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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Contra o Coronavírus</title>
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	<description>Notícias</description>
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		<title>Coca-Cola FEMSA Brasil abre inscrições do edital “Ideias para um Mundo Melhor”</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 18:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Contra o Coronavírus]]></category>

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		<description><![CDATA[Até 31 de agosto, ONGs podem inscrever projetos focados em inclusão, empreendedorismo e meio ambiente.  A Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, lançou a sexta edição do edital ‘Ideias para um Mundo Melhor’. Neste ano, ONGs poderão receber até R$ 50 mil para projetos sociais que atuem no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Até 31 de agosto, ONGs podem inscrever projetos </em><em>focados em inclusão, empreendedorismo e meio ambiente. </em></p>
<p>A Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, lançou a sexta edição do edital ‘Ideias para um Mundo Melhor’. Neste ano, ONGs poderão receber até R$ 50 mil para projetos sociais que atuem no desenvolvimento comunitário e bem-estar social nos estados onde a companhia tem operações (MG, MS, PR, RS, SC e SP). Campinas, Jundiaí e Sumaré são novamente cidades contempladas pelo edital.</p>
<p>A edição de 2021 receberá, até 31 de agosto, provenientes de organizações sociais sediadas em ambos os municípios e legalmente constituídas sem fins lucrativos, propostas divididas em três áreas: Inclusão, em que poderão ser tratados temas como diversidade, empoderamento dos públicos feminino, racial, LGBTQIA+, PCD e refugiados; meio ambiente, com temas voltados para água, economia circular e clima; e empreendedorismo, voltado para o fomento econômico, geração de emprego e renda.</p>
<p>“Com o avanço da vacinação e a expectativa do retorno à normalidade, essa edição do edital “Ideias para um Mundo Melhor” visa empoderar as pessoas através de crescimento pessoal, profissional e de inclusão. O edital já se mostrou relevante ao impactar 20.600 pessoas por intermédio de ONGs e reforça a missão da Coca-Cola FEMSA Brasil de gerar bem-estar social nos lugares em que está presente”, afirma Camila Amaral, diretora Jurídica e Assuntos Corporativos.</p>
<p>Além de Campinas, Jundiaí e Sumaré, este ano, foram contempladas as cidades de Bauru, Marília e Mogi das Cruzes (SP), Antônio Carlos (SC), Porto Alegre (RS), Maringá e Curitiba (PR), Itabirito (MG) e Campo Grande (MS). Cada uma delas poderá receber aportes de até R$ 50 mil do edital, a serem distribuídos entre os projetos selecionados.</p>
<p>Para incentivar o maior número de inscrições de projetos, a companhia oferece, em parceria com a ONG Parceiros Voluntários, instituição sem fins lucrativos que dissemina a cultura do trabalho organizado, cursos de capacitação voltados para a elaboração de projetos, metas e indicadores, além de conceitos de inovação e ferramentas digitais.</p>
<div id="attachment_18758" style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Divulgação-do-Edital.png"><img class="size-full wp-image-18758" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Divulgação-do-Edital.png" alt="Divulgação do Edital" width="1200" height="627" /></a><p class="wp-caption-text">Divulgação do Edital</p></div>
<p><strong>Ações amenizam desigualdades sociais </strong></p>
<p>Nos cinco anos de edital, o aporte financeiro da Coca-Cola FEMSA Brasil possibilitou o desenvolvimento de ações capazes de amenizaram desigualdades sociais.</p>
<p>Em Campinas e em Sumaré, onde a empresa opera um Centro de Distribuição (CD) regional, recursos destinados pelo edital apoiaram o trabalho de duas ONGs nesse período. Uma delas foi o Grupo de Apoio Nisfram, de Sumaré, com o projeto Mercadinho Solidário.</p>
<p>O advento da Covid-19 fez com que muitas famílias, em especial aquelas em situação de vulnerabilidade social, fossem atingidas drasticamente pela paralisação das atividades econômicas. O Mercadinho Solidário foi concebido com a proposta de minimizar os impactos socioeconômicos decorrentes da pandemia nas famílias assistidas pelo Grupo Nisfram, por meio da oferta de gêneros alimentícios, sanitários e de higiene, serviço que até então não integrava as atividades assistências oferecidas pela entidade.</p>
<p>“A oferta de reforço alimentar, de higiene e limpeza não fazia parte do nosso trabalho. Porém, com a pandemia, isso tornou-se necessário, porque as famílias passaram a ter necessidades que iam além do acompanhamento social que já prestávamos rotineiramente”, conta Rosa Góes, presidente da instituição.</p>
<p>De acordo com ela, o aporte disponibilizado pelo edital da Coca-Cola FEMSA Brasil permitiu ampliar o serviço proporcionado pelo projeto a 60 famílias em situação de extrema vulnerabilidade atendidas pela ONG. Cada família beneficiada passou a receber um crédito de R$ 70,00 por mês para adquirir os produtos presentes no Mercadinho Solidário, podendo escolher entre gêneros alimentícios (como laticínios, proteínas, perecíveis e hortifrútis) e sanitários (ou de higiene pessoal), conforme a sua real necessidade, de maneira diferenciada em relação à tradicional distribuição de cestas básicas contendo itens predeterminados.</p>
<p>A Nisfram atua desde 2001 em sintonia com as necessidades emergentes de sua região, aplicando projetos socioeducativos elaborados para promover uma melhor qualidade de vida, desenvolvimento pessoal e cidadania, por meio de atividades educacionais, culturais, artísticas, esportivas, de lazer e de formação profissional. O nome da ONG é uma referência aos bairros de Sumaré localizados em sua área de abrangência (Nações, Ipiranga, São Francisco e Maracanã).</p>
<p>A outra instituição beneficiada na região foi a ONG Lona das Artes, de Campinas. Seu projeto ‘Aqua Circus’, selecionado em duas edições consecutivas do edital, utiliza a arte circense como instrumento de educação ambiental para jovens moradores em áreas de vulnerabilidade social.</p>
<p>Por meio de encenações teatrais e atividades lúdicas, o ‘Aqua Circus’ busca conscientizar sobre questões como o direito das comunidades mais vulneráveis ao acesso sustentável à água potável e ao saneamento, bem como sobre a necessária mudança de hábitos e práticas com vistas ao consumo econômico e à preservação dos recursos hídricos.</p>
<div id="attachment_18757" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Famílias-beneficiadas-pela-Almater.jpeg"><img class="size-full wp-image-18757" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Famílias-beneficiadas-pela-Almater.jpeg" alt="Famílias beneficiadas pela Almater (Foto Divulgação)" width="750" height="872" /></a><p class="wp-caption-text">Famílias beneficiadas pela Almater (Foto Divulgação)</p></div>
<p><strong>Em Jundiaí, curso de cozinha para mães </strong></p>
<p>Em Jundiaí, onde a empresa opera uma fábrica que é referência mundial em consumo econômico de água, recursos destinados pelo edital apoiaram o trabalho de três ONGs nesse período. Uma delas foi a Associação Almater, que propôs no projeto ‘Alimentando o futuro’ a abertura de um curso regular de cozinha experimental para capacitar diretamente 20 mulheres e utilizar o produto desse curso como fonte de alimento para 150 crianças que já são atendidas pela entidade.</p>
<p>De acordo com Narrinam Camargo, responsável pelo projeto da Almater, o investimento e o suporte na execução proporcionados pela Coca-Cola FEMSA Brasil foram muito importantes para que a instituição apresentasse uma nova perspectiva sobre alimentação consciente para as mães participantes, e também colaborou para a construção de vínculos ainda mais fortes com elas.</p>
<p>A Almater desenvolve um trabalho com crianças e adolescentes em situação de risco social no território do Jardim São Camilo. Narrinam explica que a questão da alimentação sempre foi uma grande vertente da atuação da entidade.</p>
<p>“Promover uma alimentação mais consciente, saudável e responsável era uma das nossas prioridades. Contudo, por conta do orçamento limitado, realidade da maioria das organizações da sociedade civil do terceiro setor, não tínhamos condições de executar um projeto que trabalhasse exclusivamente com esta demanda. O edital nos proporcionou uma oportunidade de sonhar a respeito e construir um projeto”, ressalta ela.</p>
<p>Foi concebido então um curso de cozinha, em que as mães das crianças atendidas na OSC pudessem aprender sobre alimentação natural e reaproveitamento de alimentos. Foi também construído um módulo de cozinha empreendedora, considerando todas as necessidades de geração de renda das famílias atendidas.</p>
<p>“Mesmo com a pandemia, conseguimos executar o projeto à distância. Organizamos material de apoio, adaptamos as aulas presenciais para vídeo aulas, combinamos um calendário semanal de atividades e conversamos abertamente com todas as nossas mães. Realizamos o projeto com 40 mães do território, no meio da pandemia, com todas as dificuldades financeiras das famílias. Foi incrível e transformador”, destaca Narrinam.</p>
<p>As demais instituições beneficiadas em Jundiaí foram a Associação Acolhimento Bom Pastor, que promoveu a cidadania participativa para crianças e adolescentes do bairro Jardim Novo Horizonte, a partir do estudo de temas relacionados ao uso consciente da água e ao correto descarte de resíduos por meio do uso de mídias sociais e peças audiovisuais, como jornal, blog e vídeos, no projeto ‘Mídia Cidadã’; e a CESPROM &#8211; Associação Educadora e Beneficente, que acolhe imigrantes e venceu o edital com a proposta de oferecer por meio do projeto ‘Mãos em Ação’ cursos de capacitação em panificação, confeitaria e auxiliar de cozinha para auxiliar as pessoas atendidas a melhorar suas chances no mercado de trabalho, contribuindo também para mitigar o impacto causado pela pandemia de Covid-19.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Unimed Campinas soma forças com Prefeitura para intensificar imunização contra a Covid-19</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 19:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Contra o Coronavírus]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira etapa acontece de 17 de agosto a 24 de setembro no CIS Guanabara. A aplicação das doses vai acontecer mediante agendamento prévio Uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Campinas e a Unimed Campinas viabilizará, a partir da próxima terça-feira, 17 de agosto, a vacinação contra a Covid-19 para a população em geral. Prevista ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Primeira etapa acontece de 17 de agosto a 24 de setembro no CIS Guanabara. A aplicação das doses vai acontecer mediante agendamento prévio </em></p>
<p>Uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Campinas e a Unimed Campinas viabilizará, a partir da próxima terça-feira, 17 de agosto, a vacinação contra a Covid-19 para a população em geral<strong>. </strong></p>
<p>Prevista para acontecer até o dia 24 de setembro, no Centro Cultural de Inclusão e Integração Social – CIS Guanabara, localizado na Rua Mário Siqueira, 829, no bairro Guanabara, a imunização ocorrerá de segunda a sexta, das 7h às 12h e das 13h às 17h. O espaço que fica ao lado da Praça Mauá e atrás da Sede I da Unimed Campinas, foi cedido pela Unicamp.</p>
<p>O objetivo dessa ação é facilitar o acesso da população, conforme o grupo que está sendo vacinado no município, ampliando, assim, a cobertura vacinal contra a Covid-19. O centro de imunização CIS Guanabara terá capacidade para aplicar 480 doses por dia.</p>
<p>O papel da Unimed Campinas nessa parceria engloba a coordenação de enfermagem e a disponibilização de profissionais de saúde para realizar o processo que contempla a verificação da elegibilidade das pessoas por meio da triagem inicial, checagem da documentação exigida, aplicação do imunizante e registro dos vacinados no sistema nacional, conforme exigência do Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.</p>
<p>À Prefeitura caberá oferecer o imunizante distribuído pelo Governo de São Paulo, bem como os demais insumos que serão usados na aplicação das doses, como seringas e agulhas.</p>
<p>Para receber a vacina contra a Covid-19 é imprescindível fazer agendamento prévio pelo site <a href="https://vacina.campinas.sp.gov.br/">https://vacina.campinas.sp.gov.br/</a></p>
<p>No dia e horário agendados, será necessário apresentar o comprovante do agendamento, documento de identidade com foto e comprovante de residência em Campinas.</p>
<p>O presidente da Unimed Campinas, Dr. João Lian Júnior, explica que a importância desta ação está em somar esforços com o poder público para a vacinação da população, além de garantir um local de fácil acesso e que se localiza na região central.</p>
<p>“Esse trabalho conjunto ampliará a cobertura da vacina na cidade, ao mesmo tempo em que possibilitará à Unimed Campinas exercer o seu papel de empresa socialmente responsável. Tudo isso tem um grande valor para nós”, comenta o presidente.</p>
<p>Mais informações sobre a vacinação podem ser obtidas pelos sites <a href="https://vacina.campinas.sp.gov.br/">https://vacina.campinas.sp.gov.br/</a> e <a href="http://www.unimedcampinas.com.br/">www.unimedcampinas.com.br</a></p>
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		<title>Casa da Criança Paralítica realiza a 2ª Feijoada Drive Thru</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 21:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Contra o Coronavírus]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda a receita obtida nesse evento será revertida à manutenção das atividades da instituição de Campinas A Casa da Criança Paralítica (CC), de Campinas, realiza no dia 14 de agosto a 2ª Feijoada Drive Thru CCP. A feijoada vem acompanhada de arroz, farofa, vinagrete, couve, torresmo e laranja, além de salada de frutas como sobremesa. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Toda a receita obtida nesse evento será revertida à manutenção das atividades da instituição de Campinas</em></p>
<div>
<p>A Casa da Criança Paralítica (CC), de Campinas, realiza no dia 14 de agosto a 2ª Feijoada Drive Thru CCP. A feijoada vem acompanhada de arroz, farofa, vinagrete, couve, torresmo e laranja, além de salada de frutas como sobremesa. Cada kit serve duas pessoas e deve ser retirado na sede da instituição, localizada à Rua Pedro Domingos Vitalli, 160, das 11 às 14 horas.</p>
<p>Toda a receita obtida nesse evento será revertida à manutenção das atividades da CCP, que oferece atendimento gratuito especializado a 368 crianças, adolescentes e jovens com deficiência física e comprometimento neurológico nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, médica, odontologia, psicologia, nutrição, serviço social e pedagogia, além de orientação às famílias – a maioria de baixa renda.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/07/feijoada-drive-thru-da-CCP_agosto-2021.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-18672" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/07/feijoada-drive-thru-da-CCP_agosto-2021.jpg" alt="feijoada drive thru da CCP_agosto 2021" width="612" height="408" /></a></p>
<p>Para programar o número de refeições a serem entregues no dia do drive thru, a instituição solicita aos interessados nessa tradicional culinária brasileira que façam suas reservas até o dia 10 de agosto (terça-feira). As compras efetuadas até o dia 30 de julho (sexta-feira) terão um valor menor por kit adquirido: R$ 70 cada. Após essa data, o preço será de R$ 75. O pagamento deve ser realizado via PIX, cuja chave é 19981590743 (mesmo número do celular da CCP, para o qual o comprador deverá encaminhar o comprovante de pagamento).</p>
<p>Nesta edição, a CCP preparou uma surpresa especial para quem colaborar com esta ação, que é feita com muito carinho e dedicação pela equipe. Na compra de um kit, o colaborador ganhará um cupom de desconto de 20% da loja de polpas de frutas naturais Happiness.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></p>
<p><strong>2ª Feijoada Drive Thru CCP</strong></p>
<p>Data de retirada: 14/08</p>
<p>Horário: das 11h às 14h</p>
<p>Local: Rua Pedro Domingos Vitalli, 160, Campinas (sede da CCP)</p>
<p>1º Lote: R$ 70,00 &#8211; vendas até dia 30 de julho<br />
2º Lote: R$ 75,00 &#8211; vendas até dia 10 de agosto</p>
<p>Pagamento via PIX: 19981590743</p>
<p>WhatsApp para enviar o comprovante de pagamento: 19 98159-0743</p>
</div>
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		<title>Agência Social de Notícias recebe menção especial no Prêmio de Jornalismo Científico do Mercosul</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 21:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Contra o Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[A reportagem &#8220;Na ausência de ações integradas, Observatório traduz os dados sobre Covid-19 na Região de Campinas&#8221;, publicada no dia 1 de outubro de 2020 na Agência Social de Notícias, ganhou Menção Especial na quarta edição do Prêmio de Jornalismo Cientifico do Mercosul. O Prêmio é uma iniciativa da Reunião Especializada de Ciência e Tecnologia ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A reportagem &#8220;<a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/17818">Na ausência de ações integradas, Observatório traduz os dados sobre Covid-19 na Região de Campinas&#8221;</a>, publicada no dia 1 de outubro de 2020 na Agência Social de Notícias, ganhou Menção Especial na quarta edição do Prêmio de Jornalismo Cientifico do Mercosul. O Prêmio é uma iniciativa da Reunião Especializada de Ciência e Tecnologia do Mercosul (RECYT), sendo organizado pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do Paraguai (CONACYT) e com apoio da Oficina Regional de Ciências, em Montevidéu, Uruguai, da Unesco.</p>
<p>O tema da quarta edição do Prêmio de Jornalismo Científico do Mercosul foi Covid-19. &#8220;O surto de Covid-19 gerou uma crise de saúde global. Nesse contexto de pandemia, é reconhecida a necessidade de informações confiáveis ​​e de qualidade, principalmente diante da perigosa desinformação devido à rápida circulação em massa de informações falsas que se espalhou desde o início da pandemia&#8221;, afirmam os organizadores na Justificativa do Prêmio.</p>
<p>Segundo os organizadores, o Prêmio de Jornalismo Científico do Mercosul visa &#8220;promover a comunicação da ciência, tecnologia e inovação para sua apropriação pela sociedade, por meio do Jornalismo Científico, além de estimular uma maior presença da ciência, tecnologia e inovação nos meios de comunicação dos países membros e associados, e estimular a participação de jovens em atividades de divulgação científica jornalística&#8221;.</p>
<div id="attachment_18622" style="width: 1250px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/06/GANADORES-PPCM-4TA-1.jpg"><img class="size-full wp-image-18622" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/06/GANADORES-PPCM-4TA-1.jpg" alt="Ganhadores da quarta edição do Prêmio de Jornalismo Científico do Mercosul" width="1240" height="1754" /></a><p class="wp-caption-text">Ganhadores da quarta edição do Prêmio de Jornalismo Científico do Mercosul</p></div>
<p>Assinada pelo editor da ASN José Pedro Soares Martins, a reportagem &#8220;Na ausência de ações integradas, Observatório traduz os dados sobre Covid-19 na Região de Campinas&#8221; mostra o esforço de pesquisadores da PUC-Campinas em desenvolver, no âmbito do <a href="https://observatorio.puc-campinas.edu.br/covid-19/">Observatório PUC-Campinas</a>, um painel interativo e um conjunto de notas técnicas interpretando as informações sobre a evolução da pandemia, em números de casos e óbitos, no conjunto de 20 municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC). As informações e análises do Observatório têm contribuído para ações em políticas públicas na RMC.</p>
<div id="attachment_18624" style="width: 1249px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Na-ausência.jpg"><img class="size-full wp-image-18624" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Na-ausência.jpg" alt="A reportagem da Agência Social de Notícias que recebeu Menção Especial na quarta edição do Prêmio de Jornalismo Científico do Mercosul" width="1239" height="1754" /></a><p class="wp-caption-text">A reportagem da Agência Social de Notícias que recebeu Menção Especial na quarta edição do Prêmio de Jornalismo Científico do Mercosul</p></div>
<p>&#8220;A ação é uma das iniciativas que proliferaram no país desde o início da pandemia, e sobretudo na esfera acadêmica, tendo sido concebidas para o melhor entendimento das tendências e complexidade associadas ao gigantesco desafio planetário e com devastadora repercussão no cenário brasileiro. São iniciativas que nasceram em um contexto de desalinhamento de ações e posturas entre os entes federativos e de uma verdadeira guerra de (des)informação sobre aspectos críticos da pandemia. Tornar as informações disponíveis mais acessíveis e dar transparência a dados que permanecem invisíveis para o grande público são outros motivos que alimentam essas iniciativas, independentes ou vinculadas a alguma instituição de alcance comunitário&#8221;, afirma a reportagem.</p>
<p>Outra iniciativa relatada na reportagem é a do <a href="https://covid19br.github.io/index.html">Observatório Covid-19 BR</a>, criado e mantido por um diversificado time de pesquisadores, de várias universidades brasileiras, e que se tornou referência na mídia nacional e internacional em informações sobre a trajetória da pandemia no país.  Atualmente o Observatório Covid-19 BR conta com uma rede de 85 pesquisadores, fornecendo e analisando dados sobre a pandemia em 75 municípios de 27 estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Coca-Cola lança “Por Todas as Mesas” pela campanha Brasil Sem Fome e apoia ong de Campinas</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2021 18:40:21 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Contra o Coronavírus]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa em parceria com a Coca-Cola FEMSA Brasil e o Sistema Coca-Cola Brasil soma R$ 9,5 milhões para fazer chegar alimentos às populações mais vulneráveis em todo o país A Coca-Cola lançou nesta sexta-feira, dia 21 de maio, a iniciativa Por Todas as Mesas, que visa alcançar a doação de 2,5 milhões de refeições com bebida para a Rede ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Iniciativa em parceria com a Coca-Cola FEMSA Brasil e o Sistema Coca-Cola Brasil soma R$ 9,5 milhões para fazer chegar alimentos às populações mais vulneráveis em todo o país</em></p>
<p><b>A </b>Coca-Cola lançou nesta sexta-feira, dia 21 de maio, a iniciativa <strong>Por Todas as Mesas</strong>, que visa<strong> </strong>alcançar a doação de 2,5 milhões de refeições com bebida para a <strong>Rede Ação da Cidadania</strong> no prazo de dois meses. Para isso, a Coca-Cola Brasil vai doar 50 centavos a cada pedido que contenha produtos de seu portfólio feito nas plataformas de delivery – iFood, Rappi, Uber Eats, Aiqfome e Wabi.</p>
<p>“Estamos usando o poder convocatório da marca Coca-Cola, aliada à capilaridade da cadeia de varejo do Sistema Coca-Cola Brasil, para convidar as pessoas a se juntarem a nós nessa agenda tão urgente de auxílio aos mais vulneráveis”, afirma Silmara Olívio, head de Relações Corporativas da Coca-Cola.</p>
<p>Além disso, a marca Coca-Cola disponibilizará R$ 1 milhão em vouchers de R$ 5 para pedidos realizados em pequenos restaurantes cadastrados no iFood que estejam participando da campanha. “Com esta iniciativa, nosso olhar também está voltado para o estímulo ao pequeno comércio, segmento muito afetado pela pandemia”, explica Silmara.</p>
<p>As refeições com bebidas serão distribuídas pela ONG Ação da Cidadania, através da campanha Brasil Sem Fome. A instituição conta com uma rede de mais de 2 mil entidades parceiras espalhadas por 26 estados e Distrito Federal. &#8220;Juntamos a sede com a vontade de comer. Nós da Ação da Cidadania e toda nossa rede de comitês estamos felizes e satisfeitos com esta inédita parceria com a Coca-Cola Brasil. Quando empresas que têm propósito se conscientizam do apoio que podem proporcionar às famílias que vivem em situação de vulnerabilidade, toda a sociedade sai ganhando&#8221;, afirma o diretor executivo da Ação da Cidadania, Kiko Afonso.</p>
<p>Na Região Metropolitana de Campinas (RMC), a iniciativa beneficiará a ONG Casa de Maria de Nazaré, em Campinas, entidade de assistência social voltada à promoção da cidadania e do direito à vida digna para 800 crianças, adolescentes, jovens e respectivas famílias em situação de vulnerabilidade social. O serviço ofertado ao publico pela instituição é 100% gratuito.</p>
<p>O lançamento de “Por Todas as Mesas” é marcado por uma campanha que remete ao hábito de compartilhar fotos de comida nas redes sociais, comportamento que ficou ainda mais popular durante a pandemia. Com a mensagem “Troque curtidas por sorrisos na vida real. Junte-se a nós para doar comida para quem precisa”, a Coca-Cola convida o público a dar um passo a mais e fazer a diferença na vida de quem mais precisa neste momento.</p>
<p>Além do Brasil, a iniciativa se estenderá a outros países da América Latina, como Argentina e Chile.</p>
<div id="attachment_18465" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Campanha-Coca-Cola.jpeg"><img class="size-full wp-image-18465" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Campanha-Coca-Cola.jpeg" alt="Coca-Cola lançou iniciativa para apoiar campanha Brasil Sem Fome" width="1024" height="578" /></a><p class="wp-caption-text">Coca-Cola lançou iniciativa para apoiar campanha Brasil Sem Fome</p></div>
<p><strong>Outras ações  </strong></p>
<p>“Por Todas as Mesas” faz parte de um novo conjunto de ações diretas de combate à fome iniciado em fevereiro pelo Sistema Coca-Cola Brasil, num total de R$ 9,5 milhões. As iniciativas dão continuidade ao plano de mitigação da Covid-19 iniciado no ano passado, quando a empresa empregou R$ 45 milhões no auxílio ao sistema de saúde, amplificação das medidas de segurança e apoio a comunidades vulneráveis.</p>
<p>Através do Instituto Coca-Cola Brasil (ICCB), cerca de 1,4 milhão de pessoas serão beneficiadas com a doação de cestas básicas e ações de conscientização promovidas junto com ONGs parceiras em 70 comunidades de 14 estados e do Distrito Federal.</p>
<p>Além disso, em parceria com a ONG Gastromotiva, o ICCB está distribuindo 50 mil refeições no Amazonas, através do projeto Cozinhas Solidárias. As refeições são preparadas por cozinheiros voluntários em suas próprias casas.</p>
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		<title>A vocação solidária na Campinas da Gripe Espanhola</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 20:59:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Proliferação de boatos. Recomendação das autoridades sanitárias para se evitar aglomerações e contatos físicos. Suspensão de aulas nas escolas. Indicação de medicamentos que efetivamente não curam nem previnem a doença. Parece a descrição do cenário atual, marcado pelos horrores da Covid-19, mas na realidade foi o que aconteceu durante a vigência da Gripe Espanhola, como ficou conhecida a outra pandemia que o mundo vivenciou há um século e que deixou seus rastros em Campinas, mobilizando a área da saúde e a vocação solidária local, como tinha ocorrido durante a Febre Amarela no final do século 19.</p>
<p>As estimativas são de que a Gripe Espanhola, provocada pelo vírus influenza, matou mais de 40 milhões de pessoas em todo planeta, entre 1918 e 1919, quando ainda estavam abertas as feridas provocadas pela Primeira Guerra Mundial. Foi provavelmente a pandemia mais letal já registrada na história. No Brasil, onde moravam em torno de 30 milhões de pessoas, foram cerca de 300 mil mortes e ela teria chegado ao país em setembro de 1918, a bordo do navio inglês “Demerara” que, vindo de Lisboa, fez escalas em Recife, Salvador e na capital federal, Rio de Janeiro. Logo a doença se espalhou e chegou aos grandes centros urbanos.</p>
<p>Em Campinas, durante algum tempo, cultivava-se a esperança de que a cidade estava livre da Gripe Espanhola. Falava-se que a cidade era portadora de “lisonjeiro estado sanitário”. Mas não demorou para que a pandemia chegasse na Campinas que ainda se recuperava, de alguma forma, da Febre Amarela do final do século 19.</p>
<p>No dia 19 de outubro de 1918, o jornal “Diário do Povo”, que tinha sido fundado por Álvaro Ribeiro seis anos antes, publicava orientações do diretor do Serviço Sanitário do Estado, Dr.Arthur Neiva: “Não fazer visitas.<br />
Tomar cuidados higiênicos com o nariz e a garganta: inalações de vaselina<br />
mentolada, gargarejos com água e sal, com água iodada, com ácido cítrico,<br />
tanino e infusões contendo tanino, como folhas de goiabeira e outras.<br />
Tomar, como preventivo, internamente, qualquer sal de quinino nas doses<br />
de 25 a 50 centigramas por dia, e de preferência no momento das<br />
refeições. Evitar toda a fadiga ou excessos físicos. O doente, aos primeiros sintomas, deve ir para a cama, pois o repouso auxilia a cura e afasta as complicações e contágio. Não devendo receber absolutamente nenhuma visita”. Muitas dessas recomendações na realidade não tinham feito prático, mas era o que se considera efetivo diante dos conhecimentos existentes.</p>
<p>Os primeiros registros de casos de infectados foram feitos no dia 24 de outubro, junto à Delegacia de Saúde de Campinas. Dois dias depois o prefeito Heitor Penteado assinava Lei Municipal, após a devida aprovação pela Câmara Municipal, nestes termos: “Art.1º – Fica a Prefeitura Municipal autorizada a tomar todas as providências que forem necessárias para evitar a invasão e propagação da gripe pandêmica que ameaça a população do Município, trazendo em tempo oportuno ao conhecimento do Legislativo as medidas que forem adoptadas. Art.2º – Para cobrir as despesas relativas a esses serviços, fica a Prefeitura Municipal autorizada a fazer as necessárias operações de crédito, caso a verba “Eventuais”, do corrente exercício não seja suficiente. Art.3º – Revogam-se as disposições em contrário”.</p>
<p>A área da saúde foi rapidamente mobilizada. A Santa Casa de Misericórdia, a Beneficência Portuguesa e o Circolo Italiano, que já haviam atuado com destaque no atendimento às vítimas da Febre Amarela, se prepararam para receber os doentes. A Gripe Espanhola, inclusive, influenciou para acelerar os planos do Circolo Italiano de construir um hospital próprio, que seria de fato inaugurado em 1920, sendo o antecessor da atual Casa de Saúde de Campinas.</p>
<p>Outras instituições se articularam, como a Escola Correa de Melo, a Maternidade de Campinas (que havia sido inaugurada pouco tempo antes, em 1916), o Hospital da Companhia Mogiana (inaugurada em 1875), o Posto Diocesano de Socorro aos Pobres, o Posto de Assistência dos Empregados da Companhia Paulista (inaugurada em 1872) e até a sucursal, então muito atuante, do jornal “O Estado de São Paulo”.</p>
<p>Na Vila Industrial, o bairro operário-ferroviário da cidade, a mobilização foi igualmente intensa. Estavam atentos o Hospital da Companhia Mogiana (inaugurada em 1875) e o Posto de Assistência dos Empregados da Companhia Paulista (inaugurada em 1872). Ainda na Vila Industrial, um Posto Popular foi estruturado, sob a liderança de J.I.Lacerda Werneck e Manoel Freire, um dos mais antigos e tradicionais moradores do bairro. Na Vila Industrial e em toda cidade foi intensa a atuação de voluntários, sobretudo na arrecadação e distribuição de alimentos aos mais vulneráveis, exatamente como tem ocorrido durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>No começo de novembro aconteceria a primeira morte, do estudante Rafael Eugênio. O surto ficou mais intenso nos últimos dois meses de 1918. Remédios populares eram propagados e até enxofre era queimado dentro de residências. No final, foram registrados mais de 7 mil casos de Gripe Espanhola em Campinas, o que correspondia a cerca de 7% da população na época, correspondentes a 85 mil pessoas na população atual, de 1,2 milhão de habitantes. Morreram 209 pessoas de influenza em Campinas.</p>
<p>Sociedade Amiga dos Pobres, Asilo dos Inválidos e, entre a população negra, a Sociedade Dançante Familiar União da Juventude, foram algumas das entidades que se mobilizaram para providenciar o acolhimento dos flagelados pela Gripe Espanhola. Os cortiços que ainda resistiam no centro da cidade eram um convite às doenças tropicais. A pandemia contribuiu para reforçar as ações públicas e particulares pela melhoria das condições sanitárias em geral em Campinas.</p>
<p>Fruto desse panorama, no dia 7 de dezembro de 1923, ano em que foi aberta a Seção de Assistência Médica, a Prefeitura municipalizaria a Companhia Campineira de Agua e Esgotos, que era um empreendimento particular e foi transformada imediatamente na Repartição de Água e Esgotos (RAE), embrião da futura Sanasa. Dois anos depois, em 1925, seria fundada a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, com a participação de muitos médicos que atuaram no combate à Gripe Espanhola.</p>
<p>Em razão dos impactos que provocaram, a Febre Amarela e a Gripe Espanhola foram determinantes para impulsionar mudanças e melhorias no panorama social e sanitário de Campinas. A expectativa é a de que o mesmo aconteça no pós-Covid-19.</p>
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		<title>PANDEMIA EVIDENCIA PAPEL CENTRAL DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NO CUIDADO DE IDOSOS</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 21:18:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por José Pedro Soares Martins O papel central das e dos profissionais de enfermagem no cuidado das pessoas em geral, e dos idosos em particular, ficou ainda mais evidenciado com a evolução da pandemia de Covid-19. Elas e eles têm sido estratégicos na linha de frente de atendimento às vítimas e o preço pago é ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Soares Martins</strong></p>
<p>O papel central das e dos profissionais de enfermagem no cuidado das pessoas em geral, e dos idosos em particular, ficou ainda mais evidenciado com a evolução da pandemia de Covid-19. Elas e eles têm sido estratégicos na linha de frente de atendimento às vítimas e o preço pago é alto. No Brasil, onde por uma série de fatores a pandemia tomou um rumo descontrolado nos primeiros meses de 2021, já foram registrados 49.721 casos de Covid-19 entre profissionais de enfermagem, com 694 óbitos contabilizados, segundo dados de 26 de março do <a href="http://observatoriodaenfermagem.cofen.gov.br/">Observatório da Enfermagem,</a> elaborado pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Em mais uma cruel estatística, o Brasil lidera o ranking internacional de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem mortos em função da proliferação do Sars-COV-2, em uma pandemia que tem nos idosos um dos grupos mais vulneráveis.</p>
<p>Pois os cuidados com esse grupo social extremamente suscetível, depois de um ano de declaração do surto do novo coronavírus como pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), acabam de ser objeto de um projeto ousado. Em uma das principais e multifacetadas reflexões já produzidas sobre o tema em âmbito internacional, foi lançado no último dia 19 de março o livro eletrônico “O cuidado ao idoso na atenção primária à saúde em tempos de Covid-19”, uma realização da REDESAM – Rede de Enfermería en Salud del Adulto Mayor, com apoio da Organização Panamericana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS). A obra foi editada pelo Centro de Apoio Editorial da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, ligada à Universidade de São Paulo (USP), sob a coordenação de Rosalina Aparecida Partezani Rodrigues, Jack Roberto Silva Fhon e Fabia Maria de Lima, todos professores doutores em diferentes instituições.</p>
<p>O <a href="http://www.eerp.usp.br/caed/ebook/5/">ebook pode ser baixado gratuitamente</a>, em português ou espanhol, e é fruto do trabalho de 107 profissionais, de 14 países: Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Estados Unidos, México, Peru, Portugal e Uruguai. São enfermeiros da assistência e de gestão, professores e pesquisadores, além de profissionais de enfermagem que ocupam cargos de liderança nos Ministérios de Saúde. Um corpo de profissionais, portanto, com atuação direta no enfrentamento à Covid-19 e que fizeram um esforço de análise e síntese dos aprendizados já acumulados nos cuidados com os idosos, o grupo que tem sido mais brutalmente atingido pela pandemia.</p>
<div id="attachment_18307" style="width: 836px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/LivroREDESAM.png"><img class="size-full wp-image-18307" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/LivroREDESAM.png" alt="Capa do livro lançado pela REDESAM, reproduzindo imagem de Florence Nightingale, em um tributo ao seu bicentenário de nascimento" width="826" height="1169" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro lançado pela REDESAM, reproduzindo imagem de Florence Nightingale, em um tributo ao seu bicentenário de nascimento</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Live de lançamento</strong></p>
<p>O significado do livro para o trabalho dos profissionais de enfermagem que estão no atendimento diário das vítimas de Covid-19 foi destacado em uma live de lançamento da obra, promovida pela REDESAM Brasil. A perspectiva intersetorial, envolvendo profissionais de diferentes áreas para a elaboração dos 22 capítulos, foi sublinhada por exemplo pela coordenadora da Unidade Técnica de Capacidades Humanas em Saúde da OPAS/OMS no Brasil, Monica Padilha.</p>
<p>“A categoria de profissionais de saúde está-se confirmando como estratégica para nossos serviços de atenção na atual situação de emergência. Essa condição possibilita a construção de conhecimentos em diferentes âmbitos que podem melhorar as respostas às necessidades da população”, disse Monica. Ela também ressaltou o papel da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto na discussão nacional e internacional, de forma qualificada, sobre as questões da Enfermagem.</p>
<p>A Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, vinculada à Universidade de São Paulo, é Centro Colaborador da OPAS/OMS para o Desenvolvimento da Pesquisa em Enfermagem, designada em 1988. Pela sua posição de destaque na formação de recursos humanos e nas atividades de pesquisa em Enfermagem, foi redesignada sete vezes para essa colaboração, sendo a mais recente em 2018.</p>
<p>Também pela OPAS/OMS, Lely Stella Guzmán-Barrera frisou a “situação complexa” vivida pelas Américas no contexto da pandemia de Covid-19, o que reforça segundo ela a necessidade de ampliação da cooperação internacional. Nesse sentido, reiterou a relevância do livro lançado pela REDESAM, assim como o próprio trabalho da Rede, para o “fortalecimento dos laços panamericanos” na área da saúde.</p>
<p>O trabalho em sinergia foi igualmente evidenciado pela professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Carla Aparecida Arena Ventura. “Em tempos incertos como o atual, da Covid-19, é fundamental buscarmos em conjunto caminhos para qualificar o trabalho da enfermagem e é o que esse livro traz, com relação a esse grupo vulnerável da população que são os idosos”, afirmou.</p>
<div class="block-da-1 block-da block-da-post_middle_content clearfix"><img src="https://demos.codetipi.com/zeen-games/wp-content/uploads/sites/8/2018/08/da-m.png" alt="" /></div>
<p>Por sua vez, o epidemiologista Wanderson Kleber de Oliveira, secretário de Serviços Integrados de Saúde do Supremo Tribunal Federal (STF), reiterou a relevância do livro para a superação dos desafios específicos derivados da pandemia de Covid-19 que, segundo ele, alterou padrões epidemiológicos até então observados.</p>
<p>“Estamos vendo uma carga da doença sobre os idosos, desproporcional comparada a outras faixas etárias. O padrão característico de doenças respiratórias é o de que sistematicamente afetam os extremos etários, mas nesse caso a diferença é que não há um impacto em crianças e adolescentes como nos idosos”, observou. Ex-secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Oliveira afirmou jamais ter visto a Enfermagem tão em evidência como no atual momento da pandemia, e por isso ressaltou a importância do livro, que reúne reflexões “para auxiliar o profissional no melhor cuidado” dos pacientes, e particularmente dos idosos.</p>
<p>Representante do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Virna Hildebrand lembrou que profissionais de Enfermagem têm se sentido “sufocados com tantos afazeres” no cenário da pandemia, marcado por incertezas no trabalho da atenção básica. Neste sentido, assinalou que o livro lançado pela REDESAM terá grande importância em colaborar com os profissionais na organização e qualidade da prestação de assistência às vítimas da Covid-19.</p>
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<p>Assessora Regional de Enfermagem e Técnicos em Saúde da OPAS/OMS, Silvia Helena De Bortoli Cassiani lembrou que na 73ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS), realizada virtualmente nos dia 18 e 19 de maio e retomada entre 9 e 14 de novembro de 2020, o ano de 2021 foi declarado como Ano Internacional dos Trabalhadores de Saúde e Cuidadores. “E a mensagem chave do Ano Internacional é a necessidade de maior investimento em Recursos Humanos na Saúde. Há falta de profissionais e isso impacta diretamente na oferta de serviços de qualidade, sobretudo para as pessoas de idade mais avançada”, observou, acrescentando que o livro lançado pela REDESAM contribui muito com a qualificação do profissional de Enfermagem.</p>
<p>A professora Maria Helena Palucci Marziale, diretora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, observou por sua parte que o livro eletrônico lançado naquele momento era a primeira obra internacional lançada pelo Centro de Apoio Editorial da unidade educacional. A live de lançamento foi encerrada por uma das coordenadoras da edição do livro, Rosalina Partezani Rodrigues, professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto e coordenadora da REDESAM Brasil. Ela agradeceu o trabalho de todos os 107 profissionais que colaboraram com o livro e destacou o desafio que foi compor e reunir todas as equipes para a produção de cada capítulo. “Procuramos sempre reunir profissionais de diferentes países em cada capítulo, para justamente possibilitar uma visão mais ampla”, ressaltou Rosalina.</p>
<p><strong>Capítulos do livro</strong></p>
<p>O ebook “O cuidado ao idoso na atenção primária à saúde em tempos de Covid-19” tem 22 capítulos, contemplando os múltiplos aspectos do trabalho dos e das profissionais de enfermagem nessa área. Assim, depois de um panorama da Covid-19 no mundo e nas Américas e do trabalho dos profissionais de enfermagem, o livro trata de temas como Cuidados Interprofissionais, a Promoção da Saúde do Idoso em Centros de Convivência, o Apoio Social ao Idoso na pandemia, o Cuidado com a Pele do Idoso, o Trabalho dos Cuidadores e o uso das Tecnologias Digitais na Atenção ao Idoso.</p>
<p>Outros aspectos abordados são Impacto do Confinamento na Saúde Mental do Idoso, a Violência contra o Idoso na Pandemia, o Cuidado do Idoso com HIV, o Idoso em Tratamento Oncológico em Tempos de Pandemia e Cuidados Paliativos ao Idoso em Tempos de Pandemia. Uma perspectiva abrangente, portanto, sobre o essencial trabalho da enfermagem no enfrentamento a um dos maiores desafios coletivos já enfrentados pela humanidade. Um nobre tributo a Florence Nightingale, considerada a pioneira da enfermagem moderna e cujos 200 anos de nascimento foram lembrados em 2020. A capa do livro lançado pela REDESAM é ilustrada justamente com uma imagem de Florence, que tanto se empenhou pela melhoria das condições de trabalho das e dos profissionais de saúde.</p>
<p><strong>(Publicado originalmente no <a href="https://longevinews.com.br/">Portal Longevinews)</a></strong></p>
</div>
</div>
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		<title>ÓBITOS EM MASSA DE IDOSOS POR COVID-19 CONFIRMAM INEFICÁCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 19:47:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por José Pedro Soares Martins Entre os 294.042 óbitos por Covid-19 no Brasil, registrados até o dia 21 de março de 2021, mais de 200 mil foram de pessoas de 60 anos ou mais. É uma geração de filhos e netos que perderam os pais e avós. São sofrimentos que não podem ser contabilizados nos ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Soares Martins</strong></p>
<p>Entre os 294.042 óbitos por Covid-19 no Brasil, registrados até o dia 21 de março de 2021, mais de 200 mil foram de pessoas de 60 anos ou mais. É uma geração de filhos e netos que perderam os pais e avós. São sofrimentos que não podem ser contabilizados nos números frios das estatísticas. A pandemia tem mostrado resultados brutais para os idosos brasileiros e seus familiares, ratificando a ineficácia das políticas públicas adotadas até o momento para proteger esse segmento populacional que mais cresce no país.</p>
<p>Como nota o infectologista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Paulo Abati, a letalidade entre os idosos de 60 anos ou mais, em decorrência da Convid-19, é mais alta porque essa faixa etária é mais vulnerável ao novo coronavírus. “Eles possuem um sistema imune mais frágil, tendo então um poder de combate ao vírus menor do que jovens. Os idosos também tem normalmente outras doenças crônicas, como pressão alta, insuficiência cardíaca, diabetes, problemas pulmonares. Então, tanto pelo envelhecimento e diminuição da imunidade, como pelas doenças mais frequentes na população idosa, esse grupo é mais vulnerável à Covid-19”, explica o médico, que também atua na rede pública de saúde do município de Campinas.</p>
<div id="attachment_18286" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Abati3.jpeg"><img class="size-full wp-image-18286" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Abati3.jpeg" alt="Paulo Abati: vacinação urgente para idosos (Foto Acervo Pessoal)" width="640" height="640" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Abati: vacinação urgente para idosos (Foto Acervo Pessoal)</p></div>
<p>De fato, os números da evolução da pandemia apontam que idosos com 60 anos ou mais e com comorbidades são aqueles com mais alta letalidade para Covid-19. Entre os 191.552 óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave ( SRAG) por Covid-19 notificados no Brasil em 2020, portanto entre as Semanas Epidemiológicas 08 e 53, 125.814 (65,7%) apresentavam pelo menos uma comorbidade ou fator de risco para a doença, segundo o Ministério da Saúde. “Cardiopatia e diabetes foram as condições mais frequentes, sendo que a maior parte destes indivíduos, que evoluiu a óbito e apresentava alguma comorbidade, possuía 60 anos ou mais de idade”, informou o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2021/janeiro/07/boletim_epidemiologico_covid_44.pdf">Boletim Epidemiológico Especial 44 sobre Covid-19</a>.</p>
<p>O panorama não se modificou em 2021. Pelo contrário, a proporção de mortes entre pessoas com 60 anos ou mais aumentou, de 69,2% em maio de 2020 para 74,2% na última semana de janeiro de 2021, conforme os dados compilados a partir dos boletins do Ministério da Saúde. Em países europeus o percentual de óbitos entre cidadãos de 60 anos ou mais é maior, mas é preciso considerar que eles possuem proporcionalmente uma população idosa maior que a brasileira.</p>
<div id="attachment_18287" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Zelia.jpeg"><img class="size-full wp-image-18287" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Zelia.jpeg" alt="Zelia Vieira de Moraes, médica geriatra: contra o etarismo (Foto Acervo Pessoal)" width="1080" height="720" /></a><p class="wp-caption-text">Zelia Vieira de Moraes, médica geriatra: contra o etarismo (Foto Acervo Pessoal)</p></div>
<p><strong>Descaso com os idosos no Brasil</strong></p>
<p>Como lembra o próprio Paulo Abati, se os idosos são mais vulneráveis naturalmente à Covid-19, o maior número de óbitos nessa faixa etária não pode ser atribuído somente a fatores como a baixa imunidade e às comorbidades. “Também diz respeito à forma como a sociedade e os governos lidam com a questão do envelhecimento. Infelizmente o nosso sistema de saúde não consegue ser efetivo no controle da saúde das pessoas mais idosas”, comenta o infectologista da Unicamp.</p>
<p>Ele nota que há dificuldades “no acesso aos serviços de saúde, aos postos, às medicações”. Cita também “os baixos valores da aposentadoria que eles recebem e que fazem com que não tenham condição de tomar todos os medicamentos que são prescritos. Nem todos estão disponíveis na atenção primária. Muitos idosos também precisam fazer reabilitação, atividade física, e não encontram acesso no serviço público, e por tudo isso têm maior tendência de apresentarem doenças crônicas, degenerativas, e portanto apresentam maior risco de adoecimento pela Covid”, acrescenta o especialista.</p>
<p>Abati observa ainda que a taxa de câncer na população idosa também é maior, “e isso certamente é em razão de como a sociedade lida com a alimentação, o tabaco, o álcool, ou mesmo o serviço de saúde não fazendo o rastreamento precoce das doenças na população idosa”. Desta maneira, ele entende que “não apenas o envelhecimento em si, mas a resposta dos governos e das politicas públicas, muito inefetiva em relação à população idosa, faz com que ela tenha mais doenças e maior risco de ter a Covid-19”.</p>
<p>Na mesma linha, de análise, o gerontólogo e epidemiologista Alexandre Kalache, um dos maiores nomes sobre a temática do envelhecimento em âmbito internacional, entende que os dramas da população idosa continuam invisíveis no Brasil, “e o que é invisível é facilmente ignorado”.</p>
<p>Fundador do Departamento de Epidemiologia do Envelhecimento da London School of Hygiene and Tropical Medicine, Kalache entende existir no Brasil o fenômeno conhecido como idadismo ou etarismo, o preconceito ou intolerância contra os idosos, segundo o termo lançado pelo gerontólogo norteamericano Robert Neil Butler.</p>
<p>“A sociedade brasileira é muito hedonista, voltada para a juventude eterna, a beleza eterna. Enquanto isso, a maioria da população chega muito mal aos 60 anos, como fruto das más condições de vida, da desigualdade que coloca lado a lado uma favela com milhares de moradores e um bairro com privilegiados”, destaca Kalache.</p>
<p>O gerontólogo adverte que o processo de envelhecimento ocorre de forma muito rápida no Brasil, o que demanda a urgência de ações mais efetivas em relação à população idosa. Ele faz uma comparação com o que acontece no Canadá. Em 1950, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais era de apenas 4,9% no Brasil, e já era de 11,3% no Canadá. Em 2015, chegou a 12,8% no Brasil e a 25,3% no Canadá. As projeções para 2050 são de que o Brasil terá 30,5% de sua população com 60 anos ou mais, enquanto no Canadá será de 30,1%.</p>
<p>Médica geriatra do Instituto Vimos, de Campinas, Zélia Vieira de Moraes observa que o alerta em relação à maior vulnerabilidade dos idosos à Covid-19 vem sendo dado desde o início da pandemia. O mesmo em relação aos “subgrupos mais vulneráveis clinicamente: pacientes frágeis, portadores de síndromes demenciais, de doenças crônicas e moradores de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI)” .</p>
<p>“Os números significam que há erros graves nas políticas públicas e na sociedade. E os números servem para isto: nos mostrar estes erros e nos permitir operacionalizar mudanças concretas e efetivas”, adverte a especialista. “Devemos de fato priorizar os cuidados oferecidos a esta população, tanto na prevenção da doença, como na estruturação eficiente de serviços na atenção e suporte de cuidados, além da discussão sobre mecanismos de financiamento, público e privado, para cuidados de longa duração. É mais que urgente a integração entre serviços de saúde e a assistência social necessária”, comenta a geriatra.</p>
<p>Um aspecto importante a considerar, destaca Zélia Vieira de Moraes, é que “os idosos são hoje muitas vezes responsáveis pelo sustentos de suas famílias e estas vidas perdidas poderão também representar perdas econômicas importantes”. Ela cita o estudo “<a href="https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/200724_nt_disoc_n_81_web.pdf">Os Dependentes da Renda dos Idosos e o Coronavírus: Órfãos ou Novos Pobres?</a><em>”</em> , do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mostrando que em 20,6% dos lares brasileiros a renda dos idosos responde por mais de 50% dos rendimentos da família.</p>
<div class="block-da-1 block-da block-da-post_middle_content clearfix"><img src="https://demos.codetipi.com/zeen-games/wp-content/uploads/sites/8/2018/08/da-m.png" alt="" /><strong>Esperança com as vacinas</strong></div>
<p>Uma esperança para os idosos brasileiros, e para a população em geral, foi aberta com o inicio da vacinação contra a Covid-19, começando pela população com faixas etárias mais elevadas, os profissionais da área da saúde e grupos vulneráveis como os indígenas.</p>
<p>Mas Paulo Abati alerta que ainda está ocorrendo lentidão na cobertura vacinal para a população idosa. “Neste momento já era para estarmos com a população idosa vacinada no Brasil”, diz o médico infectologista, lembrando que o Brasil conta com o Sistema Único de Saúde (SUS) e um Plano Nacional de Imunização que são referências mundiais em políticas públicas.</p>
<p>“Era para estarmos em um ritmo mais acelerado de vacinação. O que precisamos fazer de modo urgente é ampliar a capacidade de oferecer as vacinas contra Covid-19 e vacinar o mais rápido possível a população idosa brasileira”, alerta. O infectologista entende que melhores perspectivas futuras para a população idosa brasileira dependem essencialmente de “atingirmos alta cobertura vacinal, para que a população idosa tenha maior condição de circulação, de retornos às práticas de atividade física e de interação social, além do atendimento à saúde, uma vez que muitos idosos estão hoje em suas casas e não podem ir a consultas médicas que são importantes para eles”.</p>
<p>No dia 4 de fevereiro a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu uma Nota Técnica sobre “<a href="https://portal.fiocruz.br/sites/portal.fiocruz.br/files/documentos/nota_vacinacao_idoso_cuidador_fiocruz_01_02_21.pdf">Acesso prioritário à vacinação contra a Covid-19 para as pessoas idosas com limitações funcionais e seus cuidadores”</a>. Considerando a prioridade que o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, lançado em dezembro de 2020 pelo Ministério da Saúde, indicou para os profissionais de saúde e idosos divididos por faixas etárias, os autores da Nota Técnica afirmaram: “Entendemos que não é simples identificar todas as condições que determinam as prioridades num plano de vacinação, mas num contexto atual de alta mortalidade por Covid-19 e carência imediata de vacinas para todos, propomos que sejam incorporados critérios que ajudem a identificar a população mais vulnerável. Especificamente, defendemos: a) a incorporação do critério de capacidade funcional dos idosos, de forma complementar ao critério de idade, como indicador da situação da saúde; b) a adoção de estratégias para vacinar idosos com dificuldade de sair de casa; c) que a prioridade da vacinação inclua efetivamente os cuidadores de idosos que atuam nos domicílios, sejam estes um familiar ou uma pessoa contratada”.</p>
<p>A Nota Técnica da Fiocruz salienta que, no Brasil, estima-se que existam “cerca de 5, 2 milhões de idosos que necessitam de ajuda para as suas atividades da vida diária. Em pelo menos 80% dos casos, o cuidado é prestado por algum familiar e em 20% este é prestado por uma cuidadora remunerada, o que inclui os arranjos em que a prestação de cuidados se dá de forma mista entre pessoas contratadas e familiares. Dessa forma, estimamos que existem cerca de 4,2 milhões de familiares que cuidam de idosos e 1 milhão de cuidadores de idosos contratados ou remunerados”.</p>
<p>Assim, os autores da Nota Técnica apresentam várias razões para propor: ” que idosos com limitação da capacidade funcional sejam considerados prioridade independentemente de sua faixa etária; b) a adoção urgente de estratégias para vacinar idosos com dificuldade de sair de casa; c) a vacinação dos cuidadores de idosos que atuam nos domicílios, sejam estes um familiar ou uma pessoa contratada”.</p>
<p><strong>Depois da pandemia</strong></p>
<p>No Brasil e no mundo pós-Covid, será fundamental uma mudança de postura e olhar de governos e sociedade em geral em relação aos idosos, defendem os especialistas. O infectologista Paulo Abati sustenta ser essencial “um cuidado integral com a saúde da população idosa”.</p>
<p>“Cuidado integral significa dar acesso à saúde, mas acesso também a um envelhecimento saudável, com políticas de cultura para a população idosa, interação social, atividades físicas, reabilitação. As taxas de depressão na população idosa são extremamente altas, muito em função da falta de estrutura para essa população interagir socialmente”,</p>
<p>Para a geriatra Zélia Vieira de Moraes, “devemos mais do que nunca olhar a velhice sem o viés do preconceito (etarismo), mas considerando a necessidade de reconhecimento da representatividade desta população e sobretudo com a responsabilidade no cuidado daqueles com alto nível de dependência, numa faixa etária que cresce ano a ano e que representará quase 30% da população brasileira em menos de 30 anos”.</p>
<p>O gerontólogo Alexandre Kalache defende, por sua vez, que sejam construídas e executadas políticas públicas efetivas para atender aos quatro pilares que considera determinantes para um envelhecimento ativo: a garantia da saúde, o conhecimento, o capital social e a segurança, para a proteção dos idosos contra várias modalidades de violência.</p>
<p>De qualquer modo, mais do que nunca no pós-pandemia serão vários os desafios para o pleno respeito ao Artigo 3<sup>o</sup> do Estatuto do Idoso, de 01 de outubro de 2003:  “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”.</p>
<p>(Publicado originalmente no <a href="https://longevinews.com.br/">Portal Longevinews</a>)</p>
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		<title>Polo científico e tecnológico de Campinas direcionou recursos contra Covid-19</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2021 03:37:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Contra o Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Soares Martins A pandemia de Covid-19 motivou uma mobilização sem precedentes do setor de pesquisa e desenvolvimento em escala internacional e com o polo científico e tecnológico de Campinas não foi diferente. Universidades, centros e institutos de pesquisa e startups direcionaram grande parte de seus recursos para combater o novo coronavírus. Unicamp ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Soares Martins</strong></p>
<p>A pandemia de Covid-19 motivou uma mobilização sem precedentes do setor de pesquisa e desenvolvimento em escala internacional e com o polo científico e tecnológico de Campinas não foi diferente. Universidades, centros e institutos de pesquisa e startups direcionaram grande parte de seus recursos para combater o novo coronavírus.</p>
<p><strong>Unicamp na linha de frente</strong></p>
<p>A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está na linha de frente contra o SARS-CoV-2 desde o primeiro momento. Mesmo com o cancelamento das aulas presenciais e diminuição de muitas atividades, em função dos protocolos de combate à pandemia, pesquisas continuaram, assim como tem sido fundamental o papel do Hospital de Clínicas e outros serviços médicos da Universidade para atender as vítimas da Covid-19.</p>
<p>A Unicamp também se preparou para a realização de diagnósticos em massa da população, em Campinas e municípios da RMC e outras regiões. Dezenas de milhares de testes RT-PCR foram realizados com os kits desenvolvidos na Universidade, tendo sido atendidos mais de 60 municípios.</p>
<p>A Universidade se equipou para ampliar sua capacidade de atendimento e realização de diagnóstico em massa, em razão da força-tarefa criada pelo reitor Marcelo Knobel e com a participação central de órgãos como o Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes (LEVE) da Universidade, o único de nível 3 de biossegurança na RMC. O LEVE atuou, por exemplo, na ampliação da capacidade do Laboratório de Patologia Clínica do Hospital de Clínicas, para fazer os diagnósticos em massa.</p>
<p>Recentemente a Unicamp estabeleceu parceria com a <a href="https://www.chiba-u.ac.jp/e/">Universidade de Chiba</a>, no Japão, a Agência Japonesa de Cooperação Internacional (<a href="https://www.jica.go.jp/english/">JICA</a>) e a empresa <a href="https://www.eiken.co.jp/en/">Eiken Chemical Co</a>. Com o nome PACT-Brazil, Partnership for Accelerating Covid-19 Testing in Brazil, o acordo estipula que a Unicamp faça a validação de kits de testes, produzidos pela Eiken Co., para detecção do SARS-CoV-2 por meio de amostras de saliva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18283" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/RMCcovid.png"><img class="size-full wp-image-18283" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2021/03/RMCcovid.png" alt="Gráfico com evolução de casos de Covid-19 na RMC, segundo Observatório da PUC-Campinas, com base em dados da Fundação Seade" width="700" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Gráfico com evolução de casos de Covid-19 na RMC, segundo Observatório da PUC-Campinas, com base em dados da Fundação Seade</p></div>
<p><strong>Observatório da PUC-Campinas</strong></p>
<p>O Hospital da PUC-Campinas tem sido outro pilar fundamental no atendimento às vítimas de Covid-19 na região metropolitana. Além disso, a instituição tem atuado em outras frentes. Um exemplo é o do  <a href="https://observatorio.puc-campinas.edu.br/">Observatório da PUC-Campina</a>s <a href="https://observatorio.puc-campinas.edu.br/covid-19/">(https://observatorio.puc-campinas.edu.br/covid-19/)</a>, vinculado à área de extensão da Universidade, que desde o início de julho de 2020 passou a publicar um painel interativo e um conjunto de notas técnicas traduzindo e contextualizando os dados fornecidos pela <a href="https://www.seade.gov.br/coronavirus/">Fundação Seade,</a> ligada ao governo de São Paulo, entre outras fontes.</p>
<p>“O objetivo do Observatório PUC-Campinas é contribuir com a difusão de informações e análises que ajudem a pensar a Região Metropolitana de Campinas de várias perspectivas, a econômica, a social, a ambiental, entre outras, colaborando na elaboração de políticas públicas integradas”, explica o professor extensionista e economista do Observatório, Paulo Ricardo da Silva Oliveira. “Com o surgimento da pandemia, o Observatório não poderia deixar de atuar e então foram criadas ações como um painel interativo, com dados atualizados, e as notas técnicas, formuladas pelos docentes e alunos”, diz Oliveira. Graduandos cuidam da elaboração de mapas e gráficos que ajudam no melhor entendimento sobre os dados publicados.</p>
<p><strong>Pesquisas no Projeto Sirius</strong></p>
<p>O Projeto Sirius, mais importante e avançada iniciativa em ciência na história recente do Brasil, também voltou-se para pesquisas sobre o novo coronavírus. Ligado ao <a href="https://cnpem.br/cnpem/">Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM)</a>, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o Projeto Sirius iniciou suas operações com a primeira linha de luz síncroton em 2020, em caráter emergencial, em apoio à luta contra o SARS-CoV-2, causador da Covid-19.</p>
<div id="attachment_17584" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Paineis.jpg"><img class="size-full wp-image-17584" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Paineis.jpg" alt="Painéis dinâmicos desenvolvidos pela Embrapa Territorial" width="640" height="381" /></a><p class="wp-caption-text">Painéis dinâmicos desenvolvidos pela Embrapa Territorial</p></div>
<p>Uma importante ferramenta na guerra contra a Covid-19 foi desenvolvida pela Embrapa Territorial, igualmente sediada em Campinas. A unidade construiu uma plataforma virtual composta por <a href="https://www.embrapa.br/evolucao-temporal-da-covid-19-no-brasil?link-covid">painéis estratégicos </a>que geram estatísticas básicas sobre as notificações e os óbitos decorrentes da Covid-19 no território brasileiro.</p>
<p>Por meio dos painéis, é possível acompanhar em tempo real a evolução dos dados de casos notificados e óbitos nos municípios com mais de 30 mil habitantes e também nos estados brasileiros. A ferramenta fornece dados absolutos e proporcionais, contribuindo com as ações de combate ao novo coronavírus.</p>
<p>A Embrapa Territorial já tinha desenvolvido para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) uma ferramenta para identificar de forma precoce os riscos ao abastecimento interno e às exportações em proteína animal, derivados da pandemia de Covid-19. São painéis dinâmicos, com mapas e gráficos que permitem uma relação, em base territorial, entre a dinâmica temporal dos casos de Covid-19 em municípios brasileiros onde estão localizados os órgãos e as empresas com registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF).</p>
<p><strong>Outras ações do polo de ciência e tecnologia</strong></p>
<p>Entre muitas outras ações do polo científico e tecnológico de Campinas, relacionada à luta contra a Covid-19, está a do Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA-IAC), que participou da produção de nota técnica para orientações a serviços de saúde, no que se refere a Equipamentos de Proteção Individual (EPI), com medidas de prevenção e controle que deveriam ser adotadas durante assistência a casos suspeitos de Covid-19.</p>
<p>O <a href="https://www.cpqd.com.br/noticias/combate-a-covid-19-cpqd-oferece-ensaios-gratuitos-para-quem-esta-desenvolvendo-ventiladores-pulmonares/">CPQD</a>, por sua vez, realizou ensaios gratuitos visando o desenvolvimento de ventiladores pulmonares (respiradores artificiais) utilizados no tratamento de vítimas da Covid-19.</p>
<p>No campo das startups, entre outras iniciativas está a da <a href="https://www.bioinfood.com/">BIOinFOOD</a>, que está desenvolvendo um teste diagnóstico rápido para COVID-19 com base em pedido de patente encaminhado por alunos do Laboratório de Genômica e Bioenergia da Unicamp. A BIOinFOOD é uma das muitas startups surgidas na Unicamp e tem apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (<strong><a href="https://fapesp.br/pipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PIPE</a></strong>) da FAPESP.</p>
<p>Pesquisa, desenvolvimento, inovação. A guerra sem tréguas contra a Covid-19 tem gerado muito conhecimento, abrindo portas para outros avanços, e o polo científico e tecnológico de Campinas é um dos fronts dessa batalha.</p>
<p>(Publicado originalmente no <a href="http://ecosocialcampinas.com.br/">Portal Ecossocial Campinas</a>)</p>
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		<title>Casa da Criança Paralítica será ponto de vacinação contra Covid-19 em Campinas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 19:41:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Casa da Criança Paralítica (CCP), de Campinas, que completa 67 anos este mês, será um dos pontos de vacinação contra a Covid-19 do município. Parte da estrutura da sede, localizada no Parque Itália, será destinada à vacinação ao longo deste primeiro semestre (podendo ocorrer uma extensão do prazo), conforme solicitação feita no último dia ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa da Criança Paralítica (CCP), de Campinas, que completa 67 anos este mês, será um dos pontos de vacinação contra a Covid-19 do município. Parte da estrutura da sede, localizada no Parque Itália, será destinada à vacinação ao longo deste primeiro semestre (podendo ocorrer uma extensão do prazo), conforme solicitação feita no último dia 15 pela Secretaria Municipal de Saúde à diretoria da instituição. Ainda não há data definida para início da campanha de vacinação.</p>
<p>“A estrutura da Casa está sendo readequada para receber a equipe de vacinação e parte da população a ser vacinada”, diz Jonas Lobo, presidente da CCP. Uma equipe de funcionários da Prefeitura de Campinas esteve no local nesta quarta-feira, dia 20, para efetuar mudanças na área interna e fazer a poda de árvores. Foi instalada na Casa também uma Sala de Imprensa.</p>
<p>A campanha acontecerá de segunda a sexta-feira, das 7 às 22 horas, e aos finais de semana e feriados, das 7 às 18 horas. O Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) da pasta informou que a campanha será realizada por fases, com públicos específicos, com objetivo de evitar aglomerações durante a vacinação.</p>
<p>Jonas Lobo explica que, durante o período de pandemia, a Casa da Criança tem oferecido atendimento de emergência presencial às crianças e adolescentes que fazem tratamento na instituição. A campanha de vacinação não interromperá essas atividades, realizadas separadamente em outras áreas do prédio. Para os demais casos, o atendimento permanece on-line.</p>
<p>A CCP oferece atendimento gratuito especializado a crianças, adolescentes e jovens com deficiência física e comprometimento neurológico nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, médica, odontologia, psicologia, nutrição, serviço social e pedagogia, além de orientação às famílias. Em sua sede no Parque Itália, são atendidos mais de 350 pacientes por mês, a maioria de baixa renda.</p>
<p><strong>Epidemia deu origem à Casa</strong></p>
<p>A instituição nasceu no dia 17 de janeiro de 1954, quando a epidemia de poliomielite trouxe à Campinas o desafio de cuidar das crianças com paralisia infantil. Desde a sua fundação, a Casa em como missão integrar e reintegrar, no meio social, pessoas com deficiência. Com a erradicação da pólio surgiram outros problemas de saúde enfrentados pelos seus usuários como mielomeningocele, lesão cerebral precoce, traumas, acidentes etc. Mas prevaleceu a ideia de recuperar e dar à pessoa melhor condição de vida.</p>
<p>Além dos atendimentos, no local está também o Bazar do Sonho, hoje uma das principais fontes de renda da instituição, ajudando a manter os tratamentos gratuitos de reabilitação. Com área total de 300 metros quadrados, o Bazar vende a preços simbólicos diversos itens, como eletroeletrônicos, móveis, brinquedos, roupas, acessórios, calçados e eletrodomésticos, contemplando principalmente a comunidade local e as famílias dos atendidos. A Casa da Criança Paralítica está localizada na rua Pedro Domingos Vitalli 160, Parque Itália, em Campinas.</p>
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