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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Unicamp</title>
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		<title>Por amor à música brasileira, Guinga e Ernani Aguiar são celebrados em festival que se encerra hoje em show gratuito</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 19:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Os dois músicos homenageados na 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira (FMCB), em Campinas, Ernani Aguiar e Guinga, nasceram no mesmo ano e no mesmo estado do Rio de Janeiro. Conheceram-se pessoalmente, no entanto, somente agora, aos 68 anos, semanas antes deste encontro musical, e descobriram, além da música, outras ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>Os dois músicos homenageados na 6ª edição do Festival de Música Contemporânea Brasileira (FMCB), em Campinas, Ernani Aguiar e Guinga, nasceram no mesmo ano e no mesmo estado do Rio de Janeiro. Conheceram-se pessoalmente, no entanto, somente agora, aos 68 anos, semanas antes deste encontro musical, e descobriram, além da música, outras afinidades como suas opiniões sobre a inspiração e sobre a obra de Carlos Gomes. Os dois compositores encerram hoje (30/03) a programação do FMCB, às 20h, no Teatro Castro Mendes, em apresentação com a Orquestra Sinfônica de Campinas sob a regência do maestro Ricardo Bologna (ingressos gratuitos retirados a partir das 19h).</p>
<div id="attachment_15534" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55633907_389460291834354_9041188457690431488_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15534" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55633907_389460291834354_9041188457690431488_n-1024x768.jpg" alt="O músico compositor Ernani Aguiar, homenageado na sexta edição do FMCB" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">O músico compositor Ernani Aguiar, homenageado na sexta edição do FMCB</p></div>
<p>Descontraídos, os dois conversaram com a imprensa durante a semana, mas não foi o único momento de conversa na agenda do festival. Começaram na terça-feira (26/03) com uma oficina de música para crianças no Centro Infantil Boldrini. Depois não pararam mais de conversar e tocar. Fizeram bate-papo com a plateia em apresentação com o Quinteto da Paraíba no dia 27/03, às 20h, na CPFL; participaram de congresso no Instituto de Artes da Unicamp nos dias 28 e 29/03 (com comunicação oral e mesa-redonda) e fizeram concerto comentado nos dias 28 e 29/03 no Teatro Castro Mendes. O público aproveitou a oportunidade e interagiu nos eventos (todos gratuitos).</p>
<div id="attachment_15538" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55610999_1963915947050123_1364947938177974272_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15538" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55610999_1963915947050123_1364947938177974272_n-1024x768.jpg" alt="Guinga em entrevista à imprensa na CPFL, patrocinadora do festival" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Guinga em entrevista à imprensa na CPFL, patrocinadora do festival</p></div>
<p>“Não estou muito habituado a ser homenageado”, disse Guinga à imprensa. &#8220;Dos prêmios que fui indicado, 90% eu deixei de ganhar. Então, sou um contumaz perdedor. Acho que ganhar e perder é uma coisa que faz parte da vida. Aliás, ninguém aprende na vitória, e sim na derrota. Ganhei quatro prêmios em minha vida e há pouco tempo joguei fora, porque não é isso que importa. É a obra que fica que importa”, afirmou o músico refletindo sobre a vida.</p>
<p>Guinga é o que ele mesmo chama de “músico de ouvido”.  “Sou um músico que fez o caminho da rua para a universidade.” Em seguida, confessa: “Odeio partitura”, mas diz que gostaria de poder fazer ele mesmo seus arranjos “pegando uma partitura”. A relação de parceiros musicais e intérpretes que ele já teve dizem muito sobre a sua obra: Chico Buarque, Aldir Blanc, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Elis Regina, Leila Pinheiro, Mônica Salmaso (com quem começa turnê no Japão dia 2/04) e uma lista enorme de talentos.</p>
<p>Hermeto Pascoal resumiu em uma frase o que pensa sobre Guinga: “Um cara como ele aparece a cada cem anos.” A admiração é mútua, como se pode ver na música de Guinga e Aldir Blanc “Chá de panela” que homenageia o “bruxo” Hermeto.</p>
<div id="attachment_15444" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/fmcb-6-ernani-aguiar-e-guinga-02-1000x720.png"><img class="size-full wp-image-15444" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/fmcb-6-ernani-aguiar-e-guinga-02-1000x720.png" alt="Ernani Aguiar e Guinga se apresentam no FMCB de quarta a sábado, em Campinas, como homenageados" width="1000" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">Ernani Aguiar e Guinga participaram de congresso e shows promovidos na sexta edição do FMCB</p></div>
<p>“Boa música é aquela que me provoca algum sentimento, uma reação física. Cada um tem uma forma de sentir”, define Guinga, que diz acreditar em inspiração. “Quando ela chegar, que ela te encontre trabalhando. Não tem processo, ela vem na hora que você menos imagina, vem quando ela quer.” O compositor e regente Ernani Aguiar interrompe e corrobora: “Eu acho o mesmo que o Guinga sobre inspiração.”</p>
<p>O compositor, regente, professor e pesquisador Ernani Aguiar “passeia” pela música vocal, instrumental, de câmara e orquestral. Versatilidade e criatividade descrevem a obra de Ernani, que defende a valorização da música brasileira enfaticamente, mencionando em poucos minutos de conversa músicos como Villa-Lobos, Radamés Gnattali, César Guerra-Peixe, Ernesto Nazareth e Carlos Gomes. “Quero sempre reger música de compositores brasileiros.”</p>
<div id="attachment_15540" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55837857_858391481159570_5253198203662106624_n.jpg"><img class="size-large wp-image-15540" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/55837857_858391481159570_5253198203662106624_n-762x1024.jpg" alt="Ernani Aguiar recebeu da Câmara Municipal de Campinas, em 2015, a Medalha Carlos Gomes" width="618" height="830" /></a><p class="wp-caption-text">Ernani Aguiar recebeu da Câmara Municipal de Campinas, em 2015, a Medalha Carlos Gomes</p></div>
<p>“Fiz a obrigação com Carlos Gomes que todo regente brasileiro deveria fazer”, disse quando respondia sobre a Medalha Carlos Gomes que recebeu da Câmara Municipal de Campinas em 2015. “Já regi várias coisas de Carlos Gomes, ganhei prêmio e a medalha por ter regido a ópera &#8216;Colombo&#8217;, pela primeira vez executada por uma universidade latina.” Ainda sobre o compositor campineiro, Ernani falou de “Burrico de pau” , sonata para orquestra de cordas, último movimento. “É uma obra-prima”, dizia Ernani, quando foi interrompido por Guinga dizendo ter a mesma opinião. Ernani emendou, referindo-se a Guinga: “Parece que já nos conhecíamos há 38 anos.”</p>
<p>Ernani Aguiar é também professor universitário desde 1985, atividade que ele diz ser importante em sua vida: “Isso me põe vivo, esse contato com os jovens músicos.” Elogiou a Unicamp, a Orquestra Comunitária da universidade e Rubem Alves.</p>
<p>Nascido em Petrópolis (RJ), o músico faz questão de dizer que “nós não somos de onde somos paridos, somos de onde amamos”. A cidade que escolheu, diz ele, foi Ouro Preto (MG), como “cidade natal”, e Firenze, na Itália, como “cidade real”.</p>
<p>Autor de peças com nomes que fazem referência à cultura brasileira, como “Tempo de Maracatu” e “Tempo de Caboclinhos” (ambas executadas esta semana pelo Quarteto da Paraíba), Ernani Aguiar diz que muitas vezes não sabe exatamente de onde vem a influência: “Quando componho, a minha memória busca no meu arquivo, que nem conheço.” Para concluir, Ernani se autoproclamou anarquista, no mesmo tom bem-humorado e descontraído que manteve durante a edição do festival que o homenageou em Campinas.</p>
<p><strong>Informações</strong><br />
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<a href="https://www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira/">www.facebook.com/FestivaldeMusicaContemporaneaBrasileira</a><br />
<a href="http://www.instagram.com/fmcbsp?fbclid=IwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y" data-lynx-mode="hover" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Ffmcbsp%3Ffbclid%3DIwAR1Aqy3GSPLuF_Y96iN8SeoYHS_oFs4skMpffPuwzK7_A2-G8F9fwx6Dm-Y&amp;h=AT11fl46ve4QqKfXS0UT5Ol9BUEbMIuN5pd87AlvNEQm-7hS-HdWPS04Mtk8T_79NxkMilT0Kx591pWm5hlfuEwpe7ggB-htpjFnCfULEczAf6N_0ZC1FLAbDUCr_hXqY4ENCT2x5OsFK49NpA">www.instagram.com/fmcbsp</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Montagem teatral de &#8216;O Sonho&#8217; faz um retrato poético sobre as nossas vidas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 21:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div>Vidas cheias de lástimas foi o que Inês, filha do deus hindu Indra, encontrou ao descer à Terra para ver como vivem os homens. As questões poéticas e filosóficas dessa jornada compõem o texto &#8220;O Sonho&#8221;, do dramaturgo August Strindberg, que será apresentado em curta temporada no Cis-Guanabara, em Campinas, em montagem teatral da turma do 4º ano de Artes Cênicas da Unicamp. O espetáculo tem direção de Verônica Fabrini e fica em cartaz neste fim de semana, de sexta a domingo (29 a 31/03), e na próxima semana quarta e quinta (3 e 4/04), sempre às 20h (ingresso no chapéu).</div>
<div>
<div id="attachment_15509" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Foto-1-O-Sonho.jpeg"><img class="size-large wp-image-15509" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Foto-1-O-Sonho-1024x682.jpeg" alt="O elenco realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro, no dia 30/03, às 9h" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">O elenco realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro, no dia 30/03, às 9h</p></div>
</div>
<div>De acordo com a equipe envolvida na montagem, composta por 11 integrantes, o espetáculo faz um retrato poético das nossas vidas. Após trabalharem as linguagens de vanguarda européia e o teatro épico, o grupo fez a escolha do texto no qual identificaram semelhanças com o contexto histórico que vivemos hoje no que diz respeito à existência. A equipe também oferece oficinas e debates neste período em que se apresentam no Cis-Guanabara.</div>
<div dir="ltr"></div>
<div><b>Oficina e debate</b></div>
<div></div>
<div>Após as apresentações dos dias 31/03 e 04/04, o elenco e a direção promoverão debates com a plateia. O grupo realizará oficina sobre o universo criativo da peça e do teatro no dia 30/03, às 9h, com exercícios que dialogam com a imaginação e a criação. Também no dia 30, haverá mesa de conversa, às 15h, sobre a temática da peça, psicologia e sociedade.</div>
<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Curta temporada</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;"><b>O Sonho</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Local:</b> Cis-Guanabara (rua Mario Siqueira, 829).</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Data e horário:</b> dias 29, 30, 31/03, 03 e 04/04, às 20h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Oficina:</b> dia 30/03, às 9h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Mesa de conversa:</b> dia 30/03, às 15h</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Debate:</b> dias 31/03 e 04/04 após apresentações.</div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><b>Ingressos no chapéu</b></div>
<div dir="ltr" style="text-align: left;"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Cartaz-O-Sonho.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-15510" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Cartaz-O-Sonho.jpeg" alt="Cartaz O Sonho" width="750" height="1017" /></a></div>
<div style="text-align: right;"></div>
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		<title>Lenine abre Trote da Cidadania da Unicamp com palestra sobre questões ambientais</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2016 19:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Trote]]></category>
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		<description><![CDATA[Em vez de show, o cantor Lenine vem a Campinas nesta segunda-feira, 29/02, para fazer uma palestra sobre questões ambientais, abrindo oficialmente o 14º Trote da Cidadania Integrado da Unicamp. Os calouros de 2016 poderão ouvir, no Centro de Convenções da Unicamp, às 18h, o que o músico tem a falar sobre seu engajamento no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em vez de show, o cantor Lenine vem a Campinas nesta segunda-feira, 29/02, para fazer uma palestra sobre questões ambientais, abrindo oficialmente o 14º Trote da Cidadania Integrado da Unicamp. Os calouros de 2016 poderão ouvir, no Centro de Convenções da Unicamp, às 18h, o que o músico tem a falar sobre seu engajamento no assunto.</p>
<p>O objetivo do Trote é provocar uma reflexão a respeito das questões ambientais, promovendo a sustentabilidade, o consumo consciente e a cidadania. Os cerca de 3,3 mil calouros serão instigados a tomarem consciência do papel dos universitários como agentes transformadores da sociedade.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Lenine2015Show_0180ok.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6146" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Lenine2015Show_0180ok-1024x603.jpg" alt="Lenine2015Show_0180ok" width="618" height="364" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além do músico pernambucano, outras atividades estão previstas na programação do Trote que acontece de 1 a 3 de março. No primeiro dia, o tema será “Cultura &amp; Arte”, com o objetivo de analisar a forma de consumo de cultura. Dia 2, a ideia é promover uma reflexão pessoal, com o tema “Inspirando mudanças”. Para finalizar, a discussão será sobre “Desenvolvimento Sustentável”, que inclui o futuro e o presente do planeta e de nossa sociedade.</p>
<p>Durante o Trote também haverá pontos de coleta de doações de alimentos não-perecíveis e livros. A participação é gratuita. A programação completa pode ser acessada em <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.gci.prg.unicamp.br%2F&amp;h=MAQGA_2vl&amp;enc=AZN0JVuNFzdMQogMDj1gfdVpWdmiJOqSTIlnQaMNrS-qwqDcOPxa4sh7izOD-2J7nN0&amp;s=1">www.gci.prg.unicamp.br.</a> Ou na página do Trote no Facebook <a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Ffb.com%2Ftciunicamp%2F&amp;h=XAQHHEizY&amp;enc=AZOhX2HCkNErfclyS2poxRW9SkAZVnDxUMksPC0oqoXQv0vft0j-WqEU2b7N9YBi1d4&amp;s=1">fb.com/tciunicamp/</a>.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Lenine2015Show_1435ok-1.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-6144" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Lenine2015Show_1435ok-1-1024x843.jpg" alt="Lenine2015Show_1435ok (1)" width="618" height="509" /></a></p>
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		<title>Pesquisadores do Brasil e da França debatem a Cidade Conectada e os discursos no espaço digital e o urbano</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 11:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil França]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Conectada]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Discurso digital]]></category>
		<category><![CDATA[Laburb]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes Que relação é possível entre o que chamamos “novas práticas de comunicação” nos dispositivos digitais, e as formas, funções e status do discurso? Essa é uma das questões em pauta hoje e amanhã (17 e 18/11) na Unicamp durante o evento “Cidade Conectada – discurso, interação e mobilidade” &#8211; VIII Encontro Internacional ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Adriana Menezes</strong></p>
<p>Que relação é possível entre o que chamamos “novas práticas de comunicação” nos dispositivos digitais, e as formas, funções e status do discurso? Essa é uma das questões em pauta hoje e amanhã (17 e 18/11) na Unicamp durante o evento “Cidade Conectada – discurso, interação e mobilidade” &#8211; VIII Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem (labeurb.unicamp.br/cidadeconectada), promovido em parceria pelo Laboratório de Estudos Urbanos (Labeurb) da Unicamp e a Rede franco-brasileira de pesquisa sobre análise do discurso digital (A2DI).</p>
<p>Na conferência de abertura, a pesquisadora francesa Marie-Anne Paveau, da Université de Paris 13 Sorbonne Paris Cité, falará sobre a rede franco-brasileira A2DI proposta pelos pesquisadores. O encerramento acontece na quarta (18/11), às 16h, com a professora e pesquisadora Eni Orlandi.</p>
<p>O “Cidade Conectada” acontece no Laburb, com debates sobre os discursos nos espaços digital e o urbano, em conferências e mesas redondas ao longo do dia. Também entram na pauta outras questões sobre como são produzidos e como circulam os discursos nas cidades conectadas vistas como universos discursivos digitais; e ainda que posição, que lugar e que forma-sujeito se constitui no universo discursivo digital constituído pelas cidades inteligentes.</p>
<p><strong>Temas relevantes</strong></p>
<p>“O encontro consolida essa parceria com a discussão de temas relevantes para o saber urbano na relação com a linguagem”, diz Cristiane Dias, pesquisadora, professora e uma das organizadoras. O último Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem aconteceu em 2012 (link  <a href="http://www.labeurb.unicamp.br/portal/pages/noticias/lerNoticia.lab?id=294&amp;categoria=2">http://www.labeurb.unicamp.br/portal/pages/noticias/lerNoticia.lab?id=294&amp;categoria=2</a>).</p>
<p>“A parceria com a França, nesse evento, acontece a partir de um convênio com a Universidade Paris 13”, diz Cristiane, que apresentará, ao lado da pesquisadora francesa, a rede franco-brasileira de Análise do Discurso Digital A2DI ( <a href="http://dcdigital.hypotheses.org/507">http://dcdigital.hypotheses.org/507</a> ). Durante as conferências do evento serão apresentadas as pesquisas propostas a partir da Rede A2DI.</p>
<p>A ideia do encontro nasceu a partir da constituição da área de conhecimento Saber Urbano e Linguagem criada pelo Labeurb, cujos pesquisadores são responsáveis pela organização. Fazem parte da comissão organizadora os pesquisadores Eduardo Guimarães, Cristiane Dias e Marie-Anne Paveau; os alunos Braulino Nunes, Cida Grecco, Cleyton Torres, Guilherme Ferragut, Jaqueline Gonçalves Araújo, Mariana Garcia de Castro Alves e Rômulo Osthues.</p>
<p>O Labeurb é um centro de referência na pesquisa multidisciplinar sobre a cidade e o urbano, analisados a partir perspectiva da linguagem.O objetivo da Rede A2DI é dar conta da dimensão digital dos discursos nativos da internet, isto é, produzidos online.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Programação 17 e 18/11</strong></p>
<p><strong>Inscrições pelo site labeurb.unicamp.br/cidadeconectada</strong></p>
<p><strong>Local: Auditório do Labeurb/Unicamp</strong></p>
<p><strong>17/11/2015</strong></p>
<p>9h – Abertura Oficial</p>
<p>9h30 – Apresentação da Rede franco-brasileira A2DI – Análise do Discurso Digital Marie-Anne Paveau (Université de Paris 13 Sorbonne Paris Cité) Cristiane Dias (Labeurb/Nudecri-Unicamp)</p>
<p>10h – Lançamento do livro &#8220;Linguagem e Moral: uma ética das virtudes discursivas&#8221;, de Marie-Anne Paveau.</p>
<p>10h30 – Conferência de Abertura: <em>La voix des sans-parole dans les technodiscours urbains</em> Marie-Anne Paveau (Université de Paris 13 Sorbonne Paris Cité)</p>
<p>12h30 – Almoço</p>
<p>14h – Mesa-redonda – Corpo e cidade conectada Greciely Cristina da Costa (Univas) Mari Zulian (CTI/Unicamp) Mediadora: Ana Silvia Couto Abreu (UFScar)</p>
<p>16h15 – Apresentação do aplicativo sobre cidade digital Grupo e-urbano</p>
<p><strong>18/11/2015</strong></p>
<p>9h – Mesa-redonda – Identidade e mobilidade Laura Gabrielle Goudet (Université de Rouen) Cristiane Dias (Labeurb/Nudecri-Unicamp) Mediadora: Mariana Garcia de Castro Alves (PG-IEL)</p>
<p>11h00 – Café</p>
<p>11h30 – Do Urbano e do Digital nas Artes Visuais: uma conversa sobre videoperformance, live cinema e documentário expandido.</p>
<p>12h30 – Almoço</p>
<p>14h00 Mesa-redonda &#8211; Interação e Localização na cidade conectada/ Marta Kanashiro (Labjor/Nudecri-Unicamp) José Simão da Silva Sobrinho (UFU) Mediador: José Horta Nunes (Labeurb/Nudecri-Unicamp)</p>
<p>15h40 – Café</p>
<p>16h00  –  Conferência de encerramento Eni Orlandi (Labeurb/IEL/Univas)</p>
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		<title>Unicamp foi fundamental para desvendar vários casos de mortos na ditadura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 06:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>

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		<description><![CDATA[O relatório final da Comissão Nacional da Verdade, divulgado nesta quarta-feira, 10 de dezembro, Dia Mundial dos Direitos Humanos, confirma como a Unicamp foi fundamental para desvendar vários casos de assassinatos e desaparecimentos de militantes políticos durante o regime militar. O documento cita diversos casos de mortos e desaparecidos que tiveram a identificação de suas ossadas ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O relatório final da Comissão Nacional da Verdade, divulgado nesta quarta-feira, 10 de dezembro, Dia Mundial dos Direitos Humanos, confirma como a Unicamp foi fundamental para desvendar vários casos de assassinatos e desaparecimentos de militantes políticos durante o regime militar. O documento cita diversos casos de mortos e desaparecidos que tiveram a identificação de suas ossadas por peritos da Unicamp.</p>
<p>Mas a participação da Unicamp no esclarecimento de parte importante da história recente do Brasil não se limitou à atuação dos peritos, como lembra o relatório. O documento cita o fato de que a Unicamp recebeu da Arquidiocese de São Paulo, ainda na década de 1980, toda a documentação do histórico projeto <em>Brasil: nunca mais</em>,  &#8220;com o compromisso de permitir a sua consulta e reprodução. Por temor de que o material de pesquisa pudesse ser destruído, em plena retomada da democracia, cópia da documentação foi encaminhada pelo Conselho Mundial de Igrejas ao Latin American Microform Project do Center for Research Libraries (CRL), em Chicago, Estados Unidos&#8221;.</p>
<p>O documento nota que, em cerimônia realizada em agosto de 2013, o Conselho Mundial de Igrejas e o CRL &#8220;entregaram documentos e microfilmes mantidos no exterior ao Ministério Público Federal, com vistas a digitalização da integralidade do acervo. O <em>Brasil: nunca mais </em>digital tornou públicos, pela internet, os principais passos do desenvolvimento do projeto e sua repercussão internacional&#8221;.</p>
<p><strong>Identificações</strong> &#8211; O relatório da Comissão Nacional da Verdade cita a atuação de peritos da Unicamp, por exemplo na identificação das ossadas que se acreditava pertencerem a Dimas Antônio Casemiro (1946-1971), do Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT). Esta seria a posição dos peritos da Unicamp, segundo consta no relatório da Comissão Nacional da Verdade: &#8220;encontro de ossada compatível porém, devido a grande fragmentação dos ossos, muitos aspectos antropométricos estão prejudicados, assim sendo, amostras foram enviadas para extração de DNA”. Sem qualquer conclusão, em 1999, os familiares de Dimas solicitaram a intervenção do Ministério Público Federal no caso. Em 2010, concluiu-se pela impossibilidade de identificar os restos mortais de Dimas, da maneira como vinha sendo realizado o procedimento. Em 2011, o Ministério Público Federal deu início a investigação criminal, sob o processo n.1.34.001.007805/2011-00, com o objetivo de esclarecer a morte de Dimas, seguida de ocultação do cadáver. O resultado das investigações, entretanto, não foram esclarecedores. De acordo com a informação do Ministério Público Federal, “nada foi esclarecido, permanecendo esses fragmentos ósseos, que se suspeita como de Dimas, sem inumação&#8221;.</p>
<p>Outro caso foi o de Ruy Carlos Vieira Berbert (1947-1972), desaparecido político, membro do Movimento de Libertação Popular (Molipo). Em 1991, segundo o relatório, teria sido encontrado o local onde estariam seus restos mortais. A família conseguiu inclusive a retificação de seu nome em uma certidão de óbito, onde constava um nome falso. &#8220;As informações obtidas também apontavam uma possibilidade de localização dos restos mortais. Diante disso, seus familiares entraram em contato com o departamento de medicina legal da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) para poder proceder à exumação e identificação dos restos mortais. As informações coletadas, no entanto, ainda eram insuficientes para estabelecer um perímetro para escavação&#8221;, afirma o documento da Comissão Nacional da Verdade.</p>
<p>Do mesmo modo, é citado o caso de Frederico Eduardo Mayr (1948-1972), do Molipo. O relatório da CNV informa: &#8220;Seus restos mortais foram sepultados na vala clandestina do Cemitério de Perus. Somente em 1992, após a abertura da referida vala, sua ossada foi identificada pelo Departamento de Medicina Legal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em 13 de julho do mesmo ano, foi celebrada por Dom Paulo Evaristo Arns uma missa na Catedral da Sé, em São Paulo, em sua homenagem e a Helber José Gomes Goulart e Emanuel Bezerra dos Santos, outros dois militantes que tiveram seus restos mortais localizados&#8221;.</p>
<p>Os peritos da Unicamp também atuaram no reconhecimento das ossadas de Maria Lúcia Petit da Silva (1950-1972). Ela era do PC do B. O relatório da Comissão Nacional da Verdade relata: &#8220;Em 1991 foi realizada uma <span style="font-size: medium;">expedição de familiares dos mortos e desaparecidos políticos do Araguaia, em conjunto com membros da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo e peritos da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), quando foram exumadas duas ossadas enterradas no cemitério de Xambioá (TO). Em 14/5/1996, uma das ossadas foi reconhecida pelo Departamento de Medicina Legal da Unicamp como sendo a de Maria Lúcia Petit da Silva. Seu corpo estava embrulhado em um paraquedas, tal como aparecia em foto divulgada pelo jornal </span><i><span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: medium;">O Globo</span></i><span style="font-size: medium;">, em 1996. Em junho de 1996 foi sepultada no cemitério de Bauru(SP)&#8221;. Em 1997 ela deu nome a uma rua do Jardim Monte Belo, em Campinas&#8221;.</span></p>
<p>Atuação da Unicamp também no caso de Francisco Manoel Chaves, ligado ao PC do B e desaparecido em 1972, na chamada Guerrilha do Araguaia. O relatório da Comissão Nacional da Verdade informa: &#8220;Em 1991 foi realizada uma expedição de familiares dos mortos e desaparecidos políticos do Araguaia, em conjunto com membros da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo e peritos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), quando foram exumadas duas ossadas enterradas no cemitério de Xambioá(TO). Uma destas corresponde à de um homem negro com aproximadamente 60 anos, um perfil compatível com o de Francisco Manoel Chaves. Entretanto, não foi possível confirmar esta identificação, dado que seus familiares não foram encontrados para fornecer os dados necessários ao processo de perícia&#8221;.</p>
<p>Caso também de Helber José Gomes Goulart (1944-73), ligado à ALN, que &#8220;foi enterrado como indigente, no cemitério Dom Bosco, em Perus, na cidade de São Paulo. Em 1992, seus restos mortais foram exumados e identificados pela equipe do Departamento de Medicina Legal da Universidade Estadual de Campinas e trasladados para Mariana (MG). Após missa celebrada por dom Luciano Medes de Almeida, presidente da CNBB, o sepultamento foi realizado no cemitério de Santana&#8221;, como informa o relatório.</p>
<p>Outro caso investigado por peritos da Unicamp foi de Antônio Carlos Bicalho Lana (1949-1973), também ligado à ALN. O relatório diz: &#8220;A comissão de familiares investigou os arquivos do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) de São Paulo e, em 1990, encontrou fotos do corpo de Antônio Carlos, no qual se notavam mutilações provocadas por torturas. As marcas deixadas pelos tiros que Antônio Carlos recebera durante outra emboscada que sofrera junto com outros militantes em 1972 foram fundamentais para a identificação dos seus restos mortais pelo Departamento de Medicina Legal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 1991&#8243;.</p>
<p>Caso e enorme repercussão nacional foi o de Sonia Maria de Moraes Angel Jones (1946-73), também vinculada à ALN. O relatório diz que a ex-companheira de outro morto pela ditadura, Stuart Edgar Angel Jones, foi morta com o seu então companheiro, Antônio Carlos Bicalho Lana, a 30 de novembro de 1973, após terem sido presos em Santos. Conta o relatório: &#8220;Em 1981 foi possível trasladar para o Rio de Janeiro os restos mortais sepultados no cemitério de Perus e identificados com o nome de guerra da militante. Revelou-se, no entanto, por meio de exame realizado no ano seguinte, que o corpo pertencia a uma pessoa do sexo masculino. A família só conseguiu recuperar, de fato, os restos mortais de Sônia dez anos depois, em 1991. Após seis exumações, foram localizadas as ossadas pertencentes a Sônia, como comprovado a partir de exames periciais realizados pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Sônia foi sepultada em 12 de agosto de 1991, no cemitério Jardim da Saudade, no Rio de Janeiro (RJ)&#8221;.</p>
<p align="LEFT">Um caso polêmico foi o relacionado a Flávio Carvalho Molina (1947-1971), ligado ao Molipo. O relatório diz que ele &#8220;morreu aos 23 anos de idade em ação perpetrada por agentes do Estado&#8221;. As suas ossadas estariam entre aquelas encontradas no triste episódio da Vala de Perus. Diz o relatório: &#8220;Em 1990, a vala foi descoberta e encontradas 1.049 ossadas, entre as quais estaria a de Flávio Carvalho Molina. Após a identificação, os restos mortais de Flávio foram trasladados para o cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. Entretanto, ainda que a identificação e traslado tenham se concluído, a negligência em relação à identificação das ossadas encontradas no cemitério, por parte da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), fizeram com que o Ministério Público Federal (MPF) entrasse com uma ação contra as instituições e cinco peritos. Na interpretação do MPF, tanto as instituições quanto os profissionais seriam responsáveis por quebrar o pacto de ação pela identificação das ossadas de Flávio Carvalho Molina e Luiz José da Cunha. Em 2005, o governo brasileiro, através da CEMDP, enviou ao Laboratório Genomic, em São Paulo, amostras da família Molina e da ossada de Flávio. Sob a responsabilidade da doutora Delnice Ritsuko Sumita, as ossadas foram identificadas como de Flávio Molina&#8221;.</p>
<p align="LEFT"> O relatório cita outro cemitério onde foram encontradas ossadas supostamente de desaparecidos políticos. Descreve o documento: &#8220;Ainda em São Paulo, o Cemitério Campo Grande foi também usado, em menor escala, para a ocultação de corpos de militantes, como Emmanuel Bezerra dos Santos e Manoel Lisboa de Moura, mortos em 1973. Seus restos mortais foram exumados em 1992 e periciados pela equipe da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os despojos de Emmanuel foram trasladados para o Rio Grande do Norte. Suspeita-se que outro cemitério, de Parelheiros, também tenha sido usado para ocultar corpos. Lá foi descoberto poço que abrigaria ossário clandestino, com restos mortais não identificados. O poço foi confirmado por análise feita com radar de solo, em expedições da CEMDP, em conjunto com o <span lang="JA" style="font-family: AGaramondPro-Regular; font-size: medium;"><span lang="JA" style="font-family: AGaramondPro-Regular; font-size: medium;">MPF e a Policia Federal&#8221;. (Por José Pedro Martins)</span></span></p>
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		<title>Unicamp debate hidrogênio e células a combustível contra mudanças climáticas</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 16:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IPCC]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois dias depois que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) divulgou o seu quinto relatório, com previsões mais do que alarmantes para o planeta, a Unicamp sedia, nestes dias 4 e 5 de novembro, o o 7º Workshop Internacional sobre Hidrogênio e Células a Combustível e 1º Seminário sobre Energia e Sustentabilidade (WICaC-SES 2014). ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois dias depois que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) divulgou o seu quinto relatório, com previsões mais do que alarmantes para o planeta, a Unicamp sedia, nestes dias 4 e 5 de novembro, o o 7º Workshop Internacional sobre Hidrogênio e Células a Combustível e 1º Seminário sobre Energia e Sustentabilidade (WICaC-SES 2014). Durante o evento haverá ainda o pré-lançamento do livro &#8220;Fontes Renováveis de Energia&#8221;, do Professor do Instituto de Física da Unicamp, Ennio Peres da Silva, um dos maiores especialistas mundiais em energia do hidrogênio.</p>
<p>O sucesso e a repercussão das edições anteriores do Workshop ratificam a importância e relevância da realização da sua sétima edição, em um momento em que o planeta aprofunda o debate sobre fontes alternativas de energia. A novidade para este ano está na parceria que foi estabelecida com o Instituto Aqua Genesis, organização não governamental atuante na promoção do uso do hidrogênio como combustível limpo.</p>
<p>O Instituto será o responsável pelo lançamento da primeira edição do Seminário sobre Energia e Sustentabilidade, trazendo ao evento debates pertinentes no quesito mudanças climáticas. O objetivo dessa parceria é trazer à tona discussões sobre a redução das emissões emissões de gases de efeito-estufa. Está prevista a participação de 15 conferencistas nacionais e internacionais, a apresentação de trabalhos técnicos na forma de pôsteres, além de um minicurso que vai tratar da temática “Energia e Sustentabilidade”. O evento é voltado para pesquisadores, docentes, estudantes de graduação e pós-graduação, representantes de empresas e governo.</p>
<p>O professor Ennio Peres da Silva conduz há anos pesquisas sobre o uso da energia do hidrogênio e outras fontes alternativas de energia. No livro que ele lança durante o Worksho, Peres apresenta um panorama geral do potencial e das tecnologias disponíveis para o aproveitamento das fontes renováveis de energia, enfatizando os aspectos ambientais. Maior destaque foi dado à participação das fontes renováveis na matriz energética brasileira, procurando contribuir para o debate da questão energética nacional.</p>
<p>Desde 1973, o ano do choque do petróleo que abalou a economia mundial, a matriz energética brasileira se tornou mais “suja”, com maior presença de combustíveis fósseis. Ainda assim, depois de quatro décadas a matriz energética do Brasil é quatro vezes mais “limpa” do que a média mundial. Os dados estão no relatório Energia no Mundo – Matrizes Energéticas – Matrizes Elétricas 2012-2013, que acaba de ser publicado pelo Ministério das Minas e Energia (MME), como a Agência Social de Notícias informou. ( http://agenciasn.com.br/arquivos/942)</p>
<p>Segundo o documento, o conjunto de energias renováveis (hidráulica e outras) somou 41% da matriz energética em 2013, contra 50,9% em 1973. Nesse período a matriz energética ficou, portanto, mais “suja”, pelo aumento da presença de combustíveis fósseis, e principalmente do gás, que ampliou sua proporção de 0,4% para 12,8%, e do carvão, com crescimento de 3,1% para 5,6%.</p>
<p>A participação do óleo diminuiu de 45,6% para 39,3% e nesse período foi adicionada a energia nuclear, que hoje representa 1,3% da matriz energética. Além dos 12,5% da energia hidráulica na matriz energética em 2013, o grupo das renováveis somou os 16,1% de produtos da cana, 8,3% de lenha e carvão e 4,2% de biodiesel e outros. Já a matriz energética mundial era composta por 13,5% de renováveis em 2012, somando-se os 2,4% de energia hidráulica e 11,1% de outras (solar, eólica e outras).</p>
<p>O incremento do uso de energias fósseis foi justamente o motivo apontado pelo IPCC para o agravamento das mudanças climáticas. O quinto relatório do IPCC foi divulgado no domingo, dia 02 de novembro, em Copenhagen, na Dinamarca. (http://agenciasn.com.br/arquivos/988)</p>
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