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	<title>Agência Social de Notícias &#187; Zika vírus 2016</title>
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		<title>Zika Vírus e Dengue em debate no Centro de Ciências, Letras e Artes dia 29 de fevereiro</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2016 15:51:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Zika Vírus e Dengue estarão entre os assuntos em debate no Diálogo de Saberes, que será promovido dia 29 de fevereiro, segunda-feira, às 19h30, no Centro de Ciências, Letras e Artes (CCLA), sob o tema geral &#8220;Epidemias ontem e hoje: ciência, reflexão e engajamento da sociedade&#8221;. A entrada é grátis. O CCLA fica na rua ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Zika Vírus e Dengue estarão entre os assuntos em debate no Diálogo de Saberes, que será promovido dia 29 de fevereiro, segunda-feira, às 19h30, no Centro de Ciências, Letras e Artes (CCLA), sob o tema geral &#8220;Epidemias ontem e hoje: ciência, reflexão e engajamento da sociedade&#8221;. A entrada é grátis. O CCLA fica na rua Bernardino de Campos, 989, no centro de Campinas.</p>
<p>A sessão do Diálogo de Saberes terá a coordenação do epidemiologista André Ricardo Ribas Freitas. Ele é mestre em Clínica Médica pela Unicamp e professor de Epidemiologia da Faculdade de Medicina São Leopoldo Mandic. É também médico do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) da Secretaria Municipal de Saúde de Campinas, sendo coordenador do Programa Municipal de Controle de Arboviroses.</p>
<p>Também participarão do Diálogo de Saberes o sanitarista Nelson Rodrigues dos Santos e Cristina Gurgel, professora de História da Medicina da PUC-Campinas. A coordenadora da seção Ciências da Vida do CCLA, Clarissa W Mendes Nogueira, explica que o tema foi escolhido por ser &#8220;importante para todos os profissionais da saúde e todos os campineiros, transcendendo os aspectos técnicos e envolvendo repercussões sociais, econômicas e culturais&#8221;.</p>
<p><strong>Tradição centenária</strong> &#8211; Desde que foi criado, em 1901, o Centro de Ciências, Letras e Artes cultivou uma tradição em discutir questões de caráter científico vitais para a sociedade de Campinas e do Brasil. No momento de sua criação, existiam várias comissões de assuntos científicos, todas elas integradas por cientistas e pesquisadores de renome, ligados ao Instituto Agronômico e outras instituições científicas importantes, além de professores do Colégio Culto à Ciência.</p>
<p>A primeira manifestação pública do CCLA, por ocasião de sua fundação, foi uma mensagem de homenagem ao cientista-inventor Santos Dumont, pelos feitos em Paris com sua série de balões. Esta mensagem explica a aceitação pelo Pai da Aviação do convite, feito pelo CCLA, para colocar a pedra fundamental no monumento-túmulo de Carlos Gomes, o que aconteceu a 18 de setembro de 1903.</p>
<p>O interesse do CCLA pelas ciências foi mantido e desenvolvido através dos tempos. A maior parte dos artigos nos primeiros números da Revista do CCLA era de temas científicos. Atualmente, o Centro mantém uma seção dedicada às Ciências da Vida.</p>
<p>Hoje é um consenso entre pesquisadores em torno dos efeitos negativos do afastamento das Ciências de outras áreas do conhecimento, as Ciências Humanas e Artes em geral entre elas. Pois desde o início o CCLA defendeu a necessidade de vinculação entre todas essas áreas de conhecimento, pelo bem da humanidade.</p>
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		<title>Ministro da Defesa e Alckmin em Campinas comprovam que região é estratégica no combate ao Aedes</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2016 14:55:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia em que 220 mil soldados do Exército foram às ruas em 350 cidades, na mobilização nacional contra o Aedes aegypti, a presença em Campinas do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do secretário estadual da Saúde, David Ewerson Uip, em ato neste sábado, 13 de fevereiro, na Lagoa do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia em que 220 mil soldados do Exército foram às ruas em 350 cidades, na mobilização nacional contra o Aedes aegypti, a presença em Campinas do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do secretário estadual da Saúde, David Ewerson Uip, em ato neste sábado, 13 de fevereiro, na Lagoa do Taquaral, confirmou como a região é considerada estratégica no combate ao mosquito. A presença do governador paulista, principalmente, deu ao evento uma conotação de política partidária, com a adesão de deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores da várias cidades da região metropolitana.</p>
<p>Os principais personagens chegaram separados. Primeiro o governador Alckmin, logo cercado pelos correligionários e assessores, que lhe entregaram um colete com a convocação de combate ao Aedes aegypti. Pouco depois estacionou, no Portão 1 da Lagoa do Taquaral, a van com o ministro da Defesa, o vice-prefeito em exercício Henrique Magalhães Teixeira e o secretário municipal da Saúde, Carmino de Souza.</p>
<div id="attachment_5950" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-003.jpg"><img class="size-large wp-image-5950" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-003-1024x768.jpg" alt="Carmino de Souza, Aldo Rebelo e Henrique Magalhães Teixeira chegam ao Taquaral" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Carmino de Souza, Aldo Rebelo e Henrique Magalhães Teixeira chegam ao Taquaral</p></div>
<p>A cada discurso, a leitura da ampla lista de presentes. O ministro Aldo Rebelo justificou a participação maciça dos militares na mobilização nacional como parte da missão das Forças Armadas, &#8220;de proteger as fronteiras e a integridade do país, mas também de ajudar a construir esse país, contribuindo com o desenvolvimento científico e com ações sociais&#8221;.</p>
<p>Geraldo Alckmin acentuou a mobilização do governo paulista, com destaque para os mutirões que serão realizados todos os sábados, pelo menos até o mês de abril, visando a eliminação de criadouros do Aedes aegypti. Alckmin afirmou que o governo pagará R$ 120,00 aos agentes que trabalharão nesses mutirões aos sábados, e que almejam atingir todos os 645 municípios paulistas.</p>
<p>O vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalháes Teixeira, atualmente prefeito em exercício, destacou o fato do evento ser realizado na Lagoa do Taquaral, segundo ele &#8220;um dos espaços mais democráticos&#8221; da cidade. Após o ato, o vice e outros membros do governo municipal participaram do mutirão especial nas regiões Sul e Sudoeste, onde estão concentrados importantes focos do Aedes aegypti.</p>
<p>De qualquer modo foi um sábado histórico, pela presença de representantes da União, Estado e município, ratificando como a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é considerada, pelas autoridades sanitárias e diversas instâncias de governo, como estratégica no combate ao Aedes aegypti e às quatro doenças a ele associadas: dengue, Zika Vírus, chikungunya e febre amarela.  A Agência Social de Notícias tem destacado a relevância da RMC nas estratégias de combate ao mosquito (Ver <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/5628">aqui</a>).</p>
<div id="attachment_5951" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-124.jpg"><img class="size-large wp-image-5951" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-124-1024x575.jpg" alt="Estrutura montada na Lagoa do Taquaral no dia nacional de combate ao Aedes aegypti" width="618" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Estrutura montada na Lagoa do Taquaral no dia nacional de combate ao Aedes aegypti</p></div>
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		<title>Brasil vive uma das piores crises sanitárias em um século e mobilização militar e ministerial inédita confirma</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 09:16:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Por José Pedro Martins O Brasil está vivendo uma das piores crises sanitárias em um século, com a proliferação do zika vírus, dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e o panorama de enorme gravidade foi reconhecido nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, com o anúncio pelo governo federal de uma mobilização militar e ministerial ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por José Pedro Martins</strong></p>
<p>O Brasil está vivendo uma das piores crises sanitárias em um século, com a proliferação do zika vírus, dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e o panorama de enorme gravidade foi reconhecido nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, com o anúncio pelo governo federal de uma mobilização militar e ministerial inédita. Mais de 200 mil soldados do Exército, na maior operação militar em décadas, estarão envolvidos no mutirão nacional contra o mosquito neste sábado, dia 13. A própria presidente Dilma Rousseff e todos os ministros &#8211; um em cada capital estadual e mais cinco grandes cidades &#8211; também participarão dessa ação, que prevê a visita a 3 milhões de residências.</p>
<p>Na prática, o governo federal já havia reconhecido a situação gravíssima com a declaração pelo Ministério da Saúde, no dia 11 de novembro de 2015, do estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), segundo a Portaria n<span style="text-decoration: line-through;">º </span>1813. A última vez que houve declaração semelhante ao atual estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional foi por ocasião da Gripe Espanhola, em 1917-1918. A Gripe Espanhola, que matou entre 20 e 40 milhões de pessoas em todo mundo, deixou mais de 300 mil vítimas fatais no Brasil.</p>
<p>O ministro da Saúde, Marcelo Castro, declarou a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional  em função da &#8220;alteração no padrão epidemiológico de ocorrências de microcefalias em Pernambuco, com observação de aumento do número de casos e padrão clínico não habitual&#8221;. Naquele momento, início de novembro, tinham sido registrados 141 casos suspeitos de microcefalia em Pernambuco. Até então, o estado registrava a média de cerca de dez casos anuais. Há suspeitas, ainda não totalmente confirmadas como consenso na comunidade científica, da relação entre microcefalia e proliferação do zika vírus.</p>
<p>Até o dia 30 de janeiro de 2016, o Ministério e os estados investigam 3.670 casos suspeitos de microcefalia em todo o país, 76,7% dos casos notificados. Ao todo, 404 casos já tiveram confirmação de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, sendo que 17 com relação ao vírus Zika. Outros 709 casos notificados já foram descartados. Pernambuco liderava em número de municípios com casos confirmados de microcefalia: 56.</p>
<p><strong>A ESPIN</strong> &#8211; A Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) foi estabelecida pelo Decreto n<span style="text-decoration: line-through;">º</span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span>7616, de 17 de novembro de 2011, o que pode indicar que cenários semelhantes já eram previstos pelo governo federal. Em 2010, tinham sido registrados 1.011.548 casos de dengue em todo país, mais do que o dobro do ano anterior, de 406.269 casos. Foi até então um recorde nacional em casos de dengue, superado em 2013, com 1.452.489 casos, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde. Em 2016 foram mais de 1,6 milhão de casos prováveis, de acordo com o Boletim Epidemiológico 3, de 2016, do Ministério da Saúde.</p>
<p>Pelo Decreto n<span style="text-decoration: line-through;">º</span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span>7616, a ESPIN será declarada razão da ocorrência de situações: I &#8211; epidemiológicas; II &#8211; de desastres; ou III &#8211; de desassistência à população. As situações epidemiológicas que justificam a declaração da ESPIN são aquelas envolvendo surtos ou epidemias que: I &#8211; apresentem risco de disseminação nacional; II &#8211; sejam produzidos por agentes infecciosos inesperados; III &#8211; representem a reintrodução de doença erradicada; IV &#8211; apresentem gravidade elevada; ou V &#8211; extrapolem a capacidade de resposta da direção estadual do Sistema Único de Saúde &#8211; SUS. São exatamente as condições configuradas pela propagação do zika vírus, dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.</p>
<p>Ainda nos termos do Decreto n<span style="text-decoration: line-through;">º</span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span>7616, o Ministério da Saúde pode convocar, por ocasião da declaração de ESPIN, a Força Nacional do Sistema Único de Saúde, criada pelo mesmo decreto. A Força Nacional é caracterizada como um &#8220;programa de cooperação voltado à execução de medidas de prevenção, assistência e repressão a situações epidemiológicas, de desastres ou de desassistência à população&#8221;.</p>
<p>O artigo 18 do mesmo decreto estabelece que as Forças Armadas, mediante autorização da Presidência da República, &#8220;poderão oferecer instalações, recursos humanos, transporte, logística e treinamento&#8221; de modo a contribuir com as atividades da Força Nacional do SUS. É justamente o que acontecerá neste sábado, com a anunciada participação de mais de 200 mil soldados do Exército no mutirão nacional contra o Aedes aegypti.</p>
<p>“A mobilização é importante porque apesar da intensificação do noticiário, das informações (<em>sobre o risco da presença do mosquito</em>) e das consequências do aparecimento no Brasil do vírus zika, as pessoas acham que é uma coisa distante, que (<em>o Aedes</em>) não vai atingir as suas famílias, que não vai chegar às suas casas, que é uma coisa da televisão, como se tivesse uma relação de distância com a sua realidade e a sua vida. A mobilização é para dizer que isso (<em>o mosquito</em>) é um problema de todos nós”, afirmou o ministro Aldo Rebelo, nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, em Brasília, ao dar detalhes da operação nacional.</p>
<p><strong>Mobilização ministerial inédita</strong> &#8211; O mutirão deste sábado, dia 13 de fevereiro, contará com uma mobilização ministerial inédita na história do país. Todos os ministros participarão, um em cada capital estadual e outras cinco grandes cidades, o que confirma a gravidade da situação sanitária nacional, já reconhecida com a declaração da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional em novembro passado. Esta é a relação da presença dos ministros no mutirão de sábado, uma data histórica para a saúde pública no Brasil:</p>
<p>Gilberto Occhi (Integração Nacional) – Aracaju (SE)</p>
<ul>
<li>Valdir Simão (Planejamento) – Belém (PA)</li>
<li>Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) &#8211; Belo Horizonte (MG)</li>
<li>Marcos Jorge de Lima (Secretário-executivo do Ministério do Esporte) – Boa Vista (RR)</li>
<li>Alexandre Tombini (Banco Central) – Brasília (DF)</li>
<li>Aldo Rebelo (Defesa) – Campinas (SP)</li>
<li>George Hilton (Esporte) – Campo Grande (MS)</li>
<li>Carlos Higino (Controladoria-Geral da União) – Crato (CE)</li>
<li>Gilberto Kassab (Cidades) – Cuiabá (MT)</li>
<li>Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) – Curitiba (PR)</li>
<li>Guilherme Walter Ramalho (Aviação Civil) – Feira de Santana (BA)</li>
<li>Míriam Belchior (presidenta da Caixa) – Florianópolis (SC)</li>
<li>José Eduardo Cardozo (Justiça) – Fortaleza (CE)</li>
<li>Nelson Barbosa (Fazenda) – Goiânia (GO)</li>
<li>Henrique Eduardo Alves (Turismo) – João Pessoa (PB)</li>
<li>Gustavo do Vale (presidente da Infraero) – Macapá (AP)</li>
<li>Edinho da Silva (Secretaria de Comunicação Social) – Maceió (AL)</li>
<li>Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) – Manaus (AM)</li>
<li>Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) – Natal (RN)</li>
<li>Izabela Teixeira (Meio Ambiente) – Niterói (RJ)</li>
<li>Aloizio Mercadante (Educação) – Osasco (SP)</li>
<li>Miguel Rossetto (Trabalho e Previdência Social) – Palmas (TO)</li>
<li>Eduardo Braga (Minas e Energia) – Porto Alegre (RS)</li>
<li>Carlos Gabas (secretário especial da Previdência) – Porto Velho (RO)</li>
<li>Tereza Campello (Desenvolvimento Social) – Recife (PE)</li>
<li>Juca Ferreira (Cultura) – Rio Branco (AC)</li>
<li>Marcelo Castro (Saúde) – Salvador (BA)</li>
<li>Helder Barbalho (Portos) – Santos (SP)</li>
<li>Jaques Wagner (Casa Civil) – São Luís (MA)</li>
<li>Antonio Carlos Rodrigues (Transportes) – São Paulo (SP)</li>
<li>Nilma Lino Gomes (Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos) – Teresina (PI)</li>
<li class="last-item">Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) – Vitória (ES)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fatores associados entre zika e microcefalia serão estudados em parceria Brasil-EUA</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 17:05:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministro Marcelo Castro anunciou nesta quinta-feira, dia 11 de fevereiro, em Brasília, parceria entre o Ministério da Saúde, o governo do Estado da Paraíba e a agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (CDC) para identificar fatores associados entre o Zika vírus e microcefalia. Desde o início desse ano, representantes da agência do CDC ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Marcelo Castro anunciou nesta quinta-feira, dia 11 de fevereiro, em Brasília, parceria entre o Ministério da Saúde, o governo do Estado da Paraíba e a agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (CDC) para identificar fatores associados entre o Zika vírus e microcefalia.</p>
<p>Desde o início desse ano, representantes da agência do CDC estão no Brasil desenvolvendo pesquisas e investigações de campo junto com técnicos do Ministério da Saúde sobre a relação do vírus com a microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré.</p>
<p>Nos próximos dias terá início a segunda parceria com o CDC para investigação de outras relações, além do vírus Zika, que podem estar associados ao aumento dos casos de microcefalia. O trabalho será realizado no estado da Paraíba. Além disso, o governo brasileiro tem estado em contato estreito com vários organismos internacionais para o desenvolvimento de parcerias em pesquisa.</p>
<p>Originalmente, a hipótese de associação entre o Zika e a microcefalia foi detectada no Brasil. Nesta semana, a publicação americana New England Journal of Medicine incluiu artigo apontando a presença do vírus no cérebro de um feto microcefálico abortado.</p>
<p>Até o dia 30 de janeiro, o Ministério e os estados investigam 3.670 casos suspeitos de microcefalia em todo o país, 76,7% dos casos notificados. Ao todo, 404 casos já tiveram confirmação de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, sendo que 17 com relação ao vírus Zika. Outros 709 casos notificados já foram descartados.</p>
<p>No total, foram registrados 4.783 casos suspeitos de microcefalia relacionada com algum agente infeccioso causador de malformação congênita. Estão entre os agentes infecciosos causadores da malformação: Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus, Herpes Viral e vírus Zika. Os casos suspeitos da doença em recém-nascidos são computados desde o início das investigações (em 22 de outubro de 2015).</p>
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		<title>Zika vírus movimenta universidades e Unicamp busca desenvolver novos larvicidas</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 16:43:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Os pró-reitores de Pesquisa das três universidades estaduais de São Paulo, professores Gláucia Pastore da Unicamp, José Eduardo Krieger da USP e Maria José Giannini da Unesp, formalizaram a criação da Rede para Zika Vírus, em reunião realizada na sede do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), na última quarta-feira, dia 3 de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os pró-reitores de Pesquisa das três universidades estaduais de São Paulo, professores Gláucia Pastore da Unicamp, José Eduardo Krieger da USP e Maria José Giannini da Unesp, formalizaram a criação da Rede para Zika Vírus, em reunião realizada na sede do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), na última quarta-feira, dia 3 de fevereiro. É mais um sintoma do aumento da preocupação da comunidade científica e de vários outros setores com a proliferação do zika vírus, mas também de outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.</p>
<p>&#8220;Considerando as ações que cada instituição vem desenvolvendo em relação a doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, foi sugerido que montássemos uma força-tarefa mais robusta via Cruesp, com mais pesquisadores e maior interação entre Unicamp, USP e Unesp&#8221;, afirmou Gláucia Pastore, da Unicamp.</p>
<p>A pró-reitora, que anunciou uma força-tarefa específica da Unicamp às vésperas do Natal, levou cinco dos 25 pesquisadores do grupo para a reunião em São Paulo, a fim de que trocassem informações sobre os trabalhos que os colegas das outras duas instituições vêm realizando. &#8220;O encontro foi importante para que as pessoas soubessem quem faz o quê, visto que muitas não se conhecem. A USP apresentou suas ações, que estão muito mais concentradas no vírus propriamente dito, ao passo que Unicamp optou por uma estruturação mais global dos pontos a serem atacados.&#8221;</p>
<p>Segundo Gláucia Pastore, a primeira parte da reunião contou com a participação do professor Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, que solicitou das três universidades um programa com propostas, metodologias e objetivos, que possa ser encaminhado a algumas fontes de financiamento. &#8220;Nossa pretensão era ter um novo programa subvencionado pela Fapesp, visando o melhor entendimento, principalmente do Zika Vírus, e também em relação à dengue e Chikungunya. Teremos mais reuniões a respeito.&#8221;</p>
<p>A pró-reitora de Pesquisa conta que, em seguida, houve uma discussão estritamente científica, envolvendo os pesquisadores das três universidades. &#8220;Foi bastante produtivo porque existem aspectos em que vamos precisar de cooperação e outros em que vamos oferecê-la, no que se refere a laboratórios, infraestrutura e metodologias. Ficou claro que nós da Unicamp vamos procurar desenvolver novos larvicidas e mosquicidas, o que não estava contemplado no projeto original da USP. O fato é que temos um desafio enorme, com muitos buracos a serem preenchidos.&#8221;</p>
<p>Na opinião da professora da Unicamp, o cenário ainda está confuso, como por exemplo, no que diz respeito ao diagnóstico da doença. &#8220;Queremos interferir nesse aspecto, criando um protocolo e uma força-tarefa de identificação. A ciência ainda não possui métodos precisos, até porque no exterior ainda não se chegou ao mesmo nível de preocupação do Brasil. Outros buracos estão na correlação do vírus com a microencefalia e quanto à imunidade, ou seja: por que uma pessoa enfrenta bem a doença e outra tem uma série de complicações, qual é a resposta imune (a condição de saúde, a genética, a alimentação)?&#8221;</p>
<p><strong>Força-tarefa na Unicamp</strong> &#8211; Reunião conduzida por Gláucia Pastore, no Gabinete do Reitor, serviu para estruturar a força-tarefa da Unicamp, seguindo a proposta de conciliar linhas de pesquisas e pesquisadores em torno de um objetivo comum, paralelamente ao esforço da rede no âmbito do Cruesp. &#8220;Internamente, estamos muito interessados nesta metodologia, que poderemos utilizar para outros temas de pesquisa. Estamos com a força-tarefa estruturada. Hoje definimos todos os grupos e seus coordenadores, que vão apresentar um pré-projeto no dia 24 de fevereiro &#8211; discutido o projeto, vamos discuti-lo com CNPq, Fapesp e órgãos de financiamento do exterior.&#8221;</p>
<p>A pró-reitora observa que o grupo da Unicamp possui jovens professores, que estão bem treinados e com muita vontade de resolver os graves problema de saúde pública. &#8220;No futuro pretendemos estruturar um laboratório de segurança biológica, a fim de trabalhar com estes tipos de vírus. As ações do grupo da Unicamp serão coordenadas pela professora Clarice Weis Arns, do Instituto de Biologia, que também será nossa representante junto à rede no âmbito do Cruesp; ela terá como adjuntos os professores Fábio Costa, também do IB, e Mariangela Resende, da Faculdade de Ciências Médicas.&#8221;</p>
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		<title>Medo do zika vírus e determinação de Brasília fazem Exército antecipar combate ao Aedes em Campinas</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2016 19:59:39 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O medo da proliferação do zika vírus, da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, que tem intensificado a mobilização de ministérios,  autoridades sanitárias e outras instâncias de governo, levou o Exército a antecipar sua participação no combate ao mosquito em Campinas. Um grupo de 45 soldados da 11ª Brigada do Exército  começou a atuar na cidade nesta quinta-feira, 4 de fevereiro. Em 2015, o Exército iniciou sua presença na campanha contra o Aedes em Campinas no dia 31 de março. A decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS), de declarar o zika vírus emergência mundial, também influenciou na antecipação da participação do Exército.</p>
<p>A Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Campinas informou que um grupo do Exército trabalhou na manhã desta quinta-feira no Jardim Santo Antônio, na região Sudoeste da cidade. Os militares vão executar ações como busca de pessoas com sintomas da doença, remoção de criadouros, colocação de larvicida em recipientes não removíveis e em atividades de educação, informação e mobilização social.</p>
<p>Ainda de acordo com a Assessoria, o primeiro grupo de 45 militares do Exército  será dividido em três equipes de 15 que vão atuar às terças, quartas e quintas-feiras, sempre no período da manhã, até o dia 17 de abril. As equipes passaram por capacitação na manhã de quarta-feira, dia 3. Os trabalhos ocorrem sempre com a supervisão dos agentes de combate à dengue da Secretaria Municipal de Saúde.</p>
<p>Além disso, no dia 13 de fevereiro, Dia Nacional de Esclarecimento e Motivação da População no Combate ao Mosquito Aedes aegypti, 356 homens desta mesma corporação vão atuar em conjunto com equipes da saúde em bairros das regiões Sul e Sudoeste e em praças da cidade numa grande mobilização planejada pela Prefeitura de Campinas.</p>
<p>E, entre 15 a 18 de fevereiro, outros 150 soldados, também da mesma 11ª Brigada, vão participar de outro mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti. O reforço do Exército é considerado fundamental pela Secretaria de Saúde, &#8220;já que os soldados facilitam o acesso aos endereços, contribuindo para sanar uma das dificuldades no combate ao mosquito, que é a recusa da população em receber os agentes&#8221;, afirmou o comunicado da Assessoria de Imprensa.</p>
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