<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agência Social de Notícias &#187; Poesia</title>
	<atom:link href="http://agenciasn.com.br/arquivos/tag/poesia/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://agenciasn.com.br</link>
	<description>Notícias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 12:11:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Cor(po) e ser</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/14403</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/14403#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 19:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=14403</guid>
		<description><![CDATA[Em novo post, Adriana Menezes fala em poesia sobre aquilo que não se vê. Não por acaso, ela publica no dia da Consciência Negra. Clique abaixo e confira na plataforma Blogs ASN. Você pode olhar pra mim e dizer que não sou negra mas eu sou pode olhar pra mim e dizer que não sou ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em novo post, Adriana Menezes fala em poesia sobre aquilo que não se vê. Não por acaso, ela publica no dia da Consciência Negra. Clique abaixo e confira na plataforma Blogs ASN.</p>
<p><a title="Cor(po) e ser" href="http://asn.blog.br/adriana/2018/11/14/ve-se-enxerga-o-ser/">Você pode olhar pra mim e dizer que não sou negra mas eu sou</a></p>
<p><a title="Cor(po) e ser" href="http://asn.blog.br/adriana/2018/11/14/ve-se-enxerga-o-ser/">pode olhar pra mim e dizer que não sou índia mas eu sou</a></p>
<p><a title="Cor(po) e ser" href="http://asn.blog.br/adriana/2018/11/14/ve-se-enxerga-o-ser/">não há só cor(po) desejo cheiro e cor</a></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Adriana_1650x3661.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6474" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Adriana_1650x3661-1024x227.jpg" alt="Adriana_1650x366" width="618" height="137" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/14403/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vim, vi, li e venci nas pedras da Flip em Paraty</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/7821</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/7821#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 14:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Literária]]></category>
		<category><![CDATA[Flip]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Paraty]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=7821</guid>
		<description><![CDATA[Por Daniela Prandi, especial para ASN Uma jornalista vence, pela primeira vez na história, o Nobel de Literatura. A bielorrussa Svetlana Aleksiévitch, premiada em 2015, foi a grande atração da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) e lá estava eu entre as primeiras da fila, cercada de jornalistas e estudantes de jornalismo, à espera da minha ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Daniela Prandi, especial para ASN</p>
<p>Uma jornalista vence, pela primeira vez na história, o Nobel de Literatura. A bielorrussa Svetlana Aleksiévitch, premiada em 2015, foi a grande atração da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) e lá estava eu entre as primeiras da fila, cercada de jornalistas e estudantes de jornalismo, à espera da minha estreia na Tenda dos Autores.</p>
<p>Na Flip, além de “Vozes de Tchernóbil”, outro livro de Svetlana ocupa lugar de destaque na livraria do evento. É “A Guerra Não tem Rosto de Mulher”, que segue a mesma “fórmula”. Ambos são reuniões de depoimentos com testemunhas, relatos emocionados de dois momentos distintos da história, no primeiro o desastre nuclear de Tchernóbil e no segundo a participação de mulheres nas tropas soviéticas durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Para os jornalistas na plateia vem primeiro, digamos, uma “ducha de água fria”, ou uma primeira sacudida. Svetlana conta que se distanciou do jornalismo quando percebeu sua limitação, sua banalidade. “No jornalismo você transmite informações banais. Sempre me senti muito limitada”, disse. Ao optar por conhecer melhor seus entrevistados, dar a eles voz própria, conta que sua intenção era “procurar o ser humano dentro do ser humano”.</p>
<div id="attachment_7823" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Dani-flip-svetlana.jpg"><img class="wp-image-7823 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Dani-flip-svetlana.jpg" alt="Dani flip-svetlana" width="960" height="640" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O amor cura. O mundo não vai ser salvo pelo homem racional, mas sim pelo homem que tiver uma visão ampla das coisas, que não vise só o progresso&#8221;, disse a jornalista-escritora Svetlana Aleksiévitch em sua palestra lotada, dentro e fora da Tenda dos Autores</p></div>
<p>Aos 68 anos, essa senhorinha de blazer de matelassê estampado em tom pastel, de voz calma, já viu um bom bocado das mazelas do mundo. E ouviu testemunhas de um outro tanto de desgraças sobre as piores tragédias da humanidade. Em sua apresentação na Flip, emocionou quem estava na Tenda dos Autores e as outras 1.800 pessoas do lado de fora, um recorde de público, que a acompanhavam pelo telão ao dizer, simplesmente, mas nem tanto: “A única saída é o amor.”</p>
<p>“Eu falo do amor das pessoas que vivenciam tragédias. O amor cura. O mundo não vai ser salvo pelo homem racional, mas sim pelo homem que tiver uma visão ampla das coisas, que não vise só o progresso. Acredito que em alguns séculos vão nos considerar seres primitivos”, segue Svetlana, sempre muito aplaudida a cada final de suas respostas.</p>
<p>Ao final da palestra, o que me acompanha enquanto tento me equilibrar nas ruas de pedra de Paraty, entre a multidão que vai e vem com suas sacolas de livros e suas selfies, é que “a vida tem muitas tragédias, mas tem o amor, o pôr-do-sol”, como disse Svetlana. Ainda bem.</p>
<p>Antes da apresentação da Nobel de Literatura, mulheres seguraram cartazes com frases sobre a suposta homossexualidade da poeta Ana Cristina César, a homenageada da Flip 2016. Uma das “ativistas”, com o cartaz “Ana C. era gay”, disse que a família da autora esconde o fato e que é preciso divulgar a “verdade”.</p>
<div id="attachment_7824" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Dani-Flip-mostra-ana-cristina-cesar.jpg"><img class="wp-image-7824 size-large" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Dani-Flip-mostra-ana-cristina-cesar-768x1024.jpg" alt="Dani Flip mostra-ana-cristina-cesar" width="618" height="824" /></a><p class="wp-caption-text">A poeta Ana Cristina César, um dos maiores nomes da poesia brasileira do século 20, foi a homenageada da Flip 2016</p></div>
<p>Eu, uma das “viúvas” de Ana C., que descobri sua poesia só depois de seu suicídio, em 1983, acredito que o que falta é mais visibilidade para sua obra. Um dos maiores nomes da poesia brasileira do século 20, finalmente, ganhou espaço na vitrine da Flip, apesar das muitas críticas sobre a escolha, o que gerou boas polêmicas e alguns discursos apaixonados e apaixonantes.</p>
<p>Lançamentos, debates sobre sua obra, documentário, exposição de fotos, depoimentos, atrizes declamando seus poemas em vídeos para degustar entre uma palestra e outra, tudo isso parece muito mais importante do que sua opção sexual ou seu suicídio. “A Teus Pés”, primeiro livro de Ana C., relançado agora, talvez seja uma das saídas para “o amor” que Svetlana abordou.</p>
<p>“Apaixonada, saquei minha arma, minha alma, minha calma&#8230; Só você não sacou nada.” Ana C., saudade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/7821/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sesc-Campinas coloca em evidência a genuína cultura popular que sobrevive no Nordeste brasileiro</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/6162</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/6162#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 17:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ciranda]]></category>
		<category><![CDATA[Cordel]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[J. Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Patativa do Assaré]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Repente]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Xilogravura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=6162</guid>
		<description><![CDATA[A Cultura Popular é destaque na programação de março no Sesc-Campinas, com cordel, ciranda, repente, xilogravura, teatro, mamulengo e cantorias. Preservada bravamente pelo povo que dela vive, essa é a cultura que faz parte do cotidiano do brasileiro, mas não está inserida na indústria cultural nem é produto massivo da mídia. Para quem nunca viu ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Cultura Popular é destaque na programação de março no Sesc-Campinas, com cordel, ciranda, repente, xilogravura, teatro, mamulengo e cantorias. Preservada bravamente pelo povo que dela vive, essa é a cultura que faz parte do cotidiano do brasileiro, mas não está inserida na indústria cultural nem é produto massivo da mídia.</p>
<p>Para quem nunca viu de perto – nos bairros, nas ruas ou nas viagens turísticas -, essa é a hora. Um recorte sobre as manifestações culturais mais genuínas do Nordeste coloca em evidência importantes referências da região.</p>
<p>No teatro, o grupo Companhia do Tijolo mostra a vida do poeta cearense Patativa do Assaré sob a ótica do educador pernambucano Paulo Freire (dia 15/03). No cinema, o filme “Boi Neon” – do cineasta pernambucano Gabriel Mascaro &#8211; mostra as vaquejadas do interior (dia 2/03). E, nas artes, o próprio artista J.Borges, mestre da xilogravura (um dos preferidos de Ariano Suassuna), participa de um bate-papo com o público (dia 17/03).</p>
<div id="attachment_6164" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/boi-neon-2.jpg"><img class="size-large wp-image-6164" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/boi-neon-2-1024x683.jpg" alt="Cena do filme &quot;Boi Neon&quot;, que será exibido dia 2/03 (quarta-feira), no Sesc-Campinas; na foto, o ator Juliano Cazarré, que interpreta Iremar, sob direção do pernambucano Gabriel Mascaro " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme &#8220;Boi Neon&#8221;, que será exibido dia 2/03 (quarta-feira), no Sesc-Campinas; na foto, o ator Juliano Cazarré, que interpreta Iremar, sob direção do pernambucano Gabriel Mascaro</p></div>
<p><strong>CINEMA</strong></p>
<p>Uma árvore enfeitada de cordel – instalação poética Pé de Cordel &#8211; faz a ambientação apropriada à programação do mês, a partir do dia 1º de março. No dia seguinte, quarta-feira (2/03), às 19h30, será exibido o filme “Boi Neon” (Brasil, 2015), que conta a história do vaqueiro Iremar, que sonha em ser estilista enquanto viaja pelas vaquejadas do Nordeste.</p>
<p>No dia 24/03, às 19h30, será exibido o documentário “O Entalhe do Sertão”, dirigido por Helen Quintas Gondim, em parceria com o documentarista paraibano Asley Ravel. No final da exibição, os diretores falam sobre o trabalho realizado com artistas e produtores do sertão nordestino.</p>
<p><strong>INFANTIL</strong></p>
<p>A oficina de Cordel para crianças acontece todos os sábados do mês de março, das 10h às 11h, com o grupo Parampará, que também fará Contação de Histórias baseadas na literatura de cordel e cultura nordestina, também aos sábados, das 14h às 15h.</p>
<p><strong>DANÇA</strong></p>
<p>As cirandas pernambucanas e os cocos de Alagoas, para os adultos, acontecem aos sábados, a partir das 14h, com a bailarina Renata de Oliveira, que pretende aproximar as pessoas das manifestações populares dançadas.</p>
<p>O espetáculo “Cordel Encorpado” será apresentado no dia 19/03, às 18h, pela Companhia Repentistas do Corpo, com direção de Sérgio Rocha. O universo lúdico e poético do cordel é explorado pela dança contemporânea, com ritmo, rima, percussão corporal, voz e cenas teatrais.</p>
<p>No dia 27/03, às 14h, Magno Camilo comanda o espetáculo interativo “Cirandar”, que reúne dança, música e literatura.</p>
<p><strong>CURSO</strong></p>
<p>Dias 12 e 13 (sábado e domingo), das 14h às 18h, Beth Ziani e Joanna Sales ensinam a montar o “Cordel em Linha” e orientam na criação de um painel coletivo com as ilustrações do cordelista e xilografista J. Borges. Paralelamente, uma exposição com 20 xilogravuras de J. Borges estará aberta de 15 a 27 de março. Além do curso, Beth Ziani e Joanna Sales também realizam “Vivência em Bordado” nos dias 5 e 6/03, das 14h às 17h</p>
<p>De 16/03 a 6/04, Eduardo Ver dará o curso “Introdução à Ilustração de Cordel”, que apresenta a história da xilogravura e sua importância para os cordéis, com conhecimentos básicos para gravação em matriz de madeira e a técnica de impressão manual.</p>
<p>Ministrado pelo artista J.Borges, o curso “A arte da xilogravura” ensina as técnicas desta arte, da escultura à impressão, nos dias 17 e 18/03, às 18h.</p>
<p>Outro curso que acontece em março é a “Experimentação com Foto Pintura”, sob orientação de Maurício Sapata. A técnica de aplicar cor manualmente sobre uma foto pode ser aprendida nos dias 19 e 26, das 14h às 18h.</p>
<div id="attachment_6165" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/concerto-ispinho-e-fulo.jpeg"><img class="size-full wp-image-6165" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/concerto-ispinho-e-fulo.jpeg" alt="Cena da peça &quot;Concerto Ispinho e Fulô&quot;, que mostra vida e obra de Patativa do Assaré, pela Companhia do Tijolo, dia 15/03" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Cena da peça &#8220;Concerto Ispinho e Fulô&#8221;, que mostra vida e obra de Patativa do Assaré, pela Companhia do Tijolo, dia 15/03</p></div>
<p><strong>TEATRO </strong></p>
<p>Vencedor do Prêmio Shell de Teatro de Melhor Música, o grupo Companhia do Tijolo apresenta o espetáculo “Concerto de Ispinho e Fulô”, que mostra vida e obra do poeta cearense Patativa do Assaré, sob a ótica do educador pernambucano Paulo Freire, dia 15/03, às 19h30.</p>
<p>No dia 18/03, às 20h, a Cia do Tijolo também apresenta “Ledores no Breu”, inspirado nas obras do poeta Zé da Luz, do ficcionista Guimarães Rosa, também com pensamento e prática de Paulo Freire. O espetáculo mostra relações do homem com a leitura e com o mundo à sua volta.</p>
<p>“O Segredo de Catirina ou o Drama de Doutor Frango de Galinha”, com o mestre mamulengueiro Sebastian Marques, reúne personagens da tradição do mamulengo, dia 26/03, às 15h.</p>
<div id="attachment_6166" style="width: 797px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/JBorges-iemaja.jpg"><img class="size-full wp-image-6166" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/JBorges-iemaja.jpg" alt="Além de exposição e bate-papo, o artista J. Borges também dará curso de xilogravura no Sesc-Campinas" width="787" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Além de exposição e bate-papo, o artista J. Borges também dará curso de xilogravura no Sesc-Campinas</p></div>
<p><strong>BATE-PAPO</strong></p>
<p>O cordelista e poeta paraibano Samuel Quintas, mais conhecido como Samuel de Monteiro, conversa com o público sobre xilogravura, cordel e cantorias no dia 16/03, às 19h30. Samuel também realizará o Cordel de Feira, das 10h às 15h, aos sábados. Na Intervenção, ele fará leitura, troca e distribuição de cordéis.</p>
<p>No dia seguinte (17/03, quinta-feira), é a vez do mestre de cordel J.Borges. No bate-papo ele vai contar sua história e falar do seu ofício, junto com o artista Paulo Cheida.</p>
<p><strong>MÚSICA</strong></p>
<p>Os repentistas Asa Branca do Ceará e Zé Cardoso apresentam a “Cantoria de Pé-de-Parede”, com variados estilos de cantorias. Tudo improvisado. Dia 22/03, às 20h. O repentista Asa Branca do Ceará se junta ao poeta e cordelista Chico Pedrosa, no dia 23/03, para um Sarau: “No meu sertão tem cordel”. Eles farão declamação de seus principais trabalhos e contarão causos pitorescos do sertão. <strong>(Adriana Menezes, com informações da Programação do Sesc-Campinas)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/6162/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
