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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Dengue</title>
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		<title>Ministro da Defesa e Alckmin em Campinas comprovam que região é estratégica no combate ao Aedes</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2016 14:55:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia em que 220 mil soldados do Exército foram às ruas em 350 cidades, na mobilização nacional contra o Aedes aegypti, a presença em Campinas do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do secretário estadual da Saúde, David Ewerson Uip, em ato neste sábado, 13 de fevereiro, na Lagoa do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia em que 220 mil soldados do Exército foram às ruas em 350 cidades, na mobilização nacional contra o Aedes aegypti, a presença em Campinas do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do secretário estadual da Saúde, David Ewerson Uip, em ato neste sábado, 13 de fevereiro, na Lagoa do Taquaral, confirmou como a região é considerada estratégica no combate ao mosquito. A presença do governador paulista, principalmente, deu ao evento uma conotação de política partidária, com a adesão de deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores da várias cidades da região metropolitana.</p>
<p>Os principais personagens chegaram separados. Primeiro o governador Alckmin, logo cercado pelos correligionários e assessores, que lhe entregaram um colete com a convocação de combate ao Aedes aegypti. Pouco depois estacionou, no Portão 1 da Lagoa do Taquaral, a van com o ministro da Defesa, o vice-prefeito em exercício Henrique Magalhães Teixeira e o secretário municipal da Saúde, Carmino de Souza.</p>
<div id="attachment_5950" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-003.jpg"><img class="size-large wp-image-5950" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-003-1024x768.jpg" alt="Carmino de Souza, Aldo Rebelo e Henrique Magalhães Teixeira chegam ao Taquaral" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Carmino de Souza, Aldo Rebelo e Henrique Magalhães Teixeira chegam ao Taquaral</p></div>
<p>A cada discurso, a leitura da ampla lista de presentes. O ministro Aldo Rebelo justificou a participação maciça dos militares na mobilização nacional como parte da missão das Forças Armadas, &#8220;de proteger as fronteiras e a integridade do país, mas também de ajudar a construir esse país, contribuindo com o desenvolvimento científico e com ações sociais&#8221;.</p>
<p>Geraldo Alckmin acentuou a mobilização do governo paulista, com destaque para os mutirões que serão realizados todos os sábados, pelo menos até o mês de abril, visando a eliminação de criadouros do Aedes aegypti. Alckmin afirmou que o governo pagará R$ 120,00 aos agentes que trabalharão nesses mutirões aos sábados, e que almejam atingir todos os 645 municípios paulistas.</p>
<p>O vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalháes Teixeira, atualmente prefeito em exercício, destacou o fato do evento ser realizado na Lagoa do Taquaral, segundo ele &#8220;um dos espaços mais democráticos&#8221; da cidade. Após o ato, o vice e outros membros do governo municipal participaram do mutirão especial nas regiões Sul e Sudoeste, onde estão concentrados importantes focos do Aedes aegypti.</p>
<p>De qualquer modo foi um sábado histórico, pela presença de representantes da União, Estado e município, ratificando como a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é considerada, pelas autoridades sanitárias e diversas instâncias de governo, como estratégica no combate ao Aedes aegypti e às quatro doenças a ele associadas: dengue, Zika Vírus, chikungunya e febre amarela.  A Agência Social de Notícias tem destacado a relevância da RMC nas estratégias de combate ao mosquito (Ver <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/5628">aqui</a>).</p>
<div id="attachment_5951" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-124.jpg"><img class="size-large wp-image-5951" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-124-1024x575.jpg" alt="Estrutura montada na Lagoa do Taquaral no dia nacional de combate ao Aedes aegypti" width="618" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Estrutura montada na Lagoa do Taquaral no dia nacional de combate ao Aedes aegypti</p></div>
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		<title>Brasil vive uma das piores crises sanitárias em um século e mobilização militar e ministerial inédita confirma</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 09:16:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Zika vírus 2016]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins O Brasil está vivendo uma das piores crises sanitárias em um século, com a proliferação do zika vírus, dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e o panorama de enorme gravidade foi reconhecido nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, com o anúncio pelo governo federal de uma mobilização militar e ministerial ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>O Brasil está vivendo uma das piores crises sanitárias em um século, com a proliferação do zika vírus, dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e o panorama de enorme gravidade foi reconhecido nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, com o anúncio pelo governo federal de uma mobilização militar e ministerial inédita. Mais de 200 mil soldados do Exército, na maior operação militar em décadas, estarão envolvidos no mutirão nacional contra o mosquito neste sábado, dia 13. A própria presidente Dilma Rousseff e todos os ministros &#8211; um em cada capital estadual e mais cinco grandes cidades &#8211; também participarão dessa ação, que prevê a visita a 3 milhões de residências.</p>
<p>Na prática, o governo federal já havia reconhecido a situação gravíssima com a declaração pelo Ministério da Saúde, no dia 11 de novembro de 2015, do estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), segundo a Portaria n<span style="text-decoration: line-through;">º </span>1813. A última vez que houve declaração semelhante ao atual estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional foi por ocasião da Gripe Espanhola, em 1917-1918. A Gripe Espanhola, que matou entre 20 e 40 milhões de pessoas em todo mundo, deixou mais de 300 mil vítimas fatais no Brasil.</p>
<p>O ministro da Saúde, Marcelo Castro, declarou a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional  em função da &#8220;alteração no padrão epidemiológico de ocorrências de microcefalias em Pernambuco, com observação de aumento do número de casos e padrão clínico não habitual&#8221;. Naquele momento, início de novembro, tinham sido registrados 141 casos suspeitos de microcefalia em Pernambuco. Até então, o estado registrava a média de cerca de dez casos anuais. Há suspeitas, ainda não totalmente confirmadas como consenso na comunidade científica, da relação entre microcefalia e proliferação do zika vírus.</p>
<p>Até o dia 30 de janeiro de 2016, o Ministério e os estados investigam 3.670 casos suspeitos de microcefalia em todo o país, 76,7% dos casos notificados. Ao todo, 404 casos já tiveram confirmação de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, sendo que 17 com relação ao vírus Zika. Outros 709 casos notificados já foram descartados. Pernambuco liderava em número de municípios com casos confirmados de microcefalia: 56.</p>
<p><strong>A ESPIN</strong> &#8211; A Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) foi estabelecida pelo Decreto n<span style="text-decoration: line-through;">º</span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span>7616, de 17 de novembro de 2011, o que pode indicar que cenários semelhantes já eram previstos pelo governo federal. Em 2010, tinham sido registrados 1.011.548 casos de dengue em todo país, mais do que o dobro do ano anterior, de 406.269 casos. Foi até então um recorde nacional em casos de dengue, superado em 2013, com 1.452.489 casos, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde. Em 2016 foram mais de 1,6 milhão de casos prováveis, de acordo com o Boletim Epidemiológico 3, de 2016, do Ministério da Saúde.</p>
<p>Pelo Decreto n<span style="text-decoration: line-through;">º</span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span>7616, a ESPIN será declarada razão da ocorrência de situações: I &#8211; epidemiológicas; II &#8211; de desastres; ou III &#8211; de desassistência à população. As situações epidemiológicas que justificam a declaração da ESPIN são aquelas envolvendo surtos ou epidemias que: I &#8211; apresentem risco de disseminação nacional; II &#8211; sejam produzidos por agentes infecciosos inesperados; III &#8211; representem a reintrodução de doença erradicada; IV &#8211; apresentem gravidade elevada; ou V &#8211; extrapolem a capacidade de resposta da direção estadual do Sistema Único de Saúde &#8211; SUS. São exatamente as condições configuradas pela propagação do zika vírus, dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.</p>
<p>Ainda nos termos do Decreto n<span style="text-decoration: line-through;">º</span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span>7616, o Ministério da Saúde pode convocar, por ocasião da declaração de ESPIN, a Força Nacional do Sistema Único de Saúde, criada pelo mesmo decreto. A Força Nacional é caracterizada como um &#8220;programa de cooperação voltado à execução de medidas de prevenção, assistência e repressão a situações epidemiológicas, de desastres ou de desassistência à população&#8221;.</p>
<p>O artigo 18 do mesmo decreto estabelece que as Forças Armadas, mediante autorização da Presidência da República, &#8220;poderão oferecer instalações, recursos humanos, transporte, logística e treinamento&#8221; de modo a contribuir com as atividades da Força Nacional do SUS. É justamente o que acontecerá neste sábado, com a anunciada participação de mais de 200 mil soldados do Exército no mutirão nacional contra o Aedes aegypti.</p>
<p>“A mobilização é importante porque apesar da intensificação do noticiário, das informações (<em>sobre o risco da presença do mosquito</em>) e das consequências do aparecimento no Brasil do vírus zika, as pessoas acham que é uma coisa distante, que (<em>o Aedes</em>) não vai atingir as suas famílias, que não vai chegar às suas casas, que é uma coisa da televisão, como se tivesse uma relação de distância com a sua realidade e a sua vida. A mobilização é para dizer que isso (<em>o mosquito</em>) é um problema de todos nós”, afirmou o ministro Aldo Rebelo, nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, em Brasília, ao dar detalhes da operação nacional.</p>
<p><strong>Mobilização ministerial inédita</strong> &#8211; O mutirão deste sábado, dia 13 de fevereiro, contará com uma mobilização ministerial inédita na história do país. Todos os ministros participarão, um em cada capital estadual e outras cinco grandes cidades, o que confirma a gravidade da situação sanitária nacional, já reconhecida com a declaração da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional em novembro passado. Esta é a relação da presença dos ministros no mutirão de sábado, uma data histórica para a saúde pública no Brasil:</p>
<p>Gilberto Occhi (Integração Nacional) – Aracaju (SE)</p>
<ul>
<li>Valdir Simão (Planejamento) – Belém (PA)</li>
<li>Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) &#8211; Belo Horizonte (MG)</li>
<li>Marcos Jorge de Lima (Secretário-executivo do Ministério do Esporte) – Boa Vista (RR)</li>
<li>Alexandre Tombini (Banco Central) – Brasília (DF)</li>
<li>Aldo Rebelo (Defesa) – Campinas (SP)</li>
<li>George Hilton (Esporte) – Campo Grande (MS)</li>
<li>Carlos Higino (Controladoria-Geral da União) – Crato (CE)</li>
<li>Gilberto Kassab (Cidades) – Cuiabá (MT)</li>
<li>Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) – Curitiba (PR)</li>
<li>Guilherme Walter Ramalho (Aviação Civil) – Feira de Santana (BA)</li>
<li>Míriam Belchior (presidenta da Caixa) – Florianópolis (SC)</li>
<li>José Eduardo Cardozo (Justiça) – Fortaleza (CE)</li>
<li>Nelson Barbosa (Fazenda) – Goiânia (GO)</li>
<li>Henrique Eduardo Alves (Turismo) – João Pessoa (PB)</li>
<li>Gustavo do Vale (presidente da Infraero) – Macapá (AP)</li>
<li>Edinho da Silva (Secretaria de Comunicação Social) – Maceió (AL)</li>
<li>Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) – Manaus (AM)</li>
<li>Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) – Natal (RN)</li>
<li>Izabela Teixeira (Meio Ambiente) – Niterói (RJ)</li>
<li>Aloizio Mercadante (Educação) – Osasco (SP)</li>
<li>Miguel Rossetto (Trabalho e Previdência Social) – Palmas (TO)</li>
<li>Eduardo Braga (Minas e Energia) – Porto Alegre (RS)</li>
<li>Carlos Gabas (secretário especial da Previdência) – Porto Velho (RO)</li>
<li>Tereza Campello (Desenvolvimento Social) – Recife (PE)</li>
<li>Juca Ferreira (Cultura) – Rio Branco (AC)</li>
<li>Marcelo Castro (Saúde) – Salvador (BA)</li>
<li>Helder Barbalho (Portos) – Santos (SP)</li>
<li>Jaques Wagner (Casa Civil) – São Luís (MA)</li>
<li>Antonio Carlos Rodrigues (Transportes) – São Paulo (SP)</li>
<li>Nilma Lino Gomes (Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos) – Teresina (PI)</li>
<li class="last-item">Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) – Vitória (ES)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Campinas, Sorocaba e Rio Claro lideraram grupos com maior incidência de dengue no Brasil em 2015</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2016 12:29:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Campinas, Sorocaba e Rio Claro lideraram os respectivos grupos de cidades com maior incidência de dengue em 2015 no Brasil. Os dados são do Ministério da Saúde e estão no Boletim Epidemiológico 3 de 2016, que acaba de ser divulgado e abrange até a Semana Epidemiológica 52 do ano passado. O Ministério confirmou que em 2015 o ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Campinas, Sorocaba e Rio Claro lideraram os respectivos grupos de cidades com maior incidência de dengue em 2015 no Brasil. Os dados são do Ministério da Saúde e estão no Boletim Epidemiológico 3 de 2016, que acaba de ser divulgado e abrange até a Semana Epidemiológica 52 do ano passado. O Ministério confirmou que em 2015 o Brasil teve o maior número de casos já registrados de dengue: 1,6 milhão. As informações confirmam que as regiões de Campinas, Sorocaba e Piracicaba, que estão interligadas, estão entre as mais vulneráveis à dengue no país, exigindo a intensificação de medidas preventivas e de combate por parte do poder público e com ativa participação comunitária.</p>
<p>De acordo com o Boletim Epidemiológico, Campinas teve a maior incidência de casos de dengue no grupo de cidades com população acima de 1 milhão de habitantes. A incidência em Campinas foi de 5.766,2 por 100 mil habitantes, ficando Goiânia (GO) em segundo lugar, com 5.246,3/100 mil. Em termos absolutos, Goiânia teve o maior número de casos nessa faixa de cidades, com 74.097 casos. Campinas ficou em segundo lugar, com 66.577 casos. Ainda nesse grupo de cidades, o terceiro lugar em números absolutos e de incidência foi Guarulhos (SP), com distantes &#8211; e ainda sim preocupantes &#8211; 25.844 casos e 1.969,5/100 mil, sempre segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p>No grupo de cidades com população de 500 mil a 999 mil habitantes, Sorocaba liderou, de longe, em termos de números absolutos e relativos, com 56.172 casos e incidência de 8.815,6/100 mil. No grupo de cidades com população de 100 mil a 499 mil, Rio Claro também liderou em números absolutos e relativos, com 21.438 casos e incidência de 10.804,7/100 mil. Limeira e Mogi Guaçu entre as cinco cidades com maior incidência nesse grupo de cidades, com 6.748,4/100 mil e 6.075,4/100 mil, respectivamente.</p>
<p>São dados que comprovam a alta vulnerabilidade à dengue das regiões de Campinas, Sorocaba e Piracicaba. No grupo de cidades com população menor que 100 mil habitantes, ainda aparece Santo Antônio de Posse, na Região Metropolitana de Campinas (RMC), no quinto lugar de maior incidência de casos no Brasil, com 14.272,2/100 mil.</p>
<p><strong>Comitês Regionais contra dengue</strong> &#8211;  A Prefeitura de Campinas tem afirmado estar intensificando as medidas de prevenção e combate à dengue, e também à febre chikungunya e zika, todas transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. No início de novembro de 2015, foram criados os Comitês Regionais de Controle e Combate da Dengue e outras Arboviroses, descentralizando as ações. &#8220;A descentralização do combate à dengue deve ampliar a qualidade da resposta do poder público, pois cada lugar de nossa cidade tem suas características próprias e a percepção das realidades locais melhora a identificação e combate ao problema&#8221;, afirmou o prefeito Jonas Donizette.</p>
<p>Serão seis comitês regionais &#8211; Sul/Sul, Sul/Leste, Noroeste, Sudoeste, Norte e Leste. Os comitês terão atuação intersetorial, reproduzindo o modelo do comitê municipal de dengue, criado em janeiro de 2015.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, estão sendo intensificadas medidas no início de 2016, pois historicamente a epidemia de dengue aumenta muito nos primeiros meses de cada ano, atingindo o pico em abril e declinando em seguida. Uma das ações anunciadas é o mutirão de limpeza nos cemitérios públicos, para eliminar criadouros do Aedes aegypti.</p>
<p>Outra ação anunciada no final de 2015 foi a parceria com a ONG Hospitalhaços, de modo a reforçar as medidas preventivas. Esse eixo conta com a parceria entre as secretarias municipal da Saúde e da Cultura e o comitê municipal. &#8220;Não vamos mais tentar a conscientização pelo choro, mas pelo riso; a pessoa, sentindo-se menos oprimida por mensagens como ´se você descuidar de criadouros, o mosquito vai te matar`, receberá melhor as orientações. E, lógico, o pessoal da saúde continuará passando as dicas práticas e técnicas&#8221;, afirmou na época o secretário municipal da Cultura, Ney Carrasco, idealizador da iniciativa.</p>
<p>Ainda em dezembro, o Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas aprovou a ação intermunicipal contra o Aedes aegypti. Em função, entre outros fatores, do crescimento do número de casos de microcefalia em todo país, da circulação do zika vírus na RMC e o fato de Campinas ter aparecido no topo do número de casos de dengue em 2014 e 2015, a Unicamp criou um Grupo de Trabalho (GT) especial dedicado a pesquisar e discutir caminhos de combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A última reunião do GT foi no dia 14 de janeiro. A Universidade também estuda a criação de um laboratório especial para aprofundar pesquisas na área. É mais um sintoma do aumento da preocupação com epidemias em 2016 na RMC.</p>
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		<title>Avanço da microcefalia leva à criação de salas de situação em Brasília e em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2015 20:24:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[microcefalia]]></category>
		<category><![CDATA[zika vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[O avanço dos casos de microcefalia em várias partes do país provoca inquietação nas autoridades sanitárias e uma das medidas em análise é a criação de uma Sala de Situação em Brasília, envolvendo o Ministério da Saúde e outras instâncias, de modo a agilizar o monitoramento e as ações relacionadas à doença. Em 2015 já são 2.782 ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço dos casos de microcefalia em várias partes do país provoca inquietação nas autoridades sanitárias e uma das medidas em análise é a criação de uma Sala de Situação em Brasília, envolvendo o Ministério da Saúde e outras instâncias, de modo a agilizar o monitoramento e as ações relacionadas à doença. Em 2015 já são 2.782 casos registrados no Brasil, com 40 mortes, segundo o Ministério da Saúde. O governo de São Paulo também estuda a criação de uma Sala de Situação para acompanhar a evolução da doença no estado. Está em estudo a possível relação da proliferação de casos de microcefalia com a transmissão do vírus zika que tem o mesmo vetor que a dengue e febre chikungunya, no caso o mosquito Aedes aegypti. Campinas já conta com uma Sala de Situação do tipo, para monitorar os casos de dengue.</p>
<p>Segundo dados do Ministério da Saúde,  foram registrados 147 casos de microcefalia em 2014, 167 em 2013 e 175 em 2012. Somente os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Santa Catarina ainda não têm casos registrados da doença. Com 1031 casos, Pernambuco lidera o ranking dos estados, seguido de Paraíba (com 429) e Bahia (com 271).</p>
<p>Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, o país conta com 16 unidades para diagnosticar o vírus zika. O repasse da tecnologia de diagnóstico às novas unidades capacitadas está sendo feito pelos laboratórios sentinelas de referência da Fiocruz, localizados no Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Pará (Instituto Evandro Chagas) e São Paulo (Instituto Adolfo Lutz).</p>
<p>Nos últimos dias, mais de 200 mil novos agentes comunitários de saúde foram para as ruas em todo país, para combater os focos de Aedes aegypti. Os profissionais se juntam aos 43.920 agentes de combate às endemias que já realizavam o serviço junto à comunidade. A portaria com a inclusão das novas atribuições foi publicada no Diário Oficial da União.</p>
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		<title>Com 211 casos confirmados e 915 suspeitos, Campinas intensifica combate à dengue</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 13:48:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Epidemia de dengue em Campinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Campinas registrou 211 casos de dengue em 2015, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Todos os casos foram em janeiro, mês em que também foram contabilizados 915 casos suspeitos, ainda aguardando resultados de exames laboratoriais para confirmação ou descarte. Em janeiro de 2014 foram 262 casos confirmados. No ano passado Campinas teve a maior epidemia de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Campinas registrou 211 casos de dengue em 2015, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Todos os casos foram em janeiro, mês em que também foram contabilizados 915 casos suspeitos, ainda aguardando resultados de exames laboratoriais para confirmação ou descarte. Em janeiro de 2014 foram 262 casos confirmados. No ano passado Campinas teve a maior epidemia de dengue no Brasil, com 42.721 casos. A Prefeitura está intensificando as medidas de prevenção e combate ao mosquito <em>Aedes aegypti</em>, que também transmite a Febre Chikungunya, ainda sem casos no município.</p>
<p>A Prefeitura está muito preocupada com o cenário muito favorável à proliferação da dengue, que historicamente tem sua maior incidência anual entre os meses de janeiro e maio, período de chuvas e calor. São três fatores em 2015 que alimentam a inquietação das autoridades sanitárias.</p>
<p>Em primeiro lugar, o alto número de casos no estado de São Paulo e no Brasil. Municípios próximos de Campinas registram grande número de casos notificados, como Sorocaba (912) e Mogi Guaçu (221), segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Em todo Brasil já foram 40.916 casos em 2015, contra 26.017 casos notificados no mesmo período em 2014.</p>
<p>Outro ingrediente é o alto calor no estado de São Paulo, que registra temperaturas superiores à média histórica das últimas décadas. E o terceiro fator preocupante deriva da escassez hídrica, que leva muitas pessoas a guardar água em casa de forma inadequada, aumentando os riscos de proliferação do <em>Aedes aegypti</em>.</p>
<p><strong>Elenco de medidas</strong> &#8211; Em função da epidemia histórica de 2014, a Prefeitura intensificou medidas de prevenção e combate à dengue, e por extensão à Febre Chikungunya. Muitas ações vêm sendo tomadas desde o ano passado. A Prefeitura cita essas principais medidas:</p>
<ul>
<li>Criação do Comitê Gestor Municipal de Prevenção e Controle da Dengue e Chikungunya, espaço que potencializa de forma intersetorial as ações de combate à doença. Participam deste fórum as Secretarias de Chefia de Gabinete, Saúde, Educação, Serviços Públicos, Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Recursos Humanos, Administração, Comunicação, além da Defesa Civil e da Sanasa;</li>
<li> Contratação de serviços complementares para as atividades de campo, especialmente para nebulização e telamento de caixas d´água. Todo o trabalho de nebulização e telamento de caixas d&#8217; água é indicado e supervisionado pelas equipes de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, de acordo com áreas de risco e ocorrência de casos;</li>
<li>Trabalho intersetorial com a Secretaria de Educação, por meio de ações de educação, informação e mobilização social nas escolas. Para isto, foram capacitados todos os representantes das Naeds (Núcleo de Ação Educativa Descentralizada) e diretores de educação infantil e fundamental, que serão multiplicadores em seus territórios;</li>
<li>Intensificação do trabalho intersetorial com a Secretaria de Serviços Públicos para limpeza e organização da cidade, por meio de mutirões e remoção de criadouros;</li>
<li>Reforço na parceria com a Sanasa, para atuação, inclusive, em relação às caixas d´água e nas ações de mobilização social, por meio dos seus leituristas e outros profissionais que atuam em campo;</li>
<li>Capacitação das equipes das redes pública e privada de saúde no sentido de formar uma rede sensível e competente para suspeição, notificação, atendimento e acompanhamento dos pacientes. Capacitação, em parceria com a Sucen, de equipes de trabalho de campo;</li>
<li>Sensibilização das secretarias municipais e autarquias para a questão da dengue, no sentido de eliminação de criadouros nos equipamentos próprios da Prefeitura. Equipes da Defesa Civil foram capacitadas;</li>
<li>Revisão e adequação das estratégias de informação, comunicação e mobilização social;</li>
<li>Parceria com o Exército, para colaboração nas ações de controle;</li>
<li>Realização da investigação de casos, com busca ativa, remoção de criadouros, ações de orientação e educação em saúde;</li>
<li>Reorganização interna dos Centros de Saúde mais afetados, para permitir maior agilidade na assistência aos casos;</li>
<li>Reorganização do fluxo com o Laboratório Municipal, para permitir maior agilidade nos exames complementares para dengue (hemograma);</li>
<li>Atuação dos técnicos nos pontos de risco (que são ferros velhos, borracharias, cemitérios etc) e nos imóveis especiais (escolas, hospitais).</li>
</ul>
<p><strong>Região Metropolitana de Campinas &#8211; </strong>A dengue preocupa todo o conjunto da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Em sua última reunião, a 27 de janeiro, em Engenheiro Coelho, o Conselho de Desenvolvimento da RMC aprovou uma ação intermunicipal para prevenir a dengue e a Febre Chikungunya.</p>
<p>O Conselho aprovou a destinação de R$ 1,4 milhão do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano de Campinas (Fundocamp) para a aquisição de recursos como veículo com equipamento de som e nebulizador e para a confecção de material gráfico para ações educativas.</p>
<p>“A Agemcamp e o Conselho da RMC priorizam o combate à dengue, somando esforços com os municípios e a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), da Secretaria de Estado da Saúde, que já realizam trabalhos preventivos”, afirmou Ester Viana, diretora executiva da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp).</p>
<p>Em 2014, além de Campinas, outro município da RMC esteve entre os dez com maior número de casos de dengue no país. Foi Americana, com 9.040 casos, segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.</p>
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		<title>Defesa Civil e Cepagri alertam para risco de temporais na região de Campinas e Sul de Minas: dengue preocupa</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 20:48:20 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
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		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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		<description><![CDATA[A Defesa Civil de Campinas e o Cepagri/Unicamp estão alertando para o alto risco de fortes temporais nas próximas 72 horas na região e também no Sul de Minas. O fenômeno deve-se à chegada de uma frente fria no Sudeste de São Paulo, o que pode provocar fortes pancadas de chuva pelo contato com a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Defesa Civil de Campinas e o Cepagri/Unicamp estão alertando para o alto risco de fortes temporais nas próximas 72 horas na região e também no Sul de Minas. O fenômeno deve-se à chegada de uma frente fria no Sudeste de São Paulo, o que pode provocar fortes pancadas de chuva pelo contato com a umidade vinda da Amazônia. Vários bairros de São Paulo já foram atingidos por fortes chuvas ontem e hoje, dias 10 e 11. Um pequeno exército está nas ruas de Campinas nesta e na próxima semana, em operação para a eliminação de possíveis criadouros do mosquito da dengue e Febre Chikungunya.</p>
<p>Pela maior cobertura de nuvens, o Cepagri estima que as temperaturas ficarão ligeiramente mais baixas, com máximas de 28C à tarde e 19C pela madrugada. A umidade relativa do ar permanecerá elevada, assim como o Índice Ultravioleta.</p>
<p>A Defesa Civil de Campinas alerta para os riscos de transtornos como deslizamentos de terra e transbordamentos, em consequência da possibilidade de chuvas mais intensas e continuidade das precipitações. O coordenador da Defesa Civil de Campinas e região, Sidnei Furtado Fernandes,  observa que todos os órgãos municipais envolvidos na Operação Verão foram alertados para os efeitos da chegada da frente fria.</p>
<p>A Operação Verão começou em Campinas no dia primeiro de dezembro, por decreto do prefeito Jonas Donizette. Entretanto, os trabalhos preventivos começaram já em outubro, visando minimizar os possíveis impactos de temporais.</p>
<p><strong>Dengue e Chikungunya</strong>- Com o possível início de uma temporada mais forte de chuvas, ao contrário do que foi visto durante o ano, os órgãos de saúde pública de Campinas e região estão aumentado a atenção para a dengue e Febre Chikungunya, transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes Aegypti. Em Campinas já existe uma ofensiva para evitar a proliferação de criadouros. A cidade passou por uma epidemia histórica de dengue no início do ano. Foram mais de 40 mil casos.</p>
<p>Uma megaoperação contra a dengue está sendo implementada nas regiões Sudoeste e Norte de Campinas nesta semana, em bairros próximos ao Aeroporto de Viracopos e região dos Amarais. <span style="face: 'Verdana,;';">Na região Sudoeste, onde desde agosto foram registrados 23 casos da doença, nos dias 9 e 10 de dezembro houve bloqueio químico veicular, com aplicação de inseticida para matar o mosquito adulto da dengue. As próximas aplicações estão programadas para os dias 15 e 19 de dezembro.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> A Prefeitura informou que, a<span style="face: 'Verdana,;';">lém disso, as equipes, com cerca de 200 profissionais, estão atuando em 181 quarteirões, a maioria na abrangência do Centro de Saúde (CS) Aeroporto. Também estão sendo trabalhadas áreas do DIC I e DIC III, com remoção e inviabilização de criadouros, limpeza de áreas públicas e de córregos, remoção de entulhos, busca ativa de pacientes com sintomas da doença e ações de educação em saúde, comunicação e mobilização social. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">A previsão é abranger aproximadamente 7,2 mil imóveis dos bairros Vila Aeroporto, Aero Aeroporto, Filadélfia, Vila Borghi, DIC V de Março, Carlos Marighela, DIC VI, DIC II, Jociara e Jardim Rosalina. Não será necessariamente trabalhado o bairro todo, mas somente as áreas com transmissão. As ações serão realizadas também na próxima semana, informa a Prefeitura.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="face: 'Verdana,;';">Nestes dias 11 e 12 de dezembro, um mutirão de limpeza está em curso na região Norte da cidade, nos bairros Vila Olímpia, Parque Cidade, San Martin, Campo Florido, Mirassol, CDHU, Jardim Campineiro, São Marcos e Santa Mônica. Mais de 100 mil moradores serão atingidos pela ação.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> <span style="face: 'Verdana,;';">Um contingente de 515 homens – sendo 255 reeducandos &#8211; será mobilizado para trabalhos que incluem remoção de resíduos, roçada de córrego e mato, arborização, corte de grama, poda, capinação e varrição. Seis equipes vão atuar em atividades de cata-treco e limpeza de bocas de lobo. </span><span style="face: 'Verdana,;';">Na mesma região aconteceu bloqueio químico nesta quinta-feira, dia 11, no Jardim São Marcos. E, na sexta-feira, 12, remoção de criadouros e cata-bagulhos na Vila Padre Anchieta.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"> <span style="face: 'Verdana,;';">O biólogo Ovando Provatti, coordenador do Programa de Controle da Dengue da Vigilância em Saúde (Visa) Norte, destacou que as áreas que estão sendo trabalhadas apresentam desafios ambientais relevantes, como muitos pontos de descarte de resíduos.</span></p>
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		<title>Casos de Febre Chikungunya aumentam 17 vezes em um mês e meio no Brasil e Campinas intensifica prevenção</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 17:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Chikungunya]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um mês e meio o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 17 vezes no Brasil. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros estados da Região Sudeste. Campinas é uma das cidades que intensificou a prevenção à ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mês e meio o número de casos confirmados de Febre Chikungunya aumentou em 17 vezes no Brasil. É cada vez maior o temor de que a doença chegue aos grandes centros urbanos, como os de São Paulo e outros estados da Região Sudeste. Campinas é uma das cidades que intensificou a prevenção à dengue e Febre Chikungunya, que têm o mesmo vetor transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Campinas passou por uma epidemia histórica de dengue no início de 2014.</p>
<p>Nesta terça-feira, 2 de dezembro, o Ministério da Saúde confirmou que, até o dia 15 de novembro, foram registrados 1364 casos de Febre Chikungunya no Brasil, 17 vezes os 79 confirmados até 27 de setembro. Dos 1364 casos, 125 foram confirmados por critério laboratorial e 1.239 por critério clínico-epidemiológico. Do total, 71 casos são importados, ou seja, de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa.</p>
<p>Ainda segundo o Ministério, outros 1293 casos foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde a transmissão acontece. Destes casos autóctones, 531  foram identificados no município de Oiapoque (AP), 563 em Feira de Santana (BA), 196 em Riachão do Jacuípe (BA), um em Matozinhos (MG), um em Pedro Leopoldo (MG) e um em Campo Grande (MS).</p>
<p>As Américas vivem uma inquietante ascenção da Febre Chikungunya desde dezembro de 2013, quando foi confirmada a transmissão autóctone do vírus no continente.  Até o dia 10 de outubro, já tinham sido registrados 748.403 casos suspeitos nas Américas, e confirmados 11.549, com 141 mortes.</p>
<p>A evolução da doença é ainda mais preocupante, considerando o panorama mundial. Desde 2004 o vírus havia sido identificado em 19 países. o dia 29 de agosto de 2014, a Organização Panamericana da Saúde (OPAS), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou um alerta epidemiológico, diante da iminência do crescimento do número de casos, sobretudo na América Central, Caribe e América do Sul.</p>
<p>Na ocasião, a OPAS/OMS alertou para a situação epidemiológica provocada pela “temporada de maior transmissão de dengue e a introdução do vírus Chikungunya na região”, o que requer “integrar esforços para a prevenção e o controle de ambas enfermidades”. A rápida disseminação do vírus Chikungunya documentada em alguns países das Américas  “p0de somar-se à ocorrência simultânea de casos ou surtos de dengue”. Os sintomas da Febre Chikungunya são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema, geralmente durando de três a 10 dias.</p>
<p>Uma declaração de guerra de Campinas contra a dengue e a Febre Chikungunya, doenças que têm o mesmo agente transmissor, foi feita na manhã de 14 de novembro, no Hotel Nacional Inn. O evento reuniu vários secretários municipais e representantes de diversos órgãos públicos, indicando uma ofensiva intersetorial para evitar que aconteça em 2015 o mesmo quadro verificado neste ano, no qual Campinas viveu a maior epidemia de dengue de sua história, com 40.749 casos.</p>
<p>Na manhã de 14 de novembro ficou claro que a cidade ainda tem áreas de transmissão da dengue, em bairros de baixa e também de alta renda, reforçando os enormes desafios para eliminar os criadouros do mosquito que também transmite a Febre Chikungunya, preocupação cada vez maior dos responsáveis pela saúde. Um pacote de ações foi colocado em prática a partir de segunda-feira, 17 de novembro.</p>
<p>Para o final de 2014 e 2015, advertiu o médico Dr.André Ribas, coordenador do Programa Municipal de Dengue e Febre Chikungunya, existe a preocupação adicional com a febre chikungunya. Ele destacou algumas diferenças entre esta doença e a dengue. Na febre chikungunya, os sintomas de dor são mais forte nas articulações, sendo que a dor “pode ser sentida em até um ano após a manifestação da fase aguda da doença”. Um tempo de incubação menor, um período de viremia maior e mais altas taxas de ataque são características que fazem a progressão da febre chikungunya ser muito rápida, avisou o especialista. Ele citou o caso de uma epidemia ocorrida entre 2005 e 2006 nas Ilhas Reunião, que tem uma população de 766 mil pessoas e chegou a registrar 45 mil casos em apenas uma semana.</p>
<p>Um mito importante a ser quebrado, advertiu o Dr.André Ribas Freitas, se refere à suposta baixa letalidade da febre chikungunya. “Não é verdade, a letalidade é alta, inclusive porque o número de casos pode ser maior e a progressão da doença ser mais rápida”, alertou.</p>
<div id="attachment_1202" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_020.jpg"><img class="size-large wp-image-1202" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_020-1024x680.jpg" alt="Dr.André Ribas Freitas: toda a cidade precisa estar unida (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dr.André Ribas Freitas: toda a cidade precisa estar unida (Foto Martinho Caires)</p></div>
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		<title>Campinas declara guerra à dengue e febre chikungunya com pacote de ações</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 15:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma declaração de guerra de Campinas contra a dengue e a febre chikungunya, doenças que têm o mesmo agente transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Assim pode ser classificado o encontro realizado na manhã desta sexta-feira, 14 de novembro, no Hotel Nacional Inn. O evento reuniu vários secretários municipais e representantes de diversos órgãos públicos, indicando uma ofensiva intersetorial ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma declaração de guerra de Campinas contra a dengue e a febre chikungunya, doenças que têm o mesmo agente transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Assim pode ser classificado o encontro realizado na manhã desta sexta-feira, 14 de novembro, no Hotel Nacional Inn. O evento reuniu vários secretários municipais e representantes de diversos órgãos públicos, indicando uma ofensiva intersetorial para evitar que aconteça em 2015 o mesmo quadro verificado neste ano, no qual Campinas viveu a maior epidemia de dengue de sua história, com 40.749 casos. Na manhã de hoje ficou claro que a cidade ainda tem áreas de transmissão da dengue, em bairros de baixa e também de alta renda, reforçando os enormes desafios para eliminar os criadouros do mosquito que também transmite a febre chikungunya, preocupação cada vez maior dos responsáveis pela saúde. Um pacote de ações será colocado em prática a partir de segunda-feira, 17 de novembro.</p>
<p>&#8220;Toda a cidade precisa estar unida contra a dengue&#8221;, pediu o secretário municipal da Saúde, Carmino de Souza, também advertindo para o alto risco de aparecimento de casos da febre chikungunya, que já está presente no Brasil. Até o final de outubro já tinham sido registrados 828 casos da doença no país. Também estavam presentes no evento nesta manhã os secretários municipais de Cultura, Ney Carrasco, de Educação, Julio Moreto, e do Meio Ambiente, do Verde e Desenvolvimento Sustentável, Rogério Menezes, além de representantes de outros órgãos municipais, como a Defesa Civil, e o presidente da Sanasa, Arly de Lara Romeo. Presenças que ratificam a ofensiva intersetorial contra a dengue e a febre chikungunya.</p>
<p>Essa articulação intersetorial é fundamental, assinalou o médico epidemiologista Dr.André Ribas Freitas, coordenador técnico do Programa Municipal de Dengue e Febre Chikungunya. &#8220;A dengue a febre chikungunyha dependem de condições climáticas e de hábitos de vida da população, e por isso é preciso o envolvimento de todos&#8221;, assinalou.</p>
<div id="attachment_1202" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_020.jpg"><img class="size-large wp-image-1202" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_020-1024x680.jpg" alt="Dr.André Ribas Freitas: toda a cidade precisa estar unida" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dr.André Ribas Freitas: toda a cidade precisa estar unida</p></div>
<p>O médico observou que as epidemias de dengue começaram a aparecer em Campinas em 1998, com um forte surto na região do Parque São Quirino e, sobretudo, na área da rua Moscou, que na época mantinha um perfil de alta vulnerabilidade social.  Em 2001 aconteceu outro surto, com foco importante na Região Sul do município, em torno dos bairros São Domingos e Campo Belo. Em 2002 outro episódio significativo, também com foco na Região Sul, onde foram registrados 1300 casos somente no São Domingos. Em 2003 houve um surto menor, na área do Jardim Santa Mônica.</p>
<p>Em 2006 houve um prenúncio de epidemia, com casos especialmente na Vila Padre Anchieta. A primeira grande epidemia foi em 2007, com mais de 11 mil casos, registrados em quase toda a cidade. Em 2010 e 2013 também foram registrados surtos, como um prenúncio da grande epidemia de 2014, com 40.749 casos. O Dr.André Ribas Freitas notou que mesmo em regiões rurais ou semi-rurais, como os distritos de Sousas e Joaquim Egídio e o bairro Carlos Gomes, houve alta incidência de dengue. &#8220;A situação apenas não foi pior pela ótima atuação do sistema público de saúde&#8221;, observou.</p>
<div id="attachment_1206" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_006.jpg"><img class="size-large wp-image-1206" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_006-1024x680.jpg" alt="Campinas terá articulação intersetorial inédita contra o Aedes" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Campinas terá articulação intersetorial inédita contra o Aedes</p></div>
<p>Para o final de 2014 e 2015, advertiu o médico, existe a preocupação adicional com a febre chikungunya. Ele destacou algumas diferenças entre esta doença e a dengue. Na febre chikungunya, os sintomas de dor são mais forte nas articulações, sendo que a dor &#8220;pode ser sentida em até um ano após a manifestação da fase aguda da doença&#8221;. Um tempo de incubação menor, um período de viremia maior e mais altas taxas de ataque são características que fazem a progressão da febre chikungunya ser muito rápida, avisou o especialista. Ele citou o caso de uma epidemia ocorrida entre 2005 e 2006 nas Ilhas Reunião, que tem uma população de 766 mil pessoas e chegou a registrar 45 mil casos em apenas uma semana.</p>
<p>Um mito importante a ser quebrado, advertiu o Dr.André Ribas Freitas, se refere à suposta baixa letalidade da febre chikungunya. &#8220;Não é verdade, a letalidade é alta, inclusive porque o número de casos pode ser maior e a progressão da doença ser mais rápida&#8221;, acentuou.</p>
<p>Para o coordenador técnico do Programa Municipal de Dengue e Febre Chikungunya, um dos maiores desafios para que seja vencida a guerra é &#8220;ganhar a batalha da informação&#8221;. Daí a importância da melhoria dos canais de comunicação e informação, tema técnico do encontro da manhã de hoje em Campinas, e que contou com a presença, entre outros, do jornalista Vinicius Ferreira, assessor de Imprensa do Instituto Oswaldo Cruz-Fiocruz, do Rio de Janeiro, que justamente apresentou algumas experiências bem sucedidas de comunicação em relação à dengue. O Rio de Janeiro registrou 259 mil casos de dengue em 2008.</p>
<div id="attachment_1203" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_010.jpg"><img class="size-large wp-image-1203" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/11/141114_010-1024x680.jpg" alt="Representantes de várias secretarias e outros órgãos municipais participaram do encontro que declarou guerra à dengue e chikungunya" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Representantes de várias secretarias e outros órgãos municipais participaram do encontro que declarou guerra à dengue e chikungunya</p></div>
<p><strong> ções</strong> &#8211; A ofensiva intersetorial contra a dengue e chikungunya prevê uma série de atividades a partir de segunda-feira, 17 de novembro. <span style="face: 'Verdana,';">90 pontos de via pública receberão faixas, outros 180 banners sexão afixados em diversos equipamentos públicos, e panfletos educativos também serão distribuídos.Um Hot Site na página oficial da prefeitura Municipal, voltado para a população e para a imprensa, conterá informações sobre as ações, cronogramas, status das doenças e formas de prevenção. Tendas, maquetes, teatros e tendas de conversa serão atividades para contato direto com a população.</span></p>
<p align="justify"> <span style="face: 'Verdana,';">A Secretaria de Educação irá intensificar as ações contra o Aedes aegypti, com a “Marcha Contra a Dengue”, com a participação de fanfarras de oito Escolas Municipais, de 24 a 29 de novembro.  Fruto da parceria entre </span><span style="face: 'Verdana,';">Sanasa e Secretaria de Saúde, serão mapeadas, através dos leituristas, residências com possíveis criadouros. No dia 19 de novembro, a empresa fará uma operação “cata-treco” no bairro Vila Esperança, em cooperação com a Administração Regional (AR) 4. A Escola Castinalta de Melo e Albuquerque, no Jardim São Marcos, terá ações de teatro, saúde bucal e uso racional da água, também promovidos pela Sanasa.</span></p>
<p align="justify"><span style="face: 'Verdana,';">&#8220;Diariamente, equipes contratadas pela prefeitura percorrem todo o território do município, orientando e sensibilizando a população para um ambiente seguro e sem mosquitos, removendo e inviabilizando criadouros, colocando telas em caixas d’água e fazendo o trabalho de nebulização&#8221;, informa a Prefeitura. </span></p>
<p align="justify">
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		<title>Piracicaba, Santos, Bauru e São José do Rio Preto em alerta para dengue, diz Ministério</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2014 19:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[José Pedro Soares Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Piracicaba, Santos, Bauru e São José do Rio Preto, todos em São Paulo, são alguns dos 533 municípios brasileiros em situação de alerta para a ocorrência de dengue, segundo advertiu nesta terça-feira, 4 de novembro, o Ministério da Saúde, que também apontou 117 municípios em situação de risco para epidemias de dengue. Outros 813 municípios estão em índice satisfatório. Este é o conjunto de municípios onde houve Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) em outubro.  Na sexta-feira, dia 7, o Ministério divulga nova lista, incluindo novos municípios onde foi realizado o LIRAa. O Ministério da Saúde também está preocupado com a Febre Chikungunya, também transmitida pelo Aedes aegypti, vetor da dengue.</p>
<p>Executado em conjunto entre o Ministério da Saúde, estados e municípios, o LIRAa foi conduzido em outubro em 1.463 municípios. A pesquisa, segundo o Ministério, &#8220;é considerada um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, o que possibilita aos gestores locais de saúde anteciparem as ações de prevenção&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todas as equipes de saúde que atuam nas unidades básicas estão sendo orientados, por meio dos protocolos clínicos, para que possam reconhecer os sintomas, tanto de dengue como chikungunya”, disse hoje o ministro Arthur Chioro. Segundo ele, é fundamental que os profissionais fiquem alertas para os sinais de agravamento da dengue &#8211; vômitos e dores abdominais, que não estão presentes no chikungunya e que são fundamentais para o manejo adequado do paciente, evitando o agravamento e o óbito por dengue&#8221;.</p>
<p>Segundo o LIRAa de outubro, nenhuma capital está em situação de risco.  São dez as capitais em situação de alerta (Porto Alegre, Cuiabá, Vitória, Maceió, Natal, Recife, São Luís, Aracaju, Belém e Porto Velho) e outras 11 estão com índices satisfatórios (Curitiba, Florianópolis, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Macapá, Teresina e João Pessoa). Seis capitais (Boa Vista, Manaus, Palmas, Rio Branco, Fortaleza e Salvador) ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do LIRAa. Estes resultados foram consolidados até esta segunda-feira (3) e o Ministério da Saúde continua recebendo as informações dos estados.</p>
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