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	<title>Agência Social de Notícias &#187; SIndivarejista-Campinas</title>
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		<title>Flores, giz e algodão, redesenhando a Cidade Ocupada em Campinas</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 21:08:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Flores, giz e algodão, utilizados por um coletivo de artistas, na intervenção &#8220;&#8230; Mas eu não sou daqui, eu não tenho amor&#8221;, uma das atividades que marcaram o encerramento do Projeto Cidade Ocupada, neste final de semana, em Campinas. O projeto foi uma iniciativa do SESC Campinas e que levou vários artistas, em diferentes linguagens, para ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Flores, giz e algodão, utilizados por um coletivo de artistas, na intervenção &#8220;&#8230; Mas eu não sou daqui, eu não tenho amor&#8221;, uma das atividades que marcaram o encerramento do Projeto Cidade Ocupada, neste final de semana, em Campinas. O projeto foi uma iniciativa do SESC Campinas e que levou vários artistas, em diferentes linguagens, para diversos espaços do cenário urbano. A reconfiguração da cidade, a ressignificação da metrópole, pela arte e a beleza.</p>
<p>Foram 20 artistas e pesquisadores, de Campinas e região metropolitana, que trocaram informações e experiências, fundamentadas nos respectivos processos criativos, na intervenção coordenada por Cecília Stelini e Luana Veiga. Flores, giz e algodão, sinônimos de leveza e delicadeza, foram os materiais usados, primeiro no Galpão Multiuso do SESC, e depois nas performances na praça José Bonifácio, praça Ruy Barbosa, Largo do Rosário, Praça Antônio Pompeu e Praça do Jóquei, no Largo do Carmo.</p>
<div id="attachment_1246" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141115_007_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1246" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141115_007_1800-1024x680.jpg" alt="A delicadeza do algodão, que acolhe e protege" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A delicadeza do algodão, que acolhe e protege</p></div>
<p>Flores no corpo, o giz que redefine o chão onde se pisa e se encontra, o algodão que acolhe, abraça e protege. Sinais do desejo de uma nova cidade, dos afetos e da partilha. Uma exposição fotográfica sobre moradores de rua, ao lado da Catedral Metropolitana, foi um ponto forte da intervenção. A releitura da cidadania. O resgate do invisível. A condição humana sempre valorizada. Emoção pura.</p>
<div id="attachment_1247" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141115_081_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1247" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141115_081_1800-1024x680.jpg" alt="A leveza do giz, redesenhando o lugar do cidadão" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A leveza do giz, redesenhando o lugar do cidadão</p></div>
<p>O Projeto Cidade Ocupada teve o apoio da EPTV Campinas, Prefeitura de Campinas e Sindivarejsita de Campinas e Região.  Arnaldo Antunes, Quilombo Hi-Fi e exibição de videomapping foram algumas das atrações do Cidade Ocupada, que terminou como começou. No domingo, de 16 de novembro, com apresentação da Banda Corporação Musical dos Homens de Cor e Lívio Tragtenberg, no Galão Multiuso do SESC. Diversidade, horizonte aberto, diálogo, a experiência de uma cidade ocupada pela esperança. (Por José Pedro Martins)</p>
<div id="attachment_1248" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141115_102_1800.jpg"><img class="size-large wp-image-1248" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141115_102_1800-1024x680.jpg" alt="As flores do humano, demasiado humano" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">As flores do humano, demasiado humano</p></div>
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		<title>Invasão de poetas e poesia no Largo do Pará, centro de Campinas</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 01:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Artilharia pesada de palavras, fogo cruzado de sons e imagens, bombardeio de versos livres e libertadores. O Largo do Pará, centro de Campinas, foi invadido pela poesia na tarde desta quinta-feira, 6 de novembro, como parte do Projeto Cidade Ocupada, iniciativa do SESC-Campinas e com apoio da Prefeitura, EPTV e Sindivarejista de Campinas e Região. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Artilharia pesada de palavras, fogo cruzado de sons e imagens, bombardeio de versos livres e libertadores. O Largo do Pará, centro de Campinas, foi invadido pela poesia na tarde desta quinta-feira, 6 de novembro, como parte do Projeto Cidade Ocupada, iniciativa do SESC-Campinas e com apoio da Prefeitura, EPTV e Sindivarejista de Campinas e Região.</p>
<p>A poesia vive um momento épico em Campinas, com uma Primavera de Saraus em vários bares, associações de bairros, centros culturais. A reinvenção da poesia, pelo resgate do cotidiano, da vida vivida aqui e agora, na carne da cidade. A palavra sangrando e borbulhando de esperança.</p>
<p>A invasão amorosa do Largo do Pará foi mais uma batalha vencida. Rafa Carvalho, agitador cultural, criador do Sarau da Dalva, era um dos poetas mais entusiasmados. Mas também estavam lá Ariane Sartori, Flá Perez, Aline Turim, Mariela Mei, Sabrina Sanfelice, André Nogueira, William Gardel, Márcio Ide e Guga Cacilhas, outro ativista da cultura viva, co-criador do Asa da Palavra, outro sarau que reúne muitos apaixonados pelas letras em Barão Geraldo.</p>
<div id="attachment_1054" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CidadeOcupadaPoetas_0347.jpg"><img class="size-large wp-image-1054" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CidadeOcupadaPoetas_0347-1024x682.jpg" alt="Rafa Carvalho, ativista cultural, um dos poetas na &quot;invasão&quot; de hoje" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Rafa Carvalho, ativista cultural, um dos poetas na &#8220;invasão&#8221; de hoje</p></div>
<p>A fina for da nova poesia de Campinas, reunida na praça do povo, meio espremida pela correria do cotidiano, meio sufocada pela rapidez dos automóveis na rua Barão de Jaguara e avenidas Francisco Glicério e Aquidabã. O Largo do Pará carrega um certo estigma, integra uma geografia noturna peculiar, e a intervenção poética de hoje reafirma a sua importância como espaço cidadão, da diversidade, do encontro e dos afetos.</p>
<p>O Largo do Pará também é uma homenagem ao estado onde morreu o ícone cultural de Campinas, o maestro Antônio Carlos Gomes. A juventude que faz poesia, que perpetua o encanto e a belezura da poesia, de certo modo ressignifica esse território. Propõe um diálogo permanente entre a história e o eterno que também é terno. O Largo do Pará é de todos, pelas esquinas e vielas da poesia. (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
<div id="attachment_1055" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CidadeOcupadaPoetas_0247.jpg"><img class="size-large wp-image-1055" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CidadeOcupadaPoetas_0247-1024x682.jpg" alt="O encanto da poesia, na carne viva da cidade" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O encanto da poesia, na carne viva da cidade</p></div>
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		<title>Campinas, cidade ocupada por arte e resgatada para a gentileza e o encontro</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2014 09:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Com fotos de Adriano Rosa A Corporação Musical Campineira dos Homens de Cor deu o tom e teve início o espetáculo, no palco da metrópole libertada. A cidade que segregou e ficou rica com a escravidão, mas que também foi o berço do movimento republicano, é sacudida no século 21 pela abolição do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins </strong></p>
<p><strong>Com fotos de Adriano Rosa</strong></p>
<p>A Corporação Musical Campineira dos Homens de Cor deu o tom e teve início o espetáculo, no palco da metrópole libertada. A cidade que segregou e ficou rica com a escravidão, mas que também foi o berço do movimento republicano, é sacudida no século 21 pela abolição do medo de ir para as ruas e as praças. Entre 4 e  16 de novembro, Campinas é a Cidade Ocupada: diversos espaços, em vários momentos, tomados por arte e pelo resgate da gentileza, dos afetos, do encontro com o outro que nos é negado pela pressa, pelo consumismo cego  e pelo preconceito. A cidade devolvida ao cidadão, ressignificada pela rica diversidade cultural brasileira, na partitura do projeto liderado pelo SESC Campinas, e que conta com o apoio da Prefeitura Municipal, EPTV  e Sindicato do Comércio Varejista de Campinas e Região &#8211; Sindivarejista.</p>
<p>A abertura da programação, na terça-feira, 4, foi repleta de simbolismo. Às 18 horas, as paredes da Estação Cultura foram tomadas pela coreografia vertical Tempo Ausente, dos grupos Ares e Pedra Branca, de São Paulo. Teatro, dança e circo, multilinguagens para narrar a história do anjo caído e tornado humano pelo amor. Na antiga estação central de uma das ferrovias que transportaram gente e riqueza, sob o impulso do Ouro Negro do café, os anjos que anunciam a concepção de um novo tempo, o da cidade ocupada pela esperança. O tempo foi suspenso, foi possível ser eterno.</p>
<div id="attachment_1049" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CidadeOcupadaSESC_0430.jpg"><img class="size-large wp-image-1049" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CidadeOcupadaSESC_0430-1024x682.jpg" alt="Cidade Ocupada tem atrações até o dia 16 de novembro, em vários espaços" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Cidade Ocupada tem atrações até o dia 16 de novembro, em vários espaços</p></div>
<p>Pouco depois, 19h30, no Galpão Multiuso do SESC, foi a vez da Liga da Dança Dura, de Santo André, oferecer o sabor do Cardápio de Dança. Um menu temperado com ritmos e gestos sugeridos pelo público. Os condimentos eram as sensações e os sentimentos aflorados. Emoções presas no cimento e no asfalto.</p>
<p>Em seguida, no mesmo espaço, a abertura oficial do Projeto Cidade Ocupada e a apresentação da Corporação Musical Campineira dos Homens de Cor. A banda foi criada em 1933, pelo maestro João de Oliveira. Campinas ainda sentia os ecos da escravidão. Mesmo com a abolição, a segregação continuava. Alguns territórios, geográficos e simbólicos, ainda eram vetados aos negros. Nas primeiras décadas do século 20 muitas instituições surgiram na comunidade negra, como afirmação da identidade e reafirmação de direitos.</p>
<p>Uma delas foi a Corporação Musical Campineira dos Homens de Cor. E com ela, em parceria com o músico e compositor Lívio Tragtenberg, foram abertas oficialmente as portas da Cidade Ocupada. Em tempos de eclosão de alguns fundamentalismos e rancores, nada melhor do que essa mensagem: a mestiçagem brasileira é patrimônio coletivo, é a alma ardente de partilha.</p>
<p>A programação completa do Projeto Cidade Ocupada está em www.sescsp.org.br/cidadeocupada</p>
<div id="attachment_1050" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CidadeOcupadaSESC_0160.jpg"><img class="size-large wp-image-1050" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/CidadeOcupadaSESC_0160-1024x682.jpg" alt="Parceiros do Projeto Cidade Ocupada: a narrativa da partilha" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Parceiros do Projeto Cidade Ocupada: a narrativa da partilha</p></div>
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