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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Renovação da outorga do Cantareira</title>
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		<title>Sem reservatórios não há segurança hídrica para região de Campinas, alerta pesquisador da Unicamp</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2017 14:14:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Cantareira em 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Renovação da outorga do Cantareira]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O índice de chuvas em janeiro superou a média histórica em quase 50% em Campinas e contribuiu para a recuperação do Sistema Cantareira, mas esse grande volume não é suficiente para a segurança hídrica futura na região, o que apenas acontecerá se forem construídos novos reservatórios. A advertência é do professor Antônio Carlos Zuffo, do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp. Dois grandes e polêmicos projetos de reservatórios para a região, nos rios Jaguari e Camanducaia, estão paralisados. Um projeto menor, mas importante, específico para o município de Campinas, também está parado em função do impacto da crise econômica e fiscal.</p>
<p>&#8220;Se não tiver novos reservatórios não adianta essa chuva para a segurança hídrica futura da região. A chuva que cai acaba indo para a Argentina&#8221;, afirma o especialista. O professor Zuffo lembra que o Sistema Cantareira, atualmente com cerca de 60% da capacidade, tinha um volume de 76% em 2012. Ou seja, mesmo com a recuperação e as chuvas recentes ainda não atingiu limites históricos.</p>
<p>Fundamental, então, construir novos reservatórios nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), onde está a Região Metropolitana de Campinas (RMC), nota o especialista da Unicamp. O reservatório específico para Campinas, cujo projeto já foi anunciado pela Prefeitura, está no momento com tratativas suspensas, em função do impacto da crise econômica no orçamento público.</p>
<p>No caso dos dois reservatórios maiores, que serviriam toda a região, nos rios Jaguari e Camanducaia, a situação é ainda mais complexa. O projeto dos reservatórios de Pedreira e Duas Pontes (em Amparo) vem sendo discutido há vários anos. Em agosto de 2016 o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) chegou a aprovar parecer técnico autorizando a Cetesb a emitir licença prévia para a construção dos dois reservatórios.</p>
<p>No mês seguinte, contudo, a Agência Nacional de Águas (ANA) emitiu parecer, impedindo a construção da barragem em Amparo, com o argumento de que, antes, o rio Camanducaia, que é de domínio federal, precisa melhorar muito a sua qualidade. A despoluição, entretanto, demora, pois depende de grande avanço no tratamento de esgotos urbanos e melhoria no tratamento dos esgotos industriais.</p>
<p>Também há resistência popular e de organizações ambientalistas em relação aos projetos, que representarão inundação de áreas e destruição de biodiversidade. Parte das águas do reservatório de Pedreira vai atingir o distrito de Sousas, em Campinas. Ou seja, a efetivação dos reservatórios de Pedreira e Duas Pontes ainda depende de múltiplos fatores, incluindo o financeiro, em um cenário de crise econômica e fiscal. Serão necessárias muitas desapropriações, entre outros gastos, como a construção de adutora.</p>
<p>O professor Zuffo entende que, em razão das chuvas recentes, não deve haver problemas no abastecimento de água na região de Campinas até o final do ano. &#8220;As vazões de base no período seco devem ser maiores do que nos anos anteriores&#8221;, explica. Entretanto, a questão é mesmo o futuro, se houver novos volumes baixos de chuva, como aconteceu em 2014 e 2015.</p>
<p>&#8220;Aí ficaremos na dependência do Sistema Cantareira. E aí aparece de novo o conflito, pois a Sabesp continua achando que o Cantareira é apenas da Região Metropolitana de São Paulo, quando ele também é da região de Campinas&#8221;, destaca o professor Zuffo, lembrando que está em curso a fase final de renovação da outorga para que a Sabesp continue gerenciando o Cantareira.</p>
<p>O Sistema Cantareira é formado por grandes reservatórios, que abastecem cerca de metade da Grande São Paulo e são alimentados com águas da bacia do rio Piracicaba,  ou seja, da região de Campinas. Em 2014 terminou a outorga para a Sabesp gerenciar o Cantareira e uma nova outorga foi postergada em razão da crise hídrica. A nova outorga deve ser concedida até maio de 2017. A região do PCJ tem reivindicado volumes maiores do Cantareira para a região e, também, a construção dos reservatórios de Pedreira e Duas Pontes.</p>
<p>Para o professor Antônio Carlos Zuffo, deve prevalecer a proposta da ANA e Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), de gestão do Cantareira por faixas de consumo. &#8220;Sem novos reservatórios não há segurança hídrica, porque continuaríamos dependendo do clima e sobre ele não há controle, como já observamos&#8221;, conclui o especialista da Unicamp.</p>
<p>O Consórcio das Bacias PCJ tem alertado há tempos para a urgência da construção de reservatórios, visando a segurança hídrica da região. Um estudo executado pela equipe técnica do Consórcio PCJ indicou que apenas com o volume de água de uma semana seria possível garantir o abastecimento por pelo menos 3 meses de um município de 400 mil habitantes.</p>
<p>Assim, o Consórcio PCJ tem mantido suas recomendações para os municípios reterem as águas das chuvas de verão para utilizá-las no período de estiagem que acontece de abril a outubro. Obras como a construção de bacias de retenção em áreas rurais e, dependendo do caso, até em áreas urbanas, são ações de curto prazo e baixo investimento e permitiria reservar as águas das chuvas que estão ocorrendo, além de alimentar o lençol freático para o período seco.(<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Versão preliminar para o Cantareira exclui propostas da região de Campinas</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2016 13:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Renovação da outorga do Cantareira]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira, dia 7 de outubro, a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) divulgaram a versão preliminar da proposta-guia da nova outorga para a Sabesp continuar gerenciando o Sistema Cantareira. O texto preliminar, que receberá novas contribuições de todos envolvidos em reunião no dia 21 de outubro, exclui propostas apresentadas pelo Comitê das Bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), onde está a região de Campinas e Piracicaba, de onde saem as águas para alimentar o Cantareira, responsável pelo abastecimento de cerca de metade da Grande São Paulo.</p>
<p>Pelo calendário de renovação da outorga, até o dia 31 de outubro será elaborada a proposta-guia e minuta de resolução da ANA e DAEE, respectivamente órgãos federal e estadual. Até o dia 15 de dezembro serão realizadas duas audiências públicas, uma nas bacias PCJ e outra no Alto Tietê, onde está a Grande São Paulo. Até 28 de fevereiro de 2017 serão formuladas a proposta-guia e resolução reajustadas. Uma nova reunião com os interessados será realizada até 31 de março de 2017, para eventuais ajustes, e a renovação da outorga será publicada até maio de 2017.</p>
<p>Conforme a versão preliminar da proposta-guia, disponibilizada no site da ANA (<a href="http://arquivos.ana.gov.br/imprensa/noticias/20161007062615_Proposta%20Guia%20Cantareira%20Preliminar%20-%2005Out16.pdf">aqui</a>), o prazo da nova outorga será de dez anos, como haviam reivindicado as bacias PCJ, e não de 30 anos, como tinha pedido a Sabesp. Entretanto, a versão preliminar não cita, como pedido pelas bacias PCJ, uma revisão da outorga em cinco anos, para avaliação das condicionantes apresentadas. Entre as condicionantes apresentadas pela região de Campinas, está a conclusão de duas barragens, nos rios Jaguari e Camanducaia. Estas obras não são citadas no texto preliminar da proposta-guia, disponibilizado no site da ANA.</p>
<p>A versão preliminar aponta uma outorga máxima de 33 metros cúbicos por segundo, mas que as vazões defluentes para a Região Metropolitana de São Paulo e para a bacia do rio Piracicaba sejam definidas &#8220;conforme as regras de operação estabelecidas&#8221;. A proposta aprovada no Comitê PCJ foi a de que a vazão para a bacia do rio Piracicaba seja de 10 metros cúbicos, ou 10 mil litros, de água por segundo, o dobro da vazão estabelecida na última outorga, de 2004.  Outra condicionante encaminhada pelas bacias PCJ, que não aparece na proposta-guia preliminar, é a de que, caso as barragens não estejam prontas, a partir de 2020 será acrescido um metro cúbico por segundo por ano às vazões destinadas às bacias PCJ, até 2025.</p>
<p>Entre as condicionantes citadas na proposta-guia preliminar, está o monitoramento da qualidade da água nos reservatórios do Cantareira &#8220;conforme orientação da Cetesb&#8221; e &#8220;elaboração do plano de operação dos reservatórios durante o período de cheias&#8221;. O texto cita ainda que &#8220;não houve consenso entre os órgãos gestores quanto à definição de uma condicionante relacionada ao controle de perdas&#8221; de águas nos sistemas de abastecimento. É uma clara indicação de que continuam as divergências entre órgãos gestores, comitês de bacia e outros atores envolvidos no processo de negociação da nova outorga do Cantareira, que tende a gerar ainda muita polêmica, enquanto permanece a insegurança hídrica na região de Campinas. (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
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		<title>Apesar das chuvas, região de Piracicaba e Campinas continua injustiçada pelo Cantareira</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2016 18:06:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Piracicaba 250]]></category>
		<category><![CDATA[Renovação da outorga do Cantareira]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar das fortes chuvas dos últimos dias, a região de Piracicaba e Campinas, localizada nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), continua sendo injustiçada em termos de distribuição de águas pelo Sistema Cantareira. O Sistema retira águas da bacia do rio Piracicaba para abastecer metade da Grande São Paulo: a média mensal de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar das fortes chuvas dos últimos dias, a região de Piracicaba e Campinas, localizada nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), continua sendo injustiçada em termos de distribuição de águas pelo Sistema Cantareira. O Sistema retira águas da bacia do rio Piracicaba para abastecer metade da Grande São Paulo: a média mensal de vazão para a metrópole paulistana está em 22 ,76 mil litros, ou 22,76 m3, por segundo. Por outro lado, a região de Campinas e Piracicaba está recebendo de volta, em média, somente 0,40 m3/s.</p>
<p>Segundo dados da própria Sabesp, que gerencia o Cantareira, choveu 43,2 mm em agosto, até hoje, no Sistema Cantareira, superando a média histórica de 34,3 mm. Também choveu muito mais neste mês do que a média histórica nos demais sistemas de abastecimento da Grande São Paulo.</p>
<p>No Sistema Alto Tietê choveu 39,3 mm, contra a média histórica de 36,3 mm. No Sistema Guarapiranga, já choveu 74,4 mm, muito mais do que a média de 39,7 mm. Nos Sistemas Alto Cotia (58,8mm/36,7mm), Rio Grande (55,4mm/48,3mm) e Rio Claro (100,6mm/95,1mm) o volume de chuvas também tem sido superior às médias históricas respectivas.</p>
<p>Com as chuvas significativas para o período, o Sistema Cantareira está com um volume armazenado de 450,81hm³, o que equivale a 46,29% do volume útil total do chamado Sistema Equivalente, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). Situação bem melhor do que nos últimos dois anos, quando chegou a ser necessário o uso do Volume Morto do Cantareira.</p>
<p>Mesmo com as chuvas e a situação mais favorável, a região de Piracicaba e Campinas continua sendo injustiçada na distribuição de águas do Cantareira. É um elemento a ser considerado no processo de renovação da outorga para que a Sabesp continue gerenciando o Sistema. O processo está em curso, com as discussões praticamente no âmbito apenas dos órgãos públicos envolvidos e reduzida participação efetiva da sociedade civil. (Por José Pedro Martins)</p>
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