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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Mário Gravem Borges</title>
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		<title>Eleição dia 3 no Fórum Municipal de Cultura é oportunidade histórica para Campinas</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2016 14:11:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Municipal de Cultura de Campinas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Cultura brasileira vem atravessando momentos de sobressaltos nos últimos anos, inclusive com a absurda extinção &#8211; depois revogada &#8211; do ministério que cuida do tema. No plano local, a forte crise fiscal tem repercutido no corte de verbas, o que já gerou muitos protestos na classe artística. Neste contexto a participação da sociedade civil, e sobretudo dos agentes culturais, é determinante para o resgate e fortalecimento do papel estratégico da cultura. Pois Campinas terá um momento crucial desse processo na próxima segunda-feira, dia 3 de outubro, com a eleição da nova diretoria e novos conselheiros do Fórum Municipal de Cultura, para o próximo biênio.</p>
<p>A eleição acontecerá durante assembleia do Fórum Municipal de Cultura, que será realizada a partir das 19 horas, no Salão Vermelho da Prefeitura, na avenida Anchieta, 200. Além da escolha dos novos dirigentes e do sucessor do atual presidente, o artista plástico Mário Gravem Borges, a assembleia do Fórum Municipal de Cultura terá discussões sobre o Plano Municipal de Cultura e sobre o projeto de lei de Incentivo Cultural em Campinas, de autoria do vereador Vinicius Gratti (sobre o projeto, ler reportagem da Agência Social de Notícias, <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/7748">aqui</a>). Outro ponto importante da pauta na segunda-feira será a definição dos representantes da sociedade civil no Conselho Municipal de Cultura, um órgão oficial, de caráter deliberativo, que teoricamente define as linhas e políticas culturais na cidade.</p>
<p>&#8220;O Fórum Municipal de Cultura é uma plataforma de contato entre a sociedade civil e o poder público, um espaço de mobilização, de articulação dos artistas e produtores culturais, enquanto o Conselho Municipal é um órgão oficial, deliberativo. Mas o Conselho apenas será de fato representativo e atuante se o Fórum também for e esta foi a nossa luta nestes dois anos, a de trazer e mobilizar a sociedade&#8221;, afirma Mário Gravem Borges. &#8220;Espero que o próximo mandato seja ainda mais marcante nesse sentido&#8221;, ele complementa.</p>
<p>Gravem diz que uma das prioridades de seu mandato foi o de &#8220;manter acesa a chama&#8221; da elaboração de um Plano Municipal de Cultura para Campinas. &#8220;A cidade é muito rica, tem uma vida cultural relevante, mas precisa de um Plano Municipal de Cultura, para que todas as tendências, todos os estilos, enfim, a diversidade cultural local seja de fato contemplada, sem exclusão de nenhum grupo&#8221;, defende o presidente do Fórum Municipal de Cultura. &#8220;Nem o jongo e urucungo e nem o canto lírico devem ser esquecidos, todos devem ter o seu lugar reconhecido&#8221;, exemplifica.</p>
<p>Um pré-projeto para o Plano Municipal de Cultura, lembra Gravem, foi formulado já alguns anos, pela luta de pessoas como Maria Inês Saba, Vicente de Paulo Montero, Evandro Ceneviva e João Luiz Minnicelli. Nos últimos anos, por vários fatores o pré-projeto não teve continuidade como deveria, lamenta. Gravem entende que, no próximo mandato da diretoria do Fórum Municipal de Cultura, esse debate tende a avançar.</p>
<p>Outro ponto fundamental, relacionado ao Fórum Municipal de Cultura, nota Gravem, é o seu diálogo com vários conselhos municipais, e não apenas o de Cultura. &#8220;Ele conversa com o Condepacc, de defesa do patrimônio histórico, e com o Comdema, na área ambiental. A cultura é muito ampla e assim deve ser o Fórum&#8221;, sintetiza.</p>
<p>Mário Gravem Borges diz que, após a eleição da nova diretoria e escolha dos novos conselheiros, pretende manter um diálogo permanente com os novos integrantes, no sentido de uma agenda positiva, dinâmica, voltada para consolidar o Fórum Municipal de Cultura como um território estratégico para a discussão de políticas e ações para a cultura em Campinas. Um lugar para ajudar a sonhar uma nova cidade, pelo estímulo à economia criativa, à materialização e multiplicação da enorme energia e generosidade que coletivos e artistas já investem em seus projetos.</p>
<p>&#8220;A cultura é fundamental para uma cidade onde as pessoas vivam felizes, em paz, usufruindo do conhecimento e dos saltos civilizatórios que a humanidade tem alcançado&#8221;, finaliza Mario Gravem Borges, um dos mais importantes artistas de Campinas. Depois de estudar no Rio de Janeiro, ele viveu anos na Inglaterra, tendo sido o primeiro não-britânico a expor no Institute of Contemporary Art, de Londres.</p>
<p>De volta à terra natal, tem dedicado tempo precioso para o aprimoramento das políticas públicas e da estrutura na área da Cultura local. Um exemplo e uma inspiração para que o Fórum Municipal de Cultura seja cada vez mais reconhecido, atuante e representativo, o que apenas acontecerá com a participação crescente e qualificada da sociedade civil e dos produtores culturais locais. (<strong>Por José Pedro Martins</strong>)</p>
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		<title>Economia criativa movimenta mais de R$ 4 bilhões em Campinas, mas artistas pedem apoio concreto</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 16:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Gravem Borges]]></category>
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		<description><![CDATA[O setor de economia criativa, abrangendo negócios de cinema, teatro, música, design, artes em geral, publicidade e games, entre outros, movimentou R$ 4,39 bilhões em 2013 e R$ 4,45 bilhões em 2014. A informação está no Relatório de Sustentabilidade de Campinas, lançado nesta quinta-feira, 10 de dezembro, pelo prefeito Jonas Donizette. Campinas é a segunda ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de economia criativa, abrangendo negócios de cinema, teatro, música, design, artes em geral, publicidade e games, entre outros, movimentou R$ 4,39 bilhões em 2013 e R$ 4,45 bilhões em 2014. A informação está no Relatório de Sustentabilidade de Campinas, lançado nesta quinta-feira, 10 de dezembro, pelo prefeito Jonas Donizette. Campinas é a segunda cidade do Brasil a ter um Relatório de Sustentabilidade com o nível de detalhamento do documento, que seguiu as orientações da Global Reporting Initiative (GRI). Artistas afirmam que há espaço para grandes avanços na economia criativa em Campinas e pedem maior apoio ao setor cultural.</p>
<p>Na introdução ao relatório, o prefeito Jonas afirma que Campinas optou pela metodologia do GRI por entender que &#8220;esta é a ferramenta de gestão capaz de prestara contas com transparência e credibilidade, comunicando de maneira compreensível com técnicos e cidadãos&#8221;. No documento estão relacionadas informações sobre o desempenho econômico- financeiro de Campinas, os gastos do Município com Saúde, Educação e outras áreas e o desempenho na área ambiental.</p>
<p>As informações sobre a economia criativa estão no capítulo sobre o desempenho econômico-financeiro do município. Os valores movimentados em 2013 e 2014, segundo o documento, forma identificados pelo mapeamento da base de contribuintes do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) nesses anos. Em 2013, foram registradas 12.503 empresas no setor de economia criativa, e em 2014, 14.933.</p>
<p>Segundo o documento, a Prefeitura investiu R$ 39,5 milhões em 2013 e R$ 48,5 milhões &#8220;em eventos e políticas de fomento à cultura na cidade&#8221;. São valores correspondentes a cerca de 1%, portanto, do valor total movimentado pela economia criativa nos últimos dois anos em Campinas.</p>
<p>Ainda de acordo com o relatório, foram realizados 1.254 eventos culturais em espaços públicos em Campinas. Em 2013, foram adquiridos 8 mil exemplares para as cinco bibliotecas públicas municipais.</p>
<p>O Relatório de Sustentabilidade de Campinas cita ainda a &#8220;descentralização da cultura para a periferia da cidade por meio da criação de novos polos culturais: Centro de Educação Unificado (CEU) Vila Esperança, CEU Jardim Florence e o Complexo Cultural São Domingos. Porém, ainda não há um levantamento dos eventos ocorridos em cada um desses polos. Os CEUs Vila Esperança e Jardim Florence foram construídos durante esta gestão e receberam R$ 3 milhões do Ministério da Cultura  e da Fundação Nacional das Artes&#8221;.</p>
<p>Até 2016, acrescenta o documento, a Prefeitura planeja &#8220;a reforma de importantes equipamentos culturais, como o Centro de Convivência Cultural de Campinas, a Casa de Cultura Itajaí, o Centro Cultural Casarão do Barão, a Casa de Cultura Andorinhas e a Estação Cultura&#8221;.</p>
<div id="attachment_5084" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Cristo4.jpg"><img class="size-large wp-image-5084" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Cristo4-1024x680.jpg" alt="Mário Gravem Borges: artes plásticas não recebem o apoio devido do poder público (Foto Martinho Caires)" width="618" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Mário Gravem Borges: artes plásticas não recebem o apoio devido do poder público (Foto Martinho Caires)</p></div>
<p><strong>Reação dos artistas</strong> &#8211;  Artistas ouvidos pela ASN-Agência Social de Notícias afirmam que o expressivo movimento financeiro na área de economia criativa em Campinas não se reflete com força no setor cultural em geral da cidade e em algumas de suas áreas em particular. O presidente do Fórum Municipal de Cultura, Mário Gravem Borges, assinala que algumas áreas, como artes cênicas e música, vêm sendo &#8220;melhor contempladas&#8221; pelo poder público, mas outras, como a de artes plástica, &#8220;não recebem o apoio devido&#8221;.</p>
<p>Ele cita alguns exemplos de como o segmento das artes plásticas não vem recebendo a adequada atenção pelo poder público. &#8220;Há anos o Salão de Arte Contemporânea de Campinas, que revelou para o mundo talentos como o de Claudio Tozzi, não é realizado. O Museu Olho Latino, liderado por Paulo Cheida Sans, foi instalado em Atibaia, não tendo o devido apoio em Campinas. A Bienal do Esquisito, promovida pelo Museu Olho Latino, que já teve seis edições e a participação de nomes como Rubens Gerchman, também é realizada em Atibaia. São vários projetos já apresentados ao poder público em Campinas e que não foram aceitos&#8221;, comenta Mário Gravem Borges, um dos mais importantes artistas plásticos da cidade.</p>
<p>Para Borges, com a movimentação econômico-financeira em Campinas, um dos maiores PIBs municipais do país, &#8220;a cidade poderia ter muito mais museus, e uma política de incentivo cultural muito mais ampla e consistente&#8221;. Ele entende que o atual governo municipal &#8220;deu um novo impulso para o Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC), que há alguns anos nem pagava direito os projetos. Agora os projetos são pagos, há seriedade nesse sentido. Mas o investimento cultural  continua sabidamente baixo&#8221;, lamenta.</p>
<p>&#8220;Muitas das ações culturais e artísticas estão acontecendo ao largo da Secretaria Municipal de Cultura e dos espaços públicos. O Museu de Arte Contemporânea, por exemplo, não consegue dar conta de expor toda a produção existente. Enquanto isso os ateliês estão bombando, com cursos e vendas e contribuindo com a economia criativa&#8221;, observa o presidente do Fórum Municipal de Cultura.</p>
<p>Mário Gravem Borges entende que Campinas &#8220;deve olhar de fato para a cultura, deve achar a cultura bonita, ver que a cultura está no indivíduo&#8221;. &#8220;Falar em cultura não é falar em extraterrestres, em viagem à lua, ela é uma força vital&#8221;, conclui o artista, para quem as empresas instaladas no município deveriam ser incentivadas a &#8220;ter um carinho maior com a cultura de Campinas&#8221;.</p>
<p>O artista plástico Ricardo Cruzeiro diz que, ao saber do valor movimentado pela economia criativa em Campinas, lhe vem a pergunta: &#8220;Onde está a pororoca das artes, onde está o encontro dos rios Negro e Solimões?&#8221; Ele se refere à enorme distância entre os fluxos financeiros contabilizados pelo setor e o efetivo apoio às artes na cidade. &#8220;Queria saber onde é o encontro dos empresários e dos artistas para que eu possa apresentar alguns dos meus muitos projetos&#8221;, destaca.</p>
<p>Cruzeiro cita o caso de sua instalação Circuitos. Sem apoio em Campinas, o projeto foi levado para outras cidades, como Caieiras, na Região Metropolitana de São Paulo, onde ficou por mais de um mês, entre novembro e dezembro de 2014. &#8220;O artista tem que produzir, tem que sobreviver, mas não vem recebendo o apoio que poderia na cidade&#8221;, conclui Ricardo Cruzeiro, que espera, então, como outros artistas, os reflexos efetivos na área cultural do dinamismo da economia criativa no município, identificado no Relatório de Sustentabilidade de Campinas.</p>
<div id="attachment_1683" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Cruzeiro2.jpg"><img class="size-full wp-image-1683" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Cruzeiro2.jpg" alt="Ricardo Cruzeiro trabalha em seu projeto Circuitos que, sem apoio em Campinas, foi levado a outras cidades (Foto Martinho Caires) " width="1000" height="664" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo Cruzeiro trabalha em seu projeto Circuitos que, sem apoio em Campinas, foi levado a outras cidades (Foto Martinho Caires)</p></div>
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		<title>Mário Gravem Borges apoia política cultural para Unicamp, mas quer diálogo com a cidade</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 21:13:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Política cultural da Unicamp]]></category>

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		<description><![CDATA[A implementação de uma política cultural pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é uma ótima notícia para a cidade, pelo potencial da instituição em fortalecer as manifestações culturais locais. Mas essa política precisa ser executada &#8220;em diálogo com a cidade, e não de costas para ela e nem vice-versa, porque então teríamos duas cidades&#8221;. Esta ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A implementação de uma política cultural pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é uma ótima notícia para a cidade, pelo potencial da instituição em fortalecer as manifestações culturais locais. Mas essa política precisa ser executada &#8220;em diálogo com a cidade, e não de costas para ela e nem vice-versa, porque então teríamos duas cidades&#8221;. Esta é a posição do presidente do Fórum Municipal de Cultura de Campinas, Mário Gravem Borges, também membro do Conselho Municipal de Cultura. Um dos mais importantes artistas plásticos campineiros, Gravem viveu anos na Inglaterra. Em 1981, foi o primeiro não-britânico a expor no Institute of Contemporary Art, em Londres.</p>
<p>Construir uma política cultural para a Universidade é o compromisso assumido pelo Conselho de Desenvolvimento Cultural da Unicamp (Condec) e com ações executadas pela Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural, da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários. Como parte desse processo de construção será realizado no próximo dia 10 de setembro, quinta-feira, no Centro de Convenções da Unicamp, o fórum “Cultura, Universidade e Sociedade: construindo uma política cultural para a – e a partir da – Unicamp”.</p>
<p>O evento terá a participação de especialistas de Portugal e Colômbia, com experiência na implementação de políticas culturais universitárias, e de representantes do Ministério da Cultura. Os promotores do fórum (Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural e Condec) assinalam que essa política cultural vem sendo construída, há mais de dois anos, “pela promoção de debates para o aprofundamento da temática, por meio de diálogos que permitem ouvir a comunidade, tanto interna quanto externa –  acadêmicos, gestores, produtores, consumidores – seus conhecimentos e experiências”.</p>
<p><strong>Novo capítulo na história da Unicamp</strong> &#8211; O presidente do Fórum Municipal de Cultura entende que a adoção de uma política cultural pela Unicamp representa um novo capítulo na história da instituição. &#8220;Antes a Unicamp não tinha muito a ver com a cidade, ao contrário da PUC, que sempre teve um enraizamento comunitário&#8221;, ele observa.</p>
<p>Nos últimos tempos, entretanto, Mário Gravem Borges diz identificar movimentos apontando para uma maior aproximação entre a Unicamp e a cidade, inclusive no âmbito cultural. &#8220;Através da Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural, estão sendo executadas ações de ocupação de espaços públicos, na própria universidade e fora dela, por atividades artísticas e culturais, em benefício dos alunos e comunidade toda, de um modo que nunca houve&#8221;, assinala.</p>
<p>Para o artista, a política cultural da Unicamp pode contribuir para romper a lógica existente em alguns âmbitos sociais, no sentido de que uma atividade artística, para ser de fato reconhecida, deve ter a chancela de uma Universidade ou do mundo corporativo. &#8220;Essa lógica é perversa e é preciso ser rompida&#8221;, ele defende.</p>
<p>Mário Gravem Borges considera que, de fato, a política cultural da Unicamp deve ser conduzida em diálogo permanente com uma política cultural mais ampla de Campinas. &#8220;Esse diálogo é essencial e sabemos que não é fácil ser concretizado&#8221;, observa. De qualquer modo, ele afirma estar vendo &#8220;com muitos bons olhos&#8221; a abertura da Unicamp no plano cultural, o que, na sua opinião, pode ser muito benéfico, para Campinas e para a própria Universidade. <strong>(Por José Pedro Martins)  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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