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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Suplementos literários de Campinas</title>
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		<title>CCLA sedia exposição sobre suplementos literários dos jornais de Campinas</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 16:29:34 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muito tempo os suplementos literários, publicados em vários jornais e revistas em todo país, foram o principal espaço de discussão e divulgação dos diversos gêneros, estilos e vozes da literatura brasileira. Atualmente é rara a publicação de um suplemento literário em órgão de imprensa, mas uma exposição que começa neste quarta-feira, 18 de novembro, a partir das 16 horas, no Centro de Ciências, Letras e Artes (CCLA), com entrada grátis, joga luzes sobre os suplementos editados desde a década de 1950 pelos jornais de Campinas. Estes suplementos foram determinantes para a formação de gerações de leitores críticos e sua ausência apenas reforça a necessidade de abertura de novos territórios para a produção literária campineira e nacional.</p>
<p>A organização da exposição é do jornalista João Antônio Buhrer de Almeida, que há tempos se dedica à pesquisa e divulgação de materiais que dão enorme contribuição para o entendimento da trajetória das artes e cultura em geral em Campinas e também no país. Buhrer foi o curador, por exemplo, da exposição “65 anos de cinema de arte em Campinas”, que o próprio CCLA sediou a partir de 15 de julho deste ano.</p>
<p>Agora o jornalista narra a evolução dos suplementos literários de Campinas e confessa que um deles &#8220;fez a sua cabeça&#8221; desde cedo. No caso, o suplemento &#8220;Minarete&#8221;, que o &#8220;Correio Popular&#8221; publicou a partir de janeiro de 1957 e que tinha como redator o jornalista Isolino Siqueira, que foi, aliás, o &#8220;padrinho&#8221; do ingresso de Buhrer na Academia Campinense de Letras.</p>
<p>Em seguida, lembra Buhrer, apareceu o &#8220;Estante &amp; Prelo&#8221;, criado em outubro de 1960 no &#8220;Diário do Povo&#8221;, e que tinha como redator Rubem Costa, depois sucedido pelo lendário Luso Ventura. Nos meses finais de 1968, lembra o jornalista-curador, &#8220;Estante &amp; Prelo&#8221; era conduzido por Tarcísio Sigrist, poeta vinculado ao movimento denominado &#8220;Instauração Práxis&#8221;.</p>
<p>Passo seguinte, em uma sexta-feira, 13, de março de 1981, o mesmo &#8220;Correio Popular&#8221; passou a editar a página &#8220;Contexto!&#8221;, editada por Adir Giliotti e que tinha como colaboradores, entre outros, Luiz Carlos Ribeiro Borges, Rolf de Luna Fonseca, Paulo Franchetti e Alcir Pécora &#8211; todos eles referências para a cultura de Campinas.</p>
<div id="attachment_5057" style="width: 726px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Suplemento2.jpg"><img class="size-full wp-image-5057" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Suplemento2.jpg" alt="&quot;Domingo Cultura&quot;, um dos mais importantes suplementos literários publicados na imprensa de Campinas (Reprodução)" width="716" height="858" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Domingo Cultura&#8221;, um dos mais importantes suplementos literários publicados na imprensa de Campinas (Reprodução)</p></div>
<p>O mesmo &#8220;Correio Popular&#8221;  foi o responsável pela edição, entre agosto de 1982 e julho de 1983, daquela que Buhrer qualifica como a &#8220;experiência literária mais consistente e abrangente&#8221;. Foi o &#8220;Domingo Cultura&#8221;, editado pelo jornalista e escritor Eustáquio Gomes, que tinha como parceiro, entre outros, Roberto Goto.</p>
<p>Inicialmente uma página, &#8220;Domingo Cultura&#8221; evoluiu para um suplemento em formato tabloide, com oito páginas e somando 50 edições. Entre outros, o suplemento divulgou textos de autores que se projetariam no cenário nacional, como o poeta Carlos Vogt (que seria reitor da Unicamp), a ensaísta e crítica literária Marisa Lajolo e os escritores Heládio Brito, Regis de Moraes e Oscar Mellin.</p>
<p>Para João Antônio Buhrer de Almeida, a publicação, em julho de 1983, da edição de número 50, a última, de &#8220;Domingo Cultura&#8221;, representou o fim de uma era. Para ele, a publicação tratava-se do &#8220;marco maior, e derradeiro, dos suplementos literários dos jornais de Campinas ao longo dos últimos cinquenta anos&#8221;.</p>
<p>Há três décadas, portanto, Campinas não tem um suplemento literário. A exposição aberta nesta quarta-feira provoca uma grande reflexão nos amantes da literatura na cidade onde &#8211; como exemplo de sua importância para o segmento &#8211; foram revisados os originais de &#8220;Os Sertões&#8221;, de Euclides da Cunha. No caso, no próprio Centro de Ciências, Letras e Artes, que acaba de completar 114 anos, sempre atento e provocador de discussões sobre a cultura local e nacional.<strong> (Por José Pedro Martins)                </strong></p>
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