<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agência Social de Notícias &#187; Zika Vírus na Região de Campinas</title>
	<atom:link href="http://agenciasn.com.br/arquivos/tag/zika-virus-na-regiao-de-campinas/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://agenciasn.com.br</link>
	<description>Notícias</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Apr 2026 19:57:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Ministro da Defesa e Alckmin em Campinas comprovam que região é estratégica no combate ao Aedes</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/5948</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/5948#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2016 14:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[chi]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Zika vírus 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus na Região de Campinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=5948</guid>
		<description><![CDATA[No dia em que 220 mil soldados do Exército foram às ruas em 350 cidades, na mobilização nacional contra o Aedes aegypti, a presença em Campinas do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do secretário estadual da Saúde, David Ewerson Uip, em ato neste sábado, 13 de fevereiro, na Lagoa do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia em que 220 mil soldados do Exército foram às ruas em 350 cidades, na mobilização nacional contra o Aedes aegypti, a presença em Campinas do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do secretário estadual da Saúde, David Ewerson Uip, em ato neste sábado, 13 de fevereiro, na Lagoa do Taquaral, confirmou como a região é considerada estratégica no combate ao mosquito. A presença do governador paulista, principalmente, deu ao evento uma conotação de política partidária, com a adesão de deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores da várias cidades da região metropolitana.</p>
<p>Os principais personagens chegaram separados. Primeiro o governador Alckmin, logo cercado pelos correligionários e assessores, que lhe entregaram um colete com a convocação de combate ao Aedes aegypti. Pouco depois estacionou, no Portão 1 da Lagoa do Taquaral, a van com o ministro da Defesa, o vice-prefeito em exercício Henrique Magalhães Teixeira e o secretário municipal da Saúde, Carmino de Souza.</p>
<div id="attachment_5950" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-003.jpg"><img class="size-large wp-image-5950" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-003-1024x768.jpg" alt="Carmino de Souza, Aldo Rebelo e Henrique Magalhães Teixeira chegam ao Taquaral" width="618" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Carmino de Souza, Aldo Rebelo e Henrique Magalhães Teixeira chegam ao Taquaral</p></div>
<p>A cada discurso, a leitura da ampla lista de presentes. O ministro Aldo Rebelo justificou a participação maciça dos militares na mobilização nacional como parte da missão das Forças Armadas, &#8220;de proteger as fronteiras e a integridade do país, mas também de ajudar a construir esse país, contribuindo com o desenvolvimento científico e com ações sociais&#8221;.</p>
<p>Geraldo Alckmin acentuou a mobilização do governo paulista, com destaque para os mutirões que serão realizados todos os sábados, pelo menos até o mês de abril, visando a eliminação de criadouros do Aedes aegypti. Alckmin afirmou que o governo pagará R$ 120,00 aos agentes que trabalharão nesses mutirões aos sábados, e que almejam atingir todos os 645 municípios paulistas.</p>
<p>O vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalháes Teixeira, atualmente prefeito em exercício, destacou o fato do evento ser realizado na Lagoa do Taquaral, segundo ele &#8220;um dos espaços mais democráticos&#8221; da cidade. Após o ato, o vice e outros membros do governo municipal participaram do mutirão especial nas regiões Sul e Sudoeste, onde estão concentrados importantes focos do Aedes aegypti.</p>
<p>De qualquer modo foi um sábado histórico, pela presença de representantes da União, Estado e município, ratificando como a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é considerada, pelas autoridades sanitárias e diversas instâncias de governo, como estratégica no combate ao Aedes aegypti e às quatro doenças a ele associadas: dengue, Zika Vírus, chikungunya e febre amarela.  A Agência Social de Notícias tem destacado a relevância da RMC nas estratégias de combate ao mosquito (Ver <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/5628">aqui</a>).</p>
<div id="attachment_5951" style="width: 628px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-124.jpg"><img class="size-large wp-image-5951" src="http://agenciasn.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Zika-124-1024x575.jpg" alt="Estrutura montada na Lagoa do Taquaral no dia nacional de combate ao Aedes aegypti" width="618" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Estrutura montada na Lagoa do Taquaral no dia nacional de combate ao Aedes aegypti</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/5948/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ministro da Defesa em Campinas confirma que região é estratégica contra o Aedes aegypti</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/5936</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/5936#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 09:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[microcefalia]]></category>
		<category><![CDATA[Microcefalia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[zika vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus na Região de Campinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=5936</guid>
		<description><![CDATA[Neste sábado, 13 de fevereiro, o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, participa em Campinas do mutirão nacional contra o Aedes aegypti, que envolverá mais de 200 mil soldados do Exército em todo país e a presença de cada um dos ministros nas 27 capitais estaduais e mais cinco grandes cidades brasileiras. A presença do próprio ministro da ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado, 13 de fevereiro, o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, participa em Campinas do mutirão nacional contra o Aedes aegypti, que envolverá mais de 200 mil soldados do Exército em todo país e a presença de cada um dos ministros nas 27 capitais estaduais e mais cinco grandes cidades brasileiras. A presença do próprio ministro da Defesa na cidade confirma que a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é considerada pelas autoridades sanitárias como estratégica no combate ao mosquito e à proliferação do zika vírus, dengue e outras doenças, como tem afirmado a Agência Social de Notícias (ler <a href="http://agenciasn.com.br/arquivos/5628/">aqui</a>)</p>
<p>A operação nacional contra o mosquito foi detalhada em Brasília nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, pelo ministro Aldo Rebelo. O propósito será visitar 3 milhões de domicílios, como meio de erradicar os criadouros do Aedes aegypti.</p>
<p>“A mobilização é importante porque apesar da intensificação do noticiário, das informações (<em>sobre o risco da presença do mosquito</em>) e das consequências do aparecimento no Brasil do vírus zika, as pessoas acham que é uma coisa distante, que (<em>o Aedes</em>) não vai atingir as suas famílias, que não vai chegar às suas casas, que é uma coisa da televisão, como se tivesse uma relação de distância com a sua realidade e a sua vida. A mobilização é para dizer que isso (<em>o mosquito</em>) é um problema de todos nós”, disse Rebelo.</p>
<p>O ministro da Defesa informou que a escolha das cidades considerou o alto índice de incidência das doenças relacionadas ao Aedes e a proximidade de efetivo das Forças Armadas. É o caso de Campinas, que sedia uma unidade do Exército e em 2014 liderou o ranking nacional em casos de dengue, ficando em 2015 em segundo lugar. Em termos de incidência, Campinas continuou liderando o ranking.</p>
<p>A incidência em Campinas foi de 5.766,2 por 100 mil habitantes, ficando Goiânia (GO) em segundo lugar, com 5.246,3/100 mil. Em termos absolutos, Goiânia teve o maior número de casos nessa faixa de cidades, com 74.097 casos. Campinas ficou em segundo lugar, com 66.577 casos. Ainda nesse grupo de cidades, o terceiro lugar em números absolutos e de incidência foi Guarulhos (SP), com distantes – e ainda sim preocupantes – 25.844 casos e 1.969,5/100 mil, sempre segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p>Em função, entre outros fatores, do crescimento do número de casos de microcefalia em todo país, da circulação do zika vírus na RMC &#8211; um dos mais importantes polos logísticos do país, com intensa circulação de pessoas e mercadorias &#8211; e o fato de Campinas ter aparecido no topo do número de casos de dengue em 2014 e 2015, a Unicamp criou um Grupo de Trabalho (GT) especial dedicado a pesquisar e discutir caminhos de combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A Universidade também estuda a criação de um laboratório especial para aprofundar pesquisas na área. A Unicamp, a USP e a Unesp criaram uma força-tarefa relacionada ao zika vírus.</p>
<p>De fato, o medo da proliferação do zika vírus, da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, que tem intensificado a mobilização de ministérios,  autoridades sanitárias e outras instâncias de governo, levou o Exército a antecipar sua participação no combate ao mosquito em Campinas. Um grupo de 45 soldados da 11ª Brigada do Exército  começou a atuar na cidade no último dia 4 de fevereiro. Em 2015, o Exército iniciou sua presença na campanha contra o Aedes em Campinas no dia 31 de março. A decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS), de declarar o zika vírus emergência mundial, também tem influenciado na intensificação das ações por parte de todas as instâncias governamentais, autoridades sanitárias e até das Forças Armadas. Os eventuais fatores de associação entre zika vírus e o surto de microcefalia estão sendo estudados em vários grupos de pesquisa, no Brasil e exterior.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/5936/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Zika vírus movimenta universidades e Unicamp busca desenvolver novos larvicidas</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/5854</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/5854#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 16:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[zika vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Zika vírus 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus na Região de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[zika vírus no Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=5854</guid>
		<description><![CDATA[Os pró-reitores de Pesquisa das três universidades estaduais de São Paulo, professores Gláucia Pastore da Unicamp, José Eduardo Krieger da USP e Maria José Giannini da Unesp, formalizaram a criação da Rede para Zika Vírus, em reunião realizada na sede do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), na última quarta-feira, dia 3 de ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os pró-reitores de Pesquisa das três universidades estaduais de São Paulo, professores Gláucia Pastore da Unicamp, José Eduardo Krieger da USP e Maria José Giannini da Unesp, formalizaram a criação da Rede para Zika Vírus, em reunião realizada na sede do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), na última quarta-feira, dia 3 de fevereiro. É mais um sintoma do aumento da preocupação da comunidade científica e de vários outros setores com a proliferação do zika vírus, mas também de outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.</p>
<p>&#8220;Considerando as ações que cada instituição vem desenvolvendo em relação a doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, foi sugerido que montássemos uma força-tarefa mais robusta via Cruesp, com mais pesquisadores e maior interação entre Unicamp, USP e Unesp&#8221;, afirmou Gláucia Pastore, da Unicamp.</p>
<p>A pró-reitora, que anunciou uma força-tarefa específica da Unicamp às vésperas do Natal, levou cinco dos 25 pesquisadores do grupo para a reunião em São Paulo, a fim de que trocassem informações sobre os trabalhos que os colegas das outras duas instituições vêm realizando. &#8220;O encontro foi importante para que as pessoas soubessem quem faz o quê, visto que muitas não se conhecem. A USP apresentou suas ações, que estão muito mais concentradas no vírus propriamente dito, ao passo que Unicamp optou por uma estruturação mais global dos pontos a serem atacados.&#8221;</p>
<p>Segundo Gláucia Pastore, a primeira parte da reunião contou com a participação do professor Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, que solicitou das três universidades um programa com propostas, metodologias e objetivos, que possa ser encaminhado a algumas fontes de financiamento. &#8220;Nossa pretensão era ter um novo programa subvencionado pela Fapesp, visando o melhor entendimento, principalmente do Zika Vírus, e também em relação à dengue e Chikungunya. Teremos mais reuniões a respeito.&#8221;</p>
<p>A pró-reitora de Pesquisa conta que, em seguida, houve uma discussão estritamente científica, envolvendo os pesquisadores das três universidades. &#8220;Foi bastante produtivo porque existem aspectos em que vamos precisar de cooperação e outros em que vamos oferecê-la, no que se refere a laboratórios, infraestrutura e metodologias. Ficou claro que nós da Unicamp vamos procurar desenvolver novos larvicidas e mosquicidas, o que não estava contemplado no projeto original da USP. O fato é que temos um desafio enorme, com muitos buracos a serem preenchidos.&#8221;</p>
<p>Na opinião da professora da Unicamp, o cenário ainda está confuso, como por exemplo, no que diz respeito ao diagnóstico da doença. &#8220;Queremos interferir nesse aspecto, criando um protocolo e uma força-tarefa de identificação. A ciência ainda não possui métodos precisos, até porque no exterior ainda não se chegou ao mesmo nível de preocupação do Brasil. Outros buracos estão na correlação do vírus com a microencefalia e quanto à imunidade, ou seja: por que uma pessoa enfrenta bem a doença e outra tem uma série de complicações, qual é a resposta imune (a condição de saúde, a genética, a alimentação)?&#8221;</p>
<p><strong>Força-tarefa na Unicamp</strong> &#8211; Reunião conduzida por Gláucia Pastore, no Gabinete do Reitor, serviu para estruturar a força-tarefa da Unicamp, seguindo a proposta de conciliar linhas de pesquisas e pesquisadores em torno de um objetivo comum, paralelamente ao esforço da rede no âmbito do Cruesp. &#8220;Internamente, estamos muito interessados nesta metodologia, que poderemos utilizar para outros temas de pesquisa. Estamos com a força-tarefa estruturada. Hoje definimos todos os grupos e seus coordenadores, que vão apresentar um pré-projeto no dia 24 de fevereiro &#8211; discutido o projeto, vamos discuti-lo com CNPq, Fapesp e órgãos de financiamento do exterior.&#8221;</p>
<p>A pró-reitora observa que o grupo da Unicamp possui jovens professores, que estão bem treinados e com muita vontade de resolver os graves problema de saúde pública. &#8220;No futuro pretendemos estruturar um laboratório de segurança biológica, a fim de trabalhar com estes tipos de vírus. As ações do grupo da Unicamp serão coordenadas pela professora Clarice Weis Arns, do Instituto de Biologia, que também será nossa representante junto à rede no âmbito do Cruesp; ela terá como adjuntos os professores Fábio Costa, também do IB, e Mariangela Resende, da Faculdade de Ciências Médicas.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/5854/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Confirmado o primeiro caso de zika vírus contraído em Campinas</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/5817</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/5817#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 22:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus na Região de Campinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=5817</guid>
		<description><![CDATA[Campinas teve registrado o primeiro caso de Zika vírus autóctone, confirmaram nesta terça-feira, 2 de fevereiro, a Secretaria Municipal de Saúde e o Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O caso autóctone é aquele contraído na própria cidade. O fato aumenta a urgência de um grande esforço do poder público e comunidade para combater a proliferação do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Campinas teve registrado o primeiro caso de Zika vírus autóctone, confirmaram nesta terça-feira, 2 de fevereiro, a Secretaria Municipal de Saúde e o Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O caso autóctone é aquele contraído na própria cidade. O fato aumenta a urgência de um grande esforço do poder público e comunidade para combater a proliferação do Aedes aegypti e confirma que a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é estratégica para enfrentar o mosquito no Brasil, como tem ressaltado a Agência Social de Notícias.</p>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a transmissão ocorreu por meio de uma transfusão de sangue. A vítima, um homem de 20 anos, doador de sangue, foi identificada por meio de rastreamento de bolsas de sangue no Hemocentro da Unicamp, depois que o receptor, um paciente politraumatizado, apresentou queda de plaquetas, que não era compatível com o seu quadro de saúde</p>
<p>A partir disso, foram analisadas 18 bolsas de sangue. Em uma delas o resultado foi positivo para zika vírus. O doador, que na época morava na região Sudoeste de Campinas, apresentou os sintomas três dias depois da doação, em abril de 2015. Na ocasião, foi tratado como dengue, devido à semelhança do sintomas. A Secretaria de Saúde de Campinas foi oficiada sobre o resultado em 28 de janeiro deste ano, pelo Instituto Adolfo Lutz.</p>
<p>“É importante dizer que as pessoas devem continuar doando sangue. A transfusão é segura”, declarou o secretário de Saúde Carmino Antonio de Souza. O diretor da Divisão de Hemoterapia do Hemocentro da Unicamp, Marcelo Addas Carvalho, explicou que a identificação só foi possível devido à boa qualidade do serviço. Ele destacou que os doadores que tiverem alguma alteração no quadro clínico devem entrar em contato com o Hemocentro. Desde o ano passado, 19 casos suspeitos de Zika vírus foram descartados pela Secretaria de Saúde de Campinas.</p>
<p>A Secretaria de Saúde afirmou ainda que Campinas teve 40 casos confirmados de dengue em janeiro de 2016. Até esta terça-feira, 2 de fevereiro, foram descartadas 130 suspeitas. Ainda há casos em investigação. Em janeiro de 2015 foram confirmados 1.462 casos de dengue.</p>
<p>Nesta segunda-feira, 1 de fevereiro, a Organização Mundial da Saúde  (OMS) declarou como emergência mundial o surto de zika vírus, que exige um esforço concentrado de toda a comunidade internacional. A decisão vai contribuir para a aceleração de pesquisas para combater o surto.</p>
<p>Com seus mais de 3 milhões de habitantes e um dos mais importantes polos viários do Brasil, e com milhares casos de dengue nos últimos anos, a RMC está sendo considerada pelas autoridades sanitárias como estratégica no combate à microcefalia, ao zika e demais vírus propagados pelo mosquito Aedes aegypti. O Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia foi apresentado na última segunda-feira, 25 de janeiro, na primeira reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento da RMC.</p>
<p>O Plano Nacional foi exposto pelo secretário-chefe da Casa Militar de São Paulo e coordenador estadual da Defesa Civil, coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira. Vários dados reforçam a urgência de uma ação intermunicipal de combate ao Aedes aegypti. Pelo segundo ano consecutivo, em 2015 Campinas esteve no topo de casos de dengue em cidades com mais de 1 milhão de moradores. De acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, Campinas teve a maior incidência de casos de dengue no grupo de cidades com população acima de 1 milhão de habitantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/5817/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>OMS considera surto de zika vírus emergência mundial e região de Campinas é estratégica</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/5762</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/5762#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 20:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Zika]]></category>
		<category><![CDATA[zika vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus na Região de Campinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=5762</guid>
		<description><![CDATA[Reunida em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta segunda-feira, 1 de fevereiro, como emergência mundial o surto de zika vírus, que exige um esforço concentrado de toda a comunidade internacional. A decisão vai contribuir para a aceleração de pesquisas para combater o surto. No Brasil, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Reunida em Genebra, na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta segunda-feira, 1 de fevereiro, como emergência mundial o surto de zika vírus, que exige um esforço concentrado de toda a comunidade internacional. A decisão vai contribuir para a aceleração de pesquisas para combater o surto. No Brasil, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) é uma das áreas estratégicas para o combate ao Aedes aegypti, que transmite o zika vírus.</p>
<p>Com seus mais de 3 milhões de habitantes e um dos mais importantes polos viários do Brasil, e com milhares casos de dengue nos últimos anos, a RMC está sendo considerada pelas autoridades sanitárias como estratégica no combate à microcefalia, ao zika e demais vírus propagados pelo mosquito Aedes aegypti. O Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia foi apresentado na última segunda-feira, 25 de janeiro, na primeira reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento da RMC.</p>
<p>O Plano Nacional foi exposto pelo secretário-chefe da Casa Militar de São Paulo e coordenador estadual da Defesa Civil, coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira. Vários dados reforçam a urgência de uma ação intermunicipal de combate ao Aedes aegypti. Pelo segundo ano consecutivo, em 2015 Campinas esteve no topo de casos de dengue em cidades com mais de 1 milhão de moradores. De acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, Campinas teve a maior incidência de casos de dengue no grupo de cidades com população acima de 1 milhão de habitantes.</p>
<p>Em função, entre outros fatores, do crescimento do número de casos de microcefalia em todo país, da circulação do zika vírus na RMC e o fato de Campinas ter aparecido no topo do número de casos de dengue em 2014 e 2015, a Unicamp criou um Grupo de Trabalho (GT) especial dedicado a pesquisar e discutir caminhos de combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A Universidade também estuda a criação de um laboratório especial para aprofundar pesquisas na área. É mais um sintoma do aumento da preocupação com epidemias em 2016 na RMC.</p>
<p>O Ministério da Saúde está investigando 3.448 casos suspeitos de microcefalia no país, conforme boletim divulgado na última quarta-feira, 27 de janeiro, que também revelou a confirmação de 270 casos, sendo seis deles ligados ao zika vírus. Ao todo foram registrados 4.180 casos suspeitos de microcefalia até 23 de janeiro, e 462 já foram descartados.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/5762/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tudo sobre o vírus Zika em 17 perguntas, respondidas pela Organização Panamericana da Saúde</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/5567</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/5567#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2016 16:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[zika vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus na Região de Campinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=5567</guid>
		<description><![CDATA[Vírus isolado pela primeira vez em 1947 na floresta de Zika, em Uganda, o Zika tornou-se progressivamente um grande problema de saúde pública, primeiro na África e, depois, Ásia. No dia 3 de março de 2014 o Chile notificou à Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) um caso de transmissão autóctone (registrada dentro do ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vírus isolado pela primeira vez em 1947 na floresta de Zika, em Uganda, o Zika tornou-se progressivamente um grande problema de saúde pública, primeiro na África e, depois, Ásia. No dia 3 de março de 2014 o Chile notificou à Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) um caso de transmissão autóctone (registrada dentro do território nacional) de febre por vírus Zika na Ilha de Páscoa. Logo o vírus chegou ao Brasil, onde, suspeita-se, haja ligação entre sua propagação e casos de microcefalia. De acordo com o Ministério da Saúde, já são 3.530 casos suspeitos de microcefalia no país, abrangendo 724 municípios de 21 estados. Há uma grande preocupação na Região Metropolitana de Campinas. Abaixo, tudo sobre o Zika vírus, segundo a OPAS/OMS.</p>
<p><strong>O que é o vírus zika?</strong></p>
<p>A infecção pelo vírus Zika é causada pela picada de mosquitos infectados do gênero <em>Aedes</em>. Geralmente, causa febre, erupções cutâneas (vermelhidão e coceira), conjuntivite e dores musculares leves. O vírus foi isolado pela primeira vez em 1947 na floresta de Zika, em Uganda. Desde então, é encontrado principalmente na África e tem gerado surtos esporádicos e pequenos na Ásia. Em 2007, uma grande epidemia foi descrita na ilha de Yap (Micronésia), onde aproximadamente 75% da população foi infectada.</p>
<p>No dia 3 de março de 2014, o Chile notificou à Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) um caso de transmissão autóctone (ocorrida dentro do território nacional) de febre por vírus Zika na Ilha de Páscoa. O vírus foi detectado até junho daquele ano nessa área. Em maio de 2015, as autoridades de saúde pública do Brasil confirmaram a transmissão do vírus Zika na Região Nordeste. Desde outubro de 2015, outros países e territórios das Américas vêm registrando a presença do vírus.</p>
<p><strong>Quais são os sintomas?</strong></p>
<p>Os sintomas mais comuns de zika são febre leve e exantema (erupção cutânea ou urticária). Muitas vezes a pessoa também apresenta conjuntivite, dores musculares ou nas articulações, com um mal-estar que começa entre dois e sete dias após a picada de um mosquito infectado.</p>
<p>Uma em cada quatro pessoas infectadas apresenta os sintomas da doença e em todos aqueles que desenvolvem, a doença é geralmente leve e pode durar entre dois e sete dias. Os sintomas são semelhantes aos da dengue ou chikungunya, que são transmitidas pelo mesmo mosquito. As complicações (neurológicas, autoimunes) são raras, mas foram relatadas em surtos da Polinésia e, mais recentemente, no Brasil. A propagação do vírus no continente das Américas, ao fornecer mais experiência com os sintomas e complicações, permitirá caracterizar melhor esta doença.</p>
<p><strong>Como o zika é transmitido?</strong></p>
<p>O zika é transmitido aos seres humanos por meio da picada de mosquitos infectados do gênero<em> Aedes</em>. Este é o mesmo mosquito transmissor da dengue e chikungunya.</p>
<p><strong>Pode ser transmitido por sangue ou contato sexual?</strong></p>
<p>Em geral, o zika precisa de um vetor (meio de transporte), que é o mosquito, para infectar as pessoas. No entanto, o vírus foi isolado no sêmen e se documentou a transmissão de pessoa para pessoa em relação sexual. O impacto desse tipo de transmissão em saúde pública ainda não foi avaliado e, de acordo com as evidências disponíveis, seria um mecanismo pouco frequente de propagação da doença.</p>
<p>O zika pode ser transmitido por meio do sangue, mas é um mecanismo de transmissão raro. Nesse sentido, devem-se seguir as recomendações usuais para a realização de transfusões seguras (com doadores voluntários saudáveis, por exemplo).</p>
<p><strong>Pode ser transmitido de mãe para filho?</strong></p>
<p>As informações sobre a transmissão de mãe para filho durante a gravidez ou no momento do nascimento são muito limitadas. A transmissão perinatal tem sido relatada com vírus transmitidos por vetores, como dengue e chikungunya. No momento, estão em curso estudos sobre a possível transmissão do vírus da mãe para o bebê e seus possíveis efeitos sobre a criança.</p>
<p><strong>Qual é o tratamento?</strong></p>
<p>O tratamento para zika consiste em aliviar a dor e a febre ou quaisquer outros sintomas que causem desconforto ao paciente. Para evitar a desidratação causada pela febre, recomenda-se controlá-la, repousar e beber muita água. Não há vacina ou medicamento específico contra este vírus.</p>
<p><strong>Pode causar a morte?</strong></p>
<p>Trata-se de um novo vírus para a região, que até o momento havia tido uma distribuição geográfica e demográfica muito limitada, sem evidências de letalidade. No entanto, casos esporádicos foram relatados em pacientes com doenças ou condições pré-existentes, em que as manifestações e complicações poderiam ser mais graves, causando a morte.</p>
<p><strong>Quem está em risco de contrair zika?</strong></p>
<p>São suscetíveis de infecção todas as pessoas não previamente expostas ao vírus que vivem em áreas onde o mosquito está presente e onde se registraram casos importados ou locais. Como a espécie de mosquitos <em>Aedes</em> está espalhada por toda a região (com exceção de Chile continental e Canadá), é provável que os surtos se espalhem para outros países onde atualmente não há casos registrados.</p>
<p><strong>Como o zika é diagnosticado?</strong></p>
<p>Na maioria das pessoas, o diagnóstico é baseado em sintomas clínicos e circunstâncias epidemiológicas (como surtos de zika no lugar onde mora ou viagens para locais onde circula o vírus).</p>
<p>Há exames de sangue que podem ajudar a confirmar o diagnóstico. Alguns (PCR-virológicos) são úteis nos primeiros três a cinco dias após o início dos sintomas, enquanto outros (serológicos) detectam a presença de anticorpos, mas só são úteis depois de cinco dias.</p>
<p>Uma vez demonstrada a presença do vírus em uma zona ou território, não é necessária a confirmação em todos os pacientes e o uso de testes de laboratório será ajustado à vigilância rotineira virológica da doença.</p>
<p><strong>Qual a diferença entre zika, dengue e chikungunya?</strong></p>
<p>Todas estas doenças têm sintomas semelhantes, mas alguns permitem suspeitar tratar-se de uma ou outra. A dengue geralmente envolve febre mais alta e dores musculares mais fortes. Pode gerar complicações quando a febre cai. Deve ser dada atenção a sinais de alerta como sangramento.</p>
<p>No caso do chikungunya, além de uma febre mais alta, a dor nas articulações é mais intensa e afeta mãos, pés, joelhos, costas e pode incapacitar pessoas, curvando-as de modo a não conseguirem caminhar e realizar ações tão simples como abrir uma garrafa de água.</p>
<p>O zika não possui características particulares, mas na maioria dos pacientes se observam erupções na pele e, em alguns casos, conjuntivite.</p>
<p><strong>Existe uma relação entre síndrome de Guillain-Barré e zika?</strong></p>
<p>Em áreas onde se tem documentado epidemia de zika (como na Polinésia Francesa e no Brasil), houve um aumento de pessoas com a Síndrome de Guillain-Barré (SGB).</p>
<p>No entanto, ainda não foi estabelecida uma relação causal direta entre a infecção com o vírus e SGB. Há outros fatores, como a infecção prévia por dengue ou fatores genéticos, que poderiam contribuir ou influenciar o aumento de casos de SGB. No momento, estão sendo realizados vários estudos para melhor estabelecer a relação entre zika e SGB.</p>
<p>A Síndrome de Guillain-Barré ocorre quando o sistema imunológico de uma pessoa ataca a ele próprio, afetando particularmente as células do sistema nervoso. Esse processo pode ser iniciado pela infecção de várias bactérias ou vírus. Os principais sintomas são fraqueza muscular e formigamento (parestesia) nos braços e pernas. Podem ocorrer ainda complicações graves se os músculos respiratórios forem afetados. Os pacientes em estado mais grave precisam de assistência em unidades de terapia intensiva.</p>
<p><strong>SOBRE CIRCULAÇÃO DO ZIKA</strong></p>
<p><strong>Quais países reportaram casos de zika nas Américas?</strong></p>
<p>No dia 3 de março de 2014, o Chile notificou à Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) um caso de transmissão autóctone (ocorrida dentro do território nacional) de febre por vírus Zika na Ilha de Páscoa. O vírus foi detectado até junho daquele ano nessa área. Em maio de 2015, as autoridades de saúde pública do Brasil confirmaram a transmissão do vírus Zika na Região Nordeste. Desde outubro de 2015, outros países e territórios das Américas vêm registrando a presença do vírus.</p>
<p>Atualmente (informações até 9 de janeiro), 13 países da Região das Américas reportam transmissão autóctone de zika: Brasil, Colômbia, El Salvador, Guatemala, Guiana Francesa, Honduras, Martinica, México, Panamá, Porto Rico, Paraguai, Suriname e Venezuela.</p>
<p>Veja a lista atualizada em: <a title="" href="http://www.paho.org/viruszika" target="_blank">www.paho.org/viruszika</a>.</p>
<p><strong>Por que a transmissão em um território pode ser rápida?</strong></p>
<p>Há dois fatores para a rápida transmissão que tem sido documentada em outros países: 1) Trata-se de um novo vírus para as Américas e toda a população é suscetível de ser infectada por não ter sido anteriormente exposta e 2) Porque o mosquito <em>Aedes</em> é amplamente distribuído na região pelas condições climáticas, temperatura e umidade dos países tropicais.</p>
<p><strong>É aconselhável evitar viagens para países com circulação do zika?</strong></p>
<p>A OPAS/OMS não recomenda restrições de viagens ou comércio internacional relacionada a surtos de zika. Recomenda-se aos viajantes que tomem as precauções indicadas para prevenir picadas de mosquito.</p>
<p><strong>Quantos casos de zika foram registrados na região das Américas?</strong></p>
<p>Os países começam a reportar quando detectam a circulação do vírus no seu território. No entanto, a contagem de casos é difícil porque os sintomas da doença são geralmente leves e nem todos os afetados procuram os serviços de saúde. O importante é a detecção da circulação do vírus, para fortalecer a resposta dos serviços de saúde e intensificar a vigilância de casos graves ou complicações.</p>
<p><strong>SOBRE A PREVENÇÃO</strong></p>
<p><strong>Quais medidas devem ser tomadas para prevenir a infecção pelo vírus Zika?</strong></p>
<p>A prevenção consiste em reduzir populações de mosquitos e evitar picadas, que costumam ocorrer durante o dia. Com a eliminação e controle de criadouros de <em>Aedes aegypti</em>, diminuem as chances de que o zika, chikungunya e dengue sejam transmitidos. É necessária uma resposta abrangente, que envolva várias áreas de atuação, desde a saúde até a educação e o meio ambiente.</p>
<p>Para eliminar e controlar o mosquito, é recomendado:</p>
<ul>
<li>Evitar conservar água em recipientes deixados do lado de fora (panelas, garrafas, recipientes que possam acumular água) para evitar que se transformem em criadouros de mosquitos</li>
<li>Cobrir os tanques ou reservatórios de água para uso doméstico, a fim de impedir a entrada de mosquitos</li>
<li>Evitar a acumulação de lixo e jogá-lo em sacos plásticos fechados e mantidos em recipientes fechados</li>
<li>Desentupir ralos que possam deixar água parada</li>
<li>Usar telas nas janelas e portas para reduzir o contato com mosquitos</li>
</ul>
<p>Para evitar picadas de mosquito, é recomendado tanto para as pessoas que vivem em áreas onde há casos quanto para viajantes (especialmente, para as mulheres grávidas):</p>
<ul>
<li>Cobrir a pele exposta com mangas compridas, calças e chapéus</li>
<li>Usar repelentes recomendados pelas autoridades de saúde e aplicar conforme o rótulo</li>
<li>Dormir em lugares protegidos com mosquiteiros</li>
</ul>
<p>Quem tiver sintomas de zika, dengue ou chikungunya, deve procurar um centro de saúde.</p>
<p><strong>Qual a atuação da OPAS/OMS?</strong></p>
<p>A OPAS/OMS está trabalhando ativamente com os países das Américas para que possam desenvolver ou manter a capacidade de detectar e confirmar os casos de zika; saibam como atender às pessoas afetadas pela doença; e possam implementar estratégias efetivas para reduzir a presença do mosquito e minimizar a possibilidade de surto.</p>
<p>A atuação envolve:</p>
<ul>
<li>Reforço das capacidades laboratoriais, para que possam detectar o vírus em tempo hábil (em colaboração com outros centros colaboradores e parceiros estratégicos).</li>
<li>Assessoria em comunicação de risco, em resposta à introdução do vírus no país.</li>
<li>Controle vetorial, ou seja, como trabalhar com a população ativamente para eliminar as populações de mosquitos</li>
<li>Desenvolvimento de recomendações para os cuidados clínicos e acompanhamento de pessoas com zika, em colaboração com associações profissionais e especialistas dos países.</li>
<li>Monitoramento da dispersão geográfica do vírus e o aparecimento de complicações e casos graves por meio da vigilância de eventos e notificação dos países através do canal do Regulamento Sanitário Internacional</li>
<li>Apoio a iniciativas dos Ministérios da Saúde para saber mais características do vírus, seu impacto e as possíveis consequências de sua infecção.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/5567/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Unicamp cria Grupo de Trabalho e projeta laboratório sofisticado para pesquisar zika vírus</title>
		<link>http://agenciasn.com.br/arquivos/5529</link>
		<comments>http://agenciasn.com.br/arquivos/5529#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 18:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASN]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas 250 anos]]></category>
		<category><![CDATA[RMC - Região Metropolitana de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Epidemia de dengue em Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus na Região de Campinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciasn.com.br/?p=5529</guid>
		<description><![CDATA[O crescimento do número de casos de microcefalia em todo país, a circulação do zika vírus na Região Metropolitana de Campinas (RMC) e o fato de Campinas ser líder nacional em casos de dengue em 2014 e 2015, entre outros fatores, levaram a Unicamp a criar um Grupo de Trabalho (GT) especial dedicado a pesquisar e discutir ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento do número de casos de microcefalia em todo país, a circulação do zika vírus na Região Metropolitana de Campinas (RMC) e o fato de Campinas ser líder nacional em casos de dengue em 2014 e 2015, entre outros fatores, levaram a Unicamp a criar um Grupo de Trabalho (GT) especial dedicado a pesquisar e discutir caminhos de combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A próxima reunião do GT será no dia 14 de janeiro. A Universidade também estuda a criação de um laboratório especial para aprofundar pesquisas na área. É mais um sintoma do aumento da preocupação com epidemias em 2016 na RMC.</p>
<p>A força-tarefa criada na Unicamp é coordenada pela pró-reitora de pesquisa da instituição, Gláucia Pastore. O GT teve um primeiro encontro no dia 17 de dezembro, para discutir as linhas de pesquisa. Nos próximos momentos haverá a apresentação de trabalhos de pesquisadores já realizados e relacionados a dengue, zika vírus e febre chikungunya.</p>
<p>O laboratório em estudo pela Unicamp é do tipo de nível 2 de segurança biológica, que demanda recursos sofisticados. Enquanto o laboratório próprio não é concretizado, a Universidade utilizará, em suas pesquisas, laboratórios de outros municípios.</p>
<p>O último levantamento do Ministério da Saúde apontou 2.975 casos suspeitos de microcefalia no país, em 656 municípios de 20 unidades da federação. Estão sendo investigados 40 casos de mortes suspeitas de microcefalia relacionadas ao vírus zika. O vírus zika já circulou na RMC, com caso confirmado especificamente em Sumaré.</p>
<p>Em dezembro, o Conselho de Desenvolvimento da RMC anunciou que haverá um combate intermunicipal à dengue, zika vírus e febre chikungunya na região de Campinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciasn.com.br/arquivos/5529/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
