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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</title>
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		<title>Musicalidade do Carnaval abre espaço para baianás do Cabelo de Maria e &#8216;street band&#8217; Ôncalo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2016 17:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[“É um A, é um B, é um C. Baiana me solte que eu quero aprender”* O ritmo do folguedo Baianá, que nasceu no sul de Pernambuco e se instalou em Alagoas, animou foliões do Sesc Campinas na tarde desta segunda-feira de Carnaval, apresentado pelo grupo Cia Cabelo de Maria. A programação multicultural do Sesc ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“É um A, é um B, é um C. Baiana me solte que eu quero aprender”*</p>
<p>O ritmo do folguedo Baianá, que nasceu no sul de Pernambuco e se instalou em Alagoas, animou foliões do Sesc Campinas na tarde desta segunda-feira de Carnaval, apresentado pelo grupo Cia Cabelo de Maria. A programação multicultural do Sesc teve ainda a Street Band Ôncalo, que também incluiu no repertório as tradicionais marchinhas carnavalescas. A diversidade musical levou crianças, adultos e idosos para o salão com a descontração natural da maior festa popular do Brasil.</p>
<div id="attachment_5895" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco.jpg"><img class="size-large wp-image-5895" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-1024x680.jpg" alt="Os bonecos gigantes do Carnaval de Olinda se misturaram com foliões no galpão do Sesc Campinas durante show da Cia Cabelo de Maria   Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os bonecos gigantes do Carnaval de Olinda se misturaram com foliões no galpão do Sesc Campinas durante show da Cia Cabelo de Maria Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Afinidades</strong></p>
<p>Pouca gente conhece o Baianá. Até quem já ouviu pode não saber que era Baianá. A musicista Renata Mattar descobriu o ritmo no final da década de 1990. O folguedo tem afinidades com os antigos reisados e com o samba de matuto. Paulistana, formada em Canto Lírico, Renata foi morar em Recife em 1997. Conhecia parte da riqueza musical do Brasil pela Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade. “Resolvi fazer a minha própria pesquisa”, diz Renata, que trocou o repertório lírico pelo brasileiro.</p>
<p>Depois de percorrer o interior de São Paulo, ela foi a Pernambuco e Alagoas com o gravador na mão. Quando percebeu que as culturas populares pernambucanas já eram conhecidas e preservadas graças ao trabalho de gente como Ariano Suassuna e Chico Science, Renata descobriu em Alagoas uma riqueza desconhecida, que a impressionou. A população local também pouco conhecia os baianás, porque os folguedos precisaram ser disfarçados após uma perseguição e destruição dos terreiros de Xangô, onde nasceram os baianás.</p>
<div id="attachment_5901" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-e-folioes.jpg"><img class="size-large wp-image-5901" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-sesc-boneco-e-folioes-1024x680.jpg" alt="Os foliões do Sesc se animaram com todos os ritmos na tarde de segunda-feira de Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os foliões do Sesc se animaram com todos os ritmos na tarde de segunda-feira de Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5896" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-folia-secs.jpg"><img class="size-large wp-image-5896" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-folia-secs-1024x680.jpg" alt="Tarde carnavalesca teve música, máscaras e fantasias no Sesc Campinas  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Tarde carnavalesca teve música, máscaras e fantasias no Sesc Campinas Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Voltaram a sorrir</strong></p>
<p>“Vi o ritmo Baianá e achei contagiante. Em Coqueiro Seco, ao lado de Maceió, assisti a Marujadas e conheci a mestra Luzia, que já não cantava mais e havia parado com os Baianás em 1947. Com as minhas visitas, ela e outras mulheres resolveram retomar com o grupo ‘Baianas voltam a sorrir’. Eu gosto de conhecer as tradições destas senhoras”, conta Renata, que também passou por Arapiraca, terra de Hermeto Pascoal, onde teve contato com os cantos de trabalho dos trabalhadores rurais das plantações de fumo.</p>
<p>Já em São Paulo, Renata mostrou os cantos para o músico Gustavo Finkler, que começou a fazer arranjos e logo os dois formaram o grupo Cia Cabelo de Maria. “Fiquei com repertório rico depois da pesquisa. Eu fico pensando em quanta coisa existe na nossa música e não temos acervo, está tudo na memória destas pessoas. Temos essa missão de recuperar. Hoje nós fazemos shows para mostrar essa música.”</p>
<p>O grupo Cia Cabelo de Maria tem várias formações e apresenta sete shows diferentes, para cada show há uma formação diferente. No show do Sesc Campinas teve trompete, trombone, violão, baixo, percussão, zabumba, ganzá, gonga, triângulo, chocalho e pandeiro. Com cinco homens e cinco mulheres: Renata Mattar, Gustavo Finkler, Dani Zulu, Cris Glória, Rosa Rafa, Rafa Nepomuceno, Luís Cláudio Faria, Renato Farias, Gustavo Souza e Roberto Guluga.</p>
<div id="attachment_5897" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-geracoes-sesc.jpg"><img class="size-large wp-image-5897" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-geracoes-sesc-1024x680.jpg" alt="Foliões de todas as idades curtiram a diversidade musical do Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Foliões de todas as idades curtiram a diversidade musical do Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p><strong>Street Band carnavalesca</strong></p>
<p>A Street Band Ôncalo animou mais cedo os foliões do Sesc Campinas. Também de São Paulo, criada há quatro anos, a banda trouxe 16 músicos para Campinas. O músico e professor Everson Bô formou o grupo quando dava aula de percussão em uma escola municipal da Penha, bairro paulistano. Quando percebeu o interesse de algumas alunas continuarem, criou o Ellas + 1, formado por ele e mais seis alunas. O grupo cresceu e surgiu o Ôncalo, que quer dizer caverna em finlandês.</p>
<div id="attachment_5898" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-Everson.jpg"><img class="size-large wp-image-5898" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-Everson-1024x680.jpg" alt="O percussionista Everson Bô criou o grupo Ôncalo há quatro anos e já foi à Rússia levar sua música  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Everson Bô criou o grupo Ôncalo há quatro anos e já foi à Rússia levar sua música Fotos: Martinho Caires</p></div>
<p>“Eles chamavam de caverna o local onde aprendiam a tocar os instrumentos”, explica. O grupo foi a Moscou em 2014 e realiza apresentações de rua ou fechadas em todo o Brasil. Segundo Everson, no momento a banda está com o projeto Tim Maia 70, com repertório do músico.</p>
<p>A Street Band Ôncalo tem seis trompetes, três trombones, três tubas e quatro percussões. “O objetivo é fazer com que estes jovens se tornem profissionais da música. Pelo menos 14 ex-alunos que passaram pela banda continuam envolvidos com música”, diz o professor, que também se apresentou no Sesc Santos. Em São Paulo, ele criou esse ano o Bloco da Caverna, uma prova de que Street Band também cai na folia do Carnaval. <strong>(Adriana Menezes)</strong></p>
<p>* Música &#8220;ABC&#8221; do CD Baianá &#8211; Parece Cinema, da Cia Cabelo de Maria (www.ciacabelodemaria.com)</p>
<div id="attachment_5899" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-alegria-no-salao.jpg"><img class="size-large wp-image-5899" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-alegria-no-salao-1024x680.jpg" alt="Música do Ôncalo encheu o salão  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Música do Ôncalo encheu o salão Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5900" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-trompetista.jpg"><img class="size-large wp-image-5900" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-Oncalo-trompetista-1024x680.jpg" alt="Trompetista do Ôncalo; grupo nasceu em escola pública de São Paulo a partir do interesse das alunas  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Trompetista do Ôncalo; grupo nasceu em escola pública de São Paulo a partir do interesse das alunas Fotos: Martinho Caires</p></div>
<div id="attachment_5902" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-trombone-Oncalo.jpg"><img class="size-large wp-image-5902" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Carnaval-16-trombone-Oncalo-1024x680.jpg" alt="O trombone em descanso pós-Carnaval  Fotos: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O trombone em descanso pós-Carnaval Fotos: Martinho Caires</p></div>
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		<title>Pernambuco tem semana pela preservação do patrimônio cultural</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 02:23:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, 17 agosto, foi comemorado o Dia Nacional do Patrimônio Histórico. Para comemorar a data, começou hoje, oficialmente, a oitava edição da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, em promoção da Secretaria de Estado da Cultura e com a participação de vários grupos. Serão diversas atividades, como debates, shows e exposições, em muitas cidades pernambucanas. Nesta terça-feira, dia 18, um dos pontos altos da Semana, com a entrega de certificado de titulação e registro dos Maracatus Nação como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O evento será às 17 horas, no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco, seguido de cortejo até o Pátio de São Pedro.</p>
<p>A VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco foi construída com base em quatro eixos &#8211; brincar, experimentar, interpretar e pensar. O tema geral é &#8220;Práticas sustentáveis e territórios de sustentabilidade&#8221;. O objetivo é ampliar o diálogo entre os diversos grupos sociais, estimulando a sociabilidade e fortalecendo a cultura do Estado em seus múltiplos territórios.</p>
<p>Pernambuco é um dos estados com maior número de bens tombados ou em processo de tombamento como patrimônio cultural nacional pelo Iphan. São 136 bens materiais. São bens imateriais o Frevo, a Feira de Caruaru e, agora, os Maracatus Nação e também o Maracatu de Baque Solto e o Cavalo Marinho.</p>
<p>Um levantamento feito pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Federal de Pernambuco (Fade), em parceria com o Iphan, revelou 329 referências culturais identificadas em 769 fontes documentais (424 escritas, 08 iconográficas e 337 audiovisuais), sendo: 138 formas de expressão; 84 celebrações; 80 ofícios; 26 lugares; e uma edificação.</p>
<p><strong>Maracatu Nação</strong> &#8211; O Maracatu Nação foi inscrito, pelo Iphan &#8211; Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, no Livro de Registro das Formas de Expressão, em dezembro de 2014. Com a grande maioria dos grupos concentrada nas comunidades de bairros periféricos da Região Metropolitana de Recife, também é conhecido como Maracatu de Baque Virado. Essa forma de expressão cultural apresenta um conjunto musical percussivo a um cortejo real, que sai às ruas para desfiles e apresentações durante o Carnaval. Os grupos apresentam um espetáculo repleto de simbologias e marcado pela riqueza estética e pela musicalidade, assim podem ser traduzidas as apresentações de grupos de maracatu, em Pernambuco. O momento de maior destaque consiste na saída às ruas para desfiles e apresentações no período carnavalesco.</p>
<p class="AlignJustify">Para o Iphan, o valor patrimonial do Maracatu Nação reside sua capacidade de comunicar elementos da cultura brasileira e carregar elementos essenciais para a memória, a identidade e a formação da população afrobrasileira. Entendido como uma forma de expressão que congrega relações comunitárias, o Maracatu Nação permite o compartilhamento de práticas, memórias e fortes vínculos com o sagrado, evidenciadas por meio da relação desses grupos com os xangôs (denominação da religião dos orixás em Pernambuco) e a Jurema Sagrada (denominação da religião de características afro-ameríndias que cultua mestres e mestras, caboclos, entre outras entidades) e ainda pode remontar às antigas coroações de reis e rainhas congo.</p>
<p class="AlignJustify">
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