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	<title>Agência Social de Notícias &#187; História</title>
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		<title>Olimpíadas: A inclusão desde a Antiguidade</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2016 16:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Adiana Menezes “O Atleta e o Mito do Herói”, da pesquisadora Katia Rubio, jornalista e psicóloga da Universidade de São Paulo (USP), faz uma análise atual e profunda sobre a construção do imaginário esportivo contemporâneo e o bem social que o esporte representa para a humanidade.  Em tempos de Olimpíadas no Brasil, a leitura ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adiana Menezes</p>
<p>“O Atleta e o Mito do Herói”, da pesquisadora Katia Rubio, jornalista e psicóloga da Universidade de São Paulo (USP), faz uma análise atual e profunda sobre a construção do imaginário esportivo contemporâneo e o bem social que o esporte representa para a humanidade.  Em tempos de Olimpíadas no Brasil, a leitura pode ampliar a visão do leitor e espectador sobre os atletas e as práticas esportivas.</p>
<p>Veja abaixo a segunda parte da resenha do livro (<a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/8177">clique aqui para ver também a primeira parte publicada dia 5/08</a>).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Resenha (2ª parte)</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">A inclusão desde a Antiguidade</span></strong></p>
<p>Na Antiguidade, o atleta ganhava a coroa de louros e privilégios como isenção de impostos, pensões vitalícias, escravos e outras regalias. Era uma forma de inclusão. Ele entrava também para a galeria dos heróis mitológicos, passando a ser reconhecido em documentos e praças públicas. Hoje, eles recebem as medalhas e em vez de isenções ganham contratos publicitários milionários, além de prestígio. Os narradores esportivos referem-se ao atleta como heróis sem cerimônia.</p>
<p>O atleta moderno se amolda à estrutura heroica com os mesmos valores adjacentes do confronto, da luta, da ascensão e do domínio. Essa referência mítica ainda é muito forte no esporte, uma vez que a máxima para o atleta é a vitória.</p>
<p>Por valorizar aquele que é o melhor, a sociedade impõe padrões de comportamento que privilegiam o mais forte, mais habilidoso, o que chega em primeiro lugar. Dentro dessa lógica, aquele que persegue esse objetivo é tomado por herói.</p>
<p>Os conceitos apresentados por Katia Rubio, em seu livro “O Atleta e o Mito do Herói – O imaginário esportivo contemporâneo”, de Katia Rubio (São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001), vão aos poucos dando clareza sobre o mito do herói. Para se situar no tempo, a autora se aprofunda na conceituação do que é o moderno, modernismo e modernidade. Seu foco se concentra no final do século XX e início do XXI.</p>
<p>Dentro da sociedade moderna, ela apresenta os conceitos vigentes sobre mobilidade (a ordem está no movimento), descontinuidade (decorrência da mobilidade), o cientificismo (a fetichização da ciência),o esteticismo (a invasão de todos os recantos da vida cotidiana pela arte ou alguma forma de arte, ainda que desbastada), a representação sobre o real (decorrência do esteticismo).</p>
<p>Em seguida, o pós-moderno, o pós-modernismo e a pós-modernidade são destrinchados no texto. No terceiro momento, o esporte e a indústria esportiva entram associando imagem e marca, de forma inseparável. A pós-modernidade é marcada por uma atenção maior ao presente, o que contrapõe a modernidade, onde a vida individual e coletiva são pensadas sobre um projeto futuro.</p>
<p>Embasada no antropólogo Clifford Geertz, a autora discorre sobre a cultura contemporânea e a comunicação. Geertz (1989, p.15) acredita que o homem é um animal amarrado a teias de significados que ele mesmo teceu; a cultura seria as teias e sua análise.</p>
<p>Em todo o seu texto, Katia confronta conceitos sobre cultura de diferentes autores, como Wallerstein e Boyne; Chauí e Paula Carvalho, e Morin.</p>
<p>Quando fala sobre o imaginário e suas estruturas, ela cita a chegada do futebol no Brasil, que se deu por meio de um processo de difusão cultural trazido pelos filhos da burguesia brasileira que foram estudar na Inglaterra e também pelos próprios ingleses que vieram ao Brasil trabalhar nas indústrias desde o final do século XIX. Traz aqui a referência do antropólogo Roberto DaMatta, segundo o qual o futebol foi introduzido no Brasil sob o signo do novo.</p>
<p>Ao tratar sobre o imaginário, adentra no universo do simbólico e bebe na fonte de diversos autores e linhas de pensamento. Até chegar a uma síntese, na qual o imaginário não é a negação total do real, mas apoia-se no real de modo a transformá-lo e deslocá-lo, dando origem a novas relações no aparente real.</p>
<p>O simbólico, que em primeira instância vai ser encontrado na linguagem, encontra-se com o imaginário, porque no fim das contas o imaginário utiliza o simbólico para existir, discorre a autora, entrelaçando as teorias. “Por outro lado, o simbolismo pressupõe a capacidade imaginária, uma vez que presume a condição de ver em uma coisa o que ela não é, de vê-la diferente do que é.”</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/08/CAM05581.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-8198" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/08/CAM05581-1024x759.jpg" alt="CAM05581" width="618" height="458" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Olimpíadas: O Atleta e o Mito do Herói</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2016 18:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Adriana Menezes As Olimpíadas 2016 já começaram. Hoje acontece no Rio de Janeiro a festa oficial de abertura, e o clima na cidade já é de festa. Para quem não está na Cidade Maravilhosa, restam as transmissões pela TV ou internet, nos canais convencionais ou alternativos. Muito mais que um espetáculo esportivo, todos nós ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adriana Menezes</p>
<p>As Olimpíadas 2016 já começaram. Hoje acontece no Rio de Janeiro a festa oficial de abertura, e o clima na cidade já é de festa. Para quem não está na Cidade Maravilhosa, restam as transmissões pela TV ou internet, nos canais convencionais ou alternativos. Muito mais que um espetáculo esportivo, todos nós sabemos que o evento é também político e social. Temos ali ampliados os problemas nacionais de segurança e violência, de má gestão e corrupção, de obras superfaturadas e inacabadas, de uso político, de desigualdades sociais, e muito mais. Mas temos também aquilo que nós somos. Sem ufanismos ou paixão cega, é preciso enxergar o que temos e o que somos. A minha torcida é para que a Olimpíada tenha a nossa cara, com erros e acertos, porque o esporte compõe o imaginário social e é também um bem cultural para a sociedade, diz Katia Rubio em seu livro &#8220;O Atleta e o Mito do Herói&#8221;.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/08/olimpiadas-rio-2016.jpg"><img class=" size-medium wp-image-8187 alignright" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/08/olimpiadas-rio-2016-300x173.jpg" alt="olimpiadas rio 2016" width="300" height="173" /></a>Para entrar no clima olímpico à distância, compartilho abaixo a resenha que fiz deste livro onde a autora mostra a diferença entre o esporte e uma simples atividade física. O objetivo de Rubio, jornalista e psicóloga, é compreender a constituição do imaginário do atleta. Publicado há 15 anos, o livro traz uma análise muito atualizada. A construção desse imaginário esportivo contemporâneo se dá a partir da relação entre os feitos atléticos e as façanhas heroicas da mitologia.</p>
<p>Uma versão reduzida e editada por Patrícia Mariuzzo foi publicada na Revista eletrônica Pré-Univesp (número 58, edição de junho. <a href="http://pre.univesp.br/o-atleta-e-o-mito-do-heroi#.V6YSFPkrLIV">Confira aqui</a>).</p>
<p>O texto que segue abaixo é a primeira parte da resenha, que dividirei em três partes.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/08/livro-capa-o-atleta-e-o-mito-do-heroi.jpg"><img class=" size-thumbnail wp-image-8186 alignleft" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/08/livro-capa-o-atleta-e-o-mito-do-heroi-106x150.jpg" alt="livro capa o atleta e o mito do heroi" width="106" height="150" /></a></p>
<p><strong>O Atleta e o Mito do Herói</strong></p>
<p>Quem começa a ler o livro “O Atleta e o Mito do Herói – O imaginário esportivo contemporâneo”, de Katia Rubio (São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001) com a expectativa de que vai encontrar tão somente um texto sobre atletas e mitos, especificamente, vai se surpreender com uma análise que extrapola este universo esportivo e mitológico.</p>
<p>A leitura vai acrescentar conceitos e teorias de História, Filosofia, Comunicação e Psicologia, finalizando com um toque jornalístico onde a autora inclui depoimentos de atletas reais – sem seus nomes, mas que em alguns casos são facilmente identificados.</p>
<p>O estilo e o formato do texto estão muito alinhados à formação da autora, que é jornalista e psicóloga, mestre em Educação Física e doutora em Educação. Na atuação profissional, já participou do Conselho Regional de Psicologia (CRP) como conselheira titular e foi coordenadora da Comissão de Esportes da mesma entidade.</p>
<p>Katia Rubia desenvolve sua análise a partir de conceitos que ela apresenta de forma aprofundada e com muitas referências. Parte da premissa de que o esporte compõe o imaginário social e é também um bem cultural para a sociedade. Quando busca esclarecer o conceito de esporte, ela mostra a diferença entre esporte e uma simples atividade física.</p>
<p>O objetivo da jornalista e psicóloga é compreender a constituição do imaginário do atleta. A construção desse imaginário esportivo contemporâneo se dá a partir da relação entre os feitos atléticos e as façanhas heroicas da mitologia. A autora vai relacionar o regime de imagens de Gilbert Durand e o trajeto heróico de Joseph Campbell.</p>
<p>Joseph Campbell e sua obra “O poder do mito” servem de referência para a autora ao longo do seu trabalho. Por ser referência sobre a análise do mito, Campbell é muitas vezes citado. Para ele, mito é parte integrante e indissociável da existência humana. Os mitos têm sido a inspiração de todos os demais produtos possíveis das atividades do corpo e da mente humanos.</p>
<p>Na definição de Gilbert Durand (1985), o mito se configura como um relato (discurso mítico) que dispõe em cena personagens, situações, cenários, segmentados em unidades semânticas carregadas por uma crença. O imaginário, conforme Durand, é um sistema ordenador de imagens que permite compreender o modo organizador do indivíduo.</p>
<p><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/08/olimpiadas-Gregos-antigos2.jpg"><img class=" size-full wp-image-8188 alignright" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/08/olimpiadas-Gregos-antigos2.jpg" alt="olimpiadas Gregos antigos2" width="400" height="313" /></a></p>
<p>O texto passa ainda pelo conceito de Jung sobre arquétipo, que deriva da observação sistemática de que os mitos e os contos da literatura universal encerram temas bem definidos que reaparecem sempre por toda a parte.</p>
<p>A autora percorre uma aventura mítica, perseguindo o trajeto heroico dentro do esporte, buscando integrar elementos do universo esportivo competitivo contemporâneo em sua descrição. O esporte é tratado como uma expressão da cultura atual e como produto de comunicação de massas. Dentro desta cultura contemporânea, os meios de comunicação de massa vão exercer um papel crucial na construção do imaginário do mito.</p>
<p>O atleta enquanto herói constela entre figuras como Hércules, Ulisses, Jonas, sempre como o idealizador de feitos incomuns. Essa despersonalização vincula o herói esportivo ao herói arquetípico, conduzindo ao território do imaginário e todo um universo simbólico, porém desconhecido.</p>
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		<title>Vocação republicana de Campinas inspira livro de jornalistas da ASN que será lançado na quinta</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 04:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois caminhos diferentes, que seguiam como trilhos paralelos, se encontraram em um mesmo propósito: evocar a memória afetiva e política de Campinas, trazendo à tona a vocação republicana da cidade. O encontro entre o texto do jornalista José Pedro Soares Martins e as fotos de Martinho Caires, ambos da Agência Social de Notícias (ASN), resultou no ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois caminhos diferentes, que seguiam como trilhos paralelos, se encontraram em um mesmo propósito: evocar a memória afetiva e política de Campinas, trazendo à tona a vocação republicana da cidade. O encontro entre o texto do jornalista José Pedro Soares Martins e as fotos de Martinho Caires, ambos da Agência Social de Notícias (ASN), resultou no livro “República de Campinas – Cenas da memória afetiva e política da cidade”, que será lançado no dia 17 de setembro, quinta-feira, no A Cabrita Café, distrito de Joaquim Egídio. No mesmo evento acontecem outros encontros de diferentes caminhos no Sarau Multissensorial, entre eles a exposição “Caminhos de Joaquim”, da artista plástica Lygia Eluf (leia ainda hoje aqui na Agência Social de Notícias).</p>
<p>&#8220;Campinas foi um dos berços da República, em um movimento iluminista que, com todas as contradições, propunha o direito do ser humano à liberdade, à felicidade e à beleza depois de tanto tempo de opressão e iniquidade, como no caso da escravatura”, diz o jornalista José Pedro Soares Martins. “Agora, no início do século 21, nós estamos precisando de um novo iluminismo, pois as trevas da intolerância e do horror continuam se manifestando”, contextualiza.</p>
<p><strong>Estímulo ao novo</strong></p>
<p>“Que a Campinas republicana, aquela que ousa e cria, seja um estímulo a pensar e a lutar por um novo tempo. Esta é um pouco a minha inspiração para este novo livro&#8221;, diz José Pedro, que chega agora ao 70º livro publicado, de autoria própria ou em parceria. De acordo com os autores, a intenção do livro não é apenas a lembrança do passado, mas também destacar a vocação republicana como inspiração para as demandas da sociedade contemporânea.</p>
<p>“Afinal, a República ainda não foi conquistada na integridade. Campinas é uma cidade com vocação republicana, República esta que contém suas contradições, configurada como território de busca do bem comum, dos direitos fundamentais do ser humano e, ao mesmo tempo, pontilhada por ilhas de privilégio e manchas de arbítrio e exclusão”, afirmam os autores, logo na introdução do livro.</p>
<div id="attachment_4570" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/painel_4_republica_de_campinas_2015.jpg"><img class="size-large wp-image-4570" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/painel_4_republica_de_campinas_2015-1024x1024.jpg" alt="(Foto: Martinho Caires)" width="618" height="618" /></a><p class="wp-caption-text">O Largo do Rosário, no Centro; as palmeiras imperiais plantadas na Praça Carlos Gomes e as janelas da antiga fábrica Lindenwood (Fotos: Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Olhar poético</strong></p>
<p>A ideia do livro surgiu em fevereiro de 2014, a partir da exposição fotográfica de Martinho Caires, “Campinas, Província e/ou Metrópole”, no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC). “Eu já tinha um texto por trás destas fotos, que era o do contraponto entre as duas Campinas, a província e a metrópole, mas sob um olhar mais poético. Eu buscava lugares que eu gostava de fotografar, usando o critério do encantamento”, lembra Martinho sobre a exposição.</p>
<p>“Cheguei a pensar em fazer um livro com as fotos da exposição, mas o José Pedro (Soares Martins) propôs este novo ângulo e passei a procurar em uma mesma imagem este contraponto de ontem e hoje, mostrando a exuberância econômica de dois momentos da cidade; a dos casarões, das fazendas de café, das palmeiras, e a Campinas dos prédios modernos. Fomos agregando as imagens que representavam a transformação”, descreve o fotógrafo. Entre os prédios fotografados estão o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e o Colégio Culto à Ciência &#8211; “O próprio nome do colégio, construído por vlta de 1870, já mostra o quanto a cidade era revolucionária para a época e nós não dos damos conta disso hoje”, diz Martinho.</p>
<p><strong>Projeto do FICC</strong></p>
<p>O livro “República de Campinas”, de José Pedro Martins e Martinho Caires foi editado pela PCN Comunicação, como um projeto aprovado em 2014 pelo Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC), ligado à Secretaria Municipal de Cultura. A publicação reúne 16 espaços e joias arquitetônicas que lembram a vocação republicana de Campinas. A cidade é um dos berços do movimento republicano, cuja vitória em 1889 representou o início de uma nova era para a política, a economia, a sociedade e a cultura no Brasil.</p>
<p>José Pedro Martins é jornalista e escritor. Tem 70 livros publicados em história, meio ambiente, cultura e cidadania. Martinho Caires é fotógrafo, fotojornalista, artista de imagens, produtor cultural e profissional de marketing. Participou em mais de 60 exposições individuais e coletivas. Venceu os concursos Fotografe Campinas e Painel Fotográfico Hércules Florence.</p>
<div id="attachment_4571" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/painel_2_republica_de_campinas_2015.jpg"><img class="size-large wp-image-4571" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/09/painel_2_republica_de_campinas_2015-1024x1024.jpg" alt="Um flagrante no teatro de arena do Centro de Convivência Cultural, construção moderna da cidade; um outro ângulo da Estação Ferroviária e a Catedral Metropolitana de Campinas (Fotos: Martinho Caires)" width="618" height="618" /></a><p class="wp-caption-text">Um flagrante no teatro de arena do Centro de Convivência Cultural, construção moderna da cidade; um outro ângulo da Estação Ferroviária e a Catedral Metropolitana de Campinas (Fotos: Martinho Caires)</p></div>
<p>Para o livro “República de Campinas”, Martinho fotografou edifícios, espaços públicos e episódios que estabelecem uma relação de pertencimento com quem nasceu na cidade ou optou por viver nela. “Uma comunhão de sonhos e afetos”, como definem os autores.</p>
<p><strong>Sarau Multissensorial</strong></p>
<p>Além lançamento do livro “República de Campinas”, o Sarau Multissensorial terá outras atrações como a vernissage “Caminhos de Joaquim”, a leitura de poemas de Manoel de Barros, a apresentação do duo Katia Kato no oboé e Zuza Rodrigues no violão. Katia Kato é doutora em Música na pós da Unicamp, onde concluiu mestrado e bacharelado em Música. Foi oboísta da Orquestra Sinfônica da Unicamp por 16 anos. É docente do curso de licenciatura em música da Faculdade Nazarena do Brasil e desenvolve atividade camerística como oboísta. Zuza Rodrigues é violonista com uma longa trajetória. O duo apresentará obras populares e eruditas, de jazz a bossa nova. O evento foi organizado pelas curadoras Ligia Testa, Flávia Pupo Nogueira e Heloisa Cavaleri. <strong>(Por Adriana Menezes)</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro “República de Campinas – Cenas da memória afetiva e política da cidade”; vernissage de “Caminhos de Joaquim” (de Lygia Eluf) e Sarau Multissensorial</strong></p>
<p><strong>Data: 17/09/2015 – quinta-feira</strong></p>
<p><strong>Horas : das 17h às 23h</strong></p>
<p><strong>Local: A Cabrita Café &#8211; Rua Heitor Penteado, 1085 – Joaquim Egídio – Campinas &#8211; SP</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livro sobre fotos em câmera artesanal, conhecida como pinhole, é lançado hoje em Campinas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 20:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Menezes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma sociedade onde cada mergulho é um flash e cada esquina serve de plano de fundo para um selfie, a artista visual Ana Angélica Costa percorre o caminho inverso e lança hoje, no Dia da Fotografia, o livro ‘Possibilidades da Câmera Obscura’. A obra reúne trabalhos de produção de fotos em câmeras artesanais &#8211; mais ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma sociedade onde cada mergulho é um flash e cada esquina serve de plano de fundo para um selfie, a artista visual Ana Angélica Costa percorre o caminho inverso e lança hoje, no Dia da Fotografia, o livro ‘Possibilidades da Câmera Obscura’. A obra reúne trabalhos de produção de fotos em câmeras artesanais &#8211; mais conhecido como pinhole &#8211; em diferentes cantos do Brasil.</p>
<p>O lançamento em Campinas acontece na Livraria da Vila, no Shopping Galleria, com palestra gratuita, das 19h às 19h30, sobre as “Possibilidades da câmera obscura na arte e na educação’, seguida por bate-papo com a autora e mesa de autógrafos, até 21h30.</p>
<p>Um deleite para os amantes da fotografia, a obra vai além das imagens e conta, em suas 262 páginas, a relação com a fotografia pinhole e o percurso que cada um dos coautores percorreu ao desenvolver seu trabalho.</p>
<p>“Uma forte característica do uso de câmeras pinhole é permitir que o fotógrafo interfira nos processos de construção da câmera e da imagem resultante, permitindo à fotografia adquirir sentidos diversos daqueles contemporâneos ao momento da sua invenção. A fotografia pinhole constitui  hoje um profícuo território de pesquisa para artistas e educadores”, explica Ana Angélica Costa.</p>
<p>A programação do lançamento começará, às 19h, com a palestra ‘Possibilidades da câmera obscura na arte e na educação’, ministrado por Ana Angélica, organizadora do livro. Nele, os participantes aprenderão como funciona o fenômeno da câmera obscura e sua utilização nos campos da arte e da educação. Também serão apresentados e discutidos alguns trabalhos desenvolvidos no Brasil nos últimos anos. Logo após, haverá bate-papo sobre o processo de construção do livro ‘Possibildades da Câmera Obscura’.</p>
<p>Sobre  Pinhole: Esta  técnica fotográfica utiliza um processo de produção de imagens sem necessidade do uso de câmeras convencionais. Estas são substituídas por materiais simples como latas de alumínio ou caixas de sapatos que recebem um pequeno furo de agulha  no lugar das lentes.  Através desse buraco entra a luz e se forma a imagem.</p>
<p>A artista visual Ana Angélica Costa é fundadora do Projeto Subsolo (<a href="http://www.projetosubsolo.com/">www.projetosubsolo.com</a>), ganhadora do XIII Prêmio Marc Ferrez de Fotografia Funarte e do I Edital de Programa de Fomento à Cultura Carioca, da Secretaria Municipal de Cultura na categoria de Artes Visuais. Seu livro foi produzido com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro e da Funarte (Fundação Nacional das Artes).</p>
<p>Lançamento do livro ‘Possibilidades da câmera obscura’’</p>
<p>Data: 19/08/2015</p>
<p>Classificação: Livre</p>
<p>Local: Livraria da Vila – Shopping Galleria – Rodovia D Pedro I s/nº &#8211; Jardim Nilopolis, Campinas, SP</p>
<p>Programação</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Palestra Possibilidades da câmera obscura na arte e na educação</span></p>
<p>Horário: 19h às 19h30</p>
<p>90 vagas</p>
<p>Lançamento do livro Possibilidades da câmera obscura</p>
<p>Horário: 19h30 às 21h30</p>
<p>&nbsp;</p>
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