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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Poluição do ar em Campinas</title>
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		<title>Emissão de poluentes na Região Metropolitana de Campinas chega ao triplo do que recomenda a OMS</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2015 18:37:50 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A emissão de alguns poluentes atmosféricos na Região Metropolitana de Campinas (RMC) chega ao triplo do que recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS). Chega a três vezes mais, portanto, do que é considerado aceitável para a proteção da saúde e prevenção de muitas doenças. Os dados que confirmam esse cenário inquietante estão na primeira edição do Diagnóstico da rede de monitoramento da qualidade do ar no Brasil, uma publicação do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA). O Diagnóstico foi incluído na Plataforma da Qualidade do Ar, iniciativa do IEMA que entrou on line neste sábado, 03 de outubro.</p>
<p>O Diagnóstico abrange as emissões de vários poluentes atmosféricos entre 2000 e 2012, mensurados pelas nove redes estaduais de monitoramento com medições regulares no país. O estudo mostrou que a emissão máxima em 24 horas de Partículas Inaláveis (MP10) na RMC sempre foi superior nesse período ao recomendável pela OMS, de 50 µg/m3. Em 2010, chegou a 148 µg/m3 em Paulínia. Em 2012, último ano da série histórica considerada no Diagnóstico, a emissão máxima em 24 hs de Partículas Inaláveis chegou a 138 e 132 µg/m3 nas duas estações de monitoramento existentes em Paulínia, e a 99 µg/m3 em Campinas e Americana.</p>
<p>Como explica o IEMA, as Partículas Inaláveis podem ser definidas de maneira simplificada “como aquelas cujo diâmetro aerodinâmico é menor que 10 µm. Dependendo da distribuição de tamanho na faixa de 0 a 10 µm, podem ficar retidas na parte superior do sistema respiratório ou penetrar mais profundamente, alcançando os alvéolos pulmonares”.</p>
<p>Do mesmo modo, a emissão máxima horária de ozônio (O3) na Região Metropolitana de Campinas entre 2000 e 2012 foi muito acima do indicado no Padrão nacional primário e secundário, que é de 160 µg/m3 (muito abaixo do que recomenda a OMS). Em 2012, último ano da série histórica incluída no Diagnóstico, a emissão chegou a 251 e 216 µg/m3 nas duas estações de medição em Paulínia, e a 198 µg/m3 em Americana.</p>
<p>O ozônio (03) é um poluente secundário, não é emitido diretamente por uma fonte. Ele é encontrado na baixa atmosfera como resultado “de reações químicas complexas que acontecem entre o dióxido de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis, na presença de radiação solar”, explica o IEMA. O Instituto observa que, na alta atmosfera (estratosfera), o ozônio é benéfico, por proteger a superfície terrestre das radiações solares ultravioletas. Na baixa atmosfera (troposfera), o ozônio pode ser muito prejudicial à saúde.</p>
<p>“Entre os efeitos à saúde estão o agravamento dos sintomas de asma, de deficiência respiratória, bem como de outras doenças pulmonares (enfisemas, bronquites, etc.) e cardiovasculares (arteriosclerose). Longo tempo de exposição pode ocasionar redução na capacidade pulmonar, desenvolvimento de asma e redução na expectativa de vida”, alerta o IEMA.<strong> (Por José Pedro Martins) </strong></p>
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		<title>Região de Campinas tem emissões de poluentes superiores às de Cubatão e São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 21:32:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Algumas emissões de poluentes atmosféricos na Região Metropolitana de Campinas (RMC), como de hidrocarbonetos e óxidos de enxofre, que contribuem para a formação de chuva ácida, são superiores às de Cubatão e Grande São Paulo. As informações estão contidas no relatório &#8220;Qualidade do Ar no Estado de São Paulo 2014&#8243;, da ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Algumas emissões de poluentes atmosféricos na Região Metropolitana de Campinas (RMC), como de hidrocarbonetos e óxidos de enxofre, que contribuem para a formação de chuva ácida, são superiores às de Cubatão e Grande São Paulo. As informações estão contidas no relatório &#8220;Qualidade do Ar no Estado de São Paulo 2014&#8243;, da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).</p>
<p>O relatório revela que em 2014 o conjunto da RMC, formada por 20 municípios, e considerando somente as fontes fixas de poluição (indústrias monitoradas), emitiu 6,39 mil toneladas de hidrocarbonetos, contra 4.7 mil toneladas na Região Metropolitana de São Paulo  (RMSP) e 1,11 mil toneladas em Cubatão. Neste item,  a RMC foi líder de poluição no estado de São Paulo.</p>
<p>Em termos de emissão de óxidos de enxofre (SOx), que contribuem para a geração de chuva ácida, a Região Metropolitana de Campinas emitiu 13,54 mil toneladas de fontes fixas em 2014, perdendo apenas para Cubatão, que emitiu 15,80 mil toneladas. A RMC ficou à frente da Grande São Paulo, que emitiu 5,59 mil toneladas de óxidos de enxofre por fontes fixas, embora</p>
<p>No item óxidos de nitrogênio (NOx), a RMC emitiu 9,78 mil toneladas de fontes fixas em 2014, contra 7,62 toneladas em Cubatão e 15,43 na Grande São Paulo, que liderou o item.</p>
<p>O relatório da Cetesb afirma que &#8220;no estado de São Paulo destacam-se algumas áreas críticas em termos de poluição do ar, especialmente a RMSP e os polos industriais, alguns dos quais vêm ganhando relevância nos últimos anos&#8221;. Entre 2011 e 2014 a Cetesb aumentou em 30% a sua rede de avaliação da qualidade do ar, de 44 para 57 estações, um claro indicador da preocupação com poluição atmosférica.</p>
<p>No final de maio de 2015 foi inaugurada mais uma estação em Campinas, no Parque Portugal, ou Lagoa do Taquaral, visando &#8220;aprimorar o conhecimento sobre processos de transporte de poluentes na região, que conta com população de cerca de 3 milhões de habitantes, frota de mais de 1 milhão de veículos e parque industrial expressivo&#8221;. A Lagoa do Taquaral é frequentada regularmente por milhares de pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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