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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Quarta revolução industrial</title>
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		<title>Fórum de Davos discute rumos e impactos da &#8220;quarta revolução industrial&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 15:55:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A disseminação do uso de próteses eletrônicas em humanos, a implantação subcutânea de chips, a propagação de técnicas genéticas e da inteligência artificial são ingredientes de uma paisagem que, para alguns, pode ser muito promissora, mas para outros, assustadora. De qualquer modo, este é o alvorecer daquela que alguns pensadores e corporações estão denominando &#8220;quarta revolução industrial&#8221;, tema da reunião de 2016 do Fórum de Davos, que acontecerá entre 20 e 23 de janeiro nessa cidade suíça. O evento normalmente reúne a elite política e do empresariado mundial, para discutir as tendências contemporâneas.</p>
<p>Em artigo justificando a escolha da temática desse ano, o idealizador do Fórum de Davos, Klaus Schwab, destaca a trajetória até a chamada &#8220;quarta revolução industrial&#8221;. A primeira revolução industrial, observa, aconteceu com o uso do vapor d´água para movimentar máquinas e sistemas, como as ferrovias. A segunda aconteceu, por sua vez, com a utilização da eletricidade para a produção em massa.</p>
<p>A terceira revolução industrial, que estaria em seu auge no momento, seria a fase caracterizada pelo emprego da tecnologia de informação para automatizar os processos produtivos. E a quarta revolução industrial, aquela que estaria dando seus sinais no horizonte planetário, seria aquela configurada pela convergência das tecnologias de informação e comunicação, biotecnologia, robótica e outras, e que levará à aceleração ainda maior das dinâmicas industriais, comerciais e financeiras, entre outros impactos.</p>
<p>Um novo modo de educar e produzir conhecimento, uma nova forma de gerar e usar energia, novos caminhos para a saúde e cultivo de alimentos são alguns possíveis efeitos da quarta revolução industrial. Assim o fundador e chairman do Fórum de Davos descreve esse novo momento histórico:</p>
<p><span class="hps">&#8220;Estamos</span> <span class="hps">à beira</span> <span class="hps">de uma revolução tecnológica</span> <span class="hps">que irá</span> <span class="hps">alterar fundamentalmente</span> <span class="hps">a maneira como vivemos</span>, trabalhamos e nos<span class="hps"> relacionamos</span>. <span class="hps">Em</span> <span class="hps">sua escala</span>, escopo e <span class="hps">complexidade, a</span> <span class="hps">transformação será</span> <span class="hps">diferente de tudo que</span> <span class="hps">a humanidade </span><span class="hps">experimentou antes.</span> <span class="hps">Nós</span> <span class="hps">ainda não sabemos</span> <span class="hps">exatamente como</span> <span class="hps">isso</span> <span class="hps">vai se desdobrar</span>, mas uma coisa <span class="hps">é clara:</span> <span class="hps">a resposta a ela</span> <span class="hps">deve ser integrada e</span> <span class="hps">abrangente</span>, envolvendo todas as <span class="hps">partes interessadas da</span> <span class="hps">comunidade política</span> <span class="hps">mundial</span>, dos <span class="hps">setores público e privado, d</span><span class="hps">a academia</span> <span class="hps">e da sociedade</span> <span class="hps">civil&#8221;.</span></p>
<p>Este é o perfil do que vem por aí, sobretudo na visão de algumas corporações e futurólogos. Seria a emergência do que alguns autores indicam como a interconexão das tecnologias NBIC (Nanotecnologia, Biotecnologia, Tecnologia da Informação e Comunicação e Neuro-Cognitivas), desafio que certamente demanda respostas nas esferas política, filosófica e cultural. Será este o futuro? Quais seus riscos e oportunidades? O que realmente a humanidade demanda nesse momento histórico? Os direitos humanos e o equilíbrio ambiental serão respeitados, ou será um mundo de interesse apenas de grandes empresas e outras organizações, aprofundando desigualdades e injustiças? Perguntas a serem respondidas pelo conjunto da sociedade global. <strong>(Por José Pedro Martins)</strong></p>
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