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	<title>Agência Social de Notícias</title>
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	<description>Notícias</description>
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		<title>Mude1Hábito transforma a Praça Arautos da Paz em um grande espaço de saúde e movimento</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:05:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Evento gratuito, promovido pela Unimed Campinas, reúne atividades para todas as idades, esporte, experiências de bem-estar, atrações infantis e feira de adoção de pet. A Praça Arautos da Paz,  em Campinas, será palco de uma manhã especial dedicada à saúde, ao movimento e à convivência em família. Neste domingo, 26 de julho, das 9h às 13h, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><i>Evento gratuito, promovido pela Unimed Campinas, reúne atividades para todas as idades, esporte, experiências de bem-estar, atrações infantis e feira de adoção de pet.</i></em></p>
<p>A Praça Arautos da Paz,  em Campinas, será palco de uma manhã especial dedicada à saúde, ao movimento e à convivência em família. Neste domingo, 26 de julho, das 9h às 13h, acontece a edição NÓS em Movimento do Mude1Hábito, iniciativa que incentiva a adoção de hábitos saudáveis de forma leve, divertida e acessível para toda a comunidade.</p>
<p>Com uma programação pensada para envolver pessoas de todas as idades, o evento contará com 12 estações temáticas que promovem experiências voltadas ao bem-estar físico, mental e emocional. A proposta é mostrar que pequenas mudanças na rotina podem gerar grandes benefícios para a saúde e para a qualidade de vida.</p>
<p>Entre as novidades desta edição está a realização de uma feira de adoção de pets, acompanhada de ações de conscientização sobre guarda responsável, reforçando a importância do cuidado com os animais e da construção de lares mais acolhedores.</p>
<p>As crianças terão à disposição uma série de atividades educativas e recreativas, como pintura facial, contação de histórias, <a href="https://unimedcampinas-my.sharepoint.com/:p:/g/personal/wsomazz_unimedcampinas_com_br/IQBpU8V1uKhUQ4SHPun5CkKKAeXZN42MXNgBjrbzjEpFOD0?e=VJFhmj">uma divertida caixa surpresa para</a> adivinhar qual é o alimento e ganhar brindes, além de brinquedos infláveis, cama elástica e a oportunidade de conhecer o interior de uma ambulância de verdade.</p>
<p>Para quem busca momentos de relaxamento e autocuidado, a programação oferece <em><i>quick massage</i></em>, espaço lounge para descanso e aula de yoga para todas as idades. Já os participantes que desejam se movimentar poderão aproveitar atividades como dança, <em><i>e</i></em> <em><i>bootcamp (spinning + funcional)</i></em> e alongamento.</p>
<p>O esporte também terá destaque com a participação de atletas do Vôlei Campinas e do Unimed Campinas Basquete, que promoverão momentos de interação e aproximação do público com as modalidades esportivas. Outra atração será a divertida Bike Suco, onde os participantes produzem o próprio suco enquanto pedalam.</p>
<p>O evento contará ainda com informações de Medicina Preventiva e com uma feirinha de frutas frescas e distribuição de água.</p>
<p>Os pets também têm espaço dedicado no evento com ponto de hidratação.</p>
<p>Em meio às diversas estações, haverá um ponto de atenção à saúde com a presença de profissionais especializados, responsáveis por verificar peso e idade dos participantes interessados, aferir pressão arterial e realizar teste de glicemia para triagem de diabetes. Todos os resultados serão registrados no protocolo de atendimento e, caso seja identificada alguma alteração, o participante poderá ser encaminhado para exame laboratorial complementar.</p>
<p>Logo na chegada, o público receberá brindes especiais, limitados ao estoque disponível. Todas as atividades serão realizadas por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição prévia, respeitando a capacidade de cada espaço.</p>
<p>Aberto a toda a comunidade e com participação gratuita, o <strong><b>Mude1Hábito – Edição NÓS em Movimento  </b></strong>convida famílias, amigos e moradores da região a viverem uma manhã de aprendizado, diversão e inspiração para uma vida mais saudável.</p>
<p><strong><b>Serviço</b></strong></p>
<p>Evento: <strong><b>Mude1Hábito – Edição NÓS em Movimento</b></strong><br />
Data: <strong><b>Domingo, 26 de julho de 2026</b></strong><strong><b><br />
</b></strong>Horário: <strong><b>Das 9h às 13h</b></strong><strong><b><br />
</b></strong>Local: <strong><b>Praça Arautos da Paz – Campinas</b></strong><strong><b><br />
</b></strong>Entrada: <strong><b>Gratuita</b></strong><br />
Aberto a: <strong><b>Toda a comunidade</b></strong></p>
<p>Parcerias: Prefeitura de Campinas, Sanasa, Vôlei Renata, Unimed Campinas Basquete, Medlar e GoodBom Supermercados.</p>
<p><strong><b>Sobre a Unimed Campinas</b></strong></p>
<p>Compromisso com a saúde é o negócio da Unimed Campinas, a maior Unimed do interior do Brasil, que soma mais de meio século de mercado. O cuidado com o todo está no DNA da Cooperativa, que atualmente possui mais de 3.600 médicos cooperados e uma ampla rede de clínicas, hospitais e laboratórios credenciados, além dos serviços próprios, que são referência na região.</p>
<p>A Unimed Campinas é comprometida com a qualidade de vida de mais de 750 mil pessoas em atendimento, cuidando também da comunidade. Além de toda essa estrutura, a Cooperativa é patrocinadora de diversos projetos sociais e ambientais, promovendo cuidado integral com o meio ambiente e oferecendo oportunidades de acesso ao esporte, trabalho e cultura a comunidades da Região Metropolitana de Campinas. A confiança estabelecida com seus beneficiários e a solidez alcançada em 55 anos de mercado garantem à Unimed Campinas mais de 70% do <em><i>marketshare</i></em> da região.</p>
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		<title>Associação dos Moradores do Jardim Novo Campos Elíseos celebra 65 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 19:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 25 de julho, sábado, a Associação dos Moradores do Jardim Novo Campos Elíseos estará comemorando seus 65 anos. É uma das mais antigas Associações dos Moradores de Campinas, com uma trajetória marcada pela defesa da cidadania. A celebração acontecerá a partir das 10 horas, na rua Mogi Mirim, que estará fechada para ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 25 de julho, sábado, a Associação dos Moradores do Jardim Novo Campos Elíseos estará comemorando seus 65 anos. É uma das mais antigas Associações dos Moradores de Campinas, com uma trajetória marcada pela defesa da cidadania.</p>
<p>A celebração acontecerá a partir das 10 horas, na rua Mogi Mirim, que estará fechada para uma extensa programação. Estão previstas atividades, todas gratuitas, como sarau, diversas brincadeiras para crianças e apresentações musicais, entre outras.</p>
<p>A Associação dos Moradores do Jardim Novo Campos Elíseos foi estruturada e construída diretamente pela população do bairro, que por exemplo adquiriu, de forma coletiva, um terreno para a edificação da sede própria. O espaço foi recebendo, ao longo do tempo, muitos projetos e iniciativas em benefício da comunidade.</p>
<p>A sede da Associação já teve sala de escola, foi espaço para reuniões de Igrejas Católica e Evangélicas, antes que pudessem ser estruturadas no bairro, e também já cedeu espaço para uma base da Polícia Militar, entre outras atividades.</p>
<p>Atualmente, a sede é o local de muitos projetos, como capoeira, Biblioteca na Praça de Leitura, Oficina de Dança Country, Artesanato, Lacre sua Amizade com Solidariedade (os lacres são trocados por cadeiras de rodas e outros equipamentos, para uso de pessoas com deficiência), Ritbox, Aulas de Fit Dance e reuniões do Conseg e Projeto Vizinhança Solidária. &#8220;A Associação sempre foi e continua sendo mantida pela ação voluntária&#8221;, observa o presidente da organização, Delcídio Marcelino dos Santos, há 24 anos atuando na instituição.</p>
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		<title>Exposição “A Oitava Arte&#8221; reúne 22 artistas fotógrafos no Centro de Convivência Cultural</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 20:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra com curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi integra a programação do XVI Festival Hercule Florence e fica em cartaz de 5 a 29 de agosto O Centro de Convivência Cultural de Campinas recebe, de 5 a 29 de agosto, a exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II”, mostra que reúne obras de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Mostra com curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi integra a programação do XVI Festival Hercule Florence e fica em cartaz de 5 a 29 de agosto</i></p>
<p>O Centro de Convivência Cultural de Campinas recebe, de 5 a 29 de agosto, a exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II”, mostra que reúne obras de 22 artistas fotógrafos e integra a programação oficial do XVI Festival Hercule Florence. O vernissage acontece no dia 5 de agosto, às 19h, no saguão principal do espaço.</p>
<p>Em sua segunda edição, a exposição apresenta duas obras de cada artista participante, reunindo diferentes olhares, linguagens e abordagens sobre a fotografia como expressão artística. A mostra tem curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi e conta com apoio da Prefeitura de Campinas e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Por integrar a programação do XVI Festival Hercule Florence, a iniciativa também conta com apoio da Unicamp, Senac e Sesc.</p>
<p>Além de marcar a abertura da 16ª edição do Festival Hercule Florence, a exposição fará parte do encerramento da programação, com uma visita guiada pela mostra. Ao todo, serão apresentadas 44 fotos de 22 artistas. Aos sábados, o público também poderá visitar a tradicional feira hippie do centro cultural, que acontece em frente à entrada do espaço onde estarão as obras.</p>
<p>Para Ligia Testa, a proposta da mostra é reforçar a fotografia como uma linguagem central na arte contemporânea, capaz de transitar entre o registro, a interpretação e a construção poética da imagem.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-17.40.36.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21768" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-17.40.36.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-07-17 at 17.40.36" width="1080" height="1350" /></a></p>
<p>“A ideia de chamar a fotografia de ‘oitava arte’ é sedutora, ainda que não seja exatamente consensual do ponto de vista histórico. Por isso, é importante reconhecê-la como essencial: a fotografia deixou de ser apenas um registro técnico para se firmar como uma das linguagens centrais da arte e da cultura visual contemporânea. Sem fotografia, não há cultura imagética como a conhecemos hoje”, afirma Ligia.</p>
<p>Para Rosita Cavenaghi, a fotografia deve ser compreendida também por sua dimensão coletiva e social. “Chamar a fotografia de essencial não é exagero. A fotografia molda a nossa memória coletiva, redefine a forma como percebemos o real e democratiza a produção de imagens. Hoje, além de sustentar grande parte da cultura visual contemporânea, ocupa um papel central na maneira como registramos, interpretamos e compartilhamos o mundo”, afirma.</p>
<p>Participam da exposição os fotógrafos Bel Young, Cadu Carmignani Verdade, Cati Alionis, Claudio Colavolpe, Daniel Gallo, Daniel Von, Elisabeth Wortsman, Fabiana Yazbek, Germano, Heloisa Tannuri, Huguette Gallo, JR Hofling, Marcio Murilo Pilot, Piergiorgio Castrucci, Pierre Piton, Renata Grangeiro, R. Kovacs, Ricardo Lima, Sayuri Assanuma, Sergio Poroger, Tania Martins e Thelma Gátuzzô.</p>
<p>“É com grande alegria que a exposição ‘A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II’ integra a programação oficial da 16ª edição do Festival Hercule Florence, em agosto. Esta é uma belíssima ação idealizada e realizada por Ligia Testa e Rosita Cavenaghi, que agora se une ao Festival para somar forças e dar ainda mais visibilidade à nossa paixão em comum. É uma excelente oportunidade para apresentar o seu olhar, compartilhar a sua linguagem e fazer parte de uma mostra que valoriza a fotografia como expressão artística essencial”, comenta Ricardo Lima, idealizador e presidente do Festival Hercule Florence.</p>
<p>A presença da mostra na programação do Festival Hercule Florence amplia a visibilidade da iniciativa e reforça o diálogo entre artistas, instituições culturais e público em torno da fotografia como linguagem artística, documental e contemporânea.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
<b>Exposição:</b> A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II<br />
<b>Período:</b> de 5 a 29 de agosto de 2026<br />
<b>Vernissage:</b> 5 de agosto, às 19h<br />
<b>Local:</b> Centro de Convivência Cultural de Campinas — saguão principal<br />
<b>ENTRADA GRATUITA</b></p>
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		<title>Inquietante, angustiante, a queda da cobertura na imprensa sobre mudanças climáticas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 18:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Soares Martins O Hemisfério Norte tem experimentado seguidas ondas de calor no Verão de 2026, com número de mortes ainda não totalmente contabilizado, mas que pode superar as anteriores. Outros indicadores são de agravamento crescente do aquecimento global, como no caso do virtual desaparecimento, ainda este ano ou em 2027, da última ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Soares Martins</strong></p>
<p>O Hemisfério Norte tem experimentado seguidas ondas de calor no Verão de 2026, com número de mortes ainda não totalmente contabilizado, mas que pode superar as anteriores. Outros indicadores são de agravamento crescente do aquecimento global, como no caso do virtual desaparecimento, ainda este ano ou em 2027, da última geleira da Indonésia (conhecida como Pirâmide Carstensz, situada na ilha indonésia de Papua), como demonstrou recente relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM). O mesmo relatório alertou que entre 2005 e 2023 foi de 42% a redução das geleiras da Nova Zelândia, no contexto do incremento das temperaturas do Pacífico Sudoeste, com recordes sucessivos.</p>
<p>O desaparecimento de geleiras por todo planeta é um dos mais graves sinais do agravamento do aquecimento global. Além disso, trata-se de uma perda irreparável, irrecuperável, de referência espiritual para milhões de pessoas, que há séculos têm na cobertura de neve em suas montanhas a sua inspiração, e mesmo a sua diretriz cultural e de vida.</p>
<p>Enquanto isso, têm sido frustrantes as negociações relacionadas ao enfrentamento das mudanças do clima, como se viu no <strong><span style="font-weight: 400;">encontro realizado há poucos dias em Bonn, Alemanha, preparatório à COP 31, que acontece em novembro no charmoso balneário de Antália, na Turquia. A COP 31 terá presidência dupla, do país anfitrião e da Austrália, que queria levar a conferência para Adelaide e não conseguiu.</span></strong> Mais um sinal do labirinto em que se encontram as negociações multilaterais, cada vez mais afetadas pela posição unilateral do governo de Donald Trump, que vem inspirando governos de direita e extrema-direita por todo planeta a se afastarem de tudo que diz respeito a proteção da natureza e, claro, a qualquer entrave ao lucro a qualquer preço, sobretudo das grandes corporações dos combustíveis fósseis e da indústria bélica.</p>
<p>Em meio a todo esse cenário estarrecedor, é inquietante, angustiante, a queda da cobertura da imprensa sobre as mudanças climáticas. O mais recente estudo do Observatório Mídia e Mudanças Climáticas, da Universidade do Colorado, informou que a cobertura da mídia em 2026 permanece inferior à de 2025. &#8220;Comparando o primeiro semestre de 2026 com o primeiro semestre de 2025, a cobertura caiu pouco menos de 32%. Enquanto isso, a frequência de cobertura em junho de 2026 foi 13% menor do que em junho de 2025&#8243;, afirma a pesquisa, que é feita com o monitoramento do noticiário dos principais veículos de comunicação do planeta.</p>
<p>Houve alguns aumentos pontuais, como no caso de mídias europeias, em função das ondas de calor no continente, mas de forma geral há um arrefecimento na cobertura, talvez reflexo de uma tendência de atenuação das políticas de proteção socioambiental, como a que tem sido verificada na própria Comunidade Europeia. Está em curso, por exemplo, a flexibilização da Diretiva de Reporte de Sustentabilidade e da Diretiva de Due Diligence sobre Sustentabilidade Corporativa. Com isso, diminuem ou desaparecem obrigações empresariais e em suas cadeias de fornecedores, em termos de respeito aos direitos humanos ou proteção ambiental.</p>
<p>O mesmo retrocesso já havia sido verificado com a suspensão das atividades da Net-Zero Banking Alliance (NZBA), a aliança de bancos que tinha sido criada para promover a descarbonização no âmbito das maiores instituições financeiras do planeta. Está em curso, enfim, um evidente andar-para-trás em termos de proteção ambiental, justamente no momento em que o planeta sente cada vez mais os impactos de um crescimento contínuo de emissões de gases derivados de combustíveis fósseis, apesar do avanço, ainda insuficiente, do uso de energias renováveis. Nem precisamos falar dos retrocessos que têm ocorrido no Brasil, como na absoluta flexibilização do sistema de licenciamento ambiental, aprovado pelo Congresso Nacional, por iniciativa de seus setores mais retrógrados.</p>
<p>Em um panorama absolutamente negativo, a esperança continuava na ação da imprensa, mas o que tem sido observado não é nada animador, pelo contrário. Continuam na trincheira de defesa dos direitos de cidadania os sites e mídias chamados alternativos, independentes ou populares, que sobrevivem com muita luta e esforço de seus profissionais e alguns patrocinadores benevolentes. Mas até quando vão suportar?</p>
<p>No fundo, no fundo, está a questão do esvaziamento da influência da mídia como um dos pilares da democracia. Aqui dizemos democracia política, social, econômica e ambiental. Nesta rota, todos saem perdendo, inclusive os podres poderes que têm a ilusão de vitória. Quando não sobrar mais geleira, nem água, nem solo, nem floresta, nem nada, nem eles terão o que comemorar, a não ser a sua própria estupidez, arrogância e ignorância.</p>
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		<title>Cultura próxima da Natura em Campinas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins Uma das principais causas da dramática crise socioambiental no planeta é o divórcio entre a natureza e a cultura. A Natura distante da Cultura, em função de um modo de vida (?) que privilegia o material, o físico, o ganhar a qualquer preço, seja dinheiro ou qualquer outra coisa. O meio ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>Uma das principais causas da dramática crise socioambiental no planeta é o divórcio entre a natureza e a cultura. A Natura distante da Cultura, em função de um modo de vida (?) que privilegia o material, o físico, o ganhar a qualquer preço, seja dinheiro ou qualquer outra coisa. O meio ambiente ficando em segundo plano e a cultura, considerada como o modo de viver de um povo, de uma comunidade, em outra dimensão.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">           Mas são múltiplos os sinais, em várias partes da Terra Nave Mãe, de que há pessoas, grupos e comunidades pensando diferente, inserindo a natureza, o respeito aos recursos naturais, em seu modo de vida. Como já fazem geralmente os povos tradicionais ou já faziam as culturas ancestrais, muitas delas destruídas justamente por um outro estilo de vida (?) que se impôs, pelas armas ou outras formas de violência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">       A pandemia de Covid-19 parece ter acelerado este processo. Muita gente constatando que viver naquela correria, naquela alucinação, típica da sociedade contemporânea, não faz nenhum sentido. É quando ocorre a redescoberta da natureza, é quando a Cultura se aproxima da Natura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">          Acompanhando a questão socioambiental há 45 anos, em toda a minha trajetória como jornalista e escritor, verifico que este fenômeno pode ser observado por exemplo aqui em  Campinas. A cidade tem casos históricos de mobilização socioambiental, mas até há poucos anos eram poucas as pessoas ou grupos de fato envolvidos e comprometidos com ações determinadas em defesa dos recursos naturais. Os chamados ambientalistas ou ecologistas de corpo e alma e, também, muitos cientistas, nodatamente professores e pesquisadores da Unicamp, como um Mohamed Habib (referência na luta contra o excesso do uso de agrotóxicos) ou um Oswaldo Sevá (referência em movimentos questionando grandes hidrelétricas ou termelétricas).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">         Entre as organizações e movimentos históricos, podem ser citados a Sociedade Protetora da Diversidade das Espécies (Proesp), a Associação Campineira de Ação Ecológica, a Jaguatibaia e o Movimento Reviva o Rio Atibaia. E também o grupo Febre Amarela, que teve o arquiteto e ex-prefeito Antônio da Costa Santos, o Toninho, como um de seus fundadores.</span></p>
<div id="attachment_21753" style="width: 1610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FSA.jpg"><img class="size-full wp-image-21753" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FSA.jpg" alt="Fórum Socioambiental de Campinas e seus parceiros, como brigadas florestais voluntárias e movimentos populares, promovem a festa (Divulgação/Samuel Lorenzetti)" width="1600" height="1066" /></a><p class="wp-caption-text">Fórum Socioambiental de Campinas e seus parceiros, como brigadas florestais voluntárias e movimentos populares, promovem a festa (Divulgação/Samuel Lorenzetti)</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">        Mais recentemente, inclusive pelo agravamento da crise socioambiental,  como no caso da emergência climática e erosão da biodiversidade, proliferam novos grupos e movimentos, em diversas regiões de Campinas. Muitos deles estão reunidos no Fórum Socioambiental de Campinas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">        Entre outros, podem ser citados, como indicadores deste momento novo planetário, de aproximação cada vez maior de Cultura e Natura, de preocupação com o meio ambiente como parte fundamental do modo de vida das pessoas: Comissão Popular da Água e do Clima, Coletivo Campo Grande, Coletivo Saúde Marielle, MOPS &#8211; Movimento Popular de Saúde de Campinas, Aldeia Periférica de Campinas, Associação Todo Bicho Bom, Coletivo Andorinhas, Núcleo Socioambiental Jd. Nova Europa, Ecorresistência Campinas, As Marielles, Movimento de Resistência Miguel Machado, Agulhas Solidárias, Coletivo Todos pelo Jardim Bassoli, Brigada Popular Cachorro-do-Mato, Brigada Saruê, Brigada Florestal Manacá-da-Serra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">       Pois todos estes grupos e movimentos estarão representados na 2ª Festa Julina do Fórum Socioambiental no dia 11 de julho, em um encontro na Estação Cultura, das 12 às 22 horas, com entrada gratuita, para celebrar a cultura popular brasileira e fortalecer iniciativas voltadas à sustentabilidade, à economia solidária e ao engajamento comunitário. A iniciativa conta com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">         A programação contempla as apresentações musicais do Trio Curiá, que leva o forró para o arraiá; das Caixeirosas, tradicional bloco da cidade; e também da cantora Ana Person, com composições que dialogam com a proteção ambiental das áreas da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">        A Festa Julina será realizada dentro do conceito “Lixo Zero”, buscando reduzir ao máximo a geração de resíduos durante o evento. Por isso, o público é convidado a levar seu próprio copo ou caneca reutilizável, contribuindo para diminuir o consumo de descartáveis e incentivando práticas mais sustentáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">           Cultura e Natureza juntas, celebrando a vida, dançando a vida, mas também manifestando preocupação, inquietação e indignação pelos rumos que o planeta está tomando. No fundo, a esperança de que ainda é possível mudar, fazer diferente. Somente movimentos assim, alcançando uma escala planetária, global a partir do local, é possível deter a lógica do crescimento e consequente destruição sem limites. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">         Campinas tem seus plantadores de florestas. Como um Hermes Moreira de Souza que atuou por décadas no Instituto Agronômico e plantou a Mata da Fazenda Santa Elisa (e também um mini-bosque próximo de sua casa, perto da Avenida Norte-Sul). Um Hermógenes de Freitas Leitão, professor da Unicamp que hoje dá nome a um parque botânico próximo à Universidade. Um Wolfgang Schmidt, que pelo seu trabalho recebeu o Prêmio Global 500 da ONU. Um Padre Luiz Roberto Di Lascio, que liderou o Projeto Vamos Florir Nossos Jardins, responsável pelo plantio de milhares de árvores na Região dos Amarais, quando estava à frente de São Marcos, o Evangelista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">         Agora temos outros semeadores, de árvores e também de esperança. Unindo Cultura e Natura, pelo bem do planeta e da humanidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://horacampinas.com.br/cultura-proxima-da-natura-em-campinas-por-jose-pedro-martins/">(Publicado originalmente no Portal Hora Campinas)</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Projeto Consigo mobiliza comunidade com novo conceito que une cultura, saúde e meio ambiente no Ceará</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 19:53:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ecodesenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo conceito unindo cultura, saúde e cuidado com meio ambiente está mobilizando a comunidade de Maranguape, cidade do interior do Ceará. &#8220;A saúde integral considera o bem estar físico, mental, social e emocional e a cultura atua diretamente nestas frentes&#8221;, observa Maria Luiza Barbosa Sampaio, 31 anos, uma das participantes do Projeto Consigo, que ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo conceito unindo cultura, saúde e cuidado com meio ambiente está mobilizando a comunidade de Maranguape, cidade do interior do Ceará. &#8220;A saúde integral considera o bem estar físico, mental, social e emocional e a cultura atua diretamente nestas frentes&#8221;, observa Maria Luiza Barbosa Sampaio, 31 anos, uma das participantes do Projeto Consigo, que vem sendo desenvolvido em Maranguape e já ganhou prêmio internacional em sua área. O Projeto Consigo visa justamente mobilizar a comunidade local, conectando profissionais de saúde e agentes culturais, de modo que estas dimensões da vida social não atuem mais de forma isolada, mas conjuntas, com ações intersetoriais.</p>
<p>O Projeto Consigo dá sequência a um trabalho executado há anos pelo Ecomuseu de Maranguape, desenvolvido no distrito rural de Cachoeira, naquele município cearense. Em parceria com a Escola Municipal “José de Moura” e a comunidade local, o Ecomuseu de Maranguape tem promovido a educação patrimonial de jovens, que passam a atuar como monitores e multiplicadores de conhecimento. Além do patrimônio ambiental, o foco é a defesa do patrimônio histórico e cultural.</p>
<div id="attachment_21748" style="width: 1055px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.37.19.jpeg"><img class="size-full wp-image-21748" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.37.19.jpeg" alt="Maria Luiza: &quot;A cultura é fundamental na saúde integral&quot; (Foto Divulgação)" width="1045" height="1505" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Luiza: &#8220;A cultura é fundamental na saúde integral&#8221; (Foto Divulgação)</p></div>
<p>O Ecomuseu funciona em um casarão de meados do século 19, que hoje é patrimônio da comunidade e também opera como um centro cultural de múltiplas atividades, como a tradicional festa do Feijão Verde. Entre 2010 e 2013 o Projeto Ecomuseu de Maranguape foi apoiado pelo Fundo Juntos pela Educação (formado pelo Instituto Arcor Brasil e Instituto C&amp;A), como parte do Programa pela Educação em Tempo Integral.</p>
<p>Nos últimos anos nasceram novas iniciativas, novos rumos como Projeto Consigo, lançado em 2020, em pleno ano da pandemia, como uma semente de educação patrimonial plantada pelo Ecomuseu de Maranguape. Reconhecida internacionalmente logo em sua gênese pelo Prêmio Ibermuseus de Educação, a iniciativa conectou 25 escolas públicas de Maranguape em uma rede de valorização do patrimônio cultural e das memórias locais entre os jovens estudantes.</p>
<p dir="ltr">O que começou como uma ação pontual evoluiu para um programa contínuo de graduação em fases. Em 2022, na Fase 2, o projeto foi laureado com o Prêmio Nacional Darcy Ribeiro (Ibram), com o subtítulo “Maranguape Cidade-Museu”. Ali, a cidade passou a ser compreendida como um acervo a céu aberto, onde cada rua, edificação histórica, praça, monumento, personalidade e cada cidadão guardam fragmentos da identidade maranguapense, a serem catalogados, sistematizados e visibilizados por meio de estratégias de curadoria comunitária.</p>
<div id="attachment_7347" style="width: 3658px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Fortaleza-017.jpg"><img class="size-full wp-image-7347" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Fortaleza-017.jpg" alt="Escola Municipal &quot;José de Moura&quot;, base da experiência de Cidade Educadora em Maranguape, Ceará (Foto José Pedro Martins)" width="3648" height="2736" /></a><p class="wp-caption-text">Escola Municipal &#8220;José de Moura&#8221;, base da experiência de Cidade Educadora em Maranguape, Ceará (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>É nesta fase que o Projeto Consigo está neste momento. Jovens de várias regiões de Maranguape, e não apenas do Distrito de Cachoeira, estão envolvidos na iniciativa. É o caso de Maria Luiza Barbosa Sampaio, 31 anos, moradora do Distrito de Itapebussu. Ela nota que, tradicionalmente, Cultura e Saúde têm sido objeto de &#8220;políticas públicas colocadas em gavetas separadas, mas agora a própria Ciência e a Organização Mundial da Saúde reconhecem que o acesso à arte, às tradições musicais, à literatura, ao convívio comunitário, tem impacto na prevenção de doenças&#8221;.</p>
<p>Com esta visão, ela acrescenta, &#8220;a cultura não é um supérfluo, um entretenimento nas horas vagas, mas um ecossistema em que a vida ganha sentido&#8221;. Maria Luiza evidencia, portanto, que a cultura e a saúde devem estar próximas, visando &#8220;uma saúde integral, humanizar é cuidar do corpo e alimentar alma e identidade&#8221;.</p>
<p>Outro envolvido no Projeto Consigo é Matheus Vieira Paula, de 23 anos, morador do Distrito de Amanari. Ele está se formando em Enfermagem e também é um profissional fazedor de cultura do mundo junino e das Paixões de Cristo em Maranguape. &#8220;Estamos fazendo nossa caminhada no Projeto Consigo, participando da criação do inventário cultural de fazedores de cultura de Maranguape. Na minha opinião, incluir o tema da saúde na cultura pode dar muito fruto no futuro, para toda a comunidade&#8221;, destaca ele.</p>
<div id="attachment_21749" style="width: 452px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.35.27.jpeg"><img class="size-full wp-image-21749" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-16.35.27.jpeg" alt="Matheus Vieira de Paula: participando do inventário cultural de fazedores de cultura de Maranguape (Foto Divulgação)" width="442" height="713" /></a><p class="wp-caption-text">Matheus Vieira Paula: participando do inventário cultural de fazedores de cultura de Maranguape (Foto Divulgação)</p></div>
<p><strong>Justiça Climática</strong> &#8211; Como parte das atividades do Projeto Consigo, foi iniciada, nos primeiros dias de junho, a Sétima Turma do Programa de Formação de Agentes Jovens do Patrimônio Cultural (AJPC). Em 2026, foi iniciado mais um ciclo de três anos de imersão, afeto e transformação, com base na práxis em museologia comunitária. O centro dessa jornada continua sendo o Distrito de Cachoeira, mobilizando os estudantes do 6º ao 9º ano da Escola Municipal José de Moura, para que se tornem os novos guias culturais da comunidade.</p>
<p>Para este novo ciclo, o Ecomuseu traz um debate urgente e inspirador, por meio do seu tema-gerador: “Juventude e Territórios Regenerativos”. Mais do que conservar o que já existe, assinalam os responsáveis pelo Projeto Consigo, falar em <em>territórios regenerativos</em> é &#8220;pensar em cura e cuidado, conservação preventiva e protagonismo. O tema foi escolhido para costurar as dimensões ecológicas, culturais e sociais de Maranguape. A matriz dos conteúdos programáticos do AJPC vai integrar profundamente as pautas de justiça climática tanto nas formações teóricas quanto nas vivências práticas&#8221;.</p>
<p>E por que Justiça Climática no Ecomuseu?<strong> &#8220;</strong>Entendemos que as mudanças ambientais não afetam a todos da mesma maneira. Capacitar nossos jovens para enxergar essas desigualdades e propor soluções locais é o caminho para um desenvolvimento verdadeiramente integral e sustentável&#8221;, salienta a<em> </em>Equipe técnica do Ecomuseu de Maranguape.</p>
<p>Saúde do ser humano e do planeta, tendo a cultura como força motriz. O Projeto Consigo traz para a prática novos conceitos e práticas, envolvendo toda a comunidade de Maranguape, tendo o Ecomuseu como mola propulsora.</p>
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		<title>Pelo 10º ano, Anelo é convidado para representar o Brasil em festival italiano</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:29:06 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[Instituto busca patrocínio para custear a participação no Ancona Jazz 2026, consolidando uma parceria iniciada em 2015, com impacto no projeto em Campinas e também na Europa  O Anelo, instituto sem fins lucrativos que oferece aulas de música no distrito de Campo Grande, periferia de Campinas (SP), se mobiliza com o objetivo de levar músicos até ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Instituto busca patrocínio para custear a participação no Ancona Jazz 2026, consolidando uma parceria iniciada em 2015, com impacto no projeto em Campinas e também na Europa </b></p>
<div>O <span class="il">Anelo</span>, instituto sem fins lucrativos que oferece aulas de música no distrito de Campo Grande, periferia de Campinas (SP), se mobiliza com o objetivo de levar músicos até a Itália pela décima vez no final deste mês de julho, para participação como convidado do Ancona Jazz Summer. Com três representantes, a associação espera dar início à segunda década de  parceria  musical em solo italiano &#8211; um feito com marcas importantes no desenvolvimento dos alunos atendidos e professores. Para viabilizar a viagem, porém, está em busca de um patrocínio para complementar os recursos necessários.</div>
<div></div>
<div>Com um convite recebido em 2015, então para o Arcevia Jazz Feast, por intermédio do músico Guilherme Ribeiro, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> iniciou uma jornada de parceria que  trouxe para a organização inúmeras possibilidades de aprendizado e trocas pedagógicas e de performance. “O que nunca havia se desenhado como uma possibilidade para os meninos e meninas da periferia de Campinas, tornou-se uma fonte de inspiração e possibilidade e, hoje, representa mais do que um marco, mas uma vitória da comunidade que pode se mostrar para o mundo de forma lúdica, para além dos estereótipos de vulnerabilidade que toda periferia carrega”, aponta Luccas Soares, fundador e coordenador geral do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>.</div>
<div></div>
<div>Soares enfatiza que a experiência “surreal vivida em 2015”, para as realidades dos músicos do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> &#8211; pessoas nascidas e criadas em um contexto de privações de acesso à cultura e a condições ideais de vida -, mudou a perspectiva de atuação e de possibilidades dos músicos, que passaram a enxergar menos barreiras para alcançar o mundo por meio da música.</div>
<div></div>
<div>“A empreitada, ao ser revisitada, parece à primeira vista que foi vivida de forma sem obstáculos, mas é aí que a realidade se impõe novamente. Em todas as ocasiões em que cumpria o propósito de levar músicos à Itália, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> enfrentou desafios financeiros, que foram vencidos com muito esforço, ajuda de apoiadores, iniciativas de arrecadação, como venda de pizza, bazares, venda de apresentações musicais solidárias, pedido de doações e muita vontade de fazer a viagem acontecer, sem nunca termos conseguido um patrocínio direto de fato”, explica. Nesta edição, além da busca de um patrocínio, o instituto também está recebendo doações de qualquer valor via conta bancária (confira os dados ao fim do texto).</div>
<div></div>
<div>Ao longo dos anos, e até este momento, a parceria já garantiu a ida de 44 músicos da instituição para o festival da pequena cidade italiana de Acervia, que nesta edição se funde ao Ancona Jazz Summer, formando um importante polo de cultura de música improvisada na Itália. “A experiência também abriu o nosso horizonte de possibilidades. Só de passar a enxergar o mundo afora como um lugar que também é da periferia, fomos à China, Alemanha e África do Sul, sempre levando música brasileira e dividindo com a comunidade o que aprendemos. Fruto disso, é o Festival Transforma (criado no instituto), que já chegou a sua sétima edição e é inspirado no Arcevia Jazz Feast”, complementa Soares.</div>
<div></div>
<div>No festival internacional Ancona Jazz Summer 2026, o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> representará o Brasil com apresentações e uma oficina de baião, ritmo que encantou os italianos desde a primeira participação do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> na Itália. Serão seis dias de atividades &#8211; de 26 de julho a 1º de agosto.</div>
<div></div>
<div><b>Edição 2026 </b></div>
<div></div>
<div>Neste ano, a associação levará à Europa um trio, composto pelo fundador e coordenador geral do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, Luccas Soares, pela percussionista e professora Adriana Laranjeira e pela aluna de prática de banda Vanessa de Jesus. Além de divulgar a música brasileira na Itália, os músicos do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, além de um grupo sueco, também convidado, participarão de ações em sala de aula, trocando e difundindo conhecimento com os europeus. O festival bancará parcialmente os custos de hospedagem e alimentação, mas, para garantir presença na Itália , o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> precisa arrecadar R$ 35 mil. O valor estimado é o necessário para conseguir arcar com os custos da viagem e demais gastos previstos durante a estadia.</div>
<div></div>
<div>Soares conta que a parceria com o Arcevia Fest começou em 2015, quando o pianista e acordeonista Guilherme Ribeiro, hoje é maestro da Orquestra <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, que já participava  do festival nos anos anteriores. Ele fez a ponte entre o evento e o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, apresentando o trabalho do instituto e viabilizando a participação, à época, de um grupo de cinco representantes. Desde então, a instituição conseguiu enviar outros grupos, consecutivamente até Arcevia, consolidando uma parceria que também rendeu visitas de estudantes de música italianos a Campinas e uma relação de amizade com a cantora italiana Suzanna Stivali, que chegou a ministrar aulas na associação. A única exceção foi 2020, auge da pandemia de Covid-19.</div>
<div></div>
<div>“Nossa parte didática foi impactada diretamente pela parceria. Isso fora o contexto social. Para os jovens da periferia, a Itália é algo muito longe ou desconhecido. Minha mãe, por exemplo, até me perguntou se a gente iria de ônibus. Então, ter essa oportunidade é muito relevante, não é ostentação ou um luxo, e sim mostrar que os músicos daqui podem alcançar esse palco”, afirma Soares. Segundo ele, a escolha pelo gênero baião nas apresentações atende a um interesse dos organizadores do festival, repetindo uma opção feita na primeira participação, em 2015, com grande aceitação.</div>
<div></div>
<div><b>Oportunidade </b></div>
<div></div>
<div>Estudante no <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, Vanessa de Jesus Silva Sarmento, seguirá, aos 30 anos de idade, para sua primeira viagem internacional. Mineira de Belo Horizonte, ela começou na música na igreja, e se mudou para a região de Campinas ainda criança, devido a uma necessidade dos pais. Fascinada por ritmos e influenciada principalmente pela black music, se dedica à formação em bateria e contrabaixo e está há três anos no <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>.</div>
<div></div>
<div>“Em busca de oportunidades, estava fazendo testes para entrar no conservatório de Tatuí, mas acabei desistindo pela distância e necessidade de locomoção constante, que seria muito custosa. Então acessei o Google à procura de lugares para aprender música na região, e o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> veio como primeira opção. Me interessei pelos projetos que existiam nele, a relevância, e a quantidade de alunos talentosos”, conta.</div>
<div></div>
<div>“O <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> exerce um papel fundamental no meu processo de formação musical, proporcionando acesso ao estudo da música de qualidade e a vivências que talvez eu não tivesse em outros contextos. Receber a notícia de que faria parte do trio que irá para a Itália foi uma grande alegria e uma surpresa muito especial. Senti orgulho, satisfação e honra. Demorou um tempo para eu compreender a dimensão dessa oportunidade para minha trajetória musical. Ter uma experiência internacional como essa e poder incluí-la em meu portfólio é algo que considero extremamente significativo.”</div>
<div></div>
<div>Já Adriana Laranjeira, outra representante do trio, e que atua há 20 anos como baterista, percussionista e professora,  afirma que participar do festival na Itália representa a realização de um sonho pessoal e profissional.</div>
<div></div>
<div>“É a minha primeira vez no país e poder representar o Instituto <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> e a música brasileira em um festival internacional é motivo de muita honra e alegria. O repertório que estamos preparando busca valorizar a riqueza rítmica e a diversidade da música brasileira, levando um pouco da nossa identidade cultural para o público internacional. Adriana considera que o contato com músicos de diferentes culturas servirá para ampliar a visão artística dos representantes do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, incorporar conhecimentos e inspirar novas possibilidades de ensino. “Tenho certeza de que voltarei ainda mais motivada para compartilhar essas vivências com meus alunos e continuar construindo caminhos através da música“, aponta.</div>
<div></div>
<div>“No <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, além de professora, tenho a alegria de acompanhar de perto o impacto transformador da música na vida dos alunos.”</div>
<div></div>
<div><b>Música sem barreiras </b></div>
<div><b> </b></div>
<div><img class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=1eab71f109&amp;attid=0.2&amp;permmsgid=msg-f:1869421132518211767&amp;th=19f1849d8b5b40b7&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1869421132518211767&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ8vO2NyTJ0QWXUl2s-QtYkv16Q60djneJSlyab0xN7ssq3cnVoVT2QiQVs4OBAH6w4TRoN9FOZMm_oXi7uOVphyZYL0j7MgK_5xiG-XWuAdoRsleN269gZM1SQ&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mqzzdiql1&amp;zw" alt="Ancona Divulgação.jpeg" width="467" height="334" data-image-whitelisted="" data-bit="iit" /></div>
<div>Ancona, cidade que receberá o festival   Foto: Divulgação</div>
<div></div>
<div>Segundo o diretor do Arcevia Feast e professor de trompete Samuele Garofoli, o festival, que ocorre há 28 anos, busca o desenvolvimento do pensamento musical por meio de uma didática e de uma metodologia já comprovadas. Ele ressalta como grande diferencial do evento a possibilidade aberta para unir pessoas e compartilhar diferentes experiências. “No festival tocamos o dia inteiro, levantamos temas, mas há também momentos de partilha. À mesa, enquanto todos comem juntos, nas jam sessions, desde o café da manhã até tarde da noite, sem nenhuma barreira geracional ou de gênero.”</div>
<div></div>
<div>Garofoli revela que as participações musicais de Brasil e Suécia ganham atenção especial dos organizadores nesta edição. “Muitos desses artistas que tocarão à noite estarão em sala de aula no dia seguinte”, conta. Afirma ainda que a união com o Ancona Jazz preencherá uma demanda de aumento das atividades. “Sentíamos falta de shows e precisamos disso, porque fazer música não é apenas estudar, mas também ouvir, inspirar-se e conhecer músicos. A união com o Ancona Jazz dá origem a um polo cultural dedicado ao jazz e à música improvisada de grande importância na Itália. Não esquecemos nossas raízes, mas desenvolveremos outras atividades, dedicadas a residências de música, gravações e documentários.”</div>
<div></div>
<div>Sobre a relação com o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>, ele define como parte de um processo de escolhas e de transformação do polo de formação italiano. “O trabalho realizado no Brasil é para nós uma grande fonte de inspiração. A atenção aos jovens, a construção de comunidades, o diálogo com o território e com diferentes culturas, a adaptação contínua dos espaços e da didática para responder aos desafios é uma abordagem que nos une. Os caminhos que seguimos são, em grande parte, fruto da experiência do <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span>. Arcevia Jazz Feast, Ancona e Instituto <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> são amigos para sempre.”</div>
<div></div>
<div><b>DOAÇÕES</b></div>
<div>Quem quiser contribuir com o <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> para viabilizar a viagem dos músicos pode enviar qualquer valor para a conta bancária do instituto ou via PIX.</div>
<div>
Banco do Brasil<br />
Agência: 3551-3<br />
Conta Corrente: 11.379-4<br />
PIX (CNPJ): 05.896.161/0001-29</p>
<p>O <span class="il"><span class="il">Anelo</span></span> pede, por gentileza, que, após a doação seja enviado o comprovante para: <a href="mailto:contato@anelo.org.br" target="_blank">contato@<span class="il"><span class="il">anelo</span></span>.org.br</a></div>
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		<title>Cia Tugudum apresenta espetáculo de dança para bebês dias 4 e 5 de julho em Campinas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:25:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>

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		<description><![CDATA[“Dança uma História?” será apresentado nos dias 04 e 05 de julho na sede do grupo às 11h Cia Tugudum apresenta neste sábado (04) e domingo (05), primeiro final de semana de julho de 2026, às 11h o espetáculo “Dança Uma História?” &#8211;  produção concebida para bebês e crianças até seis anos de idade, em ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Dança uma História?” será apresentado nos dias 04 e 05 de julho na sede do grupo às 11h</em></p>
<p dir="ltr">Cia Tugudum apresenta neste sábado (04) e domingo (05), primeiro final de semana de julho de 2026, às 11h o espetáculo “Dança Uma História?” &#8211;  produção concebida para bebês e crianças até seis anos de idade, em sua sede (R. Maestro Francisco Manoel da Silva, 690 &#8211; Jd. Santa Genebra &#8211; Campinas). Em cena, as dançarinas Cecília Gomes, Olívia Blanc e Valéria Franco contam com o corpo, música e movimento pequenas histórias que surgem e se transformam como as brincadeiras infantis. As crianças, pais, mães, cuidadores e cuidadoras são convidadas a apreciar o espetáculo, que tem duração de 35 minutos, bem de perto, praticamente imersos na cenografia e embarcando no universo lúdico e delicado. Como é uma produção de ambientação intimista, são pouco lugares disponíveis. Os ingressos podem ser comprados antecipadamente pelo WhatsApp: 19 98109-5020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Pioneira nas pesquisas e produções de espetáculo para a primeira infância, a Cia Tugudum concebeu este espetáculo em 2013, na época com patrocínio do FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas). Ao longo destes 13 anos de sua estreia, a produção circulou com sucesso por creches municipais de Campinas, unidades do SESC-SP e Festival de Dança de Curitiba (PR).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“O corpo e o movimento das dançarinas são o alicerce do roteiro coreográfico, ora compondo paisagens, ora transformando-se em elementos e personagens que compõem as pequenas histórias.  A interação entre as linguagens da dança e da música e a improvisação – principais focos de pesquisa da Cia. Tugudum &#8211;  estão presentes em algumas das cenas em que as dançarinas brincam com a sonoridade de instrumentos percussivos e de sopro.”, explica a diretora Valéria Franco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O interesse dos bebês pelo movimento, pela interação e musicalidade nortearam as escolhas estéticas da diretora, que ministrou durante alguns anos atividades artísticas para bebês em uma creche próxima à sede do grupo, no Jardim Santa Genebra. Esta experiência e observação foram fundamentais no processo criativo e também para a consolidação de seu método de  para ensino-aprendizagem em dança como ferramenta de desenvolvimento integral do ser humano desde a 1ª infância, registrado em seu livro Diálogo Corpóreo &#8211; Pura Potência do Corpo Sujeito, lançado em 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Recomendações aos adultos</p>
<p dir="ltr">A Cia. Tugudum recomenda aos adultos que permitam aos bebês uma apreciação natural. Ou seja, não é necessário direcionar seu olhar durante as cenas. Caso haja algum desconforto do pequeno espectador, recomenda-se que os adultos acalmem os bebês no espaço externo e depois retornem ao espetáculo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Sobre a Cia. Tugudum</p>
<p dir="ltr">A Cia. Tugudum foi fundada em 1999. Ao longo dos anos criou espetáculos tanto para o público infantil como para o público adulto. Em reconhecimento às atividades de criação artística, a Cia. Tugudum foi contemplada em quatro edições do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas para a produção e circulação dos seguintes espetáculos: Corpo Fora (2008), Cuidado que Pega! (2009), Dança uma História (2013) e Apitaí (2023). O Ministério da Cultura também premiou a Companhia com os prêmios Klauss Vianna (2008-2009) e Procultura (2010) para o desenvolvimento de programações de dança contemporânea em sua sede. Atualmente, a Cia tem mais três espetáculos para bebês no seu repertório Psiu, vem brincar?!!(2016), Bichos (2022), Som na caixa (2025).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dança Uma História?</p>
<p dir="ltr">04 e 05/07  às 11h</p>
<p dir="ltr">Espaço Tugudum &#8211; Rua Maestro Francisco Manoel da Silva, 690 &#8211; Jardim Santa Genebra &#8211; Campinas, SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Ingressos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Venda de ingressos pelo whatsapp: 19 98109-5020</p>
<p dir="ltr">Antecipados até 30/06: R$ 35,00 uma criança + um adulto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na hora:</p>
<p dir="ltr">R$ 50,00 uma criança + um adulto</p>
<p dir="ltr">R$ 40,00 adulto (avulso)</p>
<p dir="ltr">R$ 20,00 criança (avulso)</p>
<p dir="ltr"><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dança Uma História?</p>
<p dir="ltr">Espetáculo de dança contemporânea para bebês com a Cia Tugudum</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Direção: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Elenco: Cecília Gomes, Valéria Franco e Olívia Blanc</p>
<p dir="ltr">Cenografia: Júlio Lemos</p>
<p dir="ltr">Figurinos: Isabel Graciano</p>
<p dir="ltr">Pesquisa Musical: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Desenho de luz: Valéria Franco</p>
<p dir="ltr">Operação técnica: João Dalga</p>
<p dir="ltr">Fotos: Suzana Barretto</p>
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		<title>Europa em chamas, planeta à deriva</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:41:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por José Pedro S.Martins A Europa toda, e particularmente a França, está em chamas. Temperaturas no início do Verão em torno de 40 graus. A onda de calor despertou nova polêmica a respeito dos impactos das mudanças climáticas, provocadas pela queima sem controle dos combustíveis fósseis.  Para muitos europeus,  a Copa do Mundo que está ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro S.Martins</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Europa toda, e particularmente a França, está em chamas. Temperaturas no início do Verão em torno de 40 graus. A onda de calor despertou nova polêmica a respeito dos impactos das mudanças climáticas, provocadas pela queima sem controle dos combustíveis fósseis.  Para muitos europeus,  a Copa do Mundo que está valendo é essa: quem vai ganhar essa corrida maluca, o aquecimento global que parece não ter fim, porque a matriz energética baseada nos fósseis insiste em não abrir mão de suas práticas suicidas (para o planeta e a humanidade), ou a transição energética,  com uso cada vez mais acentuado de fontes renováveis, como solar, eólica e hidrogênio verde?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">        No último dia 26 de junho, a organização World Weather Attribution (WWA) divulgou um relatório sobre a onda de calor intensa na Europa.  “As emissões de combustíveis fósseis agravaram rapidamente as ondas de calor na Europa em apenas algumas décadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apenas algumas semanas após uma onda de calor severa que quebrou todos os recordes de maio, a Europa está passando por outra grande onda de calor que está quebrando recordes de junho e anuais”, afirma o documento nos seus primeiros parágrafos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">     A WWA nota que este fato ”é particularmente notável, visto que junho não é historicamente o mês mais quente na Europa Ocidental. Na França, Alemanha, Itália, Espanha e sul da Inglaterra, as temperaturas estão atingindo de 5 a 12 °C acima das médias sazonais, impulsionadas por um sistema persistente de alta pressão”.  Esse padrão, prossegue o documento, transportou ar quente do norte da África para a região, trazendo também céu claro e sol forte, o que intensificou ainda mais o calor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">   Ainda não existe uma contabilidade completa das mortes provocadas pela atual onda de calor, mas WWA lembra : “As ondas de calor representam uma séria ameaça à saúde humana e têm impactos profundos nos ecossistemas. Durante o verão de 2022, mais de 60.000 pessoas em toda a Europa morreram como resultado do calor extremo. Mesmo no verão seguinte, que foi significativamente mais fresco, foram registradas mais de 47.000 mortes relacionadas com o calor. No ano passado, a primeira onda de calor na Europa, também a atingir o continente no final de junho, custou a vida a cerca de 2.300 pessoas em apenas 12 cidades europeias”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">   Além das mortes que já aconteceram,  são resultado da atual onda de calor o fechamento generalizado de escolas, o cancelamento de eventos ao ar livre e grandes interrupções ferroviárias, à medida que o calor extremo leva à expansão térmica dos trilhos e à interrupção das linhas de energia aéreas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">    No Reino Unido, o Hospital East Surrey declarou estado crítico devido ao aumento da procura, restringindo os serviços apenas a emergências com risco de vida. A Itália registrou mortes relacionadas com o calor, aumento das admissões em salas de emergência e cortes de energia associados ao uso crescente de ar condicionado, enquanto os sistemas de saúde e transportes na Bélgica e nos Países Baixos enfrentaram uma pressão crescente e</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">interrupções de serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">   A onda de calor também está pressionando os sistemas energéticos europeus, com preocupações relativamente à redução da produção das centrais nucleares francesas arrefecidas pelos rios Ródano e Garona. Como a França constitui uma parte fundamental da rede elétrica do continente, as restrições à geração de energia podem apertar o fornecimento regional de energia e contribuir para o aumento dos preços da eletricidade, agravando a crescente pobreza energética no verão europeu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">     </span><span style="font-weight: 400;">Pesquisadores da Suécia, Dinamarca, Estados Unidos, Holanda, Irlanda e Reino Unido, continua o documento de WWA, colaboraram para avaliar em que medida as mudanças climáticas induzidas pelo homem alteraram a probabilidade e a intensidade do calor extremo na Europa Ocidental. A análise concentra-se nos 3 dias e noites mais quentes na área mais afetada e em análises adicionais das 19 capitais dos países afetados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">     Principais Conclusões destes pesquisadores:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"> As ondas de calor causam mais mortes na Europa do que todos os outros desastres naturais combinados. À medida que as temperaturas continuam a subir, o envelhecimento da população, a crescente prevalência de doenças crônicas e o acesso desigual a sistemas de refrigeração e habitações resistentes ao calor aumentam a vulnerabilidade, exercendo uma pressão crescente sobre os sistemas de saúde.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> A vulnerabilidade ao calor varia em toda a sociedade, desde idosos que vivem sozinhos até populações que enfrentam desvantagens socioeconômicas e doenças crônicas, incluindo pessoas sem-teto e migrantes, o que destaca a necessidade de políticas de saúde relacionadas ao calor adaptáveis ​​e focadas na equidade.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Na região estudada, esta onda de calor é a mais severa já registrada.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Em 1976, quando alguns dos recordes europeus anteriores foram estabelecidos, as temperaturas de 2026 seriam praticamente impossíveis de ocorrer em junho, além de serem altamente improváveis ​​em qualquer época do ano. Em 2003, durante a primeira grande onda de calor deste século, um calor diurno como este ainda seria muito raro, cerca de 10 vezes menos provável do que hoje, enquanto temperaturas noturnas como as deste junho seriam mais de cem vezes menos prováveis ​​em 2003.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Muitas capitais estão experimentando não apenas o período de três dias mais quente de junho, mas também o período de três dias mais quente desde 1950, de acordo com o conjunto de dados ERA5. No entanto, devido ao aquecimento global, essas temperaturas muito altas agora são esperadas regularmente durante os meses de verão em muitas capitais.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">     Isso significa que uma onda de calor semelhante em junho teria sido cerca de 3,5 °C mais fria durante o dia em 1976 e cerca de 2 °C mais fria em 2003. As temperaturas noturnas teriam sido cerca de 2,4 °C mais frias em junho de 1976 e cerca de 1,3 °C mais frias em junho de 2003.</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"> O risco de calor se concentra nas cidades, onde os efeitos das ilhas de calor urbanas, o envelhecimento do parque imobiliário e as desigualdades socioeconômicas se combinam para intensificar a exposição. Muitas casas, escolas, sistemas de transporte e infraestrutura energética não foram projetados para calor extremo prolongado, destacando a necessidade urgente de adaptação equitativa, reformas prediais, medidas de resfriamento passivo e planejamento urbano resiliente ao calor.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Este verão mostra que, com um aquecimento global de 1,4°C, o calor extremo já está atingindo os limites da capacidade de nossas sociedades de lidar com ele. “Nossa análise aqui mostra que o calor intenso está aumentando rapidamente, mesmo em tempos recentes, com tais eventos dezenas a centenas de vezes mais prováveis ​​desde apenas 2003 e praticamente impossíveis há apenas 50 anos. Uma rápida eliminação gradual dos combustíveis fósseis é crucial se quisermos evitar temperaturas ainda mais altas e suas consequências no futuro”, conclui o documento de WWA.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">     Pois as atuais ondas de calor na Europa se intensificaram justamente nos dias posteriores à realização em Bonn, na Alemanha,  de mais uma rodada de discussão sobre o que os países que assinaram o Acordo de Paris podem fazer para enfrentar o aquecimento global e acelerar a transição energética. E, mais uma vez, houve frustração com os resultados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">      O encontro em Bonn era preparatório à COP 31, que acontece em novembro no charmoso balneário de Antália, na Turquia, mas sob presidência dupla, do país anfitrião e da Austrália, que queria levar a conferência para Adelaide e não conseguiu. Tudo muito esquisito. Enquanto a Europa arde em chamas, o planeta está à deriva. Todos sabemos onde tudo isso pode nos levar.</span></p>
<p><a href="https://horacampinas.com.br/europa-em-chamas-planeta-a-deriva-por-jose-pedro-martins/">(Publicado originalmente no Portal Hora Campinas)</a></p>
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		<title>Prêmio IAC e Medalha Dom Pedro II são oferecidos a profissionais nos 139 anos do Instituto Agronômico</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 20:57:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Carla Gomes (MTb 28156), jornalista científica e assessora de comunicação IAC O Instituto Agronômico (IAC) celebrou nesta terça-feira, 30 de junho, seus 139 anos de fundação, completados no último dia 27. Criado por decreto de D. Pedro II em 1887, o IAC chega a 2026 como referência nacional em ciência e inovação agrícola, que ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><i><span style="font-weight: 400;">Por Carla Gomes (MTb 28156), jornalista científica e assessora de comunicação IAC</span></i></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Instituto Agronômico (IAC) celebrou nesta terça-feira, 30 de junho, seus 139 anos de fundação, completados no último dia 27. Criado por decreto de D. Pedro II em 1887, o IAC chega a 2026 como referência nacional em ciência e inovação agrícola,</span> <span style="font-weight: 400;">que transformam lavouras em todo o Brasil.  O IAC desenvolveu — até junho de 2026 — 1.205 cultivares de 112 diferentes espécies vegetais, muitas delas presentes em campos agrícolas em quase todas as regiões brasileiras. O Instituto atua também na geração de pacotes tecnológicos que contribuem para elevar a produtividade e a sustentabilidade das lavouras e a qualidade dos produtos que chegam aos consumidores. Além de celebrar seus mais recentes resultados históricos, o Instituto comemora, na sede do IAC, em Campinas, com a entrega do Prêmio IAC e da Medalha Mérito Científico D. Pedro II a profissionais internos e externos que se destacam na agricultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entrega do Prêmio IAC é parte das comemorações de aniversário do Instituto, vinculado à APTA (Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios) e à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Este ano, será entregue também a Medalha Mérito Científico Dom Pedro II. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Prêmio IAC, instituído em 1994, é um reconhecimento ao mérito científico e desempenho institucional de seus pesquisadores e servidores de apoio. Externamente, é oferecido a agricultores parceiros, empresas e instituições de pesquisa e ensino que se destacam no universo da agricultura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na categoria interna Pesquisador Científico, o agraciado com o Prêmio IAC 2026 é Afonso Peche Filho, da Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento de Engenharia e Automação do IAC, instalada em Jundiaí. Peche atua na busca de metodologias para desenvolver modelos de gestão com ênfase na qualidade e competitividade de sistemas operacionais de produção, aliados à sustentabilidade. É engenheiro agrônomo, mestre em Engenharia de Água e Solo pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutor em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Iniciou suas atividades no IAC em 1986. Tem experiência em Engenharia de Biossistemas, com ênfase em Mecanização Agrícola Conservacionista e Gestão Ambiental de Bacias Hidrográficas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na categoria interna Servidor de Apoio Técnico, o premiado é </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Edvaldo Novelli Gomes, da Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento de Seringueira e Recursos Agroflorestais. Vadão, como é carinhosamente conhecido, tem quase 40 anos de sua vida dedicados à ciência. Braço direito dos programas de melhoramento de plantas anuais do IAC, participa de toda avaliação e seleção de linhagens e variedades de diferentes espécies sob experimentação em Votuporanga. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Premiar Edvaldo Novelli Gomes é reconhecer que em muitas variedades selecionadas e lançadas pelo IAC houve a dedicação e o empenho deste profissional”, comenta o coordenador do Instituto, Marcos Landell. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na categoria externa do Prêmio IAC 2026 – Personalidade do Agronegócio, o agraciado é Marcelo Eduardo Lüders, presidente e fundador do </span><b>Instituto Brasileiro do Feijão, Pulses e Colheitas Especiais (IBRAFE)</b><span style="font-weight: 400;">.  Lüders é parceiro do Programa Feijão IAC e tem intensa atuação na divulgação e transferência ao setor produtivo da qualidade dos feijões desenvolvidos pelo Instituto. Em sua carreira, destaca-se por promover o </span><b>consumo, a produção e a exportação de feijões e pulses brasileiros</b><span style="font-weight: 400;">. É especialista em Feijão da </span><b>Bolsa Brasileira de Mercadorias</b><span style="font-weight: 400;"> desde 2002, consultor da </span><b>Câmara Setorial do Feijão do Ministério da Agricultura e Pecuária,</b><span style="font-weight: 400;"> desde 2006, membro da </span><b><i>Global Pulses Confederation</i></b><b>,</b><span style="font-weight: 400;"> desde 2008, e editor do boletim e analista do </span><b>Clube Premier</b><span style="font-weight: 400;"> desde 2017. </span></p>
<p><b>Medalha Mérito Científico Dom Pedro II</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Medalha do Mérito Científico Dom Pedro II foi instituída pelo Governo do Estado de São Paulo em homenagem ao bicentenário de nascimento do Imperador, por meio do Decreto nº 70.137, de 1º de dezembro de 2025. Destina-se a distinguir personalidades — físicas ou jurídicas, civis ou militares, nacionais ou estrangeiras — que tenham contribuído de forma notável para o avanço científico no Estado de São Paulo e no Brasil, além de reconhecer serviços relevantes prestados ao Instituto Agronômico (IAC) e ao povo paulista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta segunda edição de entrega desta honraria, o agraciado é o pesquisador aposentado do IAC, Ignácio José de Godoy, responsável pelo Programa de Melhoramento Genético de Amendoim ao longo de toda sua carreira. Graças ao seu trabalho, as cultivares de amendoim desenvolvidas pelo IAC ocupam cerca de 70% das lavouras paulistas dessa oleaginosa e fazem de São Paulo o maior produtor nacional. Atualmente, o Programa é apoiado por 22 empresas da cadeia produtiva e é um exemplo de sucesso de parceria público-privada. Godoy ingressou como pesquisador no IAC em 1975. Engenheiro agrônomo formado pela Unesp, fez mestrado e doutorado na Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, um dos centros mundiais de excelência em melhoramento genético do amendoim. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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