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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Paulo Cheida Sans</title>
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		<title>Olho Latino reafirma poder de criação (e subversão) da arte coletiva</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2016 15:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta era traduzir a agonia do humano dilacerado, retalhado, no mundo contemporâneo, e o resultado foi a série &#8220;Acéfalos&#8221;, uma pungente denúncia do esquartejamento moral e, por que não dizer, da própria cultura nos tempos que correm. Assim o Grupo Olho Latino trabalha, há 20 anos, em uma intensa experiência de arte coletiva, como pode ser apreciado na exposição tripla Focos Antológicos, que vai até o dia 26 de março no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC).</p>
<p>É tripla porque, além da exposição &#8220;Resquícios&#8221;, que celebra as duas décadas do Olho Latino enquanto Grupo e do Museu Olho Latino, sediado em Atibaia, Focos Antológicos reúne retrospectivas lembrando os 50 anos de trajetória de Paulo Cheida Sans (&#8220;Lampejos Atemporais&#8221;) e os 40 anos de carreira de Celina Carvalho (&#8220;O Guardião das Sombras&#8221;).</p>
<div id="attachment_6080" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho3.jpg"><img class="size-large wp-image-6080" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho3-1024x680.jpg" alt="Lisa França: arte coletiva, mas cada artista aplica o seu olhar, mostra o seu estilo (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Lisa França: arte coletiva, mas cada artista aplica o seu olhar, mostra o seu estilo (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>O vigor da arte coletiva é nítido nas séries produzidas pelo Olho Latino, uma proposta centrada na gravura mas que também abrange outras linguagens e outros suportes, como no caso da série de esculturas &#8220;Acéfalos&#8221;. Uma das mais ativas integrantes do Grupo, Lisa França, resume o processo criativo.</p>
<p>&#8220;A partir de uma ideia inicial, geralmente maluca, todos mergulhamos fundo, na pesquisa de materiais, na busca do suporte, na procura da abordagem. E cada um aplica o seu estilo, o seu olhar, apesar de no final haver uma certa identidade coletiva nas peças&#8221;, diz a artista, que também dá aulas e mantém um ateliê no distrito de Sousas, em Campinas.</p>
<div id="attachment_6081" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho11.jpg"><img class="size-large wp-image-6081" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho11-1024x680.jpg" alt="Peça da instigante série &quot;Acéfalos&quot;, exemplo da abordagem crítica do Olho Latino (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Peça da instigante série &#8220;Acéfalos&#8221;, exemplo da abordagem crítica do Olho Latino (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>De fato, quem contempla a série &#8220;Cabides&#8221; pode pensar que as obras são todas do mesmo artista. Não são, embora o Grupo Olho Latino, como outros coletivos de arte, acabe atuando como um corpo único na sua diversidade.</p>
<p>A instalação que mescla pescaria com mobile e lanterna sintetiza um pouco do pensamento do Grupo Olho Latino. Juntos, os criadores procuram pescar a luz da alegria e da beleza, alguns dos mais nobres propósitos da arte. O Grupo é formado atualmente por Alex Roch, Celina Carvalho, Cibele Marion Sisti, Lisa França, Maricel Fermoselli, Paulo Cheida Sans, Suely Arnaldo, Walcirlei Siqueira e Young Koh.</p>
<div id="attachment_6082" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho10.jpg"><img class="size-large wp-image-6082" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho10-1024x680.jpg" alt="Alex Roch foi vestido a caráter no MACC: o prazer da partilha (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Alex Roch foi vestido a caráter no MACC: o prazer da partilha (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Acima de tudo, os colegas demonstram curtir muito estarem juntos, compartilhando afetos, saberes e fazeres. &#8220;É muito bom estarmos juntos. Nós dividimos também nossas angústias, que não são raras para quem faz arte no Brasil&#8221;, diz Alex Roch, outro integrante, que foi vestido a caráter na vernissage de Focos Antológicos, na última quinta-feira, 18 de fevereiro, no MACC. Ele chegou bastante animado, de cartola e colete floridos, em preto e branco, como as cores da instalação coletiva.</p>
<p>Como os demais, Alex mantém intensa atividade individual, ao lado da participação no Olho Latino. E, também a exemplo dos demais, e em sintonia com a proposta de arte crítica do Grupo, ele tem uma obra muito atenta aos dilemas contemporâneos. No final de 2015, por exemplo, produziu dois presépios muito atuais. Em um deles, a Sagrada Família é cercada pela lama, lógica referência ao trágico acidente com uma barragem de rejeitos em Mariana (MG). O outro presépio era sobre os ataques terroristas em Paris, que deixaram mais de 100 mortes.</p>
<div id="attachment_6083" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho8.jpg"><img class="size-large wp-image-6083" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho8-1024x680.jpg" alt="Celina Carvalho, 40 anos de trajetória artística (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Celina Carvalho, 40 anos de trajetória artística (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Paulo Cheida e Celina Carvalho -</strong> Particularmente esfuziantes, na abertura da tripla exposição Focos Antológicos, estava o casal Paulo Cheida Sans e Celina Carvalho, comemorando, respectivamente, 50 e 40 anos de trajetória artística e, juntos, 15 do Museu Olho Latino, de sua iniciativa. Foi uma forma de reunir e divulgar importante material, principalmente de gravura, que vinha sendo coletado em várias partes do Brasil e outros países latino-americanos. A ideia inicial era montar o museu em Campinas, mas o processo evoluiu para a estruturação da parte expositiva em Atibaia, onde a proposta encontrou ampla aceitação por parte da Prefeitura. (Site do Museu <a href="http://www.olholatino.com.br/site/">aqui)</a></p>
<p>Mas, a par do trabalho com o Grupo Olho Latino, o casal mantém suas carreiras individuais. Na mostra &#8220;O Guardião das Sombras&#8221;, Celina Carvalho faz uma pequena retrospectiva dos 40 anos de atividades artísticas. &#8220;Em todos os meus trabalhos, eu passo a minha infância&#8221;, ela explica. No MACC, estão obras isoladas ou séries, como &#8220;Seguidores do Mestre&#8221;, &#8220;Caretas&#8221; e &#8220;Figuras Exclusas&#8221;. Em todas, a mirada reflexiva e provocadora.</p>
<div id="attachment_6085" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho5.jpg"><img class="size-large wp-image-6085" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho5-1024x680.jpg" alt="Paulo Cheida: por uma arte autônoma, independente (Foto Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Cheida: por uma arte autônoma, independente (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Infância. A palavra e inspiração também é central na obra de Paulo Cheida Sans. Isto fica claro na exposição &#8220;Lampejos Atemporais&#8221;, a terceira da tríplice Focos Antológicos. Peças como a instalação &#8220;Gavetas do Tempo (Homenagem ao meu pai&#8230;)&#8221;, a instalação &#8220;A infância perdida&#8221; e a série &#8220;Comigo&#8221; são um mergulho do artista na própria biografia, nas reminiscências do tempo.</p>
<p>Paulo Cheida fez sua primeira aparição pública no Salão de Arte Moderna da Juventude de São Paulo, no próprio MACC, em 1966. Ele tinha 11 anos e a precocidade foi obviamente notada. Assim, participar de uma mostra tripla, 50 anos depois, foi considerado um emotivo marco pessoal para o artista. A arte &#8220;autêntica, independente de modismos&#8221;, é defendida com ênfase por Cheida e esta perspectiva é presente ao longo de sua caminhada, individual e coletiva, no âmbito do Olho Latino.</p>
<div id="attachment_6087" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho14.jpg"><img class="size-large wp-image-6087" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho14-1024x680.jpg" alt="Na exposição &quot;Lampejos Atemporais&quot;, reminiscências da infância de Paulo Cheida (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Na exposição &#8220;Lampejos Atemporais&#8221;, reminiscências da infância de Paulo Cheida (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p>Celebração da vida, do estar juntos, de cooperar. E da arte como plataforma de exaltação da beleza, de crítica das injustiças e desigualdades e de proposta de novos jeitos de viver e conviver. O Olho Latino e seu casal inspirador, Paulo Cheida Sans e Celina Carvalho, reafirmam que o coletivo, em tempos de egoísmo e individualismo exacerbados, pode ser subversivo. <strong>(Por José Pedro Martins) </strong></p>
<div id="attachment_6088" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho1.jpg"><img class="size-large wp-image-6088" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Olho1-1024x680.jpg" alt="Instalação coletiva do Olho Latino: poder criador (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação coletiva do Olho Latino: poder criador (Foto Martinho Caires)</p></div>
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		<title>Na Copa no Brasil, Campinas reflete o poder cultural do futebol</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2014 22:05:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_125" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://belocentrodecampinas.files.wordpress.com/2014/07/macc-043.jpg"><img class="size-large wp-image-125" src="http://belocentrodecampinas.files.wordpress.com/2014/07/macc-043.jpg?w=640" alt="Bola pintada por Rogério Pedro, sob curadoria de Paulo Cheida Sans (Fotos José Pedro Martins) " width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Bola pintada por Rogério Pedro, sob curadoria de Paulo Cheida Sans (Fotos José Pedro Martins)</p></div>
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<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>A Copa do Mundo de 2014 ratificou o poder cultural do futebol, que tem a capacidade de expor todo o brilho, o potencial, a criatividade do Brasil, assim como todas as suas mazelas, as suas injustiças e iniquidades. Se o chamado legado da Copa será muito menor do que o prometido inicialmente, se a palavra corrupção não poderá ser erradicada do vocabulário da competição, se muitos direitos de cidadania e preceitos legais foram desconsiderados na preparação e durante o evento, por outro lado o torneio não foi, nem de longe, sob vários aspectos, o caos que muitos setores pintaram, parte da imprensa entre eles. Sim, o Brasil pode promover um grande evento, sim, o futebol tem o potencial de fomentar o turismo, ao mesmo tempo que, sim, temos muitos outros campos onde o país precisa ser campeão com mais urgência. O pontapé inicial, por Juliano Pinto, que &#8220;vestia&#8221; o exoesqueleto BRA-Santos Dumont, projetado pelo neurocientista Miguel Nicolelis, foi a senha: sim, o Brasil pode fazer e ser muito mais do que nos gramados de futebol.</p>
<p>Campinas tem sido, neste contexto, emblemática. A cidade não recebeu nenhum jogo da Copa, mas tem sido um espaço privilegiado para observar e reiterar a importância cultural do futebol para o povo brasileiro. As duas seleções que Campinas hospedou, as de Portugal e da Nigéria, simbolizam as próprias raízes culturais nacionais. E foi com muito orgulho e carinho que o campineiro recebeu os irmãos lusitanos e africanos. Os treinos abertos, sobretudo os de Portugal, foram acompanhados por milhares. A comunidade portuguesa na cidade se mobilizou e realizou várias ações, que ajudaram a fortalecer laços históricos. A presença da seleção nigeriana, por sua vez, motivou muitas atividades no âmbito da cultura afro-brasileira, como as sediadas na Fazenda Roseira.</p>
<div id="attachment_126" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://belocentrodecampinas.files.wordpress.com/2014/07/macc-129.jpg"><img class="size-large wp-image-126" src="http://belocentrodecampinas.files.wordpress.com/2014/07/macc-129.jpg?w=640" alt="Em frente ao MACC, a chuteira customizada: na falta do futebol-arte, a arte inspirada no esporte. " width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Em frente ao MACC, a chuteira customizada: na falta do futebol-arte, a arte inspirada no esporte.</p></div>
<p>A participação de Campinas na Copa rendeu outro fruto importante: o hotel The Royal Palm Plaza, que abrigou Cristiano Ronaldo e companheiros, foi o palco de um fórum de sustentabilidade, no qual foi anunciado um acordo entre a Universidade de Aveiro, a Prefeitura de Campinas, a PUC-Campinas e o IAB-Campinas, visando uma possível cooperação pela requalificação do centro da cidade. Um gol de placa, se os propósitos do acordo forem de fato concretizados.</p>
<p>A relevância cultural do futebol tem sido ressaltada em vários espaços, em diversas latitudes de Campinas.  Um dos espaços de maior concentração popular, durante os jogos do Brasil, tem sido a Estação Cultura &#8220;Antônio da Costa Santos&#8221;, estruturada na estação central da Companhia Paulista de Ferrovias. A plataforma de embarque e desembarque, ponto de encontro de tanta gente durante mais de um século, tornado local de reafirmação da identidade, de festa, de celebração da vida.</p>
<p>O futebol, a Copa, têm contribuído para a própria ressignificação do território urbano campineiro.  Quatro esculturas gigantes, representando bolas e chuteiras, foram colocadas em pontos de grande importância simbólica, onde foram pintadas por uma equipe com a curadoria de Iracema Salgado e coordenada por Paulo Cheida Sans, <span style="font-size: small;">professor do Curso de Artes Visuais da PUC-Campinas e curador do Museu Olho Latino</span>.</p>
<p>Uma chuteira foi plantada no gramado do Museu de Arte Contemporânea de Campinas e da Biblioteca Municipal, a outra, no Balão do Castelo, marco arquitetônico do sistema de abastecimento de água, que aliás passa por momentos críticos em toda região. Uma bola ficou em exposição na frente do Centro de Convivência Cultural, no Cambuí, a outra, na avenida Ayrton Senna, entre os estádios da Ponte Preta e do Guarani, dois ícones locais. A equipe coordenada por Paulo Cheida Sans foi composta por <span style="font-size: small;">Alex Costa, Diogo Cristo Coró, Gabriel Neftali , Fabiano Carriero, Jediel Oliveira, Larissa Leite, Leonardo Camargo, Matheus Reis e Tiago Rego.  As obras foram viabilizadas pela parceria entre governo de São Paulo e Secretaria Municipal de Cultura e Departamento de Turismo, dentro do projeto SP Parade.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">     O futebol-arte, que fez a marca do futebol brasileiro, não tem sido visto nos gramados durante a Copa de 2014 da FIFA. Mas, em Campinas como em todo país, o futebol tem colaborado para ressaltar equipamentos e tradições culturais. Com todas as distorções e deformações, o futebol continua tocando o coração da cultura brasileira.  </span></p>
<div id="attachment_127" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://belocentrodecampinas.files.wordpress.com/2014/07/campinas-154.jpg"><img class="size-large wp-image-127" src="http://belocentrodecampinas.files.wordpress.com/2014/07/campinas-154.jpg?w=640" alt="Plataforma da Estação Cultura, local de concentração popular durante jogos do Brasil" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Plataforma da Estação Cultura, local de concentração popular durante jogos do Brasil</p></div>
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