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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Manifestações de junho de 2013</title>
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		<title>20 de junho de 2013: o dia em que o centro de Campinas transbordou</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2015 16:41:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Manifestações de junho de 2013]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O centro de Campinas é um espaço histórico de manifestações políticas, mas em 20 de junho de 2013 ele transbordou. Jovens, em sua maioria, mas também adultos e muitas crianças, em uma manifestação com bandeiras difusas, propostas dispersas, mas todos estavam lá. Uma coalizão de projetos e afetos. Um arco-íris de ideias, etnias e gêneros. Uma explosão de emoções, como mostra este ensaio fotográfico de Martinho Caires, especial para a <strong>Agência Social de Notícias. </strong></p>
<div id="attachment_2789" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_007PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2789" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_007PB_1800-1024x680.jpg" alt="O futebol, paixão nacional, também é mote para crítica: qual a prioridade?" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O futebol, paixão nacional, também é mote para crítica: qual a prioridade?</p></div>
<p>As manifestações de junho de 2013 começaram como protestos contra a majoração de tarifas de ônibus como em São Paulo, capital, mas coincidiram com a realização da Copa das Confederações no Brasil. Por isso, não foram poucos os que pediram &#8220;padrão FIFA&#8221; (em termos de qualidade de serviços, bem entendido) também para hospitais, escolas públicas, etc.</p>
<div id="attachment_2790" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_012_PB-_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2790" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_012_PB-_1800-1024x680.jpg" alt="Uma palavra, um enorme significado" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Uma palavra, um enorme significado</p></div>
<p>Em junho de 2013, no Brasil, uma palavra valia mais do que mil imagens. &#8220;Chega&#8221;: o desabafo, por muitos anseios reprimidos, por muita indignação represada. Será que os gestores públicos, em qualquer esfera, em qualquer coloração partidária, entenderam a mensagem?</p>
<div id="attachment_2791" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_018_PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2791" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_018_PB_1800-1024x680.jpg" alt="Personagem capital no junho de 2013" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Personagem capital no junho de 2013</p></div>
<p>Não havia uma liderança centralizada, as manifestações não foram convocadas por A ou B, ao contrário do que sempre aconteceu em atos desse tipo. Mas uma personagem se destacou: Anonymous. Nome de uma comunidade online descentralizada, a inspiração na HQ &#8220;V de Vingança&#8221;, de 1982, concebida por Alan Moore e levada ao cinema em 2005 por James McTeigue. Foi sintomático: não havia um protagonista central, todos eram.</p>
<div id="attachment_2792" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_086PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2792" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_086PB_1800-1024x680.jpg" alt="O mantra, o grito, longe dos partidos " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O mantra, o grito, longe dos partidos</p></div>
<p>Anonymous remete a anarquismo, geralmente confundido com bagunça, desordem, mas que no sentido nuclear da palavra quer dizer justamente o contrário. Uma sociedade de tão organizada que não precisa de muito governo. Os partidos &#8211; todos &#8211; ainda representam o que?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2793" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_109PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2793" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_109PB_1800-1024x680.jpg" alt="A juventude no centro, motor de mudanças" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A juventude no centro, motor de mudanças</p></div>
<p>Muitos reunidos, mas a juventude foi central nas manifestações de junho de 2013. Em tempos de redes sociais, a conversa das ruas, o público resgatado. Muitos a chamam de despolitizada. Junho de 2013 mostrou o contrário.</p>
<div id="attachment_2794" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_152PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2794" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_152PB_1800-1024x680.jpg" alt="A foz de muitos rios que aspiram correr livres" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A foz de muitos rios que aspiram correr livres</p></div>
<p>Uma confluência de sabores e saberes. 20 de junho de 2013, dia inesquecível, no centro de Campinas, a indignação no centro de todo Brasil. Uma data ainda não devidamente entendida e decifrada. Mas um alerta, que aparentemente ainda não foi assimilado pelos detentores do poder. <strong>(Por José Pedro Martins)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Centro de Campinas tem histórico de manifestações políticas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 23:20:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestações de 15 de março de 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestações de junho de 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[O centro de Campinas voltará a ser espaço de manifestação no domingo, dia 15 de março, com os atos relacionados à crise na Petrobrás, à Operação Lava-Jato e aos pedidos, por alguns setores sociais e partidários, de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Por outro lado, também estão previstas manifestações em defesa da Petrobrás e dos direitos humanos e pela ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O centro de Campinas voltará a ser espaço de manifestação no domingo, dia 15 de março, com os atos relacionados à crise na Petrobrás, à Operação Lava-Jato e aos pedidos, por alguns setores sociais e partidários, de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Por outro lado, também estão previstas manifestações em defesa da Petrobrás e dos direitos humanos e pela reforma política.</p>
<p>Independente da coloração partidária, da posição ideológica ou da bandeira empunhada por este ou aquele grupo, o centro campineiro &#8211; e em particular o Largo do Rosário &#8211; é o grande palco para a expressão política na cidade. Com ensaio fotográfico de Adriano Rosa e Martinho Caires, sobre as manifestações de junho de 2013, especial para a <strong>Agência Social de Notícias</strong>.</p>
<p><strong>História em ebulição</strong> – O Centro tem sido palco de eventos históricos, em sintonia com os momentos mais críticos da vida brasileira. A primeira eleição da Câmara da Vila de São Carlos (nome oficial, porque o local já era conhecido de todos como Campinas, desde a fundação, em 1774, da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso), a 15 de dezembro de 1797, foi o eixo central do primeiro terremoto politico acontecido na cidade e que já demarcou a vocação oposicionista.</p>
<p>A primeira Câmara, com cinco vereadores, que funcionava em prédio situado onde hoje está o monumento-túmulo de Carlos Gomes, se recusou a incluir Raimundo Álvares dos Santos Prado entre os nomes de uma lista tríplice que seria entregue ao capitão-geral (equivalente a governador na época), com os mais votados para capitão-mor, que detinha o poder militar.</p>
<p>A primeira Câmara foi deposta, sendo eleita uma nova, empossada a 26 de abril de 1798, mas a disputa com o governador continuou. Em junho de 1801, o governador Antônio Manuel de Melo Castro Mendonça ordenou a prisão das principais lideranças da política campineira, que ficaram detidas em Santos: José Barbosa da Cunha, Francisco de Paula Camargo, Felipe Néri Teixeira, Joaquim José Teixeira e Manuel Teixeira Vilela. Em períodos alternados, as prisões ocorreram de 24 de junho a 4 de outubro de 1801.</p>
<div id="attachment_2769" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_289PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2769" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_289PB_1800-1024x680.jpg" alt="O povo foi às ruas e praças em junho de 2013 (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O povo foi às ruas e praças em junho de 2013 (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Os confrontos só foram encerrados com a posse do novo governador, Antônio José de Franca e Horta, a 10 de novembro de 1802. No dia 4 de março de 1804 foi finalmente empossado, pela Câmara da Vila de São Carlos, com capitão-mor, João Francisco de Andrade, escolhido pelos vereadores e aprovado pelo novo governador. O crescimento local ainda se devia substancialmente à cana-de-açúcar.</p>
<div id="attachment_2758" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto04xxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-2758" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto04xxxx-1024x698.jpg" alt="Junho de 2013: por um novo Brasil (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Junho de 2013: por um novo Brasil (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Proclamação da República – </strong>O movimento de 15 de novembro de 1889 teve importante participação de líderes políticos campineiros, como o general Francisco Glicério, nomeado ministro no primeiro governo republicano. O segundo presidente civil brasileiro, Campos Salles, nasceu em Campinas.</p>
<p>Era a força dos cafeicultores, que estiveram à frente da mobilização que levou à República. Os líderes republicanos iam e vinham pelos trilhos da Companhia Paulista e Companhia Mogiana, que tornaram Campinas um dos principais polos ferroviários do país.</p>
<p><strong>Massacre da Porteira da Capivara</strong> –   Em 16 de julho de 1917, a cidade ficou atônita com o Massacre da Porteira da Capivara. Era uma barreira localizada na altura do atual Viaduto Miguel Vicente Cury, na saída da antiga estação da Companhia Ferroviária Paulista.</p>
<div id="attachment_2770" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_201PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2770" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_201PB_1800-1024x680.jpg" alt="Diversidade ideológica nas ruas de Campinas em 2013 (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Diversidade ideológica nas ruas de Campinas em 2013 (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Para impedir os trens de circular durante uma greve, um grupo de ferroviários, de inspiração anarquista, se instalou nas proximidades da porteira, fato que motivou a repressão de forças policiais, levando a vários feridos e três operários mortos.</p>
<div id="attachment_2759" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto02xxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-2759" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto02xxxx-1024x731.jpg" alt="20 de junho de 2013: o Brasil se vê na tela (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">20 de junho de 2013: o Brasil se vê na tela (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Revolução Constitucionalista</strong> –  18 de setembro de 1932, no meio da Revolução Constitucionalista contra Vargas, Campinas se tornou uma das únicas cidades brasileiras bombardeadas por avião até o momento.</p>
<p>Quatro bombas foram lançadas contra o parque ferroviário de Campinas, na região central, e uma delas feriu quatro pessoas e matou o menino Aldo Chiorato, de 9 anos. A infância vitimada por conflitos.</p>
<div id="attachment_2771" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_176PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2771" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_176PB_1800-1024x680.jpg" alt="Muitas bandeiras reunidas na região central em 2013 (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Muitas bandeiras reunidas na região central em 2013 (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Ditadura militar</strong> – O mundo acadêmico foi uma das trincheiras locais contra a ditadura militar instalada em 1964 e que inaugurou novo período de instabilidade política. Professores da Unicamp estiveram na lista dos “marcados para morrer” por grupos paramilitares.</p>
<p>Vários confrontos aconteceram nas ruas centrais de Campinas, com a repressão de policiais a estudantes, professores e cidadãos que apoiavam a luta contra o governo dos generais. Estudantes da PUC-Campinas apanharam da polícia.</p>
<p><strong>Diretas-já </strong>-  O Largo do Rosário foi o cenário de uma das primeiras grandes manifestações da campanha das Diretas-Já, a 21 de janeiro de 1984. No ano anterior, o Centro Acadêmico de Direito da PUC-Campinas já havia convidado o então Senador da República Teotônio Vilela, um dos ícones da redemocratização e da redemocratização, para participar de uma Semana Jurídica do curso. Teotônio morreria logo depois à visita a Campinas.</p>
<div id="attachment_2760" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto01xxxx.jpg"><img class="size-large wp-image-2760" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Protesto01xxxx-1024x699.jpg" alt="Manifestação em 2013 reuniu várias bandeiras, ideias e perspectivas (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestação em 2013 reuniu várias bandeiras, ideias e perspectivas (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>No comecinho de 1984, nas janelas do Palácio dos Jequitibás, vértice dos conflitos de ontem, ficou estampado um painel com os dizeres: “Eleições Diretas-Já”. Foi uma ideia do arquiteto Paulo de Tarso, e que teve apoio do prefeito José Roberto Magalhães Teixeira. A 19 de janeiro, dois dias antes da grande manifestação, o mesmo Largo do Rosário sediou um jogo de futebol, em que o time das Diretas ganhou de 10 a 4 da equipe das Indiretas.</p>
<p>A Orquestra Sinfônica de Campinas, regida pelo maestro Benito Juarez, participou de várias manifestações, em Campinas e pelo Brasil, durante a campanha das Diretas-Já. Sempre o espírito pacífico e a alegria de lutar por um país melhor.</p>
<p><strong>Fora Collor</strong> –   Em 25 de agosto de 1992, de novo o Largo do Rosário foi o palco de grande manifestação, com cerca de 10 mil pessoas, durante o Fora Collor, o movimento que levou ao impeachment do presidente Fernando Collor de Mello.</p>
<div id="attachment_2772" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_198c1PB_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-2772" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/130620_198c1PB_1800-1024x680.jpg" alt="A juventude no centro, no junho de 2013, o &quot;maio de 68&quot; atualizado (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A juventude no centro, no junho de 2013, o &#8220;maio de 68&#8243; atualizado (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Foi o último grande ato do povo nas ruas centrais, antes na manifestação gigante de 20 de junho de 2013, mais um dia para a história, para ser lembrado como aquele em que Campinas honrou a caminhada por um Brasil que pode ser muito melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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