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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Movimento Vida no Centro de Campinas</title>
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		<title>Movimento debate memória, diversidade e mobilidade inclusiva no Centro de Campinas</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 16:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Vida no Centro de Campinas]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O resgate e a disseminação da memória, a valorização da diversidade e da convivência e a importância de uma mobilidade urbana inclusiva estiveram no centro do terceiro debate promovido pelo Movimento Vida no Centro de Campinas, na noite desta segunda-feira, 27 de outubro, na Estação Cultura. O encontro também discutiu o Projeto de Requalificação da Avenida Francisco Glicério, que está sendo conduzido pela Prefeitura Municipal de Campinas, em uma ação entre várias secretarias, e em parceria com a iniciativa privada. O debate foi transmitido ao vivo pela Socializando Saberes.</p>
<p>Marcelo das Histórias, do coletivo NINA (<span class="st">Núcleo Interdisciplinar de Narradores Orais e Agentes Culturais), destacou a importância do Centro como &#8220;visão simbólica da cidade&#8221;. Acentuou que o Centro deve ser o espaço por excelência &#8220;da convivência, da valorização da diversidade, e não de guetos&#8221;. Defendeu, então, ações que promovam aquelas dimensões na região central. </span></p>
<div id="attachment_936" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/141027_010.jpg"><img class="size-large wp-image-936" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/141027_010-1024x680.jpg" alt="Marcelo das Histórias: importância do resgate da memória e valorização da diversidade" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo das Histórias: importância do resgate da memória e valorização da diversidade</p></div>
<p><span class="st">Por sua vez, </span><span class="st">Mariângela Marini dos Santos Pereira, Analista de Educação Jr na Gerência de Educação e Cidadania da EMDEC, frisou a importância da mobilidade urbana em termos do direito à cidade e como eixo que reconfigura o espaço urbano. Ela defendeu uma mobilidade urbana inclusiva e que dê prioridade ao pedestre em relação ao automóvel. Ela observou que, em uma cidade do porte de Campinas, é necessário o apoio às chamadas novas centralidades, com o oferecimento de serviços próximos do local onde as pessoas moram, para que não tenham que deslocar sempre ao Centro. Entretanto, notou que o Centro sempre terá a sua importância, como território de encontro, de arte e cultura e promoção da cidadania.</span></p>
<p><span class="st">Outro debatedor da noite, César Pereira, coordenador em São Paulo do Plano Juventude Viva e Assessor Técnico na Coordenadoria de Projetos Especiais da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social, reiterou a urgência da inclusão e do resgate da memória. Ele lembrou que a população negra já teve espaços vetados no Centro de Campinas. César também acentuou a relevância da participação cidadã, nos marcos do que prevê o próprio Estatuto da Cidade. Ele lembrou que o Plano Diretor de Campinas será revisto até 2016, sendo essa uma ocasião histórica e estratégica para novos valores sejam resgatados em relação à ocupação do Centro.</span></p>
<div id="attachment_937" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/141027_023.jpg"><img class="size-large wp-image-937" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/141027_023-1024x680.jpg" alt="Mobilidade inclusiva e participação cidadã também foram reiteradas no debate" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Mobilidade inclusiva e participação cidadã também foram reiteradas no debate</p></div>
<p>O Movimento Vida no Centro de Campinas congrega várias organizações da sociedade civil e busca soluções para a melhoria da qualidade de vida na região central da cidade. O Movimento Vida no Centro de Campinas tem o apoio da Câmara Municipal e de organizações como Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), Associação Campineira de Imprensa (ACI), Clube de Diretores Lojistas (CDL), Conseg-Centro, Associação de Educação do Homem do Amanhã (AEDHA) – Guardinha, ONG Girassonhos/DNA Social, Campinas que Queremos – Observatório Cidadão, Associação Reconvivência e coletivos de cultura Nina, Moinho, UniCult e Rede Usina Geradora.</p>
<p>O Movimento tem reflexões e ações norteadas por documentos e conceitos que expressam importantes avanços civilizatórios, como os das Cidades Educadoras, da Agenda 21, da Carta da Terra, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural (Carta de Paris), dos conceitos de Cultura Viva e Economia Criativa. O primeiro debate, no início de agosto, versou sobre Patrimônio Histórico e Gastronomia. O segundo, em setembro, foi sobre Economia e Educação.</p>
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