Virada Cultural Paulista em Campinas agrada público que enfrentou a chuva
Marco Della Porta e os filhos Antônio e Yasmim: elogios para a organização (Fotos Martinho Caires)

Virada Cultural Paulista em Campinas agrada público que enfrentou a chuva

Por Adriana Menezes

Quem enfrentou a chuva e o leve frio para assistir às apresentações da Virada Cultural Paulista, neste sábado, 30 de maio, em Campinas, não se arrependeu. Na mesma proporção que foi reduzida a programação e a quantidade de espaços, o público também diminuiu, mas ninguém saiu reclamando.

O engenheiro André Prezenszky, de 29 anos, chegou à Estação Cultura no final da tarde de sábado, mas a atração que mais lhe interessava começaria às 23h, Ieda Cruz e Gerson King Combo. “Vim principalmente por causa do Gerson, gosto do Soul que ele faz, mas esse ano achei que tem pouca coisa em poucos pontos. Nesse sentido São Paulo é melhor, mas aqui está mais seguro, tinha até revista com detector de metais, e está tranquilo”, avalia o engenheiro que está na sua 3ª Virada Cultural.

O engenheiro André Prezenszky gostou da segurança

O engenheiro André Prezenszky gostou da segurança

A estatística Amanda Caputo, também de 29 anos, resolveu pela primeira vez participar da Virada. “Gosto de música brasileira e achei a variedade musical muito boa. Isso me agrada”, diz Amanda, que quer ver o show dos Titãs neste domingo às 18h30, no Largo do Rosário. Há um ano em Campinas, Amanda achou o evento organizado e seguro. “Em São Paulo o pessoal diz que é mais perigoso.”

A estatística Amanda Caputo: aplausos para a variedade musical

A estatística Amanda Caputo: aplausos para a variedade musical

“É melhor do que eu esperava”, diz Renato Pisapia, engenheiro de 29 anos. “Gostei dos Trucks de cerveja artesanal aqui na Estação”, fala degustando a bebida em uma mesinha no corredor de Trucks Food instalado na Estação Cultura.

Renato Pisapia, engenheiro, gostou do cardápio amplo

Renato Pisapia, engenheiro, gostou do cardápio amplo

O gráfico Marco Della Porta, de 32 anos, levou os filhos Yasmim, 6 anos, e Antonio, 4, junto com a esposa Elaine que providenciava comida para a família. “Vim principalmente para ver Ding Dong e tomar as cervejas, mas também vamos tentar ver o show da Elza Soares.” Marco elogiou a organização do evento.

Virada na Estação Cultura: diversidade e agito

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