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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Sustentabilidade</title>
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		<title>Museu do Amanhã lança perguntas sobre o que podemos fazer por um futuro melhor</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2016 13:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>Promover um diálogo possível com o futuro e com a vida (na Terra ou no Cosmo) pode parecer uma proposta muito ousada para quem não acredita no amanhã, mas, para quem acredita, esse é o desafio. O Museu do Amanhã abraçou essa ideia e abriu suas portas há dois meses no Rio de Janeiro, dia 19 de dezembro de 2015, na histórica Praça Mauá em frente à Baía da Guanabara. Dentro do museu, a ciência em linguagem poética conduz o visitante de forma sensorial e interativa.</p>
<p>A Agência Social de Notícias visitou e gostou. Antes de conhecer, gostou da iniciativa porque, em um país com 200 milhões de habitantes e apenas 3,2 mil museus mapeados (um para cada 62,5 mil habitantes), a criação de um novo museu deve ser sempre comemorada.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05711.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6047" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05711-1024x759.jpg" alt="CAM05711" width="618" height="458" /></a></p>
<p>A despeito de não ser uma solução para as demais emergências do País, trata-se de um investimento na educação, na formação, na consciência e no futuro. Museu, afinal, é um espaço de compartilhamento do saber, lugar de conhecimento com um toque lúdico e aprazível. Com ou sem polêmica, o Museu do Amanhã é mais um patrimônio que merece ser conhecido e preservado.</p>
<p><strong>Nossa responsabilidade</strong></p>
<p>No lugar de respostas, o museu lança perguntas ao visitante, que não consegue sair de lá sem se sentir responsável pelo que fomos ontem, o que somos hoje e o que seremos amanhã. A exposição principal do museu experencial está organizada em cinco grandes temas: Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhã e Nós. Dentro do tema Terra, a pergunta central é ‘Quem somos?’ No Antropoceno, a questão é ‘Onde estamos?’</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05745.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6046" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05745-1024x759.jpg" alt="CAM05745" width="618" height="458" /></a></p>
<p>O espaço é inovador em quase tudo: na tecnologia, na arquitetura, na organização do conteúdo, nos textos, na programação e, especialmente, na abordagem. O conteúdo faz um mix de museus de ciências, antropologia, história natural, tecnologia e arte. São dados oriundos de 80 entidades diferentes, nacionais e internacionais.</p>
<p><strong>Construção coletiva</strong></p>
<p>Nas instalações audiovisuais, o público interage, participa e reflete, sempre sob a perspectiva da sustentabilidade e dentro do fundamento conceitual de construção coletiva da civilização.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05731.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6053" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05731-1024x759.jpg" alt="CAM05731" width="618" height="458" /></a></p>
<p>Nas primeiras três semanas, o museu recebeu mais de 100 mil visitantes. Para conseguir entrar, o visitante enfrentou filas de até três horas. Segundo os funcionários, há um controle necessário no fluxo para manter em média 2,3 mil pessoas na área interna.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05702.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6051" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05702-759x1024.jpg" alt="CAM05702" width="618" height="834" /></a></p>
<p>O Museu do Amanhã, portanto, já entrou para a lista prioritária de atrações turísticas do Rio de Janeiro, inclusive por estar ao lado do Museu de Arte do Rio (MAR) e do centro histórico da cidade e zona portuária que passam por processo de revitalização. Em janeiro teve início uma programação especial de palestras e atividades permanentes (museudoamanha.org.br).</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>O investimento do empreendimento foi de cerca de R$ 300 milhões, com recursos do Banco Santander, Fundação Roberto Marinho e Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, em parceria público-privada (PPP), e apoio dos governos estadual e federal.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05716.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6054" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05716-1024x759.jpg" alt="CAM05716" width="618" height="458" /></a></p>
<p>O visitante brasileiro que frequenta museus perceberá a semelhança que existe com os museus da Língua Portuguesa e do Futebol, em São Paulo, especialmente nos recursos audiovisuais e na interatividade. Os três museus foram desenvolvidos pela mesma Fundação Roberto Marinho.</p>
<p>Quem costuma visitar museus fora do Brasil também identifica outras referências de museus de ciências. Já na arquitetura, muita gente vai lembrar das curvas dos corredores internos do Guggenheim Museum de Nova York, criadas pelo lendário arquiteto Frank Lloyd Wright. Uma semelhança que em nada diminui a inquestionável originalidade e beleza da obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, responsável pelo projeto do Museu do Amanhã. O hall da entrada principal é iluminado pela luz natural que vem de um vitral na fachada do prédio, com desenho semelhante ao que está no teto do Guggenheim.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05709.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6052" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05709-1024x759.jpg" alt="CAM05709" width="618" height="458" /></a></p>
<p><strong>Arquitetura </strong></p>
<p>Foram cinco anos de obra – com três anos de atraso – para a conclusão do projeto de Santiago Calatrava, famoso por suas estruturas metálicas que se transformam em monumentos. A ‘cobertura’ formada pela estrutura metálica do Museu do Amanhã tem o desenho inspirado na flora brasileira, que já lhe rendeu diversos apelidos – reações comuns a muitas obras arquitetônicas inovadoras, a exemplo da Casa Rietveld, do movimento De Stijl, na Holanda.</p>
<p>A estrutura metálica se movimenta, o que permitirá a instalação de painéis fotovoltaicos para captação de energia. O resfriamento do ambiente interno acontece por um processo que utiliza a água da Baía da Guanabara. Ao redor do prédio, há um grande espelho d’água que funde a imagem do museu à paisagem local. O prédio do museu, propriamente dito, consiste em uma estrutura monolítica de concreto de 15 mil metros de área e dois andares, construído sobre um píer sustentado por 30 mil metros de pilares submersos.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05751.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6055" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05751-1024x759.jpg" alt="CAM05751" width="618" height="458" /></a></p>
<p><strong>E o hoje?</strong></p>
<p>Mas nem tudo são flores no Museu do Amanhã. Talvez seja isso o que mais lhe falta: flores e plantas para amenizar o calor escaldante a que são submetidos os visitantes nas longas filas debaixo de sol. Isso já foi alvo de inúmeras críticas nesse breve espaço de tempo.</p>
<p>Para os turistas estrangeiros, uma grande fila em museu não é novidade – até na Disney um brasileiro espera horas no calor para entrar em um único brinquedo. Mas o sol daqui, definitivamente, é mais forte que no Hemisfério Norte. Essa questão tão simples e tão básica poderia ter sido equacionada antes que chegasse o Amanhã.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05723.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6056" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05723-1024x759.jpg" alt="CAM05723" width="618" height="458" /></a></p>
<p>Ele também tem sido considerado por muitos uma afronta pela sua grandiosidade e modernidade, dentro de uma cidade e um País que carecem de tantas outras prioridades. No entanto, a má gestão histórica do dinheiro público e a falta de políticas públicas definidas e comprometidas com a melhoria do país, em suas diversas áreas, não podem engessar e travar a realização de projetos inovadores com poder de transformar uma política ou um país.</p>
<p>A realidade do século 21 nos obriga a adotar um novo olhar de responsabilidade e prevenção sobre o futuro. O Museu do Amanhã chegou tarde, mas ainda pode contribuir para um futuro melhor.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05775.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6057" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05775-759x1024.jpg" alt="CAM05775" width="618" height="834" /></a></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05819.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6058" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05819-1024x759.jpg" alt="CAM05819" width="618" height="458" /></a></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05547.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6064" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05547-759x1024.jpg" alt="CAM05547" width="618" height="834" /></a></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05764.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6065" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/CAM05764-759x1024.jpg" alt="CAM05764" width="618" height="834" /></a></p>
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		<title>Lygia Eluf pinta chão e céu dos “Caminhos de Joaquim” e abre exposição com poesia, música e dança</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 00:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>A ideia começou com uma caminhada. “Eu saía para caminhar todos os dias na trilha”, narra a artista plástica Lygia Eluf, professora da Unicamp que mora há quatro anos em Joaquim Egídeo, Área de Proteção Ambiental (APA) e distrito de Campinas. “Percebi que o chão de terra era cor-de-rosa, depois notei que havia variações e comecei a desenhar o chão.” Durante uma viagem, quando estava fora do seu habitat cercado pela natureza, a artista desviou o olhar para o céu e encontrou o caminho que procurava, produzindo 180 desenhos em pastel, de chão e céu, dos quais 30 foram expostos em São Paulo na Galeria Gravura Brasileira, e onze compõem a exposição “Caminhos de Joaquim”, que será aberta ao público em megaevento no dia 17 de setembro, quinta-feira, a partir das 17h, no A Cabrita Café de Joaquim Egídeo.</p>
<div id="attachment_4587" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_048.jpg"><img class="size-large wp-image-4587" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_048-1024x680.jpg" alt="A artista plástica Lygia Eluf produziu a série de desenhos abstratos em pastel a partir da observação que fez em suas caminhadas na trilha de Joaquim Egídeo, onde mora há quatro anos: &quot;Eles não reproduzem a imagem, mas a sensação”   (Foto: Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A artista plástica Lygia Eluf produziu a série de desenhos abstratos em pastel a partir da observação da trilha em suas caminhadas em Joaquim Egídeo, onde mora: &#8220;Eles não reproduzem a imagem, mas a sensação” (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p>Organizado pelas curadoras Ligia Testa, Flávia Pupo Nogueira e Heloisa Cavaleri, o evento reunirá música, dança, poesia e literatura numa só noite. Um verdadeiro Sarau Multissensorial, como definem as curadoras. O projeto foi concebido por Flávia Pupo Nogueira, filha da curadora Lígia Testa e amiga e vizinha da artista Lygia Eluf.</p>
<p>Além da vernissage, acontece no A Cabrita Café o lançamento do livro “República de Campinas”, de José Pedro Soares Martins e Martinho Caires (leia matéria no site da Agência Social de Notícias-ASN); a declamação de poemas de Manoel de Barros por Lisa França, artista e professora de Artes; e a apresentação do duo Katia Kato (oboé) e Zuza Rodrigues (violão), entre outras atrações.</p>
<div id="attachment_4588" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_041.jpg"><img class="size-large wp-image-4588" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_041-1024x680.jpg" alt="A advogada, curadora e idealizadora da exposição &quot;Caminhos de Joaquim - Toda criança é um artista&quot;, Flávia Pupo Nogueira, acredita que para amar e cuidar é preciso estabelecer uma relação com o ambiente  (Foto: Martinho Caires) " width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A advogada, curadora e idealizadora da exposição &#8220;Caminhos de Joaquim &#8211; Toda criança é um artista&#8221;, Flávia Pupo Nogueira, acredita que para amar e cuidar é preciso estabelecer uma relação com o ambiente (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Para a comunidade</strong></p>
<p>“Eu queria que o pessoal (do distrito) também visse, e comecei a chamar o verdureiro, o jardineiro, os vizinhos”, lembra Lygia sobre suas primeiras pinturas dos caminhos que percorria. Quando mostrou à comunidade, pretendia saber se eles reconheceriam o chão das trilhas de Joaquim. As reações foram diversas, porque os desenhos são abstratos, “não reproduzem a imagem, mas a sensação”, descreve a artista. Foi também juntando os olhares que produziu a série de desenhos. A exposição, aberta até 17 de outubro, reúne nove desenhos de chão e dois com a trilha inteira, céu e chão.</p>
<p>Conversando com a vizinha e amiga Flávia Pupo Nogueira, Lygia Eluf também foi despertada para um trabalho com as crianças, muitas delas já frequentadoras de sua casa, como os seus netos e os filhos da amiga Flávia. “Toda criança é um artista”, dispara Lygia, que é também vencedora de um Prêmio Jabuti de 2009. “Fazia muito tempo que eu não trabalhava com crianças. Na universidade a tendência é ficar mais racional ou mental, porque você precisa explicar e analisar tudo”, afirma Lygia, professora da Unicamp há 35 anos.</p>
<p><strong>O olhar da criança</strong></p>
<p>Assim começou o projeto de educação ambiental com o mesmo nome, “Caminhos de Joaquim – Toda criança é um artista”. “De algum modo, isso transforma o olhar dessas crianças. Elas podem não ter contato permanente com a arte, mas com certeza vão olhar de forma diferente no futuro, porque vão lembrar. Se conseguirmos despertar essa sensibilidade da pessoa, já valeu”, diz Lygia.</p>
<div id="attachment_4589" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_019.jpg"><img class="size-large wp-image-4589" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_019-1024x680.jpg" alt="A artista e professora Lygia Eluf percorreu a trilha de Joaquim com as crianças, chamando a atenção para as nuances das cores no chão, os raios de luz nas árvores, os reflexos no Ribeirão das Cabras; depois cada uma fez seu desenho (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A artista e professora Lygia Eluf percorreu a trilha de Joaquim com as crianças, destacando as nuances das cores no chão, os raios de luz nas árvores, os reflexos no Ribeirão das Cabras; depois cada uma fez seu desenho (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p>Além da curadora Flávia e da artista Lygia, também participou da concepção do projeto com as crianças a proprietária do A Cabrita Café, Ana Beatriz Ogg, que inaugurou o café e restaurante recentemente, com uma proposta de consciência ambiental, integrando alimentação saudável com sustentabilidade e arte. Ela trabalha com alimento orgânico, a maior parte dele produzido no próprio distrito, uma das propostas Assuma (Associação para Sustentabilidade e Meio Ambiente de Joaquim Egídeo), com a qual o Café tem parceria. Sandra Marques também participou da execução do projeto “Caminhos de Joaquim” e de outros realizados pela Assuma na comunidade, onde ela nasceu e cresceu e onde vive toda a sua família.</p>
<div id="attachment_4590" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_003.jpg"><img class="size-large wp-image-4590" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_003-1024x680.jpg" alt="Ana Beatriz Ogg, do A Cabrita Café, também participou da execução do projeto e promove em seu espaço as exposições; café e restaurante utiliza alimento orgânico, a maior parte produzido no distrito  (Foto: Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Beatriz Ogg, do A Cabrita Café, também participou da execução do projeto e promove em seu espaço as exposições; café e restaurante utiliza alimento orgânico, a maior parte produzido no distrito (Foto: Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Educação ambiental</strong></p>
<p>“O objetivo do projeto é motivar as crianças a se relacionarem melhor com o ambiente em que vivem, passando a amar e cuidar do lugar”, explica Flávia. Todas as crianças da comunidade local foram convidadas a percorrer os caminhos de Joaquim numa caminhada ao lado da artista Lygia Eluf, onde também ouviram a educadora ambiental e agrônoma Claudia Esmeriz Gusmão, que falou sobre a importância histórica e ambiental da região. “A trilha que conhecemos hoje foi a antiga linha do trem que depois virou a linha do bonde”, destaca Claudia.</p>
<p>No percurso, Lygia analisava o cenário com as crianças, nos detalhes das nuances de cores no chão, dos raios de luz através das copas das árvores, dos reflexos no Ribeirão das Cabras e das sementes e folhagens espalhadas pelo chão. Depois, de volta ao Café, cada uma produziu seus desenhos, que foram expostos no mesmo espaço A Cabrita Café (nome que faz homenagem à antiga Maria Fumaça que percorria o Ramal Férreo Campineiro, no início do século passado).</p>
<p><strong>Noite de apresentações</strong></p>
<p>Versos de Manoel de Barros, lançamento de livro, projeção de filmes, dança e música também vão preencher a noite da vernissage “Caminhos de Joaquim”. A música fica por conta do duo formado por Katia Kato (oboé) e Zuza Rodrigues (violão). Doutora em Música na pós da Unicamp, onde concluiu mestrado e bacharelado em Música, Katia Kato foi oboísta da Orquestra Sinfônica da Unicamp por 16 anos. É docente do curso de licenciatura em música da Faculdade Nazarena do Brasil e desenvolve atividade camerística como oboísta. Zuza Rodrigues é violonista com uma longa trajetória. O duo apresentará obras populares e eruditas, de jazz a bossa nova.</p>
<p><strong>                                                                      </strong></p>
<p><strong>Evento: Sarau Multissensorial &#8211; Vernissage “Caminhos de Joaquim” &#8211; Lançamento do livro “República de Campinas – Cenas da memória afetiva e política da cidade”</strong></p>
<p><strong>Data: 17.09.2015 – quinta-feira</strong></p>
<p><strong>Horas : das 17h às 23h</strong></p>
<p><strong>Local: A Cabrita Café &#8211; Rua Heitor Penteado, 1085 (rua principal de Joaquim Egídio) – Campinas &#8211; SP</strong></p>
<div id="attachment_4591" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_029.jpg"><img class="size-large wp-image-4591" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/150724_029-1024x680.jpg" alt="Foto: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Martinho Caires</p></div>
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		<title>Cambuí  Walking Tour incentiva a mobilidade urbana sustentável com mapa para caminhada de descobertas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 16:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como incentivar a mobilidade urbana sustentável, as caminhadas, o uso da bicicleta e, ao mesmo tempo, as relações mais pessoais? Com estas questões na cabeça, 15 empreendedores do bairro Cambuí uniram-se para achar uma solução, que resultou na criação do Cambuí Walking Tour, um mapa que sugere um roteiro para caminhada. No dia 30 de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como incentivar a mobilidade urbana sustentável, as caminhadas, o uso da bicicleta e, ao mesmo tempo, as relações mais pessoais? Com estas questões na cabeça, 15 empreendedores do bairro Cambuí uniram-se para achar uma solução, que resultou na criação do Cambuí Walking Tour, um mapa que sugere um roteiro para caminhada.</p>
<p>No dia 30 de maio, haverá uma distribuição gratuita do mapa, entre as 9h e 11h, que será realizada pela empresa Eco Bike, de serviços de entregas por bicicleta. O roteiro incluirá o Largo Santa Cruz, a Feira Livre da Rua Maria Monteiro, a Igreja Nossa Senhora das Dores e o Centro de Convivência Cultural.</p>
<div id="attachment_3478" style="width: 502px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/mapaCampinasWalkingTour.jpg"><img class="size-large wp-image-3478" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/mapaCampinasWalkingTour-492x1024.jpg" alt="Capa do mapa elaborado e distribuído por 15 empreendedores do Cambuí que se uniram para chamar a atenção para a mobilidade urbana" width="492" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do mapa elaborado e distribuído por 15 empreendedores do Cambuí que se uniram para chamar a atenção para a mobilidade urbana</p></div>
<p>O Cambuí Walking Tour orienta uma caminhada de descobertas pelas arborizadas e planas ruas do Cambuí. O mapa foi elaborado com o objetivo de estimular a prática de andar a pé e o prazer de (re)conhecer lugares que passam despercebidos, devido a transformações urbanas ou por estarem ali há tanto tempo que já não chamam mais a atenção.</p>
<p>Além de incentivar a mobilidade urbana sustentável e as relações mais pessoais, os empreendedores também pretendem valorizar os produtos autorais de seus estabelecimentos, todos eles organizados por pequenos produtores.</p>
<p>Os produtos autorais são capazes de proporcionar uma experiência muito mais pessoal, de vínculo direto entre quem produz e quem busca este tipo de produtos e serviços carregados, além de tudo, de emoção.</p>
<div id="attachment_3479" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/caminhada-gente.jpg"><img class="size-large wp-image-3479" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/05/caminhada-gente-1024x680.jpg" alt="O mapa Cambuí Walking Tour sugere um roteiro para caminhada no Cambuí   Crédito foto: Martinho Caires" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O mapa Cambuí Walking Tour sugere um roteiro para caminhada no Cambuí Crédito foto: Martinho Caires</p></div>
<p>Ao todo são 15 parceiros entre cafés, restaurantes, docerias, moda, hostel, craft e serviços, que podem ser percorridos numa caminhada de pouco mais de 1 quilômetro. No dia 30/05, cada participante do guia fará alguma ação individual condizente com seu estabelecimento, além de distribuir gratuitamente o mapa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cambuí Walking Tour</strong></p>
<p><strong>Participantes:</strong> 15 estabelecimentos focados em produção autoral/artesanal e serviços.</p>
<p>Maria Antonieta (bistrô &#8211; boulangerie e pâtisserie)</p>
<p>The MIX Bazar (loja, estúdio criativo e co-working)</p>
<p>Maialini (restaurante artesanal italiano)</p>
<p>Alexandre (aulas de francês)</p>
<p>Bendita Loja (Craft Moderno)</p>
<p>Interclass (português para estrangeiros)</p>
<p>Travel Mate (turismo, intercâmbio, viagens)</p>
<p>Duo Bruschetteria&amp;Bottega (restaurante)</p>
<p>Cheesecakery (doceria)</p>
<p>Santa Costura de Todos os Panos (roupas femininas)</p>
<p>Gôla Gelatto Caffè (sorveteria, café e doceria)</p>
<p>Empório Viver (loja de produtos naturais e orgânicos)</p>
<p>Bolo da Madre (confeitaria e café)</p>
<p>Café Container (cafés especiais)</p>
<p>Cambuí Hostel (albergue e alojamento).</p>
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