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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Sanasa</title>
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		<title>Temperatura em Campinas chega a 36.7°C e abastecimento de água já preocupa</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2015 20:25:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os termômetros do Cepagri/Unicamp marcaram 36.7°C em Campinas às 16h30 desta segunda-feira, dia 19 de janeiro, um recorde em muitos anos. O abastecimento de água na cidade começa a preocupar, diante da queda cada vez maior no volume de água do rio Atibaia, que chegou a 5,2 metros cúbicos por segundo (o limite de risco é 4 m3/s). ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os termômetros do Cepagri/Unicamp marcaram 36.7°C em Campinas às 16h30 desta segunda-feira, dia 19 de janeiro, um recorde em muitos anos. O abastecimento de água na cidade começa a preocupar, diante da queda cada vez maior no volume de água do rio Atibaia, que chegou a 5,2 metros cúbicos por segundo (o limite de risco é 4 m3/s). A Sanasa solicitou uma liberação de 2 metros cúbicos por segundo a mais do Sistema Cantareira para a região, para assegurar o abastecimento.</p>
<p>A previsão do Cepagri/Unicamp é de calor intenso em toda a região nas próximas 24 horas, com temperaturas máximas que podem passar dos 35C durante a tarde e mínimas superiores aos 23C, na madrugada. A partir desta terça0feira pode ocorrer mudança das condições, com queda das temperaturas até o sábado.</p>
<p>As máximas podem baixar cerca de 6C e as mínimas 3C. Podem ocorrer chuvas mais contínuas entre a quarta e o sábado, favorecendo um início de recuperação hídrica na região, segundo o Cepagri/Unicamp.</p>
<p>O nível de Ultravioleta segue muito alto – entre 13 e 14 &#8211; em condições de céu aberto, requerendo atenção na exposição direta ao sol entre 10 e 16 horas. Continuam os ventos fracos do quadrante Norte até o final de semana.</p>
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		<title>Crise é oportunidade para repensar uso da água, diz pesquisador da Unicamp</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 18:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crise da água em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Crise hídrica em São Paulo]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo e outros estados brasileiros vivem uma crise hídrica sem precedentes, pela proporção que ela tomou, chegando por exemplo na possibilidade de adoção de rodízio de água na região mais rica e populosa do país, como anunciou nesta semana o novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman. Para o professor Dr.José Gilberto Dalfré Filho, do Departamento de Recursos ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo e outros estados brasileiros vivem uma crise hídrica sem precedentes, pela proporção que ela tomou, chegando por exemplo na possibilidade de adoção de rodízio de água na região mais rica e populosa do país, como anunciou nesta semana o novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman. Para o professor Dr.José Gilberto Dalfré Filho, do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp, o cenário atual representa uma importante oportunidade para a sociedade em geral repensar o uso da água. Atitude fundamental, em um país rico de recursos hídricos mas que tem enfrentado situações cada vez mais graves de saturação e degradação dos corpos d´água.</p>
<p>&#8220;Nesses momentos e nesses locais em que ocorre diminuição da disponibilidade de água, é possível trabalhar para que cuidemos melhor, que tenhamos maior atenção para esse bem imprescindível que é a água&#8221;, destaca o professor Dalfré Filho. &#8220;Até há algum tempo havia de forma geral na sociedade uma ideia de muita disponibilidade, de que a água é um bem infinito, mas está cada vez mais claro que não é bem assim&#8221;, completa o especialista.</p>
<p>Doutor pela Unicamp e com pós-doutorado na Universidade de Toronto, no Canadá, o professor Dalfré Filho trabalha em parceria com órgãos como o CTH/DAEE/USP, Politecnico di Milano (Itália), Universidad Nacional de San Juan (Argentina), Instituto Tecnologico de Monterrey (México) e Instituto Superior Politécnico José Antonio Echeverría (Cuba). Na Unicamp, mantém linhas de pesquisas em Mecânica dos Fluidos e Hidráulica, principalmente em estruturas e equipamentos hidráulicos, sistemas de abastecimento de água, perdas em redes de água, cavitação e transitórios hidráulicos.</p>
<p>O especialista nota que existem várias soluções técnicas que podem ser adotadas, evitando ou reduzindo a necessidade de construção de grandes obras para assegurar o abastecimento de água. &#8220;É importante trabalhar na oferta, mas também é possível atuar na demanda&#8221;, assinala.</p>
<p>A redução das perdas de água nas redes de distribuição é um dos setores em que é possível avançar de forma expressiva, destaca o professor da Unicamp. As perdas, ou fugas, ocorrem por envelhecimento da rede, entre outros motivos. &#8220;As próprias gestoras dos sistemas de abastecimento de agua já percebem a importância de atuar nesse ponto, tanto que tem sido crescente a procura de qualificação do corpo técnico&#8221;, conta.</p>
<p>Algumas empresas já alcançaram índices satisfatórios de redução de perdas. Caso da Sanasa, de Campinas, que já reduziu para menos de 20% o seu índice de perdas, o que é um ótimo patamar considerando o panorama paulista e brasileiro em geral. Grande parte dos municípios tem índices de perdas acima de 40%.</p>
<p>Existem alguns desafios importantes nesse sentido, observa o professor Dalfré Filho. Um deles está relacionado às ligações clandestinas em áreas periféricas, dificultando as medições e identificação de pontos de fuga de água tratada.</p>
<p><strong>Tratamento de esgoto e reuso</strong> &#8211; Outro território em que é necessário possível avançar muito, diz o especialista da Unicamp, é o da melhoria da qualidade dos corpos d´água, através da ampliação do tratamento de esgotos urbanos. &#8220;É possível ampliar o tratamento de esgoto e também aumentar a eficiência dos sistemas já existentes&#8221;, entende ele. Mais da metade do esgoto urbano produzido no Brasil não recebe nenhum tipo de tratamento atualmente.</p>
<p>Dalfré Filho cita o caso dos rios Tietê e Pinheiros, na Grande São Paulo, que poderiam ser mananciais de abastecimento, mas estão comprometidos pelo excesso de poluição. A própria represa Billings, lembra, poderia ser uma solução importante para o abastecimento da região, caso não estivesse tão poluída. Atualmente, apenas alguns braços da Billings (Taquecetuba e Riacho Grande) são usados para contribuir com o fornecimento de água.</p>
<p>A propagação do reuso da água é outro ingrediente importante, como parte do mix de soluções técnicas para enfrentar a crise hídrica, entende o especialista da Unicamp. O momento é de mudança, de transformar para melhor o olhar sobre o uso da água no país que tem 12% da água doce do planeta, mas que já tem áreas com déficits expressivos, que podem e devem ser enfrentados, visando um futuro com maior sustentabilidade no uso dos recursos hídricos.</p>
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		<title>Sanasa reajustará tarifas em 11,98% dia 5 de fevereiro</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 13:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Sanasa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A (Sanasa) reajustará em 11,98% suas tarifas a partir de 5 de fevereiro. A Resolução da Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (ARES-PCJ) número 73/2014, de 29 de dezembro de 2014, que reajusta as tarifas da empresa de Campinas ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A (Sanasa) reajustará em 11,98% suas tarifas a partir de 5 de fevereiro. A Resolução da Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (ARES-PCJ) número 73/2014, de 29 de dezembro de 2014, que reajusta as tarifas da empresa de Campinas nesse patamar, foi publicada nesta segunda-feira, 5 de janeiro, pela Sanasa.</p>
<p>Por determinação do prefeito Jonas Donizette, segundo a Sanasa, as categorias Residencial Social e Residencial com Ligação Coletiva não terão aumento, o que representa um benefício para cerca de 264 mil pessoas. São 52.329 famílias na categoria Residencial Social e 13.644 na categoria Residencial com Ligação Coletiva.</p>
<p>Segundo a Sanasa, o Parecer Consolidado da ARES-PCJ nº 27/2014 foi analisado e aprovado pelo Conselho de Regulação e Controle Social do Município de Campinas. O percentual, ainda segundo a empresa de saneamento de Campinas, foi calculado por meio de metodologia utilizada para os reajustes tarifários da Sanasa, &#8220;considerando a variação dos custos e despesas, as variações inflacionárias do ICV/Dieese e IPCA/IBGE, o dissídio coletivo e a variação do consumo, do período de outubro de 2013 a setembro de 2014&#8243;.</p>
<p>Pela Resolução 73/2014, a Sanasa/Campinas deve afixar tabela com os novos valores de tarifas em local de fácil acesso, em seu sítio na Internet, e através de mensagens em suas Contas/Faturas informará o reajuste tarifário fixado pela Agência ARES-PCJ.</p>
<p>O Conselho de Regulação e Controle Social do Município foi criado pelo decreto número 17.775, de 22 de novembro de 2012, para atuar como mecanismo consultivo no âmbito da ARES–PCJ. Por esse decreto, o Conselho Municipal de Regulação e Controle Social é composto por representantes e suplentes nomeados pelo prefeito municipal.</p>
<p>O presidente do Conselho de Regulação e Controle Social, ainda segundo o decreto, é representante do Titular dos Serviços de Saneamento Básico, ou seja, da Sanasa. Por sua vez, as entidades técnicas e organizações da sociedade civil com representante no Conselho de Regulação e Controle Social devem estar devidamente criadas e legalizadas, com registro há pelo menos 5 (cinco) anos, além de possuir, dentre seus objetivos estatutários, atuação na área de saneamento básico.</p>
<p>As Agências de Saneamento, como a ARES-PCJ, têm pela legislação federal a competência de exercer a função de regulação e fiscalização dos serviços públicos de saneamento básico. Vários municípios das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí delegaram a função de regulação e fiscalização dos seus serviços de saneamento à ARES-PCJ.</p>
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		<title>Campinas tem dia mais quente do ano e ação emergencial da Sanasa para garantir abastecimento</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 22:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Campinas viveu um dia de deserto nesta terça-feira, 14 de outubro, com a temperatura batendo o recorde de 37,8  e ações emergenciais da Sanasa para garantir o abastecimento, com carros-pipa, de escolas e bairros. Ontem a empresa municipal de água e esgotos havia reduzido a captação de água no rio Atibaia, que abastece mais de 95% ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Campinas viveu um dia de deserto nesta terça-feira, 14 de outubro, com a temperatura batendo o recorde de 37,8  e ações emergenciais da Sanasa para garantir o abastecimento, com carros-pipa, de escolas e bairros. Ontem a empresa municipal de água e esgotos havia reduzido a captação de água no rio Atibaia, que abastece mais de 95% da cidade. Com isso, vários bairros populosos tiveram interrompido o fornecimento de água, levando a população a buscar alternativas. O estado de alerta continua, com a umidade relativa do ar subindo um pouco, com mínima de 16,6%. Ontem chegou a menos de 12%, levando à decretação do estado de emergência.</p>
<p>A situação em Campinas é um dos mais claros exemplos da crise hídrica em São Paulo. Na sexta-feira, dia 10, em audiência pública na Câmara Municipal de Campinas, o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), defendeu que &#8220;seja dita toda a verdade&#8221;, pelo governo estadual, sobre a gravidade da crise hídrica no estado.</p>
<p>A Sanasa reduziu a captação no Atibaia em função da alta concentração de poluentes no rio, que tem uma vazão muito baixa em relação à média histórica. A captação foi diminuída de 4,1 para 2,8 metros cúbicos por segundo. Entre a noite de sexta-feira, 10 de outubro, e 5 horas de sábado, a captação chegou a 1,6 mil litros de água por segundo.</p>
<p>O rio Atibaia não recebe há meses o volume que normalmente é destinado pelo Sistema Cantareira para a região da bacia do rio Piracicaba. Os reservatórios do Cantareira estão em cerca de 5% de sua capacidade. Médicos têm advertido que a população deve ter cuidado na busca de alternativas de abastecimento, verificando por exemplo a potabilidade da água que adquire.</p>
<div id="attachment_427" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/09/RioAtibaia.jpg"><img class="size-large wp-image-427" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/09/RioAtibaia-682x1024.jpg" alt="Rio Atibaia na estiagem de 2014: ameaça ao abastecimento e saúde pública (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="927" /></a><p class="wp-caption-text">Rio Atibaia na estiagem de 2014: ameaça ao abastecimento e saúde pública</p></div>
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