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	<title>Agência Social de Notícias &#187; RedEAmérica</title>
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		<title>Fórum da RedEAmérica debateu papel da empresa e da comunidade na construção da cidadania</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2016 15:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Nova Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Arcor Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[RedEAmérica]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel da empresa e da comunidade, na construção da institucionalidade e da cidadania, foi o tema central do VIII Fórum Internacional da RedEAmérica, que aconteceu entre os dias 23 e 26 de fevereiro no Jardim Botânico da cidade de Medellín, na Colômbia. Como noticiou o boletim de fevereiro do Instituto Arcor Brasil, uma das ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O papel da empresa e da comunidade, na construção da institucionalidade e da cidadania, foi o tema central do VIII Fórum Internacional da RedEAmérica, que aconteceu entre os dias 23 e 26 de fevereiro no Jardim Botânico da cidade de Medellín, na Colômbia.</p>
<p>Como noticiou o boletim de fevereiro do Instituto Arcor Brasil, uma das organizações brasileiras integrantes da RedEAmérica, participaram do Fórum, além de expositores e convidados, representantes das mais de organizações de investimento social privado filiadas à RedEAmérica em 11 países do continente. A RedEAmérica é uma aliança continental que tem a missão de qualificar e expandir a ação empresarial para a promoção de comunidades sustentáveis na América Latina.</p>
<p><strong>Programação</strong> &#8211; A programação do VIII Fórum Internacional para os membros da RedEAmérica começou no dia 23, terça-feira, com Rodadas de Aprendizagem, no Hotel San Fernando Plaza. Na primeira Rodada, representantes da Holcim na Colômbia, Argentina, Brasil e Equador apresentaram a experiência de &#8220;Uma iniciativa regional para a melhoria da intervenção social de uma empresa com filiais em diversos países”.</p>
<p>Na segunda Rodada de Aprendizagem, representantes do Grupo Arcor, da Argentina, Brasil e Chile, propuseram uma reflexão sobre “O papel do investimento social empresarial no marco da estratégia de sustentabilidade das empresas”.</p>
<p>Uma terceira Rodada, sobre “Desafios do acompanhamento a estabelecimentos educativos”, teve a participação de representantes das fundações Luksic (Chile), Promigas (Colômbia) e Genesis (Colômbia). A programação do dia 23 foi encerrada com a Rodada sobre a indagação: “Como avançar até a incorporação do social na estratégia e na gestão das empresas?” Participação de representantes da RedEAmérica, Inter American Foundation (IAF) e RMME-Giz.</p>
<p>No dia 24 de fevereiro, houve a tradicional visita a projetos, que acontece em todos Fóruns da RedEAmérica. Também aconteceu a reunião da Junta Diretiva da Rede.</p>
<p><strong>O VIII Fórum Internacional</strong> &#8211; O dia 25 de fevereiro foi dedicado ao VIII Fórum Internacional propriamente dito e ao lançamento da publicação “Prêmio Latinoamericano Transformadores”, ambos no Jardim Botânico. A programação começou às 8h30 com a conferência “Os desafios da América Latina e o aporte empresarial”, que teve como moderador Juan Fernando Londoño, diretor do Centro de Análises e Assuntos Públicos (CAAP), e como painelistas Fernando Cepeda Ulloa (ex-ministro de governo e catedrático, da Colômbia), Juan Carlos Ramírez (da Cepal – Comissão Econômica da América Latina na Colômbia) e Javier Cortés Fernández, da UN Global Compact América Latina, Caribe e América do Norte, dos Estados Unidos.</p>
<p>Em seguida houve a conferência “Em que medida a promoção de comunidades e territórios sustentáveis oferece um cenário para construir institucionalidade e cidadania?” A conferência esteve a cargo de Margareth Flórez, diretora da RedEAmérica.</p>
<p>A programação continuou, ainda pela manhã, com as sessões paralelas. Uma sobre a indagação “Pode a participação e o diálogo fazer frente às tensões e construir confiança entre empresa, governo e comunidade?”, tendo como moderadora Juliana Andrigueto, da Lafargeholcim, do Brasil.</p>
<p>Outra sessão paralela foi no formato World Café, sobre a indagação “Quando se opta pelos valores e práticas democráticas para construir o futuro, o que se ganha e o que se perde?”, com a moderação de Eduardo Wills Herrera, da Universidade de Los Andes, da Colômbia.</p>
<p>Mais um World Café discutiu o tema “Papeis distintos e complementares: empresa, governo e comunidade”. A moderação será de Nathalia Franco Borrero, da Universidade de Los Andes, da Colômbia.</p>
<p>A programação do VIII Fórum Internacional da RedEAmérica foi encerrada na sexta-feira, dia 26 de fevereiro, com a Assembleia de Membros da Rede, no Hotel San Fernando Plaza, seguida, à tarde, do City Tour pela cidade de Medellín, informou o boletim de fevereiro do Instituto Arcor Brasil.</p>
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		<title>Institutos e fundações empresariais consolidam metodologia de apoio a projetos comunitários</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 21:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Comunidade em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[RedEAmérica]]></category>

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		<description><![CDATA[Institutos e fundações de investimento social privado no Brasil estão fortalecendo a metodologia de desenvolvimento de base, com o apoio a organizações comunitárias que lutam pela redução da pobreza. A força da atuação em parceria, entre uma instituição empresarial e organizações de base, ficou evidente no desenvolvimento do Fundo Comunidade em Rede (FCR), em curso ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Institutos e fundações de investimento social privado no Brasil estão fortalecendo a metodologia de desenvolvimento de base, com o apoio a organizações comunitárias que lutam pela redução da pobreza. A força da atuação em parceria, entre uma instituição empresarial e organizações de base, ficou evidente no desenvolvimento do Fundo Comunidade em Rede (FCR), em curso em quatro estados brasileiros, até fevereiro de 2016.</p>
<p>Formado por organizações que participam do Bloco Brasil da RedEAmérica, o Fundo Comunidade em Rede foi criado com o objetivo de fomentar parcerias e redes locais para a realização de projetos coletivos em comunidades específicas onde os seus membros atuam. O Instituto Arcor Brasil é o gestor financeiro do Fundo Comunidade em Rede, que tem apoio da RedEAmérica e a Fundação Interamericana, dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Onze projetos apoiados</strong> &#8211; São onze projetos comunitários apoiados pelos institutos e organizações empresariais. Em São Paulo são desenvolvidos os projetos “Teia: Ações Comunitárias Articuladas” e “Fala Comunidade”, em Bragança Paulista, ambos com cinco organizações parceiras cada, e “Maré Alta”, em Ubatuba, com seis organizações parceiras e apoio do Instituto Arcor Brasil.</p>
<p>O outro projeto em território paulista, apoiado pelo Fundo Comunidade em Rede, é o “Conquistar Espaços”, em Jacareí, com suporte do Instituto Camargo Corrêa e sete organizações parceiras.      Outros quatro projetos são implementados em Minas Gerais. O projeto “Apicultura em rede no Vale”, que tem a Fundação Aperam Acesita como signatária junto ao Fundo Comunidade em Rede, é desenvolvido nos municípios de Veredinha e Itamarandiba, com duas parceiras. A mesma Fundação Aperam Acesita é signatária do projeto “Um Novo Tempo”, desenvolvido em Timóteo, com 12 parceiras.</p>
<p>Ainda em Minas Gerais, o projeto “Rede Comunitária de Aprendizagem (Recoa)”, tendo o Instituto Holcim como signatário, é desenvolvido em Pedro Leopoldo, com 12 parceiras. E no mesmo estado, o Projeto “Três Marias em rede: capacitação e cidadania em foco” tem o Instituto Votorantim como signatário e 13 organizações parceiras, no município de Três Marias.</p>
<p>Na Bahia, o projeto “Ponte Saberes e Fazeres”, também com o apoio do Instituto Votorantim, é implementado nos municípios de Cachoeira e São Félix, com 13 parceiras. Dois projetos serão desenvolvidos em Vila Velha, no Espírito Santo, ambos tendo a Fundação Otacílio Coser como signatária junto ao Fundo Comunidade em Rede. Os dois projetos, “Práticas de cidadania: faça a diferença” e “Transformando e compartilhando saberes”, localizados em comunidades diferentes, têm cinco organizações parceiras cada.</p>
<p><strong>Etapas de implementação</strong> – O Fundo Comunidade em Rede vem atuando desde 2013. No caso de cada projeto apoiado, foram observadas cinco etapas.  A primeira etapa foi a de alinhamento e planejamento geral da proposta entre os signatários.</p>
<p>Já a segunda etapa foi a de mapeamento e mobilização de organizações e redes em cada um dos municípios. A terceira etapa foi a de elaboração do projeto coletivo em cada um dos municípios, contando com capacitação das organizações e redes mobilizadas. Foram realizados 49 encontros de formação para as organizações/ redes locais.</p>
<p>A quarta etapa foi a de implementação do projeto coletivo em cada um dos municípios, contando com financiamento e acompanhamento pelas organizações signatárias. Ao longo de dois anos, que serão encerrados em 2016, os projetos contam com o apoio financeiro e acompanhamento técnico dos signatários, contando com espaços presenciais e virtuais de reflexão e troca de experiências entre os grupos. Esta etapa também será sistematizada.</p>
<p>A quinta e última etapa é a do desenvolvimento de ações de aprendizagem, registro e sistematização da experiência, entre as organizações signatárias. De forma transversal ao projeto, foi previsto um processo de registro e sistematização da experiência e uma etapa final de disseminação das aprendizagens.</p>
<p><strong>Aprendizados</strong> – Muitos aprendizados já foram identificados pelos institutos e fundações empresariais participantes do Fundo Comunidade em Rede. Um dos aprendizados, assinalam as organizações do Bloco Brasil da RedEAmérica, é o de que o investimento social privado deve ser focado “no fortalecimento das organizações antes e durante o co-financiamento e acompanhamento dos projetos, de modo que este apoio a um projeto efetivamente fortaleça a organização de base e seus vínculos/alianças locais”.</p>
<p>E um aprendizado fundamental, destacam os membros do Bloco Brasil da RedEAmérica: a necessidade de compreensão da organização de base parceira, e também de sua capacidade de atuação de maneira mais ampliada, para além do projeto. O desenvolvimento de base pressupõe uma metodologia em construção, e o Fundo Comunidade em Rede deu grandes passos nessa trajetória.</p>
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		<title>Institutos e fundações debatem Objetivos do Desenvolvimento Sustentável</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2015 18:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivos do Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[RedEAmérica]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estarão em discussão no VII Fórum Internacional da RedEAmérica, no dia 26 de março, em Mérida, província de Yucatán, no México. O tema geral do encontro será “Empresa, Comunidade e Desenvolvimento: desafios de uma perspectiva sustentável”. O VII Fórum reunirá conferencistas nacionais e internacionais, fundações empresariais, grandes empresas, universidades, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estarão em discussão no VII Fórum Internacional da RedEAmérica, no dia 26 de março, em Mérida, província de Yucatán, no México. O tema geral do encontro será “Empresa, Comunidade e Desenvolvimento: desafios de uma perspectiva sustentável”.</p>
<p>O VII Fórum reunirá conferencistas nacionais e internacionais, fundações empresariais, grandes empresas, universidades, associações civis e organizações sociais para refletir sobre a maneira como as empresas, junto com as comunidades e o setor público vêm contribuindo com ações socioambientais na América Latina, com um horizonte de desenvolvimento sustentável nas comunidades e territórios.</p>
<p>Um dos conferencistas será Hugo Beteta, diretor da Sede Sub-regional da CEPAL, no México, que falará sobre o setor empresarial e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para a América Latina. Ele responderá à pergunta: “Quais serão os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os desafios que a América Latina enfrentará e o papel do setor privado na implementação?”</p>
<p>Ban Ki-moon, Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, explica no informe síntese sobre a agenda de desenvolvimento sustentável após 2015, que “a erradicação da pobreza para o ano de 2030 é o objetivo primordial da agenda de desenvolvimento sustentável. O desafio principal de nosso tempo consiste em reduzir a brecha que existe em nossa determinação de garantir uma vida digna para todos e a realidade da pobreza persistente e a intensificação da desigualdade”.</p>
<p>O informativo “O caminho para a dignidade para 2030: acabar com a pobreza e transformar vidas protegendo o planeta” destaca que “o setor privado capacitado, devidamente regulamentado, responsável e rentável é fundamental para o emprego, os salários mínimos vitais, o crescimento e os rendimentos para os programas públicos. Transformar os modelos empresariais para a criação de valor compartilhado é essencial para conseguir economias inclusivas e sustentáveis”.</p>
<p>Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável vão substituir, a partir de 2016, os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio. O evento no México é organizado pela RedEAmérica, uma rede temática que tem como missão qualificar e expandir a ação empresarial para a promoção de comunidades sustentáveis na América Latina.</p>
<p>Também integra a organização do VII Fórum Internacional o “Nodo Mexicano” da RedEAMérica, composto por CEMEFI, CEMEX, FEMSA, FECHAC, FEYAC, FUNDEMEX, Serviços Industriais Peñoles, Holcim México e pelas Fundações Haciendas Del Mundo Maya, Merced, ADO e PepsiCo México. Como aliados, participam Avanza Campeche, COPARMEX Mérida, Fundação Dondé, Fundação Bepensa, contando com o apoio da Universidade Autônoma de Yucatán.</p>
<p>“As empresas possuem o grande potencial de orientar suas ações de relacionamento com a comunidade, mitigação de impactos sociais e ambientais, gestão da cadeia de valor e investimento social, em uma perspectiva de desenvolvimento sustentável que se materializa nos territórios e deve contribuir para a construção de comunidades sustentáveis”, explica Margareth Flórez, diretora executiva da RedEAmérica.</p>
<div id="attachment_2263" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Altino4.jpg"><img class="size-large wp-image-2263" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Altino4-1024x768.jpg" alt="Igualdade de gênero também nos ODS: na foto, escultura de Bassano Vaccarini em Altinópolis (SP) " width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Igualdade de gênero também nos ODS: na foto, escultura de Bassano Vaccarini em Altinópolis (SP)</p></div>
<div class="box  shadow"><div class="box-inner-block"><i class="tieicon-boxicon"></i>
			OS PROVÁVEIS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL São estes os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável pós-2015 acordados até o momento e que podem ser consolidados, dependendo das negociações finais:</p>
<hr />
<p>* Erradicação de todas as formas de pobreza, em todos os lugares.</p>
<p>* Combate à fome, com o alcance de segurança alimentar e nutrição adequadas e promoção da agricultura sustentável.</p>
<p>* Promoção da vida saudável e do bem estar para todos, em todas as idades.</p>
<p>* Educação de qualidade e ao longo de toda a vida, para todos.</p>
<p>* Igualdade de gênero e capacitação de todas as mulheres e meninas em todos os lugares.</p>
<p>* Garantir a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos. Garantir energia acessível, confiável, sustentável e moderna para todos.</p>
<p>* Promover um crescimento sustentado e inclusivo, com emprego pleno e produtivo e trabalho digno para todos.</p>
<p>* Construir infraestruturas resistentes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e promover a inovação.</p>
<p>* Reduzir a desigualdade dentro e entre países.</p>
<p>* Construir cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, fortes e sustentáveis​​.</p>
<p>* Assegurar consumo e produção sustentáveis.</p>
<p>* Tomar medidas urgentes para combater as mudanças climáticas e seus impactos.</p>
<p>* Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>* Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, a gestão sustentável das florestas, combate à desertificação, barrar e inverter a degradação do solo e barrar a perda de biodiversidade.</p>
<p>* Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis ​​e inclusivas em todos os níveis.</p>
<p>* Reforçar os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.
			</div></div>
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		<title>Como uma cooperativa de reciclagem de Campinas virou referência internacional</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2014 17:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BID]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Arcor Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[PorAmérica]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cooperativa de Produção dos Profissionais em Coleta, Manuseio e Comercialização de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis “Antônio da Costa Santos”, localizada no Jardim Satélite Íris, em Campinas (SP), representará o Brasil no evento “Organizações que constroem oportunidades”, que marcará o encerramento do Programa PorAmérica, entre os dias 27 e 28 de novembro em Bogotá, na ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Cooperativa de Produção dos Profissionais em Coleta, Manuseio e Comercialização de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis “Antônio da Costa Santos”, localizada no Jardim Satélite Íris, em Campinas (SP), representará o Brasil no evento “Organizações que constroem oportunidades”, que marcará o encerramento do Programa PorAmérica, entre os dias 27 e 28 de novembro em Bogotá, na Colômbia. No evento, serão apresentadas experiências de sucesso que têm contribuído para a superação da pobreza no continente latino-americano.</p>
<p>O convite à Cooperativa partiu da RedEAmérica, que promoveu e cofinanciou o Programa PorAmérica &#8211; Programa Fortalecimento de Organizações de Base – ODB para Combater a Pobreza em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Corporação Consórcio para o Desenvolvimento Comunitário.</p>
<p>O convite ocorreu em função do desenvolvimento, pela Cooperativa “Antônio da Costa Santos”, do Projeto “Construindo sonhos através dos recicláveis”, que recebe, desde 2012, apoio técnico e financeiro do Instituto Arcor Brasil, como parte do Programa PorAmérica, da RedEAmérica. Em função de sua participação no PorAmérica, a cooperativa campineira mudou completamente o seu sistema de gestão, e se torna cada vez mais uma referência nacional e internacional no setor.</p>
<p><strong>Começo difícil</strong> &#8211; A gênese da Cooperativa está no grupo de moradores do Satélite Íris que participavam de um programa do Instituto de Solidariedade Alimentar (ISA), responsável pela distribuição de hortifrutis doados pelos permissionários da Ceasa-Campinas. O programa viabiliza atualmente a distribuição de alimentos para mais de 10 mil famílias nos 80 bairros de maior concentração de cidadãos de baixa renda no município, além de atender a mais de 90 organizações não-governamentais.<br />
Este começo é ressaltado por Valdecir Aparecido Viana, integrante do movimento desde o início e que foi o primeiro presidente da cooperativa. Ele lembra que as famílias beneficiadas pelo ISA se conscientizaram de que era fundamental participar de um projeto coletivo de geração de renda, uma vez que, em várias ocasiões, &#8220;não tinham óleo para cozinhar a batata ou outro alimento que tinham recebido&#8221;.<br />
Neste momento surgiu a possibilidade de participação de alguns deles em oficinas de cooperativismo promovidas pela Cáritas Campinas, justamente como alternativa de geração de emprego e renda. Inicialmente pensou-se em cooperativa de produção de alimentos, mas o grupo acabou optando pelo setor de recicláveis.<br />
Anos iniciais difíceis, à sombra de uma árvore ou no barracão originalmente destinado à &#8220;engorda&#8221; de suínos. As mulheres trabalhavam no chão separando os materiais, depois colocados em uma tábua.<br />
Mas o grupo não desistiu e isso chamou a atenção dos poderes públicos, e em particular do prefeito Antônio da Costa Santos, eleito em 2000. O prefeito deu o seu apoio mas não chegou a participar da inauguração da cooperativa batizada com o seu nome, pois foi vítima de assassinato a 10 de setembro de 2001. A sua sucessora, Izalene Tiene, esteve na inauguração e continuou a apoiar a organização.<br />
De qualquer modo, demorou ainda uma década até que, em março de 2011, após longa tramitação, a Câmara Municipal de Campinas aprovou a concessão de uso para a cooperativa, sobre um terreno de 2 mil metros quadrados, bem ao lado da árvore e do barracão que marcaram o começo da mobilização.<br />
&#8220;Há dez anos nem imaginávamos o que a gente conseguiria, pois ainda estávamos muito isolados&#8221;, lembra Valdecir Viana. &#8220;Agora estamos consolidando uma visão empresarial e a cooperativa já está fazendo investimentos próprios com o seu fortalecimento&#8221;, ele observa. A cooperativa financiou a compra de uma empilhadeira, fundamental para um trabalho geralmente pesado.<br />
<strong>PorAmérica</strong> &#8211; O grande salto aconteceu com a participação da cooperativa, pelo Projeto &#8220;Construindo Sonhos Através dos Recicláveis&#8221;, no Programa PorAmérica &#8211;  Programa Fortalecimento de Organizações de Base – ODB para Combater a Pobreza, uma parceria da RedEAmérica com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Corporação Consórcio para o Desenvolvimento Comunitário.</p>
<p>A RedEAmérica é uma aliança hemisférica, de fundações e institutos de investimento social privado. Organizações filiadas ao Bloco Brasil da RedEAmérica identificaram projetos para apoiar, como parte do PorAmérica. A cooperativa &#8220;Antônio da Costa Santos&#8221; foi escolhida pelo Instituto Arcor Brasil para destinar apoio técnico e financeiro.</p>
<p>Uma das ações viabilizadas foi a implantação de uma política de qualidade, resultado da série de oficinas ministradas pelo Prof Dr. Robisom Calado, da PUC-Campinas, parceira do Centro de Referência em Cooperativismo e Associativismo (CRCA) e do Instituto Arcor Brasil no apoio ao projeto.<br />
As oficinas trataram de temas relacionados diretamente ao processo de qualificação da Cooperativa: Solidariedade, Humanização, Valor da cooperação, Política de Qualidade, Ferramenta 5S, Ferramenta Kaizen, Segurança, Produtividade e Melhoria Contínua.<br />
Foi utilizada uma metodologia concebida para que os cooperados compreendessem as situações e explicações de forma simples e clara, e que pudessem participar ativamente, apontando desafios e ajudando a identificar melhorias.<br />
A política de qualidade da Cooperativa &#8220;Antônio da Costa Santos&#8221; passou a ter estes eixos centrais: Aumento da renda e geração de trabalho; Satisfação dos clientes com materiais bem separados; Aumento da produtividade com segurança e organização; e Melhoria contínua da gestão. O novo layout foi implantado após a reforma de alguns dos espaços físicos da cooperativa.  Também foi desenvolvido um Programa de Formação de Triadoras, para as cooperadas.<br />
Após um longo e árduo trabalho, a colheita dos frutos. Espaço melhor para trabalhar. E maior renda. Nos últimos meses, o valor por hora trabalhada aumentou cerca de 40%, na medida em que o trabalho foi racionalizado e melhorou a produtividade dos cooperados.</p>
<div id="attachment_1001" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/ACS1.jpg"><img class="size-large wp-image-1001" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/ACS1-1024x768.jpg" alt="Barracão da cooperativa: década e meia de luta, persistência e conquistas" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Barracão da cooperativa: década e meia de luta, persistência e conquistas</p></div>
<p><strong>Referência</strong> &#8211;  “Vamos crescer ainda mais com a esteira”, comenta Aparecida de Fátima Assis, a  Dona Cida, atual presidente da cooperativa campineira. Ela se refere à doação de uma esteira, pela Arcor do Brasil, como parte da política de responsabilidade social corporativa da empresa.</p>
<p class="head" align="justify">Atualmente a cooperativa conta com 40 trabalhadores, que promovem a reciclagem de cerca de 90 a 100 toneladas mensais de resíduos domésticos. Toda a transformação experimentada pela “Antônio da Costa Santos” a credenciou a ser pioneira em um contrato com a Prefeitura de Campinas. O projeto-piloto poderá ser ampliado para outras cooperativas, assinala o secretário municipal de Trabalho e Renda, Jairson Canário.</p>
<p class="head" align="justify">A Cooperativa “Antônio da Costa Santos” também é uma das ativas participantes da Reciclamp – Central Solidária de Vendas, que reúne as sete cooperativas de reciclagem de Campinas e uma de Valinhos, município vizinho. “Esse tipo de apoio é fundamental”, destaca Valdecir Aparecido Viana, primeiro presidente da Cooperativa “Antônio da Costa Santos” e atual dirigente da Reciclamp, em referência ao respaldo recebido do Instituto Arcor Brasil, da PUC-Campinas e do Centro de Referência em Cooperativismo e Associativismo (CRCA).</p>
<p class="head" align="justify">A coordenadora do PorAmérica, Wanda Maria Rosa Silva, salienta a “resistência e perseverança” das organizações de base participantes. “Com o apoio do investimento social privado, elas buscam sua autonomia e o empoderamento, para promover a melhoria da renda de todos participantes e o desenvolvimento de suas comunidades”, resume a coordenadora.</p>
<div id="attachment_1000" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/ACS2.jpg"><img class="size-large wp-image-1000" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/ACS2-1024x768.jpg" alt="Cooperativa de Campinas já conta com empilhadeira, o que aumenta substancialmente a produtividade" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Cooperativa de Campinas já conta com empilhadeira, o que aumenta substancialmente a produtividade</p></div>
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