora um novo capítulo de sua história.</p>
<p>Já a história da Biblioteca Pública Infantil Monteiro Lobato, que marcou para sempre as vidas de crianças e adultos do bairro, vai continuar pelas mãos de outras ‘fadas madrinhas’. Até aqui, foi o amor da bibliotecária pelos livros e a ação conjunta da comunidade que garantiram a preservação de um dos poucos espaços públicos de lazer e cultura na cidade, que via de regra têm sido desprezados pelos governos.</p>
<div id="attachment_4188" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MarciaBiblioteca_0294xxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-4188" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MarciaBiblioteca_0294xxxx-1024x682.jpg" alt="Na entrada, o visitante já se depara com a 'sugestão' de Monteiro Lobato, autor que dá nome à biblioteca pública instalada no Bosque dos Italianos  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Na entrada, o visitante já se depara com a &#8216;sugestão&#8217; de Monteiro Lobato, autor que dá nome à biblioteca pública instalada no Bosque dos Italianos (Foto: Adriano Rosa)</p></div>
<div id="attachment_4194" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/CAM03825.jpg"><img class="size-large wp-image-4194" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/CAM03825-1024x759.jpg" alt="Márcia ganhou festa de despedida e comemorou entre moradores, frequentadores da biblioteca e os amigos da associação de bairro e da Secretaria de Cultura" width="618" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia ganhou festa de despedida e comemorou entre moradores, frequentadores da biblioteca e os amigos da associação de bairro e da Secretaria de Cultura</p></div>
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		<title>Estímulo à leitura pode começar na gestação; médica fala de mitos e verdades em palestra gratuita</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 19:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
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		<description><![CDATA[“Era uma vez um gato chinês Que morava em Xangai sem mãe e sem pai, Que sorria amarelo para o Rio Amarelo, Com seus olhos puxados, um pra cada lado. (&#8230;) Não era um bicho mau esse gato chinês, era até legal. Quer que eu conte outra vez?” José Paulo Paes, “Gato da China”, em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h5><em>“Era uma vez um gato chinês</em></h5>
<h5><em>Que morava em Xangai sem mãe e sem pai,</em></h5>
<h5><em>Que sorria amarelo para o Rio Amarelo,</em></h5>
<h5><em>Com seus olhos puxados, um pra cada lado.</em></h5>
<h5><em>(&#8230;) Não era um bicho mau esse gato chinês, </em></h5>
<h5><em>era até legal. Quer que eu conte outra vez?”</em></h5>
<h5><em><strong>José Paulo Paes, “Gato da China”, em “Poemas para brincar”</strong></em></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por Adriana Menezes </strong></p>
<p>Contar história para criança é uma brincadeira sem hora para acabar, porque quando ela começa a ouvir não quer parar. Mas e a hora de começar?</p>
<p>Patrícia Lopes começou a ler histórias infantis para a sua filha antes mesmo dela nascer. Durante sua gestação, leu um artigo que falava sobre a importância dessa leitura para estimular futuramente na criança o interesse pela leitura, além de estabelecer um vínculo maior entre mãe e filho, ou entre outros familiares que também podem fazer a leitura. “Eu lia em voz alta, como se ela estivesse aqui.” Hoje, sua filha Laura, de 3 anos, “briga” na escola para contar histórias, conta a mãe satisfeita com o resultado. “Vínculo materno-fetal” será o tema da palestra da ginecologista e obstetra Patrícia Varanda neste sábado, dia 4/07, às 15h, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi Campinas.</p>
<p>A iniciativa faz parte do projeto Conexão Ventre, idealizado pela jornalista e mãe Patrícia Lopes, com o objetivo de inserir precocemente os livros na vida das crianças. Ela convidou a sua médica xará, Patrícia Varanda, para fazer parte da sua ideia e a parceria resultou na palestra gratuita que acontecerá neste sábado (veja abaixo como se inscrever). “O projeto é a união de duas paixões, livros e crianças”, diz a jornalista, que também criou há um ano o blog Jornal de Mãe (<a href="http://WWW.jornaldemae.com">WWW.jornaldemae.com</a>) onde ensina como criar o hábito de leitura na criança, dá indicações de livros e outras dicas.</p>
<p><strong>Mito?</strong></p>
<p>De acordo com a médica Patrícia Varanda, o bom resultado da leitura para o bebê ainda na fase intrauterina não é mito. “Alguns casais religiosos começam a ler a Bíblia. Depende da realidade de cada família”, diz a ginecologista. Entre os efeitos desta relação também está a contribuição para uma gestação mais tranquila.</p>
<p>“Ajuda a mãe a entender os processos de mudança, ela vai ficando mais tranquila, percebe que se ela está mais agitada o bebê também fica agitado. Essa aproximação da mãe com o bebê diminui a ansiedade na gestação”, diz Varanda, que costuma emprestar um aparelho para os pais também escutarem os sons do bebê, como batimento cardíaco e o fluxo do líquido amniótico.</p>
<p>Ao nascer, o bebê procura a voz que ele já conhece, que em geral é a da mãe. Com a leitura, ela pode identificar também a voz do pai e de outros familiares. “Eu falo para conversarem com o bebê na barriga.”</p>
<p><strong>Livro preferido</strong></p>
<p>Quando esperava Laura, uma das histórias que Patríca Lopes mais leu foi “Chapeuzinho Amarelo”, de Chico Buarque, e “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry. O primeiro agora é um dos preferidos de sua filha.</p>
<p>Laura também cuida bem dos livros, não risca, não rasga, e adora ouvir histórias. “A leitura, além de tudo, é um instrumento de valorização social”, afirma a jornalista. Fazer a criança gostar de ler é um dos desafios do Conexão Ventre, criado em 2015. O blog Jornal de Mãe, que já completou um ano, tem o mesmo propósito e também pode ser acompanhado pelo Instagram, onde o retorno é ainda maior que na internet. “O projeto e o blog estão entre as boas coisas que a maternidade me trouxe.”</p>
<div id="attachment_3855" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/PatriciaLopes_Jornalista07.jpg"><img class="size-large wp-image-3855" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/PatriciaLopes_Jornalista07-1024x682.jpg" alt="Patrícia Lopes lia literatura infantil para sua filha Laura desde a gestação, para estimular o prazer pela leitura em sua filha;  aos 3 anos, Laura gosta de ouvir e de contar histórias" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Patrícia Lopes lia literatura infantil para sua filha Laura desde a gestação, para estimular o prazer pela leitura em sua filha; aos 3 anos, Laura gosta de ouvir e de contar histórias  &#8211;  Foto: Adriano Rosa</p></div>
<p><strong>O projeto</strong></p>
<p>O Conexão Ventre pretende promover encontros de mulheres grávidas para uma experiência de leitura. O primeiro encontro, no dia 4/07, será realizado em parceria com a Saraiva do Shopping Iguatemi Campinas, às 15h, na Sala Carlos Gomes. Após o bate-papo com a obstetra e ginecologista Patrícia Varanda, ocorrerá uma leitura mediada em voz alta.</p>
<p>O evento é destinado a casais grávidos a partir do 4º mês de gestação. As inscrições podem ser feitas por email (<a href="mailto:conexaoventre@gmail.com">conexaoventre@gmail.com</a>). O projeto tem o apoio da Instinto Fotografia de Parto e Gestante e da Nação Palmares Comunicação.</p>
<p><strong>Agência Social de Notícias indica</strong></p>
<p>Para enriquecer seus conhecimentos sobre os bebês, a ASN dá a dica do vídeo-documentário <strong><span style="text-decoration: underline;"> “A vida secreta dos bebês”</span></strong><strong> (</strong>Secret Life of babies), produzido pela BBC de Londres e disponível no Brasil desde 2014. O documentário analisa os primeiros dois anos de vida do ser humano, quando aprende a andar, falar e socializar, mas já dotado de mecanismos de defesa e outras reações naturais. Disponível no Netflix.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Evento Conexão Ventre</span></strong></p>
<p><strong>Palestra: </strong><strong>Vínculo materno-fetal</strong></p>
<p><strong>Data: 04 de Julho de 2015</strong></p>
<p><strong>Horário: 15h</strong></p>
<p><strong>Local: Saraiva do Shopping Iguatemi Campinas</strong></p>
<p><strong>Entrada: Gratuita</strong></p>
<p><strong>Inscrições: </strong><strong><a href="mailto:conexaoventre@gmail.com">conexaoventre@gmail.com</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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