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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Campinas 250 anos</title>
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		<title>Por uma verdadeira metrópole</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 20:40:25 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Regina Márcia Moura Tavares Antropóloga reg3mar@gmail.com   Neste 14 de julho de 2023, em que Campinas comemora seus 249 anos, cumprimento-a com o agradecimento de me haver recebido generosamente no fim dos anos 60, desejando-lhe um futuro promissor com o reconhecimento da importância da Cultura, em todas as suas expressões, para um desenvolvimento da ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Regina Márcia Moura Tavares</strong></p>
<p><em>Antropóloga</em></p>
<p>r<a href="mailto:Reg3mar@gmail.com"><span style="font-weight: 400;">eg3mar@gmail.com</span></a></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste 14 de julho de 2023, em que Campinas comemora seus 249 anos, cumprimento-a com o agradecimento de me haver recebido generosamente no fim dos anos 60, desejando-lhe um futuro promissor com o reconhecimento da importância da</span><b> Cultura</b><span style="font-weight: 400;">, em todas as suas expressões, para um desenvolvimento da sociedade sintonizado com o que vêm afirmando organismos internacionais, há anos, em várias convenções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe-se que a </span><b>Cultura,</b><span style="font-weight: 400;"> em seu sentido socioantropológico é o conjunto dos modos de fazer, sentir, pensar, que uma população cria ao longo de gerações para enfrentar os desafios da sobrevivência física e social. Ao contrário do que se pensa comumente, ela não é somente Arte ou o produto exclusivo de elites de conhecimento apurado de uma dada sociedade; ela é muito mais que isto, é </span><b>algo produzido por toda a coletividade</b><span style="font-weight: 400;">, apresentando-se diferente em extratos sociais diversos, mas com valor idêntico. Pode-se dizer que ela é uma trama de significados que perpassa todo o tecido social garantindo a identidade individual e coletiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A população de Campinas, ao logo de gerações acumulou um </span><b>patrimônio cultural, </b><span style="font-weight: 400;">ou seja,</span> <span style="font-weight: 400;">um conjunto de bens materiais e imateriais fruto das relações de seus cidadãos com o meio natural e com os demais indivíduos da coletividade, assim como as interpretações dessas mesmas relações, nos seus vários ciclos econômicos e com movimentos migratórios diferentes. Este patrimônio é dinâmico e variável pela própria natureza do processo que o produz e preservá-lo não deve significar jamais &#8220;engessá-lo&#8221; ou &#8220;congelá-lo&#8221;. Seu papel é oferecer oportunidades e espaços onde o processo da produção cultural seja visto, analisado, compreendido, </span><b>transformando-se assim em referencial necessário ao próprio reconhecimento da identidade pessoal e coletiva, bem como sustentação para a criatividade necessária ao advento do futuro.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma administração municipal competente de nossa metrópole será sempre aquela capaz de propor um plano completo que possa garantir a progressiva realização das potencialidades dos membros da coletividade, </span><b>priorizando a preservação das múltiplas memórias culturais,</b><span style="font-weight: 400;"> a defesa das identidades, a democratização do acesso a valores culturais e a criação de condições para a estimulação da criatividade no seio da população</span><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i><span style="font-weight: 400;"> Para que tal objetivo seja alcançado faz-se necessária a integração permanente das muitas secretarias de governo, o que não acontece frequentemente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se ao </span><b>Estado não compete produzir Cultura, a ele compete desempenhar o papel de facilitador e articulador político, </b><span style="font-weight: 400;">ou seja: promover debates nacionais, regionais e locais envolvendo Universidades, Centros Culturais, Museus, Associações comunitárias, de classe e outras ações que resultarão, certamente, no refinamento da interação entre as políticas públicas.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p>Campinas, assim como sua região metropolitana, desenvolveu-se a partir da agricultura canavieira, depois cafeeira, sendo que a partir de 1930 ensejou um desenvolvimento industrial. A partir dos anos 50 a região assistiu à chegada de grandes empresas multinacionais e à implantação de um parque industrial moderno, bem como à entrada da televisão no Brasil. A Faculdade de Filosofia, já existente há alguns anos, que preparara pessoal para a organização política e institucional da cidade e do estado aparelhou-se para enfrentar os novos desafios na área do conhecimento tecnológico assumindo a dimensão de Universidade em 1955. A instalação da Universidade Estadual-UNICAMP em 1966, com uma proposta de interação com o setor produtivo regional, assim como do CpQd da Telebrás serviram para alavancar a região na direção de um desenvolvimento sem paralelo no Brasil.</p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo dos anos, outras universidades e faculdades foram surgindo para dar suporte à economia, mas infelizmente, a ênfase dada à </span><b>Educação Formal</b> <span style="font-weight: 400;">não se fez acompanhar pela </span><b>Não Formal </b><span style="font-weight: 400;">na metrópole de mais de um milhão de habitantes. Seus administradores públicos, com honrosas exceções, </span><b>não investiram em espaços próprios ao desenvolvimento da Cultura Patrimonial e Artística, </b><span style="font-weight: 400;">setores essenciais à manutenção da Memória Social identificadora e à expansão dos repertórios da população para uma cidadania amplificada. Hoje, Campinas é um significativo polo técnico-industrial, centro de região metropolitana, </span><b>sem que seja realmente uma metrópole</b><span style="font-weight: 400;"> capaz de atrair e difundir a produção artística de qualidade, de todos os tipos. Inclusive, inúmeras entidades particulares de valor, quase centenárias, sobrevivem com recursos próprios sem espaços adequados e suficientes à apresentação de suas produções.</span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se temos por hábito fazer votos em aniversários, neste de Campinas desejo a criação do </span><b>CENTRO CULTURAL CARLOS GOMES:ESPAÇO DE INFORMAÇÃO, CRIAÇÃO E PRAZER ASSOCIADOS.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos dias de hoje e com toda certeza mais ainda no futuro, o </span><b>Turismo Cultural será a maior fonte de entrada de divisas nos países</b><span style="font-weight: 400;">. Num mundo que se globaliza tecnicamente em velocidade espantosa e se homogeneíza culturalmente, investir num projeto cultural ambicioso e original parece ser um caminho interessante, levando-se em conta a riqueza da diversidade cultural metropolitana. Campinas poderá vir a ser um destino permanentemente desejado internacionalmente, assim como a Salzburg de Mozart, Bayreuth de Vagner, Milão ou Nova York, apresentando ao mundo o maior compositor operístico das Américas do século XIX</span><b>, o afrodescendente ANTÔNIO CARLOS GOMES</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desconhecido em sua própria terra, O Tonico de Campinas poderá ser um ÍCONE que atrairá o mundo para ouvir a sua música e de tantos outros compositores brasileiros de mérito, assim como conhecer outras manifestações artísticas dos muitos grupos étnicos brasileiros, num </span><b>Centro Multimodal </b><span style="font-weight: 400;">que deverá incluir:</span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">a) Um TEATRO METROPOLITANO, onde espetáculos de dança, teatrais e musicais de qualidade possam ser apresentados e, também, um festival gomesiano realizado, anualmente;</span></li>
</ol>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">b) Uma GALERIA onde artistas metropolitanos e convidados possam expor suas obras para deleite do público;</span></li>
</ol>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">c) Um ESPAÇO DE CRIATIVIDADE onde a população poderá desenvolver suas habilidades criativas oportunizando o aparecimento e/ou projeção de outros tantos valores citadinos e regionais;</span></li>
</ol>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">d) Um MUSEU onde um acervo precioso, já existente, possa ser devidamente preservado e apreciado por um público maior;</span></li>
</ol>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">e) Um RESTAURANTE com comida típica paulista e regional;</span></li>
</ol>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">f) LOJAS com produtos típicos da região metropolitana.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;"> O CENTRO CULTURAL CARLOS GOMES deverá ser um local onde crianças, jovens e adultos possam ser protagonistas, além de espectadores; onde cada indivíduo tenha oportunidade de expandir seu repertório, aprender a importância da preservação de seu patrimônio cultural, expressar-se na modalidade criativa que mais sensibilizá-lo e, desta forma, descobrir-se, valorizar-se como pessoa, internalizar a cultura à qual pertence e ter condições reais de exercer a cidadania. Deverá ser, vocacionalmente, um </span><b>ponto de encontro</b><span style="font-weight: 400;"> onde a </span><b>Cultura possa ser vivenciada em sua totalidade, numa associação gratificante de exercício intelectual e prazer sensorial.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mudamos em 50 anos, o que não mudamos em 5 séculos. O conhecimento humano caminhou na direção da especialização para aprofundamento, </span><b>mas temos de recuperar os momentos de síntese</b><span style="font-weight: 400;"> se quisermos compreender a nós mesmos e ao que se passa ao nosso redor, bem como transmitir a outrem tal saber, prazerosamente!</span></p>
<p><strong><strong><br />
</strong></strong><em>Regina Márcia é antropóloga, docente universitária aposentada, escritora, palestrante, consultora acadêmica para América Latina e Caribe, membro de várias entidades culturais</em>. &lt;www.reginamarciacultura.com.br&gt;<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um convite ao olhar sobre a sabedoria da natureza no centro de Campinas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 21:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[CampinasCulturalNaoPara]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação artística ao ar livre da artista campineira Valéria Scornaienchi propõe reflexão sobre a sabedoria da natureza e instiga memórias acerca das praças do centro Levar arte para as pessoas que transitam nas ruas da cidade como uma forma de expandir o olhar e despertar a atenção para a sabedoria da natureza além de instigar ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Ação artística ao ar livre da artista campineira Valéria Scornaienchi propõe reflexão sobre a sabedoria da natureza e instiga memórias acerca das praças do centro</em></strong></p>
<p>Levar arte para as pessoas que transitam nas ruas da cidade como uma forma de expandir o olhar e despertar a atenção para a sabedoria da natureza além de instigar memórias acerca das praças. Foi com esse intuito que a artista campineira Valéria Scornaienchi espalhou arte em meio aos jardins do Largo do Pará no Centro de Campinas. <em>&#8220;Comentários sobre o jardim&#8221;</em> é uma intervenção artística na qual foram espalhadas dez plaquinhas de jardim em meio a vegetação da praça. São imagens coletadas pela artista em seus deslocamentos diários que estão retratadas nas plaquinhas de madeira &#8216;plantadas&#8217; em meio as flores e folhagens.</p>
<p>Esta é a primeira fase do projeto. A artista pretende levar a proposta para ao menos duas outras praças da área central da cidade que, originalmente, se chamava Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso, em função da grande floresta, depois denominada Mata Atlântica, que cobria toda a região. Depois de 247 anos de história, Campinas tem menos de 4% de vegetação nativa, muito menos portanto que os 8% que sobraram da Mata Atlântica ao longo do litoral brasileiro. É neste contexto que a intervenção estética-filosófica de Valéria Scornaienchi adquire maior significado e relevância, não deixando de ser um forte convite ao pensamento sobre o futuro da cidade que logo completará 250 anos.</p>
<div id="attachment_18749" style="width: 1783px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/08/jardim161_credito_RicardoLima.jpg"><img class="size-full wp-image-18749" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/08/jardim161_credito_RicardoLima.jpg" alt="Valéria Scornaienchi: &quot;O ponto de vista das plantas é uma outra forma de pensar&quot; (Foto Ricardo Lima/Divulgação)" width="1773" height="1182" /></a><p class="wp-caption-text">Valéria Scornaienchi: &#8220;O ponto de vista das plantas é uma outra forma de pensar&#8221; (Foto Ricardo Lima/Divulgação)</p></div>
<p>&#8221; A arte para mim é para todos, gosto de pensar espaços abertos os quais qualquer pessoa pode fruir o trabalho, democraticamente. Nesse projeto eu escolhi utilizar imagens nas quais eu apresento uma planta ou parte dela e uma parte do meu corpo &#8211; mãos ou pés. Penso a natureza como algo de muito valor, algo sagrado. Nos centros das grandes cidades ainda nos restam as praças, algumas árvores, arbustos,  pequenos recortes da vida que existe na floresta. Considero importante a tentativa de deslocar os olhares para a importância do verde&#8221;, comenta Valéria.  &#8220;O ponto de vista das plantas é uma outra forma de pensar. Elas se organizam, se ajudam, se recolhem ou se espalham, para que todas fiquem bem. Algumas crescem em direção a luz, outras ficam bem nas sombras, algumas sobrevivem sem água, outras com muita água, mas o fato é que olhar a natureza é perceber a diversidade e a capacidade de se adaptar, apesar da ação humana. A conexão com a natureza e com toda sabedoria que ela traz, talvez seja a única maneira de repensar o mundo&#8221;, completa.</p>
<p>A artista mora no Centro de Campinas há 17 anos e foi a relação afetiva com essa paisagem viva das praças do seu entorno que a levou a escolher o local para a intervenção. Com isso pretende também despertar memórias de quem por ali circula a fim de criar uma espécie de arquivo histórico poético da praça. Para isso, a artista criou um perfil do projeto no instagram (@comentariossobreojardim)  no qual convida os expectadores a compartilharem comentários  e impressões sobre o jardim e de memórias relacionadas a praça.</p>
<div id="attachment_18750" style="width: 1783px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/08/jardim179_credito_RicardoLima.jpg"><img class="size-full wp-image-18750" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/08/jardim179_credito_RicardoLima.jpg" alt="Valéria Scornaienchi: &quot;Penso a natureza como algo de muito valor, algo sagrado&quot; (Foto Ricardo Lima/Divulgação)" width="1773" height="1182" /></a><p class="wp-caption-text">Valéria Scornaienchi: &#8220;Penso a natureza como algo de muito valor, algo sagrado&#8221; (Foto Ricardo Lima/Divulgação)</p></div>
<p>Valéria pretende &#8211;  ainda sem data definida &#8211; ocupar mais duas praças da região central de Campinas e posteriormente expandir a intervenção para outros jardins.</p>
<p><strong>Sobre a artista </strong></p>
<p>Valéria Scornaienchi é uma artista campineira que desenvolve seus projetos no seu próprio ateliê. Sua pesquisa está relacionada com a escrita, o desenho e o espaço. Outras mídias surgem como desdobramento do trabalho para situações expositivas e experimentais. O processo é o trabalho, o trabalho é o processo. Não há distinção. Dialogando o tempo todo com o processo a artista desenvolve seus projetos que incluem desenhos, escrita, projeções, instalações e livros de artista.</p>
<p>Participa de grupos de estudos em artes visuais na Unicamp e grupos de orientação.  É uma das integrantes do Farol81 – grupo de artistas de Campinas.  Atua como arte educadora em formação continuada com professores da rede pública, ministra cursos de artes visuais e acompanhamentos artístico. Participou de Salões de Arte e de várias exposições coletivas e individuais, entre elas, ‘Nunca Mais’ na Galeria de Arte do Instituto de Artes (Gaia) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); ‘Tempo Desmedido’, no Projeto Estante de Livros e Cadernos de Artista do IA da Unicamp;  obra ‘Duas Décadas do Museu Universitário de Arte (MuNa)’ em Uberlândia (MG) e ‘Palavra + Imagem’ no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM) em Juiz de Fora (MG).</p>
<p>Em novembro e dezembro de 2018, Valéria realizou no Museu de Arte Contemporânea de Campinas ‘José Pancetti’ (MACC) a exposição ‘Pelo Avesso’. O projeto foi contemplado pelo FICC – Fundo de Investimentos Culturais de Campinas – 2016 realização 2018, pertencente à Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Campinas. O FICC tem como finalidade fomentar a produção artística local.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>&#8216;Comentários sobre o jardim&#8217;</strong> | Valeria Scornaienchi. <strong>Local | </strong> Praças públicas | edição 1 &#8211; Largo do Pará, Centro, Campinas, SP</p>
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		<title>O desafio para Campinas na área de ciência e tecnologia</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 19:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas 250 Anos Ciência e Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[João Paulo Feijão Teixeira Campinas conta com uma estrutura avançada no campo da ciência, tecnologia e inovação. A importância dessa estrutura, a garantia de continuidade das atividades de pesquisa que vêm sendo desenvolvidas nos institutos públicos de pesquisa estaduais e federais e nas universidades, organizações caracterizadas pela excelência, torna-se essencial para que Campinas continue sendo ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>João Paulo Feijão Teixeira</strong></p>
<p>Campinas conta com uma estrutura avançada no campo da ciência, tecnologia e inovação. A importância dessa estrutura, a garantia de continuidade das atividades de pesquisa que vêm sendo desenvolvidas nos institutos públicos de pesquisa estaduais e federais e nas universidades, organizações caracterizadas pela excelência, torna-se essencial para que Campinas continue sendo um dos polos científicos mais avançados do País.</p>
<p>Mas é preciso criar condições para acelerar o desenvolvimento científico e tecnológico, incorporando esses avanços ao processo de produção, de tal forma a elevar a produtividade. A retomada do desenvolvimento econômico ocorrerá em breve. Nesse sentido, o Estado de São Paulo, que representa cerca de um terço do PIB nacional, se posiciona de modo estratégico para o Brasil superar suas limitações produtivas.</p>
<p>E, para tanto, precisa contar com essas instituições que foram fundamentais para o processo de diversificação e de modernização da produção, que transformaram São Paulo no Estado mais rico do País e no principal polo econômico da América Latina.</p>
<p>É essencial, portanto, ter instituições que mantenham a característica da ciência como bem público, facilitem o acesso ao estoque de conhecimentos, capacitem agentes para recuperar e utilizar as informações disponíveis e nem sempre codificadas. É inquestionável o papel que cabe às instituições de ensino e pesquisa nesse propósito.</p>
<p>A pandemia expôs a face da ciência que resolve problemas, que salva vidas, que é indispensável. Essa visibilidade no pós-pandemia não pode ser perdida, e está a exigir maior relacionamento das instituições com a sociedade e de maneira contínua para ser efetivamente reconhecida como meio de solucionar problemas.</p>
<p>Muitos são os desafios de uma cidade grande e complexa como Campinas, dentre esses, os que se relacionam à melhoria das condições de moradia, proteção ambiental, segurança alimentar, educação, saúde pública da infância ao envelhecimento, entre outros.</p>
<p>Seguramente as instituições públicas que fazem parte do sistema de CT&amp;I, presentes no município, têm muito a contribuir para a superação destes desafios em atendimento à população da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>João Paulo Feijão Teixeira <em>é engenheiro agrônomo aposentado e presidente da Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC)</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os desafios da Cultura para Campinas nos próximos anos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 18:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>

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		<description><![CDATA[Kha Machado Mediante a realidade das Políticas Culturais que vêm se deteriorando há alguns anos, não apenas em nossa cidade, mas no país como um todo, realidade essa em que assistimos o fechamento do Ministério da Cultura, a desvalorização de artistas e de toda e qualquer profissão das áreas de Humanas, a redução de verbas ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Kha Machado</strong></p>
<p>Mediante a realidade das Políticas Culturais que vêm se deteriorando há alguns anos, não apenas em nossa cidade, mas no país como um todo, realidade essa em que assistimos o fechamento do Ministério da Cultura, a desvalorização de artistas e de toda e qualquer profissão das áreas de Humanas, a redução de verbas para investimentos, manutenção de espaços públicos e de equipamentos para a cultura, ataques criminosos a espaços de resistência cultural e aos nossos povos indígenas, tudo isso e muito mais, realidade agravada por um exponencial altíssimo com o advento da pandemia, o que esperar da Cultura de nossa pobre e castigada cidade?</p>
<p>Enquanto nossas cidades forem governadas por políticas neoliberais, políticas essas que tiram do Estado toda e qualquer responsabilidade sobre a Educação, Saúde, Meio Ambiente, Patrimônio, Cultura e muito mais, nossos desafios serão monstruosos. Enquanto prefeitos, secretários dissimulados não ouvirem a população, não respeitarem as representatividades da sociedade civil, atropelarem e driblarem leis e direitos do povo em favor de uma elite ignorante e do capital, nossos desafios serão imensuráveis. Enquanto tivermos estabelecido um comportamento egoísta, autoritário, hipócrita e genocida por parte de quem colabora com o abismo social, com os ataques à diversidade, com a exclusão das classes menos favorecidas, que insiste em não reconhecer o outro e não enxergar nada além do próprio umbigo, enquanto tivermos uma atitude de descaso com a fome, a miséria e a natureza, nossos desafios serão inalcançáveis.</p>
<p>Fazer Cultura é martelar incansavelmente sobre uma mesma tecla contra esse Mercado de destruição.  Mas para isso não basta produzir Cultura, há que se produzir e conseguir pagar as contas, não é mesmo? Pagar as contas e ter o que comer. Há que se produzir e entender os mecanismos da Política Cultural do Estado. Ficar em cima dos caminhos do dinheiro, saber de onde vem, como vem e quanto temos por direito. Saber para onde ele vai e onde deve ser investido. Fazer Cultura é se organizar enquanto classe para fiscalizar o que fazem os que se acham donos desse dinheiro e que se acham suficientes para impor uma política cultural sem ouvir a classe, maior interessada. Para sermos ouvidos, só mesmo organizados. Esse, ao meu ver, é o maior desafio da Cultura para nossa cidade nos seus 250 anos.</p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>Kha Machado é Músico, Compositor, Diretor Executivo da Rabeca Cultural e Conselheiro do CoMCult (Conselho Municipal de Cultura de Campinas) </strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desafios na área da economia criativa e sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 20:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>

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		<description><![CDATA[Maria Cecília Campos Temos grandes desafios para Campinas nos próximos anos e quem conhece a nossa história está invocando o espírito da Fênix, ave que é o símbolo da superação do passado de febre amarela. Para ressurgirmos da crise econômica causada pela pandemia será necessário garra, força e criatividade, características inerentes aos seres humanos. Temos ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Maria Cecília Campos</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Temos grandes desafios para Campinas nos próximos anos e quem conhece a nossa história está invocando o espírito da Fênix, ave que é o símbolo da superação do passado de febre amarela. Para ressurgirmos da crise econômica causada pela pandemia será necessário garra, força e criatividade, características inerentes aos seres humanos. Temos a possibilidade hoje de potencializar as ideias por meio do uso da tecnologia e usar a garra e a força com comportamento empreendedor, mistura importante para gerar valor econômico e social para a transformação das cidades.</p>
<p style="font-weight: 400;">O desenvolvimento de setores da economia criativa, junto com os valores da sustentabilidade, formam um conjunto de políticas do século XXI que, se estudadas, compreendidas e aplicadas, podem ser importantes alternativas de saída da crise econômica com alto nível de mobilização entre os diferentes atores do cenário urbano. Algumas metrópoles do Brasil e do mundo já vêm desenvolvendo essas políticas, causando impactos nos seus territórios, sabendo como compor articulação de forma transversal, promovendo os três elementos de uma cidade criativa: conexões, cultura e inovação. Alguns exemplos no Brasil são Curitiba, Florianópolis e Santos. Exemplos internacionais são Londres, Barcelona, Medellín e Lisboa, entre outros.</p>
<p style="font-weight: 400;">A economia criativa é uma forma de agrupar diversos setores econômicos, com uma proposta de identificar a criatividade como ponto comum e que gera valor. Porém, a diversidade das áreas se torna um desafio para as políticas públicas, porque envolve mais de uma pasta das administrações municipais. Outro grande desafio é propor programas que estejam alinhados aos valores da sustentabilidade: economicamente viáveis, socialmente justos, ecologicamente corretos e culturalmente diversos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Campinas é uma cidade criativa, um polo tecnológico e cultural, que está projetada em diversos rankings nacionais e frequentemente recebe prêmios ligados ao seu destaque econômico e tecnológico. Algumas políticas públicas da área de tecnologia e inovação buscam qualificar as cidades como inteligentes, humanas e sustentáveis, com os cidadãos e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS) também em destaque.</p>
<p style="font-weight: 400;">É muito importante a população saber que vive numa cidade criativa e inovadora e se sentir parte dela, para ser participativa dos processos, ter a percepção disso e saber usufruir dos serviços que o local oferece. Este é mais um grande desafio, que não é exclusivo de Campinas, mas de todas as metrópoles: como fazer a informação chegar aos cidadãos de forma rápida e objetiva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><em>Maria Cecília Campos é economista com especialização em Sustentabilidade. Atua com programas para inclusão e popularização da tecnologia. É uma das idealizadoras do Movimento Campinas Criativa</em></p>
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		<title>Passado, presente e futuro de Campinas na área ambiental: breves considerações</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 18:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas 250 Anos Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Andréa Struchel e  Ângela Cruz Guirao Campinas tem uma posição estratégica no cenário regional e nacional como polo tecnológico e econômico no Brasil, cujo progresso dissociado da proteção ambiental acabou por gerar alguns passivos ambientais desafiadores para os gestores públicos, privados, sociedade civil organizada e para comunidade. Adotando-se como recorte temporal a última década, presenciamos uma forma ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Andréa Struchel e  Ângela Cruz Guirao</strong></p>
<p>Campinas tem uma posição estratégica no cenário regional e nacional como polo tecnológico e econômico no Brasil, cujo progresso dissociado da proteção ambiental acabou por gerar alguns passivos ambientais desafiadores para os gestores públicos, privados, sociedade civil organizada e para comunidade.</p>
<p>Adotando-se como recorte temporal a última década, presenciamos uma forma consistente na condução de suas políticas destinadas à área ambiental, com a municipalização do licenciamento ambiental, a efetivação de fato da fiscalização e educação ambiental, conhecimento dos elementos ambientais, instituição de um planejamento ambiental geoespacialização, bem como a internalização da fauna das políticas públicas locais, acompanhada da criação de uma estrutura administrativa de gestão, cuja principal meta é atingir melhores índices de qualidade ambiental local e regional.</p>
<p>Em uma breve linha do tempo, serão apresentados alguns marcos desse avanço. Em 2010, o licenciamento ambiental foi municipalizado, cuja compensação ambiental agregou ao banco de áreas verdes, otimizando a recuperação e qualificação de áreas verdes e ambientalmente protegidas.</p>
<p>Em 2011, foram criadas 03 novas Unidades de Conservação na região do Campo Grande: Parque Natural Municipal do Campo Grande, Parque Natural Municipal dos Jatobás (que protege um remanescente de cerrado) e a Área de Proteção Ambiental do Campo Grande.</p>
<p>Em 2013, o Plano de Saneamento Básico trouxe segurança aos investimentos e diretrizes em resíduos, tratamento e abastecimento de água, de esgoto e de drenagem, sendo que em 2020, com a construção da ETE Boa Vista, a capacidade instalada de tratamento de esgoto na cidade atingiu o histórico marco de 100%, um dos passos fundamentais para a universalização do saneamento básico na cidade.</p>
<div id="attachment_1163" style="width: 5194px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Campinas6.jpg"><img class="size-full wp-image-1163" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/Campinas6.jpg" alt="Campinas enfrenta desafios derivados de passivos ambientais (Foto Adriano Rosa)" width="5184" height="3456" /></a><p class="wp-caption-text">Campinas enfrenta desafios derivados de passivos ambientais (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>Em 2014, foram ampliadas as áreas protegidas do município com a criação do Parque Natural Municipal da Mata e Refúgio de Vida Silvestre Quilombo, totalizando 09 Unidades de Conservação municipais.</p>
<p>Em 2015 a Política de Educação Ambiental e, em 2016, os Planos de Recursos Hídricos e do Verde foram instituídos por Decreto Municipal. No ano de 2017, a Lei do Plano Municipal de Educação Ambiental foi sancionada.</p>
<p>Os Planos Municipais estratégicos para o meio ambiente contribuíram para a significativa interface na repactuação do ordenamento territorial, por meio da revisão do Plano Diretor (Lei Complementar nº 189/2018) apresentando um Capítulo de Meio Ambiente robusto, a instituição de uma Macrozona de Relevância Ambiental que internalizou todas as Unidades de Conservação (09) e outras áreas de relevância como as fazendas do Exército e Santa Elisa, Parque Ecológico e área de inundação do Rio Atibaia ao norte da cidade, Permeabilidade do solo de 70% de grandes áreas, além de instituir o sistema de áreas verdes como eixo estruturador do plano diretor.</p>
<p>Em 2019, o Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental de Campinas, unidade de conservação de uso sustentável que ocupa um terço do território, foi aprovado pelo seu Conselho Gestor e instituído por Portaria.</p>
<p>Em 2020 tivemos a aprovação das Políticas Municipais de Enfrentamento aos Impactos das Mudanças do Clima e da Poluição Atmosférica e de Meio Ambiente que consolidou todo o sistema de gestão local, otimizando seus instrumentos balizadores.</p>
<p>Por fim, em 2020, essa forma de gestão foi consolidada pela Política Ambiental Municipal, por meio da instituição da Lei Complementar nº 263/2020, assegurando a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. A Política contempla em seu conteúdo a estrutura administrativa, os valores envolvidos, os objetivos e os instrumentos pertinentes de forma a permitir que o poder público tenha condições de estabelecer ações ordenadas e práticas para atingir os objetivos definidos para os vários aspectos da questão ambiental.</p>
<p>Neste ano, Campinas reforçou o seu compromisso com a Região Metropolitana de Campinas, com o lançamento do Plano de Implementação da Área de Conectividade da RMC (Programa Reconecta RMC) e com a restauração florestal no âmbito da América Latina e Caribe (Iniciativa 20&#215;20) aceitou participar do Comitê Consultivo de Governos Subnacionais para a Biodiversidade da Convenção da Diversidade Biológica (CDB), reforçando o papel da gestão local com a biodiversidade. Também foram iniciados os Planos de Manejo de outras duas Unidades de Conservação de Proteção Integral.</p>
<p>Os próximos passos seguem pautados no alicerce construído e viabilizado, por meio de diferentes instrumentos de gestão ambiental, como o Banco de Áreas Verdes (que já gerenciou o plantio de mais 400 mil mudas), Termos de Ajustamento de Conduta e pelo Fundo Ambiental &#8211; PROAMB, cujas intervenções positivas no território podem ser observadas por meio da a instalação de fossas sépticas biodigestoras, recuperação das áreas de preservação permanente, formação de corredores ecológicos e passagens de fauna, revitalização de praças e implantação de parques lineares. Campinas segue firme no seu compromisso com o meio ambiente e com a melhora na qualidade de vida da população!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Andréa Struchel é Diretora de Licenciamento Ambiental da Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Campinas, Ângela Cruz Guirao é Diretora do Verde e do Desenvolvimento Sustentável da mesma Secretaria.</em></p>
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		<title>Cultura, ciência, tecnologia e juventude na abertura do Projeto Campinas 250 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 16:04:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas 250 anos Juventude]]></category>

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		<description><![CDATA[A valorização da cultura, para um novo futuro da cidade. O fortalecimento da ciência, a tecnologia e a inovação, pela retomada da competitividade de Campinas. A construção de um Plano Municipal de Políticas Públicas para a Juventude, pela criação de mais oportunidades para um imenso contingente populacional. São as ideias centrais dos artigos que abrem ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A valorização da cultura, para um novo futuro da cidade. O fortalecimento da ciência, a tecnologia e a inovação, pela retomada da competitividade de Campinas. A construção de um Plano Municipal de Políticas Públicas para a Juventude, pela criação de mais oportunidades para um imenso contingente populacional. São as ideias centrais dos artigos que abrem o Fórum Virtual Campinas 250 Anos, primeiro produto do Projeto Campinas 250 anos, lançado nesta quarta-feira, 14 de julho, quando a cidade completa 247 anos.</p>
<p>O Projeto Campinas 250 anos é uma iniciativa da Agência Social de Notícias e Plataforma Ecosocial Campinas e visa proporcionar um amplo resgate da história local e promover a reflexão sobre as tendências em diversas áreas, na cidade pós-pandemia.</p>
<p>O Projeto prevê a publicação sistemática, até 14 de julho de 2024, quando Campinas completará 250 anos, de textos de produção própria ou artigos de convidados, com análises, relatos e propostas para uma cidade renovada e ainda mais brilhante do que tem sido em diversas frentes, embora com sérios desafios a superar e que foram agravados com a pandemia de Covid-19.</p>
<p>Um dos artigos que abrem o Projeto Campinas 250 anos é <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/18662">assinado pela antropóloga Regina Márcia Moura Tavares,</a> uma das principais protagonistas da luta pela proteção do patrimônio cultural material e imaterial local. &#8220;Neste 14 de julho de 2021, em que Campinas comemora seus 247 anos, insisto que nela continua em suspenso o reconhecimento da importância da Cultura e das expressões culturais para o desenvolvimento da sociedade, a despeito do que já afirmaram organismos internacionais sobre o assunto, em várias convenções&#8221;, ela protesta.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/18666">Outro artigo é assinado pelo engenheiro José Luiz Guazzelli</a>, diretor do Techno Park Campinas, um dos ícones da vocação campineira para a ciência, a tecnologia e a inovação. &#8220;A tarefa dos próximos anos, talvez da próxima década, será a de “reinventar” Campinas, o que exigirá coragem e muita determinação&#8221;, adverte Guazzelli, sintetizando as inquietações em relação ao futuro da cidade.</p>
<p>&#8220;Esperamos que nos próximos anos, quem sabe até seu aniversário de dois séculos e meio, Campinas torne sua vida política mais amistosa para sua juventude&#8221;, <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/18659">pede, por sua vez, Felipe Gonçalves da Silva,</a> titular da Coordenadoria de Políticas para a Juventude da Prefeitura Municipal.</p>
<p>São algumas das perspectivas inaugurais do Projeto Campinas 250 anos. A crise sanitária global provocou impactos superlativos em todos os segmentos e serão fundamentais a releitura do passado, uma profunda avaliação do presente e sério planejamento e ação coletivos para um futuro de real desenvolvimento sustentável, igualitário e baseado no pleno respeito aos direitos humanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Campinas 2021-2028: Eixos estratégicos para o desenvolvimento econômico e social da cidade</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 16:00:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas 250 Anos Ciência e Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[José Luiz Guazzelli Muitas ações positivas vêm sendo implementadas nos últimos anos, mas os efeitos advindos das dificuldades que Campinas vivenciou no passado recente e da crise sanitária, econômica e política sem precedentes que estamos atravessando, continuam a influenciar na perda de competitividade da cidade em relação a outros municípios. Para alterar esta realidade não ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>José Luiz Guazzelli</strong></p>
<p>Muitas ações positivas vêm sendo implementadas nos últimos anos, mas os efeitos advindos das dificuldades que Campinas vivenciou no passado recente e da crise sanitária, econômica e política sem precedentes que estamos atravessando, continuam a influenciar na perda de competitividade da cidade em relação a outros municípios.</p>
<p>Para alterar esta realidade não basta nos limitarmos ao enfrentamento de situações urgentes, será preciso implantar medidas estruturais que permitam uma rápida melhora do ambiente de negócios, em todas as suas dimensões, ou seja, ampliar a atratividade de Campinas, com a redução da burocracia associado a um Plano de Desenvolvimento Econômico, baseado em um diagnóstico analítico da conjuntura econômica e social global e local.</p>
<blockquote><p>A tarefa dos próximos anos, talvez da próxima década, será a de “reinventar” Campinas, o que exigirá coragem e muita determinação.</p></blockquote>
<p>Esta tarefa deve iniciar-se pela reorganização administrativa, requalificação do serviço público e uma nova lógica na gestão pública guiada pela ampliação da competitividade da cidade.</p>
<p>Entendemos que esta tarefa deverá adotar os seguintes eixos temáticos que resultarão na proposição a sociedades de projetos estratégicos transformadores:</p>
<p><strong>1º eixo:</strong> Superar o descompasso entre o orçamento e a necessidade de investimentos e custeio dos serviços públicos.</p>
<p><strong>2º eixo</strong>: Reforma Administrativa com foco na ampliação da eficácia e redução de custos e embasado em um processo de planejamento estratégico.</p>
<p><strong>3º eixo</strong>: Programa de Melhoria na EDUCAÇÃO, a qualidade da educação talvez seja o maior desafio do País.</p>
<p><strong>4º. eixo</strong>: Programa de Melhoria na SAÚDE que objetive ampliar a resolutividade do Serviço de Saúde Municipal.</p>
<p><strong>5º eixo:</strong> Contínua melhoria da mobilidade urbana, com a adequação dos serviços ao cenário pós COVID-19.</p>
<p><strong>6º eixo:</strong> Ampliar a competitividade da cidade para atração de empresas e investimentos produtivos.</p>
<p>Tenho a convicção de que a Gestão do Prefeito Dário Saadi será capaz de liderar este processo transformador e que será reconhecida por oferecer respostas aos problemas concretos da cidade .</p>
<p><em>José Luiz Guazzelli é formado em engenharia civil pela UNICAMP (1974), com especialização em infraestrutura urbana pela École Nationale des Ponts et Chaussées Fr. Já esteve à frente de grandes desafios em sua carreira, na direção de importantes obras de infraestrura urbana em Campinas e Região. Coordenou vários planos urbanísticos e atualmente é <strong>Diretor do Parque Tecnológico TECHNO PARK CAMPINAS </strong>1998 – 2021, o primeiro parque tecnológico privado do Brasil que hoje reúne 63 empresas de base tecnológica com 4.500 colaboradores.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um novo futuro para Campinas</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 15:51:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas 250 Anos Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Regina Márcia M. Tavares reg3mar@gmail.com Neste 14 de julho de 2021, em que Campinas comemora seus 247 anos, insisto que nela continua em suspenso o reconhecimento da importância da Cultura e das expressões culturais para o desenvolvimento da sociedade, a despeito do que já afirmaram organismos internacionais sobre o assunto, em várias convenções. A Cultura, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Regina Márcia M. Tavares</strong></p>
<p>r<a href="mailto:Reg3mar@gmail.com">eg3mar@gmail.com</a></p>
<p>Neste 14 de julho de 2021, em que Campinas comemora seus 247 anos, insisto que nela continua em suspenso o reconhecimento da importância da Cultura e das expressões culturais para o desenvolvimento da sociedade, a despeito do que já afirmaram organismos internacionais sobre o assunto, em várias convenções.</p>
<p>A Cultura, em seu sentido socioantropológico é o conjunto dos modos de fazer, sentir, pensar, que uma população cria ao longo de gerações para enfrentar os desafios da sobrevivência física e social. Ao contrário do que se pensa comumente, a Cultura não é um produto exclusivo das elites econômicas ou do saber de uma dada sociedade, mas alguma coisa produzida por toda a coletividade, apresentando-se diferente em extratos sociais diversos, porém, valorativamente idêntica.</p>
<p>Ela é uma trama de significados que nos garante a identidade individual e coletiva. Através da escola os indivíduos têm contato com recortes específicos da cultura de uma sociedade, mas não com ela em sua totalidade. O restante do conteúdo cultural chega ao indivíduo através do espaço familiar, dos grupos de amizade, das atividades lúdicas, das artes em geral.</p>
<p>Ao longo de muitas gerações a população de Campinas, nos seus vários ciclos econômicos, assim com movimentos migratórios diferentes, acumulou um patrimônio cultural, um conjunto de bens, materiais e imateriais, fruto das relações de seus cidadãos com o meio natural e com os demais indivíduos da coletividade, assim como as interpretações dessas mesmas relações.</p>
<blockquote><p>Este patrimônio cultural é algo dinâmico e variável pela própria natureza do processo que o produz e preservá-lo não deve significar jamais &#8220;engessá-lo&#8221; ou &#8220;congelá-lo&#8221;, mas sim oferecer oportunidades e espaços onde o processo da produção cultural seja visto, analisado, compreendido, transformando-se assim em referencial necessário ao próprio reconhecimento da identidade pessoal e coletiva, bem como sustentação para a criatividade necessária ao advento do futuro.</p></blockquote>
<p>Uma administração municipal competente de nossa cidade precisa propor um conjunto de medidas &#8211; um plano completo que possa garantir a progressiva realização das potencialidades dos membros da coletividade, priorizando a preservação das múltiplas memórias culturais, a defesa das identidades, a democratização do acesso a valores culturais e a criação de condições para a estimulação da criatividade no seio da população.</p>
<div id="attachment_260" style="width: 5162px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Centro-132.jpg"><img class="size-full wp-image-260" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Centro-132.jpg" alt="Monumento de Carlos Gomes, ícone cultural de Campinas e do Brasil (Foto José Pedro Martins) " width="5152" height="3864" /></a><p class="wp-caption-text">Monumento de Carlos Gomes, ícone cultural de Campinas e do Brasil (Foto José Pedro Martins)</p></div>
<p>Se ainda não chegamos a isto, sugiro à administração da cidade investir, nos próximos anos:</p>
<ul>
<li>Na reeducação da classe política, conceitualmente defasada, muitas vezes, a qual concebe e vota projetos inadequados;</li>
<li>Na integração permanente das pastas ministeriais para que nos projetos da Educação, da Saúde, do Desenvolvimento, da Indústria e Comércio, os conteúdos culturais múltiplos da sociedade sejam devidamente evidenciados, priorizados e resguardados;</li>
<li>Nos incentivos e condições que viabilizem a preservação das múltiplas facetas da cultura produzida pelos vários segmentos sociais em seu interior, compenetrando-se de que ao Estado não compete absolutamente produzir Cultura, mas desempenhar o papel de facilitador e articulador político para que a produção própria no seio da sociedade possa expandir-se;</li>
<li>Em debates nacionais, regionais, locais, envolvendo Universidades, Centros Culturais, Museus, Associações comunitárias, de classe e outros com vista a um refinamento da interação entre as políticas culturais;</li>
<li>Numa posição de alerta junto aos Ministérios das Relações Exteriores relativamente a acordos internacionais que, de alguma forma, venham a inibir ou mesmo fazer desaparecer expressões culturais caras à população. (Isto não quer dizer fechar-se ao não conhecido, pois ação cultural implica, também, ampliação de repertórios).</li>
</ul>
<p>Finalmente, neste aniversário da cidade que adotei como minha e onde venho atuando, há 50 anos, para que ela seja culturalmente genuína e não somente brilhante nas áreas científica e tecnológica, proponho que eleja como ícone Antônio Carlos Gomes, afrodescendente campineiro, aplaudido internacionalmente como o maior gênio musical das Américas do século XIX.</p>
<p><em>Regina Márcia Moura Tavares é antropóloga, professora universitária aposentada, ex-conselheira do CONDEPHAAT e, atualmente, do CONDEPACC, membro da Academia Campinense de Letras e do Instituto Histórico de Campinas, entre outros. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pioneirismo e Juventude &#8211; Campinas e seus 247 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 15:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas 250 anos Juventude]]></category>

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		<description><![CDATA[Felipe Gonçalves da Silva silva.felipegon@gmail.com &#160; Com seus 247 anos de idade, Campinas é a primeira cidade do Brasil, sem ser capital de estado, a ser considerada Metrópole. Sede de sua Região Metropolitana, referência nacional em desenvolvimento tecnológico e polo logístico, a Princesa D’Oeste paulista acumula inúmeras instituições educacionais, escolas técnicas e excelsas universidades. Terra ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Felipe Gonçalves da Silva </strong></p>
<p>silva.felipegon@gmail.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com seus 247 anos de idade, Campinas é a primeira cidade do Brasil, sem ser capital de estado, a ser considerada Metrópole. Sede de sua Região Metropolitana, referência nacional em desenvolvimento tecnológico e polo logístico, a Princesa D’Oeste paulista acumula inúmeras instituições educacionais, escolas técnicas e excelsas universidades. Terra de Carlos Gomes (também conhecido como Tonico), nosso município foi berço de inúmeras personalidades famosas, expoentes no cenário nacional e internacional. Talvez o leitor logo reconheça alguns nomes, sobretudo de artistas. Mas, quantos outros Tonicos aguardam ainda uma oportunidade para despontar? Pesquisadores, professores, músicos, atletas, enfim, uma infinidade de profissionais com enorme potencial.</p>
<p>Segundo projeções da Fundação SEADE, em 1º de julho de 2021 Campinas contava com um contingente populacional de 244.517 (duzentos e quarenta e quatro mil e quinhentos e dezessete) jovens de 15 (quinze) a 29 (vinte e nove) anos de idade, isto é, cerca de 20%, ⅕ (um quinto) da população total da cidade. A extensa faixa etária por si só traz consigo uma multiplicidade de possibilidades quanto ao ser jovem em Campinas.</p>
<blockquote><p>Se considerarmos, ainda, as diversidades étnicas, culturais, sociais, entre outras, temos que falar em juventudes no plural.</p></blockquote>
<p>É uma população que compreende o final da adolescência e vai até os quase 30 (trinta) anos de idade, justamente por carregar consigo uma série de vulnerabilidades que merecem atenção do poder público e da sociedade como um todo.</p>
<div id="attachment_3995" style="width: 3514px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CampinasMirante_0087.jpg"><img class="size-full wp-image-3995" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CampinasMirante_0087.jpg" alt="Campinas foi pioneira em São Paulo a aderir ao SINAJUVE (Foto Adriano Rosa)" width="3504" height="2336" /></a><p class="wp-caption-text">Campinas foi pioneira em São Paulo a aderir ao SINAJUVE (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O caminho é longo, mas segue em pavimentação. O Estatuto da Juventude, sancionado em 2013, estabelece direitos e diretrizes para o segmento. Campinas foi a pioneira no estado de São Paulo e a segunda cidade do país na adesão do Sistema Nacional da Juventude (SINAJUVE). Maior qualidade e abrangência na educação básica, profissionalizante e superior, superar os grandes índices de desemprego, fomentar o acesso aos equipamentos culturais, esportivos, às políticas de saúde são grandes desafios presentes e futuros. Um passo importante será a criação e consolidação de um Plano Municipal de Políticas Públicas para a Juventude, meta para daqui dois anos.</p>
<p>Esperamos que nos próximos anos, quem sabe até seu aniversário de dois séculos e meio, Campinas torne sua vida política mais amistosa para sua juventude.</p>
<blockquote><p>Que possamos revelar Brasil e mundo afora outros jovens Tonicos, no skate, no hip-hop, nas artes gerais, no funk, rap, nos esportes, na pesquisa e inovação.</p></blockquote>
<p>Feliz aniversário, Campinas! Que seus votos de felicidades e saúde, bem como seu farto bolo, sejam devidamente compartilhados, especialmente com suas juventudes, que muito estimam seu sucesso e anseiam por renovação.</p>
<p><em>Felipe Gonçalves da Silva é cientista social e especialista em gestão pública e governo, é Coordenador de Políticas para a Juventude na Prefeitura Municipal de Campinas</em></p>
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