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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Dia Mundial da Água</title>
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		<title>Região de Campinas lembra Dia Mundial da Água longe da segurança hídrica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2016 13:59:18 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Renovação da outorga do Sistema Cantareira]]></category>

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		<description><![CDATA[No Dia Mundial da Água, que será lembrado nesta terça-feira, 22 de março, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) continuará longe da segurança hídrica. Depois de um período de forte estiagem, que atingiu grande parte do país entre 2014 e 2015, a RMC voltou a conviver com enchentes e altas vazões de seus rios nos últimos ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Água, que será lembrado nesta terça-feira, 22 de março, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) continuará longe da segurança hídrica. Depois de um período de forte estiagem, que atingiu grande parte do país entre 2014 e 2015, a RMC voltou a conviver com enchentes e altas vazões de seus rios nos últimos dias. Este novo panorama não representa, entretanto, garantia de que a região não terá novos problemas nos próximos meses, em que historicamente cai o volume de chuvas. Os projetos de novas barragens na região ainda não saíram do papel, permanecem os desafios para o tratamento de esgotos urbanos (com exceção do município de Campinas, próximo de chegar a 100% de capacidade de tratamento) e continua o impasse sobre a renovação da outorga do Sistema Cantareira, adiado para 2017.</p>
<p><strong>Disponibilidade histórica baixa</strong> &#8211; A disponibilidade hídrica nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), onde está localizada a RMC, é de 298,79 metros cúbicos por habitante/ano durante o período de estiagem, como revelou estudo do Consórcio Intermunicipal das Bacias PCJ. Trata-se de uma disponibilidade de água equivalente à do Oriente Médio, que é de 292 m3/habitante/ano, segundo um relatório de 2015 das Nações Unidas. A dúvida é se esta disponibilidade histórica será mantida durante o período de estiagem em 2016, ou se as chuvas serão superiores à média histórica, como ocorreu durante o Verão.</p>
<div id="attachment_749" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/RioJaguari_0026.jpg"><img class="size-large wp-image-749" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/10/RioJaguari_0026-1024x682.jpg" alt="Rio Jaguari, nas proximidades do local para onde está projetada uma das barragens em discussão para bacia do rio Piracicaba (Foto Adriano Rosa) " width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Rio Jaguari, nas proximidades do local para onde está projetada uma das barragens em discussão para bacia do rio Piracicaba (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Barragens de Amparo e Pedreira</strong> &#8211; Um caminho para o aumento da disponibilidade hídrica na RMC e em todo conjunto das bacias PCJ é a construção de barragens para armazenar a água das chuvas durante o Verão. Está em curso o polêmico projeto de construção dos reservatórios de Amparo e Pedreira, que segundo o governador Geraldo Alckmin terão obras iniciadas em 2016 e com conclusão prevista para 2019. O custo das obras dos reservatórios e do sistema adutor, para transportar a água até 20 municípios, está estimado em mais de R$ 1 bilhão. O objetivo oficial é de proporcionar uma &#8220;reserva estratégica&#8221; de água para as bacias PCJ. Portanto, apenas em três anos, no mínimo, haveria um novo grande espaço de armazenamento na região. Também está em andamento o projeto de construção de um grande reservatório de água em Campinas, ainda sem definição do local e do prazo de conclusão.</p>
<p><strong>Tratamento de esgoto</strong> &#8211; Outras obras necessárias para aprimorar a segurança hídrica na RMC e no conjunto das bacias PCJ são as de estações de tratamento de esgotos e respectivos sistemas. O município de Campinas, o mais populoso da região metropolitana e das bacias, está próximo de alcançar 100% de capacidade de tratamento, mas ainda falta avançar em outros municípios.</p>
<div id="attachment_5498" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Cantareira2014Nov_0996.jpg"><img class="size-large wp-image-5498" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Cantareira2014Nov_0996-1024x683.jpg" alt="Durante mais de um ano e meio o Cantareira operou com a exploração do seu Volume Morto: renovação da outorga apenas em 2017 (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Durante mais de um ano e meio o Cantareira operou com a exploração do seu Volume Morto: renovação da outorga apenas em 2017 (Foto Adriano Rosa)</p></div>
<p><strong>Renovação da outorga do Cantareira</strong> &#8211; A segurança hídrica na RMC e nas bacias PCJ também depende do equacionamento da renovação da outorga dada à Sabesp para gerenciar o Sistema Cantareira, que retira águas da bacia do Piracicaba para abastecer cerca de metade da Grande São Paulo. Historicamente as bacias PCJ têm sido prejudicadas, porque o Cantareira libera volume muito menor de águas para essa região. A renovação da outorga aconteceria no final de 2014, mas foi adiada em função da crise hídrica e agora ela acontecerá apenas no primeiro semestre de 2017. A expectativa é em relação a qual volume de água o Cantareira passará a reservar para o conjunto das bacias PCJ.</p>
<p><strong>Recuperação das nascentes</strong> &#8211; Outro ingrediente essencial para a segurança hídrica na RMC e bacias PCJ é a proteção e recuperação das nascentes. Entre 80 e 90% das nascentes de água na RMC apresentam algum grau de degradação e sua recuperação é urgente, como forma de contribuir para a segurança hídrica regional. A advertência foi feita no último dia 28 de agosto, no I Encontro dos Produtores Rurais de Campinas e Região, pelo pesquisador do Instituto Agronômico (IAC), Rinaldo de Oliveira Calheiros, como informou a Agência Social de Notícias <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/4430">(aqui). </a>Ele coordena o projeto de recuperação de nascentes da RMC, iniciado no final de 2014, um dos anos mais secos da história na região, com a capacitação de técnicos de órgãos públicos dos 20 municípios da região. Após a capacitação, as Prefeituras iniciaram um levantamento do estado das nascentes nos respectivos municípios.</p>
<p><strong>Eventos extremos</strong> &#8211; Se ainda existe uma longa trajetória até a segurança hídrica na RMC e conjunto das bacias PCJ, também está colocado o dilema sobre como a região vai se adaptar para os eventos extremos, seja em termos de escassez como de excesso de água. As últimas chuvas de março provocaram enchentes e inundações em várias cidades da região, que necessita, então, de aprimoramento da preparação para os eventos extremos, que tendem a se multiplicar com as mudanças climáticas globais. Muitos desafios, que devem ser tratados de forma coletiva, com ampla participação social. <strong>(Por José Pedro Martins)</strong></p>
<div id="attachment_6328" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/CheiaAtibaia8.jpg"><img class="size-large wp-image-6328" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/03/CheiaAtibaia8-1024x682.jpg" alt="Distrito de Sousas, em Campinas, voltou a sofrer com alagamentos depois de muito tempo: desafio para a região se preparar melhorar para eventos extremos  (Foto Adriano Rosa)" width="618" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Distrito de Sousas, em Campinas, voltou a sofrer com alagamentos depois de muito tempo: desafio para a região se preparar melhorar para eventos extremos (Foto Adriano Rosa)</p></div>
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