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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Mapa do Ensino Superior no Brasil</title>
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		<title>Região de Campinas e Piracicaba tem mais alunos na faculdade que 20 estados e DF</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2016 18:15:27 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Região Administrativa de Campinas, onde estão a Região Metropolitana de Campinas e Aglomerado Urbano de Piracicaba, soma mais alunos no ensino superior que 20 estados e o Distrito Federal. A informação está no Mapa do Ensino Superior no Brasil  2016, divulgado na semana passada pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), como publicou a Agência Social de Notícias (<a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/8418">aqui</a>). É mais um dado reforçando o potencial da Região de Campinas em ter um projeto de desenvolvimento regional com alta qualidade de vida.</p>
<p>De acordo com o Mapa, a Região Administrativa (RA) de Campinas registrava em 2014 um total de 251.663 matrículas em cursos presenciais, em 100 Instituições de Ensino Superior (IES). Eram 208.921 matrículas na rede privada e 42.742 matrículas na rede pública na RA de Campinas. Em número de matrículas a Região Administrativa de Campinas perde apenas para os estados de São Paulo (e dentro dele, somente para a Região Metropolitana de São Paulo), Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná.</p>
<p>Com 90 municípios, a Região Administrativa de Campinas soma as regiões de governo de Bragança Paulista, Campinas, Jundiaí, Limeira, Piracicaba, Rio Claro e São João da Boa Vista. No estado de São Paulo, a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) lidera o ranking regional (e, claro, o nacional), com 941.144 matrículas no ensino superior em 2014.</p>
<p>Depois da Região Administrativa de Campinas, completam o ranking estadual as regiões administrativas de Sorocaba (88.013 matrículas), São José dos Campos (79.531), Baixada Santista (51.246), São José do Rio Preto (50.034), Ribeirão Preto (48.840), São Carlos (43.417), Bauru (40.716), Marília (35.484), Presidente Prudente (33.846), Araçatuba (22.829), Franca (20.693), Barretos (13.189) e Registro (2.829). O estado de São Paulo, com 1,7 milhão de matrículas, lidera o ranking estadual.</p>
<p>A RA de Campinas representava 14,6% das matrículas em Instituições do Ensino Superior no estado de São Paulo em 2014 e também estava em segundo lugar, atrás da RMSP, em matrículas em Ensino A Distância (EAD), embora com distância bem menor do que no caso das matrículas em cursos presenciais. Eram 41.513 matrículas em EAD na RA de Campinas, contra 102.476 matrículas em EAD na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>O elevado número de matrículas no ensino superior confirma o potencial da Região Administrativa de Campinas e, dentro dela, da Região Metropolitana de Campinas e região de Piracicaba em construírem um modelo de desenvolvimento regional diferenciado. Faltam planejamento em nível macro e políticas públicas regionais que realmente agreguem poder público, universidades, setor privado e sociedade civil. (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
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		<title>Brasil duplica estrutura e triplica matrículas no ensino superior no século 21</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2016 16:36:14 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 2000 e 2014, coincidindo com oito anos de governo de Luis Inácio Lula da Silva, quatro de Dilma Rousseff e três de Fernando Henrique Cardoso, o Brasil duplicou a estrutura e praticamente triplicou as matrículas no ensino superior. Os dados foram confirmados no Mapa do Ensino Superior no Brasil 2016, que acaba de ser divulgado pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp). O estudo, que não faz avaliações em termos da qualidade da educação ministrada, mostra que permanece a desigualdade, em termos regionais, na estrutura e acesso ao ensino superior no país.</p>
<p>De acordo com o Mapa, entre 2000 e 2014 o número de Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil, somando as públicas e as privadas, aumentou de 1.180 para 2.368. O crescimento na rede pública foi menor, embora significativo, em termos proporcionais, de 176 para 298 instituições. Na rede privada o número de IES subiu de 1.004 para 2.070.</p>
<p>Em termos de matrículas, e considerando os cursos presenciais, elas aumentaram, no total, de 2,694 milhões em 2000 para 6,498 milhões em 2014. Na rede pública o número de matrículas cresceu de 887 mil em 2000 para 1,822 milhão em 2014. Ou seja, a rede pública de ensino superior ganhou quase 1 milhão de novos alunos no período. Já na rede particular, o número de matrículas em cursos presenciais evoluiu de 1,807 milhão em 2000 para 4,676 milhões em 2014, ou cerca de 2,8 milhões a mais.</p>
<p>Houve, portanto, expressivo incremento no número de instituições e em matrículas no ensino superior no Brasil, mas o Mapa publicado pelo Semesp ratifica, em termos absolutos, a permanência da desigualdade no acesso no território nacional. Em 2014 a Região Sudeste somava 47,0%  das matrículas em cursos presenciais de ensino superior no país, contra 21,2% das matrículas no Nordeste, 15,3% no Sul, 9,5% no Centro-Oeste e 7,0% no Norte. A distribuição de matrículas em IES corresponde praticamente à distribuição populacional entre as regiões brasileiras.</p>
<p>São Paulo, estado mais populoso do Brasil, com mais de 44 milhões de habitantes, continua liderando o ranking, com 26,5% das matrículas em cursos presenciais em 2014, seguido de Minas Gerais (10,2%), Rio de Janeiro (8,5%), Rio Grande do Sul (6,0%) e Paraná (5,8%).</p>
<p>A fatia da Região Sudeste é menor considerando as matrículas do Ensino a Distância (EAD): ela somava 37,9% das matrículas em 2014, contra 20,0% do Nordeste, 10,9% do Sul, 11,8% do Norte e 10,4% do Centro-Oeste. São Paulo novamente liderava o ranking estadual, com 19,3% das matrículas em EAD, seguido de Minas Gerais (9,8%), Bahia (7,9%), Paraná (6,8%) e Rio Grande do Sul (6,7%).</p>
<p>O número de cursos presenciais também triplicou no período, indico de 10.585 em 2000 para 31.642 em 2014. Em 2014, os cursos presenciais mais procurados foram Direito (721.104 matrículas, 237.299 ingressantes e 82.655 concluintes), Administração (538.841, 189.459 e 82.305, respectivamente) e Engenharia Civil (264.780 matrículas, 113.917 ingressantes e 13.468 concluintes).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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