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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Mapa da Violência</title>
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		<title>Combater escalada da violência contra jovens é desafio para novo governador do Ceará</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2014 23:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ceará]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Combater a escalada de violência contra jovens é um dos desafios para o novo governador do Ceará, Camilo Santana (PT). Izolda Cela, ex-secretária da Educação de Sobral, será a vice-governadora. Sobral tem se destacado internacionalmente por seus avanços na área da educação.</p>
<p>O Ceará é um dos estados de maior crescimento da violência na última década. Foram 3.840 homicídios em 2012, contra 1.443 em 2002, o que significa um crescimento de 166,1%, o quinto maior do Brasil, atrás do Rio Grande do Norte (272,4%), Bahia (242,1%), Maranhão (203,6%) e Pará (175%). Os dados são do Mapa da Violência 2014, de Julio Jacobo Waiselfisz, da Faculdade Latinoamericana de Ciências Sociais (FLACSO). O relatório, que tem dados do DATASUS, foi apoiado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Secretaria Nacional de Juventude e Secretaria-Geral da Presidência da República.</p>
<p>Em termos proporcionais, o Ceará é o quarto com maior crescimento da violência no período, com uma taxa de homicídios de 44,6 por 100.000 em 2012, contra 18,9/100.000 em 2002. O crescimento foi de 136,7%, menos apenas do que a evolução no Rio Grande do Norte (229,1%), Bahia (221,6%) e  Maranhão (162,4%).</p>
<p>O incremento da violência contra a juventude foi ainda maior no Ceará no período. Foram 2.325 homicídios de jovens em 2012, ou 218,5% a mais do que os 730 de 2002. Foi o estado com quarto maior crescimento de homicídios contra jovens, atrás do Rio Grande do Norte (343,4%), Bahia (248,1%) e Maranhão (229,3%).</p>
<p align="LEFT">Essa tendência reflete o crescimento da violência contra jovens em todo Brasil. &#8220;Os 52,2 milhões de jovens que o IBGE estima que existiam no Brasil em 2012 representavam 26,9% do total da população. Mas os 30.072 homicídios de jovens que o DATASUS registra para esse ano significam 53,4% do total de homicídios do País, indicando que a vitimização juvenil alcança proporções extremamente preocupantes&#8221;, observa Julio Jacobo Waiselfisz.</p>
<p align="LEFT">Na capital do Ceará, Fortaleza, o crescimento de homicídios tem sido substantivo. Foram 1.920 em 2012, contra 707 em 2002, aumento de 171,6% no período, menor apenas do que a evolução em Natal (347,1%), São Luís (235,6%) e Salvador (181%). Em termos proporcionais, com 141,1 homicídios por 100.000, Fortaleza também está apenas atrás de Natal, São Luís e Salvador.</p>
<p align="LEFT">Em termos de homicídios contra jovens, Fortaleza teve 1.294 em 2012, contra 395 em 2002, aumento de 227,6%. Atrás apenas de Natal (354,1%) e de São Luís (268,2%).</p>
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		<title>Parar guerra civil é prioridade para Dilma ou Aécio na segurança (Brasil 2015-2018)</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 21:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa da Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Para a presidente Dilma Rousseff, reeleita, ou para Aécio Neves, eleito, a prioridade número um na área da segurança é combater os impressionantes índices de violência no Brasil. Uma violência que atinge todas as classes sociais e está cada vez mais interiorizada, apesar dos patamares permanecerem altos nas regiões metropolitanas. Entre 1980 ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Para a presidente Dilma Rousseff, reeleita, ou para Aécio Neves, eleito, a prioridade número um na área da segurança é combater os impressionantes índices de violência no Brasil. Uma violência que atinge todas as classes sociais e está cada vez mais interiorizada, apesar dos patamares permanecerem altos nas regiões metropolitanas.</p>
<p>Entre 1980 e 2012 o Brasil registrou um número pavoroso de homicídios: 1.199.660 (um milhão, cento e noventa e nove mil seiscentos e sessenta). A taxa média subiu de 11,7 homicídios por 100 mil habitantes em 1980 para 29,0 em 2012. São números que não deixam dúvidas quanto à existência de uma situação de guerra civil no Brasil. Em 2012 foram 56.33 homicídios.</p>
<p>O total de 1 milhão de assassinados no Brasil entre 1980 e 2010 é muito superior aos números estimados de mortos em guerras civis assim reconhecidas oficialmente no período, como as de Angola (estimados 550 mil mortos entre 1075 e 2002) e Guatemala (400 mil entre 1970 e 1994).</p>
<p>O Relatório sobre o Peso Mundial da Violência Armada, publicado no final de 2011 pelo Secretariado da Declaração de Genebra, organização que monitora os conflitos armados, já havia confirmado a crítica situação brasileira. O documento revelou que os 12 principais conflitos armados no mundo (Iraque, Sudão, Afeganistão, Colômbia, República Democrática do Congo, Sri Lanka, Índia, Somália, Nepal, Paquistão, Índia/Paquistão (Caxemira) e Israel/Palestina) deixaram um saldo de 169.574 mortos entre 2004 e 2007, enquanto outros 50 conflitos monitorados somaram 38.775 mortos, somando 208.349 assassinatos. No mesmo período o Brasil teve 192.804 assassinatos, sendo 147.373 por armas de fogo.</p>
<p><strong>Interiorização</strong> &#8211; O Mapa da Violência 2014, da Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (Flacso), confirmou que houve uma interiorização da violência, que migrou dos grandes centros. O Mapa foi elaborado a partir de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ligado ao Ministério da Saúde.</p>
<p>O Mapa mostrou que entre 2002 e 2012 o número absoluto de homicídios caiu -37,5% na Região Sudeste (27.431 para 17.131 mortes), mas aumentou em todas as outras regiões, em 41,2% na Região Sul (4.704 para 6.643 óbitos), 49,8% no Centro-Oeste (3.676 para 5.505), 91,5% no Nordeste (10.947 para 20.960, superando o Sudeste) e 107,6% no Norte (2.937 para 6.098). Considerando os estados, o número de homicídios aumentou impressionantes 272,4% no Rio Grande do Norte e 242,1% na Bahia. Pernambuco foi o único estado nordestino com queda no número de homicídios na década, de 4.431 em 2002 para 3.313 em 2012, sempre segundo os dados do SIM do Ministério da Saúde.</p>
<p><strong>Negros, maiores vítimas</strong> &#8211;   O Mapa da Violência ratifica que a população negra é a maior vítima da violência no Brasil. Entre 2002 e 2010, o número de vítimas de homicídios da raça branca no Brasil caiu de 18.852 para 13.668, uma queda de 27,5%, enquanto as vítimas de homicídios da raça negra aumentaram de 26.952 para 33.264, um crescimento de 23,4%. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do DATASUS, ligado ao Ministério da Saúde, e estão contidos no Mapa da Violência 2012, elaborado pelo Instituto Sangari.</p>
<p>De acordo com as mesmas fontes, em 2002 “morreram proporcionalmente 45,8% mais negros do que brancos”. Já em 2010, “um novo patamar preocupante: morrem proporcionalmente 139% mais negros que brancos, isto é, bem acima do dobro!”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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