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	<title>Agência Social de Notícias &#187; PNUD</title>
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		<title>Conheça o Clube dos Treze, os bairros com maior índice de desenvolvimento humano nas metrópoles brasileiras</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 20:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[IPEA]]></category>
		<category><![CDATA[PNUD]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo, Niterói, Vitória e Rio de Janeiro têm os treze bairros com maior índice de desenvolvimento humano nas regiões metropolitanas brasileiras. O Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras foi lançado na última terça-feira, dia 25 de novembro, fruto da parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Instituto de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, Niterói, Vitória e Rio de Janeiro têm os treze bairros com maior índice de desenvolvimento humano nas regiões metropolitanas brasileiras. O Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras foi lançado na última terça-feira, dia 25 de novembro, fruto da parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP). Os dados são calculados com base nos Censos Demográficos de 2000 e 2010, do IBGE.</p>
<p>O Atlas contempla a evolução dos indicadores de desenvolvimento humano entre 2000 e 2010 em 16 Regiões Metropolitanas Brasileiras. Além disso, faz uma radiografia do IDH de aglomerados de bairros, ou sub-regiões, dentro dessas regiões metropolitanas, denominadas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs). E UDHs das capitais de São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro são aquelas consideradas de maior desenvolvimento humano no país.</p>
<p>Na primeira etapa do projeto foram reunidas informações de 16 RMs: Belém, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória. “Para além de evidenciar o fato de que o país ainda tem um caminho a percorrer na redução das desigualdades em suas cidades, a intenção do Atlas é justamente ajudar no estabelecimento de políticas inclusivas que tenham como fim a melhoria das condições de vida das pessoas”, afirmou o representante residente do PNUD no Brasil, Jorge Chediek.</p>
<p align="LEFT">O conceito de desenvolvimento humano, bem como sua medida, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), foram apresentados em 1990, no primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), idealizado pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, com a colaboração do economista Amartya Sen.</p>
<p align="LEFT">O IDH é composto por três indicadores, a expectativa de vida ao nascer, o acesso à educação e o padrão de vida, incluindo renda. Quanto mais próximo de 1, maior o IDH. Em 2012, o PNUD Brasil, o Ipea e a Fundação João Pinheiro começaram parceria para adaptar a metodologia do IDH Global para calcular o IDH Municipal (IDHM) dos 5.565 municípios brasileiros. Esse cálculo foi realizado a partir das informações dos três últimos Censos Demográficos do IBGE – 1991, 2000 e 2010. Agora foi calculado o IDH de 16 das regiões metropolitanas brasileiras. Estes são os aglomerados de bairros, ou UDHs, de maior desenvolvimento humano no Brasil:</p>
<p align="LEFT"><strong>BERRINI/VILA FUNCHAL: ESTAÇÃO BERRINI &#8211; IDHM &#8211; 0,965</strong></p>
<p>A UDH leva o nome da avenida Berrini, na região do Brooklin Novo. Até o final da década de 1960 a região da avenida era uma várzea pantanosa, frequentemente inundada pelo rio Pinheiros. O panorama se transformou totalmente a partir da década de 1990, quando a avenida se tornou um dos principais endereços de alto luxo de escritórios de grandes empresas, nacionais e multinacionais, além de centro financeiro e sede de consulados e emissoras de televisão, como a Rede Globo. Bairro original da Sociedade Hípica Paulista, o Brooklin se transformou com o tempo de bairro de classe média para um local  de condomínios e empreendimentos de luxo. A Sociedade Amigos do Brooklin novo continua lutando pela manutenção do perfil horizontal da região. Vila Olímpia e Vila Cordeiro são bairros próximos.</p>
<p><strong>JARDIM PAULISTANO: DELEGACIA DE POLÍCIA PARTICIPATIVA (14ª DP) – SÃO PAULO 0 IDHM 0,965</strong></p>
<p>Localizado na Zona Oeste de São Paulo, na região de Pinheiros, o Jardim Paulistano é um bairro de famílias de alta renda, onde está um dos metros quadrados mais caros de São Paulo e do Brasil. Fica entre avenidas Cidade Jardim, Eusébio Matoso, Rebouças e Faria Lima e marginal Pinheiros. É vizinho do Jardim Europa, Pinheiros e Cidade Jardins. Chácaras das famílias Mattarazzo e Melão deram origem ao bairro, na década de 1920. Bairro muito arborizado, com muitas mansões e próximo do centro comercial e financeiro da avenida Faria Lima. O Esporte Clube Pinheiros e o Shopping Iguatemi são ícones do bairro.</p>
<p><strong>VILA CORDEIRO – SÃO PAULO – IDHM 0.965</strong></p>
<p>O loteamento Fazenda Casa Grande deu origem ao bairro, na década de 1920. Pertencia originalmente ao município de Santo Amaro, que a partir de 1935 foi anexado a São Paulo. Atualmente o bairro de alta renda está situado entre as avenidas Morumbi, Santo Amaro, Jornalista Roberto Marinho e das Nações Unidas. Também se transformou em bairro de condomínios de luxo e endereço comercial e de escritórios de luxo.</p>
<p><strong> </strong><strong>VILA MADALENA &#8211;  ESTAÇÃO SANTUÁRIO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (SUMARÉ) E ESTAÇÃO VILA MADALENA – SÃO PAULO &#8211; IDHM – 0.965 </strong></p>
<p>As duas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs) receberam o nome de Vila Madalena por reunirem áreas (como Sumaré e Alto de Pinheiros) próximas ao famoso bairro boêmio paulistano, tradicional endereço de artistas e de bares e restaurantes da moda. A proximidade da Universidade de São Paulo e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) ajudou a transformar o bairro em um importante endereço de estudantes universitários. É uma importante região da economia criativa, com ateliês e espaços para música, dança e teatro. Muitas livrarias e espaços de arte estão na região.</p>
<p><strong>ICARAÍ-PRAIA – NITERÓI – 0,962</strong></p>
<p>Icaraí, “água sagrada” em tupi-guarani, é o bairro de Niterói de famílias de alta renda localizado na orla, do lado oposto, na Baia da Guanabara, ao Flamengo e Botafogo, no Rio de Janeiro. Em Icaraí está a reitoria da Universidade Federal Fluminense e, na rua Moreira César, lojas de muitas grifes internacionais. A rua tem um projeto de urbanização semelhante ao da rua Oscar Freire, de comércio de luxo, em São Paulo.</p>
<p><strong>BARRO VERMELHO – SANTA LUIZA – VITÓRIA – 0,961 </strong></p>
<p><strong> </strong>O bairro começou a ser loteado no final da década de 1960 e se tornou o endereço de grandes empresários e exportadores de café. O nome deriva do barro de colocação vermelha presente na área onde o bairro foi erguido. Com o tempo passou a receber condomínios de luxo e comércio. O bairro de Santa Luiza, por sua vez, que também tem famílias de alta renda, originalmente era uma região conhecida como Bomba, em função da bomba d´água que era movida por cata-vento. Antes de área residencial e comercial, era uma região de mangues.</p>
<p><strong>MATA DA PRAIA – ORLA E PEDRA DA CEBOLA – VITÓRIA – IDHM 0,961</strong></p>
<p>As duas UDHs batizadas de Mata da Praia estão na área originalmente ocupada por Mata Atlântica e restinga. A urbanização começou na década de 1950, a partir de um projeto inspirado no plano urbanístico de Belo Horizonte, com avenidas diagonais, praças e áreas verdes.</p>
<div id="attachment_1411" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/JardimBotanico_0025.jpg"><img class="size-large wp-image-1411" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/JardimBotanico_0025-1024x682.jpg" alt="Jardim Botânico, uma das belezas do Rio de Janeiro, inspiração para o bairro classificado pelo PNUD entre aqueles de maior desenvolvimento humano" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Jardim Botânico, uma das belezas do Rio de Janeiro, inspiração para o bairro classificado pelo PNUD entre aqueles de maior desenvolvimento humano</p></div>
<p><strong>JARDIM BOTÂNICO – PARQUE LAGE – RIO DE JANEIRO – IDHM 0.959</strong></p>
<p><strong> </strong>O bairro do Jardim Botânico tem esse nome pela instituição científica do mesmo nome, instalada em 1808 por D.João VI, logo que a família real chegou ao Brasil. Desde então o bairro tem um perfil de aristocracia. Faz limites com a Gávea, Lagoa, Humaitá e Alto da Boa Vista. É no bairro onde fica o setor de jornalismo da Rede Globo de Televisão. Parte da Floresta da Tijuca e o Parque Lage também estão no bairro. O Parque Henrique Lage é patrimônio nacional e é espaço de muitas atividades culturais.</p>
<p><strong> </strong><strong>SÃO CONRADO – RIO DE JANEIRO – IDHM – 0,959</strong></p>
<p><strong> </strong>São Conrado tem este nome por causa da Igreja de São Conrado, construída em 1903 por Conrado Jacob Niemeyer, dono das terras no início do século 20. Uma estrada aberta na região, em um dos trechos mais bonitos da orla carioca, foi depois transformada na avenida Niemeyer. O bairro se tornou um dos principais endereços de residências de luxo no Rio de Janeiro. Vizinha está a Rocinha, considerada a maior favela da América Latina. A Pedra da Gávea é um dos ícones de São Conrado, onde estão clubes e shoppings de luxo.</p>
<p><strong>PASMADO – RIO DE JANEIRO – IDHM 0,959       </strong></p>
<p>Pasmado é o nome de um morro em Botafogo, onde passa um túnel do mesmo nome. A região é de famílias de alta renda, e onde também estão casas de espetáculo e o popular clube de futebol do mesmo nome. A marina é um dos cartões-postais do bairro.</p>
<p><strong> </strong><strong>PRAIA DO FLAMENGO – MORRO DA VIÚVA – RIO DE JANEIRO – IDHM – 0,959 </strong></p>
<p>A Praia do Flamengo era originalmente a Aguada dos Marinheiros, por ser o local onde ons navios se abasteciam de água doce do rio da Carioca. Por isso, depois tornou-se Praia da Carioca e, finalmente, Praia do Flamengo, em referência à invasão holandesa no século 16 – embora o flamengo derive da região belga de Flandres. A Praia do Flamengo é palco do belíssimo projeto paisagístico de Burle Marx e também é sede do Museu de Arte Moderna e Marina da Glória, entre outras referências. O Flamengo era um dos bairros de maior poder aquisitivo do Rio, antes da ascenção de Copacabana, Ipanema e Leblon. A Glória, Laranjeiras e Catete também estão na região.</p>
<div id="attachment_1412" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/IgrejaDaGloria_0105.jpg"><img class="size-large wp-image-1412" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/IgrejaDaGloria_0105-1024x682.jpg" alt="Glória - Flamengo, uma das regiões de maior IDHM do país, conforme o Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras  " width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Glória &#8211; Flamengo, uma das regiões de maior IDHM do país, conforme o Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novo Atlas do Desenvolvimento Humano do PNUD mostra menor distância entre regiões metropolitanas brasileiras</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 16:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[IDHM]]></category>
		<category><![CDATA[PNUD]]></category>

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		<description><![CDATA[O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou nesta terça-feira, 25 de novembro, o Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras. O Atlas mostra que houve uma redução da distância em desenvolvimento entre as regiões metropolitanas localizadas no Nordeste e aquelas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Entretanto, a publicação confirma que, no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou nesta terça-feira, 25 de novembro, o Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras. O Atlas mostra que houve uma redução da distância em desenvolvimento entre as regiões metropolitanas localizadas no Nordeste e aquelas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Entretanto, a publicação confirma que, no interior de cada região metropolitana, existem muitas desigualdades, em termos de renda, escolaridade e esperança de vida ao nascer.</p>
<p>Segundo o Atlas, as Regiões Metropolitanas de São Paulo, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Vitória são as de maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Manaus, Belém, Fortaleza, Natal e Recife são as RMs com menor IDHM. O Atlas resulta de parrceria entre o PNUD, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro (FJP). Os dados são calculados com base nos Censos Demográficos de 2000 e 2010, do IBGE.</p>
<p>O Atlas contempla a evolução dos indicadores de desenvolvimento humano entre 2000 e 2010 em 16 Regiões Metropolitanas Brasileiras. Além disso, faz uma radiografia do IDH de sub-regiões dentro dessas regiões metropolitanas, denominadas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs).</p>
<p>Na primeira etapa do projeto foram reunidas informações de 16 RMs: Belém, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória.</p>
<p>“Para além de evidenciar o fato de que o país ainda tem um caminho a percorrer na redução das desigualdades em suas cidades, a intenção do Atlas é justamente ajudar no estabelecimento de políticas inclusivas que tenham como fim a melhoria das condições de vida das pessoas”, afirmou o representante residente do PNUD no Brasil, Jorge Chediek.</p>
<p align="LEFT">O conceito de desenvolvimento humano, bem como sua medida, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), foram apresentados em 1990, no primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), idealizado pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, com a colaboração do economista Amartya Sen.</p>
<p align="LEFT">O IDH é composto por três indicadores, a expectativa de vida ao nascer, o acesso à educação e o padrão de vida, incluindo renda. Quanto mais próximo de 1, maior o IDH. Em 2012, o PNUD Brasil, o Ipea e a Fundação João Pinheiro começaram parceria para adaptar a metodologia do IDH Global para calcular o IDH Municipal (IDHM) dos 5.565 municípios brasileiros. Esse cálculo foi realizado a partir das informações dos três últimos Censos Demográficos do IBGE – 1991, 2000 e 2010. Agora foi calculado o IDH de 16 das regiões metropolitanas brasileiras.</p>
<div>Entre 2000 e 2010, a diferença entre a Região Metropolitana de IDHM mais elevado (São Paulo) e a RM de IDHM mais baixo (Manaus) caiu de 22,1% para 10,3%. Em termos de IDHM, portanto, observa o PNUD, as regiões metropolitanas estão menos desiguais em 2010 do que estavam em 2000.</div>
<div>Por outro lado, existem desigualdades marcantes no interior das regiões pesquisadas. Abaixo, o IDH de cada uma das regiões metropolitanas pesquisadas.</div>
<div></div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="144"><strong>Região Metropolitana</strong></td>
<td width="144"><strong>IDH 2000</strong></td>
<td width="144"><strong>IDH 2010</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="144">São Paulo</td>
<td width="144">0,714</td>
<td width="144">0,794</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">DF</td>
<td width="144">0,680</td>
<td width="144">0,792</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Curitiba</td>
<td width="144">0,698</td>
<td width="144">0,783</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Belo Horizonte</td>
<td width="144">0,682</td>
<td width="144">0,774</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Vitória</td>
<td width="144">0,678</td>
<td width="144">0,772</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Rio de Janeiro</td>
<td width="144">0,686</td>
<td width="144">0,771</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Goiânia</td>
<td width="144">0,667</td>
<td width="144">0,769</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Cuiabá</td>
<td width="144">0,668</td>
<td width="144">0,767</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Porto Alegre</td>
<td width="144">0,685</td>
<td width="144">0,762</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">São Luis</td>
<td width="144">0,642</td>
<td width="144">0,755</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Salvador</td>
<td width="144">0,636</td>
<td width="144">0,743</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Recife</td>
<td width="144">0,627</td>
<td width="144">0,734</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Natal</td>
<td width="144">0,625</td>
<td width="144">0,733</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Fortaleza</td>
<td width="144">0,622</td>
<td width="144">0,732</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Belém</td>
<td width="144">0,621</td>
<td width="144">0,729</td>
</tr>
<tr>
<td width="144">Manaus</td>
<td width="144">0,585</td>
<td width="144">0,720</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras, 2014</p>
</div>
<p align="LEFT">
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		<item>
		<title>Os impactos das mudanças climáticas na América Latina: fome e risco para saúde e biodiversidade</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/1221</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2014 15:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Cepal]]></category>
		<category><![CDATA[IPCC]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias Aliadas]]></category>
		<category><![CDATA[PNUD]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2014, 2,8 milhões de pessoas estão em risco de fome por grave seca que destrói cultivos em El Salvador, Guatemala e Honduras. As mudanças climáticas já provocam grandes impactos na América Latina e Caribe, como mostra um infográfico produzido por Noticias Aliadas, agência de notícias sediada em Lima, no Peru, a partir de informações de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2014, 2,8 milhões de pessoas estão em risco de fome por grave seca que destrói cultivos em El Salvador, Guatemala e Honduras. As mudanças climáticas já provocam grandes impactos na América Latina e Caribe, como mostra um infográfico produzido por Noticias Aliadas, agência de notícias sediada em Lima, no Peru, a partir de informações de fontes como o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Noticias Aliadas é parceira estratégica da Agência Social de Notícias, que reproduz o seu noticiário no Brasil. Lima vai sediar, em dezembro, mais uma Conferência do Clima (COP-20), da Convenção das Mudanças Climáticas das Nações Unidas.</p>
<p>Segundo o infográfico, as mudanças climáticas também podem provocar aumento da aridez e escassez de recursos hídricos em áreas como o Nordeste brasileiro, processos severos de desertificação e degradação no Chile e Norte da Argentina, manguezais em risco de extinção no Caribe e Guianas, aumento de vulnerabilidade a eventos extremos no Caribe e México.</p>
<p>Outros impactos prováveis na América Latina, se permanecer o agravamento das mudanças climáticas, são a maior extinção de mamíferos, répteis, borboletas e pássaros, desaparecimento de recifes de coral e aumento de câncer de pele pela redução da camada de ozônio. Os impactos já estão sendo sentidos no continente, observa Noticias Aliadas, que cita a destruição pela seca, em 2011, de 1 milhão de hectares de cultivos do povo Rarámuri no México.</p>
<p>Na Colômbia, chuvas intensas, em dezembro de 2010, deixaram mais de 300 mortos e milhares de hectares de cultivos perdidos. Do mesmo modo, 17% do PIB de San Vicente e Ilhas Granadinas foram perdidos por chuvas e inundações em dezembro de 2013. Em 2012, os furacões Sandy e Isaac, mais uma forte seca, levaram a uma enorme destruição de cultivos no Haiti, agravando a situação econômica e social do país.</p>
<p>No Equador, 30% das geleiras foram pedidos em 30 anos e, se o aquecimento global continuar no ritmo atual, em 70 anos desaparecerão. No Peru, 30% das geleiras na Cordilheira Blanca também foram perdidos nas últimas três décadas. Situação pior na geleira Chacaltaya, na Bolívia, a 5.300 metros de altura, que derreteu totalmente em 2009, seis anos antes do que os cientistas previam.</p>
<p>Outras fontes de Noticias Aliadas para a produção do infográfico são o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Comissão Econômica para América Latina (Cepal) e Banco Central de Reserva do Peru. O infográfico foi executado por Milagros Anaya Robles.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Região Metropolitana de Campinas tem 60 mil no Bolsa Família e alta desigualdade (Brasil 2015-2018)</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/883</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/883#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2014 17:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[PNUD]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Os 2,1 milhões de eleitores nos 20 municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) vão às urnas neste domingo, dia 26 de outubro, para votar em Dilma Rousseff ou Aécio Neves, os dois candidatos à Presidência da República que terão, entre seus principais desafios, o de continuar aumentando a geração de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Os 2,1 milhões de eleitores nos 20 municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) vão às urnas neste domingo, dia 26 de outubro, para votar em Dilma Rousseff ou Aécio Neves, os dois candidatos à Presidência da República que terão, entre seus principais desafios, o de continuar aumentando a geração de renda e diminuindo a alta desigualdade ainda existente no país. A RMC é um espelho do cenário geral: uma das regiões mais ricas e prósperas do Brasil, tem 60.922 famílias que estão recebendo o Bolsa Família neste mês de outubro, ou cerca 240 mil pessoas sobrevivendo com a transferência de renda do programa.</p>
<p>A alta desigualdade existente na RMC foi ratificada no Atlas de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Segundo o Atlas, a RMC tem quatro municípios entre os 30 de maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM): Valinhos (11º lugar), Vinhedo (12º), Americana (19º) e Campinas (28º).</p>
<p>Os demais municípios da RMC ficaram nestas posições no ranking nacional: Paulínia (56º), Holambra (61º), Nova Odessa (62º), Indaiatuba (76º), Jaguariúna (100º), Santa Bárbara D´Oeste (119º), Itatiba (145º), Cosmópolis (238º), Pedreira (238º), Sumaré (335º), Hortolândia (440º), Artur Nogueira (562º), Monte Mor (940º), Engenheiro Coelho (965º) e Santo Antônio de Posse (1842º).</p>
<p>A posição dos 19 municípios na RMC no ranking nacional confirma que os critérios usados pelo PNUD podem ser questionados. Os municípios de Valinhos, Vinhedo, Americana e Campinas são considerados de muito alto índice de desenvolvimento humano (índices de 0,8 a 1,0). Os restantes 15 municípios da RMC são considerados de alto índice de desenvolvimento humano (entre 0,7 e 0,79), apesar de posições tão diferenciadas no ranking, como entre Paulínia (56º) e Santo Antônio de Posse (1842º).</p>
<p>O PNUD considera os indicadores de longevidade, educação e renda para apurar o IDHM de cada município brasileiro, com base nos dados do Censo do IBGE de 2010. Considerando o ranking destes indicadores isoladamente, a posição dos municípios da RMC varia ainda mais.</p>
<p>O primeiro em longevidade são Holambra e Vinhedo (0.878), o primeiro em educação é Valinhos (0.763) e o primeiro em renda é Valinhos (0.848). Campinas está no terceiro lugar em renda, décimo-primeiro em longevidade e sexto em educação.</p>
<p>O IDHM do PNUD é sem dúvida um importantíssimo indicador, ou conjunto de indicadores, para ajudar na formulação de políticas públicas. Entretanto, não considera outras dimensões cada vez mais importantes para mensurar o desenvolvimento de um município. Daí a necessidade de seu aprimoramento para as próximas edições.</p>
<p><strong>Campinas</strong> &#8211; A situação de Campinas é muito representativa dos desafios para redução de desigualdades no Brasil. Entre os 15 municípios com maior PIB municipal no Brasil, Campinas é o município com maior índice de desigualdade na RMC. O Índice de Gini (que mede a diferença de renda entre os mais ricos e mais pobres, sendo maior a desigualdade quanto mais se aproxima de 1 em escala de 0 a 1) de Campinas era de 0,56 em 2010. Por outro lado, os municípios com menor desigualdade, segundo o Atlas do Desenvolvimento Humano do PNUD Brasil, são Hortolândia e Nova Odessa, com Gini de 0,41.</p>
<p>A maior desigualdade em Campinas deriva da concentração de renda no município. Em 2010, os 20% mais ricos concentravam 60,74% da renda, enquanto os 80% mais pobres somavam 39,26% da renda. Números indicando aumento da desigualdade em Campinas: em 1991, os 20% mais ricos somavam 58,03% da renda, e os 80% mais pobres, 41,97%.</p>
<p>Em Hortolândia, os 20% mais ricos concentravam 46,60% da renda em 2010, menos que em 1991, quando somavam 47,01% – lembrando que Hortolândia foi um dos municípios que receberam maior volume de investimentos na RMC nas últimas duas décadas. Em Nova Odessa, os 20% mais ricos somavam 47,37% da renda em 2010, praticamente o mesmo índice de 1991, de 47,89%.</p>
<p>O ranking dos 19 municípios da RMC de acordo com o Índice de Gini, do mais desigual para o menos desigual: Campinas (0,56), Holambra e Valinhos (0,54), Vinhedo (0,53), Itatiba e Paulínia (0,48), Americana e Indaiatuba (0,47), Artur Nogueira (0,46), Sumaré (0,45), Monte Mor e Santo Antônio de Posse (0,44), Cosmópolis e Pedreira (0,42), Hortolândia e Nova Odessa (0,41).</p>
<p>O PNUD Brasil está no momento trabalhando na confecção do Atlas de Desenvolvimento das Regiões Metropolitanas brasileiras. O Atlas dará um panorama mais claro sobre a situação do desenvolvimento humano nessas áreas, como a RMC.</p>
<p><strong>Bolsa Família na RMC &#8211; Fonte:  Caixa Econômica Federal</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="283"><strong>Município</strong></td>
<td width="283"><strong>Famílias recebendo o benefício em outubro de 2014</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Americana</td>
<td width="283">2.334</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Artur Nogueira</td>
<td width="283">1.232</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Campinas</td>
<td width="283">22.279</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Cosmópolis</td>
<td width="283">1.354</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Engenheiro Coelho</td>
<td width="283">655</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Holambra</td>
<td width="283">160</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Hortolândia</td>
<td width="283">7.354</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Indaiatuba</td>
<td width="283">1.494</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Itatiba</td>
<td width="283">1.601</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Jaguariúna</td>
<td width="283">769</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Monte Mor</td>
<td width="283">2.669</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Morungaba</td>
<td width="283">360</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Nova Odessa</td>
<td width="283">652</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Paulínia</td>
<td width="283">2.009</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Pedreira</td>
<td width="283">275</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Santa Bárbara D´Oeste</td>
<td width="283">3.591</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Santo Antônio de Posse</td>
<td width="283">1.025</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Sumaré</td>
<td width="283">8.862</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Valinhos</td>
<td width="283">1.562</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">Vinhedo</td>
<td width="283">685</td>
</tr>
<tr>
<td width="283">TOTAL</td>
<td width="283">60.922</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sistema político brasileiro continua marginalizando as mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 01:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[PNUD]]></category>

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		<description><![CDATA[Três mulheres disputaram o primeiro turno das eleições presidenciais e uma delas, a presidente Dilma Rousseff, foi para o segundo turno, mas no geral o pleito de 2014 confirmou como o sistema político continua marginalizando o sexo feminino. Isto ficou claro com a eleição de apenas 120 deputadas estaduais e distritais, contra a atual bancada ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Três mulheres disputaram o primeiro turno das eleições presidenciais e uma delas, a presidente Dilma Rousseff, foi para o segundo turno, mas no geral o pleito de 2014 confirmou como o sistema político continua marginalizando o sexo feminino. Isto ficou claro com a eleição de apenas 120 deputadas estaduais e distritais, contra a atual bancada de 141 cadeiras femininas nas assembleias legislativas, uma queda de quase 15%.</p>
<p>Para a Câmara Federal foram eleitas 51 deputadas, quase 10% do total de 513, e cinco senadoras, entre 27 no total. Com isso continuará a sub-representação feminina no Congresso, confirmando as projeções de um estudo divulgado dias antes das eleições pelo Instituto de Estudos Sócio-Econômicos (Inesc).</p>
<p>O estudo mostrou que, no geral, eram 25.919 candidatos, dos quais 17.911  homens (69,10%) e somente 8.008 mulheres (30,90%), dado que já mostrava a sub-representação feminina, apesar do crescente número de candidaturas de mulheres. Em 2010 foram 22,4% de candidatas mulheres e 77,6% de candidatos homens.</p>
<p>Quadro estados &#8211; Espírito Santo, Paraíba, Mato Grosso e Rio Grande do Sul &#8211; não terão representantes femininas na Câmara dos Deputados. Com as seis mulheres que já tinham cadeira no Senado e as cinco eleitas, a bancada feminina será de onze, 13,6% do total de 81. Nenhuma candidata a governo estadual foi eleita e apenas uma disputa o segundo turno, Suely Campos (PP), em Roraima.</p>
<p>A sub-representação feminina no Parlamento Nacional contribui para que o Brasil tenha um péssimo desempenho no Índice de Desigualdade de Gênero, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento(PNUD). O Índice integra o relatório anual do PNUD sobre o Desenvolvimento Humano.</p>
<p>Segundo o último relatório, o Brasil está em 85º lugar no Índice de Desigualdade de Gênero. O Brasil tinha na época de elaboração do relatório 9,6% de participação feminina no Congresso. Com as últimas eleições, a proporção subiu para cerca de 12%. Muito abaixo, ainda, dos 39,6% e 29,2% dos dois países com melhor performance no indicador, Noruega e Austrália, respectivamente. A Suécia, oitavo lugar no ranking, tem 44,7% do Parlamento nacional com mulheres.</p>
<p>O Índice é composto por outros indicadores. A taxa de mortalidade materna no Brasil era de 56 por 100.000 nascidos vivos em 2010, contra 7 por 100.000 na Noruega. A população feminina de 25 anos ou mais com pelo menos o ensino secundário era de 50,5% no Brasil em 2010, contra 95.6% na Noruega.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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