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	<title>Agência Social de Notícias &#187; ONS</title>
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		<title>Fortes chuvas não aumentam Cantareira e Campinas tem pior ano desde 1989</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2014 20:33:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As fortes chuvas que caíram nos últimos dias nas regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas não foram suficientes para amenizar a crise hídrica. Campinas, aliás, tem em 2014 o menor volume de chuvas desde 1989, segundo o Cepagri &#8211; Unicamp. Em todo o país o nível dos reservatórios continua caindo, o que prenuncia o agravamento da crise hídrica em 2015, a menos que ocorram chuvas intensas entre o final de dezembro e fevereiro. A possibilidade de apagão de energia também não está descartada, se não foram registradas precipitações suficientes para o funcionamento normal dos reservatórios das hidrelétricas.</p>
<p>A Região Metropolitana de São Paulo teve chuvas intensas nos últimos dias, com o registro dos tradicionais alagamentos da época. Entretanto, não choveu na mesma intensidade na área dos reservatórios do Sistema Cantareira, que abastece metade da Grande São Paulo. Neste sábado os reservatórios estavam com 6,7% da capacidade, o mesmo volume do dia anterior. Foi, então, interrompida a sequencia de quedas no volume, mas não houve recomposição significativa.</p>
<p>As chuvas sobre o Cantareira estão muito abaixo da média histórica, de 1.581 milímetros anuais. Em 2012 e 2013 já forem registrados volumes de chuvas abaixo da média histórica, de 1.447 mm e 1.088 mm, respectivamente. Até o momento, choveu menos de 800 mm sobre o Cantareira em 2014.</p>
<p>A queda no volume dos reservatórios está acontecendo em todo país. O conjunto de reservatórios que integra o Sistema Interligado Nacional, gerenciado pela ONS &#8211; Operadora Nacional do Sistema, estava com 24,93% de sua capacidade na sexta-feira, 19 de dezembro.  Os reservatórios de Ilha Solteira e Três Irmãos já tinham 0,0% da capacidade. Os reservatórios de Paraibuna e Santa Branca, na bacia do Paraíba do Sul, tinham 0,49% e 0,98%, respectivamente. Em vários locais, como pontos do Nordeste, já existem regras de restrição de uso da água, determinada pela Agência Nacional de Águas (ANA). Restrições também passarão a vigorar na bacia do rio Piracicaba a partir de janeiro, nos trechos paulista e mineiro.</p>
<p><strong>Campinas</strong> &#8211;  Nas últimas 72 horas choveu 22,3 mm em Campinas, mas o índice de precipitações continua muito abaixo da média histórica de dezembro, de 203,9 mm, segundo o Cepagri-Unicamp. Aliás, de acordo com o Cepagri, o total de chuva registrado em 2014 na estação meteorológica da Unicamp até sexta-feira tinha sido de 645 milímetros (equivalente a 645 litros de água por metro quadrado).</p>
<p>Este volume de chuvas, segundo o Cepagri, representa cerca de 45% da média anual de chuvas nessa estação meteorológica, que é de 1479 milímetros. Este é o menor volume anual de chuvas desde a instalação da estação na Unicamp em 1989, completa o Cepagri. As chuvas de dezembro estão em pouco mais de 10% da média histórica.</p>
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		<title>Reservatórios estão mais baixos do que na época do apagão de 2001</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 20:22:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste atingiram nesta terça-feira 19,32%, abaixo dos 21,39% verificados em outubro de 2001, ano em que o Brasil sofreu com apagão e em que houve o racionamento de energia. O alerta ficou ainda maior nesta quarta-feira, 29 de outubro, com a decisão da Agência Nacional de Águas (ANA) de redução ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste atingiram nesta terça-feira 19,32%, abaixo dos 21,39% verificados em outubro de 2001, ano em que o Brasil sofreu com apagão e em que houve o racionamento de energia. O alerta ficou ainda maior nesta quarta-feira, 29 de outubro, com a decisão da Agência Nacional de Águas (ANA) de redução da vazão defluente do reservatório Três Marias, na bacia do rio São Francisco, dos atuais 140m³/s para 120m³/s a partir de amanhã, dia 30. A medida seria para preservar o reservatório, segundo a ANA.</p>
<p>De acordo com o boletim Situação dos Principais Reservatórios no Brasil, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste chegaram a 19,32% nesta terça-feira, considerando aqueles localizados nas bacias dos rios Paranaíba, Grande, Paraná e Paranapanema, além de outros que somam 27,52% da região.</p>
<p>Ainda segundo o boletim, os reservatórios da Região Nordeste também estão muito baixos, em 16,26%, e os da Região Norte, em 33,96%. A única situação tranquila é a da Região Sul, onde tem chovido em grande intensidade e onde os reservatórios estão com 87,89% da capacidade</p>
<p>No Nordeste, um dos reservatórios em situação preocupante é justamente o de Três Marias, que representa 31,02% da região e que estava com 3,08% de sua capacidade ontem. Este foi o motivo para a ANA decidir pela redução da vazão defluente, como forma de &#8220;preservar o reservatório que está com 3,08% de seu volume útil devido às baixas vazões que estão chegando, que em outubro de 2014 foram de cerca de 11% da média do período&#8221;.</p>
<p>A ANA informa que, além de especialistas da Agência, participaram da reunião que levou a essa decisão representantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), do Ministério das Minas e Energia, da Defesa Civil Nacional e do projeto Jaíba.</p>
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		<title>Ameaça a segurança hídrica aumenta no país com reservatórios de hidrelétricas a 35%</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2014 21:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[ANA]]></category>
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		<description><![CDATA[A ameaça à segurança hídrica persiste em várias regiões brasileiras, em função da estiagem prolongada, como mostra o boletim Acompanhamento dos reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN), divulgado nesta terça-feira, dia 7 de outubro, pela Agência Nacional de Águas (ANA). Reservatórios como os das usinas de Três Marias, na bacia do rio São Francisco, e Caconde, na ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A ameaça à segurança hídrica persiste em várias regiões brasileiras, em função da estiagem prolongada, como mostra o boletim Acompanhamento dos reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN), divulgado nesta terça-feira, dia 7 de outubro, pela Agência Nacional de Águas (ANA). Reservatórios como os das usinas de Três Marias, na bacia do rio São Francisco, e Caconde, na bacia do Rio Grande, estão com situação muito crítica, com 4,68% e 6,36% do volume útil total, respectivamente.  No total, os reservatórios do SIN estão com 35,06% de volume útil total.</p>
<p>O boletim da ANA tem como fonte o Relatório Diário da Situação Hidráulico-Hidrológica das Usinas Hidrelétricas do SIN, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). De fato, os reservatórios de usinas situadas nas bacias do rio São Francisco e do rio Grande estão com situação especialmente preocupante. Dos seis reservatórios na bacia do rio Grande, aquele com maior proporção do volume útil total é o de M.Moraes, com 40,30%. Dos cinco reservatórios situados na bacia do rio São Francisco, o de Queimado, no rio Paracatu, tem o maior volume útil total, de 30,85%.</p>
<p>Situação igualmente preocupante em alguns reservatórios de hidrelétricas na bacia do rio Paraíba do Sul. Os reservatórios de Paraibuna e Santa Branca estão com, respectivamente, 8,42% e 9,50% de volume útil total.</p>
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