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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Blog Cultura Viva</title>
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		<title>Feira [SUB] de arte impressa e publicações independentes está com inscrições abertas para a 8ª edição</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Feira acontece em Campinas no dia 12 de setembro na Biblioteca Zink. As inscrições para participar como expositor são gratuitas e vão até 26 de junho. Inscritos passam por curadoria. Estão abertas as inscrições para editoras, artistas e coletivos interessados em participar como expositor da 8ª edição da Feira [SUB] de arte impressa e publicações ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Feira acontece em Campinas no dia 12 de setembro na Biblioteca Zink. As inscrições para participar como expositor são gratuitas e vão até 26 de junho. Inscritos passam por curadoria.</em></p>
<p>Estão abertas as inscrições para editoras, artistas e coletivos interessados em participar como expositor da 8ª edição da Feira [SUB] de arte impressa e publicações independentes que acontece em 12 de setembro de 2026, na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, em Campinas (SP), das 11h às 20h.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do formulário neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/12YKjpiBCv9NZzis9EoBqvuCj-reUZP2y8hso8RC9YO8/edit">link</a>, disponibilizado também no site (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://feirasub.com.br/" target="_blank">feirasub.com.br</a></span>) e nas redes sociais (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/feirasub/" target="_blank">instagram</a></span> e<a href="https://www.facebook.com/feirasub" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"> facebook</span></a>) até 23h59 do dia 26 de junho de 2026. A [SUB] é gratuita tanto para os expositores quanto para o público.</p>
<div id="attachment_21499" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_05_credRicardoLima_.jpg"><img class="size-full wp-image-21499" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_05_credRicardoLima_.jpg" alt="feiraSUB - cred. Ricardo Lima" width="600" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred. Ricardo Lima</p></div>
<p>A Feira [SUB] tem como objetivo apresentar a produção independente que circula fora do meio editorial tradicional. Trabalhos que unem as artes gráficas, a literatura e o design. São zines, xilogravuras, serigrafias, prints, ilustrações, livros, fotografias, livros de artistas e uma infinidade de produtos impressos que têm o papel como suporte principal e a produção autoral de pequena tiragem, alto valor artístico e preços acessíveis como características.</p>
<p>As inscrições passam por um trabalho de curadoria para seleção de cerca de 90 expositores, que serão divulgados até o dia 21 de julho de 2026 no site e nas redes sociais da Feira [SUB]. “Nosso interesse é construir uma feira em que diferentes linguagens possam dialogar. Buscamos trabalhos que transitem entre literatura, ilustração, design, gravura e artes gráficas, resultando em publicações que fogem do convencional. A curadoria visa justamente trazer para a cena contemporânea independente de Campinas essa diversidade de trabalhos”, explica Marcela Pacola, idealizadora e produtora do projeto cultural [SUB].</p>
<div id="attachment_21503" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_00_credRicardoLima.jpg"><img class="size-full wp-image-21503" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_00_credRicardoLima.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p>A curadoria procura projetos que revelem consistência, pesquisa e singularidade em seus processos criativos. A SUB é um espaço para trabalhos que experimentam, investigam e expandem as possibilidades da publicação como linguagem. Nessa linha, adoramos também trabalhos experimentais e olhamos com muito interesse editoras ou artistas que estão iniciando sua produção nas artes gráficas&#8221;, conta Fabiana Pacola, produtora da [SUB].</p>
<p>A feira acontece em Campinas, mas abrange participação de artistas de outras cidades, estados e até de fora do Brasil. É uma referência para o segmento e está inserida no calendário oficial das feiras independentes do País. A Feira [SUB] é uma realização do Mix Estudio Criativo e conta com o apoio da Secretaria de Cultura de Campinas. Desde a edição de 2017, a feira acontece na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, no Centro de Campinas (SP).</p>
<div id="attachment_21497" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima_.jpg"><img class="size-full wp-image-21497" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima_.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Sobre a Feira [SUB]</strong></p>
<p>O Projeto Cultural [SUB] é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas e visuais, assim como de outras áreas que se cruzam, se encontram ou se relacionam e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes &#8211; o pilar do projeto &#8211; além de exposições, bate-papos, encontros literários, palestras e workshops que acontecem em diversos espaços culturais da cidade e que fazem parte da programação paralela nos meses que antecedem a feira.</p>
<p><strong>Sobre o MIX Estúdio Criativo</strong></p>
<p>O Mix Estúdio Criativo (MIX) é o organizador da Feira [SUB]. É um estúdio de design e assessoria de imprensa que desenvolve identidade visual, projeto gráfico de publicações, arte impressa, artes gráficas e projetos culturais que envolvem exposições, performances, cursos e workshops.</p>
<div id="attachment_21496" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima.jpg"><img class="size-full wp-image-21496" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/feiraSUB_01_credRicardoLima.jpg" alt="feiraSUB - cred Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">feiraSUB &#8211; cred Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Feira [SUB] 2026</strong></p>
<p>Inscrições: até 23h59 do dia 26 de junho de 2026 (gratuito)</p>
<p>Link para o formulário de inscrição &gt;</p>
<p>Divulgação dos selecionados para a Feira: até 21 de julho de 2026</p>
<p>Data da Feira: 12 de setembro de 2026</p>
<p>Horário: 11 às 20 horas</p>
<p>Local: Biblioteca Pública Municipal &#8216;Professor Ernesto Manoel Zink&#8217; (Avenida Benjamim Constant, 1633, Centro, Campinas, SP)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>Informações e dúvidas sobre as inscrições: <a href="mailto:oifeirasub@gmail.com">oifeirasub@gmail.com</a></p>
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		<title>BRINCAR: UM DIREITO HUMANO AMEAÇADO</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 13:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Regina Márcia Moura Tavares No próximo 28 de maio celebra-se o Dia Internacional do Brincar. A data, aparentemente simples, talvez nos conduza a uma das questões mais urgentes do mundo contemporâneo: o que estamos fazendo com a infância? Vivemos uma época de extraordinários avanços tecnológicos. A comunicação tornou-se instantânea, os mercados globalizaram-se, as informações circulam ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p>No próximo 28 de maio celebra-se <strong>o Dia Internacional do Brincar</strong>. A data, aparentemente simples, talvez nos conduza a uma das questões mais urgentes do mundo contemporâneo: o que estamos fazendo com a infância?</p>
<p>Vivemos uma época de extraordinários avanços tecnológicos. A comunicação tornou-se instantânea, os mercados globalizaram-se, as informações circulam em velocidade vertiginosa e o cotidiano passou a obedecer a ritmos cada vez mais acelerados. Entretanto, em meio a tantas transformações, algo profundamente humano vem sendo silenciosamente reduzido: a Cultura Lúdica da Infância.</p>
<p>Há mais de três décadas venho pesquisando brinquedos, brincadeiras, cantigas, jogos e manifestações tradicionais infantis em diferentes regiões do Brasil e da América Latina. Ao longo desse percurso, compreendi cada vez mais claramente que brincar não é mero passatempo: trata-se de uma necessidade vital da criança e de um patrimônio cultural da humanidade.</p>
<p>Muito antes das escolas formais, das teorias pedagógicas e até mesmo da escrita organizada, as crianças já brincavam. Brincavam para compreender o mundo, experimentar o corpo, criar vínculos, aprender regras, lidar com perdas e desenvolver a imaginação. Nas brincadeiras de roda, nos jogos de correr, nos brinquedos construídos artesanalmente e nas narrativas inventadas coletivamente, desenvolvem-se simultaneamente inteligência, criatividade, sociabilidade e capacidade simbólica.</p>
<div id="attachment_19078" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Regina-Márcia_131201_1132.jpg"><img class="size-medium wp-image-19078" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Regina-Márcia_131201_1132-300x197.jpg" alt="Foto Martinho Caires" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Martinho Caires</p></div>
<p>O brincar livre constitui uma sofisticada experiência de formação humana.</p>
<p>Em diversas comunidades, observei crianças produzindo brinquedos com pedaços de madeira, sementes, barro, folhas, tecidos e materiais simples do cotidiano. Vi também como inúmeras brincadeiras preservam marcas profundas das matrizes indígenas, africanas e europeias que constituem a identidade cultural brasileira. A memória lúdica transmitida entre crianças carrega modos de sentir, imaginar e conviver que nenhuma tecnologia consegue substituir.</p>
<p>Entretanto, o cenário atual é preocupante.</p>
<p>As ruas esvaziaram-se de crianças. Os quintais diminuíram. As praças tornaram-se inseguras. O tempo infantil passou a ser rigidamente organizado por agendas exaustivas. Muitas escolas reduziram o brincar a pequenos intervalos cronometrados, enquanto famílias, pressionadas pela lógica da produtividade ou seduzidas pela hiperestimulação eletrônica, substituem a convivência coletiva por telas e atividades excessivamente dirigidas.</p>
<p>Nunca houve tantos brinquedos industrializados e, paradoxalmente, tão poucas oportunidades de verdadeira experiência lúdica.</p>
<p>Os efeitos desse processo já se tornam visíveis: ansiedade precoce, sedentarismo, empobrecimento da imaginação, dificuldades de convivência, fragilidade emocional e crescente incapacidade de elaboração simbólica.</p>
<p>Uma infância privada do brincar perde parte essencial de sua potência criadora. E sociedades que destroem suas culturas lúdicas comprometem também sua própria capacidade de invenção coletiva.</p>
<p>Os mamulengos, as cantigas, os jogos de mãos, as brincadeiras tradicionais e os brinquedos artesanais constituem uma herança cultural profundamente ligada à criatividade do povo brasileiro. Preservá-los não significa nostalgia romântica, mas compromisso com uma formação humana mais sensível, criativa e solidária.</p>
<p>Pais e avós podem resgatar brincadeiras de sua própria infância e compartilhá-las com filhos e netos. Escolas precisam reconhecer o brincar como dimensão central do processo educativo. Universidades, museus, centros culturais e meios de comunicação também possuem papel decisivo na valorização da Cultura Lúdica da Infância.</p>
<div id="attachment_20978" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-de-maos-dadas-Regina-Marcia_destacada.png"><img class="size-full wp-image-20978" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-de-maos-dadas-Regina-Marcia_destacada.png" alt="Foto divulgação" width="700" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Foto divulgação</p></div>
<p>Talvez uma das maiores contradições de nosso tempo seja esta: quanto mais avançamos tecnologicamente, maior parece tornar-se nossa dificuldade de preservar aquilo que nos humaniza.</p>
<p>Ao observarmos uma criança brincando livremente, vemos muito mais do que entretenimento. Vemos linguagem nascendo, inteligência se organizando, afetividade se constituindo e imaginação produzindo futuro.</p>
<p>Proteger o brincar é proteger a própria humanidade.</p>
<p><em><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a> Regina Marcia Moura Tavares, antropóloga, professora universitária aposentada, escritora e pesquisadora da Cultura Lúdica da Infância. É autora do livro Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade, divulgado internacionalmente com apoio da Organização dos Estados Americanos e da UNESCO.</em></p>
<p><strong>Reg3mar@gmail.com</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>tina zani propõe poesia contínua e lança ‘linha de sal’, um livro uncopyright</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[‘Linha de sal’, contemplado pelo ProAC 2024, é um conjunto poético que permite o livre compartilhamento. tina zani é poeta, moradora de Campinas.    A poeta-artista tina zani publica linha de sal (Editora Patuá, 2025), um conjunto poético que repensa as noções tradicionais de autoria e propriedade intelectual ao se registrar como uma obra uncopyright. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>‘Linha de sal’, contemplado pelo ProAC 2024, é um conjunto poético que permite o livre compartilhamento. tina zani é poeta, moradora de Campinas.  </em><strong> </strong></p>
<p>A poeta-artista tina zani publica <em>linha de sal</em> (Editora Patuá, 2025), um conjunto poético que repensa as noções tradicionais de autoria e propriedade intelectual ao se registrar como uma obra <em>uncopyright.</em> O lançamento acontece no dia 28 de maio (quinta-feira), às 19h, na Livraria Candeeiro, em Campinas, e será acompanhado por uma parceria poética entre tina e o músico Méx Zani, filho da artista.</p>
<div id="attachment_21460" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tina-zani_arquivo-pessoal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21460" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tina-zani_arquivo-pessoal-300x280.jpg" alt="tina zani - arquivo pessoal" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">tina zani &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>A proposta é fazer do livro um campo de presença e de escuta. Para isso, a poeta e o músico apresentam um corpo-som poético construído a partir dos temas que atravessam a obra, combinando poesia, música e improvisação.  O evento terá também participações especiais dos poetas Jamerson Eduardo Reis, Bruno Couto, Gustavo Puppim e Katia Marchese e contará com tradução em Libras.</p>
<div id="attachment_21459" style="width: 179px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Méx-Zani_arquivo-pessoal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21459" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Méx-Zani_arquivo-pessoal-169x300.jpg" alt="Méx Zani - arquivo pessoal" width="169" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Méx Zani &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p><em>linha de sal</em> se oferece ao livre compartilhamento, reprodução e transformação. “Esse gesto torna evidente que a obra não entende a criação como produto de um único corpo, mas como uma organização de experiências, encontros e vozes. O texto não pressupõe pertencimento, ele atravessa”, explica tina zani.</p>
<p>Ao abdicar da propriedade, a obra evidencia a rede de relações que sustenta a criação artística. “Em vez de restringir, o texto se abre: pode ser retomado, desdobrado e multiplicado por outros. O que atravessa o trabalho é um ‘estado líquido’, no qual fronteiras rígidas se tornam porosas”, complementa a poeta.</p>
<div id="attachment_21458" style="width: 250px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ilustração_linha-de-sal.jpg"><img class="size-medium wp-image-21458" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ilustração_linha-de-sal-240x300.jpg" alt="ilustração linha de sal" width="240" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">ilustração linha de sal</p></div>
<p>O livro integra o projeto “dos pés imersos na água”, que investiga formas de criação baseadas no encontro e na não hierarquia. A poeta comenta que “a imagem dos pés submersos orienta o pensamento da obra: com os pés na água, o chão perde nitidez, o contorno se dilui, o território fica fluido, e o espaço se volta ao que é anterior à forma estável. É nesse ambiente que <em>linha de sal</em> emerge e circula, como um deslocamento no campo”.</p>
<p>Além da publicação, o projeto inclui uma série de ações formativas e de democratização de acesso. Entre elas, os eventos de lançamento com tradução em Libras, a doação de 150 exemplares a bibliotecas públicas (100 já entregues), a veiculação de videopoemas com janela de Libras em plataformas de acesso público, além de versões gratuitas em EPUB acessível e audiolivro.</p>
<p>Também como parte da contrapartida, a artista levou o ‘Ateliê Roda – Processos poéticos em movimento’, para espaços culturais da cidade como o Programa UniversIDADE da Unicamp -Universidade Estadual de Campinas, Ateliê Thomaz Perina – Fundação Síndrome de Down e no próximo mês de junho, é o Coletivo Literário Dandara Somos que receberá a oficina.</p>
<p>De acordo com tina, “são momentos muito potentes. Fica evidente a necessidade de espaços horizontais, não hierárquicos, onde é possível estar sem sustentar papéis e falar a partir de si com mais honestidade. O que se forma nas oficinas é um espaço de confiança em que a escuta não vem para avaliar, corrigir ou interpretar, mas para sustentar. Isso permite a cada um elaborar a própria experiência de presença, sem precisar se defender. Isso atravessa diretamente <em>linha de sal</em>, porque reafirma o que já está no trabalho: a escrita como um lugar de relação, em vez de afirmação individual. As experiências do ateliê deixam mais visível e mais concreto esse modo de estar – coletivo, poroso, mais disponível ao encontro”.</p>
<p>A poeta também fará um lançamento n’A Feira do Livro, em São Paulo, no dia 30 de maio (sábado), às 17hs, na tenda da Editora Patuá.</p>
<p><em>linha de sal – conjunto poético</em> (Patuá, 2025) integra o projeto <em>dos pés imersos na água</em>, contemplado pelo Edital ProAC/2024 – Fomento Cult SP PNAB nº 28/2024, programa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/trecho2_linha-de-sal.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-21462" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/05/trecho2_linha-de-sal-250x300.jpg" alt="trecho2_linha de sal" width="250" height="300" /></a><strong>Sobre a autora</strong></p>
<p>Poeta-artista, bacharela e licenciada em Educação Artística (UNICAMP, 1997), bacharela em Estudos Literários (UNICAMP, 2021) e mestra em Teoria e História Literária (UNICAMP, 2025). É idealizadora do projeto ‘Ponto Poema’ (2017), contemplado com o Programa Aluno Artista da Unicamp, desenvolve pesquisas no campo do encontro – entre desenho e texto, entre corpo e palavra, entre silêncio e som, entre gesto e respiração. É tradutora <em>Caisses</em> (P.O.L, 1998), de Christophe Tarkos, obra ainda inédita em português, disponível para publicação. Escreveu o <em>livropoesia</em> ‘vão’ (Patuá, 2021), contemplado com o ProAC 2020, e o conjunto poético <em>uncopyright</em> ‘linha de sal’ (Patuá, 2025), contemplado com o ProAC 2024.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Lançamento | Campinas</strong><br />
Data: 28 de maio de 2026<br />
Horário: das 19h às 21h30 | entrada gratuita<br />
Local: Livraria Candeeiro (Rua Dr. Vieira Bueno, 170, Cambuí, Campinas)</p>
<p><strong>Lançamento | São Paulo</strong></p>
<p>A Feira do Livro</p>
<p>Data:  30 de maio de 2026</p>
<p>Horário: 17h | entrada gratuita</p>
<p>Local: Praça Charles Miller (em frente ao Pacaembu) na Editora Patuá (tenda 30).</p>
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		<title>O CABRITO DO NATAL</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 12:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Regina Marcia Moura Tavares &#8211; “Filhinho, já estamos em outubro! Está na hora de procurar o cabrito para a ceia do Natal. Um cabritiii&#8230;nho, hein! No ano passado tive de lutar com a carne dura de um bode!” E assim acontecia todos os anos. Um mês e meio antes das festas natalinas meu pai começava ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Marcia Moura Tavares</strong></p>
<p>&#8211; “Filhinho, já estamos em outubro! Está na hora de procurar o cabrito para a ceia do Natal. Um cabritiii&#8230;nho, hein! No ano passado tive de lutar com a carne dura de um bode!”</p>
<p>E assim acontecia todos os anos. Um mês e meio antes das festas natalinas meu pai começava a percorrer os sítios e a inquirir amigos à procura do “cappreto” para que, assado ao forno, fosse servido como prato principal no Natal, seguindo a tradição da família de minha mãe. Sempre penso que meu pai preferisse uma leitoinha com tutu, couve refogada e arroz branco para a data festiva. Entretanto, o apreço que tinha por meu avô do Vêneto fazia-o declinar, se bem que temporariamente, dos sabores da culinária mineira com que fora criado.</p>
<p>E a azáfama começava!</p>
<p>Era a carta para os tios de São Paulo, perguntando quantos viriam passar o fim do ano em nossa casa. O cabrito todo daria ou seriam necessários mais dois “quartinhos” de outro?!  Se assim fosse, deveria ser da parte traseira!</p>
<p>Era o bilhete, mandado através do chefe da estação ferroviária à Dindinha, consultando quando ela viria da fazenda para a cidade, a fim de temperar o cabrito, pois a especialista no assunto era minha tia-avó.</p>
<p>Eram as longas conversas com as primas e amigas, nas modorrentas tardes de domingo da pequena Altinópolis, sobre as providências tomadas, as dificuldades havidas e a esperança de dias alegres.</p>
<p>Chegava, finalmente, o dia em que o cabrito vinha para nossa casa e que, amarrado ao pé da jabuticabeira ou no cano que levava água para o tanque, esperava seu triste fim. Nós, crianças, com os vizinhos amigos adorávamos vê-lo berrando e saltitando quando lhe dávamos folhas de goiabeira para comer ou o provocávamos com uma vara. Sua sina num futuro próximo não nos tirava o prazer de observar e brincar com algo tão vivo e gracioso perto de nós.</p>
<p>E os dias iam passando&#8230; Meu avô fazia aceiros ao redor dos muitos pés de jabuticaba de nosso quintal para reter a água que corria o dia inteiro, de modo a permitir a chegada de frutos grandes e saborosos. E quando estes chegavam negros e suculentos, pontilhando os galhos das frondosas jabuticabeiras, ele reservava uma das árvores, a mais bonita, para seus filhos que chegariam em breve da capital. O italiano de comedidas falas amorosas sabia, com seus gestos, comunicar afeto e carinho!</p>
<p>&#8211; “A Dindinha chegou, Filhinho, e avisou que na 6ª. feira de manhã virá preparar o cabrito! &#8211; Quando irá matá-lo? ”</p>
<p>Oh! Triste dia! A morte do animalzinho pequeno e desprotegido era o fim de nossa alegria despreocupada. Quanta ingenuidade e doçura naquele momento em que aprendíamos que a vida é luta permanente pela sobrevivência de uns em detrimento de outros, tanto entre animais quanto entre humanos. (Haverá algum dia chance de sobrevivermos todos, com dignidade, sem o sacrifício de muitos por poucos?)</p>
<p>Dindinha tal qual um “chef” atuando sob a admiração da plateia, permitia que lhe pusessem o avental limpo e engomado, enquanto estendia os braços em frente à mesa de granito onde, numa enorme bacia, jazia nosso amigo brincalhão já dividido em partes e sem a “glândula do cheiro”, extraída sob a axila.</p>
<p>-“A faca e o toucinho! &#8211; É de barriga? &#8211; Pique, por favor! &#8211; A cebola está pronta? &#8211; E o alho? &#8211; O cheiro-verde tem de ser bem miuuu&#8230;dinho!- A quantidade do sal é a alma do tempero!- O vinho pode ser o branco! -Água!”</p>
<p>E assim ia pontificando minha tia-avó enquanto preparava a vinha d’alho, com sua gorda mão de unhas curtas, onde o cabrito recheado com toucinho &#8211; “para amaciar a carne”, deveria permanecer por umas 12 horas, “descansando”.  Os olhares atentos e extasiados de minha mãe e de sua ajudante de cozinha, a postos para fornecerem prontamente os ingredientes requisitados, traduziam o respeito e a admiração dos jovens diante da experiência dos mais velhos. Vez por outra, meu avô, meu pai e eu acompanhávamos parte da delicada operação.</p>
<p>Percebi, mais tarde, que o preparo do cabrito no Natal era um ritual, um acontecimento social bem estruturado capaz de estreitar laços no interior da casa, da família extensa e entre amigos.</p>
<p>Infelizmente, este Natal não volta mais!</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a>Regina Marcia Moura Tavares é antropóloga, professora universitária aposentada, escritora, palestrante e autora, entre outros, do livro “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade”, divulgado internacionalmente com o apoio da OEA e UNESCO.</p>
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		<title>CULTURA LÚDICA DA INFÂNCIA: FUNDAMENTO DE UM DESENVOLVIMENTO AUTOREFERIDO</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Regina Marcia Moura Tavares  “A Infância é o chão sobre o qual caminharemos o resto de nossas vidas.” Lya Luft Ao longo de mais de três décadas, desenvolvi o projeto de Ação Cultural “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade”, uma iniciativa voltada para a preservação, valorização e reativação da cultura lúdica da infância em diferentes regiões do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Marcia Moura Tavares</strong></p>
<p><em> </em>“A Infância é o chão sobre o qual caminharemos o resto de nossas vidas.”</p>
<p>Lya Luft</p>
<p>Ao longo de mais de três décadas, desenvolvi o projeto de Ação Cultural <strong>“Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade”,</strong> uma iniciativa voltada para a preservação, valorização e reativação da cultura lúdica da infância em diferentes regiões do Brasil. Essa trajetória, que articulou pesquisa antropológica, ação educativa e mobilização comunitária, nasceu da convicção profunda de que as práticas lúdicas tradicionais são portadoras de saberes, valores e modos de ser que constituem a base viva da identidade cultural dos povos.</p>
<p>Desde os anos 1980, o projeto vem sendo implementado em escolas, museus, espaços públicos e comunidades, envolvendo educadores, crianças, famílias e gestores culturais. A proposta foi — e continua sendo — documentar e revitalizar brincadeiras e brinquedos tradicionais, muitos dos quais ameaçados de desaparecer diante da homogeneização cultural imposta pela globalização e pelas novas formas de entretenimento padronizado. Com o apoio de instituições nacionais e internacionais, como a UNESCO, essa ação resultou em publicações, exposições itinerantes, palestras, congressos e atividades culturais que alcançaram milhares de pessoas.</p>
<p><strong>No cerne dessa proposta está a compreensão de que brincar é um ato cultural</strong>. Ao brincar, a criança não apenas reproduz modelos: ela cria, transforma, interpreta e transmite cultura, tornando-se agente ativa na teia social que a forma e que ela, simultaneamente, transforma. <strong>Cada brincadeira tradicional carrega camadas de memória coletiva, técnicas corporais, relações sociais e modos de imaginar o mundo</strong>. Recuperá-las e valorizá-las significa reconhecer a criança como sujeito histórico e cultural, e não apenas como um futuro adulto em formação.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Regina-Marcia-brincadeira3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-21119" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Regina-Marcia-brincadeira3-267x300.jpg" alt="Regina Marcia-brincadeira3" width="267" height="300" /></a></p>
<p>Em contextos contemporâneos marcados pelo avanço acelerado da tecnologia há uma tendência generalizada de importar e incorporar inovações concebidas em outros contextos socioculturais, como se o simples transplante de tecnologias fosse suficiente para garantir o progresso. Tal movimento, porém, ignora as especificidades da Herança Cultural de cada povo, elemento indispensável para um Desenvolvimento Autorreferido, isto é, um desenvolvimento enraizado na própria realidade histórica, simbólica e social de um país.</p>
<p>No caso brasileiro<strong>, a preservação, valorização e reativação contínua da cultura lúdica da infância não deve ser vista como um gesto nostálgico ou folclórico, mas como um ato político e estratégico de afirmação identitária.</strong> É por meio dessas práticas que as novas gerações se reconhecem como produtoras de cultura, fortalecem vínculos comunitários e constroem referências próprias de pertencimento e de ação no mundo.</p>
<p>Com esta visão concebi o projeto “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade” no fim dos anos 80. A minha intenção central foi dupla:</p>
<ol>
<li><strong>Mostrar ao ser humano, já na infância, que ele é criador de CULTURA, revelando-lhe seu papel ativo, inventivo e transformador no tecido social, o que lhe dará autoestima permanentemente;</strong></li>
<li><strong>Evidenciar que, ao exercer esse papel desde cedo, a Criança prepara-se integralmente para viver em uma sociedade concreta, particular, dotada de história, valores e modos de vida próprios — e não em um modelo genérico ou imposto de fora.</strong></li>
</ol>
<p>Em suma, a Cultura Lúdica da Infância constitui-se como um dos alicerces mais sólidos para a superação dos resquícios coloniais que ainda permeiam nosso imaginário e nossas práticas. Integrá-la às reflexões sobre ciência e tecnologia significa afirmar que o verdadeiro desenvolvimento não se constrói apenas com laboratórios e dispositivos de ponta, mas também com raízes culturais firmes, capazes de sustentar e orientar os rumos das inovações. <strong>E será sempre nesse encontro entre tradição e invenção que poderemos projetar um futuro genuinamente nosso</strong>.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Regina-Marcia-brincadeira7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21121" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Regina-Marcia-brincadeira7.jpg" alt="Regina Marcia-brincadeira7" width="500" height="286" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a>Regina Marcia Moura Tavares é antropóloga, professora universitária aposentada, escritora, palestrante e autora, entre outros, do livro “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade”, divulgado internacionalmente com o apoio da OEA e UNESCO.</p>
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		<title>Bate-papo neste sábado no MACC integra a programação paralela da Feira [SUB]</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 10:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos sobre os trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’, em cartaz no MACC. Atividade é gratuita.   A curadora Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos neste sábado (23), às 11h, no MACC &#8211; Museu de Arte Contemporânea de Campinas ‘José Pancetti’ sobre o processo ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos sobre os trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’, em cartaz no MACC. Atividade é gratuita</em>. <strong> </strong></p>
<p>A curadora Luciana Bertarelli conversa com o artista Marcio Elias Santos neste sábado (23), às 11h, no MACC &#8211; Museu de Arte Contemporânea de Campinas ‘José Pancetti’ sobre o processo de criação das obras e as questões que reuniram o conjunto de trabalhos da exposição ‘Da Raiz à Pele’ que está em cartaz até dia 20 de setembro de 2025. O bate-papo integra as atividades da programação paralela da sétima edição da Feira [SUB] de Arte Impressa e Publicações Independentes. A entrada é gratuita.</p>
<p>A exposição do artista Marcio Elias Santos apresenta obras em papel como xilogravuras coloridas de grande formato, estêncil, serigrafia e monotipia, além de um vídeo e uma foto instalação. São mais de 40 trabalhos que investigam o corpo, sua presença, sua materialidade, sua identidade e sua integração sensível com o ambiente. Separadas ou combinadas entre si, essas técnicas foram usadas pelo artista para explorar a imagem do corpo através de fluxos cromáticos, de texturas e de recortes entre figura e fundo. São trabalhos produzidos entre 2024 e 2025, focados tanto na representação do corpo e sua materialidade, mas também na consciência de sua importância na construção do conhecimento, desde a sua relação com o mundo até a própria identidade.</p>
<div id="attachment_21000" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/marcio-elias_4_divulgação_600x.jpg"><img class="wp-image-21000 size-full" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/marcio-elias_4_divulgação_600x.jpg" alt="marcio elias_4_divulgação_600x" width="600" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Márcio Elias &#8211; divulgação</p></div>
<p><strong>Sobre o artista</strong></p>
<div id="attachment_21006" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Márcio-elias_arquivo-pessoal_320x.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-21006" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Márcio-elias_arquivo-pessoal_320x-150x150.jpg" alt="Márcio Elias - arquivo pessoal" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Márcio Elias &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>Márcio Elias Santos é artista visual, educador e doutor em artes visuais pela Unicamp, investiga os processos de construção da cor e sua manipulação pelo corte da xilogravura e de outras linguagens gráficas. É artista do projeto Xilomóvel desde 2009. Das exposições que participou destaca-se Despertar (individual, AtAl Campinas, 2023) e Xilo: Corpo e Paisagem, coletiva de xilogravuras, Sesc Guarulhos e Sesc Pinheiros, 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a curadora</strong></p>
<div id="attachment_20996" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Luciana-bertarelli_arquivo-pessoal_500x.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-20996" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Luciana-bertarelli_arquivo-pessoal_500x-150x150.jpg" alt="Luciana Bertarelli - arquivo pessoal" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Luciana Bertarelli &#8211; arquivo pessoal</p></div>
<p>Luciana Bertarelli É artista visual e educadora, doutoranda em Artes Visuais na Unicamp. Em sua pesquisa visual, vem investigando as materialidades sutis da gravura, tecendo relações com o corpo e as memórias que nele se encontram gravadas. É artista do projeto Xilomóvel desde 2009. Em 2025 participou da imersão artística Habitar os Vínculos, na Terra Saúva (Botucatu SP) e em 2024 integrou a exposição coletiva Cartograhies Utopiques, na Biennale DAK’ART OFF (Dakar, Senegal).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Feira SUB</strong></p>
<p>O Projeto Cultural SUB é um projeto de fomento, reflexão e articulação do circuito artístico independente da cena contemporânea. O foco principal é discutir, mostrar, criar espaço para a produção independente na área das artes gráficas, artes visuais e literatura e apresentar esses trabalhos para o público. A proposta é promover um ciclo de ações composto por uma feira de arte impressa e publicações independentes que acontece uma vez ao ano e oficinas, bate-papos, exposições, palestras e encontros literários que acontecem em diversos espaços culturais de Campinas ao longo do ano como parte da programação paralela da feira, além de ações em parceria com fundações e entidades assistenciais. Saiba mais:  <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" title="feirasub.com.br/" href="https://feirasub.com.br/" target="_blank">feirasub.com.br</a></span></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Bate-papo| EXPOSIÇÃO DA RAIZ À PELE | </strong><strong>Marcio Elias Santos </strong></p>
<p><strong>Curadoria: Luciana Bertarelli </strong></p>
<p><strong>Dia/horário:</strong> 23.08.25, às 11h</p>
<p><strong>Visitação:</strong>  Segunda a sexta-feira das 9h às 18h | Sábado das 10h às 16h</p>
<p><strong>Local:</strong>  MACC &#8211; Avenida Benjamin Constant, 1633, Centro, Campinas, SP (ao lado da Prefeitura)</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong><strong>. </strong><strong>Classificação livre</strong></p>
<p><strong>Acessibilidade: </strong>Esse encontro contará com apresentação em Libras e o prédio (MACC) possui acessibilidade arquitetônica</p>
<p><strong>Feira [SUB]  </strong></p>
<p><strong>Data: </strong>13 de setembro de 2025, das 11h às 20h</p>
<p><strong>Local: </strong>Biblioteca Pública Municipal ‘Prof. Ernesto Manoel Zink’ &#8211; Av. Benjamin Constant, 1633, Centro</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong><strong>. </strong><strong>Classificação livre</strong></p>
<p><strong>Mais informações no site feirasub.com.br </strong></p>
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		<title>A Cultura Lúdica Da Infância À Luz Dos 35 Anos Do Estatuto da Criança e do Adolescente</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 10:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Regina Márcia Moura Tavares O ano de 2025 marca o trigésimo quinto aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente, marco jurídico que reconhece crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, incluindo o acesso ao lazer, à cultura e à dignidade. Essa legislação, inspirada no artigo 227 da Constituição Federal de 1988, legitima a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p>O ano de 2025 marca o trigésimo quinto aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente, marco jurídico que reconhece crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, incluindo o acesso ao lazer, à cultura e à dignidade. Essa legislação, inspirada no artigo 227 da Constituição Federal de 1988, legitima a infância como um período de vivências próprias, em que o BRINCAR não é apenas recreação, mas o elemento constitutivo mais importante do desenvolvimento humano.</p>
<p>Nesse contexto, a obra “BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS: PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE” da antropóloga Regina Márcia Moura Tavares dialoga diretamente com os pressupostos do ECA ao apresentar documentadas, sistematizadas e valorizadas as práticas lúdicas tradicionais compreendendo-as como Patrimônio Cultural Imaterial da mais alta importância, e mesmo imprescindível, para o real desenvolvimento biológico, psicológico e social da espécie Homo Sapiens sapiens.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/brinquedos-e-brincadeiras_capa_01_400x.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-20982" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/brinquedos-e-brincadeiras_capa_01_400x.png" alt="brinquedos-e-brincadeiras_capa_01_400x" width="299" height="400" /></a></p>
<p>A autora desenvolveu, durante 2 anos, rigorosa pesquisa de campo no final dos anos 80, documentando cerca de 100, entre brincadeiras e brinquedos ainda existentes nos espaços públicos, ou seja, na rua, o local mais adequado para a socialização dos sujeitos, infelizmente hoje ocupados por meliantes e por carros. De lá para cá, organizou dois simpósios internacionais e um nacional, criou oficinas e exposições, fez e continua fazendo palestras, dá entrevistas e escreveu inúmeros artigos num esforço permanente para a manutenção da Cultura Lúdica da Infância na contemporaneidade.</p>
<p>O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura, em seu artigo 16, inciso IV, o direito à brincadeira, ao esporte e às diversões, incorporando-o à categoria de direitos fundamentais. Esse dispositivo reconhece que o brincar não é um luxo ou mero passatempo, mas um direito humano básico, com implicações para a saúde física, emocional, intelectual e relacional do novo ser humano. Assim sendo, a obra em pauta atua como instrumento pedagógico e político, evidenciando a necessidade de políticas públicas que fomentem o resgate e a prática das brincadeiras tradicionais, bem como a integração dessas atividades aos contextos escolares e comunitários.</p>
<p>O livro “Brinquedos e Brincadeiras: Patrimônio Cultural da Humanidade” apresenta contribuições que transcendem o registro histórico, à medida que descreve detalhadamente os modos de execução, as variações regionais e os materiais utilizados. Por outro lado, realiza educação patrimonial promovendo resistência à mercantilização do brincar e salvaguardando manifestações que expressam identidades locais e regionais.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-jogando-cabo-de-guerra-Regina-Marcia_destacada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20979" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/criancas-jogando-cabo-de-guerra-Regina-Marcia_destacada.jpg" alt="criancas-jogando-cabo-de-guerra-Regina Marcia_destacada" width="808" height="404" /></a></p>
<p>É importante assinalar que, do ponto de vista antropológico, a preservação da Cultura Lúdica da Infância é essencial à sobrevivência da espécie biológica que somos. O Brincar é imprescindível para o desenvolvimento de habilidades motoras, pensamento criativo, empatia, resolução de problemas e interiorização da Cultura da sociedade a que o indivíduo pertence. A perda dessas práticas acarreta, sensivelmente, redução das capacidades físicas, sociais e psicológicas, empobrecendo os sujeitos para a vida social plena.</p>
<p>Ao completar 35 anos, o ECA reafirma a importância do BRINCAR como direito inalienável. Nesse cenário, a obra e o projeto de Ação Cultural permanente da antropóloga assumem relevância singular ao unirem documentação etnográfica, valorização cultural e defesa de um direito fundamental. Trata-se, indubitavelmente, de um contributo, que para além de preservar memórias, convoca à ação: garantir que as crianças de hoje e do futuro possam viver plenamente sua Cultura Lúdica, usando o potencial criativo de que são dotadas, fortalecendo com alegria a base humana e social que garante a própria existência de nossa espécie.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/depositphotos_Regina-Marcia_400x.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-20985" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/08/depositphotos_Regina-Marcia_400x-300x257.jpg" alt="depositphotos_Regina Marcia_400x" width="300" height="257" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-20908" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Regina-Márcia-M.-Tavares_500x-150x150.jpg" alt="Regina Márcia M. Tavares_500x" width="150" height="150" /></a>Regina Márcia Moura Tavares é Antropóloga, professora universitária aposentada, ex-consultora do CNPq, ex-conselheira dos CONDEPHAAT e CONDEPACC, escritora, palestrante e consultora.</p>
<p><strong>www.reginamarciacultura.com.br</strong></p>
<p><strong>Reg3mar@gmail.com</strong></p>
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		<title>CELEBRANDO O POETA-MOR DA LÍNGUA PORTUGUESA</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 16:11:56 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs ASN]]></category>

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		<description><![CDATA[Regina Márcia Moura Tavares O ano em curso marca uma efeméride significativa: os 500 anos de nascimento de Luís Vaz de Camões, o grande poeta português. A data de seu nascimento ainda é uma das zonas nebulosas em sua trajetória. Isabel Rio Novo, escritora portuguesa e autora da recente obra” Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p>O ano em curso marca uma efeméride significativa: os 500 anos de nascimento de Luís Vaz de Camões, o grande poeta português. A data de seu nascimento ainda é uma das zonas nebulosas em sua trajetória. Isabel Rio Novo, escritora portuguesa e autora da recente obra” <em>Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: Biografia de Luís Vaz de Camões” </em>diz que num documento de 1550 o poeta tinha 25 anos; assim sendo, terá nascido entre 1524 e 1525.</p>
<p>Em Portugal, eventos, palestras, exposições e leituras de “Os Lusíadas” e de suas poesias líricas vêm acontecendo ao longo do ano e irão até 2026. Universidades, bibliotecas e academias literárias do mundo todo têm se engajado em reavivar a obra e a vida de Camões, buscando não só rememorar seu impacto, mas também estimular novos olhares e interpretações sobre seu legado.</p>
<p>No Rio de Janeiro, o Real Gabinete Português de Leitura promove o evento “<em>Quinhentos Camões – o Poeta Reverberado</em>”, que prevê a cada mês uma mesa-redonda com convidados do Brasil e exterior até junho de 2025. Já a Biblioteca Nacional sediou até outubro a exposição “<em>A língua que se escreve sobre o mar &#8211; Camões 500 anos</em>”.</p>
<p>Em outros países lusófonos, com Angola, Moçambique e Timor – Leste, também ocorrem eventos em homenagem ao poeta, destacando a herança cultural partilhada por esses povos através do uso da mesma língua.</p>
<p>“<em>Os Lusíadas</em>”, poema épico de 8.816 versos, narra a viagem marítima de Portugal até a Índia, entre 1497 e 1499, liderada pelo navegador Vasco da Gama. Esta obra é considerada um dos maiores feitos da literatura renascentista europeia, ao lado da “<em>Divina Comédia</em>” de Dante e a<em> “Eneida” </em>de Virgílio<em>;</em> nela, não apenas estão relatadas as aventuras marítimas dos portugueses, mas temas universais como a coragem, a fé, o amor, os desafios e as glórias de uma nação em expansão.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Lusíadas_600x.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20753" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Lusíadas_600x.jpg" alt="Lusíadas_600x" width="600" height="404" /></a></p>
<p>Em todo o mundo não faltam elogios à esta obra de Camões que em versos imortais sintetizou a identidade e a alma do povo português, ao mesmo tempo que projetou a língua e a cultura lusitana para além das fronteiras de Portugal. O prof. aposentado da FFLCH-USP, João Adolfo Hansen, o considera um dos maiores poetas que já existiram pela síntese que sua poesia faz de uma experiência aristocrática, de elementos da filosofia cristã elaborada, da cultura greco-romana, dentre outros.</p>
<p>Ao associar história e literatura o livro ganhou versões em outros idiomas, sendo traduzido para o inglês em 1655 e lido na Alemanha onde, segundo alguns autores, influenciou o surgimento do Romantismo no final do século XVIII. Na Rússia a primeira tradução foi feita do francês no fim do século XIX.</p>
<p>Além da epopeia, Camões escreveu poesias líricas e sonetos, onde aborda temas filosóficos e amorosos os quais refletem, muitas vezes, sua percepção da fugacidade da vida. As peças de teatro <em>“Auto de Filodemo</em>” e “<em>Auto dos Anfitriões” </em>são, também, atribuídas ao poeta e foram exibidas no final do século XVI.</p>
<p>Apesar da escassez de fontes, a pesquisadora portuguesa Isabel Rio Novo, autora da recém-lançada “<em>Fortuna, caso, tempo e sorte: Biografia de Luís Vaz de Camões”</em> (Contraponto, 2024), conta que Camões teve várias experiências no campo militar na Índia e na África, tendo servido o Império português por 17 anos. Após sobreviver a um naufrágio no delta do Rio Mekong, no Sudeste Asiático, Camões embarcou para Moçambique em 1567, onde viveu em condições precárias. Embora de origem nobre e bem relacionado, precisava trabalhar para sobreviver e foi numa missão na África que perdeu um de seus olhos num acidente com arma de fogo.</p>
<p>Com a ajuda de amigos o grande poeta voltou a Portugal em 1570 e finalizou “<em>Os Lusíadas</em>”, o qual foi publicado em 1572. Tal publicação rendeu-lhe uma pensão vitalícia pelos serviços prestados à pátria, mas principalmente em virtude de a epopeia ter sido dedicada ao então rei Dom Sebastião.</p>
<p>Luiz Vaz de Camões conheceu boa parte do Império português, mas nunca visitou o Brasil. Entretanto, segundo o professor da UFRJ, Marco Lucchesi, a presença de Camões entre os bons escritores brasileiros como Machado de Assis e Manuel Bandeira já estava consolidada no séc. XIX.</p>
<p>Não resta dúvida de que a Literatura é uma das áreas das múltiplas Culturas das sociedades humanas capaz de partilhar a multiplicidade, a originalidade e a grandeza das criações do Homo Sapiens com todos os seus semelhantes, sem preconceitos e com beleza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Regina-Marcia_500X500.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-17864" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Regina-Marcia_500X500-150x150.jpg" alt="Regina Marcia_500X500" width="150" height="150" /></a>Regina Márcia é antropóloga, profa. universitária aposentada, escritora, conferencista, membro da ACL, do IHGGC e demais entidades culturais</strong></p>
<p><strong>www.reginamarciacultura.com.br</strong></p>
<p><strong>Reg3mar@gmail.com</strong></p>
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		<title>CIDADES AMIGAS DA CRIANÇA</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 13:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
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		<description><![CDATA[(Leitura sugerida aos Prefeitos e Vereadores recém-eleitos) Regina Márcia Moura Tavares Como estudiosa do desenvolvimento de nossa espécie HOMO SAPIENS em seus aspectos físicos e culturais ao longo de sua existência no planeta, nos últimos 40 anos venho me dedicando à Ação Cultural “BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS: PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE” no Brasil, na América Latina ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>(Leitura sugerida aos Prefeitos e Vereadores recém-eleitos)</p>
<p><strong>Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p>Como estudiosa do desenvolvimento de nossa espécie HOMO SAPIENS em seus aspectos físicos e culturais ao longo de sua existência no planeta, nos últimos 40 anos venho me dedicando à Ação Cultural “BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS: PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE” no Brasil, na América Latina e em vários países da Europa. (Meu livro de mesmo nome com cerca de 100, entre Brincadeiras e Brinquedos, já “tombados” pelo CONDEPACC, está indo para a 3ª. edição, incluindo os documentos extraídos em encontros nacional e latino-americano).</p>
<p>É preciso que se entenda de uma vez por todas que “brincar” na infância não é apenas uma atividade recreativa, mas uma <em>Prática Cultural essencial ao desenvolvimento pleno do Ser Humano</em> que <em>ocorre em todas as sociedades humanas do planeta</em>. Quando apresentam variações na forma, os princípios que as regem são os mesmos, propiciando o pleno desenvolvimento físico, motor, cognitivo, social e afetivo dos recém-chegados à sociedade.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/131201_113_800.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20590" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/131201_113_800.jpg" alt="131201_113_800" width="800" height="526" /></a></p>
<p>Os inúmeros trabalhos de especialistas que documentaram, ao longo da história, os Brinquedos e as Brincadeiras de diferentes povos são suficientes para revelar a longevidade dessa atividade infantil, bem como a sua universalidade, garantindo-lhe assim a condição de <em>Cultura Lúdica, Patrimônio Cultural Imaterial Mundial </em>a ser preservado para que o Ser Humano possa enfrentar melhor os desafios em sua caminhada histórica.</p>
<p>Num mundo cada vez mais globalizado e digitalizado, nas brincadeiras e no ato de construir brinquedos coletivamente, além dos benefícios para a saúde orgânica, mental e bem-estar emocional <em>a criança tem oportunidade de entrar em contato com a história, os valores e as tradições de seu povo, bem como conectar-se com a natureza e os seus iguais</em>. Aquela que se envolve mais com jogos eletrônicos individuais, através das <em>Brincadeiras Coletivas e Colaborativas</em> &#8211; o <strong>“</strong><em>brincar real</em>” fortalece os laços sociais e desenvolve habilidades de comunicação, resolução de conflitos e resiliência.</p>
<p>Posso dizer que a Ação Cultural que venho desenvolvendo tem tido o mérito de envolver diferentes gerações permitindo que adultos e jovens compartilhem brincadeiras de sua infância com as crianças; inclusive, vem valorizando os idosos, nem sempre reconhecidos como detentores de parte da memória da sociedade em que vivem.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/depositphotos_500x.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-20584" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/depositphotos_500x-300x218.jpg" alt="depositphotos_500x" width="300" height="218" /></a></p>
<p>Considerada a importância da PRESERVAÇÃO DA CULTURA LÚDICA DA INFÂNCIA, o que fazer para termos CIDADES AMIGAS DAS CRIANÇAS, efetivamente?</p>
<p>Tenho alguma sugestão para políticas públicas:</p>
<ul>
<li><strong>Criação de Espaços Públicos de Brincar, inclusive também adequados para crianças com deficiência</strong>, a saber:</li>
<li><em>Praças Lúdicas e Parques Infantis</em> com permanente manutenção que incentivem o brincar livre;</li>
<li><em>Parques Culturais</em> que integrem atividades lúdicas com elementos culturais regionais, promovendo a criatividade e a socialização;</li>
<li><em>Fechamento de ruas para veículos,</em> em determinados horários ou dias, onde as crianças possam brincar em segurança com a vizinhança.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Educação para a Ludicidade</strong>:</li>
</ul>
<ol>
<li><em>Formação de Educadores Lúdicos</em> para professores e educadores em geral, com programas focados na importância do lúdico no processo de aprendizado, desenvolvimento cognitivo, motor e outros.</li>
<li><em>Incentivo ao Brincar nas Escolas</em> com programas como parte do currículo escolar.</li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Festivais e Espaços de Cultura Lúdica:</strong></li>
</ul>
<ol>
<li><em>Eventos anuais que celebrem a Infância</em> com brincadeiras tradicionais locais, provendo o resgate da Memória e da Cultura Popular;</li>
<li><em>Museus e Centros de Cultura Infantil</em>.</li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Participação Infantil na Gestão Pública</strong>:</li>
</ul>
<ol>
<li><em>Conselhos Infantis</em> para a garantia de que as crianças sejam ouvidas em projetos urbanos e educacionais que influenciem diretamente o seu dia a dia.</li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Sensibilização das muitas Comunidades da Sociedade</strong>:</li>
</ul>
<ol>
<li><em>Promoção de campanhas de conscientização sobre a importância do BRINCAR para o desenvolvimento integral do ser humano</em>, envolvendo pais, cuidadores, área da saúde, da mobilidade urbana, ongs, associações de bairro.</li>
</ol>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/children-5833685_600x.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20593" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/children-5833685_600x.jpg" alt="children-5833685_600x" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Finalmente, permito-me propor que tais ações das Administrações Públicas sejam acompanhadas por uma <strong>Legislação de Proteção ao Tempo de Brincar, </strong>a qual assegure o direito das crianças ao TEMPO LIVRE, limitando a carga horária escolar e/ou as atividades extracurriculares que prejudiquem o tempo necessário às atividades lúdicas necessárias à criança. (<em>Observo que o Esporte não substitui a Brincadeira Livre e Espontânea</em>).</p>
<p>Tenho como certo que se as nossas Cidades levarem em conta a importância da CULTURA LÚDICA DA INFÂNCIA para o desenvolvimento de um ser humano menos problemático e destrutivo relativamente a si mesmo, ao seu entorno e ao seu habitat natural, estarão simultaneamente contribuindo para a <em>autopercepção da criança como Criadora de Cultura, condição essencial ao exercício de uma Cidadania Plena na fase adulta.</em></p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/131005_164-copiar.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-20582" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/10/131005_164-copiar-300x199.jpg" alt="131005_164-brincadeira_Regina Márcia" width="300" height="199" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Regina-Marcia_500X500.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-17864" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Regina-Marcia_500X500-150x150.jpg" alt="Regina Marcia_500X500" width="150" height="150" /></a>Regina Márcia é antropóloga, profa. universitária aposentada, escritora, conferencista, membro da ACL, do IHGGC e demais entidades culturais</strong></p>
<p><strong>www.reginamarciacultura.com.br</strong></p>
<p><strong>Reg3mar@gmail.com</strong></p>
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		<title>Feira SUB de Arte Impressa e Publicações Independentes acontece em Campinas  neste sábado com 90 expositores e movimenta a cena das artes gráficas</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 10:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiana & Marcela]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta edição da Feira acontece no dia 14 de setembro, das 11h às 21h, na Biblioteca Zink, em Campinas com expositores de todo o Brasil. A Feira SUB tem entrada gratuita. A sexta edição da Feira SUB de Arte Impressa e Publicações Independentes que acontece em 14 de setembro de 2024, em Campinas, na Biblioteca ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sexta edição da Feira acontece no dia 14 de setembro, das 11h às 21h, na Biblioteca Zink, em Campinas com expositores de todo o Brasil. A Feira SUB tem entrada gratuita</em><em>. </em></p>
<p>A sexta edição da Feira SUB de Arte Impressa e Publicações Independentes que acontece em 14 de setembro de 2024, em Campinas, na Biblioteca Pública Municipal ‘Professor Ernesto Manoel Zink’, das 11h às 21h, vai reunir 90 expositores  entre editoras, coletivos e artistas de todo o Brasil com trabalhos que se utilizam de diversas técnicas do campo das artes gráficas. São publicações como zines, revistas, livros, fotolivros, ilustrações, xilogravuras, serigrafia entre outros que tem em comum a produção autoral e independente, o ineditismo e a criatividade. A Feira SUB tem entrada gratuita.</p>
<div id="attachment_20534" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/expositorA_xilomovel_credito-Ricardo-Lima_800x_2-e1725992146291.jpg"><img class="size-full wp-image-20534" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/expositorA_xilomovel_credito-Ricardo-Lima_800x_2-e1725992146291.jpg" alt="Xilomovel - foto Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Xilomovel &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>Durante a Feira acontecem, também, várias ações como colagem coletiva de lambe-lambes, flash poesia, oficina e troca de stickers, impressão com mimeógrafo, discotecagem e, pela primeira vez, uma transmissão ao vivo da Feira pela OverRocks, uma webradio independente. (<em>confira programação completa das ações abaixo</em>). Algumas editoras programaram de fazer o lançamento de novos títulos na Feira.</p>
<div id="attachment_20536" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/expositorA_xilomovel_credito-Ricardo-Lima_800x_5-e1725992078515.jpg"><img class="size-full wp-image-20536" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/expositorA_xilomovel_credito-Ricardo-Lima_800x_5-e1725992078515.jpg" alt="Costurados - foto Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Costurados &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>“Esse ano, a SUB ficou maior, não a Feira em si, mas o alcance do Projeto Cultural [SUB], que cresceu de forma horizontal. Espichamos a SUB por meio da programação paralela que começou no final de maio. Por meio de parcerias relevantes levamos atividades para diversos espaços culturais e universidade ao longo dos meses que antecederam a feira. É uma forma de aproximar as pessoas da proposta do Projeto, promover debates, exposições artísticas, mostrar como acontecem os processos gráficos na prática e como isso pode estar ao alcance de todos. Nessa edição, com o patrocínio da Fundação FEAC, realizamos um desejo antigo que foi levar duas oficinas de experimentações gráficas para dentro de uma escola pública e foi muito bacana ver como a arte é um agente que impacta as pessoas”, conta Marcela Pacola, idealizadora e produtora da Feira SUB.</p>
<div id="attachment_20539" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/expositorA_xilomovel_credito-Ricardo-Lima_800x_8-e1725992272206.jpg"><img class="size-full wp-image-20539" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/expositorA_xilomovel_credito-Ricardo-Lima_800x_8-e1725992272206.jpg" alt="Marcela Pacola e Fabiana Pacola - foto Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Marcela Pacola e Fabiana Pacola &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>“ As feiras de publicações são espaços de circulação e conexão de pessoas. Também é um lugar de troca de experiências, de conhecimento e de se surpreender vendo os trabalhos e trocando ideias com os artistas sobre seus processos de criação. Estamos sentindo o reflexo positivo do que fizemos esse ano, dessa ideia de começar bem antes. Ampliar para aproximar é algo que se mostrou fundamental e que só se faz possível por conta das parcerias que construímos ao longo das edições”, complementa Fabiana Pacola, coprodutora da SUB.</p>
<p>A <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.feirasub.com.br" target="_blank">Feira SUB</a></span> (@feirasub) é uma realização do Mix Estúdio Criativo e conta com patrocínio da Fundação FEAC, apoio da Secretaria de Cultura de Campinas, da Biblioteca Pública Municipal “Prof. Ernesto Manoel Zink”, da Extecamp por meio do Curso de Especialização em Design Gráfico, IA-Instituto de Artes/Unicamp e parcerias.  Saiba mais no site <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://feirasub.com.br/" target="_blank">feirasub.com.br</a></span>.</p>
<div id="attachment_20542" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/FeiraSUB_03_credito-Ricardo-Lima_800x-e1726050026420.jpg"><img class="size-full wp-image-20542" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/FeiraSUB_03_credito-Ricardo-Lima_800x-e1726050026420.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>­</p>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p>Anansi Lab [Campinas], Andante edições [Belo Horizonte], Ateliê Serafina [Campinas], Banca Tatuí [São Paulo], Bebel Books [São Paulo], Borboleta Azul [São Paulo], Borogodó Editora [São Paulo], CADERNO LISTRADO [Curitiba], CaiOshima [São Paulo],  capineira [São Paulo],  Carriero [Campinas], CartoArte [Campinas], Cesar Ganimi [Campinas],  Coletivo Encaderna [Campinas], Coletivo Imagens Superviventes &#8211; Ateliê CASA [Campinas], Coletivo Oito de Ouros [São Paulo], Coletivo Pompom Grená [Campinas], Coletivo Relva [Campinas], Costuradus &#8211; Experimentos Gráficos [Mauá], Delfin [Campinas], Deriva dos Livros Errantes [Rio de Janeiro], Devora Editorial [São Paulo], Diego Pansani [Campinas], Dinelli [Campinas], Edições Barbatana [São Paulo], Edições Jabuticaba [São Paulo], Editora Factível [São Paulo], Editora Incompleta [São Caetano do Sul / Lindoia / São Paulo], Erckmam [Brasília], Escambo Gráfico [Araraquara], Especializacão Design Gráfico Unicamp [Campinas], Especialista Fine Art [Campinas], Estudio Ceda el Paso [São Paulo], Experimentos Impressos [Canoas], fotolab linaibah [São Paulo], Gambiarra Genérica [Campinas],  Gato de Franja [Campinas], Gráfica Ordinária [São Paulo], gráficafábrica [São Paulo], grazi fonseca [Porto Alegre],  Grupo GUAPA [Campinas], Hofstatter [Americana], Impressões de Minas Editora [Belo Horizonte], IMPRESSOS PROSAICOS [Rio de Janeiro], Itinero Grapho.Merien Rodrigues [São Paulo], JAMAC_Jardim Miriam Arte Clube +Autoria Compartilhada [São Paulo],  João Amorim [São Paulo], João Bosco /Atelie Aquastre [Hortolândia], Joões Estúdio Editorial [Campinas], Juliana Sá [Campinas], Keila Knobel [Campinas], Keila Okubo [São Paulo], Laboratório do Livro [Araraquara], Laura Mazzo [São Paulo], Laura Trchmnn [Campinas], Lobo [Niteroi], Lote 42 [São Paulo], Lovely House [São Paulo], Lucas Sakai [São Paulo], Luciane Kunde [Rio Claro], Mambembe Livros [Belo Horizonte], Márcio Sno Produções [São Paulo], Marina Schenkel Jensen [Campinas], Marina Tavares [Botucatu], Mateus Faria [Bauru], n-1 edições [São Paulo], NADA∴Studio Criativo [Botucatu], OFÍCIOS TERRESTRES EDIÇÕES [Campinas],  OverRocks Web Rádio [Campinas],  ÔZé Editora [São Paulo], Paralelas [São Paulo], Pérola Pessoa [São Paulo], Piscina Pública Edições [São Paulo], Poupée Rouge Publicações [Santos], Projeto RUA &#8211; Priscila Bellotti [São Paulo], Rachel Rego [Rio de Janeiro], Rafa Black [São Paulo], Rede Collage Brasil [São Paulo], Rodrigo Abdo [São Paulo], Rodrigo Leme [São Paulo],  Sem Geração [São Paulo], Sismo [Mogi das Cruzes], Sophia Lautert [São Paulo], SQN Biblioteca [Belo Horizonte], Suggestion [Americana], Vienno [Limeira], Xilomóvel Ateliê Itinerante [Campinas], Zarabatana Books [Campinas].</p>
<div id="attachment_20535" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/expositorA_xilomovel_credito-Ricardo-Lima_800x_3-e1725992522419.jpg"><img class="size-full wp-image-20535" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/expositorA_xilomovel_credito-Ricardo-Lima_800x_3-e1725992522419.jpg" alt="Poupee Rouge Publicações - foto Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Poupee Rouge Publicações &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p>O Mix Estúdio Criativo (MIX) é o organizador da Feira SUB. É um estúdio de design e assessoria de imprensa que desenvolve identidade visual, projeto gráfico de publicações, arte impressa, artes gráficas e projetos culturais que envolvem exposições, performances, cursos e workshops.</p>
<p><strong>Sobre a Fundação FEAC</strong><strong> </strong></p>
<p>A Fundação FEAC é uma organização independente e autossustentável do terceiro setor, localizada em Campinas, dedicada a criar uma sociedade mais justa e sustentável. Focada em educação, assistência social e promoção humana, investe em projetos próprios e em parcerias com outras organizações para apoiar regiões e populações vulneráveis, especialmente crianças e adolescentes. Financiada por recursos próprios e parcerias institucionais, a Fundação é gerida por um Conselho Curador e uma Diretoria Executiva, com uma equipe técnica especializada em suas áreas programáticas. Para mais informações, acesse: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://feac.org.br/" target="_blank">feac.org.br</a></span></p>
<div id="attachment_20541" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/FeiraSUB_01_credito-Ricardo-Lima_800x-e1725992633806.jpg"><img class="size-full wp-image-20541" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/FeiraSUB_01_credito-Ricardo-Lima_800x-e1725992633806.jpg" alt="FeiraSUB - foto Ricardo Lima" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">FeiraSUB &#8211; foto Ricardo Lima</p></div>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Feira SUB 2024</strong></p>
<p>Data da Feira: 14 de setembro de 2024</p>
<p>Horário: 11 às 21 horas-</p>
<p>Local: Biblioteca Pública Municipal &#8216;Professor Ernesto Manoel Zink&#8217; (Avenida Benjamim Constant, 1633, Centro, Campinas, SP – ao lado da Prefeitura)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>12h às 17h</strong> | OFICINA ZINE DIE DE STICKERS</p>
<p>Com Raquel Costa e Patrick Antunes/@helloldboy</p>
<p>Mesa de produção e troca de stickers. A partir de materiais como adesivos e canetas, as pessoas são convidadas a produzir seu próprio sticker e trocar com outros artistas. Stick Art é uma modalidade de arte urbana ligada à grupos de cultura alternativa que utilizam etiquetas adesivas como forma de manifestação pós-moderna.</p>
<p>Gratuita | classificação livre</p>
<p><strong>12h às 19h</strong> | MARCAS DA POESIA | Flash poesia + Arte Gráfica</p>
<p>Com Manas Escritas e Storiologia</p>
<p>Poesia ao vivo e a cores com a soma das artes gráficas. Os versos escritos na hora com base na escuta dos visitantes, pelas manas Lívia e Natália Mota da &#8216;Manas Escritas&#8217;, vão receber o incremento dos símbolos e grafismos desenhados por José Maurício da Costa da Storiologia. Uma composição que vai reunir no papel texto e design únicos para cada história ouvida. Além dos versos sob medida, os visitantes poderão experimentar compor a sua própria poesia, a partir de palavras recortadas, carimbos, lápis e caneta.</p>
<p>Flash poesia + Arte Gráfica | classificação livre</p>
<p><strong>15h às 21h</strong> | DISCOTECAGEM</p>
<p>Com Riva / @rivarock_discos</p>
<p>Ele faz o som da Feira [SUB] desde a primeira edição.  É o mestre dos</p>
<p>mestres dos vinis.</p>
<p><strong>16h</strong> | COLAGEM LAMBE</p>
<p>Com Ricardo Lima e Matheus Hofstatter</p>
<p>Colagem coletiva de lambe-lambe. Arte urbana nas ruas de Campinas numa ação do Festival de Fotografia Hercule Florence. Na frente da Biblioteca Zink, nos muros da E.E. Carlos Gomes.</p>
<p>Gratuita | classificação livre</p>
<p>11h às 21h | MIMEOGRAFANDO</p>
<p>Com João Bosco</p>
<p>Você já viu um mimeógrafo? O artista João Bosco traz seu mimeógrafo para a Feira [SUB].</p>
<p>Gratuita | classificação livre</p>
<p><strong>11h às 21h</strong> | PLURIVERSO | LIVRO DE ARTISTA</p>
<p>Construção de autoria coletiva</p>
<p>Mesa expositiva com os livros de artista que foram produzidos durante as oficinas Pluri[verso] – encontros de práticas para construção de uma publicação coletiva, oferecidas pela artista Valéria Scornaienchi. A partir de uma atividade iniciada pelo silêncio, contemplação e escuta, com o objetivo de criar um espaço de conexão e expressão entre humanos e não humanos, cada participante produziu – de maneira livre – um trabalho para compor a publicação com tiragem única.</p>
<p>Gratuita | classificação livre</p>
<p><strong>11h às 21h</strong> | OVERROCKS WEB RADIO &#8211; AO VIVO DIRETO DA FEIRA [SUB]
<p>A OverRocks Web Rádio é destinada à divulgação de bandas independentes, artistas autorais, toda forma de expressão artística e underground sem fronteiras. Durante a Feira [SUB] haverá programação musical com flashes ao vivo da Feira, interatividade com os artistas expositores e o público.</p>
<div id="attachment_20533" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cartaz_sub2024_x600.png"><img class="size-full wp-image-20533" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cartaz_sub2024_x600.png" alt="Cartaz Feira SUB " width="600" height="831" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz Feira SUB</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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