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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Professor Antônio Carlos Zuffo da Unicamp</title>
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		<title>Cantareira em queda livre aumenta risco de desabastecimento de água em São Paulo</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2015 15:52:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O nível dos reservatórios do Sistema Cantareira continua em queda livre, chegando a 6,6% neste sábado, 10 de janeiro. Aumenta com isso o risco de desabastecimento de água na Grande São Paulo, com impacto também na Região Metropolitana de Campinas (RMC), situada nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). Cresce também a inquietação em vários setores sociais, segmento produtivo e órgãos públicos. O novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman, já admitiu que a crise hídrica pode se agravar em 2015.</p>
<p>Formados por águas da bacia do rio Piracicaba, os reservatórios do Cantareira abastecem metade da Grande São Paulo, localizada na bacia do Alto Tietê. Mas como lembra o professor Dr.Antônio Carlos Zuffo, do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp, os atuais 6,6% do Cantareira já incluem o Volume Morto, utilizado desde maio de 2014 pela Sabesp, que opera o Sistema.</p>
<p>No início do passado, o Cantareira tinha 27,2% de capacidade, mas sem contar o Volume Morto. Ou seja, em um ano os reservatórios perderam praticamente a metade do que tinham, no contexto de uma grave estiagem. Em 2014, choveu  965 mm no Sistema Cantareira, contra a média histórica de 1551 mm. Se a estiagem se prolongar nos primeiros meses de 2015, repetindo o ano anterior, &#8220;é altíssimo o risco de desabastecimento&#8221; na região mais populosa e rica do país, alerta o professor Zuffo da Unicamp.</p>
<p>Se antes os gestores tentavam demonstrar tranquilidade, a situação mudou. Em seu discurso de posse, na sexta-feira, 9 de janeiro, o novo presidente da Sabesp foi taxativo: “Seria irresponsabilidade no quadro que a gente está hoje, 9 de janeiro, olhar para frente com otimismo. Temos que estar preparados para o pior”.</p>
<p>O Departamento de Recursos Hídricos da Unicamp já anunciou que promoverá uma ampla discussão nos próximos meses, com a participação de renomados especialistas dos Estados Unidos, experientes em situações de escassez hídrica. O debate será promovido para que “não venham medidas de cima para baixo, mas de baixo para cima” no equacionamento da crise hídrica, como afirmou o professor Zuffo à Agência Social de Notícias.</p>
<p>Os demais sistemas que abastecem a Grande São Paulo não estão em situação diferente. O Alto Tietê, que abastece 4,5 milhões de pessoas, está com 11,6% da capacidade, já utilizando um volume adicional transferido desde 14 de dezembro da represa Ponte Nova.<strong> (Por José Pedro Martins)</strong></p>
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