<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agência Social de Notícias &#187; Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC)</title>
	<atom:link href="http://agenciasn.com.br/arquivos/tag/museu-de-arte-contemporanea-de-campinas-macc/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://agenciasn.com.br</link>
	<description>Notícias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 16:09:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Natureza e guerra: reflexões no Museu de Arte Contemporânea de Campinas</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/8476</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/8476#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2016 19:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC)]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=8476</guid>
		<description><![CDATA[Um rio que fornece as bases culturais e sociais de uma das regiões mais importantes no Brasil. A guerra e seus impactos, seus dramas e angústias. Dois cenários distintos, vida e morte, a beleza e o horror. A humanidade/biosfera e suas contradições, em duas exposições no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC), até o ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um rio que fornece as bases culturais e sociais de uma das regiões mais importantes no Brasil. A guerra e seus impactos, seus dramas e angústias. Dois cenários distintos, vida e morte, a beleza e o horror. A humanidade/biosfera e suas contradições, em duas exposições no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC), até o dia 25 de setembro.</p>
<p>A  coletiva “Cinco olhares para a orla de Guaíba” mostra o registro das incursões das cinco integrantes de um coletivo de artistas gaúchas ao longo da orla do rio Guaíba, na cidade do mesmo nome, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na mostra coletiva, as artistas constroem uma poética visual considerando a paisagem e o percurso como força condutora da prática artística. Cada participante do grupo gerou obras muito particulares, produzindo uma diversidade de trabalhos em técnicas variadas, como desenhos, fotografias, livros de artista, vídeos, instalações, objetos, postais, entre outras.</p>
<div id="attachment_8481" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-038.jpg"><img class="size-large wp-image-8481" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-038-1024x576.jpg" alt="As cinco artistas gaúcha, na abertura da exposição no MACC (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="348" /></a><p class="wp-caption-text">As cinco artistas gaúcha, na abertura da exposição no MACC (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>As artistas tiveram como inspiração as caminhas que fizeram às margens do rio Guaíba, desde o Terminal Hidroviári0 Catsul, onde desembarcaram, até as ruínas do Frigorífico São Geraldo. No trajeto, o registro de cenas, percepções, sentimentos, materializados nas respectivas obras.</p>
<p>Em &#8220;O que rola na orla&#8221;, Sandra Fraga expõe as fotos produzidas a partir das paisagens naturais e culturais, envolvendo visitantes, moradores, comerciantes, espaços emblemáticos, além de eventos ocorridos na cidade. A vida pulsando a partir das margens do rio Guaíba.</p>
<div id="attachment_8482" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-044.jpg"><img class="size-large wp-image-8482" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-044-1024x576.jpg" alt="Tecendo Cartografias, de Mara Caruso (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="348" /></a><p class="wp-caption-text">Tecendo Cartografias, de Mara Caruso (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Por sua vez, Mara Caruso compôs um banco de 30 imagens da flora e da fauna da região e as expôs em um grupo que denominou &#8220;Tecendo cartografias&#8221;. Recolhendo pedras, plantas, galhos e outros objetos, desenhou, filmou e catalogou significados, propondo novas formas de olhar o cenário do rio.</p>
<p>&#8220;Memórias do Matadouro&#8221; é a instalação concebida e executada por Valquíria Muniz. Ela fez uma ampla pesquisa sobre o antigo Matadouro Municipal e encontrou fotos de época, o que a motivou a produzir registros fotográficos atuais, em portarretratos digitais, no interior de uma máquina-caixote (lambe-lambe), de modo que a situação remetesse ao passado e à memória de muitas pessoas.</p>
<div id="attachment_8483" style="width: 586px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-047.jpg"><img class="size-large wp-image-8483" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-047-576x1024.jpg" alt="Memórias do Matadouro, de Valquíria Muniz (Foto José Pedro Martins)" width="576" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">Memórias do Matadouro, de Valquíria Muniz (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Já Leci Bohn realizou a sua &#8220;Natureza Animada&#8221; com imagens de pássaros encontrados na orla do Guaíba. Ela as produziu após ouvir os sons, ver fotos e outras imagens e contemplar os próprios pássaros, ao vivo.</p>
<div id="attachment_8484" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-050.jpg"><img class="size-large wp-image-8484" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-050-1024x576.jpg" alt="Natureza Animada, de Leci Bohn (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="348" /></a><p class="wp-caption-text">Natureza Animada, de Leci Bohn (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Estelita Branco é a quinta artista do coletivo responsável pela mostra no MACC, que coordenou ao lado de Mara Caruso. Uma foto de satélite, logo na entrada da primeira sala onde está a exposição, mostra toda a orla do Guaíba, o que possibilita a inserção do visitante no cenário visitado e reinterpretado pelas cinco artistas.</p>
<p>A vida proporcionada por um rio, e na outra sala do MACC, a morte documentada na exposição do artista paulistano Diego Castro. Ele apresenta a individual “E=mc²&#8221;, reunindo cerca de 20 pinturas, fotografias, seis conjuntos escultóricos e uma instalação. A maioria é de produção inédita.</p>
<div id="attachment_8485" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-027.jpg"><img class="size-large wp-image-8485" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/09/MAcc-027-1024x576.jpg" alt="A guerra e seus aparatos, na exposição de Diego Castro (Foto José Pedro Martins)" width="618" height="348" /></a><p class="wp-caption-text">A guerra e seus aparatos, na exposição de Diego Castro (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>A pesquisa tem como foco as guerras e conflitos atuais e as maneiras como circulam as informações de imagens acerca destes eventos. O artista trabalha a partir de fotografias apropriadas e as transforma em objetos ou pinturas que alteram o significado original da imagem.</p>
<p>O grande dilema da existência, o fio tênue entre vida e morte, em duas exposições no Museu de Arte Contemporânea de Campinas. Tudo é muito relativo, como indica o nome do trabalho de Diego Castro. Exposições que foram selecionadas no edital do MACC para 2016. O Museu da rua Benjamin Constant, 1633, está promovendo uma arte viva e instigante. A visitação acontece de terça a sábado, das 10 às 18 horas. Às quintas, das 10 às 22 horas. E aos domingos e feriados, das 11 às 15 horas. O MACC fecha às segundas. A entrada é gratuita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/8476/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pluralismo do olhar, em três exposições no MACC até 8 de maio</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/6666</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/6666#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 14:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC)]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=6666</guid>
		<description><![CDATA[O pluralismo do olhar, a diversidade de formas em ver e atuar sobre o mundo. Estas são as marcas do conjunto de três exposições em cartaz no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) até o dia 8 de maio. FotoForma 66, de Giancarlo Giannelli; Maré.02, de Ernesto Bonato; e Amorfo, de Jan M.O., tiveram ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O pluralismo do olhar, a diversidade de formas em ver e atuar sobre o mundo. Estas são as marcas do conjunto de três exposições em cartaz no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) até o dia 8 de maio. FotoForma 66, de Giancarlo Giannelli; Maré.02, de Ernesto Bonato; e Amorfo, de Jan M.O., tiveram sua vernissage na noite da última quinta-feira, 7 de abril. As exposições representam um painel de como os artistas utilizam diversos materiais e suportes para propor novas perspectivas estéticas e existenciais.</p>
<div id="attachment_6697" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Giancarlo-Giannelli5.jpg"><img class="size-large wp-image-6697" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Giancarlo-Giannelli5-1024x680.jpg" alt="Giancarllo Giannelli: homenagem ao experimentalismo na fotografia (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Giancarllo Giannelli: homenagem ao experimentalismo na fotografia (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>FotoForma 66 é uma homenagem de Giancarlo Giannelli a Geraldo de Barros (1923-1998), que realizou a primeira exposição de fotografia abstrata no Brasil, há 66 anos. Giannelli apresenta 35 fotografias, mesclando técnicas que situam as obras entre o figurativo e o abstrato.</p>
<p>Pesquisador revolucionário, Geraldo de Barros trabalhou com pintura e gravura, além da fotografia. Desconstrução é a palavra que sintetiza a sua concepção artística e seu método de trabalho. Desconstruir para reordenar, dar um novo formato. Um dos expoentes do Concretismo, Barros criou e/ou integrou grupos importantes, como FormInform,  Ruptura, Galeria Rex e Grupo 15. &#8220;Sobras&#8221; foi sua última exposição, em 1996, dois anos antes de falecer.</p>
<div id="attachment_6698" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Ernesto-Bonato1.jpg"><img class="size-large wp-image-6698" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Ernesto-Bonato1-1024x680.jpg" alt="Ernesto Bonato e uma de suas oito xilogravuras expostas no MACC (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Ernesto Bonato e uma de suas oito xilogravuras expostas no MACC (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Maré.02, de Ernesto Bonato, destaca, por sua vez, a incursão do autor pela xilogravura. São oito xilogravuras imensas, de 3 x 4 metros, compondo a instalação do projeto iniciado na residência artística que Bonato fez no Instituto de Artes da Unicamp, entre agosto de 2011 e julho de 2012. O projeto ganhou o apoio do Programa de Incentivo à Cultura do Estado de São Paulo (Proac) e Secretaria de Cultura do Estado.</p>
<div id="attachment_6699" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Jan-M.O.3.jpg"><img class="size-large wp-image-6699" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Jan-M.O.3-1024x680.jpg" alt="Jan M.O. e algumas de suas obras na mostra Amorfo (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Jan M.O. e algumas de suas obras na mostra Amorfo (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Na exposição Amorfo, Jan M.O. reúne conjuntos de imagens, associadas a ambigramas, que propõem um olhar mais atento para que sejam desvendados e interpretados. O artista desenvolve desde 2011 um trabalho de pesquisa enfatizando o uso do gotejamento da tinta spray, o pontilhamento manual do nanquim e o uso detalhista do grafite.</p>
<p>Três visões da arte e da vida. A arte contemporânea e suas múltiplas faces, mais um convite do MACC até o dia 8 de maio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/6666/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
