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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Projeto de Lei da Biodiversidade</title>
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		<title>Câmara rejeita emendas à Lei da Biodiversidade que beneficiariam comunidades</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2015 20:45:14 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Federal rejeitou na tarde e noite desta terça-feira, 10 de fevereiro, várias emendas que beneficiariam comunidades indígenas e de agricultores, no escopo da nova Lei da Biodiversidade. Nesta segunda-feira, à noite, a Câmara aprovou o <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original.">substitutivo</span> do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) para o Projeto de Lei 7735/14, que simplifica as regras para pesquisa e exploração do patrimônio genético de plantas e animais nativos e para o uso dos conhecimentos indígenas ou tradicionais sobre eles.</p>
<p>O plenário da Câmara rejeitou, por exemplo, emenda do PT, que visava excluir do texto do projeto de lei da biodiversidade (PL 7735/14, do Executivo) a referência à Lei de Cultivares (9.456/97) na garantia de venda de produtos que contenham patrimônio genético. De acordo com o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), a medida garantiria o direito de populações indígenas e comunidades tradicionais a “usar ou vender livremente” seus produtos.</p>
<p>Já o relator do projeto, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), disse que o fim da remissão à Lei de Proteção dos Cultivares seria um risco enorme para o futuro. “A legislação tem de reportar aos cultivares para não perdermos anos de pesquisa”, disse Moreira.</p>
<p>Do mesmo modo, o plenário rejeitou a emenda do deputado Zé Silva (SD-MG) ao PL 7735/14, que pretendia incluir o agricultor familiar no conceito de agricultor tradicional, o que permitiria elegê-lo para recebimento de benefícios caso seu conhecimento tradicional fosse usado.</p>
<p>“Como vamos deixar fora o agricultor familiar na denominação? Esse agricultor familiar não exclui os demais”, perguntou o deputado Bohn Gass (PT-RS), que defendia a emenda. Já o relator Alceu Moreira afirmou que a redação proposta limitaria a concepção do termo. “Forçar para colocar a agricultura familiar seria particularizar apenas um setor. O conhecimento tradicional não tem relação com o tamanho da propriedade”, disse Moreira.</p>
<p>Outro destaque rejeitado pelo plenário da Câmara dos Deputados, do PCdoB, impedia que a pessoa jurídica sediada no exterior e não associada a instituição nacional de pesquisa científica e tecnológica, pública ou privada, pudesse acessar patrimônio genético ou conhecimento tradicional associado, assim como a remessa de material ao exterior.</p>
<p>A deputada Luciana Santos (PCdoB-PE) disse que a mudança no projeto de lei da biodiversidade (PL 7735/14) garantiria a defesa da soberania nacional e o avanço do conhecimento tecnológico brasileiro. Já o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) afirmou que os acordos na área de tecnologia assinados pelo Brasil impedem uma mudança no texto. “Precisamos manter os convênios internacionais. O Ministério da Agricultura vai regular essa questão.”</p>
<p>Foi igualmente rejeitada a emenda do deputado Sarney Filho (PV-MA) ao projeto de lei da biodiversidade (PL 7735/14, do Executivo) que pedia a substituição da expressão “população indígena” por “povo indígena” no texto, retornando ao termo usado no texto original do governo, que segue a denominação da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>A inclusão da pesquisa agropecuária, com sementes e melhoramento de raças, na discussão do marco regulatório da biodiversidade é a maior diferença do relatório do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), aprovado ontem, em relação ao texto original do Executivo (Projeto de Lei <a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/481192-CAMARA-INICIA-O-ANO-COM-PAUTA-TRANCADA-POR-PROJETO-DA-BIODIVERSIDADE.html" target="_blank">7735/14</a>). Com a inclusão da agricultura e da pecuária, segundo a Agência Câmara, Moreira colocou no texto uma das maiores reivindicações da <span class="termoGlossario" title="Associação suprapartidária destinada a aprimorar a legislação referente a um tema específico. As frentes podem utilizar o espaço físico da Câmara, desde que suas atividades não interfiram no andamento dos outros trabalhos da Casa, não impliquem contratação de pessoal nem fornecimento de passagens aéreas. Para fins de registro, deverão ser integradas por, no mínimo, um terço de membros do Poder Legislativo Federal.">Frente Parlamentar</span> da Agropecuária: a isenção de royalties para pesquisa e desenvolvimento com soja, arroz, cana e outras commodities.</p>
<p>A matéria colocou novamente em disputa o agronegócio, de um lado, e grupos ambientalistas, cientistas e comunidades tradicionais, de outro, como já havia acontecido na controvérsia sobre o novo Código Florestal. Entretanto, apesar do que está em jogo, em uma matéria que envolve poderosos interesses econômicos e políticos, desta vez a polêmica não alcançou a mesma repercussão na mídia e na sociedade em geral. O Projeto de Lei 7735/14 do Poder Executivo trancou a pauta da Câmara em 2014 desde o dia 11 de agosto, o que indica a atenção com que a matéria foi tratada no Parlamento brasileiro. O valor da biodiversidade brasileira já foi estimado em mais de R$ 4 trilhões e ela tem sido alvo histórico de biopirataria.</p>
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