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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Projeto Infinitos Acordes</title>
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		<title>Infinitos Acordes: Os caminhos da viola caipira &#8211; Moda de Rock</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2015 11:14:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;In the Flesh&#8221;, de Pink Floyd, como valsa. &#8220;Aces High&#8221;, do Iron Maiden, e &#8220;Master of Puppets&#8221;, do Metallica, tornadas pagode de viola. Estas são algumas das metamorfoses musicais proporcionadas pelo duo &#8220;Moda de Rock&#8221;, formado pelos violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder e que, juntando rock e viola caipira, reinventaram dois estilos, pela intersecção de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;In the Flesh&#8221;, de Pink Floyd, como valsa. &#8220;Aces High&#8221;, do Iron Maiden, e &#8220;Master of Puppets&#8221;, do Metallica, tornadas pagode de viola. Estas são algumas das metamorfoses musicais proporcionadas pelo duo &#8220;Moda de Rock&#8221;, formado pelos violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder e que, juntando rock e viola caipira, reinventaram dois estilos, pela intersecção de duas vertentes, de dois estilos de vida. &#8220;Moda de Rock&#8221; é o oitavo integrante da série &#8220;Infinitos Acordes: Os caminhos da viola caipira&#8221;.</p>
<p>Nascidos em 1973 e membros da banda Matuto Moderno, os dois violeiros se juntaram em 2007 para tocar e adaptar clássicos do rock para viola caipira. A ideia inicial de Ricardo Vignini e Zé Helder era mostrar a potencialidade do instrumento para seus alunos e reviver a trilha sonora da adolescência.</p>
<p>Pois o  lançamento do CD &#8220;Moda de Rock &#8211; Viola Extrema&#8221;, em 2011, se tornou um sucesso de mídia, vendas e de shows, realizados em todas regiões do Brasil, Argentina e nos EUA.</p>
<p>Ricardo Vignini é produtor e pesquisador de cultura popular do Sudeste do Brasil. Ao lado da banda Matuto Moderno gravou cinco CD ́s. Lançou em 2010 o CD solo instrumental &#8220;Na Zoada do Arame&#8221; e participou dos principais eventos sobre a viola no Brasil, EUA e França. É dono do selo Folguedo, dedicado à música caipira. Entre o palco e gravações trabalhou com artistas americanos Bob Brozman em turnê brasileira em 2003 e Woody Mann em 2006 e 2008.</p>
<p>Também tocou com Christiaan Oyens e o gaitista Sérgio Duarte, as cantoras Kátya Teixeira, André Abujamra. Paulo Simões. Leciona viola caipira e guitarra há 22 anos. Produziu quatro CDs e um DVD do Índio Cachoeira. Tocou e gravou também com: Socorro Lira, Pena Branca, Levi Ramiro, Pereira da Viola, Os Favoritos da Catira. Trabalha com trilhas de publicidade e cinema também como do curta &#8220;Toca pra Diabo&#8221;. Em 2013 montou o Power Trio Mano Sinistra de rock pesado.</p>
<p>Zé Helder é violeiro, cantor e compositor, com três CDs solos: &#8220;A Montanha&#8221; (2004) e &#8220;No Oco do Bambu&#8221; (2009), e &#8220;Assopra o Borralho&#8221; (2015) com participações especiais. Gravou também com o grupo Orelha de Pau (2002), além de participações em CDs e shows de diversos artistas, entre eles Guca Domenico, Levi Ramiro, Dani Lasalvia, Ceumar, Alzira Espíndola, Lucina, Ivan Vilela.</p>
<p>Em 2010, passou a integrar o grupo Matuto Moderno, onde assumiu a viola (junto com Ricardo Vignini) e os vocais (junto com Edson Fontes). Formado em Licenciatura Plena em Música, criou o curso de viola caipira no Conservatório de Pouso Alegre (CEMPA), e  leciona o instrumento no Conservatório Municipal de Guarulhos.</p>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/43NAjsh3NNs?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Infinitos Acordes</strong> – Nesta série, a Agência Social de Notícias reproduz o material coletado e produzido pelo Projeto Infinitos Acordes, que documentou em vídeo a obra de oito violeiros com estilos e sotaques distintos, exatamente para espelhar a riqueza multicolorida da música de raiz. Pelos acordes de Levi Ramiro, Julio Santin, Milton Araújo, João Arruda, Zeca Collares, João Paulo Amaral, Paulo Freire, Ricardo Vignini e Zé Helder, é possível trilhar os caminhos da viola caipira em sua essência.</p>
<p>O Projeto Infinitos Acordes é resultado da parceria entre os jornalistas Josiane Giacomini e Adriano Rosa, que também assina as fotos e as filmagens, e o editor e videomaker Filipi do Canto. Foram meses de pesquisa, elaboração de roteiro e gravações, resultando em documentário ainda inédito de 45 minutos que resume um dos mais importantes capítulos do cancioneiro popular brasileiro, o da viola caipira. Do documentário foram desmembrados oito videoclipes com trechos das entrevistas e das músicas que os violeiros apresentaram durante os depoimentos.</p>
<div id="attachment_4214" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ModaDeRock02.jpg"><img class="size-large wp-image-4214" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ModaDeRock02-1024x682.jpg" alt="&quot;Moda de rock&quot;é mais uma prova dos infinitos acordes da viola caipira" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Moda de rock&#8221;é mais uma prova dos infinitos acordes da viola caipira</p></div>
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		<title>Infinitos Acordes: Os caminhos da viola caipira &#8211; João Arruda</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2015 17:15:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[João Arruda músico e instrumentista]]></category>
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		<description><![CDATA[Violas, caixas de Folia de Reis, charango, entre outros instrumentos, são os companheiros de João Arruda em sua viagem pela música de raiz brasileira. O jovem cantor, compositor e multi-instrumentista campineiro é um dos mais promissores músicos do país, pela sonoridade inovadora, baseada nas mais legítimas fontes culturais nacionais. Em todas suas apresentações, o artista ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Violas, caixas de Folia de Reis, charango, entre outros instrumentos, são os companheiros de João Arruda em sua viagem pela música de raiz brasileira. O jovem cantor, compositor e multi-instrumentista campineiro é um dos mais promissores músicos do país, pela sonoridade inovadora, baseada nas mais legítimas fontes culturais nacionais. Em todas suas apresentações, o artista faz uma viagem pelos quatro cantos e encantos do Brasil, além de incursões por outras trilhas da América Latina. João Arruda é o sétimo da série “Infinitos Acordes: Os caminhos da viola caipira”.</p>
<p>João Arruda tem uma curta mas já rica trajetória. Em 2007 lançou &#8220;Celebrasonhos&#8221;, aclamado como um dos melhores CDs daquele ano Brasil. Nas 18 faixas, ele tem a companhia da cantora Daniela Lasalvia, do trovador Dércio Marques e do maestro e violeiro Chico Moreira, entre outros.</p>
<p>&#8220;Celebrasonhos&#8221; abriu as portas para várias apresentações pelo interior paulista. Em 2010, foi selecionado e participou da IV Mostra da Canção Brasileira Independente do Centro Cultural Banco Nordeste, com apresentações na região. Ainda em 2010, integrou o Projeto Samarro´s Brazil na França e Itália, realizando shows e gravações com o grupo de Pífanos Flautins Matuá.</p>
<p>Dois anos depois, Arruda grava o seu segundo CD, &#8220;Venta moinho&#8221;, com participações especias de Levi Ramiro, Kátya Teixeira, Claudio Rabeca e João Bá, entre outros parceiros. Em fevereiro de 2013, faz turnê pela Argentina com o show solo “Entre violas e couros”, com participações especiais das cantoras Mariana Carizzo, Maryta de Humahuaca, Jeanine Martins e do grupo Hierbacaña.</p>
<div id="attachment_3885" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/JoaoArrudaFotos_0347.jpg"><img class="size-large wp-image-3885" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/JoaoArrudaFotos_0347-1024x683.jpg" alt="João Arruda: artista polifacético, como a própria cultura popular brasileira (Foto Adriano Rosa) " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">João Arruda: artista polifacético, como a própria cultura popular brasileira (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>Em Julho de 2013, realiza  turnê pela Europa com apresentações em diversos Festivais e Centros Culturais, como Festival Espírito Brum em Birmingham &#8211; Inglaterra; Festival Samba Al Pais em Montricoux &#8211; França; Concerto no Centro Cultural e Associação Maison Blanche em Toulouse &#8211; França; Fête de Bayone  Bayone no País Basco; Fête Occitane de Cordes em Cordes sur ciel-França; Concerto no Centro Cultural Den–Teirling- Bruxellas &#8211; Bélgica; Festival Espírito Provence em Aix en Provence-França; Festival Musique dans le rue em Aix en Provence -França.</p>
<p>João Arruda lança então o Projeto Arreuní, em Campinas, com shows- encontros com diversos artistas como  Dércio Marques, Paulo Freire , Noel Andrade , Déa Trancoso, Carol Ladeira, Stênio Mendes, Levi Ramiro, Pereira da viola e Cláudio Lacerda. Maiores detalhes sobre este projeto podem ser vistos em www.arreuni.com</p>
<p>Arruda já participou de diversos CDs como artista convidado, atuou em outros como produtor fonográfico e tem produzido várias trilhas sonoras, para espetáculos, filmes e documentários. Tem  participação nos grupos Pífanos Flautins Matuá, Cantavento de música infantil, Chasky de música latino-americana, Taboca da Matta de ritmos tradicionais do nordeste brasileiro e integrou a Orquestra Filarmônica de Violas, dirigida pelo músico Ivan Vilela entre 2005 e 2006. João Arruda é polifacético, como a própria cultura popular brasileira, que não se limita a somente um estilo musical eventualmente dominante.</p>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/yC1kPC-Pvjo?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Infinitos Acordes</strong> – Nesta série, a Agência Social de Notícias reproduz o material coletado e produzido pelo Projeto Infinitos Acordes, que documentou em vídeo a obra de oito violeiros com estilos e sotaques distintos, exatamente para espelhar a riqueza multicolorida da música de raiz. Pelos acordes de Levi Ramiro, Julio Santin, Milton Araújo, João Arruda, Zeca Collares, João Paulo Amaral, Paulo Freire, Ricardo Vignini e Zé Helder, é possível trilhar os caminhos da viola caipira em sua essência.</p>
<p>O Projeto Infinitos Acordes é resultado da parceria entre os jornalistas Josiane Giacomini e Adriano Rosa, que também assina as fotos e as filmagens, e o editor e videomaker Filipi do Canto. Foram meses de pesquisa, elaboração de roteiro e gravações, resultando em documentário ainda inédito de 45 minutos que resume um dos mais importantes capítulos do cancioneiro popular brasileiro, o da viola caipira. Do documentário foram desmembrados oito videoclipes com trechos das entrevistas e das músicas que os violeiros apresentaram durante os depoimentos.</p>
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		<title>Infinitos Acordes: Os caminhos da viola caipira &#8211; Zeca Collares</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2015 21:18:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Músico, compositor, instrumentista e bacharel em Cinema, Zeca Collares possui apurada técnica na viola Caipira/Brasileira e muita sensibilidade. Ele mostra em suas composições vocais/instrumentais, uma fusão entre a música de raiz brasileira, jazz, o barroco, e elementos contemporâneos. Com mais de quinze anos de carreira profissional, e sete discos lançados, já dividiu palco com grandes ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Músico, compositor, instrumentista e bacharel em Cinema, Zeca Collares possui apurada técnica na viola Caipira/Brasileira e muita sensibilidade. Ele mostra em suas composições vocais/instrumentais, uma fusão entre a música de raiz brasileira, jazz, o barroco, e elementos contemporâneos. Com mais de quinze anos de carreira profissional, e sete discos lançados, já dividiu palco com grandes nomes da música brasileira como: Hermeto Pascoal, Duofel, MPB4, Pena Branca e Xavantinho, Xangai, Fernando Deghi, Adelmo Arcoverde, Rogério Gulin etc&#8230; Tem vários prêmios na bagagem e shows no Brasil e na Europa. Zeca Collares é o sexto personagem da série &#8220;Infinitos Acordes: Os caminhos da viola caipira&#8221;.</p>
<p>Zeca Collares (José dos Santos Colares da Silva) é natural de Grão Mogol (MG), com uma infância  rodeada de Folia de Reis e cantigas tradicionais daquela região. Foi a semente para a estreita ligação com a música de raiz.</p>
<p>Em 1984, já morando em Francisco Sá, também em Minas Gerais, conheceu o compositor e cantor Dino Lopes, que se tornou um grande parceiro musical. Foi com ele que Zeca Collares subiu ao palco pela primeira vez.</p>
<div id="attachment_3442" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Zeca2.jpg"><img class="size-large wp-image-3442" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Zeca2-1024x682.jpg" alt="Cantor, compositor e bacharel em cinema, Collares recebeu vários prêmios " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Cantor, compositor e bacharel em cinema, Collares recebeu vários prêmios</p></div>
<p>Mudou-se para São Paulo em 1988, iniciando seus estudos de música popular Brasileira com o grande mestre Paulo Estêvão-Tevão (fundador do famoso Grupo Língua de Trapo). Fundou, juntamente com o compositor Valter Silva, o Grupo Mucunã de musica regional brasileira em 1996, com o qual gravou 3 CDs, recebendo ótimas críticas do segmento.</p>
<p>Na viola Caipira/Brasileira, sua eterna companheira, e outros instrumentos de corda, ele mostra em suas composições nos seis CDs gravados ao longo dos mais de 15 anos como músico profissional, uma fusão entre a música de raiz brasileira, caipira, o barroco, e elementos contemporâneos.</p>
<p>Foi premiado em 2004 com o título de melhor CD Instrumental do ano no Brasil, dentro do universo popular de raiz. Indicado para o Prêmio Dynamite de Música Instrumental juntamente com o bandolinista Hamilton de Holanda e Yamandú Costa em 2008.</p>
<p>No cinema, foi finalista no Festival Internacional Água de Beber 2008 com o documentário “Bitucas” de sua autoria. Compositor de trilhas para documentários, foi premiado junto com a Chasquento Produções no Festival Guarnicê de Cinema do Maranhão 2006 pela trilha João do Vale, muita Gente Desconhece de Werinton Kermes. É autor de diversas trilhas sonoras para programas de TV.</p>
<p>Nos últimos dois anos como músico e produtor musical, realizou mais de 80 shows em SESCs, Prefeituras, SESI/SP, etc&#8230; Sua discografia é composta por: • 1998- Contos Sertanejos &#8211; Grupo Mucunã. • 2000- Aboio &#8211; Grupo Mucunã. • 2001- Mucunã e Pena Branca ao Vivo. • 2002- Primavera Mineira &#8211; Instrumental • 2006- Pés Descalços – Instrumental . 2009 – Feito em Rendas 2010 – Vazante em parceria com Meire Cler.</p>
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<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/Rmm0gHUwwWw?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Infinitos Acordes</strong> – Nesta série, a Agência Social de Notícias reproduz o material coletado e produzido pelo Projeto Infinitos Acordes, que documentou em vídeo a obra de oito violeiros com estilos e sotaques distintos, exatamente para espelhar a riqueza multicolorida da música de raiz. Pelos acordes de Levi Ramiro, Julio Santin, Milton Araújo, João Arruda, Zeca Collares, João Paulo Amaral, Paulo Freire, Ricardo Vignini e Zé Helder, é possível trilhar os caminhos da viola caipira em sua essência.</p>
<p>O Projeto Infinitos Acordes é resultado da parceria entre os jornalistas Josiane Giacomini e Adriano Rosa, que também assina as fotos e as filmagens, e o editor e videomaker Filipi do Canto. Foram meses de pesquisa, elaboração de roteiro e gravações, resultando em documentário ainda inédito de 45 minutos que resume um dos mais importantes capítulos do cancioneiro popular brasileiro, o da viola caipira. Do documentário foram desmembrados oito videoclipes com trechos das entrevistas e das músicas que os violeiros apresentaram durante os depoimentos.</p>
<p>http://www.zecacollares.com/</p>
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		<title>Infinitos Acordes: os caminhos da viola caipira &#8211; Júlio Santin</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2015 18:18:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi paixão à primeira vista, quando Aldo Efigênio dos Santos, o &#8220;Efigeninho&#8221;, um músico de Dracena (SP), apresentou a viola caipira a Júlio Santin. Santin tinha acabado de se formar em Medicina, pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, e desde então passou a conjugar as duas profissões. A de Medicina e a de violeiro, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi paixão à primeira vista, quando Aldo Efigênio dos Santos, o &#8220;Efigeninho&#8221;, um músico de Dracena (SP), apresentou a viola caipira a Júlio Santin. Santin tinha acabado de se formar em Medicina, pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, e desde então passou a conjugar as duas profissões. A de Medicina e a de violeiro, na realidade a de um pesquisador e defensor da cultura tradicional paulista. Júlio Santin é o quarto personagem da série &#8220;Infinitos Acordes &#8211; Os caminhos da viola caipira&#8221;.</p>
<p>A vocação estava no berço. Júlio Santin é natural de Irapurú, cidade do extremo oeste paulista, sede de um dos mais importantes festivais de música de raiz do Brasil, o Caipirapuru, já com 14 edições.</p>
<p>O ofício é levado muito a sério, assim como a Medicina. A partir dos ensinamentos de outro amigo caipira, Levi Ramiro, Santin fabrica os próprios instrumentos. &#8220;O caipira gosta de fazer as coisas, ele é curioso&#8221;, define-se. Autodidata, aperfeiçoou o estilo ouvindo discos de Tião Carreiro, Gedeão da Viola, Tião do Carro, Renato Andrade, Bambico, Almir Sater e Tavinho Moura, entre outros.</p>
<p>No início da década de 1990 Julio Santin radicou-se em São Paulo, para poder concluir seus estudos, especializando-se em Cardiologia Infantil, Ecocardiografia e seu mais recente título como Mestre em Ciências pelo Hospital do Câncer de São Paulo.</p>
<p>Nas estradas da viola caipira, já lançou os CDs &#8220;Sentimento Matuto&#8221; e &#8220;Capim Dourado&#8221;. Álbuns, é bom que se diga, gravados na sua própria casa, no estúdio &#8220;debaixo da escada, onde a sonoridade é muito boa&#8221;.</p>
<p>É presidente da Associação Cultural Caipirapuru, uma Organização Não Governamental formada por violeiros e cantadores da região de origem, e colabora, claro, na realização anual do “Encontro de Violeiros e Cantadores de Irapuru”. O Caipirapuru, que atrai cantadores e fãs da música regional e de raiz de todo Brasil. A viola caipira sempre no coração.</p>
<p><iframe width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/Ea1_dI3hIS0?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Infinitos Acordes</strong> – Nesta série, a Agência Social de Notícias reproduz o material coletado e produzido pelo Projeto Infinitos Acordes, que documentou em vídeo a obra de oito violeiros com estilos e sotaques distintos, exatamente para espelhar a riqueza multicolorida da música de raiz. Pelos acordes de Levi Ramiro, Julio Santin, Milton Araújo, João Arruda, Zeca Collares, João Paulo Amaral, Paulo Freire, Ricardo Vignini e Zé Helder, é possível trilhar os caminhos da viola caipira em sua essência.</p>
<p>O Projeto Infinitos Acordes é resultado da parceria entre os jornalistas Josiane Giacomini e Adriano Rosa, que também assina as fotos e as filmagens, e o editor e videomaker Filipi do Canto. Foram meses de pesquisa, elaboração de roteiro e gravações, resultando em documentário ainda inédito de 45 minutos que resume um dos mais importantes capítulos do cancioneiro popular brasileiro, o da viola caipira. Do documentário foram desmembrados oito videoclipes com trechos das entrevistas e das músicas que os violeiros apresentaram durante os depoimentos.</p>
<p>http://www.juliosantin.com/</p>
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		<title>Infinitos Acordes: os caminhos da viola caipira &#8211; João Paulo Amaral</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2015 21:04:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisando a viola caipira há mais de dez anos, e com experiência nacional e em palcos de Portugal, Espanha, México e Inglaterra, o músico, arranjador e compositor João Paulo Amaral se destaca por propor novos caminhos musicais para a centenária viola caipira. Diretor e regente da Orquestra Filarmônica de Violas de Campinas, João Paulo Amaral é ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisando a viola caipira há mais de dez anos, e com experiência nacional e em palcos de Portugal, Espanha, México e Inglaterra, o músico, arranjador e compositor João Paulo Amaral se destaca por propor novos caminhos musicais para a centenária viola caipira. Diretor e regente da Orquestra Filarmônica de Violas de Campinas, João Paulo Amaral é o terceiro personagem da série “Infinitos Acordes: os caminhos da viola caipira”.</p>
<p>Sobre seu trabalho, escreveram Paulo Bellinati <em>&#8220;&#8230;além das cores e matizes regionais bem delineados, descobrimos uma viola do futuro&#8221;,</em> e Ivan Vilela <em>&#8220;&#8230; só pelo tanto que toca já deixou seu nome impresso na história da viola.”</em></p>
<p>Pós-graduado pela Unicamp, foi pioneiro ao defender o primeiro mestrado em música sobre a viola caipira do país, com pesquisa sobre o lendário violeiro Tião Carreiro. É professor de viola caipira da Faculdade Cantareira(desde 2009) e EMESP Tom Jobim (desde 2005), autor do método de viola utilizado no projeto Guri e do livro/CD “Viola Caipira &#8211; arranjos instrumentais de musicas tradicionais”, vencedor do prêmio Ney Mesquita.</p>
<p>Desde 2002, João Paulo Amaral participa de festivais e ministra oficinas, workshops e seminários de viola e música caipira por todo país e exterior. Em 2010, com seu trio formado por Alberto Luccas (baixo acústico) e Cléber Almeida (bateria e percussão), lançou o CD &#8220;Viola Brasileira”(Cooperativa/Tratore) disco pré-selecionado no 22º Prêmio da Música Brasileira e elogiado pela crítica.</p>
<p>Integrante de importantes grupos no cenário da viola como Conversa Ribeira, Trio Carapiá e Orquestra Filarmônica de Violas de Campinas (onde atua como diretor e regente desde 2011), João Paulo participou de mais de vinte CDs, além de trabalhar com nomes como Renato Teixeira, Robertinho Silva, Natan Marques, Guinga, Luis Felipe Gama e Ana Luiza, Juliana Amaral, Mônica Salmaso, Renato Braz, Toninho Ferragutti, Neymar Dias, Ivan Vilela, Paulo Freire, Ricardo Herz, Paulo Braga, Weber Lopes, Ricardo Matsuda, Consuelo de Paula, Orquestra Municipal de Jundiaí, Orquestra Sinfônica de Sorocaba, entre outros. Atualmente lança o CD “Cordal” em duo com o músico Almir Côrtes.</p>
<div id="attachment_2681" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/João-Paulo-Amaral2.jpg"><img class="size-large wp-image-2681" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/03/João-Paulo-Amaral2-1024x682.jpg" alt="João Paulo Amaral tem tese pioneira sobre viola caipira" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">João Paulo Amaral tem tese pioneira sobre viola caipira</p></div>
<p><strong>Infinitos Acordes</strong> &#8211; Nesta série, a Agência Social de Notícias reproduz o material coletado e produzido pelo Projeto Infinitos Acordes, que documentou em vídeo a obra de oito violeiros com estilos e sotaques distintos, exatamente para espelhar a riqueza multicolorida da música de raiz. Pelos acordes de Levi Ramiro, Julio Santin, Milton Araújo, João Arruda, Zeca Collares, João Paulo Amaral, Paulo Freire, Ricardo Vignini e Zé Helder, é possível trilhar os caminhos da viola caipira em sua essência.</p>
<p>O Projeto Infinitos Acordes é resultado da parceria entre os jornalistas Josiane Giacomini e Adriano Rosa, que também assina as fotos e as filmagens, e o editor e videomaker Filipi do Canto. Foram meses de pesquisa, elaboração de roteiro e gravações, resultando em documentário ainda inédito de 45 minutos que resume um dos mais importantes capítulos do cancioneiro popular brasileiro, o da viola caipira. Do documentário foram desmembrados oito videoclipes com trechos das entrevistas e das músicas que os violeiros apresentaram durante os depoimentos.</p>
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<p><a href="http://www.joaopauloamaral.com.br/">www.joaopauloamaral.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/jpamaralvioleiro">www.facebook.com/jpamaralvioleiro</a></p>
<p><a href="http://www.conversaribeira.com.br/">www.conversaribeira.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.filarmonicadeviolas.com.br/">www.filarmonicadeviolas.com.br</a></p>
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		<title>Infinitos Acordes: os caminhos da viola caipira &#8211; Paulo Freire</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 16:18:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Freire violeiro]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais afluentes da margem esquerda do rio São Francisco, o rio Urucuia &#8211; que nasce nos chapadões de Goiás e atravessa Minas Gerais, até o município de Buritis &#8211; ganhou notoriedade nacional e internacional por ser um dos cenários em que se desenrola a trama de &#8220;Grande Sertão: Veredas&#8221;. Pois foi nas margens do &#8220;rio de águas vermelhas&#8221;, em língua indígena, que Paulo Freire aprendeu a tocar viola com o Seo Manelim. Era o ponto de partida de uma trajetória peculiar no universo da música de raiz, do violeiro que hoje mora em Barão Geraldo, em Campinas.</p>
<p>Paulo Freire é o segundo personagem da série &#8220;Infinitos Acordes: os caminhos da viola caipira&#8221;. Na série, a Agência Social de Notícias reproduz o material coletado e produzido pelo Projeto Infinitos Acordes, que documentou em vídeo a obra de oito violeiros com estilos e sotaques distintos, exatamente para espelhar a riqueza multicolorida da música de raiz. Pelos acordes de Levi Ramiro, Julio Santin, Milton Araújo, João Arruda, Zeca Collares, João Paulo Amaral, Paulo Freire, Ricardo Vignini e Zé Helder, é possível trilhar os caminhos da viola caipira em sua essência.</p>
<p>O Projeto Infinitos Acordes é resultado da parceria entre os jornalistas Josiane Giacomini e Adriano Rosa, que também assina as fotos e as filmagens, e o editor e videomaker Filipi do Canto. Foram meses de pesquisa, elaboração de roteiro e gravações, resultando em documentário ainda inédito de 45 minutos que resume um dos mais importantes capítulos do cancioneiro popular brasileiro, o da viola caipira. Do documentário foram desmembrados oito videoclipes com trechos das entrevistas e das músicas que os violeiros apresentaram durante os depoimentos.</p>
<div id="attachment_2500" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/SeoManelinPauloFreire.jpg"><img class="size-large wp-image-2500" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/SeoManelinPauloFreire-1024x682.jpg" alt="Paulo Freire em estúdio com o mestre na viola e na vida, Seo Manelim (Foto Angélica Del Nery)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Freire em estúdio com o mestre na viola e na vida, Seo Manelim (Foto Angélica Del Nery)</p></div>
<p><strong>PAULO FREIRE</strong></p>
<p>Nascido em São Paulo, Paulo Freire largou a faculdade de jornalismo, em 1977, após ler a obra-prima de Guimarães Rosa. Não teve dúvidas: partiu para o vale do Urucuia, para conhecer e viver de perto o universo mágico do &#8220;Grande Sertão: Veredas&#8221;.</p>
<p>Por dois anos ele morou no povoado Porto de Manga. A três quilômetros dali, conheceu Manoel de Oliveira, o Seo Manelim, grande violeiro, que passou a ser o mestre, o mentor, do jovem paulistano que já tocava violão e guitarra, mas definitivamente se encantou com a música de raiz. Trabalhavam na roça de arroz de dia e, à noite, Manelim ensinava os segredos da viola para Paulo.</p>
<p>&#8220;O entardecer tocando viola no terreiro, acordar no inverno e ir para uma fogueira improvisada junto com seus filhos, enquanto dona Vicentina preparava o café com biju, ou ficar olhando a roça e deixar o pensamento correr, calaram fundo em minha alma violeira&#8221;, lembra Freire.</p>
<p>De volta a São Paulo, continuou os estudos, em violão clássico com Henrique Pinto. E daí em diante foi uma trajetória cada vez mais sólida, incluindo incursões no teatro, por exemplo como membro do grupo Vento Forte, que recebeu prêmios importantes e fez temporada na Europa.</p>
<p>Nessa viagem decidiu fazer outra mudança e passou a residir em Paris, onde estudou violão clássico com o mestre uruguaio Betho Davesaky. Ganhou até uma medalha no &#8220;Concours des Classes Supérieurs de Paris&#8221;. De modo paralelo aos estudos, excursionou pela Europa e Norte da África com grupos de música brasileira. Tocava samba e as mulatas dançavam. &#8220;Na verdade, foram dois anos e meio em que me diverti muito&#8221;, admite.</p>
<p>Mas a paixão pela viola era cada vez maior. Ela foi tomando mais e mais espaço. De volta ao Brasil, Paulo Freire fez trilhas para episódios de séries da TV Globo, como Malu Mulher e Obrigado Doutor. E tocou viola e participou da composição da trilha da premiada minissérie &#8220;Grande Sertão: Veredas&#8221;, também da TV Globo. Foi um reencontro e um ponto de inflexão.</p>
<p>Desde então, a viola e a música de raiz tem sido o território de muita pesquisa e produção. O primeiro CD solo, &#8220;Rio Abaixo &#8211; viola brasileira&#8221;, independente, recebeu o Prêmio Sharp de Revelação Instrumental, em 1995/96. Já foram outros 11 CDs, sendo seis próprios e outro em parceria com outros músicos. Também lançou vários livros, como o romance &#8220;Jurupari&#8221; e o infantil &#8220;O Céu das Crianças&#8221;. Teve participação em vários episódios do Globo Rural e continua trabalhando com teatro, dança, vídeo&#8230;</p>
<p>Paulo Freire é inquieto. Ele ajuda a dignificar o belo capítulo da cultura brasileira que é a música de raiz. Fiel ao aprendizado, ele volta sempre ao Urucuia, onde regularmente participa da Folia de Reis.  Mais informações: www.paulofreirevioleiro.com.br</p>
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		<title>Infinitos Acordes: os caminhos da viola caipira &#8211; Levi Ramiro</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2015 12:51:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma viagem pela diversidade cultural brasileira, um mergulho no universo da viola caipira, que é uma das mais expressivas expressões da arte popular. Assim é o Projeto Infinitos Acordes, que documentou em vídeo a produção de oito violeiros com estilos e sotaques distintos, exatamente para espelhar a riqueza multicolorida da música de raiz. Pelos acordes de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma viagem pela diversidade cultural brasileira, um mergulho no universo da viola caipira, que é uma das mais expressivas expressões da arte popular. Assim é o Projeto Infinitos Acordes, que documentou em vídeo a produção de oito violeiros com estilos e sotaques distintos, exatamente para espelhar a riqueza multicolorida da música de raiz. Pelos acordes de Levi Ramiro, Julio Santin, Milton Araújo, João Arruda, Zeca Collares, João Paulo Amaral, Paulo Freire, Ricardo Vignini e Zé Helder, é possível trilhar os caminhos da viola caipira em sua essência.<br />
O Projeto Infinitos Acordes é resultado da parceria entre os jornalistas Josiane Giacomini e Adriano Rosa, que também assina as fotos e as filmagens, e o editor e videomaker Filipi do Canto. Foram meses de pesquisa, elaboração de roteiro e gravações, resultando em documentário ainda inédito de 45 minutos que resume um dos mais importantes capítulos do cancioneiro popular brasileiro, o da viola caipira. Do documentário foram desmembrados oito videoclipes com trechos das entrevistas e das músicas que os violeiros apresentaram durante os depoimentos.</p>
<p>Cada violeiro conta a sua trajetória, as suas influências, causos que vivenciaram ou não, e principalmente tocam e cantam suas músicas. Músicas que refletem a biografia de cada um, o jeitão de cada um encarar e cantar a vida.</p>
<p>O construtor de instrumentos musicais Levi Ramiro, o pesquisador do folclore brasileiro João Arruda, o também pesquisador e pescador João Paulo Amaral, o médico Julio Santin,  o violeiro refinado Zeca Collares, o especialista na afinação Rio Abaixo Milton Araújo, o apaixonado pelas veredas do sertão Paulo Freire e os inovadores Ricardo Vignini e Zé Helder (com suas adaptações do rock para a viola caipira) &#8211; o itinerário do Projeto Infinitos Acordes pelas andanças desses violeiros permite um novo olhar &#8211; um olhar mais amplo, multidimensional &#8211; sobre a velha e eterna viola caipira.</p>
<p><strong>LEVI RAMIRO</strong></p>
<p>Natural em Uru, pequena cidade do interior paulista, Levi gosta de percorrer as estradas da viola caipira mas sempre gosta de voltar às raízes, para se alimentar da terra &#8211; atualmente ele reside em Pirajuí, pertinho de onde nasceu. É um multimúsico, tocador de viola mas também de violão, percussão, gaita&#8230; Ama tanto a viola que aprendeu fazer o instrumento. Faz violas de cabaça e escavadas em peça única de madeira. Assim, quando não viaja para shows por todo Brasil, está compondo ou exercendo o ofício de luthier em Pirajuí. Grande arranjador, tem produzido CDs para vários nomes importantes da música de raiz, como Socorro Lira, Julio Santin, Adriano Rosa, Daniel de Paula e Mauro Silva e Oliveira, entre outros. Já lançou sete CDs próprios, como &#8220;Maracanãs&#8221; (selo independente), &#8220;Trilha dos Coroados&#8221; (com apoio Proac) e &#8220;Capiau&#8221; (independente). Na &#8220;Trilha dos Coroados&#8221;, faz um resgate da história e da cultura dos índios que habitavam o Noroeste paulista antes da construção das ferrovias.  Divulgador da música caipira, gosta de passear pelos diversos estilos do cancioneiro regional brasileiro. Por sua versatilidade, por mostrar em seu trabalho toda a rica diversidade da música de raiz, Levi Ramiro abre a série do Projeto Infinitos Acordes. Mais informações: www.leviramiro.com.br</p>
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