<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agência Social de Notícias &#187; Música brasileira</title>
	<atom:link href="http://agenciasn.com.br/arquivos/tag/musica-brasileira/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://agenciasn.com.br</link>
	<description>Notícias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 12:11:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Por amor à música brasileira, Guinga e Ernani Aguiar são celebrados em festival que se encerra hoje em show gratuito</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/15533</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/15533#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 19:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Ernani Aguiar]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Música Contemporânea Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Guinga]]></category>
		<category><![CDATA[Música brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=15533</guid>
		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Os dois músicos homenageados na 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira (FMCB), em Campinas, Ernani Aguiar e Guinga, nasceram no mesmo ano e no mesmo estado do Rio de Janeiro. Conheceram-se pessoalmente, no entanto, somente agora, aos 68 anos, semanas antes deste encontro musical, e descobriram, além da música, outras ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>Os dois músicos homenageados na 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira (FMCB), em Campinas, Ernani Aguiar e Guinga, nasceram no mesmo ano e no mesmo estado do Rio de Janeiro. Conheceram-se pessoalmente, no entanto, somente agora, aos 68 anos, semanas antes deste encontro musical, e descobriram, além da música, outras afinidades como suas opiniões sobre a inspiração e sobre a obra de Carlos Gomes. Os dois compositores encerram hoje (30/03) a programação do FMCB, às 20h, no Teatro Castro Mendes, em apresentação com a Orquestra Sinfônica de Campinas sob a regência do maestro Ricardo Bologna (ingressos gratuitos retirados a partir das 19h).</p>
<div id="attachment_15534" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55633907_389460291834354_9041188457690431488_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15534" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55633907_389460291834354_9041188457690431488_n-1024x768.jpg" alt="O músico compositor Ernani Aguiar, homenageado na sexta edição do FMCB" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">O músico compositor Ernani Aguiar, homenageado na sexta edição do FMCB</p></div>
<p>Descontraídos, os dois conversaram com a imprensa durante a semana, mas não foi o único momento de conversa na agenda do festival. Começaram na terça-feira (26/03) com uma oficina de música para crianças no Centro Infantil Boldrini. Depois não pararam mais de conversar e tocar. Fizeram bate-papo com a plateia em apresentação com o Quinteto da Paraíba no dia 27/03, às 20h, na CPFL; participaram de congresso no Instituto de Artes da Unicamp nos dias 28 e 29/03 (com comunicação oral e mesa-redonda) e fizeram concerto comentado nos dias 28 e 29/03 no Teatro Castro Mendes. O público aproveitou a oportunidade e interagiu nos eventos (todos gratuitos).</p>
<div id="attachment_15538" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55610999_1963915947050123_1364947938177974272_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15538" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55610999_1963915947050123_1364947938177974272_n-1024x768.jpg" alt="Guinga em entrevista à imprensa na CPFL, patrocinadora do festival" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Guinga em entrevista à imprensa na CPFL, patrocinadora do festival</p></div>
<p>“Não estou muito habituado a ser homenageado”, disse Guinga à imprensa. &#8220;Dos prêmios que fui indicado, 90% eu deixei de ganhar. Então, sou um contumaz perdedor. Acho que ganhar e perder é uma coisa que faz parte da vida. Aliás, ninguém aprende na vitória, e sim na derrota. Ganhei quatro prêmios em minha vida e há pouco tempo joguei fora, porque não é isso que importa. É a obra que fica que importa”, afirmou o músico refletindo sobre a vida.</p>
<p>Guinga é o que ele mesmo chama de “músico de ouvido”.  “Sou um músico que fez o caminho da rua para a universidade.” Em seguida, confessa: “Odeio partitura”, mas diz que gostaria de poder fazer ele mesmo seus arranjos “pegando uma partitura”. A relação de parceiros musicais e intérpretes que ele já teve dizem muito sobre a sua obra: Chico Buarque, Aldir Blanc, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Elis Regina, Leila Pinheiro, Mônica Salmaso (com quem começa turnê no Japão dia 2/04) e uma lista enorme de talentos.</p>
<p>Hermeto Pascoal resumiu em uma frase o que pensa sobre Guinga: “Um cara como ele aparece a cada cem anos.” A admiração é mútua, como se pode ver na música de Guinga e Aldir Blanc “Chá de panela” que homenageia o “bruxo” Hermeto.</p>
<div id="attachment_15444" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/fmcb-6-ernani-aguiar-e-guinga-02-1000x720.png"><img class="size-full wp-image-15444" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/fmcb-6-ernani-aguiar-e-guinga-02-1000x720.png" alt="Ernani Aguiar e Guinga se apresentam no FMCB de quarta a sábado, em Campinas, como homenageados" width="1000" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">Ernani Aguiar e Guinga participaram de congresso e shows promovidos na sexta edição do FMCB</p></div>
<p>“Boa música é aquela que me provoca algum sentimento, uma reação física. Cada um tem uma forma de sentir”, define Guinga, que diz acreditar em inspiração. “Quando ela chegar, que ela te encontre trabalhando. Não tem processo, ela vem na hora que você menos imagina, vem quando ela quer.” O compositor e regente Ernani Aguiar interrompe e corrobora: “Eu acho o mesmo que o Guinga sobre inspiração.”</p>
<p>O compositor, regente, professor e pesquisador Ernani Aguiar “passeia” pela música vocal, instrumental, de câmara e orquestral. Versatilidade e criatividade descrevem a obra de Ernani, que defende a valorização da música brasileira enfaticamente, mencionando em poucos minutos de conversa músicos como Villa-Lobos, Radamés Gnattali, César Guerra-Peixe, Ernesto Nazareth e Carlos Gomes. “Quero sempre reger música de compositores brasileiros.”</p>
<div id="attachment_15540" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55837857_858391481159570_5253198203662106624_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15540" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55837857_858391481159570_5253198203662106624_n-762x1024.jpg" alt="Ernani Aguiar recebeu da Câmara Municipal de Campinas, em 2015, a Medalha Carlos Gomes" width="618" height="830" /></a><p class="wp-caption-text">Ernani Aguiar recebeu da Câmara Municipal de Campinas, em 2015, a Medalha Carlos Gomes</p></div>
<p>“Fiz a obrigação com Carlos Gomes que todo regente brasileiro deveria fazer”, disse quando respondia sobre a Medalha Carlos Gomes que recebeu da Câmara Municipal de Campinas em 2015. “Já regi várias coisas de Carlos Gomes, ganhei prêmio e a medalha por ter regido a ópera &#8216;Colombo&#8217;, pela primeira vez executada por uma universidade latina.” Ainda sobre o compositor campineiro, Ernani falou de “Burrico de pau” , sonata para orquestra de cordas, último movimento. “É uma obra-prima”, dizia Ernani, quando foi interrompido por Guinga dizendo ter a mesma opinião. Ernani emendou, referindo-se a Guinga: “Parece que já nos conhecíamos há 38 anos.”</p>
<p>Ernani Aguiar é também professor universitário desde 1985, atividade que ele diz ser importante em sua vida: “Isso me põe vivo, esse contato com os jovens músicos.” Elogiou a Unicamp, a Orquestra Comunitária da universidade e Rubem Alves.</p>
<p>Nascido em Petrópolis (RJ), o músico faz questão de dizer que “nós não somos de onde somos paridos, somos de onde amamos”. A cidade que escolheu, diz ele, foi Ouro Preto (MG), como “cidade natal”, e Firenze, na Itália, como “cidade real”.</p>
<p>Autor de peças com nomes que fazem referência à cultura brasileira, como “Tempo de Maracatu” e “Tempo de Caboclinhos” (ambas executadas esta semana pelo Quarteto da Paraíba), Ernani Aguiar diz que muitas vezes não sabe exatamente de onde vem a influência: “Quando componho, a minha memória busca no meu arquivo, que nem conheço.” Para concluir, Ernani se autoproclamou anarquista, no mesmo tom bem-humorado e descontraído que manteve durante a edição do festival que o homenageou em Campinas.</p>
<p><strong>Informações</strong><br />
<a href="http://www.fmcb.com.br/?fbclid=IwAR03ehTn66oB2kchMt6mnCWmYC7KY1Eehn0nW4PqTkplpQocsFpn7C_hkiQ" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.fmcb.com.br%2F%3Ffbclid%3DIwAR03ehTn66oB2kchMt6mnCWmYC7KY1Eehn0nW4PqTkplpQocsFpn7C_hkiQ&amp;h=AT0QWI6v_GHUPHtMwHKnJYWDAVRy_NtTccQrnnS0dIDvGay4tc4vWvacRlLJenzmuij4O3751_lzj3VpC5Q_mw8i5vkxe0DtxNhntcYj9msKkiupNJxQYDsn-ouQvQraNGKKx64EBCxRJQShzg">www.fmcb.com.br</a><br />
<a href="https://www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira/">www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira</a><br />
<a href="http://www.instagram.com/fmcbsp?fbclid=IwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Ffmcbsp%3Ffbclid%3DIwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y&amp;h=AT11fl46ve4QqKfXS0UT5Ol9BUEbMIuN5pd87AlvNEQm-7hS-HdWPS04Mtk8T_79NxkMilT0Kx591pWm5hlfuEwpe7ggB-htpjFnCfULEczAf6N_0ZC1FLAbDUCr_hXqY4ENCT2x5OsFK49NpA">www.instagram.com/fmcbsp</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/15533/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guinga e Ernani Aguiar são homenageados na 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/15443</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/15443#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2019 04:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Airto Moreira em Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Coro Contemporâneo de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Ernani Aguiar]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Música Contemporânea Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[FMCB]]></category>
		<category><![CDATA[Guinga]]></category>
		<category><![CDATA[Música brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Quarteto da Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp Cello Ensemble]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=15443</guid>
		<description><![CDATA[A 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira começa nesta terça-feira (26/03), às 10h, em Campinas, com a oficina de música para crianças no Centro Infantil Boldrini. Na quarta-feira (27/03) às 20h começa a programação 100% gratuita e aberta ao público, recheada de atrações aguardadas com ansiedade pelos apreciadores da boa música. Para quem ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira começa nesta terça-feira (26/03), às 10h, em Campinas, com a oficina de música para crianças no Centro Infantil Boldrini. Na quarta-feira (27/03) às 20h começa a programação 100% gratuita e aberta ao público, recheada de atrações aguardadas com ansiedade pelos apreciadores da boa música. Para quem não conseguiu fazer a reserva pela internet para os três concertos (que se esgotaram rapidamente) é importante chegar mais cedo ao local para adquirir o bilhete – veja abaixo como pegar seu ingresso.</p>
<p>Os homenageados por si só já causam <em>frisson</em>: Ernani Aguiar e Guinga, ambos músicos compositores aclamados (e muito tocados) por profissionais e leigos que valorizam a música brasileira. Ficará a cargo do também consagrado Quinteto da Paraíba o concerto de abertura, que interpretará obras dos dois músicos com a presença dos mesmos.</p>
<div id="attachment_15445" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/quinteto-da-Paraíba.jpg"><img class="size-full wp-image-15445" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/quinteto-da-Paraíba.jpg" alt="Quinteto da Paraíba faz o concerto de abertura do festival ao lado dos homenageados" width="1000" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">Quinteto da Paraíba faz o concerto de abertura do festival ao lado dos homenageados</p></div>
<p>Além de tocar, Ernani Aguiar e Guinga prometem bater um papo antes do espetáculo com a plateia presente. A interação entre o artista e o público já é marca do FMCB. Os bate-papos são momentos que vão muito além do comentário sobre a obra durante o show e das falas informais no palco. Eles promovem uma rara oportunidade de aproximação e troca entre as partes.</p>
<p>Para acompanhar os homenageados, o festival também convidou grandes nomes da música brasileira. Apresentado pelo selo Kuarup como “uma das melhores surpresas instrumentais do Brasil nos últimos anos”, o Quinteto da Paraíba mostra na quarta (27/03) sua combinação de técnica com o suingue nas cordas. Na quinta, é a vez do Coro Contemporâneo de Campinas e Unicamp Cello Ensemble com Ernani Aguiar. Na sexta-feira, Mônica Salmaso acompanha Guinga, numa parceria que há alguns anos já rendeu diversos shows. E, finalmente, no sábado, os homenageados se apresentam com a Orquestra Sinfônica de Campinas.</p>
<div id="attachment_15446" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/MONICA-SALMASO-E-GUINGA-1000x720.jpg"><img class="size-full wp-image-15446" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/MONICA-SALMASO-E-GUINGA-1000x720.jpg" alt="A cantora Mônica Salmaso se apresenta na sexta-feira (29/03) com o músico Guinga, no Teatro Castro Mendes" width="1000" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Mônica Salmaso se apresenta na sexta-feira (29/03) com o músico Guinga, no Teatro Castro Mendes</p></div>
<p>Este é o quarto ano que a CPFL Energia realiza o patrocínio e apresentação do Festival, que conta também com a colaboração da Pró-reitoria de Extensão e Cultura da Unicamp, da Secretaria de Cultura de Campinas e da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (OSMC).</p>
<p>Ernani Aguiar é compositor, regente, professor e pesquisador, considerado uma das mais importantes personalidades da música erudita no Brasil e do mundo. Guinga já atuou como violonista com vários artistas renomados como Clara Nunes, Beth Carvalho, Alaíde Costa, João Nogueira e Cartola. Teve várias de suas músicas gravadas por Elis Regina, Cauby Peixoto, Michel Legrand, Sérgio Mendes, Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro e Ronnie Von. E fez parcerias com Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc e Chico Buarque.</p>
<p><strong>Ingressos</strong></p>
<p>Todos os eventos do Festival de Música Contemporânea Brasileira têm entrada gratuita. Fique atento à distribuição dos ingressos. No Instituto CPFL, a retirada de ingressos (2 por pessoa) pode ser feita a partir das 19h no local do evento. Na Unicamp, as inscrições são realizadas durante o evento, no local, sujeitas à lotação do auditório. No Teatro Castro Mendes, 50% dos ingressos tiveram reserva prévia na plataforma online Sympla. Ainda assim os ingressos reservados devem obrigatoriamente ser retirados das 18h às 19h15 no local do evento. Após este horário, ingressos que não forem retirados serão distribuídos para público interessado presente, por ordem de chegada. Os 50% dos ingressos restantes são distribuídos no local, a partir das 19h.</p>
<p><strong>Abertura oficial do FMCB</strong></p>
<p>Onde: Instituto CPFL, Sala Umuarama<br />
Data: 27/03/2019<br />
Horário: 20h<br />
Distribuição de ingressos gratuitos: Retirada de ingressos (2 por pessoa) a partir das 19h no local.</p>
<p><strong>Programação completa</strong></p>
<p><strong><em>26/03</em></strong><br />
10h &#8211; Oficina de música para crianças – contrapartida social<br />
Centro Infantil Boldrini</p>
<p><strong><em>27/03</em></strong><br />
20h – Bate-papo com compositores homenageados &amp; concerto com Quinteto da Paraíba<br />
Instituto CPFL</p>
<p><strong><em>28/03</em></strong><br />
10h30 – Congresso sobre Guinga<br />
Auditório do Instituto de Artes, Unicamp</p>
<p>20h – Concerto comentado por Ernani Aguiar com Coro Contemporâneo de Campinas e Unicamp Cello Ensemble<br />
Teatro Castro Mendes – (<a href="https://goo.gl/ccnDgB">RESERVA ANTECIPADA DE INGRESSOS</a>)</p>
<p><strong><em>29/03</em></strong><br />
10h – Congresso sobre Ernani Aguiar<br />
Auditório do Instituto de Artes, Unicamp</p>
<p>20h – Concerto comentado com Guinga &amp; Mônica Salmaso<br />
Teatro Castro Mendes – (<a href="https://goo.gl/5L9uDa">RESERVA ANTECIPADA JÁ ESGOTADA</a>)</p>
<p><strong><em>30/03</em></strong><br />
20h – Concerto com Ernani Aguiar, Guinga &amp; Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas<br />
Maestro Ricardo Bologna<br />
Teatro Castro Mendes – (<a href="https://goo.gl/pMUoYB">RESERVA ANTECIPADA DE INGRESSOS JÁ ESGOTADA</a>)</p>
<p><strong>Informações</strong><br />
<a href="http://www.fmcb.com.br/?fbclid=IwAR03ehTn66oB2kchMt6mnCWmYC7KY1Eehn0nW4PqTkplpQocsFpn7C_hkiQ" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.fmcb.com.br%2F%3Ffbclid%3DIwAR03ehTn66oB2kchMt6mnCWmYC7KY1Eehn0nW4PqTkplpQocsFpn7C_hkiQ&amp;h=AT0QWI6v_GHUPHtMwHKnJYWDAVRy_NtTccQrnnS0dIDvGay4tc4vWvacRlLJenzmuij4O3751_lzj3VpC5Q_mw8i5vkxe0DtxNhntcYj9msKkiupNJxQYDsn-ouQvQraNGKKx64EBCxRJQShzg">www.fmcb.com.br</a><br />
<a href="https://www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira/">www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira</a><br />
<a href="http://www.instagram.com/fmcbsp?fbclid=IwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Ffmcbsp%3Ffbclid%3DIwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y&amp;h=AT11fl46ve4QqKfXS0UT5Ol9BUEbMIuN5pd87AlvNEQm-7hS-HdWPS04Mtk8T_79NxkMilT0Kx591pWm5hlfuEwpe7ggB-htpjFnCfULEczAf6N_0ZC1FLAbDUCr_hXqY4ENCT2x5OsFK49NpA">www.instagram.com/fmcbsp</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/15443/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diogo Nazareth lança Cultura de Existência no mês da Consciência Negra</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/14272</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/14272#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 20:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Afro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=14272</guid>
		<description><![CDATA[O músico campineiro Diogo Nazareth apresenta o seu projeto de música afro-brasileira com uma série de shows de lançamento do seu álbum de estreia Cultura de Existência. Em Campinas, ele se apresenta em dois shows gratuitos, o primeiro no Sesi Amoreiras dia 8/8, às 20h; e o segundo na Estação Cultura dia 15/11, às 17h, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O músico campineiro Diogo Nazareth apresenta o seu projeto de música afro-brasileira com uma série de shows de lançamento do seu álbum de estreia Cultura de Existência. Em Campinas, ele se apresenta em dois shows gratuitos, o primeiro no Sesi Amoreiras dia 8/8, às 20h; e o segundo na Estação Cultura dia 15/11, às 17h, dentro da programação oficial da Prefeitura no mês da Consciência Negra. A turnê inclui ainda Cosmópolis, Jundiaí e Jacareí (confira abaixo a agenda).</p>
<p>O músico campineiro faz a junção de ritmos afro-brasileiros com o choro, o samba e o hip-hop. “Na prática, fundimos o sotaque do Aguerê, o Alujá, o Ijexá, o Ilú de Inhansã, com a formação típica do regional de Choro: violão de sete cordas, violão de seis cordas, cavaco e/ou bandolim. Ou seja, instrumentos harmônico-melódicos que abrem as possibilidades do emprego de técnicas eruditas de composição para o tratamento desses ritmos desconhecidos do grande público”, explica Nazareth.</p>
<p>Formado em Piano Popular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 2014, o músico de 30 anos apresenta um trabalho autoral composto por 12 faixas, unindo toques do ritual da nação Ketu, que envolvem atabaques e agogôs, com as técnicas de composição europeias.</p>
<p>“Esses ritmos (da linguagem percussiva afro) têm potencial de criação tão rico quanto o Samba, mas são sistematicamente ignorados por grande parte dos arranjadores. Então a nossa aposta é que esse é um reservatório com imensas possibilidades sonoras praticamente inexplorado, e Cultura de Existência pretende ser uma contribuição, ainda que modesta, nesse sentido. É um projeto de música afro-brasileira”, define o músico.</p>
<p>A produção é parceria de Nazareth com Eduardo Balbino, o Dj Duh (que também trabalha com Emicida, Vanessa da Matta e Gabi Amarantos), que deu o tratamento comercial ao álbum e contribuiu para a levada urbana que o autor quis imprimir com a batida eletrônica do Hip-hop. Como produtor, Nazareth também incluiu toques sagrados das casas de Candomblé, ressaltando a religiosidade que permeia não apenas seu trabalho, mas sua trajetória acadêmica e sua vida pessoal.</p>
<div id="attachment_14274" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-10-19-at-1.11.51-PM-3.jpeg"><img class="size-large wp-image-14274" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-10-19-at-1.11.51-PM-3-1024x802.jpeg" alt="Grupo" width="618" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Cultura de Existência é formada por nove músicos, além de Nazareth</p></div>
<p>“Sendo Ogã de Umbanda (<em>coordenador dos tambores rituais</em>), e possuindo uma família de santo em Juazeiro, na Bahia, tive acesso e permissão pra trazer esses ritmos à música popular ’profana’”, comenta Nazareth. Além disso, o álbum é baseado em sua pesquisa de mestrado sobre toques e ritmos afro-religiosos. Essa mescla de fé e musicalidade vinda dos terreiros é encarada pelo campineiro como &#8220;militância musical contra o preconceito dentro das academias, das mídias e das massas”.</p>
<p>Do ponto de vista formal, as faixas de Cultura de Existência seguem o formato tradicional das cantigas, das ladainhas, dos pontos de Umbanda e Jongo, dos jogos de roda, de pergunta e resposta, em que o “puxador” canta o verso e o coro retorna em uníssono. “Esse formato anda lado a lado com manifestações populares de matriz africana, então esse joguete é o que procuramos emular”, afirma Nazareth.</p>
<p>Cultura de Existência foi selecionado e beneficiado pelo ProAC do Governo do Estado de SP (edital no. 21/2017), que prevê a dedução de ICMS para empresas patrocinadoras de projetos culturais. Também conta com o apoio da Prefeitura de Campinas, por meio do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC) da Secretaria da Cultura.</p>
<p><strong>A banda</strong></p>
<p>A banda de Cultura de Existência é formada por nove músicos, além de Nazareth.  A concepção do arranjo do disco é a divisão em naipes, seguindo técnicas orquestrais de composição. No naipe de cordas dedilhadas estão Eduardo Pereira no cavaco, violão e bandolim; Matheus Crippa no violão de sete cordas e viola caipira e o próprio Nazareth no violão de sete cordas. O grupo é formado ainda por Cris Monteiro, Adriel Job e Bruno Sotil, no naipe das percussões; Edmar Pereira e Fernando Goldenberg, no naipe dos metais, e Graciela Soares e Yandara Pimentel, nos backing</p>
<p><strong>Em Campinas</strong> serão duas apresentações: uma no dia 8, no Sesi Amoreiras, e outra no dia 15 na Estação Cultura, que integra a agenda oficial da Prefeitura de Campinas no mês da Consciência Negra. A turnê passa ainda por Cosmópolis, Jundiaí e Jacareí.</p>
<p><strong>Agenda</strong></p>
<p><strong>8/11 &#8211; Campinas</strong> &#8211; Teatro do Sesi Amoreiras, 20h (gratuito, entrada sujeita à lotação de 360 lugares)</p>
<p><strong>15/11 &#8211; Campinas</strong> &#8211; Estação Cultura, 17h (gratuito)</p>
<p><strong>17/11 &#8211; Cosmópolis</strong> &#8211; Auditório XV de Outubro, 19h (gratuito, ingressos no local)</p>
<p><strong>18/11 &#8211; Jacareí</strong> &#8211; Pátio dos Trilhos, 19h (gratuito)</p>
<p><strong>23/11 &#8211; Jundiaí</strong> &#8211; Programação Sexta no Centro, Praça Marechal Floriano Peixoto, 18h (gratuito)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/14272/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Elza Soares apresenta ‘A Mulher do Fim do Mundo’ no Sesc-Campinas com força renovada e músicos paulistanos</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/6361</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/6361#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2016 20:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Elza Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Kastrup]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Cabral]]></category>
		<category><![CDATA[Música brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Campos]]></category>
		<category><![CDATA[samba punk]]></category>
		<category><![CDATA[samba rock]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=6361</guid>
		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Elza Soares poderia ser apenas mais uma voz forte e inigualável a enriquecer a galeria de grandes intérpretes brasileiras, mas quando sobe ao palco ela vai muito além da sua potência vocal. Elza leva junto a mulher, o negro, a sua história, o samba, o samba-rock e todos os oprimidos que conseguem, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes</strong></p>
<p>Elza Soares poderia ser apenas mais uma voz forte e inigualável a enriquecer a galeria de grandes intérpretes brasileiras, mas quando sobe ao palco ela vai muito além da sua potência vocal. Elza leva junto a mulher, o negro, a sua história, o samba, o samba-rock e todos os oprimidos que conseguem, com a sua música e musicalidade, soltar um grito engasgado que clama por respeito.</p>
<p>No show que fez no Sesc-Campinas nesta sexta-feira (11/03), a melhor cantora do milênio (eleita pela BBC) mostrou ao público – que lotou o Galpão Multiuso – o seu mais recente trabalho, “A Mulher do Fim do Mundo”, ao lado dos compositores e músicos paulistas que se juntaram a ela para fazer um álbum de 11 músicas inéditas.</p>
<div id="attachment_6363" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares015.jpg"><img class="size-large wp-image-6363" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares015-1024x672.jpg" alt="O músico Dalua fez a percussão do show de Elza Soares em Campinas  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Dalua fez a percussão do show de Elza Soares em Campinas              Foto: Adriano Rosa</p></div>
<p><strong>O Show</strong></p>
<p>Precisamente às 20h34, abrem-se as cortinas negras do palco montado no galpão do Sesc, ao mesmo tempo que se ouve, à capela, a voz de Elza Soares abrindo o show com “Coração do Mar” (poema de Oswald de Andrade musicado por José Miguel Wisnik): “Coração do mar, é terra que ninguém conhece. (&#8230;) É o navio humano, quente, negreiro do mangue.”</p>
<p>Sem pausa, ela canta “Mulher do Fim do Mundo”: “Meu choro não é nada além de carnaval. É lágrima de samba na ponta dos pés. (&#8230;) Na avenida deixei lá a pele preta e a minha paz. (&#8230;) Até o fim eu vou cantar, eu quero cantar. Eu sou mulher do fim do mundo. Me deixem cantar até o fim.”</p>
<div id="attachment_6364" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares017.jpg"><img class="size-large wp-image-6364" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares017-1024x682.jpg" alt="Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Adriano Rosa</p></div>
<p><strong>Diva</strong></p>
<p>No palco, uma cadeira ao centro como um trono no alto dos degraus, onde Elza canta, e reina. Ela ouve os gritos de “Diva”, “Maravilhosa”, “Linda” e agradece inúmeras vezes. “Obrigada, meu amor”. Depois de cantar “Canal” (Rodrigo Campos), “Luz Vermelha” (Kiko Dinucci e Clima), “A Carne” (Farofa Carioca), “Dança” (Cacá Machado/Romulo Froes) e “Firmeza” (Rodrigo Campos), Elza apresenta seus músicos.</p>
<p>“’A Mulher do Fim do Mundo’ é o resultado do encontro com estes artistas paulistanos maravilhosos. Bons moleques: Rodrigo Campos (guitarra / cavaco), Kiko Dinucci (guitarra / violão), Marcelo Cabral (baixo), Dalua (percussão) e Guilherme Kastrup (bateria).”</p>
<div id="attachment_6365" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares024.jpg"><img class="size-large wp-image-6365" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares024-1024x721.jpg" alt="O músico e ator Rubi Waf interpreta &quot;Benedita&quot; com Elza Soares  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">O músico e ator Rubi Waf interpreta &#8220;Benedita&#8221; com Elza Soares                            Foto: Adriano Rosa</p></div>
<p><strong>Encontro musical</strong></p>
<p>Segundo Elza, o “maior responsável por isso” foi o músico Guilherme Kastrup, que em entrevista após o show contou que ele e o músico Cacá Machado convidaram Elza Soares para participar de um CD que faziam juntos, há cerca de quatro anos. “Ela ‘pirou’ nas guitarras do rock com o samba. Elza tem uma energia punk, sambista, subversiva”, lembra o arranjador e produtor.</p>
<p>“O encontro com ela teve muita energia. Éramos todos jovens músicos paulistanos, derivados do samba, do rock, da vida urbana.” Dessa combinação surgiu a ideia de gravar músicas inéditas, compostas pelos próprios músicos. “Elaborei um projeto, inscrevi na Natura e começamos a compor tudo especialmente para esse trabalho”, diz Kastrup.</p>
<div id="attachment_6366" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares019.jpg"><img class="size-large wp-image-6366" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares019-1024x568.jpg" alt="Cerca de 15 pessoas entram em cena no final do espetáculo  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 15 pessoas entram em cena no final do espetáculo                             Foto: Adriano Rosa</p></div>
<p><strong>Samba punk</strong></p>
<p>Segundo o músico Marcelo Campos, interrompido na hora do seu cafezinho pós-show, Guilherme (Kastrup) percebeu o quanto havia em comum entre Elza e os músicos desse encontro, como Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Kastrup e o próprio Campos. “Ela sempre se jogou, sua música não é higienizada, é um som mais sujo, tem esse lance do submundo, e tudo isso encaixou: o mundo dela com o nosso. Gerou essa química”, diz Campos.</p>
<p>Autor de “Firmeza” e “Canal”, Rodrigo Campos fala do quanto Elza Soares foi generosa com os músicos. “Num momento da carreira dela quando já fez tanta coisa, ela se abriu para esse universo e gravou só músicas inéditas pela primeira vez. Ela não se intimidou e, na verdade, se apropriou e transformou em uma coisa muito dela”, comenta o músico.</p>
<div id="attachment_6367" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares07.jpg"><img class="size-large wp-image-6367" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares07-1024x694.jpg" alt="O músico Rodrigo Campos  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="419" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Rodrigo Campos                                                     Foto: Adriano Rosa</p></div>
<p>Marcelo Cabral também faz uma pausa para conversar no final do show de sexta-feira, no Sesc-Campinas, e fala que uma das coisas mais legais do trabalho com Elza Soares foi que cada um fez o que sabe fazer, do seu jeito. “Não teve nada de fazer só para agradar. Foi um trabalho que teve muita verdade.”</p>
<p>Autor dos arranjos de cordas e compositor de “Solto”, Cabral fala da enorme disposição da cantora para ensaiar. “Ela era quem menos cansava. Nunca reclamava de passar de novo.” O músico também fala da generosidade da cantora e diz que ela deixou os músicos à vontade para arriscar. “O resultado foi esse, ousado. Quem faria algo assim?”.</p>
<div id="attachment_6368" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares030.jpg"><img class="size-large wp-image-6368" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares030-1024x659.jpg" alt="Elza Soares ao lado do músico Marcelo Cabral  Foto: Adriano Rosa  " width="618" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Elza Soares ao lado do músico Marcelo Cabral                                                Foto: Adriano Rosa</p></div>
<p><strong>Voz à mulher</strong></p>
<p>Após apresentação dos músicos, Elza canta “Maria da Vila Matilde”, cujo refrão é um aviso: “Cê vai se arrepender se levantar a mão pra mim”. Em seguida conclama as mulheres da plateia: “Mulheres, se liguem, denunciem, por favor. Chega, mulheres, de passar sofrimento caladas”, em referência à violência doméstica contra a mulher.</p>
<p>Quando começa a cantar “Pra Fuder” (Kiko Dinucci), o seu olhar é ousado e sedutor. “Kiko fez essa música pra mim. Se é pra mim, a gente canta.” Logo entra no palco o músico e ator Rub Waf, numa interpretação performática da música “Benedita”, que Elza emenda com “Malandro”.</p>
<p>Ele deita sua cabeça no colo da cantora, ela o enxuga, conversa e faz carinho, encerrando mais um momento de extrema força de interpretação. O repertório inteiro é marcado pelo conteúdo voltado para a realidade social.</p>
<div id="attachment_6369" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares06.jpg"><img class="size-large wp-image-6369" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares06-1024x706.jpg" alt="O músico Guilherme Kastrup faz a direção do espetáculo  Foto: Adriano Rosa " width="618" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Guilherme Kastrup faz a direção do espetáculo                                              Foto: Adriano Rosa</p></div>
<p><strong>Só o começo</strong></p>
<p>Cerca de 15 pessoas entram no palco e param diante da cantora. Ela interpreta “Solto” (Marcelo Cabral) e “Comigo” – “levo minha mãe comigo, talvez por sermos tão parecidas”. Para finalizar o show, que tem direção de Guilherme Kastrup, Elza declama o poema de Murilo Mendes “Metade Pássaro” (1941): “A mulher do fim do mundo dá de sonhar com poetas / Desvia o curso dos sonhos / Escreve cartas ao rio.”</p>
<p>Aplaudida de pé, com pedidos de ‘bis’, Elza ainda canta “Volta por cima”, a plateia se levanta e a cantora dá mais um ‘bis’. Agradece e avisa que isso é só o começo.</p>
<div id="attachment_6370" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares018.jpg"><img class="size-large wp-image-6370" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares018-1024x682.jpg" alt="Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Adriano Rosa</p></div>
<div id="attachment_6371" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares031.jpg"><img class="size-large wp-image-6371" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares031-1024x673.jpg" alt="Foto: Adriano Rosa" width="618" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Adriano Rosa</p></div>
<div id="attachment_6372" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares03.jpg"><img class="size-large wp-image-6372" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares03-1024x682.jpg" alt="Guilherme Kastrup e Rodrigo Campos após o espetáculo  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Guilherme Kastrup e Rodrigo Campos após o espetáculo                                             Foto: Adriano Rosa</p></div>
<div id="attachment_6373" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares02.jpg"><img class="size-large wp-image-6373" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ElzaSoares02-1024x682.jpg" alt="Marcelo Cabral no final do show  Foto: Adriano Rosa" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Cabral no final do show                                          Foto: Adriano Rosa</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/6361/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
