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	<title>Agência Social de Notícias &#187; UNDESA</title>
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		<title>Índice Global mostra como Brasil aumenta expectativa de vida mas não tem política pública para idosos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 00:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A expectativa de vida no Brasil aumentou de 71 anos para 74,6 anos entre 2002 e 2012, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 1980, a expectativa de vida era de 62,5 anos. Apesar dessa sensível melhoria, o país ainda não tem uma política pública definida para os idosos, o que representa um grande desafio, sobretudo considerando o incremento crescente da proporção de idosos na população em geral. Essa lacuna foi detectada no Índice Global de Envelhecimento &#8211; AgeWatch 2014, divulgado por ocasião do Dia Internacional do Idoso, lembrado neste dia 1º de outubro.</p>
<p>De acordo com o AgeWatch 2014, o Brasil aparece em 58º lugar no ranking de qualidade de vida para os idosos. A Noruega aparece em primeiro lugar no ranking de 96 países avaliados, seguida de Suécia, Suíça, Canadá e Alemanha. O AgeWatch é o único índice global que classifica os países de acordo com o bem estar social e econômico dos idosos. O índice é elaborado pela organização HelpAge International.</p>
<p>O AgeWatch 2014 dá pistas para explicar o péssimo desempenho do Brasil e de outros países em termos de atenção às pessoas da Terceira Idade, cada vez mais numerosas em todo mundo. O Índice mostra, por exemplo, que grande parte dos países situados nas primeiras posições do ranking teve a implantação de sistemas de pensões sociais até a década de 1950. A líder do ranking, Noruega, implantou seu sistema na década de 1930. Islândia (7º  lugar no ranking) e Dinamarca (12º) implantaram seus sistemas de pensões na última década do século 19.</p>
<p>O Brasil implantou seu sistema de pensões na década de 1960, muito antes de vários países situados à sua frente no Índice Global de Envelhecimento. Por este indicador, o Brasil seria o 14º  país do ranking do Índice. Entretanto, o Brasil aparece muito mal nos outros indicadores que compõem o Índice Global de Envelhecimento, e por isso aparece somente em 58º lugar. No indicador &#8220;Estado de saúde&#8221;, o Brasil aparece em 43º lugar no ranking. No indicador &#8220;Competências&#8221;, aparece em 66º lugar. E, no indicador &#8220;Entornos favoráveis&#8221;, o Brasil está em um inquietante 87º lugar.</p>
<p>O indicador Competências inclui dados sobre Emprego de idosos e Nível de educação dos idosos. O indicador Estado de saúde abrange dados sobre Expectativa de vida aos 60 anos, Expectativa de vida saudável aos 60 anos e Bem estar psicológico. O indicador Entorno favorável reúne dados sobre Vínculos sociais, Segurança física, Liberdade cívica e Acesso a transporte público.</p>
<p>O Brasil tem 26,3 milhões de idosos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<span class="termoGlossario">IBGE</span>), representando 13% da população. Segundo dados do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UNDESA), o contingente de idosos no Brasil será de 18,7% em 2030 e  de 28,9% da população total em 2050. São números que atestam a urgência de formulação de sólidas políticas públicas para idosos no país. <strong>(Por José Pedro Martins)         </strong></p>
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