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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Zoneamento Ecológico Econômico</title>
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		<title>São Paulo terá finalmente o seu Zoneamento Ecológico Econômico</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2016 11:36:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com grande atraso em relação a outros estados, São Paulo terá finalmente o seu Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), um instrumento de planejamento previsto na legislação brasileira para ordenar o uso de cada território, procurando compatibilizar os recursos naturais locais com as atividades econômicas. A crise hídrica de 2014-2015, que confirmou a gravidade da disponibilidade de água em áreas como a região de Campinas e a própria metrópole paulistana,  levou o governo paulista a assumir a decisão de formular o Zoneamento Ecológico Econômico para todo o território paulista, uma vez que algumas áreas, como a Baixada Santista, já contam com o seu ZEE pronto ou em fase de elaboração.</p>
<p>O Grupo de Trabalho do Sistema Ambiental Paulista, que irá desenvolver uma proposta para o Zoneamento Ecológico Econômico do Estado de São Paulo (ZEE), foi criado pela Resolução SMA nº 14 e oficialmente instalado no último dia 7 de março, sendo comandado pela Coordenadoria de Planejamento Ambiental (CPLA) e contando com cerca de 100 especialistas das demais coordenadorias e instituições dos órgãos integrantes do Sistema Ambiental Paulista. A expectativa é a de que em fases seguintes o governo de São Paulo abra o processo de construção do ZEE para ampla participação da sociedade.</p>
<p><strong>ZEEs na legislação</strong> &#8211; A Lei Complementar 140, de 8 de dezembro de 2011, passou a regular as atribuições dos entes federativos (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) dentro do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA). Entre as atribuições da União está a formulação de zoneamentos econômico ambientais.</p>
<p>A Lei Federal nº 12.651/2012, sobre o novo Código Florestal, previu um prazo de cinco anos para que todos os estados elaborem e aprovem seus ZEEs. A União já promoveu o Macrozoneamento Ecológico-Econômico (MacroZEE) da Amazônia Legal e está  concluindo o MacroZEE do Bioma Cerrado.</p>
<p>O ZEE já era um instrumento previsto na Política Nacional de Meio Ambiente, visando ordenar a ocupação adequada de um território, de uma região. Vários estudos são feitos, no âmbito de um ZEE, para identificar as limitações ambientais, os potenciais e as vocações econômicas de um território ou região. O propósito é de que, a partir desses estudos, de solo, disponibilidade de águas e outros parâmetros, seja elaborada uma política para o desenvolvimento de forma ambientalmente correta e socialmente justa da área em questão, o que até hoje obviamente não ocorreu em nenhum ponto do território brasileiro.</p>
<p>Com base no que previa a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, e mesmo antes da Lei Complementar 140, alguns estados já iniciaram ou até mesmo concluíram a formulação de seus ZEEs. O ZEE de Minas Gerais foi concluído em 2008 e é considerado uma referência. O ZEE de Minas gerou um Diagnóstico da Vulnerabilidade Natural de todas regiões do estado, um Diagnóstico de Potencialidade Social e um Índice Ecológico-Econômico.</p>
<p>Alguns estados já realizaram ZEEs de regiões específicas, como da Baixada Norte Catarinense e Vale do Itajaí em Santa Catarina e Médio Paraíba no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em São Paulo,  foi concluído o ZEE da Baixada Santista, regulamentado pelo Decreto Estadual nº 58.996, de 25 de março de 2013. O Decreto estipula como deve ser ocupada cada área da Baixa Santista, indicando-se algumas proibições de uso. Já foram publicadas diretrizes para o ZEE do Litoral Norte e subsídios para o Zoneamento Ecológico-Econômico da região do Paraiba do Sul. A Política Estadual de Mudanças Climáticas, resultado da Lei 13.798, de 2009, e regulamentada em junho de 2010, prevê o ZEE em todas as unidades de gerenciamento de recursos hídricos de São Paulo.</p>
<p>Para completar, o governo paulista encaminhou para a Assembleia o Projeto de Lei nº 396/12, instituindo regulamentando o ZEE em todo território paulista. O projeto, já aprovado, prevê a criação de uma Comissão Estadual do Zoneamento Ecológico-Econômico e de Grupos Regionais de Coordenação em cada Unidade Regional de Planejamento Ambiental, que terão a função de fornecer subsídios para a elaboração do ZEE. Os Grupos Regionais, segundo o projeto, serão compostos por 1/3 de representantes do Estado, 1/3 dos municípios e 1/3 da sociedade civil, com sede e atuação na Unidade Regional de Planejamento Ambiental. Existe, então, a possibilidade de participação da cidadania no processo, mas ela apenas ocorrerá com vontade política e muita mobilização da sociedade organizada.</p>
<p><strong>No Brasil</strong> &#8211;  Segundo o Painel Nacional de Indicadores Ambientais (PNIA), formulado pelo Ministério do Meio Ambiente, a Mata Atlântica, a Caatinga e o Pampa são os biomas brasileiros com menor cobertura por projetos de Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) e, por isso, sua ocupação está mais sujeita a ações sem planejamento e predatórias.</p>
<p>De acordo com o PNIA, em 2000 somente 13,4% do território nacional (1.140 mil Km²) estavam cobertos por projetos de Zoneamento Ecológico Econômico. Em 2011, a proporção subiu para 72% (6.209 mil Km²), o que significa uma evolução de quase 445% em pouco mais de uma década. Em 2011, segundo o Ministério do Meio Ambiente, projetos de ZEE cobriam a totalidade dos biomas da Amazônia e do Pantanal, cerca de 67% do Cerrado e 27% da Mata Atlântica. Entretanto, segundo o próprio Ministério, a cobertura “mostrou-se ainda irrisória para a Caatinga e nula para o Pampa”.</p>
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		<title>Mata Atlântica, Caatinga e Pampa têm maior déficit de Zoneamento Ecológico e Econômico</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 23:45:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Mata Atlântica, a Caatinga e o Pampa são os biomas brasileiros com menor cobertura por projetos de Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) e, por isso, sua ocupação está mais sujeita a ações sem planejamento e predatórias. O balanço dos territórios cobertos por Zoneamento Ecológico Econômico foi feito pelo Painel Nacional de Indicadores Ambientais (PNIA), cujos primeiros resultados foram divulgados no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Mata Atlântica, a Caatinga e o Pampa são os biomas brasileiros com menor cobertura por projetos de Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) e, por isso, sua ocupação está mais sujeita a ações sem planejamento e predatórias. O balanço dos territórios cobertos por Zoneamento Ecológico Econômico foi feito pelo Painel Nacional de Indicadores Ambientais (PNIA), cujos primeiros resultados foram divulgados no final de dezembro pelo Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>O Zoneamento Ecológico Econômico é um instrumento da legislação ambiental brasileira, que estipula o estudo dos recursos naturais e as vocações de uma determinada região, de modo que a sua ocupação ocorra de forma planejada, a mais sustentável possível. Ações de ZEE têm sido feitas pelo governo federal, alguns governos estaduais e raramente por municípios, o que facilita a ocupação de seus territórios de forma desenfreada e desordenada.</p>
<p>Segundo o PNIA, em 2000 somente 13,4% do território nacional (1.140 mil Km²) estavam cobertos por projetos de Zoneamento Ecológico Econômico. Em 2011, a proporção subiu para 72% (6.209 mil Km²), o que significa uma evolução de quase 445% em pouco mais de uma década.</p>
<p>Em 2011, segundo o Ministério do Meio Ambiente, projetos de ZEE cobriam a totalidade dos biomas da Amazônia e do Pantanal, cerca de 67% do Cerrado e 27% da Mata Atlântica. Entretanto, segundo o próprio Ministério, a cobertura &#8220;mostrou-se ainda irrisória para a Caatinga e nula para o Pampa&#8221;.</p>
<p>O Macro Zoneamento Ecológico Econômico da Amazônia Legal foi oficializado pelo decreto federal 7.378, de 2010, após várias discussões no âmbito do Ministério do Meio Ambiente e estados que compõem a região. Segundo o Ministério, o MacroZEE da Amazônia Legal considerou outras iniciativas voltadas para a região, como Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), as Políticas de Desenvolvimento Regional (PNDR) e de Defesa, Plano Nacional sobre Mudança do Clima e Programa de Regularização Fundiária da Amazônia Legal, entre outros. A forma de ocupação da Amazônia vem sendo muito criticada por organizações ambientalistas.</p>
<p>Entre as ações estaduais de Zoneamento Ecológico Econômico, está o ZEE da Baixada Santista, feito pelo governo de São Paulo. O Zoneamento Ecológico-Econômico – ZEE da Baixada Santista foi regulamentado pelo Decreto Estadual nº 58.996, de 25 de março de 2013. O Decreto estipula como deve ser ocupada cada área da Baixa Santista, indicando-se algumas proibições de uso.</p>
<div id="attachment_1857" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Pantanal10.jpg"><img class="size-large wp-image-1857" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Pantanal10-1024x768.jpg" alt="Pantanal, um dos biomas já cobertos com projetos de ZEE" width="618" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Pantanal, um dos biomas já cobertos com projetos de ZEE</p></div>
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