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	<title>Agência Social de Notícias &#187; ASN</title>
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		<title>A boa nova da Comissão Pastoral da Ecologia</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 01:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Uma boa nova para o enfrentamento das mudanças climáticas e questões socioambientais de modo em geral em Campinas é o avanço das atividades da Comissão Arquidiocesana da Pastoral da Ecologia Integral. Uma organização relativamente recente, como todas semelhantes no âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A Comissão Episcopal ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Uma boa nova para o enfrentamento das mudanças climáticas e questões socioambientais de modo em geral em Campinas é o avanço das atividades da Comissão Arquidiocesana da Pastoral da Ecologia Integral. Uma organização relativamente recente, como todas semelhantes no âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A Comissão Episcopal Especial para Ecologia Integral e Mineração da CNBB foi criada em 2017.</p>
<p>Acompanho a questão socioambiental em meus 45 anos de jornalismo e entendo que é fundamental o engajamento das Igrejas cristãs e demais religiões no debate a respeito, considerando o agravamento de crises como a da emergência climática. O meu primeiro livro, de 1987, foi “Ecologia ou Morte &#8211; Os cristãos e o meio ambiente”, lançado pela Editora FTD.</p>
<p>O livro tratava justamente do envolvimento das Igrejas cristãs com assuntos socioambientais, que demandavam uma atenção cada vez maior no plano nacional e internacional.</p>
<p>Depois, tive a oportunidade de participar da Conferência Justiça, Paz e Integridade da Criação (JPIC), promovida pelo Conselho Mundial de Igrejas, em Seul, na Coreia do Sul, no início de 1990, quando ainda era muito nova a discussão sobre as mudanças climáticas.</p>
<p>A reflexão está mais avançada de modo geral, portanto, no âmbito das Igrejas cristãs protestantes históricas. No cenário da Igreja Católica, um grande impulso foi dado pela publicação em 2015 da encíclica Laudato Si´, pelo Papa Francisco.</p>
<p>No caso do Brasil, nove edições da Campanha da Fraternidade, promovida pela CNBB, já tiveram questões socioambientais como tema central, sendo a mais recente a de 2025, sobre Fraternidade e Ecologia Integral. As demais foram Campanhas de 1979 (Preserve o que é de todos), 1986 (terra), 2002 (Povos indígenas), 2004 (Água), 2007 (Amazônia), 2011 (Vida no planeta), 2016 (Casa comum), 2017 (Biomas Brasileiros).</p>
<p>A Igreja Católica brasileira, portanto, está mais aberta a essa discussão do que em outros pontos do planeta, refletindo a sua orientação de estar muito próxima dos grandes desafios enfrentados pela população. A Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), por exemplo, se envolvem há muito tempo na temática socioambiental.</p>
<p>Em Campinas, o desenvolvimento da Comissão Arquidiocesana da Pastoral da Ecologia Integral é uma ótima notícia. Instâncias ligadas à Arquidiocese já abordam o assunto há algum tempo. Em 2017, a PUC-Campinas promoveu o Colóquio Laudato Sí: Por uma Ecologia Integral, com base na encíclica do Papa Francisco.</p>
<p>De modo geral, os desafios socioambientais em Campinas e região metropolitana são discutidos em círculos mais restritos, como os do poder público, das Universidades e de poucos grupos e movimentos da sociedade civil, como o Reviva o Rio Atibaia, no distrito de Sousas, e a Proesp, de longa e importante contribuição.</p>
<p>É essencial que o assunto avance e envolva a população em geral, e para isso é essencial o engajamento de outros setores, como o das Igrejas cristãs. É nesse sentido que o trabalho da Comissão Arquidiocesana da Pastoral da Ecologia Integral pode dar importante contribuição.</p>
<p>Recentemente, foi nomeado como Assessor Eclesiástico da Comissão o Padre Luiz Roberto Teixeira Di Lascio, que tem relevante histórico de atuação na área. Como o criador e primeiro titular da Paróquia de São Marcos, o Evangelista, ele desenvolveu o Projeto Vamos Florir os Nossos Jardins, que contemplou o plantio de milhares de árvores na região dos Amarais. O Padre Di Lascio também é um grande incentivador e difusor da Cultura da Paz, que tem conceitos muito próximos ao da Ecologia Integral.</p>
<p>São muitas as questões socioambientais a serem abordadas em Campinas e região. Uma é a da segurança hídrica, considerando a baixa disponibilidade de água nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). Outra, o baixo índice de vegetação nativa. Toda a região era coberta por mata do Domínio Atlântico (e alguma parte por Cerrado), mas a vegetação nativa foi muito reduzida nas últimas décadas, impactando nos outros recursos naturais e na biodiversidade. E é crucial que Campinas e demais municípios da região metropolitana estejam cada vez mais preparados para enfrentar os eventos climáticos extremos que tendem a ocorrer, em função da escalada do aquecimento global, além de fatores como o El Niño que, em 2026 de modo específico, deve ser mais acentuado, como estão prevendo os especialistas.</p>
<p>Por todos esses motivos, a Comissão Arquidiocesana da Pastoral da Ecologia Integral pode representar notável salto na discussão socioambiental na cidade e em toda RMC. Ainda mais com a participação do ativo Padre Di Lascio, totalmente afinado com a Ecologia Integral e Cultura da Paz.</p>
<p><a href="https://horacampinas.com.br/a-boa-nova-da-comissao-pastoral-da-ecologia-por-jose-pedro-martins/"><strong>(Publicado originalmente no Portal Hora Campinas)</strong></a></p>
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		<title>Hospital SOBRAPAR reúne especialistas do Brasil em curso avançado de cirurgia craniofacial</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 15:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Formação de cirurgiões em procedimentos de alta complexidade terá participação de profissionais de centros de referência nacionais A alta demanda de pacientes que necessitam de cirurgia craniofacial no Brasil e a necessidade de formação especializada de profissionais nessa área estão no centro do curso “Técnicas Avançadas em Cirurgia Craniofacial”, promovido pelo Hospital SOBRAPAR Crânio e ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Formação de cirurgiões em procedimentos de alta complexidade terá participação de profissionais de centros de referência nacionais</i></p>
<p>A alta demanda de pacientes que necessitam de cirurgia craniofacial no Brasil e a necessidade de formação especializada de profissionais nessa área estão no centro do curso “Técnicas Avançadas em Cirurgia Craniofacial”, promovido pelo Hospital SOBRAPAR Crânio e Face em parceria com a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Medicina (FDTMed). O curso “hands on” &#8211; aprendizado com base em experiências práticas e simulações – acontecerá nos dias 5 e 6 de junho, no IOU (Instituto de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço), em Campinas (SP).</p>
<p>O evento reunirá cirurgiões, neurocirurgiões e especialistas de importantes centros médicos do Brasil em uma imersão voltada à atualização técnica em procedimentos de alta complexidade.</p>
<p>A proposta do curso é proporcionar uma experiência prática e aprofundada, conectando diagnóstico, planejamento cirúrgico, execução técnica e manejo de complicações em cirurgias craniofaciais reconstrutivas. A programação foi estruturada para compartilhar técnicas utilizadas no Hospital SOBRAPAR, referência nacional no tratamento de deformidades craniofaciais.</p>
<p>“Trata-se de um esforço do Hospital SOBRAPAR para formar mais profissionais, considerando a demanda crescente de pacientes que recebemos, especialmente crianças, à espera de cirurgias craniofaciais de alta complexidade. Verificamos uma escassez de médicos qualificados para atender essas crianças com síndromes raras, como Apert e Crouzon”, afirma o cirurgião plástico e craniofacial Cassio Eduardo Raposo do Amaral, vice-presidente do Hospital SOBRAPAR. Mais de 60% dos pacientes atendidos pela instituição têm deformidades craniofaciais congênitas.</p>
<p>Para Raposo do Amaral, iniciativas como essa contribuem diretamente para a qualificação de equipes médicas e a ampliação do acesso da população brasileira a tratamentos craniofaciais cada vez mais seguros e eficazes. “O tratamento dessas deformidades exige equipes altamente treinadas, atualização constante e integração entre diferentes especialidades. Compartilhar conhecimento técnico e experiência prática entre centros de referência é fundamental para aprimorar os resultados cirúrgicos e oferecer mais segurança aos pacientes”, destaca Raposo do Amaral.</p>
<p>Integram a equipe que ministrará o curso: Cesar Raposo do Amaral, chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital SOBRAPAR; Enrico Ghizoni, neurocirurgião do SOBRAPAR e professor da Unicamp; além de Cassio Eduardo Raposo do Amaral. Participam também os professores convidados Hamilton Matushita, coordenador de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas da USP; Nivaldo Alonso, coordenador de Cirurgia Craniofacial do HRAC Bauru; Patrícia Dastoli, professora do Departamento de Neurocirurgia e Neurologia da Unifesp; e Tatiana Protzenko, neurocirurgiã pediátrica do Instituto Fernandes Figueira (RJ).</p>
<p><b>Demonstração cirúrgica passo a passo</b></p>
<p>No primeiro dia, os participantes terão acesso a uma abordagem completa sobre diagnóstico por imagem, planejamento cirúrgico e manejo pós-operatório, com foco em segurança e previsibilidade dos resultados. A atividade prática incluirá demonstrações passo a passo de técnicas avançadas realizadas pelos especialistas da instituição, permitindo aos participantes acompanhar em tempo real todas as etapas críticas dos procedimentos.</p>
<p>Entre os temas abordados estarão o posicionamento do paciente, incisões estratégicas para preservação vascular, técnicas de descolamento tecidual minimamente traumáticas, craniotomias com preservação de estruturas venosas delicadas e inserção de distratores cranianos. O formato interativo permitirá discussão contínua entre alunos e equipe médica durante toda a atividade prática.</p>
<p>Além da demonstração cirúrgica, o curso promoverá debates sobre cinco cenários clínicos complexos frequentemente encontrados na prática médica, incluindo craniossinostoses sindrômicas, reoperações, alterações vasculares identificadas em exames de imagem e contraindicações para determinados tipos de distração craniana.</p>
<p>O segundo dia será dedicado às técnicas mais avançadas da cirurgia craniofacial reconstrutiva, com ênfase na integração entre planejamento virtual e execução cirúrgica refinada. A programação abordará procedimentos como monobloco e bipartição facial, além do manejo de tecidos moles e da prevenção de riscos neurológicos associados a essas intervenções.</p>
<p>O curso será realizado pelo Hospital SOBRAPAR Crânio e Face e FDTMed, com parceria da ArtroMed Implantes. O evento conta ainda com apoio da Associação Brasileira de Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial, Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Pediátrica, Unicamp e Latin American Craniofacial Association.</p>
<p><b>Sobre o Hospital SOBRAPAR</b></p>
<p>Referência no tratamento cirúrgico e multidisciplinar de pacientes que nasceram ou adquiriram deformidades craniofaciais, o Hospital SOBRAPAR Crânio e Face, localizado em Campinas, completa 47 anos de atividades em 2026. Em média, o hospital realiza 1.200 cirurgias e mais de 50 mil atendimentos gratuitos por ano a crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>A instituição conta com uma equipe formada por cirurgiões plásticos, cirurgiões craniofaciais, neurocirurgião, fonoaudiólogos, psicólogos, ortodontistas, odontologistas, otorrinolaringologistas, assistentes sociais, psicopedagogos, ortopedista, entre outros profissionais da saúde, que atua de forma interdisciplinar para reabilitar o paciente, devolvendo a autonomia, confiança e autoestima que eles merecem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><b>Evento &#8211; Técnicas em Cirurgia Craniofacial 2026 &#8211; Hands on</b></p>
<p><b>Data/horário:</b> dias 5 e 6 de junho, das 8h às 18h</p>
<p><b>Local:</b> Av. Prefeito José Roberto Magalhães Teixeira, 150 – Cidade Universitária, Campinas (SP)</p>
<p>IOU – Instituto de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Inscrições e informações:</b> <a href="http://www.workshop.sobrapar.org.br">www.workshop.sobrapar.org.br</a>  / <a href="mailto:marketing@sobrapar.org.br">marketing@sobrapar.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Campinas, ODS e Agenda 2030</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Nos últimos dias 19 e 20 de maio foi realizada, no Sesi Amoreiras, a 1ª Conferência Municipal dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de Campinas. O evento foi organizado pela Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade (Seclimas) e é preparatório à 1ª Conferência Nacional dos ODS, que acontece nos dias ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Nos últimos dias 19 e 20 de maio foi realizada, no Sesi Amoreiras, a 1ª Conferência Municipal dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de Campinas. O evento foi organizado pela Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade (Seclimas) e é preparatório à 1ª Conferência Nacional dos ODS, que acontece nos dias 29 de junho a 2 de julho, em Brasília.</p>
<p>O processo da Conferência Nacional, incluindo a realização de Conferências Municipais e Estaduais, foi deflagrado com o propósito de acelerar a implantação no Brasil dos ODS, inscritos na Agenda 2030.</p>
<p>A Agenda 2030 foi lançada em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU), contemplando 17 grandes ODS. Na prática, a Agenda 2030 dá continuidade aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, lançados pela ONU em 2000.</p>
<p>Os 17 ODS são grandes objetivos para que o planeta alcance o máximo de desenvolvimento sustentável até 2030, nas áreas ambiental, social e econômica. Superação da pobreza, proteção dos recursos naturais e da biodiversidade, garantia de educação e saúde de qualidade para todos, enfrentamento das mudanças climáticas, promoção da energia renovável são em síntese o que pretendem os ODS, cada um deles com metas específicas a serem alcançadas até 2030.</p>
<p>Desde o lançamento da Agenda 2030, organizações da sociedade civil, governos e empresas de todo mundo inseriram os ODS em seus princípios e missão. É muito comum ver um site de ong ou empresa na Internet indicando seus esforços para contribuir com este ou aquele ODS.</p>
<p>O Brasil, entretanto, ainda está muito longe de atingir o que está previsto nos 17 ODS, daí a realização da Conferência Nacional e suas preparatórias nas fases Municipal e Estadual. De acordo com o Relatório 2025 de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, o Brasil está em 54º lugar no ranking dos países que integram a ONU, considerando a observação dos ODS. O Brasil figura atrás de países como Portugal (20º lugar), Chile (35º), Uruguai (38º), Cuba (40º), Ucrânia (42º) e Argentina (46º), de acordo com o Relatório da ONU. Finlândia, Suécia, Dinamarca, Alemanha e França são os países que ocupam o topo do ranking.</p>
<p>O Relatório Luz 2025 também mostra que o Brasil está muito atrasado em cumprir a maioria dos ODS. O Relatório Luz é produzido desde 2017 pelo Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030, que reúne um conjunto de organizações de vários segmentos e faz um monitoramento do cumprimento dos ODS no país.</p>
<p>Segundo o Relatório 2025, com base em dados de 2024, foram monitoradas 168 metas abrangidas pelos 17 ODS, conforme indicado pela Agenda 2030 da ONU. Das 168 metas, 73 têm cumprimento insuficiente (43,35%), 34 estão estagnadas (20,23%), 26 apresentam retrocessos (15,47%) e 15 (8,92%) estão ameaçadas. Somente 12 (7,14%) apresentam cumprimento satisfatório.</p>
<p>A implementação dos ODS no Brasil com certeza depende do que for realizado nos municípios, e daí a importância da 1ª Conferência Municipal dos ODS em Campinas. Como única metrópole do interior, Campinas iniciou relativamente tarde o processo dos ODS. Outros municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) iniciaram antes a sua discussão local dos ODS e elaboração de relatórios de monitoramento.</p>
<p>Em Campinas, o processo foi iniciado no começo de 2026 e já foram realizadas mais de 40 reuniões setoriais, entre as secretarias municipais, visando um processo intersetorial e transversal. A construção dos indicadores  locais também busca fortalecer a integração entre as diferentes áreas da Prefeitura, promovendo maior colaboração e alinhamento entre as políticas públicas. Além disso, o trabalho está sendo desenvolvido em sintonia com o Programa de Metas e o Plano Plurianual (PPA), que orientam a gestão municipal nos próximos anos.</p>
<p>O Relatório Local Voluntário dos ODS está em fase de elaboração e deve ser concluído até setembro, segundo a Prefeitura. O documento será encaminhado ao Governo Federal e, posteriormente, à Organização das Nações Unidas (ONU), com prazo final até janeiro. Agora foi realizada a Conferência Municipal e seus resultados serão levados à Conferência Nacional.</p>
<p>É muito importante que uma cidade do porte e da dimensão política de Campinas busque implementar os ODS. É um grande recado a municípios menores. De forma geral, Campinas e o Brasil em geral discutindo os ODS, que compõem a Agenda 2030, representam uma postura positiva, considerando que Agenda 2030 e os 17 ODS vêm sendo alvo de muitas críticas e mobilizações no plano nacional e internacional.</p>
<p>Em várias partes do mundo, grupos situados na extrema direita do espectro político vêm questionando a Agenda 2030 e os ODS, sobretudo com o argumento de que representariam uma interferência da ONU na soberania dos países. É uma variante da visão conspiracionista, no sentido de que a ONU desejaria um “governo mundial”. Do mesmo modo, alguns desses grupos entendem que a Agenda 2030 “esconde seus reais objetivos”, por exemplo, ela abriria portas para o aborto e outras formas de contracepção, visando “o controle populacional”.</p>
<p>Uma forte campanha contra a Agenda 2030 vem sendo feita, por exemplo, na Espanha, pelo Vox, partido de extrema direita. O partido sustenta que a Agenda 2030 é um dos instrumentos que a ONU estaria utilizando para “pregar a abolição da soberania nacional, o confisco do patrimônio material e espiritual dos cidadãos&#8221;.</p>
<p>No Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro, quando ainda no cargo, questionou o documento, afirmando que a Agenda 2030 defenderia temas como aborto e ideologia de gênero. “Dentre as ‘metas’ da agenda 2030 estão a nefasta ideologia de gênero e o aborto, sob o disfarce de ‘direitos sexuais e reprodutivos’”, escreveu o presidente, na sua conta oficial do então Twitter.</p>
<p>Nos últimos meses, organizações brasileiras também têm feito críticas à Agenda 2030, com argumentos semelhantes. Todas essas críticas à Agenda 2030 lembram os fortes questionamentos que foram feitos, por grupos políticos em várias regiões do planeta, à Agenda 21, o principal documento aprovado na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92, realizada em junho de 1992 no Rio de Janeiro. A Agenda 21 contém 40 capítulos, com diretrizes e sugestões que, se tivessem sido seguidas, o planeta estaria em uma situação muito melhor na atualidade, inclusive em termos do enfrentamento da emergência climática que se agrava a cada ano.</p>
<p>Acompanhei muito de perto esse processo, como autor de vários livros sobre a Agenda 21 e como coordenador da Agenda 21 na Região Metropolitana de Campinas em 2004. Foram iniciados vários processos locais de Agenda 21, inclusive em Campinas, mas várias barreiras acabaram impedindo a continuidade da sua implementação como deveria. (Também houve campanha internacional contra a Agenda 21, por exemplo, pelo Partido Republicano nos Estados Unidos.)</p>
<p>Naquele momento, o poder público local inicialmente apoiava a Agenda 21, mas depois o suporte era atenuado, pois um processo efeito de implantação contemplava necessariamente uma efetiva participação popular no monitoramento e implementação de políticas públicas. Também havia desconfiança por parte de Legislativos Municipais, com o temor, infundado, de que o processo da Agenda 21 poderia retirar o papel e o poder dos vereadores.</p>
<p>É fundamental, enfim, que o processo da Agenda 2030 e dos ODS tenha continuidade em Campinas e no Brasil de modo geral. No caso de Campinas, que não se esgote nos movimentos importantes do poder público e nem na realização da Conferência Municipal. Um processo de implementação da Agenda 2030 e dos ODS, assim como ocorreu no caso da Agenda 21, só tem sentido se envolver ampla participação da sociedade em geral, inclusive do Poder Legislativo, não permanecendo somente na esfera do Executivo.</p>
<p>Como em outras áreas, Campinas pode ser um exemplo nacional na implementação da Agenda 2030 e dos ODS. A cidade já deu vários exemplos de que, quando corajosa e inovadora, ela brilha, sendo inspiradora para outras comunidades.</p>
<p><a href="https://horacampinas.com.br/campinas-ods-e-agenda-2030-por-jose-pedro-martins/">(Publicado originalmente no Portal Hora Campinas)</a></p>
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		<title>Feira [SUB] de arte impressa e publicações independentes está com inscrições abertas para a 8ª edição</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Feira acontece em Campinas no dia 12 de setembro na Biblioteca Zink. As inscrições para participar como expositor são gratuitas e vão até 26 de junho. Inscritos passam por curadoria. Estão abertas as inscrições para editoras, artistas e coletivos interessados em participar como expositor da 8ª edição da Feira [SUB] de arte impressa e publicações ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Feira acontece em Campinas no dia 12 de setembro na Biblioteca Zink. As inscrições para participar como expositor são gratuitas e vão até 26 de junho. Inscritos passam por curadoria.</em></p>
<p>Estão abertas as inscrições para editoras, artistas e coletivos interessados em participar como expositor da 8ª edição da Feira [SUB] de arte impressa e publicações independentes que acontece em 12 de setembro de 2026, na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, em Campinas (SP), das 11h às 20h.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do formulário neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/12YKjpiBCv9NZzis9EoBqvuCj-reUZP2y8hso8RC9YO8/edit">link</a>, disponibilizado também no site (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://feirasub.com.br/" target="_blank">feirasub.com.br</a></span>) e nas redes sociais (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/feirasub/" target="_blank">instagram</a></span> e<a href="https://www.facebook.com/feirasub" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"> facebook</span></a>) até 23h59 do dia 26 de junho de 2026. A [SUB] é gratuita tanto para os expositores quanto para o público.</p>
<div id="attachment_21499" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_05_credRicardoLima_.jpg"><img class="size-full wp-image-21499" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_05_credRicardoLima_.jpg" alt="feiraSUB - cred. Ricardo Lima" width="600" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred. Ricardo Lima</p></div>
<p>A Feira [SUB] tem como objetivo apresentar a produção independente que circula fora do meio editorial tradicional. Trabalhos que unem as artes gráficas, a literatura e o design. São zines, xilogravuras, serigrafias, prints, ilustrações, livros, fotografias, livros de artistas e uma infinidade de produtos impressos que têm o papel como suporte principal e a produção autoral de pequena tiragem, alto valor artístico e preços acessíveis como características.</p>
<p>As inscrições passam por um trabalho de curadoria para seleção de cerca de 90 expositores, que serão divulgados até o dia 21 de julho de 2026 no site e nas redes sociais da Feira [SUB]. “Nosso interesse é construir uma feira em que diferentes linguagens possam dialogar. Buscamos trabalhos que transitem entre literatura, ilustração, design, gravura e artes gráficas, resultando em publicações que fogem do convencional. A curadoria visa justamente trazer para a cena contemporânea independente de Campinas essa diversidade de trabalhos”, explica Marcela Pacola, idealizadora e produtora do projeto cultural [SUB].</p>
<div id="attachment_21503" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_00_credRicardoLima.jpg"><img class="size-full wp-image-21503" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_00_credRicardoLima.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p>A curadoria procura projetos que revelem consistência, pesquisa e singularidade em seus processos criativos. A SUB é um espaço para trabalhos que experimentam, investigam e expandem as possibilidades da publicação como linguagem. Nessa linha, adoramos também trabalhos experimentais e olhamos com muito interesse editoras ou artistas que estão iniciando sua produção nas artes gráficas&#8221;, conta Fabiana Pacola, produtora da [SUB].</p>
<p>A feira acontece em Campinas, mas abrange participação de artistas de outras cidades, estados e até de fora do Brasil. É uma referência para o segmento e está inserida no calendário oficial das feiras independentes do País. A Feira [SUB] é uma realização do Mix Estudio Criativo e conta com o apoio da Secretaria de Cultura de Campinas. Desde a edição de 2017, a feira acontece na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, no Centro de Campinas (SP).</p>
<div id="attachment_21497" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima_.jpg"><img class="size-full wp-image-21497" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima_.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Sobre a Feira [SUB]</strong></p>
<p>O Projeto Cultural [SUB] é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas e visuais, assim como de outras áreas que se cruzam, se encontram ou se relacionam e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes &#8211; o pilar do projeto &#8211; além de exposições, bate-papos, encontros literários, palestras e workshops que acontecem em diversos espaços culturais da cidade e que fazem parte da programação paralela nos meses que antecedem a feira.</p>
<p><strong>Sobre o MIX Estúdio Criativo</strong></p>
<p>O Mix Estúdio Criativo (MIX) é o organizador da Feira [SUB]. É um estúdio de design e assessoria de imprensa que desenvolve identidade visual, projeto gráfico de publicações, arte impressa, artes gráficas e projetos culturais que envolvem exposições, performances, cursos e workshops.</p>
<div id="attachment_21496" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima.jpg"><img class="size-full wp-image-21496" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Feira [SUB] 2026</strong></p>
<p>Inscrições: até 23h59 do dia 26 de junho de 2026 (gratuito)</p>
<p>Link para o formulário de inscrição &gt;</p>
<p>Divulgação dos selecionados para a Feira: até 21 de julho de 2026</p>
<p>Data da Feira: 12 de setembro de 2026</p>
<p>Horário: 11 às 20 horas</p>
<p>Local: Biblioteca Pública Municipal &#8216;Professor Ernesto Manoel Zink&#8217; (Avenida Benjamim Constant, 1633, Centro, Campinas, SP)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>Informações e dúvidas sobre as inscrições: <a href="mailto:oifeirasub@gmail.com">oifeirasub@gmail.com</a></p>
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		<title>Com Simoninha e versão inédita dos Titãs, Anelo encerra festival neste sábado, 30 de maio</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Show gratuito integra as celebrações dos 26 anos da entidade; na mesma data, será lançada versão de “Enquanto Houver Sol”, produzida por músicos do instituto &#160; O Instituto Anelo encerra neste sábado, dia 30, a programação especial de aniversário de seus 26 anos de fundação e a sétima edição do Festival Transforma. O fechamento do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Show gratuito integra as celebrações dos 26 anos da entidade; na mesma data, será lançada versão de “Enquanto Houver Sol”, produzida por músicos do instituto</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Instituto Anelo encerra neste sábado, dia 30, a programação especial de aniversário de seus 26 anos de fundação e a sétima edição do Festival Transforma. O fechamento do evento, que celebra a trajetória da organização voltada ao ensino gratuito de música na periferia de Campinas (SP), será marcado por um show de Wilson Simoninha e pelo lançamento de uma versão inédita produzida por músicos do instituto da canção “Enquanto houver sol”, composta por Sérgio Britto, integrante da banda Titãs. O dia ainda vai contar com apresentação do Coral &amp; Combo Anelo e atividade de Contação de Histórias com Priscila Corilow. Todas as atividades são de classificação livre e entrada gratuita.</p>
<p>A forte ligação entre os cantores Simoninha e Britto com o Instituto Anelo não é de hoje. Há anos, ambos mantêm uma estreita relação de parceria e colaboração com a entidade. O cantor, compositor, produtor e diretor musical Simoninha teve seu primeiro contato com o Anelo intermediado pelo trombonista e integrante da banda Pretas &amp; Pretos, Gláucio Santana, em 2021. Seu show será às 11h, no palco externo do instituto, com entrada gratuita limitada à lotação permitida do espaço, que é de 450 pessoas.</p>
<p>Para Simoninha, o convite do Anelo carrega um significado afetivo e profundo. “Receber esse convite foi muito especial porque minha relação com o Anelo não começou agora. Ela nasceu anos atrás, a partir de encontros com músicos ligados ao projeto, e foi crescendo de uma maneira muito bonita. Primeiro com a homenagem ao meu pai (Wilson Simonal), depois com a participação na música ‘Carapuça’ (canção autoral lançada pelo Instituto). Desde então, acompanho de perto a força desse trabalho”, relembra o músico.</p>
<p>Para o artista, fazer parte deste momento comemorativo é um verdadeiro presente, impulsionado por seu alinhamento com a missão social do projeto. “Estar em um lugar como o Anelo tem um significado enorme para mim porque acredito profundamente na música como ferramenta de transformação. Quando você vê uma instituição usando arte e educação para criar oportunidades e impactar a vida de crianças, jovens e famílias inteiras, percebe que a música vai muito além do palco. É uma alegria enorme fazer parte dessa história e celebrar um projeto tão importante”, conclui.</p>
<p>Fundado em maio de 2000, o Anelo soma 15 mil alunos atendidos, em 26 anos de história, oferecendo gratuitamente aulas de músicas a crianças, adolescentes, jovens e adultos. Com a missão de contribuir para o desenvolvimento humano e social por meio da música, a organização já levou a música brasileira, feita na periferia de Campinas, à Itália, África do Sul e China.</p>
<p><strong>Unidos por uma causa</strong></p>
<p>Segundo o fundador e atual coordenador geral do Anelo, Luccas Soares, o elo com Simoninha começou por meio de uma iniciativa antirracista do projeto social, que em 2021 reuniu vários músicos negros para formar a banda Pretas &amp; Pretos. A intenção era gravar inicialmente uma releitura da música Tributo a Martin Luther King, composição de Ronaldo Bôscoli e Wilson Simonal, pai de Simoninha. Para buscar autorização, Glaucio Santana, músico da recém-formada banda, que já havia tocado com Simoninha em um evento, intermediou o contato de Luccas com o artista.</p>
<p>“Me apresentei, falei do Anelo, da iniciativa do Pretas &amp; Pretos, e ele deu a bênção na hora para a gente gravar. Ficou superfeliz. Fizemos e ficou linda a versão da música. No ano seguinte, nós o convidamos para fazer uma gravação de uma música autoral do Anelo, composta por mim, a ‘Carapuça’. Ele ouviu, gostou e topou gravar com a gente, inclusive no estúdio dele, o S de Samba, em São Paulo, que tem parceria com o Jairzinho (o cantor e compositor Jair Oliveira). A partir de então, a relação foi se fortalecendo, ao ponto que depois a gente gravou com o Jairzinho também”, revela Luccas.</p>
<p>No Transforma, Simoninha será recebido pela primeira vez no Anelo em um show que prevê um repertório dançante, incluindo a releitura de Tributo a Martin Luther King e Carapuça, do Pretas &amp; Pretos, entre outras canções.</p>
<div id="attachment_21486" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Enquantohouver.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-21486" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Enquantohouver-150x150.jpg" alt="Verso da canção “Enquanto houver sol”, de Sérgio Britto (Titãs), traduz a essência e a trajetória do Instituto Anelo (Foto Caio Santos/Divulgação)" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Verso da canção “Enquanto houver sol”, de Sérgio Britto (Titãs), traduz a essência e a trajetória do Instituto Anelo (Foto Caio Santos/Divulgação)</p></div>
<p><b>“Enquanto houver sol”</b></p>
<p>O verso “Ainda há de haver esperança”, da canção “Enquanto houver sol”, de Sérgio Britto (Titãs), traduz a essência e a trajetória do Instituto Anelo. Essa vocação para transformar vidas por meio da música começou em 1996, em uma viela do Jardim Florence I, em Campinas, quando o então adolescente Luccas se apaixonou pela arte e decidiu seguir a carreira musical, mesmo sem imaginar onde aquele caminho o levaria. Hoje, a instituição mantém vivo o mesmo ideal, persistindo no trabalho social mesmo diante dos desafios atuais na captação de recursos financeiros. “O que mais o Anelo tem é esperança e fé”, declara Luccas. “Somos uma organização sem viés político-partidário e religioso, que acredita na diversidade, inclusão e na justiça social”, completa Luccas.</p>
<p>O coordenador geral lembra ainda que o cantor e compositor Britto foi quem o incentivou a compor músicas. “Britto foi muito generoso, me deu apoio nas minhas primeiras composições e isto fez total diferença no meu trabalho e no Anelo”, completa.</p>
<p>A versão feita no Anelo, que teve aval do compositor Sérgio Britto, conta com a participação de diversos músicos do Anelo nas vozes e instrumentação, além de crianças do coral. O lançamento da faixa ocorrerá em todas as plataformas digitais no dia 30.</p>
<p>“É uma alegria ter uma música minha gravada pelo Anelo, ainda mais pra celebrar essa data tão importante de 26 anos de existência do Instituto”, conta Britto. “Acho que a gravação deles é muito interessante porque ela ressalta um pouco esse lado esperançoso que tem na canção, ou seja, esses metais, a coisa mais swingada que o arranjo tem, diferentemente da original.”</p>
<p>Britto lembra que tanto ele quanto os Titãs têm uma relação já longa com o Anelo. “Já fizemos vários tipos de parcerias, de trocas, e, pra gente, não só pra mim, é uma honra, é um privilégio poder trabalhar com uma instituição que atua com integração social através da música.” E acrescenta: “É uma iniciativa muito brilhante e devia ser replicada Brasil afora. Essa ênfase na cultura e na música tão importante para o povo brasileiro e acho que tem tido resultados incríveis. Enfim, temos muito orgulho do que fizemos juntos com o Anelo.”</p>
<p><strong>Transforma</strong></p>
<p>O Transforma 2026 conta com apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, e foi contemplado pelo Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura. O festival segue com atividades formativas e apresentações ao longo da semana até o encerramento no sábado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>_______________________________________________________________</p>
<p><strong><em>Programação – Festival Transforma – Anelo 2026</em></strong></p>
<p>Instituto Anelo: Rua Vicente de Marchi, 718 – Jardim Florence – Campinas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 26/05/2026 (terça-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 15h | Sede Anelo &#8211; Auditório</em></p>
<p>Oficina de Regência, com Marcos Ribeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>HORA: 18h30 | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação Orquestra Anelo recebe Sintia Piccin</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 27/05/2026 (quarta-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 18h | Sede Anelo &#8211; Auditório</em></p>
<p>Workshow &#8211; Anelo6teto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 29/05/2026 (sexta-feira)</strong></p>
<p><em>HORA: 8h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Oficina de Composição e Poesia, com Punka</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>HORA: 9h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</em></p>
<p>Apresentação Coletivo Mulheres</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 15h | Sede Anelo &#8211; Auditório</p>
<p>Workshow &#8211; Guilherme Lamas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DATA: 30/05/2026 (sábado)</strong></p>
<p>HORA: 8h | Sede Anelo &#8211; Sala 1</p>
<p>Oficina Processo de Criação e Contação de Histórias com Priscila Corilow</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 9h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</p>
<p>Apresentação: Combo e Coral Anelo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 10h | Sede Anelo &#8211; Sala 1</p>
<p>Oficina Processo de Criação e Contação de Histórias com Priscila Corilow</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HORA: 11h | Sede Anelo &#8211; Palco Externo</p>
<p>Apresentação Pretas&amp;Pretos recebe Wilson Simoninha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA DE “ENQUANTO HOUVER SOL”</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Compositor </span>- Sérgio Britto</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Arranjo -</span> Fernando Baeta</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Vozes -</span> Julia Toledo</p>
<p>Levi Macedo</p>
<p>Luccas Soares</p>
<p>Simone Janita</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Guitarra -</span> Renan Augusto</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Baixo -</span> Josias Teles</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Bateria -</span> Filipe Lapa</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Teclado -</span> Cleberson Abade</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Percussão -</span>Leonardo Pelegrin</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Saxofone -</span> Romulo Oliveira</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Trombone -</span> Marlon Risatto</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Trompete -</span> Gê Ribeiro</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Violoncelo -</span> Eduarda de Souza</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Violino -</span> Alline Ribeiro</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Áudio: Engenheiro de gravação, mixagem e</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">masterização -</span> Marcelo de Souza Cecchi</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Arte da Capa -</span> Luccas Soares</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Prod. Exec. -</span> Alline Ribeiro</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Direção Geral -</span> Guilherme Ribeiro</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Realização -</span> Instituto Anelo</p>
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		<title>Feijoada Amigos do CRAMI promove solidariedade com música ao vivo e gastronomia</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 30 de maio, a partir das 12h, o Tênis Clube Cambuí, em Campinas, será palco da “Feijoada Amigos do CRAMI”, um evento beneficente que une gastronomia, música e solidariedade em apoio às ações do Centro Regional de Atenção aos Maus-Tratos na Infância (CRAMI). A iniciativa tem como propósito arrecadar recursos para a manutenção ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 30 de maio, a partir das 12h, o Tênis Clube Cambuí, em Campinas, será palco da “Feijoada Amigos do CRAMI”, um evento beneficente que une gastronomia, música e solidariedade em apoio às ações do Centro Regional de Atenção aos Maus-Tratos na Infância (CRAMI). A iniciativa tem como propósito arrecadar recursos para a manutenção dos projetos da instituição que atua na proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>A programação inclui feijoada completa, acompanhada chopp, caipirinha, refrigerante e água, em um ambiente acolhedor para famílias e amigos. O evento contará ainda com música ao vivo do Grupo Casa Caiada, garantindo uma experiência agradável e descontraída aos participantes.</p>
<p>Os convites já estão disponíveis nas modalidades presencial e retirada no local, ampliando as possibilidades de participação e de apoio à causa. Além da presença no evento, a comunidade pode contribuir por meio da divulgação e do engajamento, fortalecendo a rede de solidariedade em torno da proteção à infância.</p>
<p>O evento é patrocinado pelo Oba Hortifruti, Unimed Campinas, Supermercado Tauste, Unicred do Estado de São Paulo, Lemos Advogados, Maravilhas do Lar e Bochemi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço</b>:</p>
<p><b>O que</b>: Feijoada Amigos do CRAMI</p>
<p><b>Onde</b>: Tênis Clube Cambuí (Rua Coronel Quirino, 1.346, Cambuí – Campinas</p>
<p><b>Quando:</b> 30 de maio, a partir das 12h</p>
<p><b>Convites</b>: R$ 198,00 presencial e R$ 132,00 para retirar no local, e serve 2 pessoas.</p>
<p><b>Chave Pix</b>: <a href="mailto:feijoadacrami@cramicampinas.org.br">feijoadacrami@cramicampinas.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Sobre o CRAMI Campinas</b></p>
<p>O CRAMI é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos que atua na proteção de 800 crianças e adolescentes e 270 famílias vítimas de violação de direitos. A instituição assegura acesso à saúde, alimentação, educação, esporte, lazer e outros direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. Com quase 41 anos de atuação, o CRAMI é referência no atendimento a vítimas de violência doméstica.</p>
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		<title>BRINCAR: UM DIREITO HUMANO AMEAÇADO</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 13:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Regina Márcia Moura Tavares No próximo 28 de maio celebra-se o Dia Internacional do Brincar. A data, aparentemente simples, talvez nos conduza a uma das questões mais urgentes do mundo contemporâneo: o que estamos fazendo com a infância? Vivemos uma época de extraordinários avanços tecnológicos. A comunicação tornou-se instantânea, os mercados globalizaram-se, as informações circulam ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p>No próximo 28 de maio celebra-se <strong>o Dia Internacional do Brincar</strong>. A data, aparentemente simples, talvez nos conduza a uma das questões mais urgentes do mundo contemporâneo: o que estamos fazendo com a infância?</p>
<p>Vivemos uma época de extraordinários avanços tecnológicos. A comunicação tornou-se instantânea, os mercados globalizaram-se, as informações circulam em velocidade vertiginosa e o cotidiano passou a obedecer a ritmos cada vez mais acelerados. Entretanto, em meio a tantas transformações, algo profundamente humano vem sendo silenciosamente reduzido: a Cultura Lúdica da Infância.</p>
<p>Há mais de três décadas venho pesquisando brinquedos, brincadeiras, cantigas, jogos e manifestações tradicionais infantis em diferentes regiões do Brasil e da América Latina. Ao longo desse percurso, compreendi cada vez mais claramente que brincar não é mero passatempo: trata-se de uma necessidade vital da criança e de um patrimônio cultural da humanidade.</p>
<p>Muito antes das escolas formais, das teorias pedagógicas e até mesmo da escrita organizada, as crianças já brincavam. Brincavam para compreender o mundo, experimentar o corpo, criar vínculos, aprender regras, lidar com perdas e desenvolver a imaginação. Nas brincadeiras de roda, nos jogos de correr, nos brinquedos construídos artesanalmente e nas narrativas inventadas coletivamente, desenvolvem-se simultaneamente inteligência, criatividade, sociabilidade e capacidade simbólica.</p>
<div id="attachment_19078" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Regina-Márcia_131201_1132.jpg"><img class="size-medium wp-image-19078" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Regina-Márcia_131201_1132-300x197.jpg" alt="Foto Martinho Caires" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Martinho Caires</p></div>
<p>O brincar livre constitui uma sofisticada experiência de formação humana.</p>
<p>Em diversas comunidades, observei crianças produzindo brinquedos com pedaços de madeira, sementes, barro, folhas, tecidos e materiais simples do cotidiano. Vi também como inúmeras brincadeiras preservam marcas profundas das matrizes indígenas, africanas e europeias que constituem a identidade cultural brasileira. A memória lúdica transmitida entre crianças carrega modos de sentir, imaginar e conviver que nenhuma tecnologia consegue substituir.</p>
<p>Entretanto, o cenário atual é preocupante.</p>
<p>As ruas esvaziaram-se de crianças. Os quintais diminuíram. As praças tornaram-se inseguras. O tempo infantil passou a ser rigidamente organizado por agendas exaustivas. Muitas escolas reduziram o brincar a pequenos intervalos cronometrados, enquanto famílias, pressionadas pela lógica da produtividade ou seduzidas pela hiperestimulação eletrônica, substituem a convivência coletiva por telas e atividades excessivamente dirigidas.</p>
<p>Nunca houve tantos brinquedos industrializados e, paradoxalmente, tão poucas oportunidades de verdadeira experiência lúdica.</p>
<p>Os efeitos desse processo já se tornam visíveis: ansiedade precoce, sedentarismo, empobrecimento da imaginação, dificuldades de convivência, fragilidade emocional e crescente incapacidade de elaboração simbólica.</p>
<p>Uma infância privada do brincar perde parte essencial de sua potência criadora. E sociedades que destroem suas culturas lúdicas comprometem também sua própria capacidade de invenção coletiva.</p>
<p>Os mamulengos, as cantigas, os jogos de mãos, as brincadeiras tradicionais e os brinquedos artesanais constituem uma herança cultural profundamente ligada à criatividade do povo brasileiro. Preservá-los não significa nostalgia romântica, mas compromisso com uma formação humana mais sensível, criativa e solidária.</p>
<p>Pais e avós podem resgatar brincadeiras de sua própria infância e compartilhá-las com filhos e netos. Escolas precisam reconhecer o brincar como dimensão central do processo educativo. Universidades, museus, centros culturais e meios de comunicação também possuem papel decisivo na valorização da Cultura Lúdica da Infância.</p>
<div id="attachment_20978" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-de-maos-dadas-Regina-Marcia_destacada.png"><img class="size-full wp-image-20978" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-de-maos-dadas-Regina-Marcia_destacada.png" alt="Foto divulgação" width="700" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Foto divulgação</p></div>
<p>Talvez uma das maiores contradições de nosso tempo seja esta: quanto mais avançamos tecnologicamente, maior parece tornar-se nossa dificuldade de preservar aquilo que nos humaniza.</p>
<p>Ao observarmos uma criança brincando livremente, vemos muito mais do que entretenimento. Vemos linguagem nascendo, inteligência se organizando, afetividade se constituindo e imaginação produzindo futuro.</p>
<p>Proteger o brincar é proteger a própria humanidade.</p>
<p><em><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a> Regina Marcia Moura Tavares, antropóloga, professora universitária aposentada, escritora e pesquisadora da Cultura Lúdica da Infância. É autora do livro Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade, divulgado internacionalmente com apoio da Organização dos Estados Americanos e da UNESCO.</em></p>
<p><strong>Reg3mar@gmail.com</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>tina zani propõe poesia contínua e lança ‘linha de sal’, um livro uncopyright</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:27:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[‘Linha de sal’, contemplado pelo ProAC 2024, é um conjunto poético que permite o livre compartilhamento. tina zani é poeta, moradora de Campinas.    A poeta-artista tina zani publica linha de sal (Editora Patuá, 2025), um conjunto poético que repensa as noções tradicionais de autoria e propriedade intelectual ao se registrar como uma obra uncopyright. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>‘Linha de sal’, contemplado pelo ProAC 2024, é um conjunto poético que permite o livre compartilhamento. tina zani é poeta, moradora de Campinas.  </em><strong> </strong></p>
<p>A poeta-artista tina zani publica <em>linha de sal</em> (Editora Patuá, 2025), um conjunto poético que repensa as noções tradicionais de autoria e propriedade intelectual ao se registrar como uma obra <em>uncopyright.</em> O lançamento acontece no dia 28 de maio (quinta-feira), às 19h, na Livraria Candeeiro, em Campinas, e será acompanhado por uma parceria poética entre tina e o músico Méx Zani, filho da artista.</p>
<div id="attachment_21460" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tina-zani_arquivo-pessoal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21460" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tina-zani_arquivo-pessoal-300x280.jpg" alt="tina zani - arquivo pessoal" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">tina zani &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>A proposta é fazer do livro um campo de presença e de escuta. Para isso, a poeta e o músico apresentam um corpo-som poético construído a partir dos temas que atravessam a obra, combinando poesia, música e improvisação.  O evento terá também participações especiais dos poetas Jamerson Eduardo Reis, Bruno Couto, Gustavo Puppim e Katia Marchese e contará com tradução em Libras.</p>
<div id="attachment_21459" style="width: 179px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Méx-Zani_arquivo-pessoal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21459" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Méx-Zani_arquivo-pessoal-169x300.jpg" alt="Méx Zani - arquivo pessoal" width="169" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Méx Zani &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p><em>linha de sal</em> se oferece ao livre compartilhamento, reprodução e transformação. “Esse gesto torna evidente que a obra não entende a criação como produto de um único corpo, mas como uma organização de experiências, encontros e vozes. O texto não pressupõe pertencimento, ele atravessa”, explica tina zani.</p>
<p>Ao abdicar da propriedade, a obra evidencia a rede de relações que sustenta a criação artística. “Em vez de restringir, o texto se abre: pode ser retomado, desdobrado e multiplicado por outros. O que atravessa o trabalho é um ‘estado líquido’, no qual fronteiras rígidas se tornam porosas”, complementa a poeta.</p>
<div id="attachment_21458" style="width: 250px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ilustração_linha-de-sal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21458" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ilustração_linha-de-sal-240x300.jpg" alt="ilustração linha de sal" width="240" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">ilustração linha de sal</p></div>
<p>O livro integra o projeto “dos pés imersos na água”, que investiga formas de criação baseadas no encontro e na não hierarquia. A poeta comenta que “a imagem dos pés submersos orienta o pensamento da obra: com os pés na água, o chão perde nitidez, o contorno se dilui, o território fica fluido, e o espaço se volta ao que é anterior à forma estável. É nesse ambiente que <em>linha de sal</em> emerge e circula, como um deslocamento no campo”.</p>
<p>Além da publicação, o projeto inclui uma série de ações formativas e de democratização de acesso. Entre elas, os eventos de lançamento com tradução em Libras, a doação de 150 exemplares a bibliotecas públicas (100 já entregues), a veiculação de videopoemas com janela de Libras em plataformas de acesso público, além de versões gratuitas em EPUB acessível e audiolivro.</p>
<p>Também como parte da contrapartida, a artista levou o ‘Ateliê Roda – Processos poéticos em movimento’, para espaços culturais da cidade como o Programa UniversIDADE da Unicamp -Universidade Estadual de Campinas, Ateliê Thomaz Perina – Fundação Síndrome de Down e no próximo mês de junho, é o Coletivo Literário Dandara Somos que receberá a oficina.</p>
<p>De acordo com tina, “são momentos muito potentes. Fica evidente a necessidade de espaços horizontais, não hierárquicos, onde é possível estar sem sustentar papéis e falar a partir de si com mais honestidade. O que se forma nas oficinas é um espaço de confiança em que a escuta não vem para avaliar, corrigir ou interpretar, mas para sustentar. Isso permite a cada um elaborar a própria experiência de presença, sem precisar se defender. Isso atravessa diretamente <em>linha de sal</em>, porque reafirma o que já está no trabalho: a escrita como um lugar de relação, em vez de afirmação individual. As experiências do ateliê deixam mais visível e mais concreto esse modo de estar – coletivo, poroso, mais disponível ao encontro”.</p>
<p>A poeta também fará um lançamento n’A Feira do Livro, em São Paulo, no dia 30 de maio (sábado), às 17hs, na tenda da Editora Patuá.</p>
<p><em>linha de sal – conjunto poético</em> (Patuá, 2025) integra o projeto <em>dos pés imersos na água</em>, contemplado pelo Edital ProAC/2024 – Fomento Cult SP PNAB nº 28/2024, programa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/trecho2_linha-de-sal.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-21462" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/trecho2_linha-de-sal-250x300.jpg" alt="trecho2_linha de sal" width="250" height="300" /></a><strong>Sobre a autora</strong></p>
<p>Poeta-artista, bacharela e licenciada em Educação Artística (UNICAMP, 1997), bacharela em Estudos Literários (UNICAMP, 2021) e mestra em Teoria e História Literária (UNICAMP, 2025). É idealizadora do projeto ‘Ponto Poema’ (2017), contemplado com o Programa Aluno Artista da Unicamp, desenvolve pesquisas no campo do encontro – entre desenho e texto, entre corpo e palavra, entre silêncio e som, entre gesto e respiração. É tradutora <em>Caisses</em> (P.O.L, 1998), de Christophe Tarkos, obra ainda inédita em português, disponível para publicação. Escreveu o <em>livropoesia</em> ‘vão’ (Patuá, 2021), contemplado com o ProAC 2020, e o conjunto poético <em>uncopyright</em> ‘linha de sal’ (Patuá, 2025), contemplado com o ProAC 2024.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Lançamento | Campinas</strong><br />
Data: 28 de maio de 2026<br />
Horário: das 19h às 21h30 | entrada gratuita<br />
Local: Livraria Candeeiro (Rua Dr. Vieira Bueno, 170, Cambuí, Campinas)</p>
<p><strong>Lançamento | São Paulo</strong></p>
<p>A Feira do Livro</p>
<p>Data:  30 de maio de 2026</p>
<p>Horário: 17h | entrada gratuita</p>
<p>Local: Praça Charles Miller (em frente ao Pacaembu) na Editora Patuá (tenda 30).</p>
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		<title>Cine Foto Clube de Amparo exibe o documentário ‘A necessária representativa negra nas telas’ no próximo dia 30</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Após exibição, marcada para começar às 18h30, haverá roda de conversa com parte do elenco. A entrada é gratuita e não há necessidade de retirada de ingresso No próximo dia 30, sábado, o Centro Cultural Cine Foto Clube de Amparo fará uma sessão especial para a exibição do documentário &#8220;A necessária representativa negra nas telas&#8221;, lançado no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Após exibição, marcada para começar às 18h30, haverá roda de conversa com parte do elenco. A entrada é gratuita e não há necessidade de retirada de ingresso</i></p>
<p style="font-weight: 400;">No próximo dia 30, sábado, o Centro Cultural Cine Foto Clube de Amparo fará uma sessão especial para a exibição do documentário &#8220;A necessária representativa negra nas telas&#8221;, lançado no último dia 19 pelo blog Alma Inclusiva no YouTube, um espaço dedicado a construir pontes e derrubar barreira, já que trata de todas as formas de inclusão – social, digital, escolar, no mercado de trabalho e na vida cotidiana. Na sequência, parte do elenco participa de uma roda de conversa com o público presente. O evento, gratuito e aberto à comunidade, está marcado para começar às 18h30, na sede do Cine, no centro de Amparo.</p>
<p style="font-weight: 400;">A iniciativa conta com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Cidadania e do Conselho de Defesa dos Direitos Humanos de Amparo. Ela propõe reflexões sobre racismo, memória, resistência e representatividade negra.</p>
<p style="font-weight: 400;">O documentário &#8220;A necessária representativa negra nas telas&#8221; se dedica a explorar a trajetória pessoal e profissional de sete profissionais negros ligados ao audiovisual &#8211; entre jornalistas, atores, cineastas e criadores &#8211; e a reflexão deles sobre a temática. São eles: Adriano Meneses (jornalista cultural e responsável pela revista Cultura em 1 Minuto), Luís Araújo (ator e modelo), Bia Santo&#8217;s (atriz e figurinista), Maria Alice da Cruz (jornalista e escritora), Talita Matias (jornalista), Daniel de Almeida (ator e diretor de cinema) e Pedro Pauleey (ator e cineasta).</p>
<p style="font-weight: 400;">Meneses, Araújo, Bia e Maria Alice já confirmaram participação na roda de conversa, que será medida pelo jornalista e produtor Rafael Leopoldi, um dos diretores do Cine.  “Abrimos nosso espaço para diversas ações culturais e acreditamos que o lançamento deste documentário na cidade é uma excelente oportunidade para trazer a discussão sobre a representatividade negra nas telas de cinema”, explica Leopoldi. “Vamos convidar grupos da cidade para assistir ao filme e participar de uma roda de conversa após a sessão, com todos os participantes.”</p>
<p style="font-weight: 400;">A proposta do encontro é abrir espaço para diálogo e escuta. O filme traz a percepção e a vivência dos sete participantes sobre a representatividade dos negros no audiovisual brasileiro, analisando como atores e atrizes negros foram historicamente reduzidos a papéis estereotipados e marginalizados. É uma análise crítica profunda sobre a representação da negritude nas telas em geral e sua influência na identidade étnica.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mosaico de experiências íntimas</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">“Na época que eu era criança, a sociedade chamava o meu cabelo de cabelo pixaim, falava que esse cabelo era feio, sujo… Quer dizer, eu não tinha direito de ter cabelo.” A frase é do jornalista Adriano Meneses, que no documentário revela como a sociedade, por décadas, negou ao corpo negro o direito de existir plenamente, inclusive em sua aparência. O depoimento do ator Luís Araújo corrobora com o de Meneses: “E enquanto criança, tive referências brancas, né? Tinha medo do Bozo, então assistia Xuxa, Angélica, enfim. A televisão era brasileira com um ar europeu. Tudo era muito branco. (&#8230;) Quando você não se vê na tela, você não consegue se perceber.”</p>
<p style="font-weight: 400;">A jornalista e escritora Maria Alice da Cruz lembra que, no início dos anos 2000, quando cobria a área de humanidades nas universidades, “representatividade” não era palavra corrente. Segundo ela, a luta do povo negro em ser representado artisticamente e respeitado começa com o Teatro Experimental do Negro, idealizado por Abdias Nascimento. Os avanços de hoje se devem a uma luta coletiva e ainda incompleta. A importância dos artistas negros pioneiros, como Abdias, também é mencionada pela atriz Bia Santo&#8217;s. Por isso, é preciso honrar essa luta coletiva. “Nossa pele tem que aparecer, nossos traços têm que aparecer. Porque ser brasileiro é isso”, diz Bia.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Quando eu comecei, eram poucos atores de destaque… e quando tinha, sempre era aquela coisa: o escravo, o jagunço, o empregado”, fala o ator e cineasta Pedro Pauleey. A jornalista Talita Matias avalia que o programa de cotas trouxe muitos avanços. “Você vê mais estudantes negros na universidade, por consequência você vê mais caras negras em todas as áreas (&#8230;), mas ainda há muito o que melhorar.”</p>
<p style="font-weight: 400;">Já o ator Daniel de Almeida conta que, sem referências negras, buscou heróis estrangeiros brancos. “Durante muito tempo, o Rambo foi a representatividade maior na minha vida”, diz, antes de desmontar essa identificação ao reconhecer o peso ideológico dessas imagens importadas. “Cresci e descobri que o Rambo é um grande facínora, né?” O imaginário, afinal, também pode ser um território colonizado.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Cine</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O Centro Cultural Cine Foto Clube de Amparo existe desde 1952, e após quase 30 anos de inatividade, foi reativado em 2017. Desde 2024, está com as portas abertas como um centro cultural voltado a exposições, cursos, oficinas e palestras das mais variadas artes. Ele é parceiro no projeto Pontos MIS, uma parceria com o Museu da Imagem e do Som de São Paulo, que visa compartilhar o acervo do museu com cidades do interior, oferecendo o acervo para sessões de cinema e ainda oficinas voltadas para o cinema e a fotografia.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span><br />
<strong>CINE DEBATE</strong><br />
Exibição do Documentário: &#8220;A necessária representativa negra nas telas&#8221;; e Roda de Conversa com parte do elenco da obra audiovisual<br />
DATA: 30/05 (sábado)<br />
HORÁRIO: 18h30<br />
LOCAL: Cine Foto Clube de Amparo (Rua Treze de Maio, 35, no Centro de Amparo)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Oficina Locomover é finalista da 13ª Edição do  Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[Prêmio reconhece soluções com maior potencial de transformação social e reaplicação em diferentes territórios; votação popular que acontece nesta semana irá compor a nota final das iniciativas vencedoras, a serem anunciadas em evento no próximo dia 29, em Brasília (DF) &#160; A Oficina Locomover, da Casa da Criança Paralítica (CCP), de Campinas, é finalista da 13ª Edição do Prêmio ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><i>Prêmio reconhece soluções com maior potencial de transformação social e reaplicação em diferentes territórios; votação popular que acontece nesta semana irá compor a nota final das iniciativas vencedoras, a serem anunciadas em evento no próximo dia 29, em Brasília (DF)</i></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Oficina Locomover, da Casa da Criança Paralítica (CCP), de Campinas, é finalista da 13ª Edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Segundo os organizadores do prêmio, entre as 148 tecnologias sociais certificadas nesta edição, oriundas de 22 estados brasileiros, a iniciativa se destacou pelos critérios de sistematização, efetividade, envolvimento comunitário e inovação social, evidenciando o impacto e a relevância do trabalho realizado pela equipe da CCP.</p>
<p>O prêmio reconhecerá as soluções com maior potencial de transformação social e reaplicação em diferentes territórios. As iniciativas vencedoras serão anunciadas em evento presencial de premiação, no próximo dia 29 de maio, em Brasília (DF). Serão destinados até R$ 6 milhões para 40 iniciativas, incluindo recursos em dinheiro e apoio a projetos para a reaplicação das tecnologias sociais vencedoras do Desafio Fundação BB 40 anos. Conforme regulamento do prêmio, como finalista, a instituição já recebe R$ 65 mil.</p>
<p>Nesta semana, entre segunda (18) e sexta-feira (22), haverá uma votação popular que irá compor a nota final de cada instituição. Para votar, acesse <a href="https://transforma.fbb.org.br/votacao-popular-categoria/73"><span style="text-decoration: underline;">https://transforma.fbb.org.br/votacao-popular-categoria/73</span></a> , escolha a Oficina Locomover entre as tecnologias sociais finalistas, entre com sua conta Google ou Facebook e confirme o voto. Cada pessoa poderá votar uma única vez.</p>
<p>“A divulgação dos projetos concorrentes ao prêmio é de responsabilidade de cada instituição, por isso, convidamos e agradecemos desde já a aqueles que puderem votar na nossa Oficina. Além de um importante reconhecimento, o prêmio ajudará na manutenção das nossas atividades. Cada voto fortalece um projeto que transforma vidas todos os dias”, diz Regiane Fayan, coordenadora de projetos e mobilização de recursos da CCP.</p>
<p>Desde 2018, a Casa da Criança Paralítica realiza adaptações e manutenção de cadeiras de rodas na Oficina Locomover, que, com a ampliação finalizada em agosto do ano passado, passou a ser uma oficina ortopédica completa, com confecção de órteses e próteses, possibilitando melhor qualidade de vida e inclusão às pessoas com deficiência física do município. Mais de 500 pessoas passam pela Oficina por ano, cujos serviços são gratuitos e realizados por uma equipe composta por sete profissionais, entre técnicos ortopédicos, fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, engenheiro mecânico e auxiliar técnico de manutenção.</p>
<p>Os interessados na manutenção de cadeiras de rodas, órteses e próteses devem solicitar o atendimento no telefone 160. Já para adaptação de órteses, próteses e cadeiras de rodas ou solicitação dos dispositivos, devem se dirigir ao centro de saúde do bairro onde residem para que recebam encaminhamento ao Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Prefeitura de Campinas, no distrito de Sousas. De lá, são direcionados à CCP.</p>
<p><strong><b> </b></strong></p>
<p><strong><b>Sobre a Casa da Criança Paralítica</b></strong></p>
<p>Fundada em Campinas (SP) em 17 de janeiro de 1954, a Casa da Criança Paralítica (CCP) oferece, atualmente, atendimento especializado gratuito a crianças, adolescentes e jovens com deficiência física nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, médica, odontologia, psicologia, nutrição, serviço social, pedagogia e informática, além de orientação às famílias que enfrentam situações de vulnerabilidade social. Ao longo dos 72 anos de atividades, já atendeu cerca de 20 mil pessoas.</p>
<p>Desde 2018, a Casa realiza adaptações e manutenção de cadeiras de rodas na Oficina Locomover, que, com a ampliação finalizada em agosto do ano passado, passou a ser uma oficina ortopédica completa, com confecção de órteses e próteses, possibilitando melhor qualidade de vida e inclusão às pessoas com deficiência física do município. Mais de 500 pessoas passam pela Oficina por ano.</p>
<p>A CCP também foi uma das 100 organizações não governamentais do País a receber o Prêmio Melhores ONGs 2025. Essa foi a segunda vez que a instituição conquistou esse importante prêmio — a primeira foi em 2022. Em 2025, a instituição se destacou por ser a única Organização da Sociedade Civil (OSC) de Campinas a receber a honraria, que reconhece, anualmente, entidades de excelência em gestão, governança, sustentabilidade financeira e transparência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><b>Sobre a premiação</b></strong></p>
<p>O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social é uma realização da Fundação Banco do Brasil, com apoio da Unesco, FAO, PNUD, ABEPETS (Associação Brasileira de Ensino Pesquisa e Extensão em Tecnologia Social) e BB Asset.</p>
<p>As iniciativas certificadas nesta edição passam a integrar a rede <a href="https://transforma.fbb.org.br/"><span style="text-decoration: underline;">Transforma!,</span></a> plataforma digital que reúne atualmente 915 tecnologias sociais reconhecidas por promover soluções efetivas para desafios socioambientais. As metodologias são avaliadas com base em critérios como efetividade comprovada, inovação social, interação com a comunidade, sistematização e potencial de reaplicação.</p>
<p>De acordo com o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Castelo Branco Machado, “as tecnologias sociais demonstram que soluções construídas com as comunidades têm capacidade real de transformar territórios e melhorar a vida das pessoas. Ao reconhecer e apoiar essas iniciativas, fortalecemos uma rede nacional de inovação social comprometida com o desenvolvimento sustentável do Brasil.”</p>
<p>&nbsp;</p>
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