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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Pesquisa Nacional de Saúde</title>
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		<title>Brasil tem 31 milhões de hipertensos e 6 milhões com depressão sem tratamento</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2014 19:26:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Doenças típicas da sociedade contemporânea, marcada pela pressa e o estresse, apresentam números alarmantes no Brasil, conforme pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 10 de dezembro, pelo IBGE. 31,3 milhões de brasileiros são hipertensos, 2,2 milhões já sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC)  e 11,2 milhões de adultos foram diagnosticados com depressão por um profissional de saúde mental em 2013, mas apenas 46,4% ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Doenças típicas da sociedade contemporânea, marcada pela pressa e o estresse, apresentam números alarmantes no Brasil, conforme pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 10 de dezembro, pelo IBGE. 31,3 milhões de brasileiros são hipertensos, 2,2 milhões já sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC)  e 11,2 milhões de adultos foram diagnosticados com depressão por um profissional de saúde mental em 2013, mas apenas 46,4% deles receberam assistência médica nos últimos 12 meses, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em convênio com o Ministério da Saúde. Foram visitados cerca de 80 mil domicílios em 1600 municípios de todo país, no segundo semestre do ano passado.</p>
<p>Os números são muito preocupantes no caso de questões ligadas à pressão arterial. Especialmente inquietantes em termos do cuidado masculino com o tema. Conforme a pesquisa, 3% dos brasileiros de mais de 18 anos nunca mediaram a sua pressão arterial. Mas esta média esconde desigualdades regionais e estaduais, e também no âmbito de gênero, que merecem atenção dos gestores da saúde pública.</p>
<p>Em termos regionais, a Região Norte apresentou a maior média, de 7,0%, de pessoas com ou mais de 18 anos sem ter medido a pressão arterial ainda. Foram 10% dos moradores do Norte do século masculino que ainda não haviam medido a pressão arterial, contra 4,2% das mulheres na mesma região. No Pará, 13,3% dos homens ainda não haviam medido a pressão naquela faixa etária. O Nordeste também apresentou uma taxa (4,2%)  maior que a média nacional, igualmente com desigualdade nos sexos: 6,2% dos homens e 2,5% das mulheres não tinham medido a pressão.</p>
<p>Nas demais regiões, números mais baixos, mas sempre com maior proporção entre homens de pessoas que não haviam medido a pressão ainda. No Sudeste, média geral de 1,9%. No Sul, de 2,2%. E no Centro-Oeste, de 2,3% de brasileiros de 18 anos ou mais que nunca haviam medido a pressão arterial.</p>
<p>Quadro muito grave no caso da hipertensão arterial. E em todas as regiões as mulheres apresentaram maiores médias de relato de diagnóstico médico de hipertensão arterial do que os homens. No Brasil todo, 21,4% dos entrevistados de 18 anos ou mais de idade relataram diagnóstico médico de hipertensão arterial, sendo 18,3% no sexo masculino e 24,2% no sexo feminino. A menor média regional foi no Norte, com 14,5%, e a maior média no Sudeste, com 23,3%.</p>
<p>O estado com menor média regional foi o Pará, com 13,1% de brasileiros com 18 anos ou mais com relato de hipertensão. E o estado com maior média foi o Rio Grande do Sul, com 24,9%. O estado com menor média no sexo masculino foi o Maranhão, com 9,3%, e o de maior média entre os homens foi o Rio Grande do Sul, com 21,5%. O estado com menor média no sexo feminino foi o Pará, com 14,8%, e o estado com maior média entre as mulheres foi Minas Gerais, com 28,0%.</p>
<p><strong>Depressão</strong> &#8211; No caso de brasileiros com depressão, são ainda mais nítidas as diferenças regionais. Em todo país, 7,6% de brasileiros relataram diagnóstico de depressão feito por profissional de saúde mental, sendo 3,9% do sexo masculino e 10,9% do sexo feminino. As menores médias regionais foram do Norte e Nordeste, com 3,1% e 5,0% de relatos, respectivamente, considerando ambos os sexos.</p>
<p>A maior média foi no Sul, com 12,6%, sendo 6,1% entre os homens e 18,4% entre as mulheres. O estado com maior média de relatos de depressão entre os homens foi Santa Catarina, com 7,0%, e entre as mulheres, Rio Grande do Sul, com 18,9%.</p>
<p>Os responsáveis pela Pesquisa Nacional de Saúde notam que avaliação feita consistiu &#8220;na percepção que os indivíduos possuem de sua própria saúde&#8221;. Como consequência, é um indicador &#8220;que engloba tanto componentes físicos quanto emocionais dos indivíduos, além dos aspectos do bem-estar e da satisfação com a própria vida&#8221;.</p>
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