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	<title>Agência Social de Notícias &#187; SESC-Piracicaba</title>
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		<title>Arte política no SESC-Piracicaba adverte para o risco das ditaduras</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2016 15:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Gravado no SESC-Piracicaba]]></category>
		<category><![CDATA[SESC-Piracicaba]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins A arte sempre projeta luzes em tempos sombrios e conturbados. Grande parte das obras da mostra Gravado, em cartaz no SESC-Piracicaba até o dia 26 de junho, pode ser interpretada como um grito de alerta contra as ditaduras, de farda, colete ou colarinho branco. Uma séria reflexão, em momento em que ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>A arte sempre projeta luzes em tempos sombrios e conturbados. Grande parte das obras da mostra Gravado, em cartaz no SESC-Piracicaba até o dia 26 de junho, pode ser interpretada como um grito de alerta contra as ditaduras, de farda, colete ou colarinho branco. Uma séria reflexão, em momento em que parte da sociedade brasileira manifesta nostalgia em relação aos períodos autoritários que marcam a maior parte de nossa história.</p>
<p>Gravado é composta por obras de artistas brasileiros do Acervo SESC, produzidas com as diversas técnicas de gravura conhecidas ou em experimentação. No conjunto, a mostra traça um painel da arte contemporânea no país, pela presença de alguns dos grandes nomes das nossas artes plásticas e de criadores jovens que sinalizam o vigor e as perspectivas positivas nesse segmento.</p>
<p>Parcela importante dessas obras foi realizada no período da ditadura militar (1964-1984) e expressa, portanto, a inquietação de nossos artistas com aquele tempo que se imaginava definitivamente enterrado. No cenário político, cultural e social atual, a mostra provoca novos questionamentos, sobre se vale à pena repetir golpes em nossa tão recente democracia.</p>
<div id="attachment_6782" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira2.jpg"><img class="size-large wp-image-6782" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira2-1024x682.jpg" alt="J.Miguel (“Os artesãos”), exemplar de xilografia típica do Nordeste brasileiro (Foto Adriano Rosa)  " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">J.Miguel (“Os artesãos”), exemplar de xilografia típica do Nordeste brasileiro (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Xilogravura</strong> – O percurso começa com a xilogravura, a técnica que utiliza como matriz a madeira entalhada, semelhante a um carimbo. Igualmente conhecida como “gravura em relevo”, com a imagem sendo esculpida com entalhes na madeira. Depois a tinta é aplicada na matriz, em seguida aplicada ao papel. Por ser uma técnica que exige poucos recursos, a xilogravura é largamente utilizada, por exemplo, pela arte popular do Nordeste brasileiro, como na elaboração das capas da literatura de cordel.</p>
<p>Exemplares disso estão na mostra no SESC-Piracicaba, nas obras de Manassés (“O vendedor de coco”), J.Miguel (“Os artesãos”) e Gilvan Samico (“No reino da ave dos três punhais” e “As três irmãs camponesas”, esta de 1963, um ano antes do golpe militar-empresarial no Brasil).</p>
<p>Outro destaque na seção de xilogravura é “Balada do terror”, de Maria Bonomi. É uma das obras mais fortes da exposição, mantendo o impacto de quando foi concebida, em 1973, auge da ditadura. Um jogo intenso entre vermelho e negro, podendo representar, quem sabe?, o sangue jorrado sobre impressões digitais ou, até, o odioso pau-de-arara utilizado como instrumento de tortura. A leitura é pesada, de qualquer forma.</p>
<div id="attachment_6783" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SescPira5.jpg"><img class="size-large wp-image-6783" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SescPira5-1024x682.jpg" alt="&quot;Sem título&quot;, duas obras de Marcelo Grassmann (Foto Adriano Rosa) " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Sem título&#8221;, duas obras de Marcelo Grassmann (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Gravura em metal</strong> – Obras relevantes também na ala de gravura em metal. Trata-se de um processo de gravura executado com matriz de metal, geralmente cobre. São várias técnicas que utilizam a gravura em metal, incluindo água-forte e água-tinta, que usam ácidos.</p>
<p>É a hora de apreciar obras de Marcelo Sallum (“Sem Título I e II”), da grande Tomie Otahke (“Sem título”, 1993) e Marcelo Grassmann (“Sem título” de 1980 e 1989), outro expoente da arte contemporânea verde-amarela.</p>
<div id="attachment_6784" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira7.jpg"><img class="size-large wp-image-6784" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira7-1024x682.jpg" alt="A seção de Litografia, com &quot;Desmapeamento&quot;, de Antonio Carlos Dumas Seixas, à direita (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">A seção de Litografia, com &#8220;Desmapeamento&#8221;, de Antonio Carlos Dumas Seixas, à direita (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Litografia </strong>– Gravura a partir da pedra calcária. A pedra é limpa com solvente e, depois do desengorduramento, é granida geralmente com areia, para produzir o efeito de granulação na superfície. O desenho é então produzido sobre a pedra com lápis litográfico ou tinta oleosa.</p>
<p>A técnica é representada na mostra com obras de Mariana Quito e Antonio Carlos Dumas Seixas. Este artista comparece com “Desmapeamento”, uma litografia que lembra o mapa de São Paulo “desmanchando”, podendo significar, talvez, a destruição da Mata Atlântica ou outros recursos naturais no estado mais rico do país – uma riqueza construída, sabemos, em boa parte com a degradação ambiental.</p>
<p><strong>Fotogravura</strong> – Mescla gravura e fotografia, com a utilização de água-tinta para a gravação de imagens fotográficas. Uma das obras em exposição é a série RG, de Ubirajara Ribeiro, de 1980. São “fotos de carteira de identidade” em decomposição, como a identidade naquele momento crítico da vida do país.</p>
<div id="attachment_6781" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira8.jpg"><img class="size-large wp-image-6781" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira8-1024x682.jpg" alt="“Vulto” (1987), de Ivald Granato; “Poste” (1975), de Carmen Bardy; e &quot;Bandeirinhas&quot; (1979), de Volpi: serigrafias (Foto Adriano Rosa) " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">“Vulto” (1987), de Ivald Granato; “Poste” (1975), de Carmen Bardy; e &#8220;Bandeirinhas&#8221; (1979), de Volpi: serigrafias (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Serigrafia –</strong> Também conhecida como silk-screen, é um processo de impressão em que a tinta é vazada através de uma tela preparada, com o uso da pressão de um rodo ou puxador de tinta. A matriz serigráfica é normalmente confeccionada de poliéster ou nylon e esticada em um quadro de madeira, alumínio ou aço. A fixação da imagem ocorre pela fotossensibilidade.</p>
<p>A série “Amores”, de Wesley Dike Lee, de 1980, é uma das obras do segmento. Em tempos de ódio, “amor” é uma palavra muito subversiva. Outras obras são “Vulto” (1987), de Ivald Granato; “Bandeirinhas” (1979), de Alfredo Volpi; e “Poste” (1975”, de Carmen Bardy.</p>
<p>E mais três obras de Athos Bulcão: “Natividade” (1958), “Preto e Branco” (1971) e Sem título branco e azul (1959). Athos Bulcão foi assistente de Cândido Portinari na montagem do painel de São Francisco de Assis na Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte, e  tem uma carreira muito associada à construção de Brasília, pela parceria com os arquitetos Oscar Niemeyer e João Filgueiras Lima, o “Lelé”.</p>
<p>Em muitas de suas obras, Athos Bulcão deu aos operários o poder de executar como desejassem a montagem dos painéis de sua autoria. Por isso, vários desses painéis apresentam padrões geométricos “distorcidos”, pela forma como os operários fixavam os azulejos. Uma metáfora da democracia que deve ser erguida pelo povo? A utopia que Brasília representava, e ultimamente tão golpeada.</p>
<div id="attachment_6785" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira9.jpg"><img class="size-large wp-image-6785" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira9-1024x682.jpg" alt="Mostra permite um panorama sobre a gravura e a arte brasileira contemporânea (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra permite um panorama sobre a gravura e a arte brasileira contemporânea (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Outras técnicas</strong> – Outras técnicas de gravura estão presentes na mostra Gravado, no SESC-Piracicaba. A “ferrogravura”, com o “Ferro de engomar sobre papel”, de 1974, de Paulo Bruscky, um grande inspirador de Arnaldo Antunes. A monotipia sobre organza “Sem título”, de 2000, de Mirella Mostoni.</p>
<p>Duas obras, de técnicas já citadas, merecem especial atenção do visitante, que ainda tem um bom tempo para não perder essa mostra muito expressiva da arte brasileira. A série “Paulistana” é uma sequência de fotogravuras de Alex Flemming, de 1980, mostrando o cidadão comum, oprimido, excluído no cenário da maior e mais rica cidade brasileira. A xilogravura “Bananas” de Antonio Henrique Amaral, de 1971, pode indicar um corpo sendo carregado pela multidão. Não, não queremos a volta de qualquer tipo de ditadura, nos diz “Gravado”, no SESC-Piracicaba, que ainda contém outras preciosidades.</p>
<div id="attachment_6786" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira11.jpg"><img class="size-large wp-image-6786" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/04/SESCPira11-1024x682.jpg" alt="Público tem até 26 de junho para apreciar a coleção, que faz parte do acervo do SESC (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Público tem até 26 de junho para apreciar a coleção, que faz parte do acervo do SESC (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>           </strong></p>
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		<title>Dez motivos para não perder a Bienal Naifs de Piracicaba</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 20:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal Naifs]]></category>
		<category><![CDATA[SESC-Piracicaba]]></category>

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		<description><![CDATA[Sob o tema “O Santuário Refletido no Espelho”, a 12ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, no SESC-Piracicaba, apresenta 106 obras de 81 artistas de todos os cantos do país. Desses cantos vem o encanto com o lirismo, a visão crítica e a esperança de dias melhores. A Bienal fica até o dia 30 de novembro ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sob o tema “O Santuário Refletido no Espelho”, a 12ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, no SESC-Piracicaba, apresenta 106 obras de 81 artistas de todos os cantos do país. Desses cantos vem o encanto com o lirismo, a visão crítica e a esperança de dias melhores. A Bienal fica até o dia 30 de novembro no SESC-Piracicaba (rua Ipiranga, 155).</p>
<ol>
<li>A arte naïf, ou naive, é aquela de matriz na cultura popular, e que representa a expressão espontânea, ingênua, instintiva, de artistas geralmente autodidatas, sobre vários aspectos da vida. Entre 1986 e 1991 o SESC-Piracicaba realizou mostras anuais, que representaram o fortalecimento do olhar mais atento para esse importante recorte da cultura brasileira. As bienais deram um passo à frente, representam um salto de qualidade na valorização e visibilidade dessa vertente artística e filosófica.</li>
<li>A 12ª edição da Bienal Naïfs do Brasil não se limite à pintura. São vários suportes para a expressão dos artistas, como na técnica mista usada pelo Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP), para mostrar “O Baile das Caveiras”.</li>
</ol>
<div id="attachment_679" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-056.jpg"><img class="size-large wp-image-679" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-056-1024x768.jpg" alt="O Baile das Caveiras, do Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP)" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">O Baile das Caveiras, do Mestre João do Carmo, de Jaboticabal (SP)</p></div>
<p>3. A curadoria da 12ª Bienal Naïfs do Brasil é de Diógenes Moura, que há décadas mergulha na alma da cultura popular brasileira. Nascido em Recife, viveu em Salvador e há anos está em São Paulo, onde atua na Pinacoteca do Estado. É jornalista, escritor e roteirista. É autor, entre outros, de “Elásticos Chineses”, editado pela Fundação Casa de Jorge Amado. Entre outros, recebeu o Prêmio APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte de melhor livro de contos/crônica de 2010 com <em>Ficção Interrompida – Uma Caixa de Curtas </em>(Ateliê Editorial). Também é pesquisador em fotografia, tendo atuado como curador em várias mostras. “Liberto em sua expressão popular, o artista se livra do medo para entregar-se à descoberta de si mesmo”, escreve Diógenes, no texto de apresentação da Bienal.</p>
<p>4. A festa, a alegria, a comunhão de afetos é uma das fortes vertentes da arte naïf. A celebração da vida em comunidade. Como em “Festa Junina”, de Edgard D´Oliveira, de São José do Rio Preto (SP), ou Dança Pau de Fitas, de Salvatori, de Porto Alegre (RS).</p>
<p>5. A nostalgia da vida rural, seu contato direto com a natureza, o cotidiano duro e livre, é frequentemente valorizado no mundo naïf, como em “Refúgio dos Pescadores” e “A Vida na Roça”, de Milene de Oliveira (Socorro, SP), tendo como suporte duas enxadas. Na arte naïf o meio também é a mensagem.</p>
<div id="attachment_680" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-064.jpg"><img class="size-large wp-image-680" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-064-1024x768.jpg" alt="Obras de Milene de Oliveira, de Socorro (SP)" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Obras de Milene de Oliveira, de Socorro (SP)</p></div>
<p>6. Não por acaso, o êxodo rural e suas consequências, tanto para a roça como para a cidade, também está presente no universo naïf e na bienal de Piracicaba. O par de óleos sobre tela “Antes do êxodo rural” e “Depois do êxodo rural”, de Miguel S.S.S., de Marília (SP), é mais do que explícito nesse sentido.</p>
<p>7. Um dos efeitos da urbanização intensiva é a medicalização da vida. Esta é a denúncia de Cor Jesus, de Ouro Preto (MG), em sua assemblagem sem título, na qual utiliza caixas de remédio para montar a maquete de uma cidade densamente urbanizada.</p>
<div id="attachment_681" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-040.jpg"><img class="size-large wp-image-681" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-040-1024x768.jpg" alt="A cidade medicalizada, por Cor Jesus, de Ouro Preto (MG)" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">A cidade medicalizada, por Cor Jesus, de Ouro Preto (MG)</p></div>
<p>8. A 12ª Bienal Naïfs apresenta duas importantes coleções de fotopintura, expressão popular muito tradicional. Segundo o curador Diógenes Moura, suas origens podem estar nos retratos de Fayum, região da Península Itálica e do Mediterrâneo, datados do século IV a II a.C. No Brasil a técnica começa a ser usada intensivamente primeiro no Nordeste, no início do século XX, com o uso inovador de pastel e a óleo transparente. A bienal tem duas coleções importantes, a do pesquisador alemão Titus Riedl (que vive no Crato desde 1999) e a do Mestre Júlio Santos, que recolheu trabalhos de vários estúdios durante cinco décadas.</p>
<p>9. Até o final da bienal, em 30 de novembro, o SESC-Piracicaba promove várias atividades paralelas, como oficinas, minicursos, ateliês abertos, visitas monitoradas com artista e apresentações de música, teatro, dança e cinema. Mais informações no SESC-Piracicaba (19.3437.9292) ou sescsp.org.br.</p>
<p>10. Tem muita coisa boa para ver. Uma delas é a obra “Brasileiras e Brasileiros”, de Augusto Japiá, de Paulista (PE), que usou acrílica sobre caixa de fósforo e ganhou o Prêmio Destaque Aquisição. A cultura popular brasileira é fogo que não se apaga.</p>
<div id="attachment_682" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-074.jpg"><img class="size-large wp-image-682" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Salão-074-1024x768.jpg" alt="Prêmio Destaque Aquisição, para Augusto Japiá, de Paulista (PE)" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Prêmio Destaque Aquisição, para Augusto Japiá, de Paulista (PE)</p></div>
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