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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Música</title>
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		<title>Rosa Passos faz show inédito com Big Band na Concha Acústica, dia 10</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2016 14:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Comemorando seus 35 anos de carreira, a cantora Rosa Passos faz show inédito em Campinas no dia 10 de abril (domingo), às 17h, na Concha Acústica do Taquaral, ao lado de 18 músicos de ponta que a acompanham na série Movimento Grandes Bandas Grandes. No repertório, incluíram clássicos da música brasileira com toques jazzísticos e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Comemorando seus 35 anos de carreira, a cantora Rosa Passos faz show inédito em Campinas no dia 10 de abril (domingo), às 17h, na Concha Acústica do Taquaral, ao lado de 18 músicos de ponta que a acompanham na série Movimento Grandes Bandas Grandes. No repertório, incluíram clássicos da música brasileira com toques jazzísticos e arranjos feitos especialmente para este show pelos arranjadores Raphael Ferreira, João Lenhari e Rubinho Antunes. O projeto tem a direção geral de Tiago Gomes e realização da Secretaria Municipal de Cultura e GBG Produções.</p>
<p>“Eu fiz o convite à Rosa, ela aceitou, e mandou um repertório que ela gostaria de fazer com essa formação. Chamei três arranjadores &#8211; Raphael Ferreira, João Lenhari e Rubinho Antunes &#8211; e criamos um show exclusivamente para ser apresentado em Campinas”, diz Tiago Gomes.</p>
<p>Além da voz suave de Rosa Passos e dos timbres dos instrumentos de sopros e percussão, a apresentação conta ainda com o convidado especial Paulo Paulleli, baixista da cantora e do Trio Corrente (Grammy). Antes do show, às 16h, também haverá show do DJ Barata.</p>
<p><strong>Carreira internacional</strong></p>
<p>Rosa Passos é considerada uma das mais expressivas cantoras do mundo. Com afinação impecável e releitura própria do cancioneiro popular brasileiro, conquistou o mundo no decorrer dos anos de carreira. Rosa Passos continua sendo a única cantora brasileira que se apresentou sozinha, com voz e violão, no Carnegie Hall, em Nova York, em 2006, com lotação esgotada três semanas antes.</p>
<div id="attachment_6498" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/rosa-passos-1.jpg"><img class="size-large wp-image-6498" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/rosa-passos-1-678x1024.jpg" alt="Até o final do ano, Rosa Passos fará duas grandes turnês: Estados Unidos em comemoração aos 100 anos do jazz (Blue Note e Lincoln Center, entre outros lugares); e um tour na Europa e outro na América Latina; a cantora tem 18 CDs e mais dois inéditos ao vivo que serão distribuídos neste ano   Crédito foto:  Mirna Módolo" width="618" height="933" /></a><p class="wp-caption-text">Até o final do ano, Rosa Passos fará duas grandes turnês: Estados Unidos em comemoração aos 100 anos do jazz (Blue Note e Lincoln Center, entre outros lugares); e um tour na Europa e outro na América Latina; a cantora tem 18 CDs e mais dois inéditos ao vivo que serão distribuídos neste ano                                  Crédito foto: Mirna Módolo</p></div>
<p>Neste ano, a cantora cumpre duas grandes turnês: Estados Unidos (junho e dezembro de 2016), com shows em vários locais, entre eles no Blue Note e no Lincoln Center, ambos comemorativos aos 100 anos do jazz, além de um tour na Europa e outro na América Latina. Ela já se apresentou nestes 35 anos de carreira em 38 países nos cinco continentes, e participou de inúmeras gravações de grandes músicos internacionais, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.</p>
<p>No currículo, 18 CDs e mais dois inéditos ao vivo que serão distribuídos neste ano – um na Europa (gravado em Copenhagen) e outro no Brasil e Estados Unidos (gravado no Uruguai).</p>
<p><strong>Links: </strong></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=IZDW5fo2jEk">https://www.youtube.com/watch?v=IZDW5fo2jEk</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7FMDua6tkAU">https://www.youtube.com/watch?v=7FMDua6tkAU</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TqoR9xZGWco">https://www.youtube.com/watch?v=TqoR9xZGWco</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Movimento Grandes Bandas Grandes</p>
<p>Rosa Passos e Big Band</p>
<p>Quando: 10 de abril (domingo), 17h</p>
<p>Abertura com DJ Barata,16h</p>
<p>Onde: Concha Acústica do Taquaral (Av. Dr Heitor Penteado, 1661 &#8211; Parque Portugal – Taquaral &#8211; Portão 2. Campinas. SP)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p><strong>Fonte: Assessoria de Imprensa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Musicalidade do Carnaval abre espaço para baianás do Cabelo de Maria e &#8216;street band&#8217; Ôncalo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2016 17:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[SESC-Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Street Band]]></category>

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		<description><![CDATA[“É um A, é um B, é um C. Baiana me solte que eu quero aprender”* O ritmo do folguedo Baianá, que nasceu no sul de Pernambuco e se instalou em Alagoas, animou foliões do Sesc Campinas na tarde desta segunda-feira de Carnaval, apresentado pelo grupo Cia Cabelo de Maria. A programação multicultural do Sesc ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“É um A, é um B, é um C. Baiana me solte que eu quero aprender”*</p>
<p>O ritmo do folguedo Baianá, que nasceu no sul de Pernambuco e se instalou em Alagoas, animou foliões do Sesc Campinas na tarde desta segunda-feira de Carnaval, apresentado pelo grupo Cia Cabelo de Maria. A programação multicultural do Sesc teve ainda a Street Band Ôncalo, que também incluiu no repertório as tradicionais marchinhas carnavalescas. A diversidade musical levou crianças, adultos e idosos para o salão com a descontração natural da maior festa popular do Brasil.</p>
<div id="attachment_5895" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco.jpg"><img class="size-large wp-image-5895" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-1024x680.jpg" alt="Os bonecos gigantes do Carnaval de Olinda se misturaram com foliões no galpão do Sesc Campinas durante show da Cia Cabelo de Maria   Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os bonecos gigantes do Carnaval de Olinda se misturaram com foliões no galpão do Sesc Campinas durante show da Cia Cabelo de Maria Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Afinidades</strong></p>
<p>Pouca gente conhece o Baianá. Até quem já ouviu pode não saber que era Baianá. A musicista Renata Mattar descobriu o ritmo no final da década de 1990. O folguedo tem afinidades com os antigos reisados e com o samba de matuto. Paulistana, formada em Canto Lírico, Renata foi morar em Recife em 1997. Conhecia parte da riqueza musical do Brasil pela Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade. “Resolvi fazer a minha própria pesquisa”, diz Renata, que trocou o repertório lírico pelo brasileiro.</p>
<p>Depois de percorrer o interior de São Paulo, ela foi a Pernambuco e Alagoas com o gravador na mão. Quando percebeu que as culturas populares pernambucanas já eram conhecidas e preservadas graças ao trabalho de gente como Ariano Suassuna e Chico Science, Renata descobriu em Alagoas uma riqueza desconhecida, que a impressionou. A população local também pouco conhecia os baianás, porque os folguedos precisaram ser disfarçados após uma perseguição e destruição dos terreiros de Xangô, onde nasceram os baianás.</p>
<div id="attachment_5901" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-e-folioes.jpg"><img class="size-large wp-image-5901" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-e-folioes-1024x680.jpg" alt="Os foliões do Sesc se animaram com todos os ritmos na tarde de segunda-feira de Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os foliões do Sesc se animaram com todos os ritmos na tarde de segunda-feira de Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5896" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-folia-secs.jpg"><img class="size-large wp-image-5896" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-folia-secs-1024x680.jpg" alt="Tarde carnavalesca teve música, máscaras e fantasias no Sesc Campinas  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Tarde carnavalesca teve música, máscaras e fantasias no Sesc Campinas Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Voltaram a sorrir</strong></p>
<p>“Vi o ritmo Baianá e achei contagiante. Em Coqueiro Seco, ao lado de Maceió, assisti a Marujadas e conheci a mestra Luzia, que já não cantava mais e havia parado com os Baianás em 1947. Com as minhas visitas, ela e outras mulheres resolveram retomar com o grupo ‘Baianas voltam a sorrir’. Eu gosto de conhecer as tradições destas senhoras”, conta Renata, que também passou por Arapiraca, terra de Hermeto Pascoal, onde teve contato com os cantos de trabalho dos trabalhadores rurais das plantações de fumo.</p>
<p>Já em São Paulo, Renata mostrou os cantos para o músico Gustavo Finkler, que começou a fazer arranjos e logo os dois formaram o grupo Cia Cabelo de Maria. “Fiquei com repertório rico depois da pesquisa. Eu fico pensando em quanta coisa existe na nossa música e não temos acervo, está tudo na memória destas pessoas. Temos essa missão de recuperar. Hoje nós fazemos shows para mostrar essa música.”</p>
<p>O grupo Cia Cabelo de Maria tem várias formações e apresenta sete shows diferentes, para cada show há uma formação diferente. No show do Sesc Campinas teve trompete, trombone, violão, baixo, percussão, zabumba, ganzá, gonga, triângulo, chocalho e pandeiro. Com cinco homens e cinco mulheres: Renata Mattar, Gustavo Finkler, Dani Zulu, Cris Glória, Rosa Rafa, Rafa Nepomuceno, Luís Cláudio Faria, Renato Farias, Gustavo Souza e Roberto Guluga.</p>
<div id="attachment_5897" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-geracoes-sesc.jpg"><img class="size-large wp-image-5897" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-geracoes-sesc-1024x680.jpg" alt="Foliões de todas as idades curtiram a diversidade musical do Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Foliões de todas as idades curtiram a diversidade musical do Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Street Band carnavalesca</strong></p>
<p>A Street Band Ôncalo animou mais cedo os foliões do Sesc Campinas. Também de São Paulo, criada há quatro anos, a banda trouxe 16 músicos para Campinas. O músico e professor Everson Bô formou o grupo quando dava aula de percussão em uma escola municipal da Penha, bairro paulistano. Quando percebeu o interesse de algumas alunas continuarem, criou o Ellas + 1, formado por ele e mais seis alunas. O grupo cresceu e surgiu o Ôncalo, que quer dizer caverna em finlandês.</p>
<div id="attachment_5898" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-Everson.jpg"><img class="size-large wp-image-5898" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-Everson-1024x680.jpg" alt="O percussionista Everson Bô criou o grupo Ôncalo há quatro anos e já foi à Rússia levar sua música  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Everson Bô criou o grupo Ôncalo há quatro anos e já foi à Rússia levar sua música Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p>“Eles chamavam de caverna o local onde aprendiam a tocar os instrumentos”, explica. O grupo foi a Moscou em 2014 e realiza apresentações de rua ou fechadas em todo o Brasil. Segundo Everson, no momento a banda está com o projeto Tim Maia 70, com repertório do músico.</p>
<p>A Street Band Ôncalo tem seis trompetes, três trombones, três tubas e quatro percussões. “O objetivo é fazer com que estes jovens se tornem profissionais da música. Pelo menos 14 ex-alunos que passaram pela banda continuam envolvidos com música”, diz o professor, que também se apresentou no Sesc Santos. Em São Paulo, ele criou esse ano o Bloco da Caverna, uma prova de que Street Band também cai na folia do Carnaval. <strong>(Adriana Menezes)</strong></p>
<p>* Música &#8220;ABC&#8221; do CD Baianá &#8211; Parece Cinema, da Cia Cabelo de Maria (www.ciacabelodemaria.com)</p>
<div id="attachment_5899" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-alegria-no-salao.jpg"><img class="size-large wp-image-5899" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-alegria-no-salao-1024x680.jpg" alt="Música do Ôncalo encheu o salão  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Música do Ôncalo encheu o salão Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5900" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-trompetista.jpg"><img class="size-large wp-image-5900" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-trompetista-1024x680.jpg" alt="Trompetista do Ôncalo; grupo nasceu em escola pública de São Paulo a partir do interesse das alunas  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Trompetista do Ôncalo; grupo nasceu em escola pública de São Paulo a partir do interesse das alunas Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5902" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-trombone-Oncalo.jpg"><img class="size-large wp-image-5902" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-trombone-Oncalo-1024x680.jpg" alt="O trombone em descanso pós-Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O trombone em descanso pós-Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
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		<title>Quarta edição da Feira de Discos de Campinas acontece amanhã na Estação Cultura com raridades em vinil</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2015 20:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Quando o Long Play (LP) perdeu o mercado para o Compact Disc (CD) na década de 1990, uma legião de apreciadores de música se sentiu órfã da qualidade sonora do antigo formato, mais conhecido como disco vinil ou “bolachões”. Boa parte destes aficionados resolveu não abandonar a velha tecnologia de armazenamento de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes</strong></p>
<p>Quando o Long Play (LP) perdeu o mercado para o Compact Disc (CD) na década de 1990, uma legião de apreciadores de música se sentiu órfã da qualidade sonora do antigo formato, mais conhecido como disco vinil ou “bolachões”. Boa parte destes aficionados resolveu não abandonar a velha tecnologia de armazenamento de música e continua mantendo aquecido o mercado do produto, ainda que a indústria tenha deixado de produzir.</p>
<p>Para quem nunca abandonou o vinil, amanhã acontece em Campinas, na Estação Cultura, das 12h às 20h, a quarta edição da Feira de Discos de Campinas produzida pela Chopsuey Discos, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura. É possível encontrar desde promoções até raridades, além de aparelhos de LPs que podem ser o começo de uma nova paixão para quem ainda não aderiu à mania.</p>
<p>Segundo o organizador e proprietário da Chopsuey Discos, Daniel Ete, de 44 anos, esta paixão por LPs é viciante. “É como um vício. Você sempre ouve alguém falando coisas como: ‘Comecei com uma fita cassete e hoje não cabe mais discos na minha casa’”, fala bem-humorado. “Geralmente, quem gosta de vinil é o aficionado por música”, completa.</p>
<p>O LP mais caro que existe hoje no mercado brasileiro de vinil é o “Louco por você”, o primeiro LP de Roberto Carlos, que teve apenas 800 cópias produzidas e vale hoje cerca de R$ 4 mil.</p>
<p><strong>Evento que cresce</strong></p>
<p>Pela primeira vez, a Feira de Discos acontece de forma independente, conta o organizador. Ela sempre foi parte da programação do Festival de Rock que ele também promove. Em 2011, quando o festival ocupou o Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas, a Feira de Discos começou pequena com apenas cinco expositores.</p>
<p>Em 2014 e no primeiro semestre de 2015, o evento já aconteceu na Estação Cultura, mas ainda dentro do Festival de Rock. A feira de amanhã volta a ocupar a Estação Cultura e desta vez será um evento independente, com 12 expositores da região de Campinas e de outras cidades como Santos, São Paulo e Bragança Paulista. O evento também terá equipamentos, arte, brechó, chope artesanal e opções de comida. Às 18h, haverá show de Pedroluts. A próxima edição já está prevista para 2016, garante Daniel.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Feira-Vinil.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-5408" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Feira-Vinil-1024x682.jpg" alt="Feira Vinil" width="618" height="412" /></a></p>
<p><strong>Colecionadores</strong></p>
<p>“Eu sempre gostei de LP, por causa da qualidade do som e pela questão histórica, porque quando você pega um LP dos anos 60, ele te transporta para aquela época”, explica Daniel. Segundo ele, não são apenas os mais velhos que têm essa preferência. “Muita gente nova começou a gostar de música pelo MP3, e quando ouviu em vinil é que viu a diferença.”</p>
<p>Segundo o proprietário da loja de discos Chopsuey, há muitos apreciadores de vinil que preferem os gêneros Soul, Rock Heavy Metal e MPB. “O mercado de música popular brasileira é violento, muito forte e com muitas raridades”</p>
<p>O fotógrafo Adriano Rosa, editor de Fotografia da Agência Social de Notícias (ASN), tem hoje cerca de 3 mil discos de vinil em sua coleção. “É pouco se comparado a outros colecionadores que chegam a ter 10 mil discos e até mais”, diz Adriano, que começou a escolher e comprar seus discos em 1981, quando ainda estudava em Ribeirão Preto. “O primeiro LP que escolhi por vontade própria foi Orós, do Fagner. Creio que na minha coleção a maioria dos discos é de MPB, seguido de música regional e caipira de raiz. Depois vem Jazz, Rock e Blues e instrumental brasileiro.”</p>
<p>Segundo Adriano, os encontros de discos fazem com que outros colecionadores tenham acesso a todos os estilos musicais num só lugar, a preços acessíveis. “Além das vendas também rolam trocas e pechinchas. E também é bom ver os mais jovens interessados nos bolachões, como são conhecidos os vinis.”</p>
<p><strong>FEIRA DE DISCOS DE CAMPINAS</strong></p>
<p><strong> Data 20/12/2015<br />
&#8211; Venda de LPs , CDs, DVDs, LIVROS , ARTE<br />
&#8211; BAZAR E BRECHÓ<br />
-COMIDA BOA E CERVEJA GELADA<br />
&#8211; SHOW às 18h com Pedroluts (<a href="https://youtu.be/r3kV0pA0ac4">https://youtu.be/r3kV0pA0ac4</a>)</strong></p>
<p>Horário – das 12h as 20h<br />
Local &#8211; Estação Cultura &#8211; Praça marechal Floriano Peixoto s/n centro Campinas SP<br />
Estacionamento gratuito com entrada pela Vila Industrial &#8211; Rua Francisco Teodoro, 1050<br />
Apoio: Secretaria Municipal de Cultura<br />
Contatos<br />
feiradediscoscampinas@gmail.com<br />
Produção &#8211; Chopsuey Discos</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/DanielPacettaGiometti_2.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-5407" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/DanielPacettaGiometti_2-1024x682.jpg" alt="DanielPacettaGiometti_2" width="618" height="412" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Única banda cover feminina dos Beatles na Beatleweek de Liverpool sai de Campinas no domingo para o festival</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/4362</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2015 14:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Sem barreiras]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Elas nasceram na década de 1990 e conheceram a banda de rock mais aclamada do mundo trinta anos depois que foi criada em Liverpool (Inglaterra). O que poderia ser apenas a música ouvida por seus pais tornou-se o repertório definitivo de Bruna Neves, 24 anos, Juliana Milasseno, Marina Tavares e Yara Oliveira, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>Elas nasceram na década de 1990 e conheceram a banda de rock mais aclamada do mundo trinta anos depois que foi criada em Liverpool (Inglaterra). O que poderia ser apenas a música ouvida por seus pais tornou-se o repertório definitivo de Bruna Neves, 24 anos, Juliana Milasseno, Marina Tavares e Yara Oliveira, de 23, que formam a única banda cover feminina dos Beatles no Brasil, quiçá no mundo.  As BGirls embarcam neste domingo, dia 23 de agosto, para participar pela primeira vez do International Beatleweek, o maior e mais importante festival de covers dos Beatles que acontece no lendário The Cavern Club, em Liverpool, para o qual elas foram especialmente convidadas e serão as únicas representantes femininas entre as bandas.</p>
<p>As BGirls, portanto, não se contentaram em apenas ouvir, dançar, gritar e espernear pelos Beatles, mas resolveram romper a barreira de um território que até então estava restrito aos homens. Todas se conheceram na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), há cinco anos. “Chegamos para estudar e estávamos no mesmo Instituto de Artes, no curso de Música ou de Midialogia. Numa simples conversa, no meio da aula, falávamos sobre Beatles e resolvemos montar uma banda para tocar em festas na universidade”, diz a paulistana Juliana Milasseno, que é estudante de Música e faz baixo e voz na banda. “Logo começamos a gostar muito do negócio”, completa Yara Oliveira, de Itu (bateria e voz), formada em Música.</p>
<div id="attachment_4364" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlscaretas.jpg"><img class="size-large wp-image-4364" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlscaretas-1024x680.jpg" alt="Marina Tavares, Bruna Neves, Juliana Milasseno e Yara Oliveira se conheceram há cinco anos na Unicamp e no mesmo ano formaram a banda (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Marina Tavares, Bruna Neves, Juliana Milasseno e Yara Oliveira se conheceram há cinco anos na Unicamp e no mesmo ano formaram a banda (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p>Em maio de 2010 começaram a ensaiar, pelo menos uma vez por semana, em uma sala do próprio Instituto de Artes, lembra a mineira Bruna Neves (guitarra e voz), formada em Midialogia. “Fazíamos ensaios abertos. E em dezembro daquele ano fizemos o primeiro show em uma festa. O pessoal nos ‘pagava’ com cerveja e começou a rolar muito convite. O primeiro show com cachê foi no Bar do Zé, em Barão Geraldo.”</p>
<p><strong>Sem se intimidar</strong></p>
<p>Segundo Bruna, os ensaios já chamavam a atenção no Instituto porque não é muito comum ouvir rock ou pop nas salas de aula de Música, onde estuda-se muito mais clássicos, eruditos e instrumentais. “Também achavam legal ser um grupo de Beatles formado por mulheres. Não houve rejeição na universidade, mas quando fomos para fora desse ambiente chegamos a ouvir algumas críticas sobre isso”, diz Bruna. As quatro não se intimidaram e continuaram com a banda. “A paixão pelos Beatles só aumentava à medida que tocávamos e aprendíamos mais sobre eles”, concordam todas por unanimidade.</p>
<p>A santista Marina Tavares (guitarra e voz), estudante de Midialogia, lembra que em 2012 elas gravaram o primeiro clip das BGirls (que pode ser visto no site da banda <a href="http://www.bgirlsmusic.com.br">www.bgirlsmusic.com.br</a>), e assim surgiu a produtora de vídeo da qual são sócias Juliana, Marina e Bruna.  Hoje as BGirls são a única banda cover dos Beatles formada só por mulheres no Brasil, e a única que vai participar da International Beatleweek de Liverpool 2015.</p>
<div id="attachment_4365" style="width: 808px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BeatlesirmaLennon.jpg"><img class="size-full wp-image-4365" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BeatlesirmaLennon.jpg" alt="No festival Abbey Road On The River, em Louisville, Kentuck (EUA), elas conheceram a meia-irmã de John Lennon que elogiou a banda e disse que vai vê-las em Liverpool (Foto: Arquivo da banda)" width="798" height="828" /></a><p class="wp-caption-text">No festival Abbey Road On The River, em Louisville, Kentuck (EUA), elas conheceram a meia-irmã de John Lennon que elogiou a banda e disse que vai vê-las em Liverpool (Foto: Arquivo da banda)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brasil e EUA</strong></p>
<p>No primeiro semestre de 2013, BGirls fez 37 shows pelo Brasil – São Paulo, Minas Gerais e Paraná. “Só em maio foram dez”, lembra Bruna. Foi naquele ano que a banda se tornou oficial. Em dezembro de 2013, elas participaram da Beatleweek de Belo Horizonte, para a qual se inscreveram e foram selecionadas. Foi lá que os organizadores da International Beatleweek de Liverpool as conheceram e fizeram o convite para 2015. “Mas nós nem contávamos muito com isso, pra dizer a verdade”, conta Juliana, cinco dias antes de embarcar para o festival inglês que hoje se tornou realidade.</p>
<p>O figurino da banda era inexistente naquela época. “Usávamos terninhos, mas cada uma do seu jeito. Quando víamos as fotos, percebíamos que não fazia efeito nenhum”, lembram. Só em 2014 elas decidiram fazer uma roupa especial. “Foi no ano passado também que começamos a planejar os cinco anos da banda, que completamos agora em 2015”, diz Marina. Uma das ideias para a comemoração era participar de festivais. Yara descobriu o festival Abbey Road On The River, em Louisville, Kentuck (EUA), do qual elas participaram em maio deste ano, há três meses, e fizeram turnê de 12 shows nos Estados Unidos, dois deles em Nova York.</p>
<p>Foi no Abbey Road que as BGirls conheceram Julia, a meia-irmã e John Lennon. “Conversamos com ela, que disse que gostou muito da banda e queria nos levar para Liverpool. Falamos que iríamos para a International Beatleweek. Ela ficou contente e disse que vai nos assistir no festival”, diz Bruna sobre a fã ilustre da banda.</p>
<p>Em abril deste ano, antes da viagem para os Estados Unidos, as BGirls fizeram uma turnê de oito shows pelo Brasil ao lado de Ringer Star, o maior cover de Ringo Star do mundo. Elas o conheceram em Belo Horizonte em 2013, tiveram um ótimo entrosamento e o convidaram para essa turnê.</p>
<p><strong>Paixão</strong></p>
<p>Depois dessa trajetória que completa agora cinco anos, a principal atividade das quatro integrantes hoje é a banda. Ao longo desse tempo, houve várias mudanças na formação, algumas saíram e voltaram, mas esta é a composição de maior duração. O curioso é que Juliana e Marina passaram a apreciar os Beatles quando chegaram à universidade. Yara e Bruna já curtiam há mais tempo influenciadas pelos pais. “Eu ouvia desde que nasci”, diz Bruna. Yara lembra que aos 10 anos ganhou do pai a coletânea One dos Beatles, lançada em 2000. “Quanto mais a fundo nós vamos, mais deslumbradas nós ficamos por eles. Somos malucas por Beatles.”</p>
<p>No repertório de quase 100 músicas que elas tocam, passam por todos os álbuns dos Beatles, mas não incluíram todas as músicas. “Ainda não.” O álbum preferido da banda é o Abbey Road.</p>
<p>O festival International Beatleweek de Liverpool, no The Cavern Club, acontece de 26 de agosto a 1º de setembro. As BGirls embarcam no domingo para a Inglaterra e voltam no dia 3 de setembro. “Vamos passear um pouquinho também.”</p>
<div id="attachment_4366" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlsJuliana.jpg"><img class="size-large wp-image-4366" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlsJuliana-1024x680.jpg" alt="Juliana Milasseno, de 23 anos, toca baixo na BGirls, tem uma produtora de vídeo e está concluindo sua graduação em Música na Unicamp; declara sua paixão por John Lennon sempre que tem oportunidade (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Juliana Milasseno, de 23 anos, toca baixo na BGirls, tem uma produtora de vídeo e está concluindo sua graduação em Música na Unicamp; a paulistana declara sua paixão por John Lennon sempre que tem oportunidade (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<div id="attachment_4367" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlsBruna.jpg"><img class="size-large wp-image-4367" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlsBruna-1024x680.jpg" alt="Bruna Neves, 24 anos, é mineira, formada em Midialogia na Unicamp, toca guitarra na BGirls e tem uma produtora de vídeo em sociedade com outras duas integrantes da banda (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Bruna Neves, 24 anos, é mineira, formada em Midialogia na Unicamp, toca guitarra na BGirls e tem uma produtora de vídeo em sociedade com outras duas integrantes da banda (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<div id="attachment_4368" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlsMarina.jpg"><img class="size-large wp-image-4368" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlsMarina-1024x680.jpg" alt="A santista Marina Tavares, 23 anos, é estudante de Midialogia na Unicamp, toca guitarra  na BGirls e também é sócia na produtora de vídeo" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A santista Marina Tavares, 23 anos, é estudante de Midialogia na Unicamp, toca guitarra na BGirls e também é sócia na produtora de vídeo (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<div id="attachment_4369" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlsYara.jpg"><img class="size-large wp-image-4369" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/BGirlsYara-1024x680.jpg" alt="Yara Oliveira, 23 anos, nasceu em Itu, é formada em Música pela Unicamp e toca bateria na BGirls" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Yara Oliveira, 23 anos, nasceu em Itu, é formada em Música pela Unicamp e toca bateria na BGirls (Foto: Martinho Caires)</p></div>
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