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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Plano Municipal de Saneamento Básico</title>
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		<title>Plano de Saneamento projeta Indaiatuba para mais 20 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2015 16:21:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Indaiatuba terá 264.595 moradores em 2030, quase 50 mil a mais do que os 220.762 de 2014, nas estimativas da Fundação Seade. Outras projeções indicam uma população de quase 290 mil em 2030. Preparar a cidade para os próximos 20 anos é um dos propósitos do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) de Indaiatuba, que acaba de ser sancionado pelo prefeito Reinaldo Nogueira e que servirá como instrumento de trabalho de planejamento para a Prefeitura e Serviço Autônomo de Água e Esgotos (SAAE). Indaiatuba é um dos primeiros municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) a concluir seu PMSB.</p>
<p>Os municípios brasileiros tinham até dezembro de 2015 para formular seus Planos Municipais de Saneamento Básico. Entretanto, como a maioria atrasou seus processos municipais, o prazo foi ampliado para 31 de dezembro de 2015, em função do Decreto Federal 8211/2014.</p>
<p>Em Indaiatuba o Plano Municipal foi elaborado pela Engecorps Engenharia, com um investimento de R$ 1.309.398,16, dos quais R$ 735 mil derivados de convênio firmado com o Governo Federal, por intermédio do Ministério das Cidades. Várias secretarias municipais foram envolvidas na elaboração.</p>
<p>Todo o processo de elaboração do Plano considerou a inserção de Indaiatuba no contexto das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). Os serviços municipais em água, esgoto, resíduos sólidos e drenagem urbana &#8211; componentes obrigatórios dos PMSBs &#8211; consideraram essa posição geográfica e dinâmica populacional e econômica local e regional.</p>
<p>A área de expansão urbana considerada no Plano compreende as sub-bacias do rio Jundiaí e dos córregos do Garcia ou Buruzinho e do Morro Torno, afluente do Capivari-Mirim. A área rural abrange as bacias dos cursos d´água: Água do Barreiro, Ribeirões da Grama, da Ponte Alta, Campo Grande, e Buru, e Córregos do Valério, da Fonte ou Santa Rita, do Brejão e do Jacaré, além dos afluentes superiores do rio Capivari-Mirim.</p>
<p><strong>Demanda de água</strong> &#8211; Para atender à demanda de água local considerando uma cota individual de 195 litros por habitante/dia, preconizados por órgãos internacionais, o Plano Municipal considera um conjunto de ações. Entre elas, a redução as perdas na rede de distribuição de água, de 32,2% em 2013 para 26,6% em 2030 e 25% em 2035.</p>
<p>Também estão projetadas obras de estações de tratamento de água e de captação. Nesse caso, Indaiatuba está perto de inaugurar uma represa com capacidade de armazenar 880 milhões de litros de água bruta, captada no rio Capivari-Mirim. Mas o município também projeta uma nova captação de água no rio Jundiaí, o que era feito até 2004 mas foi suspenso em função do agravamento da poluição.</p>
<p><strong>Esgotos urbanos</strong> &#8211; Indaiatuba tem três Estações de Tratamento de Esgotos (ETEs) atualmente: Portal de Itaici, São Lourenço e Mário Candello. Estas estações têm a capacidade de tratamento entre 10 e 15 toneladas de DBO/dia (DBO é a Demanda Bioquímica de Oxigênio).</p>
<p>Está em curso um projeto de ampliação da ETE Mário Candello, para tratar entre 30 e 41 toneladas/DBO/dia em 2035. A despoluição do rio Jundiaí representa um dos grandes desafios para Indaiatuba e toda a bacia hidrográfica correspondente. A utilização de água de reuso, resultante da operação das ETEs, é uma possibilidade sugerida no Plano Municipal de Saneamento Básico de Indaiatuba, que também considera medidas para melhoria da destinação de resíduos sólidos e do sistema de drenagem urbana.</p>
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