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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Febre Zika</title>
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		<title>Uma das causas principais da proliferação do Aedes, atraso no saneamento foi omitido em ato em Campinas</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2016 15:36:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O déficit histórico no saneamento básico é uma das principais causas da proliferação do Aedes aegypti mas essa grave lacuna na infraestrutura não foi sequer mencionada nos discursos oficiais dos participantes no ato do dia nacional contra o mosquito, realizado na manhã deste sábado, 13 de fevereiro, na entrada da Lagoa do Taquaral, em Campinas. O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e todos os outros que se pronunciaram não citaram a urgência da melhoria substancial no saneamento básico, como medida essencial de combate ao Aedes e as quatro doenças a ele associadas: dengue, Zika Vírus, chikungunya e febre amarela.</p>
<p>Todos os discursos foram centrados nos necessários esforços para a erradicação dos criadouros do Aedes e para a busca de vacinas e outros recursos tecnológicos contra a propagação do mosquito. O secretário municipal de Saúde de Campinas, Carmino de Souza, apontou como prioridades neste momento a eliminação dos criadouros e a atenção cuidadosa aos atingidos por qualquer uma das doenças transmitidas pelo mosquito. A busca de vacinas e outros recursos tecnológicos representa &#8220;importante e necessária evolução científica&#8221;, mas são iniciativas que &#8220;demoram um pouco&#8221;, acentuou.</p>
<p>Por sua vez, o secretário estadual da Saúde, David Ewerson Uip, pediu cautela na imediata associação entre o Zika Vírus e o surto de microcefalia, que tem ocorrido sobretudo no Nordeste. &#8220;Existem muitos dados e informações que estão circulando, que não podem ser hiperestimados mas também não subestimados&#8221;, pediu o secretário.</p>
<p>O ministro Aldo Rebelo evidenciou a importância da mobilização nacional contra o Aedes, com a participação de mais de 220 mil soldados do Exército, citando o fato de que 70% dos casos de contaminação pelo mosquito ocorrem no interior das residências ou no quintal. &#8220;É muito importante e fundamental essa união nacional&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Último a se pronunciar, o governador Geraldo Alckmin disse que a luta contra o Aedes aegypti &#8220;é uma luta nacional, uma luta da nação, que é a nossa língua portuguesa, a nossa cultura, a alma da nação&#8221;, devendo portanto envolver toda a sociedade. O governador observou que &#8220;as arboviroses transmitidas pelo mosquito são típicas de um país tropical, e portanto todo esforço deve ser feito até março ou abril, período de calor e chuva. A luta é agora, imediata, é uma luta em defesa da vida&#8221;, frisou.</p>
<p>Alckmin justificou a sua presença em Campinas, no dia nacional de combate ao Aedes aegypti. &#8220;Campinas é uma emulação do que ocorre no Brasil, é um exemplo. Há um século Campinas viveu uma epidemia de febre amarela e venceu&#8221;, afirmou o governador. <strong>(Por José Pedro Martins)</strong></p>
<div class="box  shadow"><div class="box-inner-block"><i class="tieicon-boxicon"></i>
			<strong>FEBRE AMARELA EM CAMPINAS </strong></p>
<p>A epidemia de febre amarela no final do século 19, com foco principal em 1889, o ano da Proclamação da República, devastou Campinas. A cidade viveu o que historiadores denominaram &#8220;um estado de sítio sanitário&#8221; e recebeu a solidariedade de muitos locais, como o Rio de Janeiro, em uma grande campanha em favor das vítimas.</p>
<p>A Praça Imprensa Fluminense, no Centro de Convivência Cultural, tem esse nome em homenagem à campanha de jornais da então capital federal pelas vitimas da febre amarela em Campinas.</p>
<p>A epidemia motivou esforços importantes por investimentos em saneamento básico na cidade, que chegou a ter uma das primeiras estações de tratamento de esgoto no Brasil, na altura do atual encontro das avenidas José de Sousa Campos (Norte-Sul) e Orosimbo Maia. O famoso sanitarista Saturnino de Brito atuou na implantação de medidas de saneamento em Campinas entre o final do século 19 e início do século 20. 
			</div></div>
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		<title>Ministro da Defesa e Alckmin em Campinas comprovam que região é estratégica no combate ao Aedes</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2016 14:55:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia em que 220 mil soldados do Exército foram às ruas em 350 cidades, na mobilização nacional contra o Aedes aegypti, a presença em Campinas do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do secretário estadual da Saúde, David Ewerson Uip, em ato neste sábado, 13 de fevereiro, na Lagoa do Taquaral, confirmou como a região é considerada estratégica no combate ao mosquito. A presença do governador paulista, principalmente, deu ao evento uma conotação de política partidária, com a adesão de deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores da várias cidades da região metropolitana.</p>
<p>Os principais personagens chegaram separados. Primeiro o governador Alckmin, logo cercado pelos correligionários e assessores, que lhe entregaram um colete com a convocação de combate ao Aedes aegypti. Pouco depois estacionou, no Portão 1 da Lagoa do Taquaral, a van com o ministro da Defesa, o vice-prefeito em exercício Henrique Magalhães Teixeira e o secretário municipal da Saúde, Carmino de Souza.</p>
<div id="attachment_5950" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-003.jpg"><img class="size-large wp-image-5950" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-003-1024x768.jpg" alt="Carmino de Souza, Aldo Rebelo e Henrique Magalhães Teixeira chegam ao Taquaral" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Carmino de Souza, Aldo Rebelo e Henrique Magalhães Teixeira chegam ao Taquaral</p></div>
<p>A cada discurso, a leitura da ampla lista de presentes. O ministro Aldo Rebelo justificou a participação maciça dos militares na mobilização nacional como parte da missão das Forças Armadas, &#8220;de proteger as fronteiras e a integridade do país, mas também de ajudar a construir esse país, contribuindo com o desenvolvimento científico e com ações sociais&#8221;.</p>
<p>Geraldo Alckmin acentuou a mobilização do governo paulista, com destaque para os mutirões que serão realizados todos os sábados, pelo menos até o mês de abril, visando a eliminação de criadouros do Aedes aegypti. Alckmin afirmou que o governo pagará R$ 120,00 aos agentes que trabalharão nesses mutirões aos sábados, e que almejam atingir todos os 645 municípios paulistas.</p>
<p>O vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalháes Teixeira, atualmente prefeito em exercício, destacou o fato do evento ser realizado na Lagoa do Taquaral, segundo ele &#8220;um dos espaços mais democráticos&#8221; da cidade. Após o ato, o vice e outros membros do governo municipal participaram do mutirão especial nas regiões Sul e Sudoeste, onde estão concentrados importantes focos do Aedes aegypti.</p>
<p>De qualquer modo foi um sábado histórico, pela presença de representantes da União, Estado e município, ratificando como a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é considerada, pelas autoridades sanitárias e diversas instâncias de governo, como estratégica no combate ao Aedes aegypti e às quatro doenças a ele associadas: dengue, Zika Vírus, chikungunya e febre amarela.  A Agência Social de Notícias tem destacado a relevância da RMC nas estratégias de combate ao mosquito (Ver <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/5628">aqui</a>).</p>
<div id="attachment_5951" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-124.jpg"><img class="size-large wp-image-5951" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-124-1024x575.jpg" alt="Estrutura montada na Lagoa do Taquaral no dia nacional de combate ao Aedes aegypti" width="618" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Estrutura montada na Lagoa do Taquaral no dia nacional de combate ao Aedes aegypti</p></div>
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		<title>Fatores associados entre zika e microcefalia serão estudados em parceria Brasil-EUA</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 17:05:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministro Marcelo Castro anunciou nesta quinta-feira, dia 11 de fevereiro, em Brasília, parceria entre o Ministério da Saúde, o governo do Estado da Paraíba e a agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (CDC) para identificar fatores associados entre o Zika vírus e microcefalia. Desde o início desse ano, representantes da agência do CDC ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Marcelo Castro anunciou nesta quinta-feira, dia 11 de fevereiro, em Brasília, parceria entre o Ministério da Saúde, o governo do Estado da Paraíba e a agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (CDC) para identificar fatores associados entre o Zika vírus e microcefalia.</p>
<p>Desde o início desse ano, representantes da agência do CDC estão no Brasil desenvolvendo pesquisas e investigações de campo junto com técnicos do Ministério da Saúde sobre a relação do vírus com a microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré.</p>
<p>Nos próximos dias terá início a segunda parceria com o CDC para investigação de outras relações, além do vírus Zika, que podem estar associados ao aumento dos casos de microcefalia. O trabalho será realizado no estado da Paraíba. Além disso, o governo brasileiro tem estado em contato estreito com vários organismos internacionais para o desenvolvimento de parcerias em pesquisa.</p>
<p>Originalmente, a hipótese de associação entre o Zika e a microcefalia foi detectada no Brasil. Nesta semana, a publicação americana New England Journal of Medicine incluiu artigo apontando a presença do vírus no cérebro de um feto microcefálico abortado.</p>
<p>Até o dia 30 de janeiro, o Ministério e os estados investigam 3.670 casos suspeitos de microcefalia em todo o país, 76,7% dos casos notificados. Ao todo, 404 casos já tiveram confirmação de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, sendo que 17 com relação ao vírus Zika. Outros 709 casos notificados já foram descartados.</p>
<p>No total, foram registrados 4.783 casos suspeitos de microcefalia relacionada com algum agente infeccioso causador de malformação congênita. Estão entre os agentes infecciosos causadores da malformação: Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus, Herpes Viral e vírus Zika. Os casos suspeitos da doença em recém-nascidos são computados desde o início das investigações (em 22 de outubro de 2015).</p>
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		<title>OMS considera surto de zika vírus emergência mundial e região de Campinas é estratégica</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 20:18:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reunida em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta segunda-feira, 1 de fevereiro, como emergência mundial o surto de zika vírus, que exige um esforço concentrado de toda a comunidade internacional. A decisão vai contribuir para a aceleração de pesquisas para combater o surto. No Brasil, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Reunida em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta segunda-feira, 1 de fevereiro, como emergência mundial o surto de zika vírus, que exige um esforço concentrado de toda a comunidade internacional. A decisão vai contribuir para a aceleração de pesquisas para combater o surto. No Brasil, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é uma das áreas estratégicas para o combate ao Aedes aegypti, que transmite o zika vírus.</p>
<p>Com seus mais de 3 milhões de habitantes e um dos mais importantes polos viários do Brasil, e com milhares casos de dengue nos últimos anos, a RMC está sendo considerada pelas autoridades sanitárias como estratégica no combate à microcefalia, ao zika e demais vírus propagados pelo mosquito Aedes aegypti. O Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia foi apresentado na última segunda-feira, 25 de janeiro, na primeira reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento da RMC.</p>
<p>O Plano Nacional foi exposto pelo secretário-chefe da Casa Militar de São Paulo e coordenador estadual da Defesa Civil, coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira. Vários dados reforçam a urgência de uma ação intermunicipal de combate ao Aedes aegypti. Pelo segundo ano consecutivo, em 2015 Campinas esteve no topo de casos de dengue em cidades com mais de 1 milhão de moradores. De acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, Campinas teve a maior incidência de casos de dengue no grupo de cidades com população acima de 1 milhão de habitantes.</p>
<p>Em função, entre outros fatores, do crescimento do número de casos de microcefalia em todo país, da circulação do zika vírus na RMC e o fato de Campinas ter aparecido no topo do número de casos de dengue em 2014 e 2015, a Unicamp criou um Grupo de Trabalho (GT) especial dedicado a pesquisar e discutir caminhos de combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A Universidade também estuda a criação de um laboratório especial para aprofundar pesquisas na área. É mais um sintoma do aumento da preocupação com epidemias em 2016 na RMC.</p>
<p>O Ministério da Saúde está investigando 3.448 casos suspeitos de microcefalia no país, conforme boletim divulgado na última quarta-feira, 27 de janeiro, que também revelou a confirmação de 270 casos, sendo seis deles ligados ao zika vírus. Ao todo foram registrados 4.180 casos suspeitos de microcefalia até 23 de janeiro, e 462 já foram descartados.</p>
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		<title>Região de Campinas terá ação intermunicipal para combater dengue, zika e chikungunya</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2015 11:33:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Região Metropolitana de Campinas (RMC) terá uma ação intermunicipal para combater a dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. As linhas gerais do Plano Intersetorial, como está sendo chamado, serão aprovadas na segunda-feira, dia 14 de dezembro, na última reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento Metropolitano da RMC, presidido pelo prefeito de Campinas, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Região Metropolitana de Campinas (RMC) terá uma ação intermunicipal para combater a dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. As linhas gerais do Plano Intersetorial, como está sendo chamado, serão aprovadas na segunda-feira, dia 14 de dezembro, na última reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento Metropolitano da RMC, presidido pelo prefeito de Campinas, Jonas Donizette. O uso do Exército nas ações preventivas não está descartado.</p>
<p>Em 2014 e 2015 Campinas foi o município com maior número de casos de dengue no Brasil (em 2015, junto com Goiânia), coincidindo com forte epidemia da doença em vários estados. Já são mais de 1,5 milhão de casos registrados em todo país, sendo 975 mil casos na Região Sudeste, a mais atingida, segundo dados do Ministério da Saúde. São Paulo teve 711 mil casos registrados no ano até o momento, embora o governo paulista tenha sempre negado a existência de epidemia no estado.</p>
<p>Neste ano também emergiu a presença no país da febre chikungunya, igualmente transmitida pelo Aedes aegypti. Foram 6.724 casos registrados até o momento pelo Ministério da Saúde, segundo o Boletim Epidemiológico da Semana No final do ano, também cresceu a preocupação com o avanço de casos de zika, transmitida pelo mesmo mosquito e que tem sido apontada como provável origem de casos de microcefalia.</p>
<p>&nbsp;</p>
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