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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Viracopos</title>
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		<title>Viracopos é o aeroporto melhor avaliado do Brasil pelos passageiros</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2015 19:48:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Viracopos]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram 12.992 passageiros ouvidos, de voos domésticos e internacionais em 15 aeroportos que somam 95% da movimentação aérea no país. Com este universo de amostragem, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, foi o melhor avaliado do Brasil, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira, 29 de janeiro, pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). A pesquisa foi feita entre outubro ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foram 12.992 passageiros ouvidos, de voos domésticos e internacionais em 15 aeroportos que somam 95% da movimentação aérea no país. Com este universo de amostragem, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, foi o melhor avaliado do Brasil, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira, 29 de janeiro, pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). A pesquisa foi feita entre outubro e dezembro de 2014, pela Praxian – Business &amp; Marketing.</p>
<p>Esta é a quinta pesquisa de satisfação promovida pela SAC. Foram avaliados 48 quesitos e o resultado apontou Viracopos, com nota 4,29 (o máximo era 5), como aeroporto brasileiro melhor avaliado, seguido de Recife, em Pernambuco (nota 4,28), e Curitiba, no Paraná (4,27).</p>
<p>Eficiência dos funcionários do check-in (nota média de 4,86), cordialidade (4,84) e o tempo de fila na emigração (4,82) e no guichê (4,49) foram os quesitos que mais pesaram para a liderança de Viracopos.</p>
<p>O &#8220;custo do estacionamento&#8221;, com nota 2,54, foi o quesito com menor avaliação de Viracopos. Os outros quesitos menos avaliados foram &#8220;valor dos produtos de lanchonetes/restaurantes&#8221; (nota 2,58), &#8220;valor dos produtos comerciais&#8221; (3,02) e &#8220;transporte público&#8221; e &#8220;disponibilidade de tomadas&#8221; (nota 3,40 para cada item). Com pequenas alterações, estes foram os quesitos de menor avaliação na maioria dos aeroportos pesquisados, ao lado da qualidade da internet disponibilizada.</p>
<p>Segundo a Secretaria da Aviação Civil, a nota média de Viracopos tem melhorado nas últimas três pesquisas, depois de uma queda inicial. As notas foram 4,39 (quarto trimestre de 2013), 4,01 (primeiro trimestre de 2014), 3,73 (segundo de 2014), 4,17 (terceiro de 2014) e, agora, 4,29.</p>
<p>De modo geral, 74% dos passageiros avaliaram os aeroportos como bons ou muito bons segundo a SAC e 66% dos pesquisados estavam em voo doméstico. Ainda de acordo com a pesquisa, 63% dos passageiros utilizam o táxi para chegar e sair do aeroporto e 65% dos passageiros viajam a lazer. Entre o universo pesquisado, 34% dos passageiros abordados têm entre 26 e 35 anos e 43% dos entrevistados têm o ensino superior completo.</p>
<p>Os aeroportos de Brasília, Galeão, Congonhas e Guarulhos têm mais de 15 milhões de passageiros por ano. Já os aeroportos de Campinas, Confins, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Santos Dumont e Salvador têm entre 5 milhões e 15 milhões de passageiros por ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ministério da Defesa propôs e Viracopos e outros aeroportos terão Plano para evitar colisões entre aves e aeronaves</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 21:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Conama]]></category>
		<category><![CDATA[Viracopos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, e demais aeroportos brasileiros, terão que elaborar Planos de Manejo de Fauna em Aeródromos (PMFA), para evitar a colisão entre aves e aeronaves. A resolução criando regras claras para a elaboração dos PMFAs foi sugerida pelo Ministério da Defesa e aprovada na quarta-feira, 19 de novembro, em reunião do Conselho ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, e demais aeroportos brasileiros, terão que elaborar Planos de Manejo de Fauna em Aeródromos (PMFA), para evitar a colisão entre aves e aeronaves. A resolução criando regras claras para a elaboração dos PMFAs foi sugerida pelo Ministério da Defesa e aprovada na quarta-feira, 19 de novembro, em reunião do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), em Brasília.</p>
<p>De acordo com a resolução, o PMFA pode envolver o manejo do ambiente, dos animais ou partes destes, transporte e destinação de material zoológico coletado, captura e translocação, coleta e destruição de ovos e ninhos e abate de animais. A elaboração do Plano, segundo a resolução, contemplará a realização de diagnóstico da área do aeroporto e entorno, abrangendo inventário de espécies, descrição dos habitats usados pelas espécies, descrição dos focos de atração de &#8220;espécie-problema&#8221; e censo faunístico de cada &#8220;espécie-problema&#8221;.</p>
<p>O Plano também deve conter a avaliação do risco de colisão com fauna e o histórico dos últimos cinco anos de colisões com fauna para cada dez mil movimentações de aeronaves registradas, abrangendo as estatísticas de colisões por ano, por mês, mensais por período do dia, anuais por fase do voo e ou atividade da aeronave, por altitude ou localização espacial da aeronave.</p>
<p>Ainda segundo a resolução do Conama, a alternativa de manejo que envolva a captura e a translocação de &#8220;indivíduos de espécie-problema&#8221; observará uso de técnicas &#8220;adequadas ao manejo dos animais e aos impactos decorrentes da transferência para outras áreas&#8221;. A necessidade de captura e transferência dos animais poderá ser indicada &#8220;mediante a demonstração da insuficiência ou ineficácia dos métodos alternativos para afastamento dos animais da área do aeródromo, conforme descrita em literatura científica ou nos resultados contidos no relatório de monitoria do PMFA&#8221;.</p>
<p>A resolução do Conama estipula ainda que a autorização do PMFA deverá ser solicitada pelo operador do aeroporto, &#8220;que apresentará responsável técnico pela sua elaboração e implementação&#8221;. Em caso de emergência de risco operacional, &#8220;será emitida autorização emergencial par ao manejo da espécie-problema&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Viracopos voa para ser primeiro aeroporto-cidade do Brasil e já muda cenário urbano em Campinas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 15:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Viracopos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em fase de expansão, o Aeroporto Internacional de Viracopos, de Campinas (SP), voa rapidamente para ser o primeiro aeroporto-cidade do Brasil. A ampliação de Viracopos já está provocando várias mudanças no cenário urbano local e levará a alterações em todo o  conjunto da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Implantação do BRT e seus novos corredores de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em fase de expansão, o Aeroporto Internacional de Viracopos, de Campinas (SP), voa rapidamente para ser o primeiro aeroporto-cidade do Brasil. A ampliação de Viracopos já está provocando várias mudanças no cenário urbano local e levará a alterações em todo o  conjunto da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Implantação do BRT e seus novos corredores de ônibus, novo plano de trânsito e transporte para horizonte de 25 anos, anúncio de um mega-centro de convenções e conclusão do Anel Viário são algumas das ações já em curso, que projetam muitas transformações na cidade e região. A ampliação do polo de ciência e tecnologia e a multiplicação de negócios em logística já estão sendo estudadas.</p>
<p>O perfil urbano de Campinas já está mudando em função da ampliação de Viracopos. Quatro grandes obras viárias estão em fase final de elaboração de projeto e discussão, que vão alterar completamente o acesso ao aeroporto e aos bairros populosos das regiões do Ouro Verde e Campo Grande, nas regiões Sul e Sudoeste do município.</p>
<p>A primeira grande obra é o prolongamento da  SP-083 , entre as Rodovias Anhanguera e “Miguel Malhado Campos”. Trata-se do prolongamento do Anel Viário de Campinas “José Roberto Magalhães Teixeira”, entre as rodovias Anhanguera e Bandeirantes, em uma primeira etapa, e a rodovia “Miguel Malhado Campos”, na segunda etapa, resultando na ampliação do acesso a Viracopos. São obras na bacia do rio Capivari, que vão consolidar o futuro Centro Logístico Integrado de Campinas.</p>
<p>O trajeto proposto para o prolongamento do Anel Viário de Campinas, entre as rodovias Anhanguera e Bandeirantes, fica entre os bairros Macuco e Jardim Nossa Senhora de Lourdes. Na segunda etapa, entre a Bandeirantes e a rodovia “Miguel Malhado Campos”, o trajeto fica próximo à Cidade Singer. Uma das consequências da ampliação será a redução do tempo e distância de acesso, até o Aeroporto de Viracopos, de veículos de passageiros e cargas provenientes do Rio de Janeiro ou Vale do Paraíba, pela rodovia D.Pedro I.</p>
<p>Um dos efeitos do prolongamento será o fortalecimento do futuro Centro Logístico Integrado de Campinas, projetado pelo governo estadual. Os Centros Logísticos Integrados serão locais de transferência intermodais de cargas. Se for concretizado o projeto de trem regional, acenado pelo governo estadual, ou do próprio Trem de Alta Velocidade (TAV,ou trem-bala), pretendido pelo governo federal, Campinas terá um sistema intermodal completo, composto por aeroporto internacional, ferrovia e algumas das principais rodovias do país.</p>
<p><strong>Outras obras</strong> &#8211; Duas outras obras viárias em fase final de projeto têm ligação direta com Viracopos. Uma é a construção de 7 km de marginais na Rodovia Santos Dumont, no trecho entre Campinas e o aeroporto. Atualmente esse trecho sofre de congestionamentos diários. A outra é a duplicação da própria rodovia &#8220;Miguel Malhado Campos&#8221;, que liga Vinhedo à Santos Dumont e Viracopos.</p>
<p>A quarta grande obra viária de Campinas será a ligação entre o Ouro Verde e o Campo Grande, fazendo a conexão entre os dois corredores de BRT previstos para estas regiões altamente populosas. A implantação do BRT, sigla em inglês para ônibus de trânsito rápido, demandará “mudanças importantes”, que já começarão a ser implantadas a partir do projeto de requalificação da avenida Francisco Glicério, como disse recentemente, em audiência na Câmara Municipal, o secretário municipal de Transportes e presidente da Emdec, Carlos José Barreiro.</p>
<p>Os corredores de BRT serão implantados com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade Urbana (PAC 2), do governo federal. A empresa portuguesa Engimind Brasil Consultores e Representação foi a vencedora da licitação para projetar os corredores. Serão 14,4 quilômetros de extensão no Ouro Verde, uma das regiões mais populosas de Campinas. No Campo Grande, também muito populoso, serão 17, 8 quilômetros, começando pelos trilhos desativados do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na região central. A estimativa é a de que os corredores tenham capacidade de transportar 30 mil pessoas por hora nos dois sentidos.</p>
<p>Todas as obras viárias serão contempladas no plano de transporte e trânsito que a Prefeitura de Campinas está elaborando, para um horizonte de &#8220;25, 30 anos&#8221;, nas palavras do secretário Barreiro. O plano também incluirá as ciclovias, o BRT e outras ações viárias, que vão mudar o perfil urbano da cidade.</p>
<p><strong>Centro de convenções</strong> &#8211;  Também como impacto direto da ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos está a anunciada construção de um mega-Centro de Convenções em Campinas, uma demanda antiga do setor produtivo e de turismo. Campinas é a única cidade do Brasil com mais de 1 milhão de habitantes que ainda não tem um Centro de Convenções à sua altura.</p>
<p>O Royal Campinas &#8211; Convention Business &amp; Hotels foi anunciado no dia 24 de setembro pela Odebrecht Realizações Imobiliárias e grupo Royal Palm Hotels &amp; Resorts, de Campinas. O projeto prevê a edificação de um complexo com centro de convenções, hotéis, mal com gastronomia e conveniência, em local estratégico entre as rodovias Santos Dumont, Anhanguera e Bandeirantes.</p>
<p><strong>Aeroporto-cidade</strong> &#8211;  Todas as modificações previstas confirmam que Viracopos tende a ser o primeiro aeroporto-cidade do Brasil. O pesquisador John Kasarda, ex-diretor do Instituto Kenan da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, é um dos principais estudiosos do potencial de desenvolvimento local e regional a partir de aeroportos. E em vários trabalhos acadêmicos ou conferências, em diversos países, ele tem defendido que Viracopos, em Campinas, pode se transformar em um dos primeiros aeroportos-cidade do Brasil, ancorando um importante processo de desenvolvimento da região, assim como já acontece com os aeroportos de Amsterdam Schiphol, na Holanda, e Frankfurt, na Alemanha.</p>
<p>Kasarda e outros pesquisadores trabalham com o conceito de cidades-aeroportos ou “aerotrópoles”. Seriam cidades, ou aglomerações urbanas, planejadas e construídas a partir de aeroportos, que induziriam à implantação de uma série de serviços para atender aos negócios relacionados diretamente ao escopo das unidades aeroportuárias, mas também à população de modo geral que transita por elas. E empreendimentos imobiliários, de logística em geral e de desenvolvimento de pequenas e médias empresas de base tecnológica, de alto valor agregado, também seriam anexados ao longo do tempo, configurando verdadeiras “cidades”.</p>
<p>Uma “aerotrópole” típica seria aquela em pleno desenvolvimento a partir do aeroporto de Amsterdam Schipol, na Holanda. Por sua localização estratégica, próxima do megaporto de Roterdã e de importantes centros da economia mundial como Paris, Londres e Frankfurt, Schipol se tornou um dos mais importantes “hubs”, ou centros de distribuição da Europa. Diversas companhias globais montaram armazéns e centros de distribuição no entorno de Schipol, que também incluiu, ao longo do tempo, hotéis cinco estrelas, prédios de escritórios de última geração, complexos de compras em geral e outros empreendimentos imobiliários. Enfim, um verdadeiro <i>cluster</i> gestado a partir de um aeroporto.</p>
<p>Seria este o futuro do Aeroporto Internacional de Viracopos ampliado? John Kasarda não tem manifestado dúvidas em apontar Viracopos como o indutor de uma “aerotrópole” emergente, como afirmou na publicação “Airport World” e em vários trabalhos acadêmicos.</p>
<p>No caso de Campinas, a presença de um dos mais importantes polos científicos e tecnológicos do Brasil reforça, teoricamente, o potencial de consolidação de Viracopos como um aeroporto-indústria. Se o projeto de construção do Trem Metropolitano, ou mesmo &#8211; hipótese cada vez mais remota &#8211; do  Trem de Alta Velocidade (TAV), entre Campinas e Rio de Janeiro, com uma estação em Viracopos, for efetivado, o potencial multiplicador de negócios e de movimento de pessoas do aeroporto será ainda maior.</p>
<p>Em qualquer um dos cenários, a ampliação de Viracopos terá, como já está tendo, impactos enormes no sistema de transportes, no mercado imobiliário e em outras áreas, exigindo um sério esforço de planejamento por parte das Prefeituras de Campinas e de vários municípios da região metropolitana situados em seu território de influência.</p>
<p>Viracopos, ao lado de outros aeroportos, foi objeto de concessão à iniciativa privada por parte do governo Dilma Roussef, no início de 2012 – desconcertando a muitos, pela agenda historicamente anti-privatista do PT. No final de agosto, a Cetesb anunciou um conjunto de 61 exigências para liberar o início das obras, o que se deu logo em seguida. Entre as exigências, que o grupo concessionário teria que cumprir, estão o monitoramento da fauna e das emissões atmosféricas, o financiamento de instalação de uma nova unidade de conservação no município, a contratação de mão-de-obra local e o controle do ruído. Outras exigências são ações integradas com demais prefeituras da região, monitoramento e reuso das águas, programa de comunicação social e rígido controle de segurança no trânsito.</p>
<p>A expectativa, não cumprida, era a de que até a Copa de 2014 estivesse concluída a primeira fase da ampliação, elevando para 14 milhões de passageiros/ano a capacidade de Viracopos, que hoje é de 5 milhões. Esta fase está quase concluída. Estão previstas cinco fases, ao longo da concessão de 30 anos, e no final das obras a capacidade de operação será de incríveis 80 milhões de passageiros/ano, que poderão ter acesso a shopping, cinemas e outros serviços típicos, sim, de uma cidade-aeroporto.</p>
<p>A articulação de diferentes modalidades de Arranjos Produtivos Locais (APLs) e o fomento a negócios de <i>e-commerce</i> (em franca expansão em todo mundo) tendo como base o aeroporto são alguns empreendimentos que Viracopos pode viabilizar, e muitos estudos já estão sendo realizados nesse sentido, pelo poder público, iniciativa privada e Universidades.</p>
<div id="attachment_925" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/ImagensCampinas_0194.jpg"><img class="size-large wp-image-925" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/ImagensCampinas_0194-1024x682.jpg" alt="Campinas e todo conjunto da região metropolitana já estão sendo impactados pela ampliação de Viracopos" width="618" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Campinas e todo conjunto da região metropolitana já estão sendo impactados pela ampliação de Viracopos</p></div>
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		<title>Laboratório de Campinas fará simulações para controle de espaço aéreo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 22:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Testar e validar sistemas de controle do espaço aéreo antes que eles entrem em operação. Este é o propósito do Laboratório de Qualificação de Sistemas para Controle do Espaço Aéreo, inaugurado na manhã desta terça-feira, 21 de outubro, pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), de Campinas (SP). O novo Laboratório resulta de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Testar e validar sistemas de controle do espaço aéreo antes que eles entrem em operação. Este é o propósito do Laboratório de Qualificação de Sistemas para Controle do Espaço Aéreo, inaugurado na manhã desta terça-feira, 21 de outubro, pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), de Campinas (SP).</p>
<p>O novo Laboratório resulta de parceria entre o CPqD e o Comando da Aeronáutica, com o objetivo de dar respaldo à evolução do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro. Pelo acordo, o CPqD dará apoio à Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA) no projeto voltado para estruturar uma moderna Rede de Telecomunicações Aeronáuticas (ATN Nacional) no Brasil.</p>
<p>Assim, a montagem do novo laboratório é uma iniciativa conjunta do CPqD e da CISCEA, que conta com o apoio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), dos fornecedores de equipamentos Frequentis, SITTI, ParkAir e Audiosoft e de sistemas da Atech e Saipher.</p>
<p dir="ltr">“Esse novo laboratório, inédito no Brasil, é uma referência nacional e internacional para simulações desse tipo”, disse Hélio Graciosa, presidente do CPqD. “A implantação dessa infraestrutura avançada é um passo importante dentro do projeto de evolução do sistema de comunicações do controle do espaço aéreo do país”, complementou.</p>
<p>A inauguração do Laboratório acontece no momento em que está sendo ampliado o Aeroporto Internacional de Viracopos, que confirmará Campinas como um dos principais vértices da aviação comercial no Brasil.</p>
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		<title>Campinas debate política municipal para refugiados</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 19:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma política pública para acolhimento dos refugiados está em discussão por setores da Prefeitura e da sociedade de Campinas. O objetivo da política municipal será a institucionalização, sistematização e regulamentação do acolhimento aos refugiados, que tendem a aumentar em Campinas e região, em função do incremento dos fluxos migratórios internacionais, decorrente de questões políticas, sociais e ambientais. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma política pública para acolhimento dos refugiados está em discussão por setores da Prefeitura e da sociedade de Campinas. O objetivo da política municipal será a institucionalização, sistematização e regulamentação do acolhimento aos refugiados, que tendem a aumentar em Campinas e região, em função do incremento dos fluxos migratórios internacionais, decorrente de questões políticas, sociais e ambientais. A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social é um dos órgãos que está participando da discussão.</p>
<p>As estimativas das Nações Unidas são de existência de mais de 45 milhões de refugiados no planeta, com tendência a aumentar. O Brasil recebeu 5.256 pedidos de refúgio em 2013, mais do que o dobro dos 2087 de 2012 e quase cinco vezes os 1138 de 2011. E foram concedidos pelo Brasil 649 refúgios em 2013, 199 em 2012 e 124 em 2011.</p>
<p>O ranking das origens dos pedidos de refúgio no Brasil em 2013 é liderado por Bangladesh, com 1837 pedidos. Bangladesh é um país especialmente afetado pelas mudanças climáticas globais. Em seguida apareceram Senegal (961 pedidos), Líbano (320) e Síria (256), estes dois últimos países entre os mais atingidos pelos conflitos políticos no Oriente Médio. O ranking dos pedidos concedidos é liderado pela Síria (284) e seguida pela República Democrática do Congo (106), Colômbia (88) e Paquistão 32).</p>
<p>São Paulo, com 1204, e Paraná, com 1088, são os estados com maiores números de registros de pedidos de refugiados em 2013. Na sequencia apareceram Distrito Federal (745), Rio Grande do Sul (491) e Acre (378).</p>
<p>Campinas é uma cidade que tende a estar cada vez mais internacionalizada, em decorrência de fatores como a ampliação do Aeroporto de Viracopos e de sua importante malha viária.</p>
<p>Um dos mais envolvidos na discussão pela regulamentação de uma política municipal para refugiados é o professor Lino Azevedo Júnior. &#8220;É muito importante Campinas ter uma política para refugiados, do ponto de vista humanístico, do acolhimento, etambém para que a cidade se prepare para os fatores associados&#8221;, assinala o professor Lino Azevedo Júnior. Uma reunião para avançar o debate sobre o tema acontece na sexta-feira, 17 de outubro, a partir das 14 horas, no Plenarinho da Câmara Municipal de Campinas.</p>
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